Nesta quarta, dia 26, às 15h, o Flamengo/Marinha enfrentará as meninas do Rio Preto, em jogo válido pela 9ª rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro Feminino A1 2017. O duelo será realizado na Gávea, e terá entrada franca dos torcedores. Sócios-torcedores poderão assistir o jogo ao vivo, confirmou Ricardo Taves, gerente de conteúdo do Flamengo.
O Flamengo/Marinha vem de quatro vitórias seguidas no Campeonato Brasileiro Feminino: diante da Ponte Preta (3 x 0), sobre o Rio Preto (3 x 1), e duas contra o Foz Cataratas (5 a 2 e 1 a 0). Assim, em 8 jogos, o rubro-negro soma seis vitórias e duas derrotas, anotando 17 gols e sofrendo seis. Já o Rio Preto contabiliza 7 vitórias e 1 derrota, 21 gols marcados e 5 sofridos. Justamente a única derrota da equipe paulista foi contra o Flamengo, em casa, por 3 a 1.
Classificação
Arbitragem e escalação
O duelo será conduzido pelo árbitro João Ennio Sobral, auxiliado por Gabriel Conti Viana e Carlos Henrique Alves de Lima Filho. O time titular para esse jogo foi definido pelo técnico Ricardo Abrantes. Tânia Maranhão, lesionada, desfalcará a equipe nesse jogo. Assim, a escalação será: Kaka; Raquelzinha, Tânia Maranhão, Ana Carol e Roberta Emilião; Juliana, Rayanne, Diany, Jane e Bárbara; Pâmela.
O Flamengo/Marinha está no grupo 2, com Ferroviária-SP, Foz Cataratas-PR, Ponte Preta-SP, Rio Preto-SP, Santos-SP, São José-SP e Vitória-BA. Os times de cada grupo se enfrentam em turno e returno, totalizando 14 partidas. Os quatro melhores se classificam às quartas de final, os vencedores dos confrontos avançam às semifinais e estes, à grande final. A partir das quartas de final, sempre jogos de ida e volta. Siga-nos no Twitter: @FlamengoMarinha.
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O Flamengo está a apenas uma vitória de garantir vaga na semifinal do NBB.
Na noite dessa segunda-feira o Rubro Negro derrotou o Pinheiros por 83 x 73 e na quarta-feira já pode finalizar a série, também no Tijuca, às 19h:30min.
Os ingressos podem ser adquiridos aqui.
O vencedor desse confronto enfrentará o Brasília ou Bauru, que estão empatados em 1 x 1.
Marquinhos fez um brilhante jogo, terminando com 22 pontos, sete rebotes e cinco assistências.
Após anotar 13 pontos no primeiro jogo, Ramon deu show, anotando 19 pontos.
O americano Rollins foi decisivo com impressionantes 13 rebotes. Olivinha contribuiu com oito.
O jogo
Marquinhos iniciou a partida tomando conta dos ataques. Os seis primeiros pontos do Flamengo foram dele, e a equipe abriu 6 x 2. O Pinheiros reagiu e virou para 7 x 6. Marcelinho, no entanto, voltou a colocar o Rubro Negro liderando o placar com uma bola de três.
A partida seguia equilibrada e Ramon, com sete pontos, colocou o Flamengo com 18 x 15. Mineiro e Hollins entraram bem no garrafão e no estouro do cronômetro Marquinhos fez bela cesta para encerrar o primeiro quarto: 27 x 22.
O começo do segundo quarto foi irregular, menos para Ramon, que continuava decisivo e matou de três para colocar no placar a maior diferença do jogo: 32 x 24, obrigando o banco do Pinheiros a paralisar a partida.
O Flamengo passou a errar demais, ficou três minutos sem pontuar e permitiu o Pinheiros sair de um 35 x 26 para para 35 x 33. Marquinhos e Olivinha voltaram pro jogo, anotaram cinco pontos seguidos e aliviaram a pressão: 40 x 33, com as equipes indo para o intervalo com 42 x 36.
No terceiro período, novos problemas. E dessa vez foram três pontos em cinco minutos. Se o Pinheiros quisesse ganhar a partida deveria ter aproveitado esse apagão, entretanto, o máximo que conseguiu foi ficar um ponto na frente: 46 x 45, após uma corrida de 10 x 3.
Pressionado, Marquinhos assumiu a responsabilidade e anotou cinco pontos seguidos para colocar a partida novamente nos eixos: 50 x 46. Aí foi a vez do Flamengo fazer uma corrida de 10 x 2 e apontar 55 x 48 no placar.
Ramon, sempre ele, matou uma bola de três, Fischer fez seus dois primeiros pontos na noite e o Flamengo foi pro quarto final com dez pontos: 62 x 52.
No período final o Rubro Negro manteve a diferença e chegou a abrir 13 pontos com cesta mais falta de Fischer: 67 x 54. A vantagem seguia na casa dos dez pontos, porém, nos dois minutos finais o Pinheiros cortou para 71 x 68.
Fischer, na sequência, sofreu falta e acertou os dois lances livres: 73 x 68. Certeiro nos lances livres e com belo toco de Marquinhos, o Flamengo teve frieza para finalizar a dura partida em 83 x 73 e abrir 2 x 0 na série.
André Amaral comanda há anos o Ninho da Nação, um dos blogs rubro-negros mais importantes da internet e o Mundo Bola tem uma parceria de compartilhamento de conteúdo.
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Miguel Trauco e Paolo Guerrero. Dois ídolos de duas nações. Uma delas está em festa, classificada para mais uma final de campeonato estadual, líder de seu grupo na Libertadores e com a alma lavada depois de mais um AeroFla com repercussão mundial. A outra nação vive um drama desde o ano passado.
O fenômeno “El Niño Costero” atinge o país que cada vez idolatra mais o Mais Querido do Brasil. Castiga Lima e, principalmente o norte do Peru com fortes chuvas, causando enchentes e deslizamentos de terras. O resultado da tragédia natural é alarmante: são 101 mortos, mais de 140 mil desabrigados e mais de um milhão de afetados com prejuízos diretos.
É hora de mostrar que podemos ajudar nossos amigos peruanos. O Consulado do Peru no Rio apoia ação gastronômica na cidade visando arrecadação de fundos para as vítimas peruanas. E os rubro-negros estão todos convidados para a “Semana Solidária da Gastronomia Peruana”, que vai começar a partir da próxima segunda (01/05) com a participação dos restaurantes que praticam a culinária andina.
Até o dia 7 de maio os restaurantes Pisco Gastrobar, La Carioca Cevicheria, Lima Restobar, Kamu Kamu, Espírito Santa e o Intihuasi, vão servir pratos especiais e destinar 30% do valor arrecadado diretamente na conta da Embaixada do Peru para apoio às vítimas desse desastre natural.
Miguel Trauco nasceu em Tarapoto, cidade que não é costeira mas fica no centro da região norte.
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Segundo o jornalista Ancelmo Gois, em sua coluna publicada hoje em O Globo, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) negou pedido da Odebrecht contra decisão do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, que determina arresto de R$ 211 milhões em uma possível transferência do contrato de administração do consórcio Complexo Maracanã S/A.
No início do mês de março deste ano, o TCE-RJ, além da determinação de arresto (apreensão judicial de bens de um devedor para cobrança futura), iniciou também uma auditoria que constatou um superfaturamento de cerca de meio bilhão de reais na obra de reforma do ex-maior do mundo para a Copa do Mundo de 2014 — que foi avaliada em apenas R$ 700 milhões, valor bem abaixo dos R$ 1,2 bilhões que saíram dos cofres públicos.
A negativa do pedido dificulta ainda mais os planos da multinacional francesa Lagardère, de comprar a concessão por R$ 60 milhões.
Além da insegurança jurídica que envolve todas as etapas do processo — das obras ao ato licitatório de 2013, passando pela própria operação nos últimos dois anos –, a decisão do TJRJ também gera imensa insegurança financeira. Soma-se a esses dois fatores o alardeio público de Bandeira de Mello e vice-presidentes sobre a total impossibilidade do Flamengo assinar qualquer contrato com a Lagardère.
Desde que a empreiteira Odebrecht foi atingida pelas investigações da Operação Lava-jato, o Mário Filho foi abandonado. Ano passado, com a realização da Olimpíada do Rio, ficou sob o comando do Comitê Olímpico Brasileiro, que o entregou em estado calamitoso. Na reta final do Brasileiro o Flamengo conseguiu operar no estádio seus últimos jogos. Novamente largado em 2017, coube ao rubro-negro resgatá-lo para o jogo de estreia na Copa Libertadores da América, contra o San Lorenzo. A manutenção para deixá-lo em condições custou aos cofres do clube mais de R$ 2 milhões.
A diretoria do Flamengo aguarda com ansiedade a Audiência Pública do dia 27/04, que ocorrerá na Assembleia Legislativa do Rio. Ali será discutido se o Governo deve ou não iniciar novo processo licitatório. Pedro Abad, presidente do Fluminense, defende que tudo continue como está. O medo do dirigente tricolor é que o Maracanã seja administrado pelo Flamengo. Bandeira de Mello afirma que nenhum clube do Rio terá qualquer dificuldade em jogar no estádio com uma gestão rubro-negra. Para isso, é claro, um novo edital aberto à entrada de clubes precisa ser publicado.
Desde a obra para os Jogos Pan-Americanos de 2007, as reformas no Maracanã custaram aos cofres públicos mais de R$ 2 bilhões.
Com a vitória sobre o Botafogo ontem, pela semifinal do Campeonato Carioca, o Flamengo atingiu a marca de 10 clássicos seguidos sem derrotas, a melhor sequência em mais de cinco anos.
A última vez que a invencibilidade do Flamengo nos jogos contra os três rivais cariocas tinha chegado a “dois dígitos” foi em 2012. Quando empatou o clássico contra o Botafogo, o primeiro daquela temporada, o Flamengo atingiu 18 jogos sem perder para Vasco, Fluminense ou Botafogo — passou a temporada inteira de 2011 invicto contra os rivais (12 jogos) e já não tinha perdido os últimos 5 confrontos de 2010. Naquela ocasião, a sequência foi interrompida no jogo que ficou marcado pelo incrível gol perdido de Deivid, na semifinal da Taça Guanabara, contra o Vasco.
Desde então, a melhor sequência sem derrotas em clássicos que o Flamengo atingiu tinha sido de seis partidas, em 2013. Em outras duas ocasiões, o time chegou a quatro confrontos sem perder para os três grandes rivais locais.
Antes do técnico Zé Ricardo assumir, o Flamengo vinha de quatro clássicos sem vitória. Com o próprio técnico, o jejum foi aumentado para cinco jogos, já que ele perdeu o seu primeiro clássico como técnico profissional (mesmo que ainda interino na ocasião), contra o Fluminense, em Natal, por 2×1.
Foi, porém, a única derrota de Zé Ricardo em clássicos até agora. Desde então foram quatro vitórias (duas contra o Botafogo, uma contra o Fluminense e uma contra o Vasco) e seis empates (dois contra cada rival). Sob o comando do técnico, o Flamengo quebrou uma sequência de nove jogos sem vencer o Vasco e também voltou a vencer o Botafogo depois de dois anos — e não perdeu para nenhum dos dois.
Na final do Carioca, o técnico enfrentará um rival contra quem, porém, tem um retrospecto equilibrado. Nos quatro clássicos contra o Fluminense, foram uma vitória por 2×1 para cada lado no Brasileiro e dois empates neste Campeonato Carioca (3×3 e 1×1). A manutenção da invencibilidade em clássicos pode significar o primeiro título de Zé Ricardo como técnico profissional do Flamengo. Não é impossível, porém, que ele mantenha a sequência sem derrotas e saia sem o troféu — no caso de dois empates, o título será decidido nos pênaltis, como aconteceu na Taça Guanabara, ocasião em que o Fluminense saiu vencedor.
O que você pensa sobre isso?
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Confira abaixo as notas dos nossos apoiadores Gustavo França e Gil Honigman. Os apoiadores do Mundo Bola participam de pautas e postagens. Você pode se tornar apoiador do Mundo Bola doando mensalmente qualquer valor acima de 10 reais. Para saber mais, entre neste LINK.
Muralha – 6
Pouco exigido, seguro na maior parte do tempo. Demonstrou a conhecida deficiência nos penais
Pará – 6
Eficiente e raçudo, como sempre. Não brilhou tecnicamente.
Réver – 5.5
Iria levar um 7,5, porém cometeu erro infantil no pênalti que causou uma pressão desnecessária do Botafogo no final.
Rafael Vaz – 7
Errou dois lançamentos no fim da partida mas foi seguro o tempo todo.
Trauco – 7,5
Foi bem no ataque e na defesa, seja como lateral ou como meia.
MA – 5,5
Errou pelos menos dois passes na saída de bola no segundo tempo, que por pouco não resultam em gol. Sorte dele que num deles o chute foi travado e no outro ele mesmo se recuperou.
Rômulo – 6
Como o melhor momento do time foi com três volantes e não vi erros tão graves quanto os do MA e Rever, fica com 6.
Arão – 6
Primeiro tempo muito ruim, segundo tempo melhor. Não comprometeu e o sistema de três volantes funcionou.
Gabriel – 5.5
Muita disposição, pouca eficiência. Participou no lance do primeiro gol.
Everton – 7
“Motorzinho” do time, criou opções pela esquerda e cruzou a bola que resultou no primeiro gol.
Guerrero – 8.5
Se nao tivesse perdido aquele que teria sido seu terceiro gol levaria 10. Não só pelos gols mas pelos passes e belos domínios até em pedradas que recebia. Mas perdeu um gol feito que quase levou a um contra-ataque que podia ter resultado em gol.
Berrío – 6,5
Conseguiu ganhar do lateral na velocidade num contra ataque e ainda deu a assistência pro gol que o Guerrero perdeu.
Renê – 6
Entrou e não comprometeu.
Mancuello – Sem nota
Pouco tempo de jogo.
Zé Ricardo – 8.5
Conseguiu montar o time sem Diego e dominar o Botafogo.
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Já é bem tarde, meu filho adormeceu há horas e eu não consigo pregar o olho. A vontade de jogar no papel (ou melhor, na tela) algumas palavras direcionadas ao presidente do Fluminense Football Club, Pedro Abad, sobre a situação do Maracanã, é maior do que a vontade de dormir.
Li sua entrevista ao GE hoje (ontem). E fico imaginando como o senhor pode pôr a cabeça no travesseiro neste momento e dormir tranquilamente defendendo a manutenção de uma licitação onde é público e notório que foi conquistada através de corrupção, em todos os níveis. E que como resultado dessa corrupção uma quadrilha se apossou do Maracanã. E que foi capaz de consumir mais de um bilhão do povo carioca. E depois o abandonou à própria sorte, em estado deplorável, quando não era mais útil. E que nunca pagou a torna pela concessão do estádio, dívida essa milionária. E aqui depois de tudo isso, ainda pode obter R$ 60 milhões vendendo a concessão para outra empresa de também imagem duvidosa.
É isso o que é correto, Abad? É isso o que os clubes do Rio de Janeiro merecem? É isso que a população carioca merece?
Entendo que seu contrato seja vantajoso hoje. Mas ao mesmo tempo, não vê o quanto é ridículo ver todo jogo sua torcida espremida atrás dos gols? Aquele vazio no meio, deprimente? E a briga por lugar para sentar nos clássicos? Isso parece briga de colegial. Fora os lucros de restaurantes, bares, estacionamento, marketing… Não pensa em algo de maior grandeza? Algo para deixar como legado para a sua torcida?
Sim, o Flamengo quer e sempre manifestou o desejo de administrar o Maracanã. Desde 2007, na verdade. Porque acha que o Flamengo não concorreu à concessão do Engenhão? Ele se mostra disposto a bancar o Maracanã, reformar, investir o que for necessário, tratar como sua casa. Como investiu milhões fazendo reformas que não eram de sua responsabilidade no início deste ano. Mesmo sem nenhum contrato. Enquanto isso, nenhum outro clube do Rio, que arrota ter direito ao Maracanã, fez absolutamente nada. Nada. E por muitas vezes, por mais que eu fique puta de raiva (obviamente prefiro que ele seja 100% nosso, não vou ser hipócrita), Eduardo Bandeira de Melo inúmeras vezes convidou o Fluminense publicamente para dividir a gestão, como acontece com o San Siro, administrado pelo Milan e pela Inter. Pesquisa no Google. Claro que como sócio, a responsabilidade seria compartilhada. Não seria como hoje, entra, joga, apaga as luzes e vai embora. Ambos teriam que dividir todas as contas. Ambos poderiam personalizar o estádio, em comum acordo. Ambos poderiam explorar o enorme potencial turístico e de marketing do Maracanã. Ambos seriam donos e não mais inquilinos. Tudo definido em contrato, às claras.
Mas por que o senhor não pensa nessa posição? Por que incentiva e apóia a manutenção desde contrato viciado, com uma empresa que ajudou a destruir o país, que suga dos clubes tudo o que for possível de uma forma vampiresca (veja os últimos borderôs)? Por que preferir matar a galinha dos ovos de ouro ao invés de tentar ganhar com ela no futuro? Sim, porque uma vez tendo certeza de que não poderá administrar o Maracanã o Flamengo deve partir para outra, com o apoio em peso da torcida. E você sabe que ele pode demorar, mas vai fazer seu estádio. E o que será do Maracanã? Hoje essa opção parece ser vantajosa para vocês, mas o Fluminense e sua torcida serão capazes de manter esse estádio sozinhos, sinceramente? Somente ocupando espaços atrás dos gols? Que fim lamentável para o ex-Maior do Mundo!
Foto: Divulgação / Fluminense
De qualquer modo, é impossível eticamente e como cidadão se manter a favor de uma licitação declaradamente fraudada. Mesmo que tenham custos, mesmo que tenha demora. Simplesmente não dá. E ter uma nova licitação sem a participação dos clubes deixará vocês sozinhos com este pepino. Afinal, o Botafogo já possui o Engenhão, o Vasco já tem São Januário e o Flamengo fará também o dele. E aí? E se o Maracanã fechar as portas, terá valido a pena?
Talvez eu esteja sendo muito dura. Talvez esta não seja sua opinião de verdade. Talvez esteja apenas sendo pressionado politicamente no clube ou, quem sabe, por terceiros. É uma hipótese que não posso desconsiderar, você precisou de apoio para se eleger. Se for, é hora de lembrar quem é que está sentado na cadeira de presidente neste momento. Será o seu nome que ficará marcado na história, Abad. Por ser o homem que matou ou pelo homem que virou dono do Maracanã. Você escolhe.
Tenho certeza que você tem o número do telefone do Bandeira e vice-versa. Entendo que no mínimo, como dois adultos inteligentes que são e que tem a responsabilidade de administrar dois dos clubes mais tradicionais do país e que possuem milhões de adeptos Brasil afora, deveriam ligar um para o outro para marcar um chopp e tentar entrar em algum acordo. Ou não. Não dá é pra ficar discutindo esse assunto pela imprensa. Ou pelo Twitter.
Tem muita gente que quer lucrar com a manutenção das coisas como estão. E acredite, nem será o Flamengo nem muito menos o Fluminense quem vai lucrar.
Imagem destacada no post e nas redes sociais: Divulgação / Fluminense
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Com os dois gols marcados contra o Botafogo, Paolo Guerrero chegou a 32 tentos com a camisa do Flamengo em 77 partidas. A marca tornou o peruano o sexto maior artilheiro estrangeiro em 105 anos de História do futebol brasileiro. Ele superou o argentino Alfredo González, que jogou no Flamengo entre 1938 e 1939 e marcou 31 gols com a camisa rubro-negra.
O próximo nome a ser superado pelo peruano é de outro argentino, um ídolo histórico do Flamengo: Valido, autor do gol do primeiro tricampeonato carioca rubro-negro, em 1944. Ele marcou 45 vezes com o manto e é o quinto maior artilheiro estrangeiro.
O quarto colocado, com 47 gols, é o inglês Sidney Pullen, campeão carioca em 1915, 1920 e 1921 pelo Flamengo e único jogador estrangeiro a vestir a camisa da seleção brasileira na História.
O terceiro lugar é do sérvio Dejan Petkovic, herói de outro tri estadual, em 2001, e do mais recente título brasileiro rubro-negro. Pet marcou 57 vezes com o manto.
O vice-artilheiro entre os estrangeiros da História do Flamengo é o paraguaio Benítez, que integrava o ataque do Flamengo em outro tricampeonato estadual, entre 1953 e 1955. Benítez marcou 76 gols pelo Flamengo.
Guerrero ainda terá que ficar um longo tempo no Flamengo e marcar muitos gols caso sonhe em chegar no topo da lista, ocupado atualmente por ninguém menos que um dos grandes ídolos da história rubro-negra, o argentino Doval, que marcou 94 gols em 263 jogos pelo Flamengo entre 1969 e 1975.
Guerrero chegou também à lista dos dez maiores artilheiros do século XXI do Flamengo, superando Deivid e se igualando a Jean, Juan e Alecsandro na nona posição. O líder é Renato Abreu, que marcou 73 vezes.
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O Flamengo ainda não confirmou que disputará a estreia do Brasileiro, contra o Atlético-MG, no Maracanã, mas notícias dão conta de que um acordo entre prefeitura e Odebrecht farão do jogo um evento beneficente no estádio — a Odebrecht isentaria a cobrança de aluguel, a Prefeitura cuidaria da limpeza e manutenção do estádio e parte da renda seria revertida para a reabertura de um restaurante popular no Rio. Caso essa notícia se confirme, o jogo marcará um fato histórico: será a partida de número 2000 do Flamengo no Maracanã na História.
A partida contra o Botafogo foi o jogo 1996 do Flamengo no Maracanã — o Fluminense, segundo time que mais jogou no estádio na história, realizou apenas 1658 partidas. O jogo de ida da final contra o Fluminense será o de número 1997; a partida contra a Universidad Católica, pela Libertadores, a 1998ª; e o jogo de volta da final será o jogo 1999.
O Flamengo tem 1077 vitórias no Estádio Mário Filho, onde empatou 493 jogos e perdeu outros 426. O rubro-negro já marcou 3.570 gols e foi vazado 2.027 vezes no estádio. Se for campeão daqui a duas semanas, será o 23º Carioca conquistado no estádio, onde também já ganhou 5 Brasileiros, 2 Copas do Brasil, 1 Rio São-Paulo, 19 Taças Guanabara e 8 Taças Rio. O Maracanã é de longe o estádio onde o Flamengo mais atuou — o segundo, a Gávea, foi palco de apenas 230 confrontos.
Curiosamente, a marca histórica pode ser atingida num momento em que o Flamengo ameaça romper o relacionamento com o Maracanã — o que acontecerá caso o governo do Estado efetivamente passe a administração do estádio para a Lagardère. Na semana passada, porém, a imprensa noticiou que o governador Luiz Fernando Pezão teria desistido de autorizar a venda da concessão pela Odebrecht e teria decidido fazer uma nova licitação, permitindo que os clubes participem.
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Vinte e dois anos após a fatídica derrota no Campeonato Carioca de 1995, o Flamengo volta a enfrentar o Fluminense numa decisão de Campeonato Carioca podendo abrir a maior vantagem de títulos cariocas sobre o rival na História.
O Flamengo começou a disputar o Campeonato Carioca em 1912, quando o Fluminense já tinha 5 títulos. O tricolor continuou como maior vencedor da História do torneio até 2009, quando o Flamengo o ultrapassou pela primeira vez, chegando a 31 conquistas contra 30. Em 2011, o Flamengo abriu dois títulos de vantagem sobre o rival pela primeira vez. O Fluminense voltou a reduzir a desvantagem em 2012, mas o Flamengo voltou a ampliá-la em 2014, chegando aos atuais 33 títulos contra 31 do tricolor. Agora, pode ter pela primeira vez três títulos a mais do que o Fluminense.
Desde 1995 — que a rigor, não foi uma final, e sim a última rodada de um octogonal decisivo no qual apenas as duas equipes tinham chance de ser campeãs; a última verdadeira final foi em 1991, com vitória do Flamengo –, Flamengo e Fluminense já decidiram quatro vezes turnos do campeonato, com duas vitórias para cada um. Em uma oportunidade, o Fluminense foi vice do Flamengo mesmo sem os dois clubes disputarem a final — em 2011, quando o Flamengo foi campeão antecipado por vencer os dois turnos e o Fluminense foi o segundo colocado na pontuação geral.
Embora o Flamengo chegue à final com a melhor campanha, o regulamento não dá vantagem de empate em caso de dois resultados iguais, que levariam a decisão para os pênaltis. Nos dois jogos até aqui entre Flamengo e Fluminense no campeonato, houve dois empates — um por 3×3, na final da Taça Guanabara, e outro em 1×1, pela última rodada da Taça Rio.
— Eu gosto de números, mas não sabia desta data de 22 anos. Acho que o título vai vir naturalmente, se tiver que ser agora a gente vai estar muito feliz, porque é um grupo que trabalha muito, e vem merecendo. A gente espera fazer esses jogos no limite para que a gente possa encarar o Fluminense como o Fluminense merece, com todo o respeito, mas buscando o nosso objetivo — disse o técnico Zé Ricardo na coletiva após a vitória contra o Botafogo, que classificou o Flamengo para a final.
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