Autor: diogo.almeida1979

  • Márcio Araújo minimiza reconhecimento: “Importante é a vitória”

    Muito criticado pela torcida do Flamengo na temporada passada, o volante Márcio Araújo vai aos poucos caindo nas graças dos torcedores com as boas atuações deste ano. Em entrevista à Fox Sports após a vitória contra a Universidad Católica na Libertadores, porém, o jogador minimizou os aplausos que vêm recebendo e disse que o importante são os bons resultados obtidos pelo time:

    — Mais importante é a vitória. Reconhecimento passa. A gente tem que acostumar é com vitória. O resultado é muito mais importante que a atuação do Guerrero, minha de qualquer jogador. Senão a gente fica minimizando para um jogador, e a gente sabe que ontem eu era o pior jogador do mundo, não sabia dar um passe. Então, pés no chão — disse o volante.

    Ele saiu, porém, em defesa do atacante Gabriel, que parece neste momento ter tomado o posto de “Cristo” da torcida após perder um gol que poderia ter mudado a história da partida na qual o Flamengo foi derrotado pelo Atlético-PR, na semana passada.

    — É um dos caras que mais ajuda o time, produz muito, faz o time jogar muito. Torcedor vê é bola na rede. A gente respeita a opinião da torcida, mas isso pra gente não vale. A gente sabe da importância dele. A gente sabe e ele sabe também. Tá há muitos anos no Flamengo, é um cara que veio, chegou, conquistou seu espaço e tem nos ajudado bastante — aifrmou Márcio Araújo.]

     
     
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  • Vaz: “Enquanto a gente não ganhar título não tem noite tranquila”

    Instantes após a vitória contra a Universidad Católica que encaminhou a classificação do Flamengo às oitavas de final da Libertadores, o zagueiro Rafael Vaz afirmou que é preciso “virar a chave” para pensar no Fluminense, adversário no domingo na final do Campeonato Carioca — o Flamengo tem a vantagem do empate após vencer o primeiro jogo por 1×0.

    Questionado pelo repórter da Fox Sports se não iria nem saborear a vitória contra o time chileno, Vaz respondeu:

    — Jogar no Flamengo não dá tempo de saborear nada. Enquanto a gente não marcar, não ganhar títulos, vai ser muito difícil ter uma noite bem tranquila.

    Titular desde que chegou ao clube, em junho do ano passado, Vaz perdeu a vaga na semifinal da Taça Rio e no jogo contra o Atlético-PR para Donatti. Com a lesão do argentino, Vaz voltou ao time. Não está claro se ele continuará titular quando Donatti se recuperar ou voltará ao banco.

    O Flamengo não ganha um título há mais de três anos, desde o Campeonato Carioca de 2014. No domingo, terá a primeira oportunidade do ano de quebrar esse jejum.

     
     
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  • Fla estreará estádio da Ilha contra o Atlético-GO

    O presidente Eduardo Bandeira de Mello afirmou à Fox Sports, após a vitória contra a Universidad Católica pela Libertadores, que o jogo de ida contra o Atlético-GO, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, no próximo dia 10, marcará a estreia do Flamengo como mandante no reformado estádio da Ilha do Governador.

    — Vai ser na Ilha, sim. Estamos aguardando os últimos detalhes burocráticos. Mas como nós estamos fazendo a obra, nós sabemos que está tudo certo, então a gente tem confiança que o jogo vai ser confirmado lá pra Ilha do Governador — afirmou o presidente.

    O Flamengo assinou no fim do ano passado um contrato de aluguel de três anos do estádio da Portuguesa da Ilha, que no ano passado foi usado pelo Botafogo, para garantir uma casa no Rio de Janeiro em meio ao imbróglio sobre o destino do Maracanã. O objetivo era estrear o local no início da Libertadores, em março, mas problemas na tubulação subterrânea do estádio atrasaram a obra. Agora, o estádio enfim está pronto para uso.

    A estreia do Flamengo no Campeonato Brasileiro, no dia 13/5, porém, não acontecerá na Ilha. O jogo será no Maracanã, como palco de uma parceria com a prefeitura do Rio de Janeiro para a arrecadação de alimentos para a reabertura de um restaurante popular. A partida marcará o histórico jogo 2000 do Flamengo no Maracanã.

    — O jogo vai ser aqui no Maracanã, é um jogo que está sendo promovido pela prefeitura do Rio, a abertura do Campeonato Brasileiro. É uma decisão, num campeonato de pontos corridos, todos os jogos são decisões — afirmou o presidente.

     
     
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  • Fla volta a fazer dever de casa três Libertadores depois

    Pela primeira vez desde 2008, o Flamengo teve 100% de aproveitamento nos jogos em casa na fase de grupos da Libertadores. Nas três últimas participações, o clube perdeu ao menos dois pontos em casa nesta etapa da competição.

    Em 2010, o time empatou o segundo jogo, contra a Universidad de Chile, por 2×2. Em 2012, também não derrotou o segundo o adversário, o Olimpia, cedendo o empate após abrir 3×0. E em 2014, além de empatar o segundo jogo, contra o Bolívar (2×2), foi derrotado na última partida da fase de grupos pelo León (2×3).

    Em 2008, o Flamengo venceu Cienciano (2×1), Nacional (2×0) e Coronel Bolognesi (2×0). Mas acabou eliminado nas oitavas com uma dura derrota para o América do México em casa.

    Desta vez, a vitória por 3×1 contra a Universidad Católica se somou aos triunfos por 4×0 contra o San Lorenzo e por 2×1 contra o Atlético-PR para garantir os 100% de aproveitamento.

    Para garantir a classificação para as oitavas de final sem depender do resultado da partida entre Universidad Católica e Atlético-PR, porém, o Flamengo vai precisar pontuar fora de casa, contra o San Lorenzo, o que ainda não fez nesta Libertadores. Nas últimas participações, o Flamengo sempre conseguiu ao menos um empate nas três partidas fora de casa — a última vez que não pontuou foi em 2002.

    Caso o pior aconteça, o Flamengo já garantiu ao menos uma vaga na Copa Sul-Americana, já que não pode mais ser alcançado pela Universidad Católica e assegurou ao menos o terceiro lugar no grupo, que dá acesso ao outro torneio da Conmebol.

     
     
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  • Com algumas titulares poupadas, Flamengo/Marinha é derrotado pela Ponte Preta

    Na tarde dessa terça, o Flamengo/Marinha fez seu décimo jogo no Campeonato Brasileiro Feminino 2017. Jogando contra a Ponte Preta, no Estádio Moisés Lucarelli, as meninas do Mengão foram derrotadas pelas paulistas, pelo placar de 3 a 1. Foi a 4ª derrota do Mengão na competição, sendo a segunda seguida. O gol rubro-negro foi marcado pela Raquelzinha.

    Algumas atletas consideradas titulares foram poupadas, caso das zagueiras Ana Carol e Tânia Maranhão (que entrou no decorrer do jogo), da lateral Roberta Emilião, e da volante Rayanne. O motivo foi pelo fato delas estarem penduradas com 2 cartões amarelos, e, visando o jogo dificílimo contra o Santos, na próxima terça, foram poupadas.

    A Ponte Preta teve um primeiro tempo superior ao Flamengo, apostando nos contra-ataques, e chegou ao primeiro gol com Tamires, aos 40 minutos. O segundo tempo teve seu ápice nos últimos 15 minutos: aos 35, Alice aproveitou bela jogada e fez o segundo da Ponte. Aos 42, Ana Carla fez um cruzamento, a atacante Pâmela dividiu com a goleira, e a bola sobrou limpa para Raquelzinha, que fez seu primeiro gol com a camisa do Flamengo. Porém, no último lance, Alice fechou o placar. Fim de jogo. Ponte Preta 3-1 Flamengo.

     

    EscalaçãoKaka; Raquelzinha, Karen (Tânia Maranhão), Raiza e Ana Carla; Juliana, Patricia (Larissa), Diany, Jane (Gaby) e Bárbara; Pâmela.

    Gol: Raquelzinha

     

    Estatísticas

    Brasileiro Feminino 2017: 10 jogos, 6 vitórias e 4 derrotas. 20 gols marcados e 12 sofridos;

    Raquelzinha pelo Flamengo/Marinha: 9 jogos e 1 gol.

     

    O Flamengo/Marinha está no grupo 2, com Ferroviária-SP, Foz Cataratas-PR, Ponte Preta-SP, Rio Preto-SP, Santos-SP, São José-SP e Vitória-BA. Os times de cada grupo se enfrentam em turno e returno, totalizando 14 partidas. Os quatro melhores se classificam às quartas de final, os vencedores dos confrontos avançam às semifinais e estes, à grande final. A partir das quartas de final, sempre jogos de ida e volta.

     

    Créditos imagem destacada: Francisco Brito
    Siga-nos no Twitter: @FlamengoMarinha.

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  • Pela 1ª vez, Fla tem casa cheia em toda a fase de grupos da Libertadores

    A torcida do Flamengo nunca “comprou” tanto a briga do Flamengo na Libertadores logo desde o início. Literalmente. Pela primeira vez na História do clube na competição, a torcida esgotou os ingressos de todas as partidas do clube na fase de grupos, estabelecendo a maior média de público do Flamengo nessa etapa do torneio em 12 participações.

    É verdade que o Maracanã teve uma redução de capacidade com a reforma para a Copa de 2014, mas este não é o fator que explica as lotações. Como o Mundo Bola mostrou num levantamento, o jogo contra o San Lorenzo foi o segundo maior público de uma estreia do Flamengo em casa na competição – superado apenas pelo jogo inaugural de 1982, já válido pela fase semifinal, para a qual o Flamengo se classificou diretamente com o título em 1982. Em todas as outras oportunidades, portanto, o Flamengo teve ao menos um público inferior a 40 mil torcedores na primeira fase — quando não todos, caso de 1983, 1984, 1993, 2002, 2007, 2010 e 2012.

    Na última participação do Flamengo na Libertadores, o Maracanã só esteve lotado para o terceiro jogo, contra o León. Contra Emelec e Bolívar, o público presente esteve na casa de 39 mil e 42 mil espectadores. Mesmo assim, aquela competição já tinha marcado um aumento de interesse pelas partidas da primeira fase em relação às participações anteriores do Flamengo, estabelecendo a maior média de público na primeira fase até a edição atual. Em 2012, 2010 e 2007 o Flamengo chegou a jogar para cerca de 15 mil pessoas no jogo de menor interesse da primeira fase; em 2008, o menor público foi de cerca de 28 mil pessoas.

    Em 1983, o melhor público do Flamengo na primeira fase foi de 13,7 mil torcedores. Naquela edição, o clube registrou o seu menor público em Libertadores — 1.629 pessoas na goleada de 5×2 contra o Bolívar — e a menor média — pouco mais de 7 mil torcedores por partida.

    Até esta edição, o Flamengo só havia superado a marca de 50 mil torcedores presentes no Maracanã em jogos de primeira fase três vezes na História: em 2008 contra o Nacional (51.363), em 2014 contra o León (60.451) e em 1981 contra o Atlético-MG (62.763 espectadores, maior público do clube nesta etapa até hoje). Na atual edição, a marca foi superada em todas as três partidas, dobrando o número total na História.

    Veja as médias do Flamengo nas primeiras fases:*

    1981- 42.483
    1983- 7.144
    1984- 21.438
    1993- 11.431
    2002- 15.776
    2007- 25.565
    2008- 37.155
    2010- 24.601
    2012- 26.182
    2014- 47.537
    2017- 56.882

    * Em 1991, o público das partidas realizadas em Cuiabá, contra o Corinthians, e em Brasília, contra o Bella Vista (URU) não foi divulgado. Em 1982, o Flamengo entrou diretamente na fase semifinal. O número de 2017 considera os 52 mil ingressos já vendidos para o jogo de amanhã

     
     
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  • Só decisões!

    A barra tá pesada!

    O Flamengo só tem encarado decisões.

    Nesta quarta-feira, precisa vencer a Universidad Católica, do Chile, no Maraca (é nosso) para se classificar para o mata-mata da Libertadores.

    Apesar de termos perdido na casa deles, jogando melhor, acredito que o Mengão passe com certa facilidade por esta partida e garanta logo a vaga.

    Domingo temos Fla-Flu final do Carioca, algo que poderíamos ter deixado o título bem encaminhado, não fossem as chances perdidas no primeiro jogo.

    E o time do Flu não é bobo…

    Viram o que o Corinthians fez com a Ponte Preta? Resolveu logo a parada e só um milagre para a Macaca reverter essa situação.

    De que adianta o Zé Ricardo montar bons esquemas táticos, anular a maioria das tentativas do adversário e o time em campo não corresponder?

    Corresponde jogando bem, mas perde muitos gols.

    A coisa ainda piorou com o Guerrero jogando mais de pivô do que de centroavante.

    E o pior (ou seria o melhor?) é que ele tem jogado muito nesta nova posição, mas está nos faltando um matador lá na frente.

     
    A bola final, aquela que pode estufar as redes sempre acaba caindo nos pés de alguém que não finaliza direito. Gabriel… Damião… Caramujo… Pará…

    E dá-lhe gols perdidos!

    Repito o que já disse antes: de que adianta jogar bem e perder o jogo?

    E, pra piorar, parece que tá todo mundo conformado com isso.

    Não pode!

    Tem que ficar puto! Tem que colocar a faca entre os dentes e resolver a parada!

    Parece gato quando pega um rato. Dá tapa daqui, tapa dali e nada de matar.

    Que coisa irritante!

    Se você está satisfeito com isso, eu não estou.

    Vamos aguardar para ver se a coisa muda, já contra os chilenos.

     
    Paschoal Ambrósio Filho é jornalista e autor dos livros 6x Mengão, 100 Anos de Bola, Raça e Paixão e PentaTri


    Este texto faz parte da plataforma de opinião Mundo Bola Blogs, portanto o conteúdo acima é de responsabilidade expressa de seu autor, assim como o uso de fontes e imagens de terceiros. O Mundo Bola respeita todas as opiniões contrárias. Nossa ideia é sempre promover o fórum sadio de ideias. Email: contato@fla.mundobola.com.

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  • Com Zé Ricardo, Everton descobre lado artilheiro em clássicos

    O gol que decidiu a partida de ida da final do Campeonato Carioca contra o Fluminense foi o terceiro marcado pelo meia-atacante Everton em clássicos este ano e o quarto em oito duelos contra os três grandes rivais municipais desde a chegada do técnico Zé Ricardo.

    A fase artilheira contra Fluminense e Botafogo — nas duas partidas contra o Vasco sob o comando de Zé Ricardo, o camisa 22 não marcou — é um contraste total em relação ao desempenho anterior de Everton em clássicos desde sua estreia pelo Flamengo em 2008.

    Com outros treinadores, o meia-atacante já tinha enfrentado 25 vezes o trio de rivais e marcado uma única vez — num amistoso contra o Vasco em Manaus no início de 2015. Ele precisou de 17 clássicos para enfim balançar as redes de um dos três adversários.

    Agora, Everton tem cinco gols em 33 clássicos. Marcou logo no primeiro clássico que jogou na gestão Zé Ricardo, contra o Botafogo, no Brasileiro do ano passado. E este ano já foi às redes dos adversários em três clássicos – contra o Botafogo pelo primeiro turno do Carioca, e duas vezes contra o Fluminense, na decisão da Taça Guanabara e ontem. Só não marcou contra o Vasco, mas sofreu o pênalti decisivo convertido por Diego na semifinal da Taça Guanabara, que quebrou um jejum de nove jogos sem vencer o time de São Januário.

    Curiosamente, no Carioca, Everton só marcou em clássicos – nos três jogos que disputou contra pequenos, não balançou as redes. Na temporada, ele tem quatro gols — marcou também contra o Grêmio, na Primeira Liga.

     
     
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  • Peraltadas #01

    QUANTO VALE O SHOW?

    Muito bom o primeiro tempo do Flamengo ontem. Os maiores sustos ficaram por conta da lesão de Rômulo e da entrevista de Éverton na saída de campo, quando falou que só ele sabia o que estava passando (por conta do tornozelo) e que teve que tomar injeção para jogar. No final da partida, ainda vimos Guerrero sair mancando. Aparentemente todos passam bem, mas fica a preocupação para o jogo de quarta, verdadeira final, especialmente depois de Rever admitir que “as pernas pesaram no segundo tempo”.

     

     
    CLASSE

    Que fase vive José Paolo Guerrero Gonzales! Sem Diego, assumiu a responsabilidade e hoje é quem mais pensa o jogo. Os chistes sobre o pivô não colam mais. Se receber uma crítica, o peruano mata no peito e devolve. Que siga assim.

     
    DESAPARECIDO

    Falando em centroavantes, por onde anda Felipe Vizeu? O jovem, que tem contrato até o fim de 2020, não vem sendo relacionado e vê o atacante emprestado pelo Santos se firmar como reserva de Guerrero. Tá certo que Felipe ficou indisponível por um tempo devido ao Sul-Americano Sub20 (onde foi um dos poucos destaques, frise-se), mas é de se lamentar que Damião tenha mais jogos e minutos do que ele esse ano.

     
    RECORDISTA

    No banco ontem, Gabriel teria (a informação não é oficial) realizado na quarta, contra o Atlético-PR, seu ducentésimo jogo com a camisa do Flamengo. Em consulta ao site oGol, que não conta amistosos, podemos ver que, desde 2013, Gabriel soma 191 jogos (116 como titular) e 10.445 minutos pelo clube. Isso é muita coisa! Talvez já merecesse uma homenagem… de despedida.

     
    LUCRO?

    O resultado financeiro do Fla x Flu ainda não está disponível no site da Ferj, mas, com quase 35 mil pagantes, é bem possível que o jogo não tenha dado prejuízo. Tirando os jogos realizados fora do estado, a última partida do Flamengo pelo Ferjão que deu lucro foi em 05 de março, na final da Taça Guanabara, no Engenhão.

     

     
    PRIMEIRO VOLANTE

    Muita gente achou que o time melhorou com a entrada de Mancuello. Estou entre eles, mas não culpo Rômulo. Esses dias um amigo vascaíno fanático (porém sensato) me disse o seguinte: “Rômulo subiu jogando mais a frente e a torcida não gostava dele, chegou a ser perseguido com vaias. Depois passou a atuar mais recuado, na frente da zaga. Foi quando chegou à seleção brasileira e acabou sendo vendido”.

     

     
    José Peralta é craque em cornetagem mas é um cara maneiro pacas. Toda segunda-feira ele manda suas peraltadas aqui no Blog CRFlamenguismo.

     


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  • As notas dos apoiadores | Flamengo 1 x 0 Fluminense

    Confira abaixo as notas do nosso apoiador Arthur Butter Nunes (Twitter: @abnunes). Os apoiadores do Mundo Bola participam ativamente do projeto. Você pode se tornar apoiador do Mundo Bola doando mensalmente qualquer valor a partir 10 reais. Para saber mais, entre neste LINK.

     
    Muralha: boa atuação até o final do segundo tempo quando falhou em saídas de bola, mas foi excelente em confrontos cara-à-cara. Nota 7.

    Pará: aplicação e raça de sempre, ainda falta se entrosar com o Berrío para triangulações pela ponta. Nota 7.

    Rever: com o meio de campo Tropa de Elite de 3 volantes à la Papai Joel e pontas voltando para cobrir lateral com maestria, o Flu acabou recorrendo ao chuverinho que permitiu um show da dupla de zaga. Na cobertura também foi bem quando deu o rapa. Nota 8.

    Vaz: o perseguido da vez junto com o Muralha teve uma grande atuação nos confrontos defensivos, salvou um cruzamento dentro da pequena área, brilhou no jogo aéreo e ajudou o ataque. Até acertou mais do que errou os lances de Gerson. Um dos homens do jogo. Nota 9.

    Trauco: o fiel escudeiro do Guerrero voltou à lateral esquerda e, preocupado com a marcação, brilhou menos na armação não tendo sido acionada de forma veloz para poder colocar a bola na cabeça do Guerrero. Nota 6.

    Marcio Araújo: foi bem na proteção da defesa e porto-seguro na saída de bola. Depois da contusão do Rômulo ainda teve que correr mais pelo freio de mão puxado do Mancu. Nota 7.

    Rômulo: bem nos confrontos, mas saiu machucado no primeiro tempo. Nota 6.

    Arão: mais uma bela atuação, dessa vez diante do Tite. Muito importante no ataque. Nota 7.

    Berrío: anulou o bom lateral tricolor Leo Pelé na marcação e assustou com sua velocidade a defesa deles. O cérebro muitas vezes não acompanha o corpo que corre mais rápido do que pensa, mas a sua vitalidade impressiona. Nota 7.

    Éverton: cumpriu com a mesma função de Berrío, mas pelo lado esquerdo. Marcou o também talentoso lateral direito tricolor e azucrinou a defesa com sua velocidade impressionante. É um jogador fundamental no elenco, quando joga bem normalmente o time ganha. Foi muito oportunista ao encarar o jovem zagueiro tricolor tentando dar um golpe de capoeira. Nota 9.

    Guerrero: matada de bola absurda, maior pivô que já passou pelo Flamengo. Conseguiu arrendondar cada bico em sua direção como se fosse um lançamento açucarado. Não marcou gol, mas fez um partidaço. Algumas vezes voltou para armar e suprir a falta do craque Diego. Dá para sonhar com suas atuações escorando lançamentos para Conca e Diego finalizarem ou devolverem. Nota 9.

    Mancuello: entrou no primeiro tempo no lugar do Rômulo e quase marcou no primeiro toque na bola. Não pode reclamar da posição em que jogou, que parece ser a sua de origem. Sua entrada reduziu a pegada do time. Não foi tão efetivo no ataque e a falta de velocidade irrita. Nota 6.

    Matheus Sávio: entrou no lugar de Berrío e teve a bola do jogo. Não teve frieza para decidir. Brilhou mais no jogo contra o CAP. Nota 6.

    Leandro Damião: não acertou nada e mesmo com aquele tamanho perdeu o jogo aéreo. O contraste com o titular atrapalha, pois a comparação é com o maior pivô que vi jogar no Flamengo, mas ele não acertou nada. Vizeu deve estar treinando terrivelmente para justificar sua ausência até do banco. Nota 4.

    Zé Ricardo: chamado de estagiário por corneteiros profissionais, está perto da maioridade na carreira. Tem uma semana decisiva em que pode garantir vaga nas oitavas da Libertadores e seu primeiro título, possivelmente invicto. Hoje conseguiu anular a correria do jovem time tricolor com velocistas profissionais fechando as laterais. Abel não conseguiu fugir de sua armadilha hoje e esperamos que isso se confirme no próximo domingo. Nota 7.

    Foto: Arthur Butter Nunes

    Foto: Arthur Butter Nunes

     
    Fotos: Gilvan de Souza
     


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