Autor: diogo.almeida1979

  • Deixem a crise pra hora da crise

    O Flamengo de Zé Ricardo veio de um 2016 sem títulos, mas de um desempenho muito bom na principal competição da temporada — o Campeonato Brasileiro. Além da maior pontuação do Flamengo em campeonatos de pontos corridos desde que eles foram estabelecidos, em 2016 — superando até o ano do hexa –, o time acumulou algumas outras marcas muito positivas, como a maior sequência de vitórias em casa do Flamengo em Brasileiros e a menor média de gols sofridos em 27 anos, abaixo de um por partida.

    O ano de 2017, por enquanto, vem sendo ainda melhor. O time acaba de ser campeão carioca invicto, venceu o seu grupo na Primeira Liga e lidera o da Libertadores. Mais do que isso: o time correspondeu em todo jogo “grande” do ano, mesmo os que perdeu.

    Quem frequenta as redes sociais rubro-negras, porém, vê uma História bem diferente. O Flamengo 2017 é uma crise prestes a explodir ao menor sinal de tropeço. Desde que o ano começou, parte da torcida representada nas redes já fez terra arrasada em:

    – Derrota em amistoso
    – Derrota em jogo-treino
    – Derrota nos pênaltis que não mudava nada no campeonato
    – Empate em clássico no qual o time já estava antecipadamente classificado, mesmo sendo flagrantemente roubado no final
    – Eliminação em semifinal de turno que não valia nada

    Isso para ficar apenas dentro de campo, já que quem quer cria crise até com a má distribuição do produto do patrocinador que fechou com o Flamengo o maior contrato de patrocínio da História. Quem ousava minimizar esses tropeços e ressaltar o trabalho bem feito e o bom desempenho do time nos jogos que valiam alguma coisa era acusado de “passar pano” e ser torcedor de diretoria.

    É claro que a conquista do Carioca ainda não é o grande título que os rubro-negros esperam desde a Copa do Brasil 2013, mas é mais um indicativo de que estamos no caminho certo e que esse time — ao contrário do que foi inacreditavelmente discutido a partir de uma derrota em amistoso com menos de uma semana de pré-temporada e os titulares jogando meio tempo — não está “acostumado com a derrota”.

    O jejum de títulos incomodava a todos, mas certas reações que só podem ser chamadas de histéricas diante de tropeços em jogos irrelevantes — tropeços que, excetuados os amistosos, foram apenas empates, e não derrotas, visto que o Flamengo terminou o campeonato invicto — não contribuem em nada para que o Flamengo alcance seus objetivos.

    Não sabemos se jogadores ou a comissão técnica leem o que os torcedores escrevem nas redes sociais. Mas sabemos que membros da diretoria o fazem. De maneira geral, eles parecem convictos do seu trabalho. Mas nada impede que em algum momento eles embarquem nesta onda autodestrutiva de parte da torcida e tomem alguma decisão que comprometa o restante da temporada, como a interrupção do trabalho muito bom feito pelo técnico Zé Ricardo — o que alguns, e às vezes, muitos torcedores insistem em defender apesar de o time só ter, por exemplo, perdido 2 dos últimos 33 jogos.

    À exceção da Primeira Liga, acabaram os jogos que não valem nada ou valem muito pouco para o Flamengo nesta temporada. O que não significa que a torcida não possa tirar lições para o resto do ano. Maus resultados vão acontecer. Pode ser que ocorram até eliminações — uma hecatombe pode levar à desclassificação da Libertadores já na fase de grupos, que não seria merecida pelo desempenho apresentado pelo time, mas no futebol o que vale é bola na rede. O importante é seguir a lição de Walter Franco e manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo. Os primeiros frutos da continuidade do bom trabalho no departamento de futebol — que não se resume ao que Zé Ricardo faz dentro de campo, mas também engloba o investimento em estrutura que se esperou por tantos anos e as contratações que o clube vem conseguindo fazer por sua melhor condição financeira e por essa mesma estrutura — já vieram. Outros virão se soubermos esperar o tempo para eles frutificarem.

    Não era possível ser campeão carioca antes do fim do campeonato. A mesma coisa vale para os outros desafios que enfrentaremos. Deixemos a crise para a hora da crise. Não precisamos criar crises artificiais.

    Saudações rubro-negras campeãs cariocas pela 34ª vez.

    Rodrigo Rötzsch é jornalista e coeditor do Mundo Bola. Siga-o no Twitter: @rodrigorotzsch.
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  • A camisa do Flamengo joga sozinha

    Já dizia o tricolor Nelson Rodrigues:

    “Para qualquer um, a camisa vale tanto quanto uma gravata. Não para o Flamengo. Para o Flamengo, a camisa é tudo. Já tem acontecido várias vezes o seguinte: quando o time não dá nada, a camisa é içada, desfraldada, por invisíveis mãos. Adversários, juízes, bandeirinhas, tremem, então…”

    E foi o que aconteceu hoje.

    Fla 2 x 1 Flu, de virada!

    A camisa do Flamengo jogou sozinha!

    O nosso time estava mortinho, devido à extenuante maratona de jogos importantes e decisivos.

    Era visível o esforço e a raça dos rubro-negros dentro de campo, enfrentando um time do Fluminense descansado, porém, sem conseguir reverter um resultado desfavorável.

    Mesmo com as pernas pesadas, os jogadores do Flamengo não desistiram e acabaram premiados com o gol do Guerrero, aos 40 minutos do segundo tempo.

    Guerrero, artilheiro do campeonato, com 10 gols.

    O segundo gol já foi mais fácil, com os tricolores atônitos, sem goleiro e com a impressionante velocidade do Rodinei, que estava em plena forma, já que não foi massacrado pelas últimas partidas.

    Ganhamos, o Carioca 2017 invictos, sim, por causa de nosso Manto Sagrado!

    Conseguimos nos reerguer, como já aconteceu diversas vezes em nossa história.

    Vitória épica!

    Vitória heroica!

    Não tenho mais o que falar sobre esta decisão histórica.

    Não quero nem falar de qualquer jogador ou técnico individualmente, pois a vitória foi de todos, sem destaques, sem decepções, sem críticas.

    O importante é que mais uma taça chega à Gávea.

    Flamengo é raça!

    A camisa é tudo!

    Parabéns Nação Rubro-Negra!

     
    Paschoal Ambrósio Filho é jornalista e autor dos livros 6x Mengão, 100 Anos de Bola, Raça e Paixão e PentaTri


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  • Juan repete feito de Júnior e é campeão 18 anos após primeiro título

    O zagueiro Juan conquistou hoje seu quinto título com a camisa do Flamengo e igualou um feito de Júnior, campeão do mundo em 1981 e jogador que mais vestiu a camisa rubro-negra — conseguiu um troféu pelo clube 18 anos após o a seu primeiro título, maior distância entre a primeira e a – até agora – última conquista com a camisa do clube.

    Júnior foi campeão carioca em 1974, primeiro ano de sua carreira como profissional, aos 20 anos. Juan começou a carreira antes, aos 17, mas também só foi erguer o primeiro troféu aos 20: o Campeonato Carioca de 1999.

    Dezoito anos após a sua primeira taça com a camisa do Flamengo, Júnior conseguiu a última: foi campeão brasileiro em 1992 já como maestro do meio-campo. Já Juan é reserva e atuou em poucos jogos, mas participou dos últimos minutos da final da conquista do Campeonato Carioca de 2017. Assim como Juan atualmente, Júnior tinha 38 anos na data da última conquista.

    — O Flamengo é sempre uma emoção muito especial. Meu clube de coração, sou muito feliz por ter voltado, e graças a Deus coroar com mais um título. Mas espero que seja o primeiro de muitos esse ano — afirmou Juan, que provavelmente se aposentará ao fim da temporada.

    Na conta exata, Juan tem mais tempo entre o primeiro e o — por ora — último título do que Júnior. O Campeonato Carioca de 1974 acabou no dia 22 de dezembro daquele ano e o Brasileiro, no dia 19 de julho de 1992. Foram exatamente 17 anos, 6 meses e 27 dias entre as duas datas.

    Já os dois Campeonatos Cariocas vencidos por Juan foram separados por 17 anos, 10 meses e 18 dias — a final do Campeonato Carioca de 1999 foi disputada em 19 de junho daquele ano. A vantagem do zagueiro poderia ser ainda maior se ele for considerado campeão carioca de 1996 — mas ele só estreou profissionalmente após a competição.

     
     
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  • Zé Ricardo confirma promoção de Vinicius Jr. ao profissional

    Na chegada para a festa do título do Campeonato Carioca, o técnico Zé Ricardo confirmou que o atacante Vinicius Júnior, de 16 anos, será promovido para o profissional do Flamengo já esta semana e pode ser relacionado já para a partida contra o Atlético-GO, pela Copa do Brasil, na próxima quarta-feira.

    Ontem, o Globoesporte.com relatou a suposta existência de uma proposta de 45 milhões de euros (R$ 157 milhões) do Real Madrid pelos direitos econômicos do jogador — que já teria sido aceita pelo atacante e pelo Flamengo, faltando apenas a assinatura. Hoje, o jornal espanhol Marca, por apuração própria, confirmou a existência da negociação e disse que o valor seria de 49 milhões de euros (R$ 171 milhões). A transferência, porém, só seria efetivada quando o jogador completar 18 anos, em julho do ano que vem, idade mínima para transferências internacionais. Ele teria um ano e meio, portanto, para jogar no time profissional do Flamengo.

    Neste domingo, Vinicius marcou dois gols e deu duas assistências no Fla-Flu da Taça Rio sub-20, que o Flamengo venceu por 4×0. Ele foi promovido ao sub-20 no fim do ano passado e foi o grande destaque rubro-negro na Copa São Paulo, no início do ano. Depois, foi o melhor jogador e artilheiro do Sul-Americano sub-17, vencido no Brasil. Voltou ao Flamengo e reassumiu o protagonismo no time sub-20, marcando gols e dando assistências e levando o time adiante na Copa do Brasil da categoria — na semana passada, marcou o gol da vitória contra o Bahia.

    Nesta tarde, o atacante esteve no Maracanã no camarote dos jogadores que não foram relacionados e comemorou muito no gol de Guerrero.

    Ainda não está certo que ele será relacionado na quarta-feira, mas a integração dele ao time principal no Brasileiro já está decidida, segundo revelou Zé Ricardo.

     
     
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  • Zé Ricardo, Réver, Guerrero, Rodinei: veja declarações marcantes dos campeões

    O Mundo Bola separou quatro grandes trechos de entrevistas concedidas instantes depois do 34º título carioca do Flamengo. Confira abaixo:

    Zé Ricardo

    Técnico dedica seu primeiro título como profissional ao antecessor Muricy Ramalho e ao grande ídolo rubro-negro Zagallo, a quem conheceu recentemente:

    Guerrero

    O artilheiro do Campeonato Carioca tenta explicar a sensação de ser campeão pelo Flamengo pela primeira vez

    Réver

    O capitão afirma que o Flamengo, pelo seu tamanho, não fez mais do que a obrigação em ser campeão carioca e que a responsabilidade de conquistar títulos maiores só aumenta

    Rodinei

    O autor do gol que sacramentou o título no último lance da partida brinca com o fato de ter perdido sua camisa na comemoração

     
     
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  • Flamengo conquista 5º título seguido com “prata da casa” no comando

    Desde 2009, o Flamengo só sabe ser campeão quando o técnico tem raízes rubro-negras. Com a vitória por 2×1 contra o Fluminense, o Flamengo conquistou o 34º título carioca de sua história. No banco de reservas, Zé Ricardo conquistou seu primeiro título como técnico profissional.

    Zé, porém, já trabalha no Flamengo há 18 anos. Ele começou pelo futsal e passou por várias funções nas categorias de base do clube até assumir o time profissional, há quase um ano, credenciado pelo título da Copa São Paulo de 2016 — o terceiro do Flamengo na mais tradicional competição sub-20 do país.

    Este Carioca é o quinto título consecutivo do Flamengo tendo no banco um treinador formado no clube, seja como jogador ou como técnico. Em 2009, Andrade, um dos integrantes do maior time da História do Flamengo, campeão do mundo em 1981, conduziu o Flamengo ao título do Campeonato Brasileiro depois de 17 anos em seu primeiro trabalho como técnico efetivo — já tivera outras passagens como interino no Flamengo.

    Em 2011, o Flamengo conquistou o Estadual, de maneira também invicta como agora, com Vanderlei Luxemburgo. O técnico não começou sua carreira como treinador no Flamengo, mas foi formado nas categorias de base do clube como jogador. O Flamengo também foi o primeiro clube grande que ele treinou, em 1991, após ser campeão paulista com o Bragantino no ano anterior.

    O Flamengo voltou a ser campeão em 2013 com Jayme de Almeida, outro jogador formado na Gávea, filho de outro Jayme, também ídolo rubro-negro. Ele voltou ao clube como auxiliar de Luxemburgo, em 2010, e acabou ficando. Quando teve a oportunidade em 2013, foi campeão da Copa do Brasil e no ano seguinte também ganhou o Carioca.

    O último técnico sem forte ligação com o clube a ser campeão no Flamengo foi Cuca, que ganhou o Estadual de 2009. Neste período, além dos quatro “pratas da casa” campeões, o Flamengo teve outros nove técnicos que passaram sem nenhuma conquista, entre eles alguns nomes consagrados em outros clubes como Dorival Júnior, Mano Menezes e Muricy Ramalho. O único “prata da casa” que passou pelo banco rubro-negro sem títulos neste período foi Rogério Lourenço, que substituiu Andrade em 2010.

     
     
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  • Vinicius Junior tem atuação de gala na estreia da Taça Rio

    A divulgação nas últimas horas de que o Real Madrid teria oferecido 45 milhões de euros (cerca de R$ 157 milhões) pela compra de Vinicius Junior parece não ter abalado o jogador. Vinicius respondeu jogando bola que vale sim o investimento e até mais. Pela estreia da Taça Rio, na manhã deste sábado (07), na Gávea, o Flamengo goleou o Fluminense por 4 a 0. Vinicius Junior foi grande destaque da partida com 2 tentos marcados e assistências para os gols de Michael e Wesley.

    No Fla-Flu da Taça Guanabara, disputado em Xerém, Vinicius Junior também teve uma grande atuação. O jogador de 16 anos participou dos três gols da vitória de virada sobre o Fluminense por 3 a 1.

    Os Garotos do Ninho voltam a campo pelo Estadual no próximo sábado (13), diante do Botafogo, no estádio Nilton Santos, às 10h. Antes, o Flamengo vai até Salvador na quarta-feira (10) para enfrentar o Bahia, pelo jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil Sub-20. No primeiro duelo, Mais Querido derrotou o Tricolor por 1 a 0, com gol de Vinicius Junior.

    A Taça Rio reúne apenas oito equipes: as quatro primeiras colocadas de cada grupo da Taça Guanabara. Como no profissional, o título da Taça Rio garante somente a classificação para as semifinais do Estadual. Os dois times com melhores campanha nos dois turnos somados também avançam — no momento, o Flamengo tem  a melhor campanha geral. O Vasco conquistou a Taça Guanabara e já está na semifinal.

    O Jogo

    O show de Vinicius Junior começou aos oito minutos de jogo, quando o atacante percebeu a ultrapassagem de Michael pelo lado esquerdo e enfiou uma bola entre dois jogadores do Fluminense. Michael chutou cruzado e abriu o placar na Gávea. Fla 1 a 0. Avassalador, o Rubro-Negro ampliou poucos minutos depois. Aos 13, Michael fez o cruzamento para a área, Lucas Silva não conseguiu matar a bola e acabou escorando para Vinicius Junior que, de frente para o gol, não desperdiçou a oportunidade. Fla 2 a 0.

    Perdido nos minutos iniciais, o Fluminense equilibrou a partida após a parada técnica. Com bolas alçadas na área, os Moleques de Xerém passaram a incomodar a zaga rubro-negra. Evanilson acertou o travessão de Gabriel Batista em um chute de fora da área, aos 28 minutos.

    A pressão do Fluminense continuou na etapa final. Nos primeiros segundos, Evanilson teve uma excelente oportunidade para diminuir o placar, mas dentro da área, se enrolou com a bola. Dois minutos uma nova chance para o Tricolor. Matheus Alessandro invadiu a área rubro-negra e foi derrubado pelo zagueiro Matheus Thuler. A penalidade foi marcada, cobrada por Felipe e defendida pelo goleiro Gabriel Batista.

    Em mais uma jogada de velocidade, Vinicius Junior recebeu o passe de Théo, arrancou pelo meio e, com categoria, tocou por cima do goleiro Yuri. Fla 3 a 0. O dia era mesmo do camisa 11 do Flamengo. Aos 29 minutos, Vinicius lançou Wesley pelo lado direito, e o lateral bateu de chapa, parecendo fazer um cruzamento, mas a bola entrou. Fla 4 a 0.

    Flamengo: Gabriel Batista, Kleber (Wesley), Bernardo, Thuler, Michael, Theo, Jean Lucas (Vinícius Souza), Lucas Silva, Gabriel Silva, Vinícius Junior e Lincoln (Loran). Treinador: Gilmar Popoca.
    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo 

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  • Árbitro da decisão do Carioca definido

    O último jogo da final do Campeonato Carioca, entre Flamengo x Fluminense, contará com a arbitragem de Wagner do Nascimento Magalhães – RJ (FIFA)– e os auxiliares Luiz Claudio Regazone – RJ (CBF) – e Michael Correia – RJ (CBF).

    Nos últimos 5 jogos o juiz aplicou 35 cartões, sendo 34 amarelos e 1 vermelho, média de 7 cartões por jogo. Ele atuou em três jogos do Flamengo, sendo a última vez na empate de 0 a 0 contra o Vasco, na semifinal da Taça Rio.

    Scout em jogos do Fla

    Vitórias do Mengão:1
    Empates:1
    Derrotas:1

    A bola rola às 16:00 de domingo, e você acompanha tudo aqui no Mundo Bola.

  • Fla defende série de escritas na final do Carioca

    Retrospecto não ganha jogo, é verdade. Mas o Flamengo entra em campo amanhã para a final do Campeonato Carioca com uma série de escritas a seu favor na busca pelo 34º título estadual.

    Com a vitória por 1×0 no primeiro jogo, o Flamengo joga pelo empate contra o Fluminense para ser campeão. Há 22 anos, o clube sempre é campeão carioca quando entra em campo com essa vantagem. Foi assim em 1996, 2000, 2004, 2008 e 2014. A última vez que o Flamengo desperdiçou a vantagem do empate foi justamente contra o Fluminense, no Carioca de 1995. Foi também a última vez que o Flamengo perdeu uma final de Carioca — em 2010, a derrota na final da Taça Rio acabou dando o título antecipado ao Botafogo, mas se o Flamengo ganhasse o jogo, ainda haveria uma final depois.

    Além do empate, o Flamengo ainda terá uma segunda chance de ser campeão se perder por um gol de diferença, já que neste caso a disputa irá pros pênaltis. Para perder o título no tempo normal, portanto, o Flamengo tem que ser derrotado por dois gols de diferença — o que não acontece há 45 jogos, desde a derrota por 4×2 para o Figueirense na Copa Sul-Americana, em 24 de agosto do ano passado. O Flamengo também defende uma invencibilidade como mandante, condição na qual não é derrotado há 18 partidas, desde que perdeu para o Palestino por 2×1, também na Copa Sul-Americana, em 28 de setembro do ano passado.

    O time também defende mais duas invencibilidades: no Campeonato Carioca, onde pode conquistar o sexto título sem derrotas na sua história, e em clássicos – já são 11 duelos contra os três grandes rivais municipais sem ser derrotado.

     
     
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  • Exibição típica de Flamengo

    A vitória sobre a Universidad Católica, por 3 x 1, foi típica do Flamengo.

    Foi arrancada na vontade e na seriedade.

    Finalmente criamos muitas chances de gol e conseguimos converter.

    Bem, pelo menos foi o suficiente, pois o time ainda peca neste aspecto.

    Mesmo o Guerreiro sendo o melhor em campo (tá jogando muito!) ele precisou dar treze chutes a gol para marcar o dele.

    Tá faltando pontaria? Sorte? Calma?

    Sei lá! Ele é quem tem que resolver esse problema.

    E o Trauco?

    Jogou muito, também!

    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

    O gol dele foi típico de um jogador do Flamengo, aquilo que a Nação gosta de ver. Por diversas vezes esteve para perder a bola, não desistiu e foi premiado por isso. Muita raça!

    Esse é o Flamengo que queremos ver na última rodada desta primeira fase da Libertadores, diante do time do Papa.

    Basta um empate para a classificação, mas a vitória é possível de verdade, diante do San Lorenzo, mesmo o jogo sendo na Argentina.

    Até o Rodinei jogou bem e fez o seu gol bem oportunista.

    O Zé Ricardo, finalmente, conseguiu acertar nas substituições e essa ideia de jogar com dois laterais, tanto na direita, quanto na esquerda, deu muita vida ao time.

    Se repararmos bem, o Zé Ricardo está retornando à uma coisa que gosto, com o time jogando com pontas, mesmo que não sejam fixos ou especialistas.

    O único porém é a dupla Muralha-Rafael Vaz. Estão muito mal e falharam feio no gol dos chilenos. Isso é preocupante.

    Agora é sossegar e pensar na final contra o Flu, no domingo. Esse jogo vai ser complicado…

     
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