Autor: diogo.almeida1979

  • De patrocínio novo, Fla estreia no NBB fora de casa

    Tentando esquecer a eliminação da Liga Sul-Americana, o Flamengo volta às quadras para sua estreia no NBB. Buscando retornar as glórias, o Rubro-Negro inicia o campeonato nesta terça (14), às 19h30, diante do Paulistano, em São Paulo.

    A equipe paulista terminou o último campeonato como vice-campeão, mas vive uma temporada de altos e baixos. O Paulistano começou o ano voando, sendo campeão paulista, entretanto, com duas partidas disputadas pelo NBB, o clube acumula duas derrotas. Na estreia a equipe foi derrotada pelo atual campeão Bauru, por 72 a 71. A segunda partida foi ainda mais frustante, perdendo por 97 a 73 para a equipe de Franca. O clube busca uma reação diante do Rubro-Negro, que também tenta recuperar a moral para o restante da temporada.

    Na última temporada do Novo Basquete Brasil, as equipes se enfrentaram apenas na fase classificatória, com uma vitória para cada lado. No Rio de Janeiro, o Flamengo mostrou sua força diante da torcida e venceu pelo placar de 81 a 72. Já em São Paulo, o Paulistano fez valer seu mando e saiu vitorioso por 103 a 96. O confronto marca o reencontro entre Arthur Pecos e seu ex-clube, onde recebeu o prêmio de Melhor Sexto Homem da competição.

    O armador revelou suas expectativas para a temporada do NBB: “A gente vem forte para aproveitar essa temporada do NBB e a possibilidade de mostrar o poder do nosso time. As expectativas são as melhores, não poderia ser diferente. Tivemos um início de temporada com muitos jogos pra encaixar a equipe, então tenho certeza de que vai ser muito positivo para o Flamengo. A torcida pode ter certeza de que vamos fazer de tudo pra trazer mais um caneco para casa”.

    Um dos ídolos do Orgulho da Nação também comentou, mostrando foco total na Liga Nacional: “Vai ser uma temporada nova para a equipe. Temos alguns reforços que chegaram há pouco tempo e passamos por uma reformulação técnica, então acho que a equipe está bastante motivada. Estamos trabalhando duro todos os dias e a torcida pode ter certeza de que vamos buscar títulos, já que na temporada passada não conseguimos e estamos com fome de vitória nesse NBB”.

    Viagem com patrocínio novo

    Para ajudar a mudar os rumos da temporada, o Mais Querido fechou seu patrocínio master para o Orgulho da Nação. Trata-se do marketplace mobile de seguros ThinkSeg. A entrada da empresa na camisa de basquete rubro-negra é mais uma das iniciativas para nacionalização da marca e inserção à comunidade esportiva. A Go Sports Marketing e Assessoria Esportiva acertou um contrato de quatro anos com o Flamengo. A empresa ativará marcas pelo prazo de dois anos, no patrocínio master do basquete, além de outras propriedades e produtos do clube que serão anunciadas posteriormente.

    O Vice-Presidente de Marketing do Rubro-Negro, Daniel Orlean, comemorou a parceria com o ThinkSeg: “A vinda de um novo patrocinador nos permitirá reforçar a equipe e retomar o rumo das conquistas e vitórias. Ficamos felizes que esse patrocinador seja a ThinkSeg, uma empresa séria, que já está presente nos esportes e que sabe o quanto esse tipo de apoio é importante para o clube e vantajoso para sua marca”.

    *Imagem destaque: Flamengo/Divulgação.

  • Análise do estudo sobre presença de público no futebol

    Muito bom o trabalho elaborado por Marcos Inácio Severo de Almeida, Altair Camargo Filho, Denise Santos de Oliveira, Ricardo Limongi França Coelho e Pedro Savioli, da Universidade Federal de Goiás, como trabalho acadêmico para a ANPAD – Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração.

    O título do trabalho é “Desempenho mercadológico no país do futebol: determinantes simultâneos da presença de público nos estádios”. Muito bem-vindo dentro de um universo no Brasil que move muito capital, mas é inexplicavelmente pouco estudado e muito carente de análises bem embasadas. Que muitos outros estudos como este venham para ajudar o futebol a entender seu mercado de consumo e que assim possa oferecer adequadas experiências a seus consumidores.

    Como muito bem destacaram os autores no seu texto: “Dirigentes e profissionais de marketing que atuam nessa realidade pouco sabem dos fatores que determinam a presença de público nos estádios. As pesquisas existentes sobre o contexto brasileiro são desenvolvidas segundo uma lógica estritamente econômica, que atribui importância a uma variável dependente apenas, o público total das partidas”. É preciso aprofundar muito o tema e o entendimento das expectativas do consumidor do produto futebol nos estádios. O Brasil em especial tem dificuldade com prestação de serviços ao consumidor em praticamente todos os segmentos econômicos, com muito a ser feito no quesito na chamada “customer experience”, ou seja, em oferecer uma verdadeira experiência em atendimento ao cliente.

    A análise se preocupou em buscar histórico de análises do benchmark internacional. Na liga feminina alemã, foram encontrados efeitos positivos do que os autores classificaram como qualidade (partidas envolvendo equipes que disputam posições no topo da classificação) e incerteza da partida (envolvendo times com chances reais de conquistar o campeonato). Efeitos semelhantes de qualidade foram encontrados com dados da primeira divisão espanhola, embora restritos aos dois maiores clubes, Barcelona e Real Madrid. Até o início do século XX, o principal motivador da ida de pessoas a estádios era simplesmente a chance de vitória do time mandante, conforme indicou um extenso estudo com dados da Liga de Baseball dos EUA de 1904 e 2012. No início, as pessoas iam aos estádios para verem a superioridade dos seus times diante dos adversários. A partir da década de 1950 outros fatores, como a qualidade dos estádios e a incerteza em relação aos resultados também passaram a ser influentes para a presença de público. De estudos que tratam exclusivamente de fatores externos, destaca-se um modelo no qual o ambiente econômico (medido por meio da renda per capita da população), a qualidade do produto (número de pontos e de gols marcados em um passado próximo ao jogo, importância da partida, entre outros) e diversos outros incentivos (preço médio do ingresso, jogos em fins de semana, jogos à noite ou condições climáticas favoráveis) afetam o público pagante de eventos esportivos. Um estudo analisando dados entre 1990 e 2002 de clubes de futebol do Chile, verificou que, no contexto do futebol, o torcedor não se importa tanto com o preço do bilhete, mas sim com a experiência de assistir ao time em campo. Não é somente a habilidade técnica da equipe da casa que influência na presença dos torcedores, a força da equipe visitante atrai a atenção da torcida e seu talento influencia positivamente a ida do torcedor ao estádio. Sobre os fatores extrínsecos, nota-se que a época em que o jogo é realizado é um importante preditor da presença de público. Partidas disputadas em dias de meio de semana têm média de público inferior àquelas realizadas nos sábados e domingos. Um outro fator já destacado por estudos internacionais: pesquisadores norte-americanos envolvidos com investigações sobre o efeito da construção de novas arenas nos mais variados esportes classificam o fenômeno como “efeito lua de mel”, que se dissipa após 5 anos (o estádio novo, recém-construído deixa de atrair público apenas pelo simples fato de ser uma novidade).

    Em resumo, os efeitos que impactam a presença de público nos estádios:

    Fatores de desempenho da equipe: equipes campeãs da temporada corrente levam, comparativamente, mais público aos estádios que seus concorrentes, assim como equipes com melhor desempenho em temporadas anteriores. A presença nos estádios em um período anterior também influencia positivamente a mesma variável em período subsequente. A porcentagem de vitórias da equipe na temporada corrente também é fator determinante para a presença nos estádios. Outros trabalhos identificaram a influência positiva do número de pontos ganhos e gols marcados pela equipe que joga em casa nos cinco jogos imediatamente anteriores.

    Fatores mercadológicos: identificou-se uma relação positiva entre o tamanho da torcida da equipe visitante e a presença no estádio. O preço está negativamente relacionado à quantidade de público que frequenta uma partida. A “força” da equipe possui certo efeito, pois está associada à inelasticidade da demanda.

    Fatores econômicos e demográficos: o tamanho da população da cidade onde são realizadas as partidas está positivamente relacionado à presença de público nos estádios. Partidas em dias da semana são mais desfavoráveis que as realizadas nos fins de semana, apresentando, portanto, uma relação negativa com a presença nos estádios. Partidas realizadas aos domingos de manhã levam, proporcionalmente, mais espectadores aos estádios. Partidas realizadas no início e ao fim do campeonato são mais atrativas que as realizadas na metade da competição. A relevância da partida, como clássicos estaduais ou envolvendo equipes que estão em posição de classificação de torneios continentais, influencia positivamente. A incerteza com relação ao resultado pode estar negativamente relacionada à presença do público nos estádios. A média de público de uma equipe em partidas em casa e como visitante no ano anterior é positivamente relacionada à presença nos estádios pelo fato dos torcedores construírem hábitos de frequentar os estádios. Intempéries como chuvas podem influenciar negativamente a presença de público nos estádios.

    Fatores estruturais: a capacidade do estádio está positivamente relacionada à presença de público, assim como os níveis de segurança e conforto oferecidos. Estádios em formatos ovais foram identificados como mais atrativos para o público.

    O modelo econométrico desenvolvido pelos autores do trabalho apresentado à ANPAD foi estimado sobre uma base de dados que envolveu todas as partidas da Série A do Campeonato Brasileiro realizadas entre 2012 e 2016.

    O estudo reforça como determinante predominante a força da marca representada por Corinthians e Flamengo. Partidas envolvendo esses dois clubes afetam positivamente (e simultaneamente) as variáveis dependentes; uma influência positiva consideravelmente superior a todos os outros grupos de variáveis. Desse modo, um critério estatístico orientou a criação de uma variável em fator, de quatro níveis, que designasse a força da marca da equipe de futebol que está disputando a partida: nível 1 – Corinthians, 2 – Flamengo, 3 – todos os outros 10 grandes clubes e 4 – outros clubes. O motivo para a separação entre Corinthians e Flamengo é que se admite que esses dois clubes, embora tenham tamanhos de torcida semelhantes, também se apresentam heterogêneos entre eles.

    As principais variáveis do estudo foram:

    Percentual da demanda: operacionalizada por meio da divisão entre os ingressos vendidos e os colocados à venda, para determinada partida da série A

    Preço médio dos ingressos: a divisão entre a receita, em reais, de determinada partida, e o quantitativo de ingressos vendidos naquela partida

    Taxa de ocupação: operacionalizada como a divisão entre o número de ingressos vendidos e a capacidade do estádio em que foi realizada a partida

    Como resultado inicial, identifica-se a presença de apenas três determinantes simultâneos: um relacionado a um fator mercadológico (Efeito Marca), um associado ao desempenho da equipe (Mandante estar G-4, zona de classificação para a Copa Libertadores) e outro a uma característica estrutural-demográfica (Partida noturnas). Para o modelo da variável “Preço Médio” encontrou-se o maior quantitativo de preditores (13) e também o maior valor de explicação do modelo (R² = 43%). O R² do modelo para a Taxa de ocupação foi de 26%, um valor relativamente aceitável.

    Com a taxa de ocupação dos estádios estabilizada em torno de 41% (a média das médias), o Campeonato Brasileiro se encontra abaixo das competições ucraniana e australiana, por exemplo. Até mesmo quando se considera apenas a taxa de ocupação das duas maiores torcidas do Brasil no período analisado, essa relação se mantém: análises descritivas na base de dados revelam que Flamengo e Corinthians apresentam taxa de ocupação de 48% e 58%, respectivamente, números que os colocariam próximos às taxas das competições mexicana e escocesa.

    Concluíram os autores do trabalho: “O resultado mais expressivo da pesquisa se refere à variável “Efeito Marca”. Trata-se da variável com maior influência sobre as variáveis dependentes. E nos três casos analisados o Corinthians figura acima dos demais clubes. Isso significa que partidas do Corinthians possuem, ceteris paribus, percentual da demanda, preço médio dos ingressos e taxa de ocupação superiores aos demais. O Flamengo também figura consideravelmente acima dos demais clubes, denotando a importância do efeito marca nesse contexto, normalmente não mensurado em pesquisas da área. A interpretação dos coeficientes deve considerar a diferença entre os logaritmos em comparação com a categoria de referência e aplicar a função exponencial. Utilizando como exemplo os resultados dessa variável na regressão e destacando novamente que a categoria de referência é o Sport Club Corinthians, interpreta-se os resultados da seguinte forma: partidas que envolvem o Flamengo possuem um preço médio 9.51% inferior que partidas envolvendo o Corinthians; partidas que envolvem os outros 10 grandes possuem um preço médio 27.38% inferior que partidas envolvendo o Corinthians; e partidas que envolvem os demais clubes possuem um preço médio 49.33% inferior que partidas envolvendo o Corinthians”.

    Acrescentando à conclusão, nem todos os fatores que determinam a melhor estratégia para otimizar receita estão sob controle, sendo possível ser parte de um planejamento. Mas a discussão é tão atrasada no Brasil, que quase não há qualquer linha de planejamento de pricing para os estádios – que nada mais é do que a correta precificação do espetáculo – voltada para atrair mais público quando o momento pedir, e para atrair mais receita (renda do jogo) e maximizar o resultado. Ao mesmo tempo, outros fatores, como a violência nos estádios certamente interferem no resultado da presença de público, mas não são capturáveis numa regressão de curto e médio prazos. Externalidades como o preço dos pacotes de pay-per-view na TV por assinatura, e a frequância da exposição de partidas na televisão, certamente também afetam o resultado, sem que ainda tenham sido devidamente estudadas. A discussão está aberta, e muitos outros trabalhos como este são necessários para se chegar ao futebol melhor.

    Adaptando à realidade do Flamengo, é possível fazer um planejamento mais assertivo e que retorne uma maior rentabilidade em bilheteria aos cofres do clube; uma política de preços do clube deveria levar em consideração que:

    (1) o preço-ótimo a ser praticado no Maracanã não é o preço-ótimo praticado na Ilha do Governador (diferença na logística de acesso, no conforto e na infraestrutura interna justificam preços diferentes);

    (2) o preço de jogos às quartas e quintas precisa ser mais barato do que o preço aos sábados e domingos;

    (3) é preciso existir uma oferta de preços populares de duas a três vezes durante o Campeonato Brasileiro, ao estilo “Black Friday”, com um propósito nestes dias de maximizar a presença de público e não a arrecadação de renda (estudos específicos para mitigar a canibalização de renda e o melhor momento do campeonato para realizar estes “dias promocionais” precisam ser feitos).

    No blog A NAÇÃO, tanto o tema estádio quando o tema preço já haviam sido destacados, em alguns casos republicando outras opiniões, conforme pode ser visto nos links abaixo.

    Análise sobre preço:

    Monitor de Preços dos Jogos do Flamengo (análises feitas entre abril 2014 e agosto 2015)

    *Muitos dos pontos levantados pelos autores do trabalho citados neste post já estavam identificados nestas análises: diferença de valor entre quarta-quinta e sábado-domingo; diferença de valor por atratividade para jogos contra G-12 do Brasil, demais da Série A, e jogos do Carioca; diferença de preço por estádio; e o “efeito-novidade” das novas arenas recém-inauguradas. Vale a ressalva de que na época (2014-2015) imperava uma corrente na política interna do clube, liderada pelo VP de Marketing, BAP, que defendia que a demanda nos estádios de futebol era inelástica.

    Análises sobre estádio publicadas aqui:

    – Reflexões esportivas e econômicas sobre os jogos em Volta Redonda

    Maracanã: Ruim com a Concessionária, mas Pior sem Ela? – Parte 1

    Maracanã: Ruim com a Concessionária, mas Pior sem Ela? – Parte 2

    Maracanã: Ruim com a Concessionária, mas Pior sem Ela? – Parte 3

    Análise de Custos da Ilha do Urubu comparativa ao Custo-Maracanã
     

    Imagens utilizadas no post e redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo
     


    Marcel Pereira é economista e escritor rubro-negro, autor do livro “A Nação – Como e por que o Flamengo se tornou a maior torcida do Brasil” (Editora Maquinária). Este post é publicado originalmente no blog A Nação


     
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  • Mau desempenho faz Bandeira sinalizar mudanças em 2018

    Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo, ainda acredita em um fim de temporada boa para o time e clube, entrando, no último ano de seu segundo mandato, o dirigente admitiu insatisfação com o desempenho do Flamengo no Brasileiro, em entrevista ao Globo Esporte.

    O presidente afirmou que muita coisa pode mudar em 2018, e disse que avaliações serão feitas em casos de novos fracassos, em reuniões com a diretoria.

    “Não falo sobre coisas que são discutidas internamente. O que posso dizer é que a torcida pode ficar absolutamente tranquila em relação ao nosso esforço, à nossa determinação em fazer o melhor possível. Em terminar o ano da melhor maneira possível. Dependendo do modo que a gente terminar o ano isso vai se refletir também no ano que vem”, completou Bandeira.

    Sucinto, Bandeira disse que o torcedor nunca deve estar satisfeito e se poupou ao falar do trabalho do Departamento de Futebol.

    “A gente sempre tem que ter a expectativa maior possível e nunca podemos ficar satisfeitos com nada. Se o Flamengo tivesse ganho a Libertadores, eu não ia estar satisfeito porque eu ia querer ser campeão do mundo. Então quem é Flamengo não pode ficar avaliando o que foi feito, se é satisfatório… nunca é satisfatório. Tem que sempre mirar o objetivo mais alto possível”, afirmou.

    Rueda já vem sendo questionado por parte da imprensa e até torcida, seja por escalações contestadas, seja por substituições que não dão certo. O mandatário saiu em defesa do colombiano ao ser perguntado se críticas severas influenciam dentro do vestiário. O técnico, que após o jogo contra o Palmeiras definiu a atuação do time como “inacreditável”, e que “não tinha cabimento” perder daquela maneira.

    “Ele expôs alguém? Deixou alguém em situação difícil? Não, muito pelo contrário. Ele defende o grupo. Ele não falou nada. Se alguém está falando que ele expôs algum jogador… O que ele falou é que o resultado de ontem foi insatisfatório, o que envolve o trabalho de todo mundo. O dele, o meu, dos jogadores, de todos. Está todo mundo consciente disso.”

    Após a perda de dois vice-presidentes, Bandeira de Melo afirmou não haver cunho político nas baixas da diretoria, enfatizando que quem deixou os cargos o fez por motivos pessoais e profissionais.

    “Não tem reflexo político nenhum. A realidade é que são pessoas que são muito caras a mim, que gosto muito, são quase filhos meus de tanto tempo que convivemos, trabalhando juntos. Mas tenho que respeitar, é uma situação pessoal e profissional que eles estão vivendo. Vão fazer muita falta no dia a dia, mas vão estar sempre conosco. Tenho certeza que se precisar é só pedir que eles vão ajudar sempre o Flamengo – garantiu Bandeira, negando que a movimentação o isole no clube ou signifique rompimento político.”

    O Flamengo está na sétima colocação do campeonato Brasileiro, o que pode lhe garantir uma vaga na fase da pré-Libertadores. Outra competição que pode carimbar o passaporte para a maior competição da América, é a Copa Sul-Americana, que, se for vencida pelos rubro-negros, além de render no total um pouco mais de R$ 4 milhões de premiação, garante a vaga direto para a fase de grupos da Libertadores.
  • A barca rubro-negra

    O elenco profissional do Flamengo não consegue fazer o seu torcedor ficar feliz em dois jogos seguidos. Os culpados por este futebol medíocre são os jogadores, mas os responsáveis por eles estarem no Flamengo são Eduardo Bandeira de Mello, Fred Luz e Rodrigo Caetano.

    Assim, para ajudar os profissionais que comandam o futebol rubro-negro, farei a minha análise sobre o que os jogadores do elenco do Flamengo:

    • Diego Alves
    Sem sombra de dúvida, a melhor contratação do Flamengo em 2017.

    • Alex Muralha
    Sem clima para continuar no Clube, deve ser negociado e de preferência em definitivo em 2018.

    • Thiago
    Deve ser emprestado para ganhar experiência.

    • César
    Deve ser emprestado para ganhar experiência, mas não deixaria de vender em caso de proposta.

    • Gabriel Batista
    Deve ser mantido como 3º goleiro do elenco.

    • Réver
    Um dos poucos que se salvaram em 2017 e mostra comprometimento com as vitórias.

    • Juan
    Pena ter 38 anos, mas a renovação para 2018 é fundamental.

    • Rafael Vaz
    Já demonstrou que não tem condições de vestir o Manto Sagrado, o emprestaria até o fim do seu contrato com o Flamengo.

    • Rodholfo
    Apesar das falhas nos últimos jogos, o manteria no elenco.

    • Léo Duarte
    Deve ser emprestado para ganhar experiência, mas não deixaria de vender em caso de proposta.

    • Pará
    Não tem condições vestir o Manto Sagrado, deve ser negociado em 2018.

    • Rodinei
    Pode ser o reserva da posição, além de ser utilizado na ponta direita.

    • Miguel Trauco
    Pode ser reserva da posição, mas não o titular absoluto.

    • Renê
    Uma das contratações que não surtiram efeito em 2017, deve deixar o Clube em 2018 por empréstimo ou de forma definitiva.

    • Cuellar
    Titular absoluto e destaque entre os volantes do elenco.

    • Willian Arão
    Não o emprestaria, mas também não pensaria duas vezes em negociá-lo em caso de oferta.

    • Márcio Araújo
    Já demonstrou que não tem condições de vestir o Manto Sagrado, o emprestaria até o fim do seu contrato com o Flamengo ou rescindiria em caso não haver interessados.

    • Rômulo
    Outro erro de contratação de 2017, deve buscar outro Clube em 2018.

    • Mancuello
    Não mostrou em 2017 o futebol de 2016, parece estar conformado com a sua condição no elenco. Assim, deve ser negociado em 2018 para o Clube tentar recuperar o valor gasto na sua contratação.

    • Ederson
    Não se sabe a sua situação real, se continuará ou não a carreira. Só renovaria o contrato se este fosse por produtividade.

    • Dário Conca
    Foi uma aposta que infelizmente não deu certo, o Clube deveria punir os responsáveis por sua liberação para jogar, uma vez que nos poucos minutos que atuou com o Manto Sagrado mostrou estar sem condições físicas. Que seja feliz em sua volta a China.

    • Matheus Sávio
    Deve ser emprestado para ganhar experiência, mas não deixaria de vender em caso de proposta.

    • Lucas Paquetá
    Correria para renovar o seu contrato o mais rápido possível.

    • Diego
    Apesar do ano com altos e baixos, nunca cogitei em não contar com ele em 2018.

    • Éverton Ribeiro
    Ainda não justificou o status de sua contratação, mas também está na minha lista de inegociáveis.

    • Gabriel
    Está na lista daqueles que não tem condições de vestir o Manto Sagrado.

    • Éverton
    Um dos poucos que se salvaram em 2017, teria renovado sem contrato até o fim de 2021 e não 2019.

    • Vinícius Júnior
    Infelizmente sua permanência depende do Real Madri, por mim ficaria o máximo de tempo possível no Flamengo.

    • Lincoln
    Deve ser entrar no time aos poucos e espero que demonstre nos profissionais o bom futebol que mostrou nas categorias de base.

    • Berrío
    Infelizmente está machucado e ficará boa parte de 2018 se tratando, espero que volte o mais breve possível.

    • Geuvânio
    Confesso que sou um dos poucos que acreditam no seu futebol, acredito que em 2018 fazendo uma boa pré-temporada pode render tudo o que se espera dele.

    • Felipe Vizeu
    Deve ser emprestado para ganhar experiência, mas não deixaria de vender em caso de proposta.

    • Guerrero
    Tudo depende do seu julgamento no caso do exame antidoping. Caso seja absolvido, já me manifestei favorável a renovação do seu contrato.

    Assim, considero que o Flamengo deveria contratar um bom goleiro reserva, dois zagueiros, um lateral-direto e um lateral-esquerdo para serem titulares, um ou dois cabeças de áreas com boa qualidade no passe, um meia e dois ou três atacantes, dependendo da situação do Guerrero. Entendo que o retorno e o melhor aproveitamento do cabeça-de-área Ronaldo é fundamental.

    Como sempre venho falando em minha coluna, gostaria de lembrar à torcida, sócios, jogadores, profissionais do Clube e dirigentes que o Flamengo tem sempre que vir em primeiro lugar.

    Saudações Rubro-Negras,

     


    Pai da Alice, Rubro-Negro, sócio-patrimonial e ST do Flamengo, escritor, poeta, advogado, fundador do grupo literário Los Burrachos e louco. Siga-o no Twitter: @BrunoCBB55
     

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

  • Peraltadas #26 – Os departamentos que trabalham para o departamento que falha

    Incontestáveis

    De acordo com matéria exibida no Esporte Espetacular de ontem, o Flamengo tem a maior folha salarial do país, com custo mensal de 15,1 milhões. Se o Futebol do clube pode gastar isso hoje é por conta do trabalho realizado desde 2013 pelos departamentos financeiro, jurídico, de marketing, comunicação, etc. Incrível como os profissionais da pasta mais importante do clube, mesmo bem remunerados e sem apresentar resultados decentes, não são questionados.

    Aviário

    Falando em profissionais prestigiados na casa, Victor Hugo segue firme e forte no clube. Enquanto isso, o Cruzeiro contratou Leandro Franco, dos vídeos com laser, para ajudar Robertinho, que foi nosso preparador de goleiros entre 2006 e 2010. O Flamengo chegou a um nível em que tem condições de ter os melhores especialistas de cada área e não deveria se contentar com pouco.

    Capitán?

    Dizem por aí que Mancuello será o comandante da barca rubro-negra. Sério? Não teria um certo quarteto com prioridade para zarpar? O argentino até pode ser negociado, mas virar o primeiro da fila é surreal.

    Perdão, FlaBorderô!

    O ticket médio do jogo contra o Corinthians será o mais baixo em muito tempo e provavelmente não será suficiente para evitar o prejuízo. Fazer o que? O momento clama por ganho técnico! Sem fator casa o ~honroso~ G10 será inevitável.

    Boa, mamãe

    Os jogos do Flamengo pela semifinal da Sula serão em duas quintas-feiras. Problema? Não pra Globo, que mudará toda sua grade dos dias para não perder a audiência do trem pagador e transmitirá as partidas para toda República Federativa do Brasil.

     


    José Peralta não é apenas mais um rostinho bonito cornetando o time. Toda segunda-feira suas peraltadas estão aqui no Blog CRFlamenguismo.
     

    Imagem do post e das redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

  • Desempenho do Fla contra adversários diretos é muito menor que em 2016

    O que no papel é um Flamengo difícil de ser batido, na realidade se mostra o adversário perfeito para os times que lutam pela primeiras posições da tabela. Se em 2016 esse foi um fator positivo na conquista do ótimo 3º lugar, em 2017 foi um dos fatores principais para uma campanha frustrante no Brasileirão.

    No ano passado o clube, que terminou entre os seis melhores, teve um aproveitamento de 50% jogando contra os outros cinco componentes do grupo que se classifica para a Libertadores via Liga Nacional. Foi apenas uma derrota, em casa, para o campeão Palmeiras. Foi como mandante, em uma temporada na qual o clube foi peregrino, que o Flamengo bateu Santos, Atlético Mineiro e Atlético Paranaense, e empatou com Botafogo. Fora de casa terminaram invictos, com cinco empates.

    Em 2017 o aproveitamento é péssimo e o clube só venceu um dos seis confrontos: contra o Cruzeiro, há poucos dias. No último domingo (12), uma derrota pesada contra o Palmeiras mostrou os erros que se repetiram ao longo de toda a temporada. Faltam dois duelos diretos, contra Corinthians e Santos e em casa. A chance que o time tem de minimizar o péssimo desempenho contra os principais time do país. Até então o aproveitamento é de 0,16% – 1 vitória, 4 empates e 5 derrotas, quatro delas longe de sua torcida.

    Altos investimentos, grandes nomes no elenco e promessa de um grande ano. Para os torcedores, 2017 tinha tudo para ser O ano do Flamengo. Na reta final da temporada, no entanto, o que se vê é uma coleção de insucessos, fraco desempenho e muita frustração.

    Ainda restando dois jogos contra adversário diretos na luta pela Libertadores – enquanto ainda é G6 –, o rubro-negro sofre e pode acabar fora da principal competição continental e ainda atrás de grandes rivais com muito menos poderio econômico. Muito dinheiro, aliás, não é o mesmo que muito sucesso, e o Flamengo provou isso neste ano.

  • Pamonhas, pipocas e Palmeiras 2 x 0 Flamengo

    Não teve pipoca e nem pamonha – em campo. Só na cobrança antes do jogo na Academia. Algo que ninguém pode assumir que melhore desempenho no Palmeiras, no Flamengo e em qualquer lugar. No gramado que sobreviveu à sequência de shows, nenhum espetáculo. Apenas a vitória do time que jogou mais e melhor e mereceu a vitória.
     

    Valentim mudou quatro nomes e três funções pro clássico da decepção por tudo que se esperava dos clubes que mais investiram na temporada. Além da linha de defesa um pouco menos alta, Moisés deixou de ser o meia central do 4-2-3-1 para ser um interior pela esquerda no repaginado 4-3-3. Tchê Tchê teve liberdade para abrir mais pela direita com a bola, quando Dudu saía da ponta e centralizava. E deu um pé a Felipe Melo, que voltou muito bem na cabeça da área contra Paquetá que de novo lutou mas pouco entregou. Os Évertons pouco produziram, e Vizeu pouco foi acionado.

    Aos 13, Moisés acertou lançamento espetacular desde o campo de defesa para Deyverson matar a bola como Deyverson, Rafael Vaz dar mole como Rafael Vaz, e Deyverson escorregar como Deyverson, e ainda assim abrir o placar que o Palmeiras ampliaria aos 35. Quando o capitão Pará assistiu a Keno mandar a bola na trave e Deyverson fazer de cabeça o segundo gol de um jogo que ate então não era para vantagem tão dilatada. Mas merecida para o time que foi mais eficiente. Palmeiras que voltou a abrir o placar depois de três partidas saindo atrás. Marcha da contagem que definiu a vantagem inicial e deu mais tranquilidade para a segunda etapa.

    Rueda mexeu no intervalo. O mais que promissor Vinicius Júnior entrou torto pela direita no lugar de Cueéllar para tentar se fazer em cima de Michel Bastos que foi bem na lateral. Apenas Arão protegeu a cabeça da área no 4-1-4-1 rubro negro. Éverton Ribeiro tentou armar por dentro. Mas, de novo, quase nada aconteceu. Fora uma canelada contra de Luan (6 minutos) e uma cabeçada de Paquetá aos 39, mais nada criou o Flamengo. Nem quando Éverton virou lateral no lugar de Renê, Rodinei entrou aberto pela direita como algumas vezes deu certo com Zé Ricardo, e Vinicius foi jogar na dele, pela esquerda, o Flamengo melhorou. Mais deu espaço ao Palmeiras que teve mais cinco chances que só não deram em gol pelas boas defesas de Diego Alves e pelas atrapalhadas finalizações de Luan e Thiago Santos (que substituiu bem Felipe Melo).

    No frigir das bolas, ganhou o melhor time. O Palmeiras que falhou menos atrás, teve a recuperação de parte da bola de Moisés, Tchê Tchê e Dudu, e achou dois gols nos únicos acertos de Deyverson no jogo. E em muitos jogos em 2017. Flamengo que ainda pode ganhar a Copa Sul-Americana. Mas segue devendo desempenho.
     

    Veja também a análise do jogo de Gustavo Roman.

    https://www.youtube.com/watch?v=wjQpdJHkghk
     

    Mauro Beting é comentarista esportivo no canal Esporte Interativo e também escreve suas geniais crônicas no UOL.

  • Fla TV ultrapassa o Chelsea e é o 7° maior canal de clube do mundo

    O mês de novembro segue sendo positivo para a Fla TV. Hoje (11), o canal alcançou a marca de 700 mil inscritos no Youtube, números que o colocam como o 7° maior do mundo, ultrapassando o Chelsea. Agora, precisa de pouco mais de 15 mil seguidores para entrar no top 5 global.

     

    O grande crescimento não se resume ao mês de novembro. Até o final do ano passado, o canal ocupava, apenas, a quarta colocação dentre os maiores do Brasil. Desde então, conseguiu 410.972 novos inscritos e alcançou o topo do ranking de clubes no Brasil e nas Américas.

    Agora, o Flamengo precisará ultrapassar Liverpool (708.149) e Arsenal (715.190) para alcançar os 5 maiores canais de clubes do mundo. Atualmente, o Barcelona é o líder, com mais de 3 milhões de inscritos.

    Ranking com números do dia 11/11/2017

    Um dos grandes responsáveis pelo crescimento nos últimos dias foi a classificação do Flamengo para as semifinais da Sul-Americana, em jogo emocionante contra o Fluminense. O vídeo dos bastidores do jogo já está entre os 8 mais populares da história do canal. Para se ter uma ideia, só nos três primeiros dias deste mês, o canal já estava alcançando o total de novos inscritos do mês de outubro.

     

    * Números obtidos no dia 11/11/2017, às 15h30

     

  • Árbitro catarinense apita Palmeiras e Flamengo

    A arbitragem do confronto entre Palmeiras e Flamengo está definida. O juiz Bráulio da Silva da Machado (SC/CBF), em conjunto com os auxiliares Kleber Lucio Gil (SC/FIFA), e Neuza Ines Back (SC/FIFA), foram sorteados pela CBF para comandarem o jogo. A partida ocorrerá no próximo domingo (12), às 17h, no Allianz Parque, em jogo válido pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2017.

    O árbitro, de 38 anos, começou o ano com bastante responsabilidade, apitando a final do Campeonato Estadual de Santa Catarina. No Brasileirão, o catarinense esteve envolvido em polêmicas logo na primeira rodada, no duelo entre Grêmio e Botafogo, que terminou em vitória gaúcha. Naquela ocasião, o alvinegro reclamou muito da arbitragem, pois foi validado um gol com claro desvio de mão do jogador gremista. A própria CBF assumiu o erro de arbitragem.

    Histórico em jogos do Flamengo

    Braulio da Silva comandou o apito em cinco jogos do Rubro Negro nos últimos três anos. Os resultados são equilibrados, sendo duas vitórias, dois empates e uma derrota. Nos últimos cinco jogos, o árbitro tem uma média de 5,2 cartões por jogo, apitando jogos do Campeonato Brasileiro.

    O último encontro do juiz catarinense com o Flamengo foi diante do Coritiba. O Mais Querido saiu vitorioso no duelo por 2 a 1, com gols de Berrío e Everton Ribeiro, na Ilha do Urubu. Na partida o árbitro teve que lidar com um um duelo pegado, com diversas faltas fortes da equipe paranaense, resultando num total de 7 cartões amarelos, sendo seis para o Coxa e apenas um para o Rubro-Negro.

  • FIFA mantém suspensão de Guerrero e laudo de contraprova identifica substância

    A FIFA negou o pedido de interrupção da suspensão preventiva de 30 dias de Paolo Guerrero, feito por sua defesa nessa semana. O jogador segue sem poder atuar por sua seleção, que enfrenta a Nova Zelândia pela repescagem da Copa do Mundo 2018, na próxima semana, e também por seu clube, o Flamengo.

    O julgamento do peruano foi marcado pela FIFA para o próximo dia 30, mesma data em que o Flamengo faz o jogo de volta, na semifinal da Copa Sul-Americana, contra o Junior Barranquilha, na Colômbia. O jogador está no Peru desde o último final de semana.

    Além da notícia do julgamento e da recusa em interromper a suspensão, saiu também nesta sexta-feira (10), o resultado do exame de contraprova do atacante, que também apontou a substância benzoilecgonina – presente na cocaína. A defesa já esperava que os exames atestassem positivo, pois, segundo os advogados, a contaminação veio através de um chá antigripal, proveniente das folhas da coca, muito comum em alguns países da América Latina.

    Ainda no Peru, Guerrero pode retornar aos treinos na próxima semana no Ninho do Urubu. Como permanece suspenso, suas atividades devem ser separados do restante do elenco.