Autor: diogo.almeida1979

  • Varejão e Pecos garantem mais uma vitória para o FlaBasquete

    O Flamengo vence mais uma no Sul e segue na cola do líder, Paulistano. O Rubro-Negro seguiu viagem pela região após vencer o Joinville no inicio da semana, e conquistou o triunfo diante do Caxias do Sul, no Ginásio do Sesi, nesta quinta (8), pelo placar de 98 a 75. O Mais Querido venceu sua segunda partida seguida, com uma grande partida de Anderson Varejão, se mantendo na segunda posição do Novo Basquete Brasil, com a mesma campanha do primeiro, estando atrás pelo critério de confronto direto.

    O Orgulho da Nação veio à quadra de forma diferente do habitual, com Rhett ocupando a posição de ala-pivô no lugar de Olivinha. Com a defesa funcionando mais que o ataque, o FlaBasquete iniciou a partida abrindo 9 a 2, com o Caxias errando muito na parte ofensiva, mas sem deixar o time da Gávea abrir muito. Com a entrada de Varejão, Marcelinho, Arthur Pecos e Olivinha, o Mengão conseguiu abrir vantagem e fechar o primeiro quarto com 23 a 11 no placar.

    No segundo quarto, o Flamengo voltou ainda mais dominante. Com sua defesa mostrando sua força, sem deixar a equipe gaúcha jogar, o Rubro-Negro encaixou seis bolas de três no período, com Marcelinho tendo 100% de aproveitamento em seus arremessos. O Mais Querido ficou com excelente vantagem, indo para o intervalo com o placar em 55 a 28

    Com uma ótima frente no placar, o FlaBasquete iniciou o terceiro quarto controlando a partida contra o Caxias do Sul. Diferente do segundo período, o time da Gávea não converteu nenhuma bola de três pontos no quarto, mas não sofreu perigo no placar. Com direito a linda ponte aérea de Rhett, o Orgulho da Nação fechou o quarto em 73 a 47.

    O último quarto começou da mesma forma, com o Flamengo consolidando a vitória diante da equipe gaúcha. O técnico do Rubro-Negro, José Neto, aproveitou a vantagem no placar para rodar seu elenco e testar formações diversificadas. A dupla Marcelinho e Varejão apareceu com tudo no último período, com 12 pontos e quatro assistências, terminando o jogo em 98 a 75 para o time da Gávea.

    Anderson Varejão e Arthur Pecos foram os principais destaques do Mais Querido na partida. O armador foi o cestinha da partida com 20 pontos, além de quatro assistências. O pivô da Seleção fez outro excelente jogo, com 15 pontos e seis rebotes. Em ótimo jogo coletivo, o Flamengo ainda contou com Marquinhos, Olivinha e Marcelinho anotando mais de 10 pontos cada.

    “Tive a felicidade de conseguir acertar praticamente todas as bolas, armar as bolas para os meus companheiros. Fico feliz com a vitória, temos que continuar com esse trabalho e seguir dessa mesma forma que a gente tem feito”, afirmou o jovem armador, recentemente convocado para a Seleção Brasileira de Basquete.

    O próximo compromisso do Orgulho da Nação é no dia 15 de fevereiro, diante do Franca, em partida que marca o encontro de Anderson Varejão e seu companheiro de Seleção, além de ex-atleta do FlaBasquete, Leandrinho. O jogo terá transmissão do Sportv e Facebook do NBB, às 21h.

  • A crítica é livre

    Evidentemente não é uma fenomenologia inerente ao universo de futebol e seus torcedores, mas o acompanhamento das críticas realizadas nas redes sociais, mesas de bar, conversas com amigos, conhecidos e parentes revela algo intrínseco ao ser humano: a crítica implacável em relação aquilo que lhe é controverso ainda que distante, ou mesmo desconheça o processo de decisão e as implicações que levaram o sujeito, objeto de sua crítica, a não tomar determinadas decisões e ações em cima delas. Então se atira forte, se metralha, como se o crítico, hipoteticamente, estivesse no papel contrário, não fizesse “atrocidades” ainda maiores que ele mesmo crucificaria em seu papel de pedra.

    E o efeito manada torna tudo ainda pior. Quando o crítico se vê rodeado por pessoas que juntas chegam à conclusões semelhantes, mesmo com conhecimento pífio ou bastante superficial sobre o objeto de suas críticas, ele se vê mais potente e mais qualificado a vociferar e berrar suas contrariedades, na maioria das vezes sem sugerir o que faria diferente.

    No blog: Independiente 2 x 1 Flamengo – Na pressão

    E o objeto de sua crítica passa então a ser estigmatizado. E o estigmatizado passa então a ser um objeto desumanizado. O que deixa o terreno livre para berrarem toda sorte de ofensas, fazerem alusões mentirosas, inventarem apelidos e debocharem dos mesmos.

    Claro que isto não é “só no futebol”. É em todo lugar. O que nos contraria só pode estar errado. O resultado que não vem como gostaríamos não se conseguiu porque as pessoas no poder de decisão são “objetos desumanizados” e não tão brilhantes e perspicazes como nós.

    E assim vai. Os que fazem almejam resultados. Os que não fazem, criticam. Ainda se resultados vierem. É comum ver pessoas criticando até resultados bons, de forma ríspida, agressiva e ofensiva, porque simplesmente não admite que os “objetos desumanizados” sejam congratulados por qualquer coisa.

    E isto no futebol é uma constante. Até pelo poder que tem junta a massa, é inebriante. É algo que parece de fácil entendimento, mas não é. Junto do futebol tem orçamento, tem agentes, tem estrutura, têm os jogadores e suas necessidades múltiplas, tem comissão técnica e sua relação com o todo, tem a imprensa, tem o jogo de poder dentro dos clubes, tem o entendimento dos principais players do que seria melhor para eles. Precisa equacionar tudo isto para obter melhores resultados a despeito de adversários com iguais problemas ou vantagens.

    Vivemos numa época de crítica farta e desesperada. As redes sociais se tornaram o instrumento de percussão de cada indivíduo. E para ser ouvido cada um toca mais alto, formando uma bateria, na maior parte das vezes, desafinada e contraditória.

     


    Flávio H. de Souza escreve no Blog Pedrada Rubro-Negra. Siga-o no Twitter: @PedradaRN

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  • O clássico, a mídia e o torcedor

    O jogo está prestes a começar.

    Mais um Flamengo x Vasco, o enésimo em quase quarenta anos de futebol. Daqui a pouco se fará meio século de paixão rubro-negra, vem um pensamento que se vai em átimo, rebentado pelo espocar de duas vozes que brotam do televisor. Vozes familiares, que provocam reações bastante conhecidas. Sensações que não pretende reviver, não na tarde de hoje. Com efeito, tudo o que não precisa é ter que suportar as ilações melífluas da dupla flu-botafoguense, aferrada à sua “neutralidade” pouco sutil, que convida o espectador à partida que está próxima a ter início. Não, obrigado. E desliga o volume.

     

    No blog: Antigos rivais também podem trazer títulos ao Flamengo

    No entanto, também não deseja imergir no tal “silêncio ensurdecedor” de clichê. Quer se concentrar no embate, no time, no ambiente. De certa forma, sente falta do clima do jogo, do som do estádio, de todo o ambiente que cerca um jogo de bola. Mesmo que periférico, semi-amistoso. “Se eu apostasse, cravaria 0-0, tá toda cara”, pensa. Olha para o celular que vibra nervoso, mensagens pipocando, como sói acontecer em todo dia de Flamengo. E vem o estalo.

    Com a ajuda da Internet, vai ouvir no rádio.

    “ROLOOOU A BOOOOLA…”

    À sua frente, a tela da TV vai mostrado que vinte e dois jogadores vão brigando entre si e com a bola, protagonizando um já esperado espetáculo chafurdado em um pantanoso lodaçal de mediocridade, numa ópera-bufa onde a repetição do mantra “não perder” assume contornos quase religiosos. Mas parece pouco se importar. Sua atenção, sua existência, o eixo de sua essência anímica está direcionado para o som ritmado e sincopado que ora sai do aparelhinho pousado ao seu lado. É como se reencontrasse velhos conhecidos, amigos de longa data. O Garotinho e o Canhota. Sim, a idade já pesa. Um luta contra as limitações impostas à sua outrora enérgica voz. O outro se dedica a não muito mais do que tecer considerações desairosas a jogadores, treinadores, árbitros e tudo o mais que lhe vem à mente, numa pouco espontânea tentativa de mostrar-se rabugento. É como se a cruel devastação do tempo, que reduz a um esquálido rabisco o que em outros tempos havia sido o “Clássico dos Milhões”, estenda-se também às cabines do rádio. Mas não interessa. O impacto das divagações reflexivas começa a se impor. E não demora a perder o interesse pela partida, que vai se arrastando, automática. Agora o que importa são os jargões, as expressões, o ritmo ainda frenético das ondas do rádio.

    “É FALTA… PAROU, PAROU, PAROU!”

    Agora é um garoto imberbe nos seus sete, oito anos. E não é fácil viver o Flamengo a tantos quilômetros do Rio de Janeiro. Jogos pela televisão são raros, somente em momentos decisivos ou amistosos que reúnam algum atrativo. A primeira vez que vê o Flamengo é na final do Tri, contra o Vasco. Aquelas camisas rubro-negras, de uma beleza ofuscante… O Flamengo ganha de 3-2, num jogo dramático, é campeão. O menino crava e grava nas retinas o momento do primeiro encontro. Outros demorarão.

    Tempos de garimpar qualquer informação. O rádio da casa é monopólio de um zeloso e ciumento pai, que nem sempre está em casa, atuando em plantões. Donde, qualquer coisa serve. É o caso da chamada para a Loteria Esportiva no início do Fantástico, onde os resultados do domingo são anunciados. Várias e várias vezes é ali que descobre se o Flamengo ganhou ou perdeu. Se ganhou (como quase sempre acontece), anima de ficar acordado para ver os gols mais tarde. Do contrário, vai dormir por ali mesmo, algo frustrado.

    Diferente é quando o pai está em casa e se aboleta na poltrona, rádio em punho, ouvindo uma transmissão de voz possante, rochosa, que troa uma mal, ou nem disfarçada, paixão de ser rubro-negro. Que narra ataques flamengos em galope, como uma cavalaria de herois prontos a acossar e a se apoderar do território inimigo. São tempos áureos, embalados a Jorge Cury. Ou a Waldir Amaral, Edson Mauro, Doalcey Camargo.

    “ANOOOTEM… TEEEEEMPO E PLACAAAAAR NO MARACAAAAA”

    O jogo segue arrastado em um rançoso 0-0. A modorra por vezes é quebrada quando o Canhota provoca risos ao impingir notas “zero” ou “dois” a alguma jogada ou jogador. O fraco desempenho individual e coletivo do Flamengo continua estimulando a insólita viagem ao passado. Agora já é um rapaz e já possui seu próprio rádio. Não mais depende dos horários do pai. Entretanto, não demora a descobrir que ouvir o Flamengo não é uma atividade tão simples. É que o sinal da rádio carioca só eclode ao cair da tarde, por volta das 5 e meia, 6. Como as partidas iniciam às 5, invariavelmente a transmissão “inicia” com os jogos já em andamento, o que provoca uma expectativa torturante em dias de grandes clássicos. O paliativo de tentar notícias de eventuais gols via rádios locais não ajuda a apaziguar os ânimos, muitas vezes atiçando ainda mais o nervosismo. Quando, aos poucos, em meio aos estridentes chiados metálicos, um fiapo de voz começa a se fazer audível, o jovem sente-se esvair pelas entranhas, obcecado por notícias.

    Nessa época, já se terá calado o possante Jorge Cury, vitimado por um acidente de carro. É o tempo de Luiz Penido, Luiz Carlos Silva, Antonio Luís, Maurício Menezes e da estrela maior, o Garotinho José Carlos Araújo, que se destaca pelo ritmo alucinante que imprime ao microfone, recusando-se a conceder ao ouvinte um mísero momento de pausa. Os bem-humorados bordões e a postura de Araújo (que é tricolor, mas sabe como poucos estimular o torcedor para quem está narrando) transformam o jogo de futebol em um agradável monólogo, que amplifica vitórias e mitiga (na medida do possível) reveses.

    “APITE COMIGO GALERA…”

    O início, ainda tímido, é em 1987, quando a TV começa a descobrir as possibilidades de um mercado adormecido. O Flamengo, com o tempo, irá se tornar cada vez mais frequente nas telas do país, criando a cultura e o desejo de ser visto, não ouvido. Mas esse processo levará um cacho de anos, sendo, portanto, ainda possível e mesmo necessário se aprofundar no rádio. A mera transmissão das partidas não mais é suficiente, e resenhas como o “Bola de Fogo”, apresentado por Kléber Leite, que comanda cronistas livres para baterem boca exercendo suas paixões clubísticas, começam a se tornar programas rotineiros. Como o Panorama Esportivo, que no tardar da noite traz todo o apanhado do dia dos grandes do Rio de Janeiro. É o auge da interação com o rádio, e o início, ainda insuspeitado, de seu declínio.

    “VOCÊ AÍ NO VOLANTE, OBRIGADO PELA CARONA QUE ME DÁ, COM A … AO SEU LADO”

    O jogo vai chegando ao final. O Flamengo melhora e começa a empurrar o adversário para seu campo. As oportunidades, antes esparsas, começam a pipocar e clarear. Súbito, um gol, estranhamente anulado pela arbitragem. Impossível deixar de recordar Mário Vianna, “com dois enes”, o precursor do comentarista de arbitragem, que, ao pousar os olhos no lance, certamente troaria enfezado e empostado ao microfone: “EEEEEERRRRROU!”. Pouco depois, Vinícius Jr recebe passe açucarado e está para marcar, tenta um toque macio buscando um lance cujo desfecho certamente faria as latinhas ribombarem gritos como GOLAÇO,AÇO,AÇO, ou GOLÃO, GOLÃO, GOLÃO. Mas a chance é perdida, e com ela qualquer perspectiva de reversão de um empate anunciado.

    Antes do apito final, ainda se permite uma última digressão. Consolidada a TV aberta e sua cobertura hegemônica no Brasileiro, o rádio ainda se refugia alguns anos nos Campeonatos Estaduais. Mas o surgimento da TV fechada e sua principal variante, o pay-per-view, desfere o mortal e definitivo golpe. Agora, o Flamengo pela televisão deixa de ser um luxo. Não mais é um programa aguardado por semanas. O jogo do Flamengo vira um programa esportivo periódico, exibido uma ou duas vezes por semana. A mais importante das atrações, mas ainda assim um programa de TV.

    O árbitro se encaminha para o centro do campo e encerra a partida. Flamengo e Vasco, para surpresa de ninguém, descem ao vestiário sem propriamente lamentar um 0-0 tão desimportante quanto esperado.

     

    Permite-se ainda um muxoxo, uma ou outra observação mal-humorada. E desliga a TV. Pega o celular, cala a janela do rádio. Confere as mensagens.

    E vai cuidar da vida.

     


    Adriano Melo escreve seus Alfarrábios todas as quartas-feiras aqui no Mundo Bola e também no Buteco do Flamengo. Siga-o no Twitter: @Adrianomelo72.


     

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  • FlaBasquete continua a caminhada no Sul pelo NBB

    O Orgulho da Nação voltou a vencer no Novo Basquete Brasil, e segue no Sul do país tentando se manter colado no líder. O Flamengo entra em quadra nesta quinta (8), às 20h05, para o confronto diante do Caxias do Sul. A partida será realizada no Ginásio do Sesi e o Rubro-Negro busca embalar sua segunda vitória, depois de ser derrotado pelo Paulistano.

    O Mais Querido vem de vitória fora de casa contra o Joinville, pelo placar de 91 a 81. Marquinhos foi o destaque do Rubro-Negro na partida, anotando 23 pontos. Cubillan, com 16 pontos, e Anderson Varejão, com 15, também se contribuíram bastante no triunfo do FlaBasquete.

    Anderson Varejão fez a sua melhor partida desde que estreou com o Manto Sagrado.

    “Me senti bem. Ainda falta muito ritmo, pois às vezes estou em quadra e vejo isso, parece que falta alguma coisa. É normal, pois foi muito tempo sem jogar. Pouco a pouco vou conseguindo com partidas e treinos. O importante é conseguirmos mais uma vitória”, afirmou o pivô.

    O Caxias do Sul ocupa a sétima colocação na competição. Após a derrota para o Minas, por 91 a 71, a equipe acumula sua oitava derrota em 18 oportunidades. O destaque do time gaúcho na temporada é o ala-armador, Cauê Borges, que possui média de 15.4 pontos por jogo, além de 5.2 rebotes e 3.4 assistências.

    O duelo entre as equipes já ocorreu cinco vezes pelo Novo Basquete Brasil. O Mais Querido venceu em todas as ocasiões. Na última partida, o Orgulho da Nação teve uma tranquila vitória por 79 a 69. O confronto marcou a primeira vitória do Flamengo na competição atuando no Rio de Janeiro. Com 16 pontos e sete rebotes, JP Batista foi o grande destaque, terminando a partida sem errar um arremesso.

    O jogo entre Flamengo e Caxias do Sul terá transmissão do Facebook do NBB.

    *Foto: Leonardo Julio

     

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  • Carioca Sub-20: Flamengo encara Vasco no primeiro clássico da temporada

    Com 100% de aproveitamento no Carioca Sub-20, os Garotos do Ninho entram em campo nesta quinta-feira (8) para o primeiro Clássico dos Milhões da temporada. Finalistas da última edição do Estadual, Flamengo e Vasco se enfrentam na Gávea, às 16h (de Brasília), em partida válida pela quarta rodada da Taça Guanabara. O jogo terá transmissão da TV Ferj através do YouTube e Facebook. A entrada é franca!

    Flamengo

    Vice-líder do Grupo A, com nove pontos, o Mais Querido pode retomar a liderança da chave caso, ao menos, consiga um empate no clássico desta quinta. Os Garotos do Ninho tentarão manter a invencibilidade da temporada, que já dura 12 jogos: onze vitórias e um empate.

    Nos primeiros jogos do primeiro turno, o Rubro-Negro utilizou três formações diferentes. Na estreia, que ocorreu quatro dias após a final da Copinha, apenas o goleiro Victor Hugo entrou em campo contra Bonsucesso, dentre os que estiveram em São Paulo. Já na segunda rodada, boa parte dos titulares atuaram na vitória sobre o Bangu. Contra o Resende, novamente uma equipe reserva foi usada. Foram três vitórias por 1 a 0, com todos os gols marcados na segunda etapa.

    A expectativa é de que o Flamengo dispute o primeiro clássico do ano com a equipe titular. Em entrevista ao Mundo Bola, o técnico Mauricio Souza explicou o porquê do rodízio nas escalações.

     “Temos jogadores com uma minutagem muito alta. Por conta disso, estamos revesando com uma equipe que vem treinando, mas não tem muita rotina de jogo. Provavelmente no clássico contra o Vasco da Gama estaremos com o time que disputou a Copa São Paulo”, afirmou o treinador.

     Mauricio Souza não teme possível desmonte no Sub-20: “Principal papel é servir ao profissional”

    Vasco da Gama

    Vindo de vitória sobre o Bangu (2×1) em São Januário, o Cruzmaltino é o quinto colocado do Grupo A, com seis pontos conquistados. Se vencer, pode até mesmo assumir a liderança da chave caso a diferença seja superior a três gols.

    Para o clássico, o técnico Marcus Alexandre contará com o retorno do zagueiro Miranda e do atacante Hugo Borges, que estavam integrados ao profissional. O treinador contou sobre sua expectativa para o duelo.

    “Na verdade essa partida promete. O confronto do campeão e do vice do ano passado. O Flamengo vem de um título, mas o Vasco está buscando manter sua hegemonia no estado. Acredito que vai ser um jogo muito bom para todos os que tiverem a oportunidade de acompanhar”, disse.

    Regulamento

    O regulamento deste ano apresenta algumas novidades em relação à temporadas anteriores. A principal delas é o tempo de duração da competição, que em 2018 será realizada em apenas quatro meses. A fórmula é a mesma do Estadual de Profissionais, mas com 16 equipes participando. Fases: Taça Guanabara, Taça Rio, Semifinais e Turno Final.

    Taça Guanabara – Times jogam dentro do próprio grupo, classificando-se os dois melhores para semifinais. O primeiro colocado de cada chave terá mando de campo e vantagem do empate nas semis.

    Taça Rio – Times enfrentarão equipes do outro grupo, classificando-se os dois melhores para semifinais. O primeiro colocado de cada chave terá mando de campo e vantagem do empate nas semis.

    Semifinais – Será disputada entre os campeões dos turnos (que terão direito ao mando de campo e vantagem do empate) + as duas equipes melhores colocadas no somatório geral. Caso uma mesma equipe vença ambos os turnos, estará automaticamente na final. Se isso acontecer, esta fase será disputada entre os quatro melhores do somatório geral.

    Turno Final – Será disputada em dois jogos, sem vantagem de pontos. A equipe de melhor campanha (no somatório dos turnos) poderá escolher o mando de campo do primeiro ou segundo jogo.

    Flamengo está no Grupo A, ao lado do Nova Iguaçu, Vasco da Gama, Volta Redonda, Bangu, Resende, Cabofriense e Bonsucesso. No Grupo B, estão Fluminense, Botafogo, Madureira, Boavista, Portuguesa, Macaé, America e Goytacaz.

    Foto: Staff Images/ Flamengo 


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  • Riot divulga calendário do Flamengo eSports no Circuito Desafiante

    A desenvolvedora e organizadora dos campeonatos de League of Legends, Riot Games, divulgou as datas do Circuito Desafiante até a fase final. Essa é a divisão de acesso à elite brasileira da modalidade. O Flamengo eSports, principal atração da competição por ter formado uma line-up com grandes destaques nacionais e internacionais, fará a partida que vai abrir o torneio contra a IDM Gaming, no dia 19 de fevereiro (segunda-feira), às 21 horas, no formato melhor de duas partidas. Será o primeiro torneio oficial do Mais Querido e também a primeira partida em que o time estará com todos os principais reforços. Os outros compromissos do Rubro-Negro serão:

    Terça-feira, 27/02
    21h- T Show x Flamengo eSports (md2)

    Terça-feira, 06/03
    19h-  Flamengo x Iron Hawks (md2)

    Segunda-feira, 12/03
    21h – Operation Kino x Flamengo (md2)

    Terça-feira, 20/03
    21- Flamengo x 5 Fox (md2)

    Toda a primeira fase será disputada em formato não presencial. Já a última fase contará com partidas presenciais, em local que ainda será divulgado. A disputada será em três datas: semifinais nos dias 28 e 29 de março, com a final acontecendo no dia 31/03, no formato melhor de 5. O campeão tem vaga garantida, enquanto o segundo colocado terá que enfrentar uma equipe da divisão principal em outra melhor de 5, com o vencedor garantindo a participação no segundo split do CBLOL.

    Todos os confrontos são transmitidos via internet, no Twitch e no Youtube.

    O elenco completo (titulares e reservas) do Flamengo eSports é formado por:

    TOPO Jincheol “Jisu” Park
    TOPO Gustavo “Ryuzaki” Ferreira
    CAÇADOR Thúlio “SirT” Carlos
    CAÇADOR Lucca “Regrets” Cortes
    MEIO Daniel “Evrot” Franco
    MEIO Luiz “Gigio” Leão
    ATIRADOR Felipe “brTT” Gonçalves
    ATIRADOR Clóvis “Kasdaye” Francelino
    SUPORTE Eidi “esA” Yanagimachi
    SUPORTE Raul “Bressan” Bressan

     

     

  • Gentrificação: o monstro que promete fazer você repensar se deve desejar o pior ao seu “inimigo”

    Saudações, Rubro-Negros!

     
    Na semana passada usei este espaço para falar da necessidade que o Flamengo tem de descobrir rivais em nível nacional, uma vez que, tradições à parte, não há como considerarmos nossos conterrâneos como rivais de fato. A distância entre nós é grande e nada indica que irá parar de crescer no curto ou mesmo no médio prazo. Peço, então, licença a vocês para revisitar o assunto nesta semana, desta vez, porém, a partir de uma nova perspectiva e influenciado por um evento específico ocorrido na semana passada.

    Moro no bairro do Flamengo, no Rio. Meu prédio fica bem próximo à sede do Fluminense, em Laranjeiras; dependendo de onde estou vindo, costumo acessar a Rua Álvaro Chaves para pegar o viaduto que desemboca na rua em que moro. A Álvaro Chaves é a rua que abriga o portão principal da sede social do Flu, a qual, como todos devem saber, é uma construção que faz parte da História do bairro, do Rio de Janeiro e do Brasil, também. Foi no campo das Laranjeiras, por exemplo, que a seleção brasileira jogou a primeira partida de sua existência. Estamos, portanto, falando da memória não só de uma cidade, mas do país e do próprio futebol mundial, senhoras e senhores. Pois ali começou a trajetória que transformou o Brasil em dono da maior seleção de futebol de todos os tempos, além dos cinco títulos mundiais.

    No blog: Saibamos saborear a divindade de laços que se reatam

    Como disse, é comum eu sair do túnel Santa Bárbara, descer o viaduto após ele e dobrar na primeira rua à direita, a Álvaro Chaves, na volta para casa. Mas existe uma segunda alternativa, a qual consome praticamente o mesmo tempo que a primeira. Vindo para casa de táxi na semana passada, o motorista, bem familiarizado com a área, perguntou que caminho eu preferia que ele seguisse: “por baixo” ou “pelo Fluminense”. Respondi que pelo Fluminense. Então ele me perguntou se eu era tricolor. Disse que não e perguntei por que achava aquilo. Então ele me disse que eu havia sido muito firme na hora de responder que queria passar por ali. E foi aí que me dei conta — e disse isso ao motorista — de que a firmeza da resposta estava ligada à necessidade de admirar um pedaço da História enquanto ele ainda existe. Quero passar por aquele lugar um dia com meus netos, quando o clube terá sido demolido para a construção de um shopping ou um edifício garagem, e falar para eles que sou do tempo em que no lugar de monstros de concreto o que havia ali era uma instituição de tradição e com uma sede bonita.

    Infelizmente o caminho que estão trilhando nossos coirmãos não nos permite imaginar cenário muito melhor do que esse. Fluminense e Vasco, mais até do que o Botafogo, acho eu, parecem estar com o pé pesando sobre o acelerador do retrocesso. É como aquelas cenas de filmes de ação em que o sujeito engata uma marcha à ré e foge em disparada pela contramão em meio a um tráfego intenso. A diferença é que nenhum deles tem as habilidades de piloto de fugas de um Vin de Almeida Diesel, ou de Nicolas de Almeida Cage em “60 minutos”, ou menos ainda do maior de todos eles, o lendário James Bond, nosso eterno 00 de Almeida 7. E por isso os resultados acabam sendo tão desastrosos quanto patéticos, como temos podido acompanhar mais recentemente.

    Longe de mim pedir para que vocês, irmã e irmão rubro-negros, se compadeçam e tenham compaixão por quem certamente estaria em estado orgasmático permanente se fôssemos nós que estivéssemos na mesma situação. Mas é preciso olhar para além disso, porque de fato trata-se de algo maior do que a rivalidade que existe entre nós. Estamos falando da memória da nossa cidade, no caso dos cariocas, do nosso país e do futebol como um todo. E por mais que vocês possam detestá-los, aceditem-me, não é possível detestar mais do que ver um centro gastronômico gourmetizado onde hoje está a bonita e simbólica sede de Laranjeiras; assim como também não é tão insuportável quanto seria ver um Wal Mart erguido no lugar do maltratado, porém ainda belo e histórico São Januário. E tudo isso é sim uma possibilidade. Uma bem real, na verdade. Trata-se do fenômeno da gentrificação, uma praga, que, alavancada pela especulação imobiliária e o capitalismo predador, está assassinando memórias e tradições seculares ao redor do planeta e está mais próxima de tornar nossos rivais mais próximos em suas novas vítimas do que nós e eles, principalmente, somos capazes de crer.

    SRN


    Fabiano Torres, o Tatu, é nascido e criado em Paracambi, onde deu os primeiros passos rumo ao rubronegrismo que o acompanha desde então. É professor de idiomas há mais de 25 anos e já esteve à frente de vários projetos de futebol na Internet, TV e rádio, como a série de documentários Energia das Torcidas, de 2010, o Canal dos Fominhas e o programa Torcedor Esporte Clube, na Rádio UOL.

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  • Fla TV ultrapassa o Liverpool e é o quinto maior canal de clube do mundo

    O início de 2018 está sendo ótimo para o Flamengo no Youtube. Na tarde desta terça-feira (06), a Fla TV alcançou a marca dos 803 mil inscritos e tornou-se o 5° maior canal de clube do mundo, ultrapassando o Liverpool (ING). Nas Américas, o Rubro-Negro é o líder absoluto.

    No ranking mundial, o próximo no radar é o Bayern de Munique (ALE). Para alcançar a quarta colocação, o Flamengo precisa de cerca de 13 mil novos inscritos. Atualmente, o Barcelona possui o canal de clube com mais seguidores no mundo (3.736.51), seguido por Real Madrid (2.729.546) e Manchester City (1.126.221).

    Desde o mês passado, a Fla TV vinha apresentando crescimento. Mas o anúncio de Henrique Dourado, na quinta-feira, feito em primeira mão na plataforma de vídeos, impulsionou os números de vez. Em seis dias o clube conseguiu mais de 35 mil novos inscritos no Youtube – valor superior ao conseguido durante todo o mês de janeiro.

    Bons resultados que refletem nas visualizações. O vídeo do primeiro dia de Henrique Dourado no Ninho do Urubu já é o sexto mais visto da história do canal (542 mil visualizações). No ano, a publicação lidera como a mais popular, seguida por outros dois vídeos relacionados ao Ceifador, a coletiva de apresentação (359 mil) e o anúncio da contratação (305 mil).

    Inscreva-se na Fla TV: clique aqui

  • Flamengo encara o Joinville para voltar a vencer no NBB

    O Flamengo busca a volta das vitórias nas quadras diante do Joinville, em mais uma partida pelo Novo Basquete Brasil, após o revés diante do Paulistano. O jogo será na arena Centreventos Cau Hensen, nesta terça (6), às 20h, e o Rubro-Negro volta a buscar o topo da tabela da competição. A partida não terá transmissão.

    O FlaBasquete estava em seu melhor momento na temporada, vindo de nove vitórias consecutivas, o Orgulho da Nação até que tentou, mas acabou saindo derrotado, o confronto contra o Paulistano valia a liderança e terminou em 72 a 71 para a equipe paulista. Marquinhos foi o grande nome do jogo, com incríveis 37 pontos, se tornando o jogador recordista de pontos em uma só partida da atual temporada do NBB.

    O Joinville está em sua primeira temporada no Novo Basquete Brasil, no momento a equipe ocupa a décima segunda colocação, garantindo um lugar nos playoffs. O time catarinense vem de uma sequencia negativa de resultados, com três derrotas seguidas. Em sua última partida, o clube do sul acabou derrota pela equipe do Franca por 72 a 56.

    Flamengo e Joinville se enfrentaram uma única vez em partidas válidas pelo Novo Basquete Brasil. O confronto, realizado no primeiro turno do NBB, ainda no Tijuca Tênis Clube, e o Rubro-Negro saiu com a vitória por 86 a 75, com direito a show de Marquinhos, anotando 17 pontos. Na ocasião, o garrafão foi de total domínio do Mais Querido somando 47 rebotes contra 27 do time de Santa Catarina. Com a vitória o Flamengo aumentava seu embalo para três triunfos, e se unia aos lideres do torneio.

     

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  • Destaque na base, Reinier assina primeiro contrato profissional com Flamengo


    A safra é boa. Nos últimos anos o Flamengo tem colhido frutos de um belo trabalho que vem sendo feito nas categorias de base. Como resultado desta boa fase, o time profissional conta com jogadores formados no clube, como Vinicius Junior Lincoln e Lucas Paquetá. Mas ainda há muitos talentos sendo lapidados no Ninho do Urubu. Um dos mais promissores é o meia-atacante Reinier, de 16 anos, que atualmente integra o time juvenil. Nesta segunda-feira (5), o jogador assinou o primeiro contrato profissional com Flamengo, com validade até 2021.

    Camisa 10 clássico, com boa chegada ao ataque e ótima visão de jogo, Reinier foi um dos destaques da equipe infantil em 2017. Foi o artilheiro do Estadual Sub-15, anotando 25 gols em 25 jogos, na campanha que culminou com o vice-campeonato do Flamengo. O jogador também participou da conquista da Copa Brasil Votorantim, principal torneio da categoria. Apesar da medalha de prata na Copa da Amizade Brasil-Japão, o meia também terminou a competição como artilheiro, marcando seis gols.

    (Foto: Divulgação/Copa da Amizade)

    Já no final do ano, Reinier marcou sete gols em oito jogos, sendo o artilheiro e eleito craque da Cruzeiro International Cup. Na ocasião, o atleta fez um “hat-trick” e deu uma assistência na vitória por 4 a 0 sobre o Internacional, na grande decisão.

    O bom desempenho ao longo da temporada lhe rendeu diversas convocações à Seleção Brasileira. A mais importante delas foi para disputa do Sul-Americano Sub-15, na Argentina, onde ficou com o vice-campeonato.

    Ao site oficial do clube, Reinier externou sua felicidade ao assinar o primeiro contrato profissional de sua carreira.

    “Assinar meu primeiro contrato profissional com o maior clube do mundo traz um sentimento de felicidade gigantesco para mim e para toda a minha família. Quero agradecer ao Flamengo pela confiança demonstrada em mim e no meu futebol. Prometo me esforçar ao máximo no dia a dia de treinamentos e também nos jogos para poder retribuir à altura, sempre mantendo os pés no chão e focado em fazer bons jogos e ganhar o maior número de títulos possível vestindo o Manto Sagrado. Hoje, sou a pessoa mais feliz do mundo”, disse o meia.

    O atleta também comemorou o momento nas redes sociais.

    Foto: Divulgação/Flamengo


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