Autor: diogo.almeida1979

  • O time lá da firma

    O Peçanha chega em casa, quarta-feira de noite. Teve resenha depois do trabalho, um chope ali no Arco do Teles, na Praça 15, com os amigos lá da corretora. A empresa dele vai muito bem, e isso traz um sabor especial ao chope. As dívidas estão equacionadas, as contas pagas, os salários em dia – e isso tem um valor ainda maior porque a firma sempre foi turbulenta. Entrava CEO, saía CEO, a dívida só crescia, e a empresa oscilava no ranking. Em 2009, por acaso, a empresa faturou um Best of The Year, mas nem deu para dizer que foi coisa do CEO. O pessoal do chão de fábrica, um cara da Vila Cruzeiro e um gringo, ficaram de frente, e a produção foi muito boa. Depois disso, a firma ficou um caos, é verdade. Mas logo uma nova gestão tomou as rédeas e tudo melhorou. E, ao que parece, em definitivo. Os resultados foram tão bons que fechar no azul virou parte do compliance (palavra da moda) da empresa.

    Peçanha então parou de se preocupar. Voltou sua vida para a família, fez herbalife e perdeu uns quilos, até viajou para Buenos Aires e passeou na Florida. No fim do ano ele vai a Orlando, se Deus quiser. Mas nesta quarta, ele tomou uns cinco chopes, depois passou na padaria gourmet, comprou uns pães para a patroa e umas quatro garrafinhas de uma cerveja da qual ele nem sabe o nome (não conseguiu achar no rótulo). Hoje o time da firma joga. Não é nem de longe das coisas mais importantes para ele na firma – nem se compara com o Excel onde ficam as despesas do departamento médico, por exemplo. No último balanço, quando ficou azul, Peçanha abraçou os companheiros da contabilidade e chorou. “Porra, eu sabia que não precisava de tanta gaze, caralho!”, berrava, enquanto afrouxava o colarinho da gravata. Mas voltando ao presente: Peçanha resolveu dar uma força à galera que rala tanto. Meio com sono, ligou a TV, o jogo ia passar na TV. Eita firma de prestígio.

    O pessoal tava todo lá, até animado. O Dieguinho da administração geral, o Réver da seção de copiadora, o René da manutenção do refeitório, o Dourado do almoxarifado. Peçanha riu e deu um tchau, involuntário, esqueceu que era só televisão. A pelada hoje era contra o time da Confeitaria Colômbia. No gol colocaram o Gringo, que não é gringo nada, é só um analista sênior que fez um estágio na Espanha. O time tava direitinho. Não era nenhuma seleção, mas tava direitinho.

    Peçanha abriu a primeira cerveja. Deu um gole, achou amarga, pegou um cachorro-quente de forno, mordeu, deu outro gole e achou a cerveja menos amarga. Lembrou que o médico pediu para não comer farináceos depois das oito da noite. Paciência. Hoje tem time da firma. É legal porque essas coisas integram a firma toda, o pessoal no dia seguinte fica mais animado. O bom é que o Réver da copiadora é tipo assim uma liderança, e sempre coloca panos quentes, por isso essas peladas sempre terminam bem. Quer dizer, não com vitória, mas termina direitinho. Teve um dia em que o time da firma foi roubado, o Éverton Ribeiro lá do RH tomou uma bolada na cara, quase deu problema. Mas o Réver tava lá para dizer que é normal esses enganos, vamos em frente. Para que brigar por causa do time da firma, né? A firma tá bem.

    Peçanha terminou a primeira cerveja e a mulher dele passou pelo escritório (ele gosta de ver no escritório) e perguntou “ué, tem jogo hoje?”. Ele riu, “você sabe que esse pessoal lá da firma curte um futebolzinho de vez em quando né?”.

    O jogo segue, o Dourado do almoxarifado comete um pênalti. O juiz não deu, que bom, o time da firma escapou dessa. Vini, o aprendiz lá do financeiro, corre de tudo quanto é jeito, mas nada dá resultado. Nem parece que ele é do financeiro, onde mais tem isso de resultado. Peçanha parte pro segundo cachorro-quente de forno. A mulher dele, na sala, liga o Netflix para ver Suits. E falando em advogado, o dr. Juan, que gosta de jogar de terno, dá um passe tão errado que se fosse em um terreiro viraria maldição. O jogo segue sonolento. Peçanha abre outra garrafinha de cerveja gourmet com título ilegível. Pega o telefone, entra no grupo da firma e vê o que o pessoal tá falando do jogo.

    “Nem sabia que o William ainda jogava”

    “Que figuraça esse Diego, tá pensando que é quem?”

    “Cadê o Pará? Tou com saudade dele!” (frase dita pela mesma pessoa que sente saudades do Rodinei lá da academia, que reveza com o Pará do Serviços Gerais lá no time da firma. Toda hora eles são confundidos).

    O Luquinha dos transportes corre que nem um doido pela direita. Mas não chega a lugar algum. Quem tá tentando garantir tudo lá atrás é o Plata o Plomo, o colombiano da firma, que ganhou esse apelido depois da série Narcos. Mas era puro preconceito, essa mania de identificar tudo com a mazela do país.

    No banco, o Barbiéri da recepção da Presidência parecia meio cansado, meio perdido, meio sem saco. Três meios, ele mesmo reconhece que matematicamente é impossível. Mas joga no 4-3-3 mesmo assim. O jogo segue. Peçanha cochila. Acorda de repente, com um chute a gol. Nem sabe de quem.
    A mulher dele passa no escritório. “Benhê, vou dormir, tá?”. Ele estava cochilando de novo, desperta abruptamente e responde. “Ah, vou também”. Dá uma olhada na TV antes de desligar. O Geuvanio lá da chefia da Segurança Patrimonial roubou uma bola e fez o gol. Mas já tinha acabado o tempo. O Réver ainda deu uma reclamada, mas depois desencanou. “Gente, é só o time da firma”.

    Peçanha deu uma risada depois do lance, desligou a TV e perguntou para a esposa se tinha tirado o dinheiro da faxineira; amanhã ele tinha que sair mais cedo para a firma. Não por causa do jogo, evidentemente. Tinha um balancete da compra de uns bebedouros para fechar e não queria perder esse momento.
     

    Imagem destacada no post e nas redes sociais: Cruzeiro / Divulgação

     


    Gustavo de Almeida é jornalista desde 1993, com atuação nas áreas de Política, Cidades, Segurança Pública e Esportes. É formado em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense. Foi editor de Cidade do Jornal do Brasil, onde ganhou os prêmios Ibero-Americano de Imprensa Unicef/Agência EFE (2005) e Prêmio IGE da Fundação Lehmann (2006). Passou pela revista ISTOÉ, pelo jornal esportivo LANCE! e também pelos diários populares O DIA, A Notícia e EXTRA. Trabalhou como assessor de imprensa em campanhas de à Prefeitura do Rio e em duas campanhas para presidente de clubes de futebol. É pós-graduado (MBA) em Marketing e Comunicação Empresarial pela Universidade Veiga de Almeida. Atualmente, escreve livros como ghost-writer e faz consultorias da área de política, além de estar trabalhando em um roteiro de cinema.
     

     

  • Com expulsão e goleada sofrida, Flamengo/Marinha estreia no Brasileiro Feminino 2018

    A estreia do Flamengo/Marinha no Campeonato Brasileiro Feminino 2018 foi com o pé esquerdo. Jogando na Vila Belmiro, as rubro-negras foram derrotadas pelo Santos, pelo placar de 6 a 0. Os gols foram marcados por Rosana, Alanna, Maurine, Carol Arruda, Sochor e Rosane.

    O jogo manteve-se equilibrado até os 16 minutos do primeiro tempo, quando a santista Giovana recebeu ótimo lançamento, mas foi derrubada pela goleira Stefane na entrada da área. O juiz anotou a falta e aplicou cartão vermelho direto para a arqueira rubro-negra. O técnico Ricardo Abrantes então tirou a atacante Larissa e colocou a goleira Kaká. Mesmo assim, Rosana, cobrando falta, abriu o placar para as paulistas.

    Aos 35, a mesma Rosana fez ótima jogada pela esquerda, e cruzou com perfeição para Alanna ampliar. Na etapa final, o Santos aumentou ainda mais a vantagem, com Maurine  e Carol Arruda. Sochor, que entrou no decorrer da partida, fez o quinto, aos 25 minutos, e deu assistência para o gol de Rosane, aos 38 minutos. Final de jogo: Santos 6 x 0 Flamengo/Marinha.

    Escalações

    SANTOS: Michelle; Giovana, Tayla, Carol Arruda e Dani Silva; Sandrinha (Erikinha), Brena, Maurine e Alanna; Chú (Rosane) e Rosana (Sochor). Técnica: Emily Lima.

    FLAMENGO: Stefane; Rayanne (Karen), Renata Diniz, Ana Carol e Raquel; Juliana, Jane e Barbara; Larissa (Kaká), Pâmela e Dani Helena (Fernanda Palermo). Técnico: Ricardo Abrantes.

    Próximas partidas do Flamengo/Marinha

    O próximo compromisso do Mengão no Campeonato Brasileiro Feminino será na quarta-feira (02/05), contra a Ponte Preta e, a seguinte, no dia 09, contra o Rio Preto. Ambos os jogos serão realizados na Gávea, e não serão cobrados ingressos para acesso ao estádio.

    Regulamento

    O Flamengo está no grupo 2, juntamente de Vitória-PE, Foz Cataratas/Coritiba-PR, Rio Preto-SP, Santos-SP, Portuguesa-SP, Audax-SP e Ponte Preta-SP. Na primeira fase da competição, as equipes do mesmo grupo enfrentam-se em turno e returno. As quatro melhores, avançam às quartas de finais, após isso, mata-mata com jogos de ida e volta. O campeão, além do troféu, garante vaga na Libertadores da América Feminina 2019.

    Créditos imagem destacada: Ybom Produções

  • Flamengo x Mogi: datas do confronto definidas

    Com os playoffs definidos, o Flamengo encara o Mogi das Cruzes, e já tem suas datas definidas. Voando na atual temporada, o Rubro-Negro enfrenta um conhecido adversário, principalmente nessa fase, onde se confrontaram em outras duas ocasiões. Lutando por um lugar nas Finais do NBB, as equipes abrem o confronto no próximo sábado (28), às 14h, no Ginásio Hugo Ramos.e será um duelo especial. Após fechar a série diante do Banrisul/Caxias Basquete, o Mogi das Cruzes/Helbor será o rival do Flamengo na briga por um lugar nas Finais do NBB CAIXA. Este será o duelo do líder Flamengo contra o quarto colocado da fase regular da competição.

    O segundo partida da série de semifinal acontece na outra sexta (4), às 20h, na Arena Carioca 1, no Rio de Janeiro. Na mesma arena será disputada o terceiro confronto, no domingo (6), às 14h30. Caso seja necessário, o quarto jogo acontecera em Mogi das Cruzes, e o último duelo, também se necessário, volta a acontecer em território carioca. O vencedor da série, terá Paulistano ou Bauru pela frente, as equipes paulistas fazem a outra semifinal que tem inicio na próxima segunda (30).

    “O playoff é muito competitivo. Você jogar como local é uma coisa que não te garante nada. Você tem que jogar para fazer prevalecer esse mando de quadra. Temos visto um playoff muito duro. Todo mundo teve a possibilidade de passar de fase. A gente viu equipes que investiram muito e não chegaram no propósito. E tivemos equipes que não tiveram alguns jogadores como o Bauru, que quase foi eliminado e acabou passando de fases. Isso só mostra que playoff você tem que estar muito focado para que você consiga passar para a próxima fase e jogar cada partida como se fosse um jogo único. Não tem como jogar uma partida pensando na próxima.” Analisou o treinador rubro-negro, José Neto, os playoffs da atual temporada.

    Com uma rivalidade surgindo nos últimos anos, Flamengo e Mogi se encontrarão pela terceira vez nas semifinais do Novo Basquete Brasil. Os primeiros confrontos aconteceram nas temporadas 2013/2014 e 15/16 e o Orgulho da Nação saiu vencedor nas duas oportunidades. Na temporada 2013/14, aconteceu o primeiro duelo, o Mais Querido fechou a série em 3 a 1. No jogo decisivo, realizado em Mogi das Cruzes, o Rubro-Negro bateu a equipe paulista pelo placar de 79 a 71, com grande atuação do pivô norte-americano Jerome Meyinsse. Marcando 34 pontos, o camisa 55 ainda pegou seis rebotes e decretou a classificação rubro-negra para a final da competição, diante do Paulistano, finalizada com o terceiro título do FlaBasquete no NBB.

    Na temporada de 2015/16, mais uma série de incrível equilibrio entre as equipes. O Flamengo virou a série para cima do Mogi, após um lindo toco de Marquinhos no último lance do jogo quatro, forçando a quinta partida. No último confronto, contando com a Nação lotando o Tijuca Tênis Clube, o Mengão triunfou por 79 a 75. Olivinha foi o destaque do jogo com 22 pontos e oito rebotes. Na sequência, o Orgulho da Nação foi campeão novamente, mais uma vez em cima do Bauru, chegando ao pentacampeonato.

    O Rubro-Negro ainda conta com 100% de aproveitamento diante do Mogi, na atual temporada. No primeiro confronto no Rio de Janeiro, o clube da Gávea venceu por 77 a 71 e chegou ao topo da tabela pela primeira vez na fase regular. No jogo de volta, o Mais Querido venceu de novo, dessa vez por 75 a 72, com destaque para os 20 pontos do armador, Cubillan.

    Torcedores dos dois times já podem adquirir ingressos pelo site totalplayer.com.br/mogi. O outro ponto de vendas é o quiosque da equipe mogiana no Mogi Shopping, localizado na Avenida Vereador Narciso Yague Guimarães, nº 1.001, no Centro Cívico, a partir das 10h desta quinta-feira.

    Imagem destacada: Staff Imagens/Flamengo

  • Flamengo tem acerto com Eduardo Freeland para comandar a base do clube

    Bicampeão do Brasileiro Sub-20 por Botafogo e Cruzeiro, profissional chega para o lugar de Carlos Noval

     
    Eduardo Freeland está próximo de ser o novo diretor das divisões de base do Flamengo. Durante muitos anos o profissional esteve à frente das divisões de base do Botafogo. O bom trabalho no alvinegro carioca chamou a atenção do Cruzeiro, onde esteve em 2017. Campeão do Brasileirão Sub-20 e da Super Copa Sub-20 ano passado pelo clube mineiro, após a edição da Copinha 2018 retornou ao Botafogo.

    Freeland vai ocupar as funções de Carlos Noval, que assumiu a direção do Futebol Profissional após a demissão de Rodrigo Caetano. Com Noval como gerente desde 2010, o Flamengo conseguiu imprimir uma reforma lenta e gradual nas categorias de base. Desde então, o clube sagrou-se tricampeão da Copinha, competição mais importante da base nacional e, finalmente, parece ter entrado em um ciclo de formação de bons jogadores. Freeland terá como desafio principal continuar com a evolução. Em 2018, o Flamengo investirá cerca de R$ 22 milhões na formação.

    Conheça um pouco mais de Eduardo Freeland

    Tido, por quem acompanha de perto as divisões de base dos clubes cariocas, como peça fundamental no trabalho da reformulação da base botafoguense, Eduardo chegou ao Botafogo em 2008, onde permaneceu até 2016. Durante esse período, assumiu diversas funções e foi crescendo dentro do organograma do cargos do clube dentro da base. Foi técnico das categorias mais jovens até torna-se coordenador técnico e depois gerente técnico, até assumir o cargo de gerente geral em 2015.

    Segundo informações do próprio site do Botafogo, Freeland implementou ótimos projetos, participou da formação de inúmeros atletas para a equipe profissional e levou o clube à mais importante conquista da história da sua base: o título brasileiro Sub-20 de 2016. No ano de 2017, ele esteve a frente da base do Cruzeiro, onde conquistou mais um brasileiro Sub-20, seu bicampeonato em sequência, e a Super Copa Sub-20, que rendeu uma vaga na Libertadores da categoria.

    Os bons frutos no Botafogo levaram-no a ser contratado por Gilvan Tavares no Cruzeiro em 2017. O presidente queria voltar a levantar taças importantes no cenário brasileiro. E a missão foi cumprida com o título da competição mais importante no calendário da CBF. No entanto, mesmo com a conquista do Brasileiro Sub-20, o cenário político passou a atrapalhar. Com a saída de Gilvan Tavares e o início de uma reestruturação geral no quadro de funcionários, Freeland rumou de volta para o Rio de Janeiro.
     

    Imagem destacada no post e nas redes sociais: Cruzeiro / Divulgação

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  • Ex-Fla, Cristiano Felício participa de evento promovido pela NBA na Cruzada São Sebastião

    Com cada vez mais destaque e tempo de jogo no Chicago Bulls, o pivô Cristiano Felício, ex-jogador do Flamengo, marcou presença na clínica jr. NBA, que aconteceu nesta quarta-feira (25) na Cruzada São Sebastião. O evento foi feito para jovens atletas, entre 8 e 14 anos, que participam do núcleo de basquete da NBA no Complexo da Maré e do projeto Basquete Cruzada além de alunos da Escola Municipal Santos Anjos.

    Na quadra da E.M. Santos Anjos, que foi reformada pelo projeto NBA Cares em 2015, foi feito um treino com a presença do pivô do Chicago Bulls e uma roda de conversa. Felício observou as atividades e participou em momentos ajudando os jovens com a condução de bola, dribles e arremessos.

    O Flamengo foi o clube em que Felício teve seu auge no basquete brasileiro. Chegou em 2013, com apenas 21 anos de idade, antes, havia jogado três anos no Minas. Pelo Mais Querido, o pivô foi muito vitorioso, fez parte do elenco que ganhou as seguintes competições: NBB (2013/14 e 2014/15); Campeonato Carioca (2013 e 2014); Liga das Américas (2014) e o Mundial Interclubes (2014). Saiu do time em 2015 para tentar chegar à NBA. Depois de jogar a Summer League, teve contrato firmado com o Chicago Bulls.

     
    Na NBA, Cristiano Felício tem ganhado mais tempo de jogo, além de receber cada vez mais comentários positivos da imprensa americana e dos torcedores dos Bulls. A diretoria do clube de Chicago renovou no meio do ano passado o contrato do brasileiro até 2021, com o maior salário entre os pivôs que não eram considerados titulares em toda a liga.

    Ao Mundo Bola, após o evento, Felício falou sobre o rubro-negro carioca. “Com toda certeza o Flamengo teve participação grande na minha ida para a NBA. É um clube que eu consegui me desenvolver muito bem, eles trabalharam muito bem comigo tanto fora quanto dentro de quadra. Com certeza vai ser um clube que vai estar junto comigo aonde eu esteja, é um clube que admiro bastante. Os profissionais que estiveram comigo, os que estão aí ainda, eu sempre mantenho contato. Sempre tenho uma torcida muito grande pelo Flamengo e só tenho a agradecer a tudo que eles fizeram por mim.”
     

    Imagens destacadas no post e redes sociais: Gabriel Spanner / Mundo Bola

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    > Atuações de Santa Fé x Flamengo: um triste e sonolento 0 a 0
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    > Em defesa dos bons jogadores (ou porque não devemos nos desfazer de Diego e Éverton Ribeiro)
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  • Atuações de Santa Fé x Flamengo: um triste e sonolento 0 a 0

    O Flamengo foi à Colômbia enfrentar o Santa Fé, no Estádio El Campín, na quarta-feira (25), pela quarta rodada da Libertadores e fez uma de suas piores apresentações do ano. Falho na parte técnica e tática, o Rubro-Negro não levou perigo ao gol adversário em qualquer momento do jogo. Contrariando as expectativas da torcida, o Mais Querido em vários momentos deixou claro sua preferência pelo empate para, na próxima rodada, ser obrigado a vencer o Emelec em casa com a ajuda da Nação, podendo garantir a classificação caso o River vença a equipe colombiana, na quinta rodada.

    O jogo teve pouquíssimas chances de gol. As únicas oportunidades para balançar as redes por parte do Flamengo foram em lances que o juiz já tinha interrompido a partida: uma finalização para fora de Marlos Moreno, após cruzamento de Geuvânio depois da bola sair e o polêmico gol de Geuvânio, quando o juiz já tinha encerrado o jogo logo após o atacante roubar a bola e sair na cara do gol.

    ATUAÇÕES

    Diego Alves – Pouquíssimo trabalho. Ao menos tentou sair jogando sempre que havia opção. Nota: 6.

    Rodinei – No primeiro tempo tentou subir ao ataque, mas com pouca efetividade. Na segunda parte ficou preso na defesa, ao menos o Santa Fé não conseguiu criar pelo seu lado. Nota: 5.

    Rever – Fez a sua parte e não deixou nenhum espaço para o perigoso Morelo. Nota: 6,5.

    Juan – Só perdeu a disputa uma vez pelo alto, no primeiro tempo, na melhor chance do Santa Fé. Nota: 6.

    Renê – Errou muito no primeiro tempo, principalmente na saída de bola. Já no segundo ficou vendido algumas vezes por não ter cobertura ou estar sempre no mano a mano com o veloz Plata, mas ainda assim venceu mais do que perdeu suas disputas. Nota: 6.

    Cuéllar – Fez a sua parte na proteção na frente da zaga e distribuiu a bola quando havia opção para tal. Nota: 6.

    Willian Arão – Mais uma partida em que não aparece na parte defensiva e também fez muito pouco na ofensiva. Sua baixíssima efetividade sobrecarregou Cuéllar e Diego. Nota: 2.

    Diego – O camisa 10 sofre com dois fatores: nem de longe lembra a técnica e a visão de jogo do atleta que chegou à Gávea em 2016 e, com Arão em campo e Paquetá na ponta, fica sozinho no setor de criação, muitas vezes sem opção para dialogar. Acaba que um fator reforça o outro e Diego não consegue produzir qualquer lance de perigo seja na frente ou com toques em profundidade vindo de frente para o ataque. Nota: 3.

    Paquetá – Foi o único que conseguiu dominar a bola da intermediária para frente e deu prosseguimento à jogada. Os poucos lances que o Flamengo chegou perto do gol tiveram sua participação. Nota: 7.

    Vinicius Junior – No primeiro tempo levou vantagem sobre seu marcador, mas não conseguiu dar sequência às jogadas. Já no segundo tempo caiu de produção e foi substituído. Precisa aprender a voltar para marcar. Nota: 4.

    Henrique Dourado – O único jogador de frente que mostrou disposição para marcara a saída de bola do Santa Fé, porém a pouquíssima produção ofensiva do Flamengo o relegou a apenas trombar com os zagueiro sem nenhuma chance de gol, nem ao menos para finalização. Nota: 5,5.

    Geuvânio – Apareceu mais na zaga, ajudando na marcação pelo lado direito do que pelo ataque. No último lance teria feito o gol da vitória, mas o árbitro escolheu encerrar o jogo no momento em que o atacante dominou a bola e ia em direção ao gol. Nota: 4.

    Marlos Moreno – Correu bastante, mas com quase nenhuma opção para passe nada conseguiu fazer. Nota: 4.

    Jonas – Pouquíssimo tempo em campo. Sem nota.

    Barbieri –  Claramente colocou seu time em campo pensando na busca pelo empate, apostando todas as fichas no duelo contra o Emelec, em casa, na próxima rodada. Tratando-se da atuação em si, a impressão é que a cada jogo o Flamengo piora. Sua equipe está cada vez mais desconexa, com setores cada vez mais espaçados e pouca ou quase nenhuma movimentação, o que consequentemente leva a uma produção mais baixa a cada jogo. Nota: 1.

    Imagem em destaque: Gilvan de Souza / Flamengo

  • Árbitro uruguaio comanda Santa Fe e Flamengo

    Voltando suas atenções para a Libertadores da América, após o triunfo na despedida de Júlio César, o Flamengo enfrenta o Santa Fé, no Estádio Nemesio Camacho, conhecido como El Campín, na Colômbia. A bola rola nesta quarta (25), às 21h45. Para apitar a quarto jogo de ambas as equipes no torneio continental, a Conmebol definiu uma equipe uruguaia: Daniel Fedorczuk é o árbitro principal, auxiliado por Richard Trinidad e Miguel A. Nievas.

    O Rubro-Negro começou sua conturbada temporada tendo diversos problemas com a arbitragem, tanto na Libertadores, quanto no Campeonato Brasileiro. Na sua estreia contra o River Plate pela maior competição das Américas, o Mais Querido ficou apenas no empate, sofrendo um gol irregular e sem ter um pênalti claro assinalado. Na segunda rodada, jogando diante do Emelec, no Equador, o time da Gávea foi prejudicado ao não ter outro pênalti assinalado ao seu favor, após toque de mão da equipe adversária, mas ainda conseguiu o triunfo contando com dois gols de Vinicius Junior. Já pelo Brasileirão, o Flamengo sofreu para garantir o empate enfrentando o Vitória, com um erro grosseiro do árbitro que marcou um pênalti e expulsou Everton Ribeiro, depois de defender uma bola com seu rosto, alegando mão do atleta.

    Daniel Fedorczuk apitou uma partida do Flamengo na história. Pela Copa Sul-Americana de 2016, o Rubro-Negro encarou o Figueirense, e saiu derrotado por 4 a 2, no Orlando Scarpelli. Na ocasião, o árbitro teve atuação discreta aplicando seis cartões amarelos, sendo três para cada equipe. Naquela competição, o Mais Querido ainda conseguiu reverter o resultado diante do time de Florianópolis, mas acabou eliminado de forma vexatória contra o Palestino, no Kléber Andrade.

    Neste ano, o árbitro já esteve envolvido em um jogo de time brasileiro na Libertadores. Na derrota do Vasco da Gama diante da Universidad de Chile por 1 a 0, em São Januário. No último ano, o juiz uruguaio participou de três partidas com equipes do Brasil. Valendo vaga na fase de grupos da competição, Daniel comandou o apito em um empate de 3 a 3 entre Atlético-PR e Deportivo Capiata. Nas oitavas de final, marcou presença no jogo que eliminou o Atlético-MG do torneio, na derrota contra o Jorge Wilstermann, por 1 a 0, na Bolívia. Já nas quartas, apitou o empate entre Barcelona de Guayaquil e Santos, por 1 a 1.

    Scout do árbitro em jogos de brasileiros

    Vitórias: 10
    Empates: 6
    Derrotas: 8

    *Imagem em destaque: Conmebol/Divulgação

  • Moments | Listamos dezenas de opções de Consulados e Embaixadas onde você pode ver Santa Fé x Flamengo

    Niterói, Lavras, Jacareí, Nova Iorque, Buenos Aires, Lisboa…

    Listamos dezenas de opções para os rubro-negros que querem assistir Flamengo x Santa Fé junto dos Consulados e Embaixadas do Mengão!

    Acompanhe o giro #EmbaixadasNoMundo Bola

    Flamengo x Santa Fé #EmbaixadasNoMundo Bola

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  • Brasileiro Feminino 2018: Flamengo/Marinha estreia na Vila Belmiro

    A hora chegou. A caminhada rumo ao bicampeonato do Campeonato Brasileiro Feminino iniciará nesta quarta-feira, dia 25 , às 15h. O Flamengo/Marinha enfrentará as meninas do Santos FC. O duelo será realizado na Vila Belmiro, com entrada franca de ambas as torcidas. Foram longos 176 dias de espera. A última partida do Rubro-Negro foi disputada no dia primeiro de novembro de 2017, contra o América, pelo Campeonato Carioca. De lá pra cá, semanas e mais semanas de treinamento visando uma temporada ainda melhor e vitoriosa, digna de Flamengo.

    Manutenção da equipe e novos reforços: Flamengo/Marinha preparado para 2018

    O Flamengo/Marinha praticamente manteve a base da temporada anterior, perdendo quatro atletas: a goleira Keikei e a zagueira Tânia Maranhão (ambas transferiram-se para o 3B, da Amazônia), a também goleira Maike, que foi para o Iranduba, e a meio-campista Diany.

    Vale lembrar que, até o momento, a equipe recebeu nove reforços para seu elenco: as goleiras Stefane e Kemelli, a zagueira Andressa, a zagueira/lateral Beatriz, a lateral Raquel Maisa, a meio-campista Aline Guedes, a meia-atacante Geovana, e as atacantes Rafaela Barros e Dany Helena. Ainda, está em andamento um edital da Marinha do Brasil para a inclusão de seis novas jogadoras no elenco.

    Arbitragem e provável escalação

    O duelo será conduzido pelo árbitro Vinicius Gonçalves Dias Araujo, auxiliado por Fabricio Porfirio de Moura e Luiz Alberto Andrini Nogueira. O time titular para esse jogo ainda não foi definido pelo técnico Ricardo Abrantes. Mas a lista de atletas relacionadas para a partida foi revelada: Renata Diniz, Ju, Rayanne, Gaby, Kaká, Stefane, Ana Carol, Jane, Larissa, Dany Helena, Patrícia, Fernanda Palermo, Raquel Santiago, Rafaela, Beatriz, Nathane e Barbara.

    Histórico de confrontos

    Será a terceira partida entre as equipes na história do Futebol Feminino e as paulistas levam vantagem: dois jogos e duas vitórias – curiosamente, pelo mesmo placar: 2 a 1. Os confrontos foram disputados no Brasileiro Feminino do ano passado, e os dois tentos do Flamengo foram anotados pela meio-campista Bárbara.

    Gávea – Flamengo 1 x 2 Santos – Gol: Bárbara / Vila Belmiro – Santos 2 x 1 Flamengo – Gol: Bárbara

    O adversário

    Atuais campeãs da competição, as Sereias da Vila, comandadas pela ex-técnica da Seleção Brasileira Feminina de Futebol, Emily Lima, paralelamente ao Brasileiro Feminino, estão participando do Campeonato Paulista, onde, em quatro jogos, contabiliza duas vitórias (Portuguesa e Centro Olímpico, por W.O.), um empate (São José) e uma derrota (para o Corinthians), anotando 9 gols e sofrendo 5.

    Para essa temporada, a equipe perdeu algumas jogadoras importantes, como a zagueira Aline Calandrini e a ótima  atacante Sole Jaimes, vendida para o futebol chinês. Porém, reforçou o plantel com a meia Monique Peçanha, a lateral Rosana, e com as atacantes Alanna e Chú Santos. Sem dúvidas é um dos candidatos ao título.

    A escalação provável do alvinegro praiano consiste em: Michelle; Dani Silva, Tayla, Ana Carolina e Natane; Monique Peçanha, Brena, Eriquinha e Rosane; Chú Santos.

    Transmissão da partida

    O jogo não será televisionado, mas poderá ser acompanhado nas ondas sonoras da Rádio SantosFC, disponível em www.santosfc.com.br/radio.

    Regulamento

    O Flamengo está no grupo 2, juntamente de Vitória-PE, Foz Cataratas/Coritiba-PR, Rio Preto-SP, Santos-SP, Portuguesa-SP, Audax-SP e Ponte Preta-SP. Na primeira fase da competição, as equipes do mesmo grupo enfrentam-se em turno e returno. As quatro melhores, avançam às quartas de finais, após isso, mata-mata com jogos de ida e volta. O campeão, além do troféu, garante vaga na Libertadores da América Feminina 2019.

     

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    Créditos imagem destacada: Alê Cabral/ALLSPORTS

  • Na comemoração aos seus 19 anos, Embaixada Fla-Lages recebe ídolos do Flamengo

    No último sábado (21), a Fla-Lages fez uma grande festa para comemorar os 19 anos de existência da Embaixada, no Clube Caça e Tiro, em Lages/SC. No evento, estiveram presentes os ídolos rubro-negros Lico e Sávio, e a ex-jogadora Maycon, campeã brasileira pelo Flamengo em 2016 e medalha de prata pela seleção nas Olimpíadas de 2004 e 2008.

    Além de passarem momentos agradáveis com os torcedores, onde receberam o merecido carinho e contaram histórias do passado vencedor, os ex-atleta foram homenageados com um diploma simbólico da Embaixada. “Foi um prazer muito grande estar perto dessas pessoas que se dedicam e torcem muito pelo sucesso do Flamengo. Estar num evento representando o Flamengo será sempre um motivo de orgulho. Agradeço o presidente da Fla-Lages, José Wanderley Pereira, pelo convite e pela homenagem”, destacou Sávio.

    https://www.facebook.com/flalages/posts/965281166986313

    O Projeto das Embaixadas e Consulados

    As Embaixadas e Consulados funcionam como representantes do Flamengo, reunindo torcedores para assistir aos jogos, trazendo novos sócios-torcedores, realizando eventos, colaborando com iniciativas oficiais rubro-negras e fazendo campanhas sociais. O Fla possui vários destes representantes espalhados por diversas regiões do Brasil e do Mundo. A Fla-Lages foi fundada em 1999 e é uma das Embaixadas mais antigas do Flamengo.

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    Foto de destaque e divulgação:  Embaixada Fla-Lages


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