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  • Rivalidades e Clássicos do Palmeiras

    Além de ser um dos times com mais títulos no futebol brasileiro, o Palmeiras também coleciona rivalidades. Seja estaduais, regionais ou nacionais, o Verdão tem confrontos que mexem diretamente com o brio do seu torcedor e tornam as partidas ainda mais importantes.

    Conquistas e Glórias Internacionais do Palmeiras

    Mas qual é a maior rivalidade do Palmeiras? Confira, a seguir, uma seleção com os principais confrontos do Alviverde.

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    Contra o Corinthians

    O chamado Derby ganhou esse apelido em referência ao Derby de Epsom, a corrida de cavalos mais importante do mundo. O batismo do clássico foi feito por Thomaz Mazzoni, jornalista do veículo A Gazeta Esportiva nas décadas de 1930 e 1940.

    A rivalidade é histórica e não marcante apenas em território estadual, mas nacional. De acordo com resultado de pesquisa recente, mais de 70% da torcida palmeirense considera o Corinthians como seu maior rival.

    Retrospecto (na contagem do Palmeiras):
    397 jogos
    140 vitórias do Palmeiras
    122 empates
    135 vitórias do Corinhthians

    Contra o São Paulo

    O Choque-Rei também foi batizado por Thomaz Mazzoni na década de 1940 e o motivo é que, na época, Palmeiras e São Paulo eram considerados os reis do futebol paulista.

    É marcado por seu equilíbrio e números bem próximos das duas equipes em toda a confrontação histórica.

    Retrospecto (na contagem do Palmeiras):
    362 jogos
    122 vitórias do Palmeiras
    120 empates
    120 vitórias do São Paulo

    Contra o Santos

    O nome de Clássico da Saudade foi dado ao duelo entre Palmeiras e Santos pois trata-se do confronto entre os maiores times do futebol paulista durante o auge do chamado ‘futebol-arte’ do Brasil, época em que o Palmeiras era liderado por Ademir da Guia e o Santos por Pelé.

    Não falta história entre os dois times, tendo decidido Campeonato Brasileiro, Paulistão e mais recentemente Copa do Brasil e Libertadores.

    Retrospecto (na contagem do Palmeiras):
    354 jogos
    154 vitórias do Palmeiras
    92 empates
    109 vitórias do Santos

    Contra o Cruzeiro

    O clássico palestrino tem esse nome pois as duas equipes tinham o mesmo nome no passado: Palestra Itália. Com origens italianas, os times fazem um dos clássicos interestaduais mais disputados e repletos de história do país.

    Na década de 1990, disputaram o título da Copa do Brasil em 1996, com vitória do Cruzeiro, e novamente Copa do Brasil em 1998, com o Palmeiras vencendo, além da Copa Mercosul no mesmo ano.

    Retrospecto (na contagem do Palmeiras):
    103 jogos
    37 vitórias do Palmeiras
    30 empates
    36 vitórias do Cruzeiro

    Contra o Flamengo

    Uma rivalidade que, apesar de disputada desde 1929, vem crescendo cada vez mais no presente, principalmente com as disputas de título da Libertadores em 2021 e 2025, e a constante briga pelo troféu do Brasileirão.

    Foi recentemente apelidado pelo jornalista Maurício Noriega de Superclássico do Brasil.

    Retrospecto (na contagem do Palmeiras):
    133 jogos
    49 vitórias do Palmeiras
    28 empates
    46 vitórias do Flamengo

    Referências:
    https://www.futverdao.com.br/historia-palmeiras/titulos-e-conquistas/quem-maiores-rivais-palmeiras
    https://www.palmeiras.com.br/retrospecto-confronto/
    https://www.futverdao.com.br/historia-palmeiras/rivalidades-e-classicos
    https://www.palmeiras.com.br/derby/fatos-e-curiosidades/
    https://www.reddit.com/r/palmeiras/comments/118ekay/pra_voc%C3%AA_palmeirense_qual_o_maior_rival_do/
    https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/mauricio-noriega/esportes/brasileirao/palmeiras-e-flamengo-decepcao-no-superclassico/
    https://www.goal.com/br/not%C3%ADcias/historico-vitorias-palmeiras-santos-paulista-brasileirao-numeros/1wo89d8xp2dot119a8v5thd4mg

  • Base e Formação do Palmeiras

    Ser uma referência no futebol não se trata apenas de vencer jogos ou conquistar títulos, mas de se estabelecer como um formador de talentos. E, sem dúvidas, cada vez mais o Palmeiras coloca essa questão como uma de suas prioridades.

    Palmeiras amplia uso de jogadores da base e supera marcas das últimas temporadas

    A base do Palmeiras vive um momento de alta, com títulos nas mais diversas categorias, atletas formados para o time principal e, claro, vendas milionárias para os cofres do clube.

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    Vamos falar mais sobre a base e a formação de atletas no Palmeiras, passando por sua filosofia, objetivos e grandes nomes revelados. Confira a seguir!

    Transformação e profissionalização da base do Palmeiras

    A formação de atletas não é uma novidade para o Palmeiras. Desde seus primórdios, o clube sabe que criar talentos em casa é uma das coisas mais importantes para obter sucesso. Nomes como Mazzola, revelado em 1955 e Alfredo Mostarda, em 1966, provam isso.

    Mas é fato que é a partir dos anos 2010 que a base do Palmeiras passa por um momento de transformação e vira referência não apenas para o Brasil, mas para o mundo. Os processos de profissionalização do clube, a partir de 2013, levaram as divisões de base do Verdão a viver um novo momento.

    Todos os títulos nacionais das categorias sub-20, sub-17 e sub-13 do palmeiras foram conquistados a partir da temporada 2017, o que mostra os efeitos do trabalho e investimento feitos pelo clube.

    Filosofia e DNA: como funciona a base do Palmeiras?

    Os processos de profissionalização do clube também levaram a integração maior da base com o time profissional. Não a toa vemos cada vez mais jovens jogadores sendo relacionados para jogos do time principal, e mesmo que não entrem em campo, só a convivência com atletas mais experientes já contribui para o sucesso da formação.

    Outro fator fundamental é a criação de uma identidade. Em entrevista para o GE, João Paulo Sampaio, coordenador da base do alviverde, afirmou que a equipe possui um caderno de orientação para sempre buscar características e perfis de jogadores que se adequem ao estilo do clube, da torcida e da diretoria, garantindo que sejam formados jogadores com potencial alto de funcionarem no time profissional.

    A estrutura oferecida pelo clube aos atletas e profissionais da base também é um diferencial, desde campos para treinamento, alojamentos e condições de trabalho no dia-a-dia.

    De acordo com o clube, o Palmeiras conta com mais de 200 atletas em suas divisões de formação.

    Principais títulos da base do Palmeiras

    A categoria sub-20 do Palmeiras é tetracampeã brasileira (2018, 2022, 2024 e 2025), bicampeã da Copa do Brasil (2019 e 2022), além de ter dois títulos da Copa São Paulo de Futebol Júnior (2022 e 2023) e uma Supercopa do Brasil (2022).

    O sub-17 venceu o Brasileirão duas vezes (2022 e 2023), a Copa do Brasil em quatro oportunidades (2017, 2019, 2022 e 2023) e a Supercopa (2019).

    Por fim, o sub-13 do Verdão venceu quatro vezes a Liga de Desenvolvimento da CBF (2021, 2024 e 2025).

    Revelações marcantes da base do Palmeiras

    De nomes do passado como Mazzola e Alfredo Mostarda, a ídolos eternos como o goleiro Marcos, nomes marcantes como Diego Cavalieri, Vagner Love a atletas mais recentes como Gabriel Jesus, Endrick e Estêvão.

    A base do Palmeiras atualmente é uma das melhores do Brasil, rendendo frutos esportivamente falando ao clube e também financeiramente com vendas milionárias.

     

    Referências:

    https://www.palmeiras.com.br/centro-de-formacao/
    https://ge.globo.com/futebol/times/palmeiras/noticia/palmeiras-cria-identidade-na-base-e-ve-garotada-ter-campanha-historica.ghtml
    https://www.goal.com/br/listas/maiores-revelacoes-base-palmeiras/bltb218ea9233553cc6
    https://nossopalestra.com.br/web-stories/confira-as-principais-revelacoes-da-historia-do-palmeiras/

  • São Paulo vê receita de marketing disparar em meio à pressão financeira

    O São Paulo projeta encerrar 2025 com R$ 350 milhões em arrecadação de marketing, resultado que supera a previsão inicial aprovada no orçamento do clube. Essa alta de aproximadamente 17% consolida o departamento como um dos pilares de receita em meio à instabilidade financeira tricolor.

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    O avanço está relacionado com a ampliação de contratos e ações comerciais. O clube tem apostado em novas ativações de marca, parcerias estratégicas e maior aproveitamento dos espaços de exposição. Internamente, o desempenho do marketing é visto como um dos poucos pontos positivos da atual gestão financeira. A informação é do jornalista Alexander Vieira. 

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    Entre os destaques estão o contrato de longo prazo com a Superbet e o sucesso comercial do Morumbis. Além disso, o marketing do São Paulo já teve conversas com diferentes empresas e negocia a um novo patrocínio na manga da camisa.

    Grande parte dessas receitas, contudo, não aparece de forma direta nos relatórios financeiros. O São Paulo adota um modelo de unidades de negócio que distribui os valores entre diferentes áreas, como futebol, estádio e base. Assim, acordos feitos pelo marketing, como comercialização das placas de publicidade, acabam contabilizados em outros setores.

    Esse bom desempenho comercial contrasta com a situação financeira ainda delicada do São Paulo. O relatório mais recente mostra dívida total de R$ 912 milhões, mesmo após redução de R$ 55,5 milhões em relação a 2024.

    O clube apresentou superávit de R$ 19,9 milhões no terceiro trimestre, mas segue com despesas acima do previsto e forte dependência de vendas de atletas e fundos de investimento.

    Diante das limitações, o marketing se tornou a principal fonte de crescimento do São Paulo em 2025. A diretoria considera o setor estratégico para reduzir a pressão orçamentária e ampliar a geração de receitas recorrentes, mantendo a expectativa de estabilidade financeira no curto prazo.

    São Paulo chega a 2026 com meta de manter equilíbrio e reforçar receitas comerciais

    O São Paulo encerra 2025 com avanço no marketing, mas ainda em um cenário de instabilidade financeira. A projeção para 2026 é de leve melhora no fluxo de caixa, sustentada por cortes de gastos e pela manutenção de receitas comerciais em alta.

    O clube segue trabalhando com endividamento elevado e depende de novas fontes de receita para manter o equilíbrio orçamentário. A continuidade das ações de marketing e a entrada de novos patrocinadores são tratadas como fatores importantes para reduzir a pressão nas contas.

  • Palmeiras planeja grande venda de promessa africana

    Uma promessa da Costa do Marfim finalmente tem seus planos revelados no Palmeiras. O zagueiro Koné está no clube desde 2023, mas agora, completa 18 anos em outubro e começa a vislumbrar um futuro.

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    Com contrato até 2028 com o Verdão, o jovem defensor estrangeiro pode participar dos torneios da CBF a partir de 2026.

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    O plano do Palmeiras para Koné

    De acordo com o site ‘Nosso Palestra’, a diretoria do Palmeiras tem um plano para Koné. Abel Ferreira e João Paulo Sampaio querem que o jovem esteja treinando com os profissionais em breve.

    Além disso, a expectativa é de que Koné possa se destacar rapidamente, recebendo ofertas europeias. Portanto, o Palmeiras tem fé que a próxima grande venda do futebol do clube para o exterior seja de Koné.

    A ideia é que ele movimente os cofres do clube em moldes parecidos com os de Vitor Reis no City. A abertura do Palmeiras para jovens africanos será muito maior a partir de agora, dado que o clube tem se frustrado com joias sul-americanas.

    O Palmeiras manda olheiros periodicamente para a África para trazer detalhes de potenciais jovens jogadores. Koné, inclusive, era analisado por Arsenal, Barcelona e Chelsea quando o alviverde imponente o contratou.

    Quanto o Palmeiras gastou por Koné

    O valor pago por Koné em 2023 foi de R$ 2,2  milhões, pagos ao JEK FC, da Costa do Marfim. Mais R$ 7 milhões devem ser pagos para comprar mais 20% de seus direitos.

    Esse interesse do Barcelona é o que leva o Palmeiras a crer que Koné será a próxima grande venda do clube e do futebol brasileiro. Por isso, o clube investiu sem medo na jovem promessa africana.

     

  • As incríveis regalias de Memphis Depay às custas do Corinthians

    Memphis Depay vive um cotidiano de luxo em São Paulo enquanto defende as cores do Corinthians. O atacante vive em uma das suítes mais caras do hotel Rosewood São Paulo, com custo mensal estimado em R$ 250 mil, pago integralmente pelo clube.

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    O Rosewood, localizado na Cidade Matarazzo, próximo à Avenida Paulista, é considerado um dos hotéis mais sofisticados do país. O local tem 181 quartos e suítes, piscina, spa, academia com personal trainer e um acervo de 450 obras de arte brasileira.

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    A suíte ocupada por Memphis Depay e paga pelo Corinthians é a Two Bedroom Premier Suite. O apartamento tem aproximadamente 170 metros quadrados, com sala de estar, área de jantar e cozinha equipada. Além de mais benefício, alguns exclusivos para a estrela.

    Regalias incluídas na hospedagem de Memphis Depay pelo Corinthians

    • Chef particular
    • Motorista 24 horas
    • Carro blindado
    • Segurança exclusiva
    • Gerente de relacionamento pessoal
    • Televisão de 136 polegadas
    • Serviço de mordomo
    • Spa e academia com personal trainer
    • Roupas de cama italianas Trousseau
    • Travesseiros antialérgicos e de penas
    • Produtos de higiene veganos da marca Votary
    • Kit pessoal de mixologia
    • Cafeteira Illy iperespresso
    • Seleção de chás finos Dammann Frères
    • Serviço de engraxate
    • Check-in e check-out 24 horas
    • Atendimento para animais de estimação

    Segundo o ‘ge’, o Corinthians tenta renegociar o contrato de hospedagem. A ata do Conselho de Orientação (CORI) cita que o presidente Osmar Stabile pediu para o jogador deixar o hotel, mas depois afirmou que a decisão partiu do próprio Memphis, como forma de aliviar as finanças do clube.

    Corinthians define novo acordo financeiro com Memphis Depay

    O Corinthians chegou a um novo entendimento com Memphis Depay para quitar pendências salariais e bônus de contrato. O clube reconhece uma dívida de aproximadamente R$ 23 milhões, referente a luvas e premiações acordadas na chegada do atacante.

    A diretoria planeja iniciar os pagamentos a partir de dezembro de 2025. A primeira parte, de R$ 3 milhões, será dividida em três parcelas mensais. O valor restante, de R$ 20 milhões, será pago de forma integral em março de 2026.

    A quitação do débito será feita com recursos vindos da primeira parcela dos direitos de transmissão da Liga Forte União (LFU), que o Corinthians receberá no início do próximo ano. Parte dessa verba já está reservada para honrar compromissos com jogadores e fornecedores.

    As tratativas entre o estafe de Memphis Depay e o departamento financeiro corintiano vinham ocorrendo há meses, mas só foram concluídas no começo de novembro. 

  • Conquistas e Glórias Internacionais do Palmeiras

    Em sua história centenária, o Palmeiras é consolidado como um dos times mais vencedores do futebol brasileiro. A equipe coleciona títulos de prestígio estadual, nacional e internacional.

    História e fundação do Palmeiras

    Maior campeão brasileiro, com 12 conquistas, o Verdão também venceu o Campeonato Paulista em 26 oportunidades, cinco títulos do Torneio Rio-São Paulo, quatro Copas do Brasil, uma Copa dos Campeões e uma Supercopa do Brasil.

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    Mas quais são as glórias internacionais do Palmeiras? Confira a seguir!

    As maiores conquistas internacionais do Palmeiras

    A respeito de títulos internacionais, o Verdão não faz feio. A equipe conquistou a Taça Libertadores em três oportunidades, a Recopa Sul-Americana uma vez, além de um título da Copa Mercosul.

    Mas o título mais celebrado pela instituição é a Copa Rio de 1951, reconhecida pelo clube como título Mundial Interclubes.

    Copa Libertadores

    O Palmeiras venceu a Libertadores em três ocasiões.

    1999

    A primeira foi em 1999, quando venceu o Deportivo Cali, da Colômbia, na grande decisão.

    No jogo da volta, disputado no estádio Palestra Itália, o Verdão bateu a equipe colombiana por 2 a 1 e levou a partida para a disputa de pênaltis. Nas penalidades máximas, vitória por 4 a 3 e primeiro título continental garantido.

    O Palmeiras, comandado por Felipão, jogou com Marcos; Arce (Evair), Júnior Baiano, Roque Júnior e Júnior; César Sampaio, Rogério, Zinho e Alex (Euller); Paulo Nunes e Oséas.

    A campanha na Libertadores 1999 teve 14 jogos com sete vitórias, dois empates e cinco derrotas. Foram 24 gols marcados e 18 gols sofridos.

    2020

    A Glória Eterna demorou 21 anos para retornar aos braços do Palmeiras. Na edição 2020, o título veio em um clássico contra o Santos disputado no Maracanã, com público restrito devido à pandemia. O jogo, inclusive, foi disputado em janeiro de 2021 por causa do atraso no calendário do futebol provocado pela Covid-19.

    Com gol do atacante Breno Lopes aos 53 minutos do segundo tempo, o Palmeiras venceu por 1 a 0 e conquistou o título. A campanha foi de 13 jogos com 10 vitórias, dois empates e uma derrota apenas. Foram 33 gols marcados e seis sofridos.

    Na final, já disputada em jogo único, o time comandado por Abel Ferreira atuou com Weverton; Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez e Matías Viña; Danilo, Raphael Veiga (Alan Empereur), Zé Rafael (Patrick de Paula) e Gabriel Menino (Breno Lopes); Rony (Felipe Melo) e Luiz Adriano. 

    2021

    Se a espera foi grande entre o primeiro e o segundo título, o terceiro chegou somente 10 meses depois. Na edição 2021, o Palmeiras enfrentou o Flamengo e foi tricampeão da Libertadores vencendo por 2 a 1 com direito a gol na prorrogação.

    Na grande final, disputada no estádio Centenário, no Uruguai, Raphael Veiga e Deyverson fizeram para o Verdão, enquanto Gabigol fez o do Flamengo.

    O time jogou com a seguinte escalação: Weverton; Mayke (Gabriel Menino), Luan, Gustavo Gómez e Piquerez (Felipe Melo); Danilo (Patrick de Paula), Zé Rafael (Danilo Barbosa), Raphael Veiga (Deyverson) e Gustavo Scarpa; Dudu (Wesley) e Rony. 

    No total, a campanha foi de 13 jogos com nove vitórias, três empates e uma derrota. Foram 29 gols marcados e 10 sofridos.

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    Recopa Sul-Americana

    Em 2022, o Verdão sagrou-se campeão da Recopa Sul-Americana pela primeira e única vez até o momento. O adversário na decisão foi o Athletico-PR, que havia vencido a Sul-Americana de 2021.

    No jogo de ida, empate em 2 a 2. Na volta, a primeira decisão de título internacional disputada no Allianz Parque. Vitória por 2 a 0 do Verdão, gols de Zé Rafael e Danilo para confirmar o título.

    A equipe jogou com Weverton; Marcos Rocha, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Danilo, Zé Rafael (Jailson) e Raphael Veiga (Mayke); Dudu (Atuesta), Gabriel Veron (Wesley) e Rony.

    Copa Mercosul

    Convidado pela Conmebol para participar da primeira edição da copa Mercosul, o Palmeiras também se sagrou o primeiro campeão do torneio.

    Em 1999, o Verdão teve uma campanha de 13 jogos com 11 vitórias, um empate e uma derrota. 28 gols marcados e oito sofridos. No primeiro jogo, 2 a 1 para o Cruzeiro. Na segunda partida, 3 a 1 Palmeiras. Esses resultados levaram a decisão para um jogo de desempate.

    Na terceira partida decisiva da final, clássico interestadual contra o Cruzeiro e vitória por 1 a 0, gol de Arce, para confirmar o título.

    Sob o comando de Felipão, o Palmeiras jogou com: Velloso; Arce, Júnior Baiano, Roque Júnior e Júnior; Tiago, Rogério, Alex (Almir) e Zinho (Agnaldo); Paulo Nunes e Oséas (Pedrinho). 

    Mundial Interclubes (Copa Rio 1951)

    Título mais celebrado da história do Palmeiras, inclusive representado em seu atual escudo com uma estrela vermelha no topo, a Copa Rio de 1951 foi chamada à época de Torneio Internacional de Clubes Campeões.

    Dirigentes do Alviverde trabalham desde 2001 pelo reconhecimento do título como mundial, inclusive com a apresentação de um fax encaminhado pelo secretário-geral da Fifa Urs Linsi ao presidente da CBF na época, Ricardo Teixeira, em março de 2007, em que se falava que a Copa Rio de 1951 era a primeira Copa do Mundo de Clubes da história.

    No torneio, o Palmeiras venceu o Nice-FRA por 3 a 0, o Estrela Vermelha-IUG por 2 a 1 e a Juventus-ITA por 4 a 0 na fase de grupos. Na semifinal, superou o Vasco com placar agregado de 2 a 1. O título foi decidido contra a Juventus, com o Palmeiras vencendo por 1 a 0 a partida de ida e segurando um empate em 2 a 2 na volta.

    No jogo decisivo, o Verdão jogou com Fábio Crippa; Salvador e Juvenal; Túlio, Luiz Villa e Dema; Lima, Ponce de León (Canhotinho), Liminha, Jair Rosa Pinto e Rodrigues. O treinador era o uruguaio e ex-jogador do clube Ventura Cambon.

    Outros títulos internacionais do Palmeiras

    • Troféu Ramón de Carranza: 1969, 1974 e 1975
    • Torneio de Guadalajara: 1959 e 1963
    • Torneio Euro-América: 1991 e 1996
    • Torneio Cidade de Florença: 1963
    • Copa IV Centenário do Rio de Janeiro: 1965
    • Torneio Internacional João Havelange: 1966
    • Copa da Grécia: 1970
    • Copa do Atlântico: 1972
    • Copa Kirin: 1978
    • Torneio Brasil-Itália: 1994
    • Troféu Naranja: 1997
    • Florida Cup: 2020

     

    Referências:

    https://www.olympics.com/pt/noticias/palmeiras-lista-completa-titulos-conquistados-historia
    https://www.palmeiras.com.br/galeria-de-titulos/
    https://www.palmeiras.com.br/no-topo-do-mundo/
    https://ge.globo.com/futebol/times/fluminense/noticia/2025/06/18/fifa-considerou-fluminense-e-palmeiras-campeoes-mundiais-entenda-o-documento-e-a-explicacao.ghtml

  • Flamengo estuda força-tarefa para contar com convocados no Fla x Flu

    O Flamengo foi um dos times mais atingido pelas convocações na Data Fifa. Ao todo, sete atletas do Mengão foram chamados por suas respectivas seleções. Sendo a maioria deles, titulares do time de Filipe Luís.

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    Os convocados já serão baixas certas contra o Sport, em duelo atrasado do 1⁠º turno que acontece sábado (15). Porém, pode ser que muitos deles também fiquem de fora do Fla x Flu, dia 19. Assim, o Mengão estuda uma força tarefa para utilizar seus jogadores a tempo.

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    Segundo o ‘ge’, há uma possibilidade de que o Flamengo frete voos para seus atletas convocados. A ideia é acelerar o retorno dos jogadores ao Rio de Janeiro. Assim, chegam com tempo para se recuperar fisicamente, visando o Fla x Flu.

    Entenda logística de possível força tarefa do Flamengo

    O Uruguai foi quem mais desfalcou o Flamengo, convocando Viña, Arrascaeta e Varela. Os jogos da Celeste estão marcadas para sábado (15), contra o México, em Torreón, e para a terça-feira (18), diante dos Estados Unidos, em Tampa. Ou seja, ambos nos EUA.

    Já a Colômbia, de Carrascal, enfrenta a Nova Zelândia também no sábado, em Fort Lauderdale, e depois encara a Nigéria no dia 17, em Nova York. O Equador, de Plata, por sua vez, joga contra o Canadá no dia 13, em Toronto, e contra a Nova Zelândia no dia 18, em Nova Jersey. Ou seja, todos os gringos estarão no continente norte-americano.

    O Brasil, que tem Danilo e Alex Sandro do Flamengo convocados, será o único que não atuará na América do Norte. A Seleção Brasileira tem amistosos marcados contra Senegal, no sábado, no estádio Emirates, em Londres, e contra a Tunísia, no dia 18, em Lille, na França.

    Com isso em mente, a ideia do Flamengo é de uma logística com o retorno daqueles que estarão nos Estados Unidos. Ainda segundo o ‘ge’, houve troca de informações entre os departamentos médicos das seleções e do clube para ajustar o controle de carga dos atletas. Tudo isso visando uma volta a tempo para o Rio de Janeiro, visando o Fla x Flu.

    O Flamengo avaliará principalmente o desgaste físico dos convocados. Dependendo da minutagem em campo pelas seleções, o departamento médico pode optar por não acelerar a recuperação visando o duelo pelo Brasileirão. Isso porque, sabe que não pode esticar tanto a corda, com uma final de Libertadores logo ali.

    De acordo com o ‘ge’, o recado da diretoria é que farão o possível para contar com todos no Fla x Flu. No entanto, apesar dos esforços, limites não serão ultrapassados. Assim, diante a logística previamente revista, a expectativa é que apenas Alex Sandro e Danilo desfalquem o Flamengo.

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  • MP pede punição a Bandeira de Mello por tragédia no Ninho do Urubu

    O Ministério Público do Rio de Janeiro apresentou recurso contra a decisão que absolveu todos os réus do incêndio no Ninho do Urubu, que deixou dez jovens mortos e três feridos em 2019. A nova peça reforça a acusação com uma extensa lista de falhas e negligências do Flamengo e dos acusados, afirmando que o CT se tornou um “ambiente de morte”.

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    Assinado por quatro promotores de Justiça, o documento pede que seja reconhecida a responsabilidade mesmo de quem teve a punibilidade extinta por prescrição, caso do ex-presidente Eduardo Bandeira de Mello. O argumento é que a medida é essencial “à verdade real e à tutela da memória das vítimas”.

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    O Ministério Público também solicita a condenação dos sete réus absolvidos em primeira instância: Márcio Garotti (ex-diretor financeiro); Marcelo Maia de Sá (ex-diretor adjunto de patrimônio); Danilo Duarte, Fabio Hilário da Silva e Weslley Gimenes (engenheiros); Claudia Pereira Rodrigues (responsável por contratos da NHJ); e Edson Colman (sócio da Colman Refrigeração).

    Na esfera cível, o MP pede que todas as famílias das vítimas da tragédia do Ninho do Urubu e dos feridos recebam indenizações elevadas. Os valores seriam calculados com base na gravidade da tragédia, no impacto social do caso e na capacidade econômica dos réus e do clube, apontado como responsável solidário.

    MP aponta falhas graves na Tragédia do Ninho do Urubu

    O recurso descreve uma série de negligências que, segundo o Ministério Público, configuram culpa grave e tornaram o incêndio altamente previsível e evitável. Entre os pontos destacados estão:

    • Uso de contêineres com material inflamável e sem tratamento antichamas
    • Falta de certificação do Corpo de Bombeiros
    • Instalação em área interditada pela Prefeitura
    • Inexistência de sistema de combate a incêndio
    • Janelas com grades e apenas uma rota de fuga
    • Ausência de brigadistas
    • Fiação obsoleta e sobrecarregada
    • Ar-condicionado sem disjuntor e com cabos degradados
    • Sinais prévios ignorados, como cheiro de queimado e curtos
    • Número insuficiente de adultos responsáveis no local

    O Ministério Público argumenta que a negligência generalizada é suficiente para caracterizar a culpa, mesmo que não tenha sido identificada a origem exata da faísca que iniciou o fogo. Ainda não há data definida para o julgamento do recurso, e os réus terão prazo para apresentar suas respostas.

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  • Reinaldo revive troca de provocações com Gabigol e Diego no Flamengo: ‘Seu velho!’

    Reinaldo participou do Charla Podcast e reviveu histórias marcantes, em especial as provocações que fazia a Gabigol e Diego Ribas quando enfrentava o Flamengo. O lateral, hoje no Mirassol, revelou bastidores divertidos da rivalidade e contou como o “trash talk” com os rubro-negros rendia capítulos à parte.

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    Segundo ele, uma das situações mais emblemáticas foi em 2022, quando o Flamengo venceu o São Paulo por 3 a 1. “Voltei lá e comecei a gritar: ‘Gabigol, meu centroavante é melhor do que você’. Era o Calleri. Aí ele olhou e fez assim (gesto de calma). O Miranda falou: ‘Aí você me lascou, ele vai achar que é comigo’. Ele não fez gol e foi lá apontar, eu dava risada”, contou, aos risos.

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    O lateral também lembrou de outro episódio naquele mesmo ano, quando o Flamengo venceu o São Paulo por 2 a 0 no Morumbi, em agosto, e Gabigol imitou sua comemoração após marcar.

    “O Gabi tem história. Jogo no Maracanã que a gente ganhou, o Volpi pegou dois pênaltis. Eu fiz um gol e saí na minha comemoração. Mas ele não esquece, o Gabigol. Lá no Morumbi ele meteu gol e saiu desse jeito”, disse.

    Reinaldo conta discussão com Diego e revela Rodrigo Caio ‘traíra’ 

    Além das provocações com Gabigol, Reinaldo lembrou outro episódio marcante, desta vez com Diego Ribas, ainda em 2021, no Maracanã. O duelo ficou famoso justamente porque os microfones captaram todo o bate-boca entre os dois.

    “Com o Diego também. Foi nesse jogo que ele deu uma chegada no Nestor. Eu falei: ‘Diego, não fica batendo no moleque não’. Ele respondeu: ‘Reinaldo, seu velho. Você nem tá jogando’. Eu disse: ‘Vou entrar e quero ver você fazer isso’. Aí ele ficou louco, saiu me xingando”, contou o lateral.

    Entre risadas, Reinaldo revelou ainda que Rodrigo Caio, seu ex-companheiro de São Paulo e colega de Diego no Flamengo, o incentivava a provocar o meia. “Toda vez que eu ia jogar contra o Flamengo o Rodrigo Caio me ligava: ‘Hoje o Diego vai estar no jogo, irrita ele’”, brincou.

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  • História e fundação do Vasco

    ‘Tu tens o nome do heróico português: Vasco da Gama, a sua fama assim se fez’. O trecho do hino do Club de Regatas Vasco da Gama faz jus às suas origens. Afinal, as evidentes raízes lusas nunca ficaram à parte da história da instituição que viria a se tornar um dos pilares do futebol brasileiro. Mas antes de mergulhar no esporte bretão, o Vasco da Gama seguiu os caminhos do descobridor que lhe dá nome.

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    ‘No remo és imortal’

    Em 21 de agosto de 1898, no bairro da Saúde, na Zona Portuária do Rio, nasceu o Club de Regatas Vasco da Gama. E, como o nome diz, surgiu como um clube de remo, criado por imigrantes portugueses apaixonados por esportes marítimos. Além da óbvia conexão, o nome da instituição tinha uma explicação histórica. Afinal, a fundação ocorria no dia do aniversário dos 400 anos da descoberta do caminho marítimo para as Índias pelo próprio Vasco da Gama.

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    Os primeiros títulos viriam sete anos após a fundação do clube, com o bicampeonato estadual de remo. À época, o Vasco era presidido por Cândido José de Araújo, o Candinho, primeiro negro a presidir uma instituição esportiva no país. Mais do que um grande campeão, ele foi o primeiro elo do clube com questões raciais, um legado carregado até hoje.

    ‘No futebol és um traço de união’

    Em 1915, o Vasco entra para o futebol após absorver o Lusitânia Sport Clube, outra instituição portuguesa. Conectada às suas raízes e causas, a equipe ganhou forma com talentosos negros e operários que levaram o clube ao título do Campeonato Carioca da LMDT em 1923. No entanto, a conquista gerou incômodo entre os rivais.

    Os grandes clubes do Rio de Janeiro, à época, decidiram deixar a LMDT, criaram a AMEA e determinaram que o Vasco só entraria na nova associação se abrisse mão de 12 jogadores de minorias. O movimento motivou a criação da famosa ‘Resposta Histórica’, escrita pelo então presidente do clube, José Augusto Prestes. O documento tornou-se parte fundamental do processo de solidificação do clube.

    Expresso da Vitória varre a América

    Na década de 40, o Vasco se torna uma potência no continente. Com nomes como Barbosa, Danilo Alvim, Ademir de Menezes, Friaça e Lelé, o Cruzmaltino se tornava o Expresso da Vitória. O time era avassalador e conquistou quatro títulos estaduais em 10 anos. Além disso, sagrava-se o primeiro campeonato continental da história do esporte, ao vencer o Campeonato Sul-Americano de Campeões, em 1948.

    Em 1950, o Expresso da Vitória retomava a história ao conquistar o primeiro título do Maracanã, superando o América na final do Estadual daquele ano. A conquista parecia o início de uma temporada histórica para aquela geração, base da Seleção Brasileira, que disputaria a Copa do Mundo em solo brasileiro. Mas a vida  tinha outros planos para aquele time.

    Depois de uma campanha lendária, o Brasil, liderado pelo artilheiro do Vasco, Ademir de Menezes, via o Uruguai vencer por 2 a 1 no Maracanã e o sonho do título em casa virou um pesadelo. O resultado foi tão arrebatador que o Expresso da Vitória descarrilou. Os pilares daquela geração saíam de um clube que precisava se refazer.

    Renovação rende frutos 

    O fim do Expresso da Vitória motivou o Vasco a se mexer. Como jogadores formados em São Januário e com destaques de times menores do país, o Cruzmaltino monta um dos seus times mais vitoriosos da história. A dupla de zaga Bellini e Orlando, o centroavante Vavá e os habilidosos Pinga e Sabará levaram o Vasco a três títulos estaduais e um Torneio Rio-São Paulo.

    Além disso, o Vasco conquistou vitórias históricas em campeonatos internacionais, como o Rivadávia Correia, em 1953, e o Torneio de Paris, em 1957, superando o Real Madrid de Di Stéfano. Os resultados colocaram Orlando, Bellini e Vavá como titulares fundamentais na campanha do primeiro título mundial do Brasil, em 1958.

    Na década de 60, o Vasco viveu os momentos mais difíceis da história do clube até então, com apenas um título (o Torneio Rio-São Paulo de 66) e uma profunda crise financeira, que só começaria a ser estancada na década seguinte. 

    Explode a Dinamite

    O Vasco abre os anos 70 com um título estadual contra o ótimo time do Botafogo. Mas o evento que transformaria o clube para sempre aconteceria no dia 25 de novembro de 1971. O jovem Roberto, de apenas 17 anos, se consolidava, de uma vez por todas, como Dinamite ao marcar um golaço contra o Internacional, no Maracanã. 

    Daquele momento em diante, Vasco e Roberto se conectam de forma sobrenatural. Afinal, o garoto Dinamite assumiu a responsabilidade de liderar o clube para fora da crise financeira da década anterior. Seus gols garantiram o primeiro título brasileiro do Gigante da Colina, em 1974, e o Carioca de 1977. Roberto ainda conseguiu uma convocação para a Copa do Mundo de 1978, na qual foi um dos destaques. As atuações sublimes de Roberto levaram o atacante ao Barcelona em 1980.

    A mão de Eurico

    Os anos 80 foram mais frutíferos para o Vasco e revelaram ao futebol brasileiro a imagem de Eurico Miranda. O primeiro ato do então assessor especial da presidência do clube foi impedir a ida de Roberto Dinamite para o Flamengo e garantir o retorno do artilheiro ao Cruzmaltino, meses após sua ida ao Barcelona.

    O retorno do Camisa 10 foi apoteótico! Roberto marcou cinco gols na vitória por 5 a 2 no Campeonato Brasileiro. A atuação fantástica foi o prelúdio de uma década incrível para o atacante no Vasco, com três títulos estaduais e três artilharias. Os bons resultados do Cruzmaltino caminhavam em uníssono com o crescimento do poder de Eurico Miranda no clube.

    Em 1986, o Eurico se aliava ao presidente eleito do Vasco à época, Antônio Soares Calçada, que lhe deu a chave do futebol do Gigante da Colina. Naquele mesmo ano, explodiria outro grande ídolo: Romário. Ainda muito jovem, o camisa 11 foi peça-chave do título da Taça Guanabara e, no ano seguinte, dividiria o título e a artilharia do Estadual com os parceiros de ataque Roberto Dinamite e Tita.

    Romário voltaria aos holofotes em 1988, com mais uma grande atuação no Campeonato Carioca e o título ‘com sabor de Cocada’. Logo após o título, o Baixinho deixava o Vasco rumo ao PSV, na Holanda. Além disso, Roberto Dinamite também sairia do clube, desta vez, rumo à Portuguesa. Perdendo dois ídolos, Eurico Miranda voltaria a entrar em ação, com requintes de crueldade.

    Nasce a Selevasco

    Disposto a montar um time ainda mais competitivo em 1989, o vice-presidente de futebol do clube foi ao mercado e criou a equipe que viria a ser conhecida como ‘SeleVasco’. Eurico tirou Luiz Carlos Winck do Internacional, Quiñonez do Barcelona de Guayaquil, Zé do Carmo do Santa Cruz e Boiadeiro do Guarani. Mas faltava uma joia brilhante nessa coroa. E ela seria colocada com requintes de crueldade.

    Bebeto, que estava se consolidando como ídolo no rival Flamengo, pulou o muro e assinou com o Vasco, em uma manobra de Eurico Miranda. Como principal jogador da equipe, o novo Camisa 10 de São Januário foi peça primordial do título brasileiro de 1989 e caiu nas graças da torcida.

    Os dourados anos 90

    Uma das décadas mais vitoriosas da história do Vasco foi forjada pelos anos de transição de seu início. Após o título brasileiro, Bebeto ganhava a companhia de Roberto Dinamite, que voltava da passagem pela Portuguesa com moral alta.

    No entanto, a parceria não foi das mais frutíferas. O time não rendeu bem em 1990; ficou pelo caminho em todas as competições, o que motivou uma série de mudanças, incluindo a saída de Roberto para o Campo Grande. O fato novo não surtiu efeito e garantiu um 1991 decepcionante. Mas o torcedor mal sabia que os próximos anos seriam históricos.

    Em 1992, com Bebeto e Edmundo liderando a equipe, o Vasco fez uma ótima campanha no Brasileirão e, por pouco, não avançou às finais. Após o fim do campeonato, o Bom Baiano deixava o Cruzmaltino rumo à La Coruña e Roberto Dinamite voltava, pela última vez, ao clube. Em seu canto do cisne, o Camisa 10 fez uma ótima parceria com a joia da Colina e ajudou o Gigante da Colina a conquistar o Estadual daquele ano, antes de se aposentar.

    No ano seguinte, Edmundo também deixaria o Vasco, com uma proposta milionária do Palmeiras da Parmalat. Mesmo sem o atacante, o Cruzmaltino seguiu forte no Rio e garantiu o tricampeonato em 93 e 94, com peças como Valdir Bigode, Jardel, William e Denner, que morreria em um acidente de carro durante a fase final da campanha do tri.

    O sonho da América se torna real

    Após um hiato de dois anos sem conquistas, o Vasco se movimentou no mercado com um objetivo claro: fazer história no centenário do clube, em 1998. Para isso, dois anos antes, o Cruzmaltino trouxe Edmundo de volta para liderar um time com jovens promessas como Felipe, Pedrinho e Juninho Pernambucano. E a junção deu certo!

    Liderado pelo, agora, Animal, o Vasco foi avassalador em 1997 e conquistou o título brasileiro, com direito a recorde de gols de Edmundo na edição. As ótimas atuações levaram o ídolo para a Fiorentina de Batistuta e Rui Costa. Sem seu Camisa 10, Eurico Miranda não queria repetir os erros da melancólica temporada de 1990 e reagiu rápido.

    Com o apoio da multimilionária parceria com o Bank of America, o homem forte do futebol do Vasco buscou Donizete no futebol mexicano e Luizão no La Coruña. A dupla não decepcionou e conduziu o Cruzmaltino ao título estadual e à tão sonhada Libertadores, em 1998, no ano do centenário do clube. Mesmo com a dolorosa derrota no Mundial de Clubes daquele ano para o Real Madrid, o ano marcou os torcedores daquela geração, que vislumbravam um Vasco dominante.  

    Ressaca, Dream Team e vitórias históricas

    O ano de 1999 foi em clima de ressaca. Mesmo com o título do Torneio Rio-São Paulo contra o Santos e a volta apoteótica do ídolo Edmundo, o ano foi vagaroso. As derrotas para o Flamengo, na final do Estadual, para o Palmeiras, no mata-mata da Libertadores, e para o surpreendente Vitória, no Brasileirão, foram um balde de água fria. No entanto, a temporada seguinte seria muito mais emocionante.

    Selecionado para disputar o primeiro Mundial de Clubes da Fifa, em 2000, o Vasco montaria um time ainda mais forte. Júnior Baiano, Gilberto e o então ex-amor Romário chegavam para elevar o nível de uma equipe já qualificada, mas que tinha deixado uma dívida com a torcida no ano anterior. Ao lado do desafeto Edmundo, o Baixinho teve atuações fantásticas na competição, mas viu o inimigo e parceiro de ataque perder o pênalti que garantiu o título do Corinthians na decisão.

    A derrota foi o estopim de uma série de conflitos entre Romário e Edmundo, que renderam manchetes de jornal e mais vice-campeonatos no Estadual e no Torneio Rio-São Paulo. O Camisa 11 saiu vencedor da queda de braço, enquanto o 10 deixava São Januário rumo ao Santos. Sem o ídolo, Eurico Miranda foi atrás de reforços e trouxe Juninho Paulista e Euller, que seriam fundamentais ao longo do ano.

    O quarteto formado pelos Juninhos Pernambucano e Paulista, Euller e Romário, ditou o ritmo do futebol brasileiro no resto da temporada. A conquista da Copa João Havelange e da Copa Mercosul, em um épico jogo contra o Palmeiras, encerrou com chave de ouro o ano do Vasco. Mas mal sabia o torcedor que o conto de fadas se transformaria em tragédia.

    A mão de ferro enferruja

    Após as conquistas dos anos anteriores, Eurico Miranda chegaria ao ápice de seu poder no Vasco, agora como presidente do clube. Mas o sonho de hegemonia nacional cairia por terra muito mais rápido do que o esperado.  O mandatário viu a parceria com o Bank of America ruir por ‘divergências nos investimentos’ e lidava com o aumento exponencial das dívidas do clube.

    Com o passar da década de 2000, o Vasco entrou em um profundo ostracismo, marcado por derrotas vexatórias e elencos questionáveis carregados por grandes talentos, que eram oásis em meio ao deserto de qualidade e organização. Mesmo com resultados pouco satisfatórios, Eurico Miranda seguia impávido, disparando contra desafetos e administrando o clube como um feudo. Não à toa, os momentos mais marcantes do clube no período foram um Cariocão em 2003 e o milésimo gol de Romário em 2007. 

    Eurico Miranda deixaria o Vasco em julho de 2008, após perder as eleições presidenciais do clube para o ídolo Roberto Dinamite. Porém, a situação era insustentável! Mesmo liderado pelo também grande nome Edmundo, o elenco apresentava deficiências ceríssimas que acabariam por provocar o primeiro rebaixamento do Cruzmaltino para a Série B. Após anos resolvendo a vida do Gigante da Colina em campo, caberia ao presidente Dinamite comandar o renascimento do clube. 

    A ressurreição de um Gigante e a criação do ‘Trem Bala’

    Para conseguir voltar à primeira divisão, Roberto Dinamite promoveu uma limpa no elenco. Com Rodrigo Caetano como executivo de futebol e Dorival Jr. como técnico, o Vasco refez o grupo e deu ao polêmico Carlos Alberto a chave do time dentro de campo. Ao lado de peças que seriam fundamentais para o clube, como Fernando Prass, Fágner, Dedé e Elton, o Camisa 19 conduziu o Cruzmaltino ao acesso e ao título da Série B.

    Em 2010, no retorno à elite do futebol brasileiro, o Vasco foi mais tímido. A equipe perdeu Dorival Jr. para o Santos e levou um tempo para se acertar na temporada. No entanto, a chegada do treinador PC Gusmão no meio da temporada, somada às contratações de Zé Roberto, Éder Luís e do ídolo Felipe, contribuiu para um fim de ano mais tranquilo. Além disso, começaram a montar as bases de um 2011 que seria histórico para o clube.

    Na virada do ano, o Vasco decidiu não manter PC Gusmão e ainda perdeu Zé Roberto para o Internacional. Para completar, o xodó Carlos Alberto ia para o Grêmio em meio a rusgas com Roberto Dinamite. Porém, as chegadas do técnico Ricardo Gomes, além das de Diego Souza, Alecsandro, Anderson Martins e Bernardo, mudaram o patamar da equipe. O ‘Trem-Bala da Colina’ atropelou adversários e conquistou o inédito título da Copa do Brasil. 

    Porém, um susto mudou a rota de um ano que poderia ser ainda melhor: Ricardo Gomes sofreu um AVC durante o Vasco x Flamengo do primeiro turno do Brasileirão e foi afastado do cargo. No lugar, entrou o seu assistente, Cristóvão Borges. Sem seu treinador, o Gigante da Colina viu o sonho da Sul-Americana esbarrar na ótima Universidad de Chile, de Jorge Sampaoli, e a chance de título brasileiro escorrer pelos dedos na última rodada, com o Corinthians conquistando a taça.

    Apesar das dores de 2011, o vascaíno entrava em 2012 com esperança de um bom ano. Mas, apesar dos bons resultados, os traumas estariam presentes. As derrotas nas finais dos dois turnos do Cariocão foram um prelúdio do que estava por vir. Após uma ótima campanha na Libertadores, o Vasco reencontrava o Corinthians, algoz do último Brasileirão, nas quartas de final da competição. Em dois jogos épicos, o Cruzmaltino caiu diante da cabeçada de Paulinho e deu adeus à Glória Eterna.

    A eliminação para o Timão causou danos maiores do que os vascaínos esperavam. A derrota expôs uma grave crise financeira no clube e motivou a venda de diversos jogadores, como o Fágner, Diego Souza, Rômulo e outros. Desmontado e desmotivado, o Vasco encerrava o ano de forma melancólica. Mas o torcedor mal sabia que o pior estava por vir.

    Crise, queda e velhos conhecidos

    2013 foi um ano ainda mais acidentado para o Vasco. Precisando de dinheiro, o Cruzmaltino vendeu o ídolo Dedé ao Cruzeiro. O valor até reoxigenou o caixa, mas a saída do zagueiro foi a porta de entrada para um dos piores anos da história do clube. Outras lideranças, como o goleiro Fernando Prass e o meia Felipe, também deixavam o Gigante da Colina, que viu a sua crise explodir. 

    Frágil durante toda a temporada, o Vasco foi rebaixado para a segunda divisão novamente, em uma vergonhosa derrota por 5 a 1 contra o Athlético-PR, marcada pela confusão entre torcedores das duas equipes, na Arena Joinville. Se 2013 seria melancólico, 2014 não seria muito diferente.

    O caminho de volta à elite foi profundamente acidentado. O ponto mais baixo foi a derrota por 5 a 0 para o Avaí, em São Januário, que sepultou a passagem do técnico Adilson Batista pelo Vasco. A crise aumentou as tensões no clube, em pleno ano eleitoral. Em meio ao acesso turbulento para a Série A, os sócios garantiram a volta de Eurico Miranda ao Cruzmaltino, seis anos após a saída do ex-presidente.

    O respeito voltou?

    Querendo ‘retomar o respeito’, Eurico Miranda investiu em medalhões e em destaques de times pequenos do país. Em um primeiro momento, o movimento pareceu acertado, em especial, com o título carioca de 2015. Entretanto, o Brasileirão trouxe um choque de realidade. O Vasco teve um dos piores inícios de campeonato de sua história e, mesmo com a arrancada promovida pela chegada do meia Nenê e do técnico Jorginho, acabou rebaixado mais uma vez para a Série B.

    No ano seguinte, o Vasco voltou a vencer o Estadual, o que deu a impressão de que 2016 seria mais tranquilo. Afinal, o time era superior ao de 2015. O problema é que, assim como na temporada anterior, o Cariocão iludiu o torcedor. Em mais um ano acidentado, o Cruzmaltino viu a solidez ruir e subiu em terceiro para a Série A.

    Em 2017, o Vasco apostou na juventude. Com jovens promessas, como Evander, Mateus Vital e Paulinho, somadas à experiência de jogadores consolidados no elenco, como Martin Silva e Nenê, o Cruzmaltino fez uma campanha decente e garantiu a volta à Libertadores, após cinco anos. Mesmo que a classificação pudesse indicar que 2018 seria um ano sereno, o ambiente político do clube sempre surpreendia.

    Candidato à reeleição, Eurico Miranda venceu, porém, a Justiça do Rio de Janeiro apontou irregularidades em uma das urnas. O que poderia abrir caminho para o rival político do presidente, Julio Brant, acabou por provocar uma das maiores reviravoltas da história da política do Vasco.

    A chapa do empresário até foi eleita pelos sócios. Entretanto, o aliado de Julio, Alexandre Campello, rompeu com o antigo parceiro e foi escolhido pelo conselho do Vasco como novo presidente. A decisão enfureceu torcedores e deu início a anos ainda mais nebulosos no clube.

    Instabilidade aumenta e Vasco volta a cair

    Sob pressão da torcida desde o primeiro dia no poder, Alexandre Campello viu o Vasco sofrer diversos reveses em 2018. A derrota no Estadual para o Botafogo, a péssima campanha na Libertadores e a luta contra o rebaixamento no Brasileirão aumentaram as pressões sobre o presidente, que ainda lidava com tentativas de impugnação de seu mandato por parte da chapa de Julio Brant. Mas, graças às atuações de Yago Pikachu e de Maxi Lopez, que chegou no meio da temporada, o Cruzmaltino se manteve na elite.

    Sentindo o momento difícil, a torcida do Vasco ‘comprou o barulho’ e foi fundamental para o clube em 2019, liderando o ranking de sócios do país e contribuindo para a construção do CT Moacyr Barbosa. Dentro de campo, o Cruzmaltino teve um ano sem sustos e terminou o Brasileirão em 12º lugar. Porém, o vascaíno veria uma crise sanitária global o afastar de seu ‘primeiro amigo’.

    A pandemia da Covid-19 fechou estádios em todo o mundo em 2020 e impediu os torcedores de apoiar suas equipes. Além disso, agravou os problemas financeiros de diversos clubes, incluindo o Vasco. Mesmo com peças como Germán Cano e Martín Benítez, o Cruzmaltino ruía pelas péssimas decisões administrativas. O criticado Alexandre Campello perdia a reeleição e dava lugar a Jorge Salgado, em mais uma votação conturbada. Endividado e bagunçado, o Vasco da Gama voltava à segunda divisão. 

    Caos total, SAF e intervenção

    Em 2021, Jorge Salgado tinha nas mãos uma missão parecida com as dos seus antecessores: levar o Vasco de volta à elite e sanear as dívidas, que ficavam cada vez maiores. A equipe apostava nos gols de Germán Cano e em medalhões como Zeca e Marquinhos Gabriel para atingir seus objetivos na temporada, mas nada deu certo. O clube conseguiu a proeza de terminar a Série B em 10º lugar e, pela primeira vez, não conseguiu subir.

    O resultado, somado aos problemas financeiros, colocou o Vasco em xeque. Em meio a uma crise insolúvel, o Cruzmaltino seguiu o exemplo do rival Botafogo, entrou na temporada de 2022 com o pensamento claro de iniciar o processo para se tornar uma SAF. As reuniões para aprovar a transformação caminhavam junto com a sua campanha de um time de operários, que conseguiu o acesso para a Série A na raça e na dedicação.

    Ao mesmo tempo, o presidente Salgado vendia 70% das ações do clube ao fundo americano 777 Partners. A venda alimentou as esperanças de um 2023 mais leve, mas as intenções dos investidores deixavam um ponto de interrogação em alguns torcedores e em parte da imprensa.

    Mesmo com os altos investimentos iniciais e as muitas promessas, o Vasco sofreu. Principal contratação da temporada, Pedro Raul foi o arquétipo do time da primeira metade da temporada: perdido e decepcionante. A equipe correu sérios riscos de cair novamente, mas, graças ao bom trabalho do técnico Ramon Diaz (e do filho Emiliano) e às chegadas de Paulinho, Payet e Vegetti, o Cruzmaltino se salvou na última rodada.

    Em 2024, o torcedor vascaíno via na dupla Ramon e Emiliano Diaz e, com a chegada do diretor de futebol Alexandre Mattos, o ponto de virada para um ano fantástico. Porém, o clube recalculou a rota algumas vezes ao longo da temporada. O dirigente saiu em tempo recorde após conflitos com a comissão técnica e a diretoria. Meses depois, o treinador e o filho deixariam o Vasco em uma situação nebulosa até hoje. 

    Para completar, a bolha da 777 Partners explodiu. Acusações de fraude e uma grave crise financeira obrigaram Pedrinho, ídolo do Vasco e presidente eleito para cuidar dos 30% restantes das ações, a tomar o poder das mãos da empresa norte-americana.

    Como novo mandatário, fez mudanças importantes nos primeiros meses de clube: demitiu o técnico Álvaro Pacheco – que não venceu à frente do Cruzmaltino -, colocou o então treinador do sub-20, Rafael Paiva, no lugar e, para fechar com chave de ouro, trouxe a cria da Colina Philippe Coutinho de volta, depois de 14 anos. Com o craque de volta e os gols de Vegetti, o Vasco fez uma campanha tranquila no Brasileirão e chegou às semifinais da Copa do Brasil, parando no vice-campeão Atlético Mineiro. 

    Apesar dos resultados, as lesões de alguns jogadores importantes, como Adson e David, e questões internas fizeram com que Rafael Paiva deixasse o Vasco antes do fim do Brasileirão. Com isso, o diretor-técnico Felipe assumiu o comando do time nos jogos finais da temporada.

    Conflitos, recuperação judicial e futuro incerto

    O momento atual do Vasco não é dos mais sólidos. Apesar da aprovação da recuperação e dos rumores de revenda do clube, a pressão da torcida por resultados aumenta a cada dia. O início de 2025, instável, gerou rusgas entre vascaínos e o presidente Pedrinho. Entretanto, a boa campanha da Copa do Brasil parece ter acalmado o clima em São Januário.

    Mesmo com o caos institucional, a paixão do vascaíno parece inabalável. O apoio, as memórias de times lendários, as raízes e a esperança do torcedor carregam e carregarão o clube não importa o momento, afinal, ‘todo vascaíno tem amor infinito’.

    Fontes:

    https://vasco.com.br/linha-do-tempo/ 

    https://www.memoriavascaina.com/2014/01/rua-da-saude-n-293-o-vasco-nasceu-para.html 

    https://ge.globo.com/blogs/memoria-ec/post/2020/09/25/local-onde-vasco-foi-fundado-recebe-nome-do-primeiro-presidente-negro-do-clube.ghtml

    https://ge.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/2024/01/09/como-joel-santana-e-campo-grande-proporcionaram-a-dinamite-despedida-honrosa-no-vasco.ghtml 

    https://oglobo.globo.com/esportes/futebol/vasco-ja-teve-conquistas-com-dinheiro-estrangeiro-mas-viu-fim-traumatico-relembre-25403795 

    https://ge.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/2014/12/eurico-miranda-assume-presidencia-do-vasco-em-cerimonia-na-lagoa.html 

    https://oglobo.globo.com/esportes/vasco-justica-invalida-votacao-que-elegeu-leven-siano-abre-caminho-para-posse-de-salgado-24801185 

    https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/23/deportes/1516665586_808224.html 

    https://ge.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/retrospectiva-do-vasco-erros-dentro-e-fora-de-campo-e-permanencia-na-serie-b-tornam-2021-o-pior-ano-da-historia.ghtml 

    https://ge.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/2024/12/29/retrospectiva-2024-saida-da-777-gestao-de-pedrinho-e-volta-de-coutinho-marcam-ano-do-vasco.ghtml