Em 95 anos de história, o São Paulo se moldou como um dos clubes mais respeitados do mundo. Isso passa muito por seus ídolos, nomes que ajudaram a construir uma história vencedora do Tricolor. Dos fundadores nos anos 40, passando pela Era Telê até o “Soberano”, o Clube da Fé coleciona jogadores e treinadores emblemáticos.
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Em cima disso, confira agora os maiores ídolos da história do São Paulo. Suas histórias, números e estatísticas com o Manto Tricolor. Além de curiosidades e o que fez cada um cravar seu nome no Campeão de Tudo.
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O que é preciso para se tornar ídolo do São Paulo?
Para se tornar ídolo do São Paulo, além de obviamente os títulos, é preciso entender o DNA tricolor. Tido como o Clube da Fé, por conta de toda a luta e por acreditar na transformação do clube, a torcida espera que em campo, veja quem brigue pela camisa. Assim, muitos dos nomes históricos do Tricolor são assim, identificados com a torcida de alguma forma, seja pela maneira de jogar, raça, torcida ou pelo fato de ser formado lá dentro.
Conheça os ídolos do São Paulo
De jogadores ou treinadores, o São Paulo é um daqueles clubes que o tamanho é tanto, que se debate quem pode virar ídolo ou não. O Mundo Bola São Paulo traz então os principais, aqueles que são praticamente consensos dentre os são paulinos. Citando contexto e o porquê são adorados.
Rogério Ceni
Literalmente o ’01’, Rogério Ceni e São Paulo estão intrínsecos na história do futebol. Quando se pensa em um, lembra do outro, e vice-versa. Formado no clube, o goleiro passou a vida toda dedicada ao Tricolor.
Nascido no Mato Grosso, Rogério Ceni chegou em 1990 ao São Paulo. Após três anos na base, subiu para o profissional e apesar do talento e liderança já apreciados na base, teve de esperar para conseguir sua chance. Muito porque no gol tricolor, tinha ninguém menos que Zetti.
Em 97, assumiu o posto de titular e não largou mais. Considerado um dos maiores goleiros da história, ele defendeu o gol do São Paulo por 18 anos como titular, somando 1237 partidas. Se firmando no livro dos recordes como o jogador que mais disputou partidas por um único clube na história do esporte.
Além dos feitos de baixo das traves, é impossível não falar sobre como também foi histórico com os pés. Maior goleiro artilheiro da história, com 131 gols na carreira, Ceni é até hoje referencia e tido como pioneiro na arte do “goleiro líbero”. Exímio cobrador de faltas e pênaltis, suas atuações na defesa e ataque chegaram a colocá-lo como um concorrente a Bola de Ouro em 2006.
Simbolo de profissionalismo, dedicação e principalmente amor ao clube, Rogério Ceni conquistou pelo São Paulo: Brasileirão (2006, 2007 e 2008), Copa Intercontinental (1993), Mundial de Clubes (2005), Libertadores (1993 e 2005), Sul-Americana (2012), Recopa (1993 e 1994), Supercopa da Libertadores (1993), Copa Conmebol 1994) e Copa Master da Conmebol (1996)
Telê Santana
Poucos clubes têm a honra de ter um técnico entre seus maiores ídolos. O São Paulo é um deles, com Telê Santana, nome que gera debate se supera, ou não, Rogério Ceni.
Telê Santana literalmente marcou uma era. Seus feitos pelo São Paulo são admirados ao redor do mundo, especialmente pelo seu estilo de jogo revolucionário e que décadas depois se tornaria um padrão do futebol mundial.
Com Telê no comando, o São Paulo se impôs como um colosso no futebol. O técnico conquistou tudo que era possível na beira do campo. Enchendo a sala de troféu tricolor, em cinco anos de clube ele venceu: Mundial (92 e 93), Libertadores (92 e 93), Supercopa Libertadores (93), Recopa (93 e 94), Brasileirão (91) e Paulistão (91 e 92).
Raí
Maior nome da Era Telê Santana, Raí, o Terror do Morumbi, é outro que se coloca como candidato a maior ídolo da história do São Paulo. Meia-atacante, chegou ao Tricolor muito jovem, em 1987. Porém, foi virar titular somente em 89, e peça chave só com Telê, em 91.
Com 395 jogos pelo clube e 128 gols marcados, Raí conquistou pelo São Paulo: Paulistão (1989, 1991, 1992, 1998 e 2000), Brasileirão (1991), Libertadores (1992 e 1993) e Mundial (1992).
Muller
Maior camisa 7 da história do São Paulo, Muller é outra figura emblemática do clube na Era Telê. O atacante, no entanto, tem algo a mais, que engrandece ainda mais sua ligação com o Tricolor. Isso porque, é cria das categorias de base do time, numa geração de ouro dos anos 80.
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Com a camisa do São Paulo, em três passagens foram 387 jogos, 160 gols e 16 títulos. Sua idolatria diminuiu ao longo do tempo por conta de passagens em todos os rivais paulistas. Mas principalmente pela sua ida ao Palmeiras em 95.
Leônidas da Silva (Diamante Negro)
Maior jogador do Brasil até o surgimento de Pelé, Leônidas da Silva, o ‘Diamante Negro’, chegou ao São Paulo já consolidado como atleta. Ele foi contratado pelo Tricolor junto ao Flamengo, em 1942, na transação mais cara da história do futebol sul-americano até então. Pelo Clube da Fé, disputou 211 partidas e balançou as redes 144 vezes.
A chegada de Leônidas e o período vitorioso que se seguiu marcaram a consolidação do São Paulo como um dos grandes clubes do país. Com o Diamante Negro, o Tricolor conquistou cinco títulos paulistas em sete temporadas (1943, 1945, 1946, 1948 e 1949) num time que ficou conhecido como “Rolo Compressor”, firmando-se de vez como uma potência do futebol nacional.
Muricy Ramalho
Um dos maiores técnicos do futebol brasileiro no século, Muricy Ramalho é outro treinador a entrar no hall da fama de ídolos do São Paulo. No entanto, sua história de idolatria vem desde a época de jogador. Isso porque, ele é formado pelo clube.
Como jogador, Muricy foi campeão brasileiro e paulista pelo São Paulo nos anos 70. Após uma vida como atleta no Tricolor, ingressou na profissão de técnico. Começando, inclusive, como auxiliar de Telê Santana.
Após uma breve passagem nos anos 90 treinando o time principal. Retornou em 2006, para conquistar o histórico tricampeonato consecutivo do Brasileirão (2006, 2007 e 2008).
Menções honrosas
Além dos citados, um clube com a grandeza do São Paulo abriga ainda diversos ídolos.
Por eras, da geração “Soberana”, surgem nomes como: Mineiro, Lugano, Cicinho, Amoroso, Souza, Hernanes e Dagoberto.
Na Era Telê, além de Raí e Muller, podemos citar: Cafu, Cerezo, Zetti e Palhinha.
E nos anos mágicos de 70 e 80, surgem diversos nomes, como: Oscar, Serginho Chulapa, Pedro Rocha, Darío Pereyra, Waldir Peres e Careca.
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Fontes: