Desde sua fundação, o São Paulo é um clube que foca no trabalho de revolução e inovação. Seja nos padrões extracampo ou dentro dele, a equipe já foi pioneira em diversos assuntos. Taticamente, não foi diferente.
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Por anos, o São Paulo não teve um DNA concreto, taticamente falando. Os times sempre se baseavam na luta e na garra, inspirado pelo slogan de ‘Clube da Fé’. No entanto, tudo mudou no início dos anos 90.
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Telê Santana e a revolução no futebol brasileiro
Desde que encerrou sua carreira como jogador e se tornou treinador, Telê Santana sempre pregou um estilo ofensivo. Com base nas raízes do futebol brasileiro, pensava num jogo com muita movimentação, troca de passes e improviso. No São Paulo, atingiu o ápice disso.
Propondo uma maneira de jogar futebol ofensiva, que anos depois seria referência para técnico mundo afora, Telê conquistou tudo com o São Paulo. Assim, o clube tentou por anos manter esse estilo, visando replicar uma fórmula de sucesso. No entanto, não deu muito certo, pois nenhum tinha a genialidade do Mestre.
Era ‘Soberano’ e DNA de Muricy que perdura no São Paulo
Após anos melancólicos no ostracismo, o São Paulo voltou ao topo do mundo em 2005. Campeão da Libertadores e Mundial, o Tricolor se consolidou com um esquema de três zagueiros e futebol eficiente. Nesse sistema que seria aprimorado por Muricy Ramalho nos anos seguintes.
Com o lema “Aqui é trabalho”, Muricy montou um São Paulo forte e eficiente, que vencia os adversários com imponência, na intensidade e força física. Desde então, essa passou a ser a base do clube nos últimos anos. Apesar de mais de uma década de insucessos, o time sempre teve em seu DNA um espirito guerreiro.
Em 2021, o São Paulo quebrou um jejum de nove anos sem título justamente aplicado a esse sistema. Com Hernán Crespo, o Tricolor, depois de algumas temporadas, apostou na tão querida linha de três e copou um Paulistão. Quatro anos depois, em 2025, o treinador argentino novamente é a aposta do clube para voltar aos caminhos das glórias, tendo Muricy de perto, observando e aconselhando como dirigente.
Veja uma lista de outros treinadores icônicos do São Paulo:
- Joreca (1943 – 1947)
- Vicente Feola (oito passagens entre 1937 – 1960)
- Bella Guttmann (1957 -1958)
- Jose Poy (1964-1965, 1971-1972, 1973-1976)
- Rubens Minelli (1977 – 1979)
- Paulo Autuori (2005)
- Dorival Jr (2017 e 2023)
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