Uma das bases mais respeitadas do mundo, o São Paulo é uma das equipes que mais forma jogadores de alto-nível no Brasil. Como sempre inovador, o Tricolor criou o CFA Laudo Natel, em Cotia, como o primeiro investimento de grande porte para a criação de um centro exclusivo para formação de jogadores no Brasil.
Desde então, o São Paulo se tornou um dos clubes que mais lucrou com a base no mundo. Além disso, empilhou títulos nas mais diversas categorias. Numa história que ao longo dos 20 anos de Cotia, coleciona histórias e atletas que atingiram o ápice do futebol.
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No entanto, antes disso também houve uma história:
A base do São Paulo antes de Cotia
A origem das categorias de base do São Paulo é um tanto incerta e pouco documentada. Durante o período da Chácara da Floresta (1930-1935), o clube contava com uma equipe alternativa, conhecida como “aspirante”. No entanto, não seria correto classificá-la como um time de base, já que nela atuavam jogadores adultos, muitas vezes com mais de 20 anos, ao lado de atletas mais jovens.
Os primeiros indícios de um trabalho realmente voltado à formação de jovens no São Paulo surgiram após a reorganização do clube, em 1935. Porém, naquela época, assim como os profissionais, os jogadores amadores não tinham campo fixo para treinar e precisavam se deslocar entre diferentes locais. Em algumas ocasiões, utilizavam até os fundos da Igreja da Consolação para realizar os trabalhos.
Mesmo após a inauguração do estádio em 1960 e do complexo social em 1962, os jovens ainda não contavam com um espaço próprio e adequado para os treinos. O clube, então, recorria a parcerias externas, alugando ou emprestando campos localizados nas proximidades.
Um avanço significativo ocorreu em 25 de janeiro de 1975, com a criação da Escola de Futebol Vicente Ítalo Feola. Instalada no corredor interno do estádio do Morumbi, a estrutura oferecia dormitórios para 40 garotos, além de biblioteca, ambulatório, refeitório e, a partir de 1992, fisioterapia. Pela primeira vez, o São Paulo proporcionava esse tipo de suporte completo aos atletas amadores de forma regular.
Dali, surgiram nomes como: Muller, Silas, Careca, Pita, Cafu e Rogério Ceni.
Essa situação permaneceu até meados da década de 90. Até que em 1997, o São Paulo passou a alugar o Centro de Formação de Atletas Profissionais (CEFAP), em Cotia. No mesmo ano, em 13 de dezembro, inaugurou o Centro de Treinamento Homero Bellintani, no bairro do Guarapiranga, zona sul da capital paulista.
Mesmo assim, nenhum dos locais atendia plenamente às expectativas do clube em relação à base. Durante esse período, o departamento de formação continuou funcionando no Morumbi. E era comum recorrer ao empréstimo de campos de várzea ou de terceiros para os treinamentos.
Nesse meio tempo, o São Paulo formou jogadores como: Denilson, Caio Ribeiro, Belletti, Luis Fabiano e Kaká, que seria melhor do mundo futuramente.
Made in Cotia
Após anos procurando um lugar para chamar de seu e trabalhar o futuro do clube, enfim o São Paulo conseguiu. Em 2005, o Tricolor inaugurava o CFA Laudo Natel, em Cotia. Um marco das categorias de base no Brasil, referência ao redor do mundo até hoje.
O primeiro atleta de Cotia a despontar no São Paulo foi Breno. Em 2007, Muricy Ramalho promoveu o zagueiro de apenas 18 anos, que se tornaria titular incontestável. Campeão brasileiro, o defensor saiu do Tricolor rumo ao Bayern de Munique, avaliado como uma das maiores promessas do futebol brasileiro.
Já o melhor jogador que surgiu de Cotia, é Lucas. O atacante surgiu em 2010 e ao lado de Neymar era a maior promessa do futebol brasileiro e do mundo. Após anos de Europa, por PSG e Tottenham, voltou ao São Paulo em 2023, onde segue até hoje.
Filosofia do São Paulo em Cotia
Se o time principal em si não tem um DNA ao certo, Cotia, desde o início, segue um padrão. Seja no desenvolvimento dos jogadores ou a maneira na qual categoria joga, o foco tricolor é: vencer jogando bonito.
Seguindo os ensinamentos de Telê Santana, o São Paulo prioriza jogadores tecnicamente refinados. Isso reflete na maneira de jogar e até na característica dos atletas que despontaram anos depois. Sempre subindo zagueiros de bom passe, meias criativos, jogadores polivalentes e atacantes agudos e dribladores.
A atleta se mostrou muito útil para o time do Fluzão, vestindo a camisa tricolor em 60 oportunidades, marcando três gols e se tornando a terceira jogadora com maior número de partidas vestindo a armadura tricolor.
Sorriso é uma das lideranças do atual elenco, e após dois bons anos, deve seguir sendo crucial para a equipe que conseguiu a permanência na Série A1 e foi vice do Cariocão 2024.
Sorriso comemora renovação contratual com Fluminense
Para comemorar a renovação com o Fluzão, Sorriso deu uma declaração se mostrando muito alegre, fazendo jus ao apelido que tem.
Com um sorriso largo, de orelha a orelha, a guerreira tricolor comemorou muito o novo tempo de contrato pelo Fluminense, comentando as grandes expectativas que tem para o próximo ano.
Sorriso quer levar o Fluminense ainda mais longe, e tenta ajudar o time a conseguir títulos importantes nos próximos anos.
“Estou muito feliz com a renovação. A identificação que criei com o clube é muito grande e me sinto feliz por continuar fazendo parte desse clube enorme. Tenho muitas expectativas para a próxima temporada e quero ajudar a levar o Fluminense o mais longe possível em todas as competições que disputar, será um grande ano. Traremos muitas alegrias para o torcedor tricolor”, diz Sorriso.
Pelo Fluminense, Sorriso vai buscar seu primeiro título no clube, e a equipe tricolor mostra que vai chegar forte para o próximo ano em busca dos canecos.
O planejamento do Grêmio para 2026 já começou, e a disputa pela posição de goleiro está no centro das atenções. A direção gremista considera definir o titular da meta uma das prioridades para a próxima temporada. Entre Tiago Volpi e Gabriel Grando, o clube ainda avalia quem deve assumir a camisa 1 de forma definitiva. A informação é do ‘Portal do Gremista‘.
Tiago Volpi, contratado no início do ano, vem sendo alvo de questionamentos desde sua chegada a Porto Alegre. O empate em 2 a 2 com o Fortaleza reacendeu as críticas, especialmente pelo gol de falta sofrido. De acordo com levantamento da Rádio Gaúcha, o goleiro já levou cinco gols desse tipo na temporada.
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Mesmo com oscilações, Volpi também viveu bons momentos, com defesas decisivas e até um pênalti convertido diante do Flamengo. Por outro lado, uma lesão no segundo turno abriu espaço para Gabriel Grando, que teve boas atuações e reabriu a disputa pela posição. No entanto, o jovem goleiro também mostrou irregularidade em partidas como a derrota para o Bahia.
As médias de Volpi e Grando no Grêmio
Os números mostram equilíbrio: Volpi fez 10 jogos e sofreu 12 gols, enquanto Grando atuou cinco vezes e levou sete. As médias de desempenho são 6,6 e 6,8, respectivamente. Grando tem contrato até 2026, mas sua renovação ainda não avançou. Já Volpi tem vínculo até o fim de 2025, e a nova direção gremista deve definir o futuro de ambos durante a pré-temporada, como parte do planejamento para o ciclo de 2026.
A postagem considerada de cunho homofóbico do atacante Vitor Roque, que rendeu uma denúncia ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), já tem data para ser julgada. A 2ª Comissão Disciplinar do órgão alinhou a pauta para a sessão do dia 17 de novembro, na próxima segunda-feira.
A postagem de Vitor Roque foi feita após a virada do Palmeiras sobre o São Paulo, por 3 a 2, com reclamações sobre um pênalti não marcado para o Tricolor. Celebrando o triunfo, o atacante postou a imagem de um tigre — como é conhecido e comemora os gols — devorando um veado.
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O post rapidamente se espalhou e gerou repercussão negativa, o que fez Vitor Roque apagá-lo. Mesmo assim, a Procuradoria do STJD denunciou o atacante do Palmeiras com base no artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) — que fala sobre discriminação.
Caso seja enquadrado neste artigo e condenado, Vitor Roque pode pegar de cinco a dez partidas de suspensão. O Palmeiras tem apenas seis pela frente no atual Brasileirão. A informação sobre a data do julgamento foi dada inicialmente pelo perfil “Lei em Campo”.
Vale ressaltar que outros casos referentes ao clássico entre Palmeiras e São Paulo serão julgados neste mesmo dia. Além de Vitor Roque, denúncias envolvendo personagens do jogo também serão apreciadas. Entre eles, estão o árbitro da partida, Ramon Abatti Abel, e a dupla Carlos Belmonte e Rui Costa, diretores do clube tricolor.
Enquanto lida com a situação de Vitor Roque, o Palmeiras briga diretamente pelo título do Brasileirão com o Flamengo. O Rubro-Negro, aliás, também é o adversário do Alviverde na final da Libertadores. Após a última rodada, os dois passaram a ficar empatados em pontos, com 68 para cada, e o Porco lidera por ter uma vitória a mais.
Em meio à Data Fifa, tanto Palmeiras quanto Flamengo precisam aceitar os desfalques para entrar em campo neste sábado (15), em jogos atrasados do Brasileirão. A equipe de Abel Ferreira encara o Santos, na Vila Belmiro, às 21h (horário de Brasília); os comandados de Filipe Luís visitam o Sport, às 18h30.
Messi e Cristiano Ronaldo são as grandes lendas do futebol recente, mas o fim está se aproximando. Apesar disso, os dois ainda têm expectativas de jogar a Copa do Mundo 2026 e não devem parar antes disso.
CR7, por exemplo, comentou durante um evento de turismo na Arábia Saudita sobre sua aposentadoria, projetando que deve, sim, jogar mais uma Copa do Mundo com Portugal, que está perto de conseguir nova classificação.
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“Definitivamente, sim. Estarei com 41 anos. Penso que será o momento, em uma grande competição. Não sei ainda, pois, como já disse, estou aproveitando momento. Mas quando falo ‘em breve’, é realmente em breve. Porque eu dei tudo pelo futebol, estive no esporte nos últimos 25 anos. Fiz tudo, muitos recordes em diferentes cenários nos clubes, na seleção. Estou realmente orgulhoso. Então, vamos aproveitar o momento, viver o momento”, comenta Cristiano Ronaldo.
O jogador, inclusive, diz que pode se aposentar entre um e dois anos, mas ainda não tem certeza de quando vai pendurar as chuteiras.
“Bem, em breve para mim é em dez anos (risos)… Não, estou brincando. Como já disse antes, me sinto muito bem nesse momento. Faço gols, me sinto rápido, em forma. Estou aproveitando meu jogo na seleção e no Al-Nassr. Mas vamos ser honestos, quando eu digo ‘em breve’, provavelmente é um ou dois anos ainda no esporte”, conclui.
Messi quer se sentir bem antes de decidir se joga a Copa do Mundo 2026
Messi, por sua vez, deu entrevista ao Diário Sport, da Espanha, e afirmou que a Copa do Mundo 2026 o anima. No entanto, diz que só deseja jogar se conseguir chegar em alto nível.
“Sim, obviamente é, é uma Copa do Mundo especial. É especial jogar pela seleção e em outras competições importantes e oficiais, considerando principalmente o que uma Copa do Mundo significa, e depois de tê-la vencido. Mas, como eu estava dizendo, não quero ser um peso, por assim dizer. Quero me sentir bem fisicamente, para ter certeza de que posso ajudar e contribuir com o grupo, com a equipe”, comenta.
Por fim, o craque argentino diz que vai avaliar seu desempenho antes da Copa do Mundo 2026.
“Nossa temporada é diferente da europeia. Teremos uma pré-temporada no meio, alguns jogos antes da Copa do Mundo, e veremos dia após dia se realmente me sinto fisicamente em forma o suficiente para estar onde gostaria e poder participar. Mas, obviamente, estou ciente de que é uma Copa do Mundo, e que é especial, e que a Copa do Mundo é a maior competição que existe. Então, estou animado, mas levando um dia de cada vez”, conclui.
Os fãs, portanto, pode ser brindados com mais uma Copa do Mundo com Messi e Cristiano Ronaldo, por Argentina e Portugal, respectivamente.
O Corinthians tenta viabilizar um novo acordo de naming rights para a Arena de Itaquera e avalia a possibilidade de parceria com a Caixa Econômica Federal. A ideia é transformar o banco em patrocinador do estádio e usar o valor do contrato para reduzir a dívida, que ultrapassa R$ 650 milhões com a própria instituição.
A Arena do Corinthians, inaugurada em 2014, se tornou um dos maiores desafios financeiros da história do clube. A dívida com a Caixa, responsável pelo financiamento do estádio, é de aproximadamente R$ 650 milhões, enquanto o passivo total já ultrapassa R$ 2,7 bilhões.
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O débito com o banco estatal segue como o principal entrave para qualquer tentativa de recuperação financeira. Dessa forma, durante o programa ‘Posse de Bola’, do ‘UOL’, o jornalista Juca Kfouri defendeu que a Caixa assumir os naming rights da Arena.
“Há em curso uma negociação para que a Caixa Econômica Federal seja o novo nome do estádio do Corinthians, eventualmente até se tornando patrocinadora oficial, para que a dívida seja paga de uma maneira mais viável. (…) É muito fácil agora dizer que é dinheiro público, mas a Caixa concorre no mercado privado, compete com Bradesco, Itaú e outros bancos”, disse, antes de completar:
“E deixo claro: não falo isso porque sou corintiano, mas porque é uma solução lógica, assim como defendo o Flamengo no Maracanã. Eu mesmo dizia que o Corinthians devia ter ficado com o Pacaembu, e olha como ele está hoje: só palco de shows, futebol nunca mais. É isso.”
O clube, por sua vez, analisa caminhos que possam combinar renegociação com o banco e novos investidores. A hipótese de naming rights da Arena com a Caixa reacende a esperança de um acordo capaz de destravar as contas e iniciar uma nova fase de estabilidade.
Corinthians e Caixa ainda não se manifestaram publicamente sobre o andamento das negociações para um possível acordo que envolva o estádio e o banco estatal.
Gaviões mantém iniciativa para ajudar Corinthians a pagar dívida com a Caixa
A Gaviões da Fiel mantém uma iniciativa paralela para ajudar na quitação da dívida da Arena do Corinthians. A torcida criou a campanha “Doe Arena Corinthians”, popularmente chamada de “vaquinha do Corinthians”, com o objetivo de contribuir para o pagamento do débito junto à Caixa Econômica Federal.
No fim de outubro, a organizada anunciou o pagamento de duas parcelas da dívida, comprovadas em publicações nas redes sociais nos dias 29 e 30. Até o momento, a arrecadação ultrapassa R$ 41 milhões, reforçando o engajamento da torcida na tentativa de aliviar o passivo do clube.
SAFiel: projeto quer transformar o Corinthians em clube com participação da torcida
Juca Kfouri também apontou o projeto SAFiel como uma das alternativas mais viáveis para o futuro do Corinthians. O jornalista classificou a proposta como uma possível solução para a crise financeira, destacando que o modelo pode representar um caminho de salvação para o clube.
A SAFiel é um modelo idealizado por corintianos e inspirado no Bayern de Munique, que pretende transformar o departamento de futebol em uma sociedade anônima com participação direta da torcida. O Corinthians manteria parte do controle, enquanto o restante das ações seria dividido entre torcedores e investidores.
O projeto prevê dois tipos de ações: uma com direito a voto, destinada exclusivamente a sócios do programa Fiel Torcedor, e outra preferencial, voltada a empresas e fundos sem poder político. Nenhum acionista poderia deter mais de 1,8% das ações com voto, e a meta de captação ultrapassa R$ 2 bilhões. A proposta busca criar um modelo de governança moderno, transparente e com maior pulverização de poder dentro do clube.
O Fluminense deve ter um reforço e tanto para o próximo jogo, que reserva o clássico contra o Flamengo: Paulo Henrique Ganso, que já está à disposição do treinador Luís Zubeldía. Na verdade, o meia já até poderia ter sido relacionado contra o Cruzeiro, na última partida do Tricolor; mas o técnico tomou a opção de preservá-lo.
Ganso estava machucado desde meados de setembro, quando teve uma lesão de grau 2 na panturrilha esquerda. O problema aconteceu ainda no primeiro tempo do jogo contra o Corinthians, pelo Brasileirão, e forçou a substituição imediata do meia — que não voltou desde então.
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Contra o Cruzeiro, Zubeldía colocou em prática algo que faz parte de seu modelo: não introduzir jogadores que acabaram de voltar de lesão diretamente no time. Por isso, Ganso não esteve entre os relacionados para o empate em 0 a 0, no Maracanã.
Agora, o meia usa a Data Fifa para intensificar o período de treinos e readquirir a melhor forma, além de afinar o entrosamento com os companheiros de time. A primeira oportunidade de ser relacionado será contra o Flamengo, seja como titular ou no banco de reservas. A informação foi divulgada inicialmente pelo “ge”.
O Fluminense aguarda o fim da Data Fifa para o confronto com o Flamengo, no dia 19 de novembro, pela 34ª rodada do Brasileirão. O Tricolor é o sétimo colocado, garantindo a última vaga para as fases iniciais da Libertadores, com 51 pontos. Abaixo, o São Paulo tem 45; à frente, o Botafogo soma 52. A bola rola às 21h30 (horário de Brasília).
Em 1910, um grupo de trabalhadores humildes do bairro do Bom Retiro fundou o Sport Club Corinthians Paulista. O nome foi inspirado no Corinthian Football Club, da Inglaterra, que excursionava pelo Brasil naquele ano e era chamado de Corinthian’s team.
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Os fundadores deixaram de lado sugestões como Santos Dumont, Carlos Gomes e Guarani, e escolheram Corinthians. Dez dias depois, o time estreava contra o União da Lapa, equipe de várzea.
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O primeiro campo, conhecido como Campo do Lenheiro, ficava onde hoje é a Rua José Paulino. Depois, o clube jogou perto da Ponte das Bandeiras, antes de se fixar no Estádio Alfredo Schürig, no Parque São Jorge. Hoje, o Corinthians manda seus jogos na Neo Química Arena, em Itaquera, uma das arenas mais modernas do mundo.
O uniforme original, azul-marinho e creme, foi substituído pelo tradicional preto e branco pela facilidade de encontrar tecido nessas cores.
Corinthians no cenário Estadual
As primeiras conquistas do Sport Club Corinthians Paulista vieram poucos anos após a fundação. Em 1914, o time conquistou seu primeiro Campeonato Paulista, organizado pela Liga Paulista de Futebol, ao vencer 10 das 10 partidas disputadas — uma campanha perfeita que consagrou o clube como potência do futebol paulistano.
Dois anos depois, em 1916, o Corinthians confirmou o bom momento e levantou mais uma taça estadual, mostrando que o sucesso inicial não era obra do acaso, mas o reflexo do talento e da garra de seus jogadores.
Na década de 1920, o Corinthians consolidou sua hegemonia no futebol paulista. O clube conquistou o tricampeonato consecutivo de 1922, 1923 e 1924, feito que o colocou definitivamente entre os grandes do estado. Nesse período, o time contava com nomes marcantes como Neco, um dos primeiros ídolos do clube, conhecido por sua liderança, faro de gol e identificação com a torcida.
O sucesso dentro de campo coincidiu com o fortalecimento da Fiel, que crescia a cada vitória e começava a moldar a identidade popular e apaixonada que acompanharia o Corinthians ao longo da história.
O domínio alvinegro seguiu firme nos anos seguintes. O Corinthians voltou a conquistar outro tricampeonato paulista entre 1928 e 1930, mostrando regularidade e um futebol envolvente para a época.
No final da década de 1930, veio mais uma sequência histórica: o tricampeonato de 1937, 1938 e 1939, que ampliou a galeria de troféus e firmou o clube como a maior força do estado. Essas campanhas consagraram o Corinthians como o “Campeão do Povo”, um time nascido entre trabalhadores e que rapidamente conquistou o coração da cidade de São Paulo — símbolo de luta, raça e superação.
“Ataque dos 100 Gols” e o longo jejum do Corinthians
O início da década de 1950 marcou uma das fases mais empolgantes da história do Corinthians. Em 1951, o time montou uma linha ofensiva que entrou para o folclore do futebol brasileiro: o “Ataque dos 100 Gols”, formado por Carbone, Cláudio, Luizinho, Baltazar e Mário. Aquela equipe encantava pela ofensividade e eficiência, encerrando o Campeonato Paulista com 103 gols em 28 jogos.
O sucesso não parou por aí. No ano seguinte, 1952, o Corinthians conquistou novamente o Campeonato Paulista, confirmando sua supremacia. Dois anos depois, em 1954, veio a consagração no Paulistão do IV Centenário de São Paulo, torneio comemorativo pelos 400 anos da cidade.
A conquista encerrou uma era dourada. A partir dali, começou o maior jejum de títulos da história corintiana, que duraria 23 anos. O clube viveu altos e baixos, viu o surgimento de um craque do tamanho de Rivelino, e acompanhou a transformação do futebol brasileiro.
Nesse período, apesar da falta de conquistas expressivas, o Corinthians lançou as bases de sua força nas categorias de base: foi campeão das duas primeiras Copas São Paulo de Futebol Júnior, em 1969 e 1970, começando ali uma trajetória vitoriosa na formação de talentos.
A “Invasão Corintiana” e o fim do jejum
Mesmo em meio à seca de títulos, o Corinthians protagonizou um dos episódios mais marcantes da história do futebol brasileiro: a “Invasão Corintiana” de 1976. Na semifinal do Campeonato Brasileiro, contra o Fluminense, o clube mobilizou uma legião de torcedores como jamais se vira. Cerca de 70 mil corintianos viajaram do estado de São Paulo até o Maracanã.
O empate em 1 a 1 e a vitória nos pênaltis levaram o Corinthians à final, e aquele espetáculo nas arquibancadas ficou para sempre na memória do futebol nacional como símbolo da paixão e da fidelidade da Fiel Torcida.
Embora o título não tenha vindo, com a derrota para o Internacional, de Porto Alegre —, a “Invasão Corintiana” serviu como combustível para a virada emocional e simbólica do clube.
O alívio, enfim, chegou em 1977. Depois de 22 anos, oito meses e sete dias, o Corinthians voltou a conquistar o Campeonato Paulista, derrotando a forte Ponte Preta em uma final emocionante no estádio do Morumbi. O gol histórico de Basílio, o “Pé de Anjo”, após rebote dentro da área, desencadeou uma explosão de alegria que tomou conta de São Paulo.
Democracia Corintiana e novos títulos
Com o fim do jejum e a retomada das conquistas, o Corinthians entrou nos anos 1980 pronto para viver uma das fases mais emblemáticas de sua história. O título paulista de 1979 abriu caminho para um período de transformações dentro e fora de campo. Na virada da década, o clube seria palco de um movimento que extrapolaria o futebol e se tornaria símbolo de liberdade e participação: a Democracia Corintiana.
Liderado por jogadores como Sócrates, Casagrande, Wladimir e Zenon, e com o apoio do diretor de futebol Adílson Monteiro Alves, o movimento defendia que todas as decisões, desde as escalações às contratações, fossem tomadas de forma coletiva, com votos iguais entre atletas, comissão técnica e dirigentes.
Em plena ditadura militar, o Corinthians se transformou em um microcosmo da democracia brasileira, e o grito “Ganhar ou perder, mas sempre com democracia” ecoou para além dos estádios. Dentro de campo, o time mostrou que liberdade e resultado podiam andar juntos: conquistou o bicampeonato paulista em 1982 e 1983, com futebol envolvente e protagonismo de Sócrates, o “Doutor”, ídolo eterno do clube.
Depois da era da Democracia Corintiana, o clube manteve o espírito vitorioso. Em 1988, o Corinthians voltou a levantar o troféu do Campeonato Paulista, justamente no centenário da Abolição da Escravatura, o que reforçou sua imagem como o “Campeão dos Centenários” — já que havia conquistado títulos também nos anos comemorativos de 1922 (Independência do Brasil) e 1954 (IV Centenário da cidade de São Paulo).
Corinthians e a era das grandes conquistas
O início da década de 1990 marcou uma virada definitiva na história do Corinthians. Após décadas de hegemonia regional, o clube finalmente conquistou o sonhado título nacional. Em 1990, com Neto em fase brilhante e um elenco aguerrido, o Timão superou o São Paulo na decisão e levantou a taça do Campeonato Brasileiro pela primeira vez.
O troféu abriu as portas para um dos períodos mais vitoriosos da história corintiana. A Copa do Brasil e o Campeonato Paulista de 1995 marcaram o início de uma sequência de títulos importantes, com um time talentoso e comandado por grandes nomes da época.
Em 1997, o Corinthians voltou a levantar o Paulistão e iniciou uma era de conquistas quase ininterruptas. Vieram o bicampeonato brasileiro de 1998 e 1999, o Campeonato Paulista de 1999 e o histórico Mundial de Clubes da FIFA de 2000, conquistado no Maracanã diante do Vasco da Gama.
O sucesso continuou nos anos seguintes. O Corinthians venceu o Paulista de 2001 e 2003, a Copa do Brasil e o Torneio Rio-São Paulo de 2002, e ainda contou com um elenco estrelado, com Marcelinho Carioca, Ricardinho, Edílson, Rincón, Vampeta, Luisão e Dida, ídolos que marcaram época no Parque São Jorge.
Em 2005, veio mais um Campeonato Brasileiro, confirmando a força do clube na virada do milênio. Nesse período, o Timão também ampliou seu domínio nas categorias de base, conquistando o bicampeonato da Copa São Paulo de Futebol Júnior, tornando-se o maior vencedor da competição.
Mas o brilho daquela era seria seguido pelo maior desafio desde 1910: o rebaixamento à Série B, dois anos depois — um tropeço que precederia uma das maiores histórias de superação do futebol brasileiro.
Queda e reconstrução do Corinthians
O ano de 2007 entrou para a história do Corinthians como um dos períodos mais dolorosos para o clube e sua torcida. Após uma sequência de crises políticas, erros administrativos e campanhas irregulares, o Timão viveu o que parecia impensável: o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro.
Logo no ano seguinte, em 2008, o clube mostrou sua força. Com um elenco reformulado e sob o comando de Mano Menezes, o Corinthians fez uma campanha impecável na Série B, conquistando o acesso com autoridade e o vice-campeonato da Copa do Brasil. O retorno marcou não apenas um novo ciclo esportivo, mas também o início de uma reestruturação institucional, com planejamento e ambição renovada.
O resultado veio rápido. Em 2009, o Corinthians renasceu em grande estilo. Sob o comando do mesmo Mano Menezes, o clube conquistou o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil, selando a retomada do protagonismo nacional. Nesse período, o time ganhou um novo ídolo: Ronaldo Fenômeno, que, mesmo em fim de carreira, foi decisivo nas conquistas e se tornou símbolo da reconstrução corintiana.
Ao encerrar a carreira em 2011, Ronaldo declarou amor eterno ao Corinthians — e, de certa forma, simbolizou o que aquele momento representava: o renascimento de um gigante movido por paixão, fé e resistência.
Era Tite: um marco histórico no Corinthians
Após a reconstrução e o renascimento em campo, o Corinthians viveu sob o comando de Adenor Leonardo Bacchi, o Tite, o período mais glorioso de sua história moderna. Em 2011, o time conquistou o Campeonato Brasileiro com uma campanha sólida, marcada pela consistência tática e pela força coletiva.
O título abriu caminho para um novo patamar de excelência e deu ao clube a chance de disputar, no ano seguinte, o maior sonho de sua torcida: a Taça Libertadores da América.
O torneio continental de 2012 foi a consagração de um projeto que uniu planejamento, trabalho e identidade. O Corinthians realizou uma campanha invicta, algo raríssimo na história da competição, e venceu o Boca Juniors na grande final, com uma vitória por 2 a 0 no Pacaembu.
Mas o melhor ainda estava por vir. Em dezembro de 2012, o Corinthians representou o Brasil no Mundial de Clubes da FIFA, no Japão, e enfrentou o poderoso Chelsea, da Inglaterra. Com atuação impecável, o Timão venceu por 1 a 0, gol de Paolo Guerrero, e conquistou o mundo pela segunda vez.
O título coroou uma geração de jogadores lendários — Cássio, Chicão, Ralf, Paulinho, Danilo, Emerson e Guerrero — e consagrou Tite como um dos maiores técnicos da história do clube.
Em 2013, o Corinthians ainda ampliou sua galeria com o Campeonato Paulista e a Recopa Sul-Americana, consolidando definitivamente a era Tite como um dos capítulos mais vitoriosos e simbólicos do futebol brasileiro.
Arena Corinthians
Em 2014, o Corinthians inaugurou a sua moderna Arena em Itaquera, um estádio multiuso que rapidamente se tornou símbolo da grandiosidade do clube e recebeu o evento de abertura da Copa do Mundo FIFA no Brasil.
No campo esportivo, o período pós-Arena trouxe mais títulos e momentos históricos. O Corinthians conquistou novos Campeonatos Brasileiros em 2015 e 2017, além de bicampeonatos paulistas em 2017 e 2018, atingindo 29 conquistas estaduais, número recorde na história do futebol paulista.
A era recente consolidou o Corinthians como potência técnica, estruturada e vencedora. A Arena Itaquera tornou-se palco de grandes decisões e momentos inesquecíveis, enquanto o time manteve a tradição de resiliência, paixão e luta que sempre marcou sua história.
Entre conquistas nacionais e internacionais, títulos de base e profissionais, o Timão segue como símbolo de orgulho para milhões de torcedores, mostrando que, mesmo em uma história centenária, ainda há espaço para novos capítulos de glória.
Mesmo com capacidade limitada a cerca de 24 mil pessoas, São Januário segue sendo um caldeirão em dias de jogo. O estádio do Vasco costuma receber ótimo público em praticamente todas as partidas do Brasileirão. De acordo com levantamento do jornalista Rodolfo Rodrigues, da ‘Revista Placar‘, o clube ocupa atualmente a 12ª posição no ranking de médias de público da Série A até a 33ª rodada.
A média de público do Vasco no Brasileirão é de 22.561 torcedores por partida, número bastante expressivo considerando o tamanho do estádio. Esses dados colocam o Gigante da Colina à frente de clubes com arenas maiores, como Internacional e Botafogo, que têm capacidade superior a 40 mil pessoas.
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O levantamento também destaca o Flamengo como líder absoluto de público na competição, com média de 61.282 pessoas por jogo no Maracanã. Na sequência aparecem Cruzeiro, Corinthians, Bahia e Palmeiras, que completam o top 5 das maiores médias da Série A.
Veja ranking ; Vasco é o 12º em média de público no Brasileirão
Pinheiros e CEISC/União Corinthians se enfrentam nesta terça-feira (11/11), às 19h (horário de Brasília), em São Paulo, pela temporada regular do NBB. O Pinheiros (5-2) defende a 4ª posição na tabela e sua força como mandante, onde venceu 3 de 4 partidas. Já o União Corinthians (3-2) busca um feito inédito na temporada: vencer a primeira fora de casa (0-2).
Se você busca os melhores palpites para Pinheiros x CEISC/União Corinthians, confira nossa análise completa com odds e estatísticas detalhadas da temporada atual até o momento.
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Onde assistir Pinheiros x CEISC/União Corinthians
Pinheiros x CEISC/União Corinthians se enfrentam nesta terça-feira (11/11), às 19h (horário de Brasília) e terá transmissão do XSports.
Veja abaixo tudo que precisa saber sobre Pinheiros x CEISC/União Corinthians.
Jogo: Pinheiros x CEISC/União Corinthians, NBB
Data: Terça-feira, 11 de novembro de 2025
Horário: 19h (de Brasília)
Local: Ginásio Henrique Villaboim, São Paulo (SP)
Transmissão: XSports
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Pinheiros x CEISC/União Corinthians: Palpite do MundoBola
O melhor palpite para Pinheiros x CEISC/União Corinthians é a vitória do Pinheiros (Vencedor do Jogo), com odd 1.45.
Este é o nosso principal palpite, focado em buscar um cenário mais provável, mas com bom valor. O Pinheiros (5-2) é o 4º colocado e muito forte no Ginásio Henrique Villaboim, onde venceu 3 de 4 jogos disputados na temporada atual até o momento.
O União Corinthians, por outro lado, ainda não venceu como visitante na temporada (0-2). Acreditamos na superioridade técnica e no fator casa do Pinheiros para garantir a vitória.
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Outras apostas para Pinheiros x CEISC/União Corinthians
Palpite: Handicap Pinheiros -1.50, odd 1.49.
Palpite: União Corinthians – Abaixo de 77.50 Pontos (incl. Tempo Extra), odd 1.55.
Palpite: Pinheiros – Acima de 79.50 Pontos (incl. Tempo Extra), odd 1.83.
Handicap Pinheiros -1.50, odd 1.49
Além de favorito, esperamos que o Pinheiros vença por pelo menos 2 pontos. Ou seja, não será uma vitória equilibradíssima. O mais provável é que haja certa vantagem para o mandante.
O time da casa tem um saldo positivo de 43 pontos na temporada.
O União Corinthians tem saldo negativo (-9) e perdeu todos os jogos fora de casa na temporada atual até o momento.
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União Corinthians – Abaixo de 77.50 Pontos (incl. Tempo Extra), odd 1.55
A média de pontos do União Corinthians na temporada é de 76.80. Jogando fora de casa, onde ainda não venceu, essa média tende a cair.
O Pinheiros sofre em média 73.28 pontos por jogo (513 em 7 jogos).
A linha de 77.50 parece segura para o ataque visitante.
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Pinheiros – Acima de 79.50 Pontos (incl. Tempo Extra), odd 1.83
Esta é uma aposta baseada na média ofensiva do time da casa. O Pinheiros tem média de 79.71 pontos por jogo na temporada atual até o momento.
Jogando em casa, a tendência é que superem essa marca contra o União Corinthians, que sofre em média 78.6 pontos por partida (393 em 5 jogos).
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Estatísticas de jogadores da partida Pinheiros x CEISC/União Corinthians
Para analisar as estatísticas de jogadores de Pinheiros x CEISC/União Corinthians, separamos os destaques de cada equipe na temporada atual até o momento, com base nos dados fornecidos.
Destaques do Pinheiros (na temporada atual até o momento):
Sloan: Média de 12.9 pontos e 5.7 assistências.
Djalo: Média de 12.3 pontos e 4.9 rebotes.
Penha Jr.: Média de 11.1 pontos e 5.3 rebotes.
Pacheco: Média de 9.7 pontos e 3.4 assistências.
Agapy: Média de 6.5 pontos e 5.0 rebotes (em 4 jogos).
Destaques do CEISC/União Corinthians (na temporada atual até o momento):
Hollowell: Média de 14.0 pontos e 7.6 rebotes.
Scott: Média de 13.3 pontos e 6.3 rebotes (em 4 jogos).
Barnes: Média de 12.8 pontos e 3.2 assistências.
Góes: Média de 12.4 pontos e 5.2 rebotes.
Veríssimo: Média de 9.6 pontos e 3.6 rebotes.
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