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  • Palmeiras mantém melhor campanha do returno mesmo com derrota para Mirassol

    O Palmeiras manteve a melhor campanha do segundo turno (returno) do Brasileirão 2025, mesmo após um resultado adverso na 33ª rodada. A equipe foi derrotada pelo Mirassol por 2 a 1, fora de casa, mas se mantém isolado como o time com mais pontos somados no returno.

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    A derrota, no entanto, fez a vantagem na ponta da classificação do returno diminuir consideravelmente. O Verdão segue com 29 pontos, mas agora vê o Flamengo, o novo vice-líder do segundo turno, apenas um ponto atrás. As equipes também brigam pela liderança da classificação geral, empatadas com 68 pontos, mas o alviverde lidera pelo número de vitórias.

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    Briga acirrada pela melhor campanha do returno

    O Flamengo fez sua parte ao derrotar o Santos por 3 a 2, no Maracanã, chegando aos 28 pontos e retomando a segunda colocação.

    Quem também se aproximou foi o próprio Mirassol. Com a vitória sobre o Palmeiras, o time do interior paulista avançou para a terceira posição, com 27 pontos.

    A rodada foi desfavorável para o Cruzeiro, que começou em segundo lugar, mas caiu para quarto. A equipe mineira empatou sem gols com o Fluminense e também soma 27 pontos, mas fica atrás do Mirassol no número de vitórias, o primeiro critério de desempate.

    O empate foi suficiente para o Fluminense assumir a quinta colocação, ultrapassando o Vasco. O Botafogo (7º), Corinthians (8º), Bahia (9º) e Ceará (10º) completam os dez primeiros colocados do returno.

    Na parte de baixo, o Internacional perdeu duas posições após empatar em casa com o Bahia (2 a 2). Como Juventude e Bragantino venceram na rodada, o time gaúcho caiu para a antepenúltima colocação (18º) do returno, com 13 pontos. Santos e Sport seguem nas duas últimas posições.

    Classificação do returno (após 33ª rodada)

     

    Ordem Clube PG J V E D GP GC SG
    1 Palmeiras 29 14 9 2 3 31 12 19
    2 Flamengo 28 14 8 4 2 31 12 19
    3 Mirassol 27 14 8 3 3 21 11 10
    4 Cruzeiro 27 14 7 6 1 15 9 6
    5 Fluminense 24 14 7 3 4 15 12 3
    6 Vasco 23 14 7 2 5 28 22 6
    7 Botafogo 21 14 6 3 5 17 14 3
    8 Corinthians 20 14 6 2 6 17 15 2
    9 Bahia 20 14 6 2 6 19 21 -2
    10 Ceará 20 14 5 5 4 13 10 3
    11 Grêmio 19 14 5 4 5 18 18 0
    12 São Paulo 17 14 5 2 7 15 16 -1
    13 Vitória 17 14 5 2 7 13 25 -12
    14 Atlético-MG 16 14 4 4 6 12 15 -3
    15 Fortaleza 15 14 4 3 7 13 19 -6
    16 Juventude 15 14 4 3 7 13 19 -6
    17 Bragantino 15 14 4 3 7 16 25 -9
    18 Internacional 13 14 3 4 7 16 22 -6
    19 Santos 12 14 2 6 6 13 25 -12
    20 Sport 8 14 1 5 8 13 27 -14

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  • Zubeldía testa alternativa para dar minutos a Lavega no Fluminense

    Com poucos minutos pelo Fluminense desde que foi contratado, no início do ano, o atacante Joaquín Lavega foi testado na lateral-esquerda por Luís Zubeldía. É uma tentativa do treinador de aproveitar o atleta, que não empolgou nenhum dos comandantes que passaram pelo Tricolor em 2025.

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    Com 20 anos, Lavega foi contratado junto ao River Plate-URU com status de joia, mas não passou de cinco jogos pelo Fluminense nesta temporada — sem gols marcados. No total, foram apenas 153 minutos com a camisa do clube, muito pouco em um time que sofreu por opções ao longo do ano.

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    Acostumado a atuar pela esquerda, Lavega tem a perna esquerda como lado forte. Por isso, foi testado na lateral, usualmente ocupada por Renê ou Fuentes. Após a partida contra o Cruzeiro, no Maracanã, Zubeldía já havia falado sobre o tema e disse que identifica uma carência na lateral-esquerda do Fluminense.

    “Temos que ter três jogadores por posição na temporada, porque um pode se machucar, outro ter algum imprevisto, então é importante. Na esquerda temos o Renê, Gabriel e Freytes, que pode atuar pela lateral. E o Lavega, que estamos projetando como lateral-esquerdo ou extremo, dependerá do sistema”, disse o técnico do Fluminense.

    A última aparição de Lavega em campo com a camisa do clube foi no dia 20 de setembro, quando jogou pouco mais de 30 minutos contra o Vitória, pela 24ª rodada do Brasileirão. De lá para cá, foi relacionado para o banco de reservas nas partidas contra Mirassol e Cruzeiro, mas não entrou em campo. Nem entrou na lista dos demais jogos.

    Enquanto Lavega busca mais minutos pelo Fluminense, o clube segue com desafios a cumprir no Brasileirão. Após a Data Fifa, no dia 19 de novembro, o Tricolor recebe o Flamengo, no Maracanã, a partir de 21h30 (horário de Brasília). Sétimo colocado, o time de Zubeldía tem 51 pontos e tenta se garantir na Libertadores do ano que vem.

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  • Ayrton Lucas não desiste da Seleção Brasileira e dá recado a Ancelotti

    Fora da Seleção Brasileira desde 2023, o lateral-esquerdo Ayrton Lucas, do Flamengo, não jogou a toalha sobre as chances de voltar a defender as cores do Brasil. Em entrevista ao MundoBola Flamengo, o atleta revelou que mantém a esperança de receber oportunidade com o técnico italiano Carlo Ancelotti.

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    Esperança a gente sempre tem, depende só de mim. Eu preciso fazer meu trabalho aqui. É uma posição muito difícil, não só na Seleção Brasileira, mas dentro do clube. Tem três jogadores que são jogadores de Seleção, então a concorrência é muito forte”, disse Ayrton após vitória do Flamengo sobre o Santos.

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    Na sequência, o lateral do Flamengo pontuou que se a chance chegar, estará pronto: “Mas é ter tranquilidade, tudo no tempo de Deus. Eu venho trabalhando para, quando tiver a oportunidade, dar conta do recado. Quem sabe no futuro”, finalizou.

    A última convocação de Ayrton Lucas para a Seleção Brasileira foi na Data Fifa de junho de 2023. Na ocasião, o jogador do Flamengo vivia grande fase no início do trabalho de Jorge Sampaoli no Rubro-Negro. Anteriormente, sob o comando de Vitor Pereira, Ayrton já vinha se destacando.

    Relembre os últimos jogos de Ayrton Lucas pela Seleção Brasileira

    Ayrton Lucas viveu um momento marcante ao ser convocado por Ramon Menezes para a Seleção Brasileira. O lateral do Flamengo participou dos amistosos contra Guiné, vencido pelo Brasil por 4 a 1, em Barcelona, e contra Senegal, que terminou com derrota por 4 a 2, em Lisboa.

    Ayrton Lucas Seleção Brasileira

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  • São Paulo estuda usar Galoppo para ficar com Enzo Díaz; entenda

    A diretoria do São Paulo planeja utilizar o meia Giuliano Galoppo como peça-chave para garantir a permanência definitiva do lateral-esquerdo Enzo Díaz. A operação é vista internamente como altamente positiva e uma solução estratégica diante da atual situação financeira do clube.

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    Galoppo, que foi emprestado ao River Plate no início do ano, tem seu vínculo na Argentina terminando em dezembro de 2025. Em contrapartida, Enzo Díaz, que segundo a “Gazeta Esportiva” pertence ao Millonarios, também tem seu empréstimo com o Tricolor válido somente até o fim da atual temporada. 

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    Ambos os contratos possuem opções de compra fixadas, condicionadas ao cumprimento de metas.

    Impacto de Enzo Díaz supera 1ª passagem de Galoppo no São Paulo

    A diretoria tricolor considera a troca vantajosa pela diferença de desempenho dos atletas no clube. Enquanto Galoppo, apesar de ter chegado com status de grande promessa argentina, jamais conseguiu se firmar no time, Enzo Díaz teve um impacto imediato.

    O lateral-esquerdo não só conquistou a todos pelas atuações consistentes, mas também pelo espírito aguerrido em jogos e treinos, chegando a ser apelidado de trator pelos companheiros, informou a “Gazeta Esportiva”.

    Díaz solucionou uma das maiores carências do elenco, a lateral esquerda, vencendo a concorrência de Wendell. No cenário atual, Enzo Díaz é titular absoluto da posição, enquanto Galoppo tem alternado entre os onze iniciais e o banco de reservas no River Plate.

    O entrave para a negociação é a necessidade de o River Plate aceitar a troca em definitivo. O São Paulo atravessa uma grave crise financeira e já sinalizou que não fará grandes investimentos em reforços. Por isso, se a diretoria conseguir concretizar essa transação direta, considerará o movimento um grande negócio, resolvendo uma posição crucial sem desembolsar altos valores.

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  • Técnicos Históricos do Palmeiras

    Técnicos Históricos do Palmeiras

    A história vitoriosa do Palmeiras é marcada também por treinadores que se destacaram ao longo das temporadas à frente do Verdão. De nomes marcantes do passado a ídolos do presente, há uma lista extensa de técnicos históricos do alviverde paulista.

    5 anos de Abel Ferreira no Palmeiras: números, títulos e polêmicas

    Então, confira a seguir os cinco treinadores mais marcantes da história do Palmeiras e como cada um deles foi fundamental para a construção do legado do time.

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    Oswaldo Brandão

    Treinou o Palmeiras em cinco oportunidades. Foi tricampeão brasileiro e, ao lado de Abel Ferreira, é o maior vencedor da história do clube, segundo dados do próprio Palmeiras, com 10 títulos.

    Além dos títulos conquistados, é marcante na história por ter sido jogador do clube na primeira metade da década de 1940 e depois ter iniciado sua carreira como treinador no clube. Ao todo foram 562 e 327 vitórias, sendo o treinador com mais jogos e mais triunfos pelo time.

    Felipão

    É impossível falar de Palmeiras sem lembrar de Luiz Felipe Scolari, o Felipão. São 484 jogos com 237 vitórias, duas Copa do Brasil, um Brasileirão e a primeira Libertadores da história do clube.

    Felipão teve três passagens pelo Palmeiras, em três décadas diferentes, e conquistou troféus em todas elas. Só fica atrás de Oswaldo Brandão em número de jogos e é o terceiro maior vencedor comandando o clube.

    Vanderlei Luxemburgo

    O ‘Pofexô’ também está na história do Palmeiras e de forma muito relevante. Terceiro técnico com mais jogos pelo clube, comandou o time em 410 jogos e conquistou 244 vitórias, o segundo maior nesse quesito.

    Cinco títulos paulistas, o bicampeonato brasileiro em 1993 e 1994 e muitas histórias para contar. Luxemburgo é um ídolo eterno do Palmeiras.

    Ventura Cambon

    Superado por Abel Ferreira recentemente, o uruguaio era até pouco tempo o estrangeiro que mais havia treinado o Palmeiras. Foram 305 jogos no total com 179 vitórias. Vale lembrar que ele também tem títulos como jogador do clube.

    Foram 15 passagens, seja como interino ou efetivado, no período entre 1935 e 1957. É o treinador do tão aclamado título do Mundial de 1951.

    Abel Ferreira

    Mais recente treinador da história do Palmeiras, o português Abel Ferreira já tem seu nome mais do que cravado para a eternidade do Verdão.

    São 362 jogos com 212 vitórias e caminha para cada vez mais subir esses números no ranking do clube. Três estaduais, dois títulos do Brasileirão, duas Libertadores, uma Copa do Brasil, uma Supercopa, uma Recopa Sul-Americana e promete não parar por aí. Em que lugar da história do Palmeiras Abel Ferreira ficará?

    Referências:
    https://www.palmeiras.com.br/listas-e-rankings/
    https://www.palmeiras.com.br/tecnicos-historia/
    https://www.olympics.com/pt/noticias/palmeiras-tecnicos-mais-vitoriosos-da-historia

     

  • Ídolos Eternos do Palmeiras

    Para se tornar ídolo do Palmeiras é preciso, acima de tudo, entender o que significa vestir o manto do Verdão. Não a toa, um time com uma história tão rica não deixaria de colecionar diversos jogadores marcantes ao longo da história.

    Palmeiras amplia uso de jogadores da base e supera marcas das últimas temporadas

    Confira, logo a seguir, uma lista com as principais estrelas que marcaram seus nomes junto à instituição e ao torcedor alviverde, colaborando para construir o legado centenário do clube.

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    O que é preciso para ser ídolo do Palmeiras?

    Um requisito básico para ser ídolo do Palmeiras é ter conquistas marcantes pelo clube. Em diversas votações envolvendo torcedores ou jornalistas, essa métrica está sempre presente. Não dá para ligar um nome marcante do clube sem lembrar das suas conquistas.

    Além disso, outros fatores recorrentes na lista de ídolos são: quantidade de jogos pelo clube, gols marcados, mais vitórias e o carinho do torcedor.

    Conheça os ídolos eternos do Palmeiras

    A lista a seguir reúne nomes marcantes da história do Palmeiras, seja pelo número de títulos conquistados, feitos relevantes e, sem, dúvidas, por terem sido fundamentais para a construção do que o Alviverde é, desde o seu início, até hoje.

    Ademir da Guia

    Um consenso em qualquer lista sobre ídolos do Palmeiras. Considerado tanto por torcedores, quanto por jornalistas o maior ídolo da história do Verdão. 

    Defendeu o clube de 1962 a 1977, tendo feito 902 jogos oficiais e marcando 155 gols. Conquistou cinco títulos do Paulistão, um Torneio Rio-São Paulo e cinco Campeonatos Brasileiros.

    Marcos

    Goleiro com apelido de santo. Titular na conquista do penta da Seleção Brasileira em 2002, Marcos é uma das figuras mais importantes da história do Palmeiras e esteve presente em momentos de glória e também de tristeza par o Verdão.

    Com 533 jogos disputados, é o sétimo atleta que mais vestiu a camisa do Palmeiras e o segundo goleiro que mais jogou pelo clube. Com toda sua carreira construída no clube, não tem como ficar de fora da lista de ídolos eternos.

    Heitor

    Jogador que remonta as origens do Verdão, Heitor jogou no Palmeiras de 1916 a 1931, quando a equipe ainda se chamava Palestra Itália. Foram 357 jogos disputados e incríveis 326 gols marcados.

    É até hoje o maior artilheiro da história do Palmeiras, sendo também o atleta com mais gols em um mesmo jogo pelo Verdão (marcou seis vezes em um único jogo). Tricampeão paulista, Heitor é um dos ídolos que ajudaram o Palmeiras a começar essa história tão vitoriosa.

    César Maluco

    Segundo maior artilheiro histórico do Palmeiras, César Maluco é colocado no status de segundo maior ídolo do clube no próprio site oficial do Verdão! Seu apelido vem do estilo sempre bem humorado e irreverente que levava, tanto dentro, quanto fora dos gramados.

    Foram 327 jogos pelo clube entre 1967 e 1974, com 182 gols marcados e 171 vitórias conquistadas no período. Dentre os títulos conquistados está um tetracampeonato brasileiro.

    Dudu (Olegário Tolói de Oliveira)

    O volante Dudu, que jogou no Verdão entre 1964 e 1976, era celebrado por suas características de jogador arreguido em campo e principalmente pelos desarmes.

    Em 12 temporadas pelo Palmeiras, foram 615 jogos disputados e 29 gols marcados. É o quarto jogador com mais partidas na história do clube e está imortalizado na sede social do Palmeiras com um busto em sua homenagem.

    Junqueira

    Capitão do Palmeiras em boa parte do tempo em que esteve no Verdão, Junqueira foi um dos grandes vencedores da história do clube. É o maior vencedor de campeonatos estaduais do clube com sete conquistadas.

    Foram 337 jogos disputados de 1931 a 1945 e seu rosto imortalizado na sede social do clube com um busto de bronze.

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    Oberdan

    Mais um goleiro histórico do Verdão! Oberdan era reconhecido pelo tamanho de suas mãos e por muitos foi o maior goleiro da década de 1940 no Brasil, tendo defendido também a seleção paulista e a Seleção Brasileira.

    Disputou 358 jogos pelo Palmeiras entre 1941 e 1954, vencendo o Paulistão quatro vezes e o título mundial de 1951.

    Emerson Leão

    O segundo jogador com mais partidas em toda a história com a camisa do Palmeiras. Teve duas passagens, a primeira de 1969 a 1978 e a segunda de 1984 a 1986.

    É o palmeirense que mais vezes defendeu a Seleção brasileira e com mais jogos sem levar gols pelo alviverde. Tricampeão brasileiro e paulista, Emerson Leão está na lista de ídolos eternos do Verdão.

    Waldemar Fiume

    Um dos ícones da Arrancada Heroica, Waldemar Fiume jogou no Palmeiras de 1941 a 1958. Em seus 17 anos de clube, disputou 620 jogos.

    O volante é tetracampeão estadual e também esteve presente no elenco do mundial de 1951.

    Outros craques da história do Palmeiras

    Falar dos ídolos eternos do Palmeiras é, além de relembrar a história do clube, citar inúmeros jogadores. Atletas históricos como Amílcar Barbuy, Aquiles, Bertolini, Bianco, Caetano e Canhotinho não podem ser esquecidos.

    E, claro, há craques recentes como Arce, Alex, Cafu, Edmundo, Rivaldo, Evair, Fernando Prass, Gustavo Gómez, Dudu, Raphael Veiga, Weverton e tantos outros.

    Referências:
    https://www.palmeiras.com.br/listas-e-rankings/
    https://www.palmeiras.com.br/craque/
    https://oglobo.globo.com/esportes/jornalistas-ex-jogadores-elegem-os-30-maiores-idolos-da-historia-do-palmeiras-veja-ranking-25355981

  • Edenílson encaminha renovação de contrato com Grêmio

    Aos 35 anos, o volante Edenílson está próximo de renovar contrato com o Grêmio. O clube gaúcho ofereceu uma extensão de um ano ao vínculo do jogador, que tinha assinado até o fim de 2025. A negociação já se encontra em estágio avançado, restando apenas a troca final de documentos.

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    A renovação partiu do Grêmio, que ofereceu um novo contrato ao jogador, por mais um ano. A informação foi publicada inicialmente pela “ESPN Brasil”. Atualmente, Edenílson é titular no meio-campo do Grêmio e peça importante no sistema de Mano Menezes, que tenta tirar o time da zona de baixo da tabela.

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    Ao longo deste ano, Edenílson entrou em campo 46 vezes com a camisa do Grêmio, com cinco gols e sete assistências. No ano passado, seu primeiro pelo clube, foram 34. O rendimento de 2025, porém, não tem sido suficiente para fazer o Grêmio respirar no Brasileirão.

    Com 33 de 38 partidas feitas, o clube ocupa 14ª posição na tabela, com 40 pontos. A distância para a zona de rebaixamento ainda é de sete tentos, graças à derrota do Santos para o Flamengo, mas a situação ainda não é confortável. Além disso, o clube tenta entrar na zona de vaga à Sul-Americana, a partir do 13º posto.

    Edenílson precisou superar desconfiança no Grêmio

    A chegada de Edenílson ao Grêmio, em 2024, chamou atenção pelo passado de destaque do volante no Internacional, arquirrival do Imortal. Entre 2017 e 2022, o atleta fez mais de 300 jogos pelo Colorado, o que naturalmente trouxe certa desconfiança no início. Hoje, o jogador é uma peça importante do time.

    Entre as passagens pelos clubes do Rio Grande do Sul, Edenílson jogou no Atlético-MG — mas não se firmou. Revelado pelo Caxias, o volante jogou também pelo Corinthians, pelo qual foi campeão da Libertadores e do Mundial em 2012. Além disso, venceu Brasileirão (2011), Recopa (2013), Paulista (2013) e Mineiro (2023 e 2024).

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  • São Paulo – Estádio e Símbolos

    Desde sua fundação, o São Paulo sempre se destacou como um clube pioneiro e revolucionário. Seja inovando com tecnologias ou se colocando num alto-patamar em relação a conquistas futebolísticas. Isso reflete muito nos símbolos que o compõe.

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    Desde o Morumbi, um marco no futebol sul-americano, até o uniforme, tradicional e irreconhecível, o São Paulo é marcante. Tudo isso envolto de um escudo, que serviu de inspiração para diversos de outros clubes e que quando se bate o olho, sabe que é coração tricolor de cinco pontas.

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    Cicero Pompeu de Toledo – O Morumbi

    São Paulo e Morumbi são quase que uma coisa só. Trunfo Tricolor, o estádio foi palco de grandes títulos do clube e serve como fortaleza para a equipe. Dominante, desde sempre o Clube da Fé se posta entre os melhores mandantes dos campeonatos que disputa, por causa de sua casa.

    Quando o São Paulo Futebol Clube foi refundado, em dezembro de 1935, a equipe não possuía um campo próprio. Essa situação se manteve até 1938, quando a fusão com o Estudante Paulista garantiu ao Tricolor o campo da Mooca. Já em 1940, o clube passou a mandar seus jogos no Estádio do Pacaembu.

    Em 1944, o São Paulo adquiriu o Canindé, que passou a servir como sede social e centro de treinamentos. No entanto, o espaço era tido como “pequeno demais para o tamanho do sonho tricolor”. E assim, despertou o desejo de erguer um estádio grandioso e à altura de suas ambições.

    O sonho começou a tomar forma. O terreno escolhido ficava no Jardim Leonor, região do Morumbi, uma área ainda pouco habitada e em processo de urbanização. Em dezembro de 1951, o São Paulo concretizou a compra do local.

    O projeto do futuro estádio foi idealizado pelo renomado arquiteto Vilanova Artigas, um dos maiores expoentes da “escola paulista” da arquitetura moderna. O sonho tricolor virou realidade em 2 de outubro de 1960. Sendo inaugurado com vitória do São Paulo sobre o Sporting Lisboa por 1 a 0.

    Porém, essa inauguração foi precoce. O Morumbi não estava completamente pronto e faltava dinheiro para terminar enfim o sonho tricolor. Então, o presidente Cicero Pompeu de Toledo, decidiu que inauguraria o estádio, ao mesmo tempo que arrecadaria dinheiro com aluguel para outros clubes, redirecionando ainda tudo que arrecadava para isso.

    Dessa forma, foram anos de seca de títulos. Tudo para enfim realizar o sonho de ter uma casa, mas não uma simples, a maior. Até que em 1970, isso aconteceu. Diante 120 mil pessoas, o São Paulo reinaugurava o maior estádio particular da América Latina, num amistoso frente ao Porto.

    Nos anos 90, o Morumbi teve sua capacidade reduzida de 120 mil para 85 mil espectadores por razões de segurança. Entre 1994 e 1996, passou por uma ampla reforma estrutural, que incluiu correções em falhas construtivas e a instalação de assentos nas arquibancadas e nas antigas gerais. Isso diminuiu a lotação em mais 10 mil lugares.

    Em janeiro de 2024, mais um marco na história do São Paulo e seu estádio. O clube firmou um acordo de naming rights com a Mondelez Brasil, fabricante do chocolate Bis. Com isso, o estádio passou a se chamar MorumBIS, em uma ação de marketing.

    O contrato de naming rights entre o São Paulo e a Mondelez tem duração inicial de três anos e está avaliado em R$ 75 milhões, com pagamento de R$ 25 milhões por temporada. O acordo vai além da mudança de nome na fachada do estádio, incluindo ações promocionais, ativações de marketing e experiências voltadas aos torcedores. As arquibancadas, que inicialmente receberam nomes de produtos da marca, passaram em 2025 a homenagear heróis das conquistas mundiais do São Paulo.

    Além da história inapelável no futebol, o Morumbi também é palco de grandes eventos musicais. Foi lá que o Queen se apresentou em 1981, inaugurando a era dos megashows no estádio. Desde então, o palco tricolor recebeu artistas e bandas lendárias como U2, Madonna, Michael Jackson, Rolling Stones, Metallica, Iron Maiden, e até hoje é referência no assunto.

    Escudo do São Paulo – Coração de três cores e cinco pontas

    O escudo do São Paulo é um dos mais emblemáticos do futebol brasileiro. Seus elementos principais permanecem os mesmos desde a fundação do clube, em 1930, preservando a identidade tricolor. No ano da criação do time, o estilista alemão Walter Ostrich, desenhou o distintivo em um concurso, com a colaboração de Firmiano Morais Pinto Filho, um dos fundadores da equipe.

    Durante os mais de 90 anos de existência do São Paulo, o escudo sofreu poucas modificações, sendo a mais evidente, a retirada dos pontos que separavam as iniciais ‘SPFC’, na década de 80.

    As cores vermelho, branco e preto têm origem nos clubes que deram origem ao São Paulo: o Club Athletico Paulistano (vermelho e branco) e a Associação Atlética das Palmeiras (preto e branco). De acordo com o estatuto oficial, elas também fazem referência à bandeira do estado de São Paulo.

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    As estrelas que aparecem acima do escudo não fazem parte do emblema original, mas são insígnias sobrepostas como forma de condecoração. As estrelas douradas representam feitos olímpicos ou mundiais do clube. A partir de 2000, foram acrescentadas as estrelas vermelhas, que simbolizam as conquistas intercontinentais e mundiais do São Paulo.

    As três estrelas vermelhas lembram os títulos mundiais de 1992, 1993 e 2005. Enquanto as duas douradas homenageiam os recordes mundiais de salto triplo de Adhemar Ferreira da Silva. Alcançados em 1952, nas Olimpíadas de Helsinque, e em 1955, nos Jogos Pan-Americanos.

    O Manto Tricolor

    Reconhecida por sua tradição, a camisa do São Paulo é uma das mais emblemáticas do futebol brasileiro. O que para os rivais é motivo de zoação, para o Tricolor é simbolo de tradição.

    Desde a fundação do clube, em 1930, o uniforme manteve praticamente a mesma estrutura. Seu design original simboliza a união entre os dois clubes que deram origem ao Tricolor. Sendo o Paulistano representado pela faixa vermelha, e a Associação Atlética das Palmeiras, representada pela faixa preta.

    A preservação dos uniformes é uma exigência estatutária do São Paulo. Isso significa que tanto o primeiro quanto o segundo modelo devem seguir o padrão tradicional estabelecido, conforme previsto nas normas internas do clube.

    Uma das raras e mais significativas alterações no uniforme principal, ocorreu em 1983, quando a faixa branca central foi reduzida, tornando-se mais estreita em relação às demais. Já no uniforme 2, o famoso tricolor, a principal modificação aconteceu em 1966, por conta da Fifa.

    Na época, a entidade exigiu que o calção e o meião, que eram brancos, passassem a ser vermelhos. Posteriormente, no mesmo ano, foram substituídos pela cor preta.

    Santo Paulo, o mascote do São Paulo

    Nada representa melhor o Clube da Fé do que uma figura religiosa. E assim, surge o Santo Paulo como o mascote do São Paulo.

    Na década de 40, o personagem surgiu em ilustrações publicadas pelo jornal ‘A Gazeta’. Ele representa Paulo de Tarso, santo do cristianismo que inspirou o nome da cidade de São Paulo. Curiosamente, nunca houve um desenho considerado oficial do Santo Paulo, já que diferentes artistas criaram suas próprias versões, dando origem ao mascote.

    Embora o Santo Paulo seja amplamente reconhecido como o mascote do clube, o São Paulo Futebol Clube jamais oficializou o personagem de forma estatutária. Essa ausência de regulamentação permitiu o surgimento de outros símbolos ligados ao Tricolor. Como, por exemplo, o Diamantinho e Mel.

    Inspirado em Leônidas da Silva, lendário atacante conhecido como ‘Diamante Negro’, que revolucionou o São Paulo, o mascote Diamantinho foi apresentado em 2020. Além de exaltar um ídolo tricolor, sua criação teve como objetivo valorizar a representatividade negra na história são-paulina.

    Mais recentemente, em 2023, o clube apresentou sua nova mascote, Mel. A personagem homenageia Melânia Luz, atleta que defendeu o São Paulo nas décadas de 40 e 50. Ela entrou para a história ao ser a primeira mulher negra a integrar uma delegação brasileira em Olimpíadas, nos Jogos de Londres, em 1948.

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    Fontes:

  • São Paulo Futebol Clube – História e Fundação

    Fundado no dia 25 de janeiro de 1930, o São Paulo Futebol Clube é o mais jovem entre os considerados 12 grandes do futebol brasileiro. Criado no mesmo dia que se celebra o aniversário do Estado, o Tricolor carrega em sua história capítulos marcantes de superação, inovação e vitória.

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    A origem do São Paulo toma forma ainda em 1900, com a fundação do Club Athletico Paulistano. Equipe essa que rapidamente se consolidou como uma das principais forças do futebol paulista no início do século XX. Entretanto, contrária ao processo de profissionalização que começava a ganhar espaço no esporte, o Paulistano manteve-se fiel ao amadorismo.

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    Essa postura levou alguns de seus integrantes a deixarem o clube e a se juntarem à Associação Atlética das Palmeiras. A agremiação, no entanto, passava por graves problemas financeiros. Assim, para dar vida ao que seria o São Paulo, sessenta membros do Paulistano concordaram em transferir ao novo clube seus jogadores (campeões paulistas de 1929), enquanto a Associação Atlética das Palmeiras contribuiria com seu estádio, a tradicional Chácara da Floresta.

    Em respeito à herança dos dois fundadores, o uniforme da nova equipe recebeu faixas vermelha e preta. Assim, surgindo o tradicional e histórico manto tricolor. Ele, que simboliza a união das cores e das tradições de ambos seus “fundadores”.

    Logo nos primeiros anos, o recém-criado Tricolor Paulista mostrava sua força e gradeza. O time foi vice-campeão estadual em 1930, 1932, 1933 e 1934 e conquistou o Campeonato Paulista de 1931 já em sua segunda temporada profissional.

    Clube da Fé: A refundação do São Paulo

    Apesar do sucesso, divergências políticas e dificuldades financeiras abalaram o clube ao longo da década de 1930. Até que em 14 de maio de 1935, o São Paulo acabou sendo temporariamente dissolvido, ao se unir ao Clube de Regatas Tietê. Dessa forma, passando a atuar como um departamento de futebol dentro da instituição.

    A história, porém, não terminou ali. Insatisfeitos com a fusão, um grupo de antigos dirigentes e atletas tricolores convocou uma assembleia em 16 de dezembro de 1935, na qual o São Paulo Futebol Clube foi oficialmente reestruturado e reconduzido à condição de clube independente. Aqueles que refundaram o clube tiraram do próprio bolso, apostaram numa reestruturação, tudo na base da fé e paixão pela equipe, marcando assim a verdadeira refundação da instituição, que a partir dali, ganhou o apelido de Clube da Fé.

    Quando a moeda caiu em pé

    Após a refundação, o São Paulo passou por muitas dificuldades. Se um time mais organizado financeiramente, ainda estava bem atrás dos rivais Corinthians e Palmeiras. Tanto que mal brigava pelos títulos estaduais e era tratado sempre como azarão e pequeno, apesar do apelo popular.

    Até quem em 1943, tudo mudou. Durante reunião realizada na sede da Federação Paulista para definir o calendário do Paulistão daquele ano, um dirigente do Corinthians fez uma provocação, afirmando que o encontro era desnecessário. Isso porque, o campeão poderia ser decidido simplesmente jogando uma moeda para o alto, e se desse cara, o título ficaria com o Corinthians, e se desse coroa, com o Palmeiras.

    A soberba fazia alusão ao momento do time, já que a dupla rival era favorita. Um representante do são paulino, no entanto, retrucou, perguntando sobre o São Paulo. Com ironia, o dirigente corintiano respondeu que o Tricolor seria campeão só se a moeda caísse em pé.

    Então, num torneio de pontos corridos, a moeda caiu em pé. No último jogo, contra o Palmeiras, o São Paulo segurou um empate e faturou o título. Assim, quebrando a hegemonia dos rivais e a partir dali, começando um capítulo histórico, conquistando mais quatro títulos na década.

    O Morumbi

    No início da década de 50, o São Paulo começou o projeto de construção de seu estádio. Ambicioso, o plano era encabeçado por Cicero Pompeu de Toledo, então presidente do clube. De 1952 até 1959 o clube destinou todo o dinheiro para o estádio e mesmo assim montou equipes vencedoras.

    Porém, a verba foi acabando e isso custou esportivamente. O São Paulo viveu um jejum de 13 anos sem títulos, entre 1957 e 1970. Recorte que apesar de grande, é o menor período dentre os grandes brasileiros sem taças de expressão.

    Nos anos 60, o São Paulo ainda estava com seu estádio inacabado e sem recursos para concluí-lo. A solução foi inaugurá-lo antes do término, visando arrecadar com público e aluguel para outros clubes. Em 2 de outubro de 1960, diante de 64.748 torcedores, o Estádio Cícero Pompeu de Toledo foi inaugurado contra o Sporting.

    A construção terminou em 1970 e assim, o investimento voltou ao time para buscar títulos. Assim, nos anos 70, o São Paulo evoluiu em diversos aspectos, apresentando crescimento em seu desempenho, conquistando os Paulistas de 1970, 1971 e 1975, além do inédito título do Campeonato Brasileiro de 1977. Também marcou esse período os vices no Brasileirão de 1973 e na Libertadores de 1974.

    Era Telê

    Após duas décadas empilhando títulos, o São Paulo precisava de um salto para se consolidar de vez como uma potência no país. Depois de dois vices no Brasileirão, derrotas no Paulistão e fracasso na Libertadores. Chegou ao clube Telê Santana, lendário como jogador e visionário como técnico.

    Em 1991, logo de cara, o São Paulo de Telê venceu o Paulistão e voltou a levantar a taça do Brasileirão. No ano seguinte, então, a meta virou a Libertadores, num movimento que mudou para sempre a visão da competição para o brasileiro. Dessa forma, diante um Morumbi com 105 mil pessoas, o Tricolor conquistou sua primeira taça, contra o Newells Old Boys.

    O título levou o São Paulo a encarar o Barcelona de Cruyff no Mundial Interclubes. Após sair atrás no placar, dois gols de Raí garantiram a virada e o título mundial. Na volta ao Brasil, o Tricolor ainda venceu o Palmeiras na final do Paulistão.

    Em 1993, mais uma vez a prioridade era a Libertadores. E o time de Telê Santana foi buscar o bicampeonato. Passando por cima dos adversários, o Tricolor ainda goleou a Universidad Católica na final por 5 a 1, para conquistar o bi.

    Naquele ano, ainda conquistaria o bi-mundial, contra um Milan histórico. Além da Recopa Sul-Americana frente ao Cruzeiro e Supercopa frente ao Flamengo. Em 94 chegou na terceira final seguida, mas parou no Vélez.

    Telê Santana conquistou tudo que disputou como técnico do São Paulo, com exceção a Copa do Brasil. Ele ficou no Tricolor até 95, porém, problemas de saúde o afastaram do futebol. Assim, encerrando a Era Telê.

    Rogério Ceni, Muricy e o Soberano São Paulo

    Com o fim da Era Telê, o São Paulo passou por um hiato de dez anos onde teve uma conquista de expressão. Sendo ela, o título paulista de 1998, conquistado sobre o Corinthians. Tendo Emerson Leão no comando, chegou ainda na semifinal da Libertadores de 2004.

    Em 2005, enfim voltou a levantar uma taça. De maneira arrasadora, conquistou o Paulistão daquele ano. Porém, logo após o título, Leão pediu demissão inesperadamente. Paulo Autuori assumiu seu lugar

    O novo treinador evoluiu ainda mais o time e trouxe, no final do ano, o tricampeonato inédito para um time brasileiro na Libertadores. Porém, não parou por aí. Fechando a tríplice coroa, já numa era onde o futebol europeu parecia imbatível, o Tricolor bateu o Liverpool e conquistou terceiro Mundial.

    Em 2006, um desmanche aconteceu no elenco, inclusive com a saída de Paulo Autuori. O São Paulo então foi atrás de Muricy Ramalho, pupilo de ninguém mais que Telê Santana. O técnico foi bem e logo de cara trouxe o título brasileiro, além de terminar como vice do Paulistão, Recopa e mais uma vez da Libertadores.

    Em 2007, mais uma vez o time caiu na Libertadores e Paulistão. Restando apenas o Brasileirão, triunfou de maneira avassaladora, levando o bi para o Morumbi. Naquela campanha surgiram nomes como Hernanes, que se consolidaria como um dos maiores da história do clube.

    Fechando essa épica trilogia, o São Paulo de Rogério Ceni e Muricy conquistou mais um Brasileirão. Eliminado de forma traumática na Libertadores, retomou as atenções para a Libertadores. O contexto era difícil, já que o time se via muito atrás na tabela. Ainda assim arrancou e levantou a taça na última rodada.

    São Paulo campeão de tudo

    Depois de alguns anos sem conquistas, somente com a Copa Sul-Americana de 2012, o São Paulo voltou a erguer um título ao vencer o Campeonato Paulista de 2021. Na final, derrotou o Palmeiras por 2 a 0 no Morumbi. Em 2022, o clube ainda chegaria às finais de mais um Paulistão, além da Copa Sul-Americana, mas acabou vice-campeão em ambas.

    Determinado a reagir, o Tricolor fez grande campanha na Copa do Brasil de 2023. Numa das maiores trajetórias da história da competição, eliminou o Palmeiras nas quartas, Corinthians na semifinal, antes de conquistar o troféu diante do Flamengo, vencendo por 1 a 0 no Maracanã e empatando por 1 a 1 no Morumbi.

    No dia 4 de fevereiro de 2024, o São Paulo encarou o Palmeiras no Mineirão pela Supercopa Rei. Nos pênaltis, levantou o título pela primeira vez. Com essa conquista, o clube tornou-se o único a ganhar todos os troféus possíveis no futebol brasileiro, assim, com a alcunha de ‘Campeão de Tudo’.

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    Fontes:

  • Análise tática – Flamengo 3×2 Santos: Rubro-Negro mostra força, mas encontra antigos fantasmas em vitória crucial

    Se não fosse a reta final, a Nação Rubro-Negra teria saído do Maracanã no domingo (9) celebrando uma vitória categórica, daquelas que inflam o peito e sinalizam a força de um candidato ao título. O 3 a 2 sobre o Santos, no entanto, foi uma montanha-russa tática: mostrou um time capaz de ser avassalador, mas também perigosamente complacente.

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    A partida, que caminhava para um triunfo tranquilo por 3 a 0, se tranformou em um teste de maturidade desnecessário. O Flamengo de Filipe Luís dominou, sufocou e encantou no segundo tempo, mas precisou voltar ao jogo”nos acréscimos para garantir três pontos vitais.

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    Flamengo errou bastante no 1º tempo

    Filipe Luís surpreendeu ao escalar De la Cruz na vaga do ainda ausente Jorginho. A tentativa de encontrar um novo equilíbrio no meio-campo, porém, não funcionou na etapa inicial. O uruguaio pareceu instável, errando passes simples e prejudicando a progressão ofensiva do time.

    Mas o problema não foi só ele. O Flamengo como um todo sofreu com erros técnicos na saída de bola e na armação. Vimos uma equipe espaçada, longa e muitas vezes acelerando o jogo mais do que o necessário, fugindo de suas próprias características de controle.

    Pontos táticos da 1ª etapa:

    • Desconexão: o ataque, embora móvel (com Carrascal, Arrascaeta e Bruno Henrique trocando posições), estava desconectado do meio-campo.

    • Aceleração desnecessária: o time abusou de ligações diretas ou passes forçados, gerando poucas jogadas construídas.

    • Apoio dos zagueiros: na dificuldade de criar pelo meio, Léo Pereira e Danilo se alternaram no apoio pelos lados, usando a qualidade do passe longo para tentar quebrar linhas.

    • Pulgar x Neymar: taticamente, Erick Pulgar fez um jogo excelente, anulando Neymar. O craque santista passou mais tempo reclamando do que jogando.

    O gol não saiu de uma jogada fluida, mas do abafa. Aos 36 minutos, após um escanteio e um bate-rebate, Léo Pereira mostrou faro de artilheiro e abriu o placar. Foi o prêmio pela insistência, não pela organização.

    Mudança de postura na 2ª etapa

    O que mudou no intervalo? O senso de urgência. O Flamengo entendeu a importância da partida e voltou do vestiário com uma postura completamente diferente. A equipe amassou o Santos.

    O protagonista dessa mudança foi, mais uma vez, De Arrascaeta. O melhor jogador da temporada rubro-negra estava inspirado. Logo no início da etapa final, achou um passe brilhante para Carrascal ampliar o placar para 2 a 0.

    A partir daí, vimos o Flamengo impor sua superioridade técnica:

    • Pressão alta efetiva: o time sufocou a saída de bola do Santos, roubando bolas já no campo de ataque.

    • Dupla afiada: lembrando os velhos tempos, a sintonia entre Arrascaeta e Bruno Henrique (em grande atuação) funcionou perfeitamente.

    • Chances empilhadas: o volume de jogo foi tão grande que o time ainda se deu ao luxo de perder um pênalti, sofrido por Bruno Henrique. Arrascaeta desperdiçou a cobrança, acertando a trave.

    Apagão após mexidas de Filipe Luís

    Com o 3 a 0 no placar (feito por Bruno Henrique) e o jogo parecendo resolvido, Filipe Luís promoveu mudanças. Saúl e Luiz Araújo entraram; depois, Everton Cebolinha, Michael, Evertton Araújo e Viña.

    Foi exatamente aí que o time desandou. A partir dos 40 minutos do segundo tempo, com as saídas de Arrascaeta e Pulgar, o Flamengo perdeu seus dois pilares de organização e contenção no meio.

    O que causou o colapso:

    1. Excesso de confiança: o time achou que o jogo havia acabado.

    2. Desorganização defensiva: confiante, o Flamengo se lançou ao ataque de forma aberta, mesmo vencendo por 3 a 0.

    3. Muitos espaços cedidos: sem a estrutura tática das peças principais, o time sofreu dois gols em dois minutos, ambos em jogadas rápidas que exploraram os espaços deixados pela defesa.

    A boa notícia é que o time teve maturidade para acordar a tempo. Nos acréscimos, o Flamengo soube prender a bola no campo de ataque, gastar o relógio e não correr mais riscos.

    A vitória, garantida com emoção desnecessária, ganhou contornos ainda mais dramáticos com a derrota do Palmeiras. O Flamengo igualou os 68 pontos do líder, ficando atrás apenas pelo número de vitórias. O campeonato está completamente aberto.

    No entanto, o apagão final serve como a maior lição desta reta final: não há mais espaço para vacilos!

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