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  • O Flamengo no Brasileirão Feminino 2015

     

    No último sábado (17), o time do Flamengo, montado em parceria com a Marinha, foi derrotado pelo Rio Preto-SP e assim acabou eliminado do Campeonato Brasileiro Feminino 2015. A equipe terminou a competição com o seguinte desempenho: 10 jogos, 5 vitórias, 1 empate, 4 derrotas, 19 gols marcados e 15 gols sofridos.

     

    1ª FASE

    Presente no grupo 2, o Flamengo terminou a primeira fase da competição na liderança e invicto! Foram 4 jogos, sendo 3 vitórias e 1 empate. 12 gols marcados e apenas 1 sofrido. A melhor defesa do campeonato. O time titular era composto pela equipe da Marinha.

    2ª FASE

    Classificado para o grupo 6, com mais 3 clubes, o Mengão, assim como todos os outros times remanescentes, recebeu algumas atletas que estavam na Seleção Brasileira: a zagueira Mônica, a meia Maurine a a atacante Rafa Travalão. Até aí, tudo bem. Porém, durante boa parte dessa fase, as meninas da Marinha desfalcaram-nos, por motivos de estarem disputando os Jogos Mundiais Militares (onde inclusive sagraram-se campeãs). Foram 4 jogos sem eles, e 3 derrotas. Retornaram, e vencemos o duelo contra o América-MG, em Minas. Precisaríamos de uma vitória simples no CFZ para irmos às semifinais, mas fomos derrotados.

     

    NÚMEROS

    Quem mais entrou em campo: GABRIELLY (GABY) – 10 Jogos (todos)

    Artilheira: GABRIELLY (GABY) – 4 Gols

    Mais Cartões Amarelos: BARBARA, DIANY e KAREN, 3 cada

    Obs.: devido à baixa quantidade de materiais dos jogos, infelizmente não conseguimos realizar a conta do número de assistências.

     

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    Adriano Skrzypa escreve no Blog Flamengo em Números, da Plataforma Mundo Bola Blogs. Twitter: @FlamengoNumeros

     

     

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  • As soluções para os problemas do Fla


    Gerrinson R. de Andrade | Twitter: @GerriRodrian

    Há quem discorde da União Astronômica Internacional pela nomenclatura planeta-anão para Plutão, mesmo sem saber o que é – de fato – um planeta.

    Quando o Flamengo vai mal, os profetas, filósofos e especialistas surgem aos montes.
    Para cada problema, mil soluções óbvias.
    Dirigentes, comissão técnica, jogadores, todos estes umas bestas, incapazes de revelações e ideias.

    Mas os profetas, filósofos e especialistas, estes sabem tudo.
    Não possuem dúvidas, são monumentos de sabedoria.
    Estes gênios da administração do futebol sentenciam sobre o que não sabem, não viram, nem chegaram perto.

    Eles deliberam, condenando, absolvendo, mas só de achar, imaginar, sem ler os autos, sem ouvir testemunha.

    São julgadores que babam de boca mole um litro de certezas e usam de mil artifícios retóricos para expor sua infalibilidade.

    Dizem lá o que calcularam, orgulhosos como o seu achado.

    “Eu sei o que deve ser feito”, “contrata fulano”, “dispensa ciclano”, “falei que isso não”, “tem que passar pomada”.

    Não há quem simplesmente afirme não saber, na tranquilidade: “sei lá qual o problema do Flamengo, quem sou eu para saber?”

    “Tá uma merda, mas quem sou eu para indicar o caminho? Nem jogar bola eu jogo, quanto mais montar o time certo”.

    Isso ninguém diz. Ninguém aceita admitir incertezas. Ninguém é vidente neste mundo.

    Havia um professor alemão de filosofia que deu aula a uns amigos.
    Usava uma regra durante a aula: ninguém poderia começar qualquer sentença com “eu acho…”.

    “Tenha certeza daquilo que fala. Ou então não fale”, dizia sempre.

    Eu acho que esse professor estava exagerando.

    Eventualmente, achar, supor, duvidar, na honestidade, e expor suas quase certezas,
    mesmo que isso implique em aparente insegurança ou superficialidade, é coisa de quem tem humildade.

    De certezas, o mundo já se encheu.
    E tem muito flamenguista enchendo o saco, diariamente.

    ***

    Certamente, o sol há de brilhar mais uma vez. Vitórias voltarão. Logo a ordem se restabelecerá.

    E todos esses profetas, filósofos e especialistas, voltarão a aplaudir e sacolejar, sem opinião nenhuma.

     

    Orra, é Mengo!

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    Gerrinson R. de Andrade escreve no Blog Orra, é Mengo, da Plataforma Mundo Bola Blogs. A opinião do autor não reflete necessariamente a opinião do Mundo Bola.

     

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  • Rumo ao… Hendecampeonato!


    Por Rafael Lisboa e Luiza Sá | Twitter: @rafinhalisboa e @luizasaribeiro

    Rumo ao 11º título consecutivo, Orgulho da Nação enfrentará o Macaé na final.

     

    Botafogo x Flamengo se enfrentaram no Tijuca Tênis Clube (Foto: Rafael Lisboa/ Mundo Bola Informação)

    Na noite desta segunda-feira (19), no encerramento da fase de classificação do Estadual de Basquete, o Flamengo voltou à quadra do Tijuca para encerrar a fase de classificação do Campeonato Carioca de Basquete. Já classificado para a final, o time que sábado enfrentou o Orlando Magic enfrentou um Botafogo que necessitava da vitória para ir à final. O Alvinegro veio com Bernardo, Gustavo, Max, Bahia e João. Já o técnico José Neto iniciou com Rafa Luz, Marcelinho, Jason Robinson, Mingau e JP Batista.

    A partida começou com o Flamengo melhor, aproveitando a forte marcação para logo abrir 14 a 4 na metade do período inicial, forçando o pedido de tempo do treinador da equipe de General Severiano.

    Após quase cinco minutos de paralisação, por conta de uma queda de luz, o jogo recomeçou com o Flamengo errando bastante. Entretanto, o Botafogo não conseguia aproveitar o nosso mau momento, pelo contrário, o Mengo conseguiu ampliar a vantagem. Primeiro quarto terminou em 22 a 10.

    No segundo quarto foi o Botafogo que começou melhor e logo cortou a vantagem para 7 pontos, 22 a 15. Até a metade do período, o placar se manteve em 22 a 15 devido a muitos erros de ambos os lados. Buscando melhorar, José Neto parou o jogo. Após o pedido de tempo, a orientação funcionou e o Fla voltou a abrir larga vantagem, 28 a 19. E assim foi até o fim do quarto: 30 a 21, com o Botafogo vencendo o quarto por 11 a 8.

    O terceiro quarto foi marcado por erros de arbitragem. Com as duas equipes nervosas foi o Botafogo que não conseguia acertar o cesto e o Flamengo abriu para 49 a 30 e foi para o último quarto vencendo por 60 a 34, incríveis 30 a 13 no quarto.

    No último quarto, só restou ao Flamengo administrar a vantagem, e garantir a vaga invicto na final do Estadual. Flamengo 74 x 55 Botafogo.

    Com a vitória diante do frágil Botafogo, o Mengão pode ser campeão estadual pela 43ª vez. A conquista se torna maior ainda por quebrar o recorde da geração comandada por Kanela, quando o time se tornou decacampeão ao vencer todos os torneios entre 1951 e 1960. Com uma esperada vitória diante do Macaé, Marcelinho Machado e cia. serão responsáveis por popularizarem outro termo no vasto e vitorioso vocabulário rubro-negro: “Hendecampeão!”. Gravou?

    Saudações Rubro-Negras!

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  • Onde o Flamengo tropeçou na caça ao G4?

    A derrota contra o Internacional foi um banho de água fria, muitos jogaram a toalha, outros ainda acreditam na vaga, principalmente se ela virar G5 pelo resultado da Copa do Brasil, que pode ainda prejudicar os concorrentes do G4. Mas independente das expectativas, podemos avaliar o que o Flamengo fez de diferente dos times que estão acima brigando para estar na Libertadores e avaliar não só onde estão os erros como onde pode estar a esperança para o restante da temporada.

    Abaixo o Flamengo está junto dos times que ainda brigam pela Libertadores para facilitar o comparativo. Sei que a Ponte Preta está fazendo uma graça, mas será que de fato ela tem chances ou só está “fazendo uma graça” em cima? De toda forma a deixei junto com a galera que está virtualmente de férias.

    G7 e Flamengo no comparativo de pontos ganhos entre si

    Pontuação nos confrontos com os times do meio de tabela

     

    Pontuação nos confrontos com quem briga para não cair

    As tabelas acima nos dão uma visão geral, percebemos quem são os “pequenos” que mais tiram pontos dos grandes, aqueles times que todos ganham e que, portanto, um time que briga em cima não pode deixar de vencer. Contudo, ainda é difícil ter uma dimensão do quão bem ou mal o Flamengo está em relação aos seus adversários diretos pela vaga, então abaixo vou traduzir os pontos acima em percentual relativo aos pontos disputados.

    Quantos jogos restam contra times das zonas da tabela.

    Podemos a partir das últimas duas tabelas concluir que o caminho do Santos daqui para frente é o melhor, enquanto o Flamengo tem os piores confrontos. Também vemos a importância de vencer os times que estão nas partes inferiores da tabela, quem não perde pontos de bobeira ocupa as posições mais altas, como o Corinthians que não teve tanto sucesso assim contra o top 8, mas fez a festa nos outros dois grupos.

    Agora olhando apenas a tabela do Flamengo, podemos ver que além da pífia campanha do 1° turno, o time se deu bem contra os que tinham uma pontuação que não oferecia risco, mas também não permitia aspirações mais ambiciosas, porém fez jus à fama de “ressuscitador de mortos” ou “levantador de defuntos” ao perder pontos valiosíssimos para times que estão na zona da degola e que estão fazendo falta nesse fim de campeonato cheio de peixe graúdo pela frente.

    Para terminar, a Ponte Preta tem pelo caminho Atlético-MG (F), Joinville (C), Internacional (F), Figueirense (C), Flamengo (F), Avaí (F) e Sport (C). Destes, Atlético-MG e Internacional são muito fortes em casa e o Flamengo tem se mantido 100% contra os times médios, o que torna a vida muito difícil para a Ponte Preta, assim como os confrontos contra Figueirense e Avaí que lutam para fugir do descenso. Tendo em vista os outros times na disputa pela Libertadores e suas tabelas, não acredito que a Ponte Preta vá mais longe.

    Outro ponto preocupante é perceber que além dos clubes de cima que o Flamengo enfrentará, os que restam dos outros grupos têm feito jogos duros contra os times grandes. O ponto positivo é que historicamente o time cresce contra rivais de peso, está na hora dos que estão nas posições de comando cobrarem comprometimento dos jogadores, que por sua vez deveriam se mostrar estar à altura de disputar a Libertadores, transformando cada um dos próximos jogos em uma final de campeonato.

    Saudações Rubro-Negras!

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    Nayra M. Vieira é integrante da Equipe Mundo Bola Informação e escreve no Blog Flamengo em Foco, da Plataforma Mundo Bola Blogs.

     

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  • “Onde estiver, estarei”. Torcedor sai de São Paulo para ver o NBA Global Games


    Luiza Sá | @luizasaribeiro

    Diogo Donate e sua família foram alguns dos vários torcedores que saíram de suas cidades para prestigiarem o FlaBasquete nesse grande dia. Apesar da derrota, eles não desanimaram e curtiram o momento mesmo assim.

     

    “Foi um jogo festivo, muitas crianças, muitas famílias reunidas para torcer. Todos já esperavam a derrota, é claro, pois a NBA é outro mundo, mas 17 pontos de diferença não foi algo tão elevado assim. O sistema do jogo com os intervalos interativos não deixou o ânimo cair e o time correspondendo em quadra não deixando o Magic se distanciar demais também foi muito motivador.”

    Morador de São Paulo, Diogo contou que não poderia deixar de participar de um momento como esse e ainda colocou Jerome Meyinsse como um dos grandes responsáveis pela conquista do carinho da Nação.

    “Seria um momento histórico para o clube e não é qualquer dia que um time da NBA vêm ao Brasil. Foi uma oportunidade única de participar de um momento muito importante para a história do clube. Sem contar que o Meyinsse tem sido um grande cabo-eleitoral deste time, e ajudou a motivar a família toda a vir assistir ao jogo”, disse Diogo.

    Nos últimos anos, o Flamengo ganhou mais espaço no cenário nacional quando conquistou todos os títulos que poderia. A torcida abraçou o time e tem sido o sexto jogador. O crescimento no esporte anima.

    “Assistimos alguns jogos em São Paulo contra Pinheiros e Paulistano. Nos deixa muito felizes ver o Flamengo crescer nos esportes olímpicos também. Somos um clube multi-esportivo e, portanto, devemos ser fortes em tudo, mas cada um sendo autossustentável. Essa é a maior alegria, ver que o basquete cresce com as próprias pernas, não dependendo do futebol (como a natação fez alguns anos atrás).”

    Apesar do clima de festa, alguns aspectos de organização deixaram a desejar. Além da área do HSBC Arena estar em obras – o que gerou muitas reclamações de quem foi – o acesso aos assentos estava confuso. Vale lembrar que o evento foi produzido pela NBA, não pelo Flamengo.

    “Além da distância a ser caminhada (minha esposa está grávida de 6 meses e tenho um filho de 1 ano e 10 meses), haviam dito que o transporte deixaria mais perto, mas ficamos na avenida. Após isso ainda tivemos que ficar dando voltas na linha de fila, podia haver uma direta ou orientação para tal”, disse. “Após subir a rampa, ninguém informava por onde subiríamos para o nível 3 e não permitiram o uso dos elevadores, alegando que não chegavam lá. Quando finalmente chegamos lá em cima, tinha elevador sim, mas não podia usar”, completou.

    O Mundo Bola agradece o Diogo e toda a sua família pela disponibilidade.

  • Lulucast #39

    No #Lulucast 2.0 edição #39 @BrunaLugatti, @danisouto e @NivinhaFla falam sobre a derrota do #Flamengo. Mais uma… Mesmo com o apoio de quase 30 mil torcedores que acreditaram no time após uma terrível derrota como foi contra o #Figueirense na última quarta-feira, o time do Flamengo não conseguiu vencer o #Internacional em casa.

    Em mais uma partida apática por parte dos jogadores o rubro-negro perdeu a oportunidade de se aproximar do G4 e, pior, se distanciou consideravelmente do grupo que classifica os times para a #Libertadores da América.

    As meninas falaram ainda sobre a campanha #ZicoFIFA e da importância do apoio de todo mundo que é a favor da causa.

    Pra ficar por dentro de tudo siga @ZicoFIFA no #Twitter.

    O próximo jogo Flamengo é contra o #Corinthians, dia 25, em São Paulo.

    Esperamos que no próximo domingo o #Lulucast seja comemorando uma ela vitória.

    Vem papear com a gente também! Nosso encontro é todo #domingo, mas durante a semana podemos conversar através das redes sociais. Mande sua ideia, crítica, sugestão. Use #Lulucast nos comentários!

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  • Apagão de C… é R…


    Paschoal Ambrósio Filho

     

    O Flamengo está  cada vez mais afastado da Libertadores 2016.

    Depois desta derrota diante do Internacional, em pleno Maracanã, me arrisco a dizer que o resto de confiança que a Nação tinha no time, acabou de vez.

    Um time sem sangue, que não honra as tradições rubro-negras.

    E estes jogadores mequetrefes ainda vêm falar de “apagão”?

    Acham que nas arquibancadas e diante dos aparelhos de televisão só têm otários?

    Como dizia minha avó, “apagão de c… é r…”.

    Prefiro não usar explicitamente os palavrões.

    E passo a chamar de mequetrefes os jogadores que tanto elogiei (nem todos,) pois quem não tem raça dentro de campo, vestindo a camisa do Flamengo, perde mesmo o respeito dos torcedores.

    Jogadores de qualidade do elenco flamenguista, acabam de se igualar aos meia-bomba que perambulam pelo Ninho do Urubu.

    Atletas com salários milionários e que recebem em dia!

    Jogadores que não respeitam a torcida que os sustenta, comprando ingressos, lotando estádios, assinando pay-per-view e adquirindo produtos oficiais, sem falar nos abnegados sócios-torcedores.

    Essa turma, conhecida como “A Nação”, é que paga a conta!

    Aliás, o clube pode se preparar para a queda no número de sócios torcedores. Com atuações ridículas em sequência, é natural que isso aconteça, infelizmente.

    Não é todo mundo que aceita sustentar um bando de “descansados”, para não usar outros adjetivos mais contundentes.

    Quem vai moralizar o futebol do Flamengo?

    Quem vai acabar com o pouco caso de jogadores nada profissionais, que saem de campo derrotados e achando que isso é normal?

    Nunca vi um apagão durar tanto tempo…

    Vão se catar!


    Paschoal Ambrósio Filho é jornalista e escritor de vários livros sobre o Mengão. Escreve semanalmente no Blog do Paschoal, da Plataforma Mundo Bola Blogs.

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  • Atuações: Uma derrota pra esquecer. As notas de Flamengo 0x1 Internacional


    Por: Hesley Menezes | Twitter @_hesleymenezes

    Paulo Victor: Está longe de ser o goleiro que foi em 2014. Deixou mais uma bola defensável passar. NOTA 4.

    Pará: Sofreu com os avanços de Valdivia pelo seu setor. No lance do gol colorado, o lateral-esquerdo do time adversário apareceu livre, sozinho para finalizar, enquanto Pará não marcava ninguém na entrada da área. NOTA 4.

    César Martins: Tentou subir para afastar o perigo no lance do gol, mas não conseguiu ganhar a dividida com Lisandro López, e a bola sobrou limpa para outro jogador colorado. Foi bem nas antecipações e em alguns desarmes de contra ataque que levariam perigo ao gol de Paulo Victor. NOTA 5,5.

    Samir: Desarmou algumas bolas, e ainda se mandou ao ataque em certas ocasiões. Mas também proporciono lance bizarros com Paulo Victor, além de não estar marcando ninguém no gol do Inter. NOTA 4,5.

    Jorge: Foi perigoso e arisco com dribles bonitos na linha de fundo de ataque. Mas com pouca objetividade, não resultou em chance clara de gol em nenhum dos seus cruzamentos. Precisa aprimorar este fundamento. NOTA 5,5.

    Márcio Araújo: Incapaz de acertar um passe pra frente, Marcio Araújo joga para o treinador. “Obedece” todas as funções que o comandante pede, mas não produz absolutamente nada dentro das quatro linhas. NOTA 3.

    Canteros: Vive um de seus piores momentos com a camisa do Flamengo. Muito pressionado, arrisca muitos passes, aumentando suas chances de erro na tentativa do melhor passe. Mas diferente do seu parceiro de meio campo, ele produz algo para o time, cria chances de gol. A torcida já criou antipatia com o argentino por não demonstrar raça e o camisa 20 acabou saindo de campo vaiado. NOTA 4,5.

    Alan Patrick: Criou chances, arriscou a gol, perdeu gol cara a cara com Alisson, errou passes bobos, não dominou bolas fáceis. Foi uma tarde irregular do meia central do Fla hoje. Apesar dos erros serem maioria na partida de hoje, Alan Patrick talvez seja o jogador que mais toca na bola durante o jogo. Ele chama a responsa, e pede a bola durante os 90 minutos, não se esconde. NOTA 5,5.

    Everton: Fez um primeiro tempo tímido, sem aparecer muito no jogo e acabou sendo substituído no intervalo. NOTA 5.

    Sheik: Não jogou nada mais uma vez. Mas a caneta ou embaixadinha no meio do campo ele não deixou de tentar. Improdutivo durante o jogo todo, saiu com um misto de vaia e aplausos. NOTA 4.

    Guerrero: O peruano já não vive boa fase tecnicamente, ele ainda tem que jogar num time que desaprendeu a jogar futebol. A bola, quando chega, é sempre quadrada, e ele tem que dar o jeito de finalizar. Nas duas boas chances teve, o camisa 9 contou com o azar de acertar a trave na primeira e, na outra, Alisson fazer grande defesa em chute rasteiro cruzado. Novamente saiu como o jogador mais faltoso da partida. NOTA 5,5.

    Paulinho: Tirou pé de dividida, não acertou praticamente nenhum lance de ataque e não ajudou em nada na recomposição do time quando o colorado tinha o contra ataque. Péssima partida do camisa 26. NOTA 4.

    Kayke: Entrou para fazer dupla com Guerrero e povoar mais a área do Inter. Acabou não aparecendo muito no jogo, por ter se posicionado mal em campo. Não jogou como ponta, nem como segundo atacante, nem como pivô, como nada. Estava sempre no lugar errado. NOTA 4,5.

    Gabriel: Entrou de novo para tentar ser a estrela do treinador e tentar algum lampejo. Não deu certo pela segunda vez (já ocorrera em Florianópolis contra o Figueirense). Até entrou disposto, com vontade diferente dos seus companheiros, tentando cobrar rápido os escanteios ou acelerar alguma jogada de ataque. Fato é que a estrela não acendeu. NOTA 4,5.

    Oswaldo: Depois do começo fantástico com 6 vitórias consecutivas no Brasileirão, o comandante rubro negro disputou mais outros 6 jogos. Com o placar de hoje, chegamos a quinta derrota e caímos para o meio da tabela do campeonato. Os erros se sucedem e Oswaldo parece não perceber que os dois volantes que sempre começam jogando não dão mais certo. A defesa falha seguidamente. O coletivo não tem poder de reação para tentar virar uma partida. As mexidas são sempre péssimas, quando não são 6 por meia dúzia. Hoje, mais uma vez mexeu muito mal e o time apresentou um futebol muito fraco. NOTA 3.

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    Hesley Menezes faz parte da equipe Mundo Bola Informação.

     

     

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    Oswaldo acredita que torcida, apesar de impaciente, seguirá apoiando o time.

     

    Foto: Flamengo

    Após a derrota para o Internacional, o treinador Oswaldo de Oliveira concedeu entrevista coletiva no Maracanã. Com o clima pesado por conta do resultado, o treinador exaltou o apoio da torcida e amenizou as críticas a Guerrero.

    Perguntado sobre como o mesmo grupo conseguiu conquistar seis vitórias seguidas acaba oscilando tanto no campeonato hoje, Oswaldo afirmou que, com exceção da partida contra o Figueirense, o time segue jogando da mesma forma, mas alguns detalhes acabam decidindo as partidas a favor ou contra o Flamengo.

    Sobre Paolo Guerrero, o treinador disse que vê que o atacante sofre muitas faltas e uma marcação dura, o que acaba deixando o jogo dele mais agressivo também. Quando questionado sobre a grande ansiedade de Guerrero, Oswaldo disse que é comum para atacantes que fazem muitos gols ficarem assim em momentos como esse. “Gradativamente ele voltará a marcar os gols que nós precisamos”.

    Oswaldo não acredita que a Nação está impaciente, apesar da cobrança: “A torcida do Flamengo tem, como sempre, sido muito fiel e nos ajudado bastante. Eles vão nos ajudar até o final”.

    “Temos 21 pontos para jogar, mas podemos reduzir isso. Vamos continuar lutando porque a possibilidade existe numericamente e mentalmente para nós”, disse o treinador quando questionado sobre a briga pelo G4. “Vamos usar essa semana cheia para resolver nossos problemas, principalmente de finalização. Levamos um gol por falha, mas tentamos muitos outros que não conseguimos finalizar, seja por falha técnica, por ansiedade, vários motivos. Vamos procurar, ao longo do nosso trabalho, dar a resposta ao nosso torcedor que merece”, prometeu.

     

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    Mariana Sá faz parte da equipe Mundo Bola Informação.

     

     

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  • Declaração de incompetência

    No último jogo o Flamengo conseguiu tomar uma aula de futebol do Figueirense, o placar elástico foi justo pelo apresentado por ambos os times. A derrota aumentou a importância do jogo contra o Internacional em casa visando a vaga na Libertadores, não haveria jogadores suspensos e só Wallace e Ederson continuam fora por lesão.

    Oswaldo não surpreendeu na escalação: Paulo Victor – Pará, César Martins, Samir, Jorge – Canteros, Márcio Araújo – Éverton, Alan Patrick, Emerson – Guerrero.

    O Internacional não é um time de defesa sólida, assim logo no início da partida víamos um jogo franco, ambos os times dando bastante espaço e um meio bem esburacado. Entretanto, o Flamengo como sempre não aproveitava os espaços seja por precipitação ou por erros bobos no último passe, principalmente nos cruzamentos horríveis de Pará.

    Paulo Victor falhou de novo, precisa se desculpar se dedicando mais em campo. (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

    Defensivamente, apesar do meio aberto, os laterais conseguiam limitar a ação do Internacional, que chegava sem criar chances tão claras, apesar de levar mais perigo. Porém, justamente num contra-ataque, Samir permite o cruzamento, César Martins falha no corte e a bola sobra para um jogador sozinho, que deveria estar sendo marcado por Pará ou Éverton, que também estava na direita, Paulo Victor novamente falhou e o destino pareceu decretado.

    O gol aos 17 minutos do 1° tempo fez o Flamengo se perder em campo, se desorganizar ainda mais e perder o potencial ofensivo até que no finalzinho do 1° tempo conseguiu criar algumas boas chances. Novamente o problema da falta de força mental interferiu diretamente no resultado, o que é inexplicável já que o problema se arrasta desde o início do ano e não há qualquer movimentação para que um psicólogo trabalhe a situação.

    O Flamengo foi pro intervalo com alguns problemas graves a serem resolvidos: falta de compactação, de proteção à zaga, de armação pelo meio e excesso de individualidade dos ponteiros, principalmente Emerson, além do isolamento de Guerrero.

    Uma forma de tentar melhorar o cenário sem fazer alterações seria trocar o esquema para o 4-4-2 ou 4-1-3-2, fixando Márcio Araújo na frente dos zagueiros e empurrando Emerson pro lado de Guerrero, fazendo com que Canteros mais a direita, Alan Patrick pela centro e Éverton na esquerda compusessem o meio. Uma forma de tentar melhorar mantendo o 4-2-3-1 seria tirar Emerson e pôr Gabriel ou Matheus Sávio, tirar Márcio Araújo e pôr Jonas ou Luiz Antônio (que inverteria com Canteros).

    Mas Oswaldo não fez nada disso e tirou Éverton, que estava até bem, para pôr o improdutivo Paulinho. O jogador hoje teria ido bem se não houvesse feito nada, mas conseguiu atrapalhar com seus erros de passe e finalizações que sempre passam muito longe do gol… aliás, me pergunto se alguém já fez um exame oftalmológico nele, por que erros tão grosseiros só podem vir de um problema de vista.

    Contudo, o 2° tempo começou melhor e em parte graças a troca de preferência de lateral para atacar. Ao invés de insistirem com Pará, que errou tudo ofensivamente, deixarem ele mais preso e começaram a trabalhar mais com Jorge, que se apresentou muito bem e começou a criar mais chances pela esquerda, como o cruzamento para Guerrero, que chutou pra fora e o lateral para o centroavante, que escorou para Alan Patrick que acabou isolando.

    Oswaldo tentando justificar o injustificável. (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

    Ao ver que o Flamengo dominava as ações, Argel trocou Alex por D’Alessandro e o Internacional começou a esfriar o jogo, matando jogadas com faltinhas e se fechando mais atrás. Oswaldo reagiu mostrando mais uma vez como lê mal o jogo e tirou Canteros para pôr Kayke, a intenção era de aumentar o número de jogadores altos no ataque e a presença de área, mas a escolha de quem sair acabou com o meio de campo.

    A marcação no meio já era ruim e conseguiu piorar com Alan Patrick atuando como 2° volante, o que tornou os contra-ataques do Internacional mais perigosos. A saída de bola também sofreu um baque violento e sobraram os chutões da defesa para o ataque, o que dificultava a criação de jogadas.

    A troca de Emerson por Gabriel aos 30 do 2° tempo também não surtiu muito efeito, a falta de bons passadores e excesso de carregadores dificultava o trabalho com a bola, o que impedia a criação de situações claras de gol e, quando uma apareceu, Alisson fez grande defesa. Para piorar, mesmo com todo o tempo livre para treinar, o Flamengo é incapaz de levar perigo na bola parada, a exceção foi um escanteio cobrado por Gabriel, que Jorge cabeceou e passou perto do gol.

    Foram 60% de posse de bola com o Internacional dando espaço, especialmente no 1° tempo, com poucas situações claras de gol e, das 17 finalizações, apenas 3 foram na direção do gol, 2 de Guerrero, que teve 4 chances, 2 claras. Hoje o Flamengo teve chance de empatar e teria plenas condições de virar o jogo, mas faltou raça, força mental, quem armasse, quem defendesse e, principalmente, quem de fora soubesse ler o jogo e mexer certo no time.

    Matematicamente o Flamengo ainda tem chance de ir a Libertadores, mas o time não faz por merecer, deixa as chances escaparem por entre os dedos e, num milagre, se acontecer de a vaga vir, me pergunto se esse time conseguiria não passar vergonha na Libertadores tal qual fez em 2014.

    Saudações Rubro-Negras

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    Nayra M. Vieira faz parte da equipe Mundo Bola Informação e também escreve no Blog Flamengo em Foco, da Plataforma Mundo Bola Blogs.

     

     

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