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  • Atuações: Noite de lambança, time sem identidade; notas de Figueirense 3×0 Flamengo


    Por: Hesley Menezes | Twitter @_hesleymenezes


    Time do Figueirense jogou sério e mereceu a vitória

    Paulo Victor: Primeiro tempo horroroso do goleiro do Flamengo. Muito inseguro, falhou em lances fáceis. No gol de Clayton, a bola era defensável. Tanto no segundo, como no terceiro gol, não teve culpa. No final, mais uma saída bizarra do gol e quase o quarto gol do Figueirense. NOTA 4.

    Pará: Não comprometeu no seu retorno ao time titular. O Figueirense pouco atacava pelo seu lado do campo. Teve o azar de rebater a bola que ia pra fora, e em seguida sair o 3° gol alvinegro. Pouco apoiou ofensivamente. NOTA 5.

    Cesar Martins: Ganhou a posição de titular e está cada vez mais seguro. Jogando com firmeza, perde poucas divididas. Pelo alto, não perdeu nenhuma. Levou certo perigo no jogo aéreo quando foi a área adversária. NOTA 6,5.

    Samir: O 1° gol do figueirense saiu pelo seu lado, quando deu o bote errado e o atacante alvinegro entrou livre na área pra finalizar. No segundo tempo, depois do placar quase irreversível, se mandou ao ataque e até foi perigoso ao criar boa chance na linha de fundo, cruzando pra trás. NOTA 5,5.

    Everton: Jogou improvisado na lateral esquerda e não comprometeu com a bola nos pés. Foi com as mãos que o camisa 22 errou e deu o primeiro gol para o time adversário ao cobrar lateral rápido sem necessidade. Quase empatou o jogo com um chute forte de fora da área. NOTA 5,5.

    Márcio Araújo: O pior do time, incrivelmente, joga todos os 90 minutos de jogo mais os acréscimos. Em lambança coletiva, o camisa 8 do Fla entregou o 1° gol para o Figueirense ao não dominar bola fácil e tocar na fogueira para o companheiro. Com o placar desfavorável, e o time do Flamengo inteiro em cima do adversário, Márcio Araújo foi um a menos em campo. NOTA 3,5.

    Canteros: Também participou da lambança coletiva na entrega do 1° gol. Foi ele quem escorregou e tocou a bola para o jogador rival tabelar e sair na cara do gol. Mas o argentino ainda fez boas jogadas na linha de fundo. Em uma, no segundo tempo, deu passe na cabeça de Kayke para se redimir e empatar o jogo, mas o atacante acabou mandando pra fora. NOTA 4.

    Alan Patrick: A bola pouco passou por ele no primeiro tempo, e o time não criou nada. Já na etapa final, ele participou mais do jogo, e as jogadas pelo meio foram fluindo mais. Ele ainda arriscou um chute de fora da área que passou perto da meta defendida por Muralha. Distribuiu bem o jogo, tanto pelo meio, como pelos flancos do campo. NOTA 6.  

    Paulinho: O narrador da partida talvez nem tenha citado seu nome durante o jogo. Apagado no jogo, o camisa 26 do Fla foi um a menos em campo. Pouco ajudou na defesa, e no seu setor de ataque pouco participou do jogo. NOTA 4.

    Emerson Sheik: Acho que já ficou bem nítido: Sheik prefere muito mais dar uma caneta no meio de campo do que fazer gol. Hoje ele não cansou de tentar. E quando conseguiu, ainda deixou a mão pra atingir o adversário, cometendo a falta. Foi justamente substituído. NOTA 4.

    Kayke: Se movimentou, saiu da área, tentou fazer tabelas, mas nada disso deu certo. Teve a chance de empatar a partida, quando subiu sozinho, livre pra cabecear a menos de 1 metro do gol. Podia ser a reação. O atacante, porém, mandou pra fora. Logo em seguida, veio o segundo gol do Figueirense. NOTA 4,5.

    Almir: O que ele faz em campo, qualquer um pode fazer. Dominar e tocar de lado sempre que entra é muito fácil. Além de estar em uma situação física bizarra, o que apresenta em campo, é pífio. NOTA 3,5.

    Gabriel: Entrou para tentar alguma coisa, ter algum lampejo. Jogou os poucos minutos que teve pelo esquerdo, mas não fez muita coisa. NOTA 4,5.

    Matheus Sávio: Entrou já no finzinho e quase não tocou na bola. SEM NOTA.

    Oswaldo de Oliveira: O pior do jogo hoje. Viu o time perdendo e não mexeu na equipe. Depois do 2×0, fez duas mudanças, mas foi 6 por meia dúzia. Trocou atacante por atacante, deixando os dois volantes em campo. NOTA 3.

     

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  • Concurso Cultural inaugura temporada de comemorações pelos 120 anos do Mengão no Mundo Bola

    O Flamengo completa neste próximo dia 15 de novembro 120 anos de história. E o Mundo Bola vai dar o pontapé inicial (ou seria a remada inicial?) para as comemorações dessa importante data com o lançamento do Concurso Cultural “Flamengo: 120 Anos e a Sua Grande História”.

    Todo Rubro-Negro têm uma grande história para contar, certo? E ela faz parte da história do Flamengo da mesma forma que um gol decisivo ou um troféu erguido por um grande atleta. E nós queremos que você a coloque no papel essa sua grande história e envie pra gente!

    A partir do dia 18 de outubro até o dia 2 de novembro a gente vai receber seu texto (mais informações em breve!), depois desta data uma comissão julgadora vai selecionar as três melhores e elas serão publicadas no nosso site. Mas não é só isso! Claro que não!

    Entre estas três histórias finalistas uma será escolhida por voto popular para ganhar prêmios. Isso mesmo, prêmios no plural. Já garantimos alguns belos presentes pra você que está abrindo o editor de textos agora e não quer perder um dia sequer pra mostrar sua história pra gente.

    Fique ligado no nosso perfil  no Twitter e na nossa fanpage no Facebook. Nesta quinta ainda teremos mais novidades!

     

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  • A verdade é que faltou tudo

    Everton até que correu e fez boas jogadas improvisado na lateral.


    Diogo Almeida | Twitter @DidaZico

    O Figueira começou explorando o lado esquerdo onde Everton foi escolhido para a vaga do suspenso Jorge. A torcida adversária joga com o time ajudando o abafa nos 5 minutos iniciais. O gramado duro e irregular parece facilitar o jogo na base do boi-bumbá. Aos 6 minutos, PV solta bola nos pés de um atacante alvinegro, causando um sanhaço na nossa área que só terminou quando César Martins interrompeu a trajetória da bola que entraria nas nossas redes.

    10 minutos e o time não conseguiu trocar meia dúzia de passes. A marcação buscava o encaixe para evitar a ligação direta do Figueira. As bolas aéreas do adversário no início do jogo mostraram que o terror defensivo não teve solução na parada de dez dias.

    Aos 12, primeira chance do Fla em jogada de linha de fundo pela direita de AP. Paulinho completou escanteio com cabeçada bisonha.

    Aos 14, novo escanteio e novo mole da zaga. Sorte nossa que a cabeçada foi fraca.

    Aos 15, o time catarinense troca passes na entrada da área. O Mengo está péssimo e é colocado na roda. Parece questão de tempo para o gol. O bobinho dos caras termina em perigosa falta na meia-lua. A barreira parece mal armada, Tiago Heleno bateu rasteiro esperando que a barreira pulasse. Não aconteceu o esperado, felizmente. Será que o Fla vai acordar ou continuará passivo? Se o nosso toque de bola ainda não deu resultado por conta muito da boa marcação dos caras, pelo menos o time tem que igualar na raça e dobrar a marcação.

    Aos 20 conseguimos concluir. Em triangulação distante da área, César Martins tocou para Paulinho que de costas serviu Kayke que arriscou chute de longe sem perigo.

    21 minutos, e o cantado gol adversário saiu. Canteros bisonho caiu sozinho trocando as pernas. A bola sobrou para Yago que deu assistência para Clayton sozinho penetrar pela direita da área: chute cruzado, vencido Paulo Victor sem dificuldades. Gol de Clayton.

    O Flamengo é um time descoordenado, sem coração, demonstrando a velha falta de reação comum em diversos jogos ao longo dessa temporada. Ainda temos muito jogo nesse primeiro tempo, o Figueirense já conseguiu seu gol de time pequeno, agora basta aos homens que vestem o Manto Sagrado que se imponham.

    30 minutos. Bola área! Bola área! Todos os times do campeonato parecem levar vantagem contra nossa zaga. Ficamos dependendo do erro adversário. Importante salientar que César Martins consegue ser mais efetivo que o perdido menino Samir, cujo futebol tão cedo ainda, parece ter chegado a um ponto que não consegue mais evoluir.

    O árbitro Anderson Daronco até aqui não errou nada. Atuação perfeita.

    Aos 38 minutos, Sheik arrisca chute de longe pela direita de ataque. A bola some sem direção.

    Aos 40 a aarcação do Figueirense é agressiva, dobra; estão jogando por mais uma bola, outra espichada da esburacada proteção conferida pelos volantes.

    Os 5 minutos finais são mais do mesmo. E termina o primeiro tempo com mais um de acréscimo.

    O segundo tempo começa sem mudanças no time do Flamengo. E também do mesmo jeito que foi o início do primeiro tempo o Figueirense vai ganhando na raça, na correria. O time do Flamengo parece ter entrado arrasado novamente. Estamos torcendo por um lampejo de time.

    Aos 6 minutos, Kayke perde gol incrível em cabeçada bizarra na pequena área. Não é possível que esse time treinou 10 dias e simplesmente não consegue se concentrar num jogo tão importante, contra um clube que está na zona de rebaixamento. Não pode perder um gol assim!

    Muralha finalmente faz defesa salvadora no jogo. Alan Patrick costura na frente da área e encontra Evérton para um chute bonito. Não foi agora, aos 9 minutos.

    O time parece mais confiante e faz terceira boa jogada. Dessa vez Evérton chega à linha de fundo e cruza no segundo pau. A zaga rival tira pra escanteio. Pressão. O time já consegue tocar a bola e achar espaços.

    Quando o jogo parecia estar sobre domínio rubro-negro, Emerson Sheik fez questão de esfriar o jogo. O time mais desconcentrado do Brasil de novo voou. E enquanto voava pelo noite de Floripa o Figueirense, time horroroso, fez lá uma jogadinha e o segundo gol. Não vale nem a pena achar culpados. O fato é que o time não parece se importar em perder. Virou normal jogar sem raça, sem vontade, coagido pelo adversário, melindrado pela insegurança latente, acossado pela marcação, impotente quando está atrás do marcador. Perdeu para o mesmo Figueira no Maracanã. Não parece querer revidar a derrota. Não parece ser um grupo que se lembra das coisas, que se importa com sua trajetória claudicante. O gol foi do tal Clayton novamente.

    Se empatarmos será um acontecimento sobrenatural. Virar esse jogo? Só um milagre daqueles que a Nação Rubro-Negra põe fé.

    Escanteio pro Fla. Nada. Em compensação com a vitória da Ponte o Flamengo fica empatado. Uma pergunta cabe: Qual o investimento do time de Campinas na montagem do seu grupo? O Flamengo perdeu algum jogador de destaque ou se reforçou ainda mais durante o campeonato? Pois o genérico vascaíno ainda perdeu o Cajá que até gol do meio de campo fez no início desse Brasileiro.

    Gabriel entra no lugar de Sheik, Almir no lugar de Paulinho. A seguir Matheus Sávio  no lugar de Canteros. Opções erradas de Oswaldo, que começa a acumular erros, o Flamengo depois daquelas 6 vitórias não se encontra mais em campo e parte para a sequência mais difícil da competição com a lógica dizendo que será difícil, muito difícil ganhar Corinthians e Grêmio fora de casa, por exemplo.

    37 minutos. Nada. Nada. O Flamengo está perdendo e não mete medo no Figueirense. Aceitou a derrota.

    E aos 43,  Dudu faz o gol que ilustra a fétida partida do Flamengo. Um time caro, que tem todo o carinho de uma Nação, que o apoia com a melhor média de público do Campeonato é um time que não se situa, que não parece entender o que é Flamengo. Qualidade até possui para G4 — se não a tivesse não tinha chegado lá! — mas não tem ambição; seus erros defensivos perpetuam e jogadores parecem deslumbrados quando fazem boas partidas.

    Figueirense 3×0. Apita Anderson Daronco o final de jogo. Aliás, arbitragem estupenda. Felicitações ao homem do apito hoje.

    Por mais que se tenha aqui falado muito sobre este jogo, a verdade é que faltou tudo.

     

    FICHA TÉCNICA:
    FIGUEIRENSE 3 X 0 FLAMENGO

    Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
    Data: 14 de outubro de 2015
    Horário: 21h
    Árbitro: Anderson Daronco (Fifa-RS)
    Assistentes: José Javel Silveira (RS) e Rafael da Silva Alves (RS)
    Cartões amarelos: Thiago Heleno (FIG) e Emerson (FLA)
    Gols: Clayton (FIG), aos 21 minutos do primeiro tempo e aos 20 minutos, e Dudu (FIG), aos 42 minutos do segundo tempo.
    FIGUEIRENSE: Alex Muralha, Leandro Silva, Thiago Heleno, Bruno Alves e Juninho (Marcos Pedroso); Fabinho, João Vitor, Yago (Bruno Dybal) e Rafael Bastos (Thiago Santana); Clayton e Dudu
    Técnico: Hudson Coutinho

    FLAMENGO: Paulo Victor; Pará, César Martins, Samir e Everton; Márcio Araújo, Canteros (Matheus Sávio) e Alan Patrick; Paulinho (Almir), Emerson (Gabriel) e Kayke
    Técnico: Oswaldo de Oliveira

     

     

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  • Secada da Nação: 30ª Rodada do BR2015


    Diogo Almeida | Twitter @DidaZico

     

    Dos dez jogos desta 30ª rodada, sete acontecerão nesta quarta-feira e mais três na quinta-feira. A rodada perfeita para o Flamengo obviamente depende de uma vitória em seu jogo. O Flamengo joga em Florianópolis, contra o Figueirense lá em seus domínios alvinegros do Orlando Scarpelli. Atenção para o horário: 21h.

     

     

    Atlético Mineiro x Internacional

    A secação começa às 19h30 com o confronto Atlético-MG x Internacional. Em oitavo lugar, com a mesma pontuação do Flamengo e atrás apenas pelo numero de vitórias — 12 contra 14 do Mengo –, o time gaúcho está na cola do Fla e perder pontos para o Atlético seria muito bom.

    O Atlético corre atrás do título brasileiro, está a cinco pontos do Corinthians. Se tudo correr conforme a lógica é o único time a ter condições de tirar o caneco do time paulistano. Torcer para uma vitória atleticana não atrapalha os planos do Flamengo.

    Sport x Avaí

    Nenhum rubro-negro pode torcer para essa aberração em forma de clube chamado Sport. E o Avaí ganhando aumenta a distância para o Vasco, que vem embalado para sair do Z4. Uma vitória do Avaí deixa os vascaínos tristes. O jogo acontece também às 19h30.

    Palmeiras x Ponte Preta

    Jogo em casa, adversário pequeno e já acostumado a ser roubado. O Palmeiras tem tudo para chegar aos 48 pontos. Uma vitória da Ponte umpulsiona o time para a briga pelo G4, podendo até empatar em pontos com o Flamengo se a gente perder. Secador ligado durante os 90 minutos. A partida ocorre no mesmo horário do nosso jogo.

    Joinville x Coritiba

    Jogo que não interessa em nada o Flamengo. Se o Coritiba ganhar os vascaínos vão chorar. Então vamos secar o Joinville só pra ver de camarote o desespero deles. Jogo às 21h.

     

    Fluminense x São Paulo

    O Fluminense tem 37 pontos. Ainda corre o risco de ir para a Série B, seu lugar de direito. O São Paulo em crise política e treinador novo está empatado em pontos (46) e vitórias (13) com o Santos. O time da baleia está no G4 pelo saldo de gols. Decisão difícil… Optando pelo pragmatismo, vamos ser objetivos e secar o SP.

    Atlético-PR x Cruzeiro

    Jogo sem interesse para a Nação. Então que dê empate!

     

    Corinthians x Goiás

    Uma vitória do Goiás em plena Arena Corinthians seria sensacional para diminuir o ímpeto alvinegro da Marginal Tietê. E o Goiás merece estar fora do Z4. Seria divertido curtir uma vitória goiana. Vamos secar apenas pra zuar o Vasco na 2ª divisão, ok?

    Vasco x Chapecoense

    Chapecoense vem de goleada em cima do Palmeiras, certo? Que goleie o Vasco e dê um fim nesse “Eu Acredito!” deles. Que além de não ser original é coisa de time pequeno.

    Grêmio x Santos

    O grande jogo da rodada, pois são dois clubes do G4 se enfrentando. E vamos secar o Santos! O Grêmio tem 52 pontos, o Santos 46 e é o terceiro clube que pode ser ultrapassado pelo Flamengo na rodada!

     

     

    Classificação da Rodada Perfeita

    1) Corinthians perde = 61 pontos

    2) Atlético-MG  ganha = 59 pontos

    3) Grêmio ganha = 55 pontos

    4) Flamengo ganha = 47 pontos

    5) Santos perde = 46 pontos

    6) São Paulo perde = 46 pontos

    7) Palmeiras perde = 45 pontos

    8) Internacional perde = 44 pontos

    9) Ponte Preta ganha = 44 pontos

    10) Fluminense ganha = 40 pontos

    11) Sport perde = 40 pontos

    12) Atlético-PR empata = 39 pontos

    13) Cruzeiro empata = 38 pontos

    14) Chapecoense ganha = 37 pontos

    15) Avaí ganha = 36 pontos

    16) Coritiba ganha = 36 pontos

    17) Goiás ganha = 34 pontos

    18) Figueirense perde = 31 pontos

    19) Vasco perde = 27 pontos

    20) Joinville perde = 24 pontos

     

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  • Anderson Daronco apita Figueira x Fla


    Valdemir Henrique | @netobygu


     

    O duelo entre Figueirense x Flamengo, válido pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, contará com a arbitragem de Anderson Daronco – RS  (FIFA) – e os auxiliares José Javel Silveira – RS (ESP-2) – e Rafael da Silva Alves – RS (ASP-FIFA).

    Nos últimos 9 jogos, Daronco aplicou 33 cartões, sendo 32 amarelos e um vermelho, média de 3,6 por jogo, isso é muito bom, pois demonstra que ele não precisa distribuir cartões a revelia para controlar a partida. Considerado um dos melhores árbitros do futebol brasileiro, o gaúcho costuma atuar de maneira discreta.

    Sua última atuação em um jogo do Mengão foi na vitória de 3×1 sobre a Chapecoense. Naquela oportunidade ele apitou de maneira segura, cometendo apenas pequenos erros que não interferiram no resultado.

     

     

     

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    Valdemir Henrique é colaborador do Mundo Bola, escreve sobre arbitragem no pré-jogo do Mundo Bola Informação. E é colunista no Blog Vivendo o Flamengo.

     

     

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  • Ídolo da torcida, Meyinsse diz que jogo contra o Orlando Magic “vai ser guerra”

    Meyinsse em ação. Foto: Flamengo


    Luiza Sá | Twitter: @luizasaribeiro

     

    Que Jerome Meyinsse virou ídolo da torcida rubro-negra não é novidade para ninguém. O norte-americano chegou ao Flamengo em 2013 e conquistou a Nação com seu carisma, simplicidade e, principalmente, humor. O camisa 55 do FlaBasquete foi um dos melhores jogadores do Mundial contra o Maccabi, esteve na pré-temporada da NBA com o Mais Querido no ano passado e enfrentará o Orlando Magic mais uma vez neste sábado (17), às 18 horas, no HSBC Arena.

    Falando com o Mundo Bola, Meyinsse contou sobre a expectativa para receber o time na NBA no Brasil: “Eles nos receberam no ano passado perfeitamente, cuidaram bem da gente, agora a gente quer fazer a mesma coisa. Mas dentro da quadra vai ser guerra, a gente vai brigar e tentar ganhar.”

    Com o sucesso do basquete da Gávea nos últimos anos, a mudança do elenco era algo inevitável. Apesar disso, alguns reforços chegaram – JP Batista, Rafa Luz, Jason Robinson e Rafael Mineiro – e depois de cinco jogos (dois contra Macaé e Brasília e um contra o Botafogo) o entrosamento com os novos companheiros será muito importante para o grande encontro com o Orlando e, claro, a nova temporada do NBB. “A gente está se conhecendo ainda, tem uma semana para treinar e se conhecer mais, mas já estamos nos adaptando bem dentro e fora de quadra. Isso é muito importante, especialmente contra um time como o Magic”, comentou o americano.

    O criador da “Flaçaí” ainda falou sobre a sensação de ter sido acolhido pela torcida do Flamengo, mesmo tendo vindo de tão longe. O carismático pivô faz sucesso na internet com seus vídeos engraçados e o grande amor pelo açaí. “Cheguei aqui no Brasil, aprendi a paixão e o amor que a torcida tem pelo Flamengo e já chegou em mim. Então só estou compartilhando esse amor, é divertido fazer isso com a torcida”, completou.

     

     

    Olha o chamado do Grandão! O Orgulho da Nação enfrenta o Orlando Magic neste sábado, 17 de outubro, às 18 horas, no HSBC Arena. Restam poucos ingressos para a partida e o torcedor que for ver o FlaBasquete fazer história novamente deve chegar cedo para que não haja nenhum tipo de confusão e possa aproveitar a experiência da melhor forma possível.

    Quadra sendo montada na Arena HSBC. Foto NBA Brasil

    ARENA MONTADA

    Hoje a NBA convidou a imprensa para acompanhar o trabalho de montagem da quadra na Arena HSBC. Lembrando que alguns padrões são diferentes. A quadra da NBA é um pouco maior (28,65m x 15,24m) do que a quadra FIBA (28m x 15m). A distância da linha de três pontos para a cesta é 30 centímetros maior nas quadras da NBA.

     

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    Luiza Sá é integrante da equipe Mundo Bola Informação e fará a cobertura de Fla x Orlando direto da Arena HSBC, dia 17.

     

     

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  • Estadual 2016: O Retorno dos Absurdos

     

    Por Thauan Rocha | Twitter @Thauan_R e @flaimparcial Facebook: Flamenguista Imparcial

     

    O regulamento para disputa do Carioca 2016 saiu, então resolvi fazer um resumo explicando seus principais pontos. Vamos lá?

    Formato de disputa:

    A parte mais importante é a grande quantidade de datas. O campeão precisaria disputar 18 jogos, sendo, provavelmente, 10 desses contra os minúsculos. Certamente mais de 10 dariam prejuízo ou lucro irrisório. Fora a forma confusa de dividir as equipes em grupos e o campeonato em fases. A meu ver, a primeira fase é desnecessária ou, pelo menos, não deveriam ter que criar um novo grupo, zerando as pontuações, pra ter jogos entre os integrantes do mesmo. Isso deve ter sido pensado para aumentar a quantidade de clássicos (deverão ser 14 contra 12 das edições anteriores, sendo que 6 foram em mata-mata).

    Falando em clássicos, a FFERJ deu um jeito do Vasco e Botafogo serem mandantes na primeira e segunda fase, além de poderem escolher em qual lado do Maracanã ficará a sua torcida (que conveniente para o Vasco contra o Fluminense, né?). Vejam o Art. 18º, § 5º e § 6º.

    Vamos agora a explicação do formato em si:

    Na primeira fase, serão dois grupos de 8, com os times do grupo A (Vasco e Bota) jogando contra o grupo B (Fla e Flu) em jogo único. Os quatro primeiros de cada grupo formam o grupo C e as pontuações são zeradas. Aqui a disputa é dentro do grupo em jogo único e o primeiro será declarado campeão da Taça Guanabara. Os quatro primeiros do grupo C vão fazer a semifinal em jogo único, tendo o 1º e o 2º a vantagem do empate. Já a final é disputada em dois jogos, com o melhor colocado da fase C escolhendo o mando de campo. Em caso de empate no placar agregado, haverá disputa de pênaltis.

    Ingressos:

    Eles também não esqueceram os ingressos. O Art. 21º até faz parecer que o clubes terão total liberdade na determinação dos valores, mas o § 1º já muda isso, obrigando os 4 grandes a reservar 5% dos ingressos a preços especiais – 50% do menor valor cobrado para o evento – quando jogarem contra os pequenos. Como se já não bastassem as diversas gratuidades e quantidade absurda de meia-entrada. Ainda tem o § 3º que permite a FFerj e seus aliados definirem os preços mínimos e máximos dos ingressos. E já não poderemos estabelecer o preço nos clássicos, pois o mando será de Vasco e Botafogo.

    O Art. 22º faz persistir a divisão de lucro de forma absurda, em mais uma atitude populista. Quando pelo menos um dos quatro grandes está envolvido, a renda é dividida 60% para o vencedor, 40% para o perdedor e, em caso de empate, 50% para cada clube. Segundo o Regulamento Geral de Competições (RGC), no Art. 93, se houver desconto para sócios, o calculo para divisão de renda considerará o valor do ingresso sem o desconto e esse custo será do mandante.

    Quero ainda chamar atenção pro § 2º do Art. 21º, onde a FFERJ volta a manter suas práticas de maquiar os péssimos públicos que esse campeonato atrai. E lembrando que as taxas serão cobradas também em cima desses ingressos destinados a fins “sociais”.

    Inscrição, registro e condição de jogo dos atletas:

    Persiste ainda, de acordo com o RGC, as seguintes regras: no máximo serão 28 atletas (Art. 34 § 5º) sendo até 5 menores de 20 anos inscritos (Art. 34 § 7º); e constar na relação os atletas inscritos ou registrados para a participação em competições nacionais ou internacionais, concomitantes, sob pena de R$ 50 mil por atleta em caso de descumprimento (Art. 34 § 9º).

    Fechamento do Maracanã para Olimpíadas:

    Em sua única decisão certa, o Art. 33º permite aos clubes, em comum acordo, realizarem a semifinal e final em outro estado se o Maracanã e Engenhão estiverem fechados por causa das Olimpíadas. Já imaginou se os jogos decisivos fossem realizados em Volta Redonda? Ou até em São Januário, que não tem a menor condição de receber jogos (prova disso é que o Vasco não joga em seu estádio por medo de não ter como controlar sua torcida em mais um péssima fase do time).

     

    Rubens Lopes e Eurico Miranda (na foto) são os grandes “artistas” dessa peça. | Foto: Reprodução

     

    Mas no fim a FFERJ continua no seu Teatro do Absurdo, onde nada faz sentido. É apenas política nonsense, onde trocam as imagens dos estádios vazios e dos borderôs negativos pela imagem de seu aliado comemorando o título. Enquanto isso os diretores se divertem e riem com essa peça tragicômica.

    E você ainda acha que o Flamengo deve jogar o carioca em vez da Primeira Liga (Rio-Sul-Minas)? Pra mim, esse campeonato hoje não pode ser nada maior do que um treino pra time sub-23 dos grandes. E o que você acha?

     

    SRN!

     

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    Thauan Rocha escreve no Flamenguista Imparcial, da Plataforma Mundo Bola Blogs. A opinião do autor não reflete necessariamente a opinião do Mundo Bola.

     

     

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  • Cobrança necessária: o Flamengo precisa resgatar sua tradição disciplinadora

    Por Luiz Eduardo Mengão – Convidado


    Irmãos rubro-negros,

    O Flamengo, a diretoria do Flamengo, em sua história, sempre cultivou a tradição de valorizar técnicos disciplinadores.

    Foi assim, dentre outros, com Dori Kürschner, Flávio Costa, Fleitas Solich e Cláudio Coutinho.

    Todos eram técnicos muito estudiosos e trabalhadores e que também se impunham ao elenco pela autoridade, contando com o respaldo da diretoria.

    Esse quadro começou a mudar em meados da década de 1980.

    Caso emblemático foi o de Telê Santana, preterido pelo clube quando resolveu confrontar a estrela da equipe, Renato Gaúcho.

    Nessa época, o clube já mergulhava num padrão de gestão do futebol de grande permissividade para com os atletas, sobretudo os da base, tratados como criancinhas mimadas, cujas vontades deveriam ser satisfeitas e as indisciplinas relevadas.

    Na minha modesta opinião, o momento em que o futebol do Flamengo tornou-se realmente uma grande bagunça foi com a ascensão do Kléber Leite à presidência e a posterior contratação do Romário.

    Ali o Flamengo retrocedeu bastante em termos de gestão do departamento de futebol.

    Enquanto o profissionalismo era implantado, em maior ou menor escala, na Europa e em alguns clubes brasileiros, o Flamengo, na contramão daquilo que vinha sendo desenvolvido e que se tornaria referência obrigatória no futebol mundial, aprofundou as piores práticas amadoras, adotando a frouxidão disciplinar e a irresponsabilidade administrativa e financeira como métodos diretivos.

    Me recordo muito bem do dia em que Romário e Edmundo, ambos atletas do Flamengo, resolveram se aventurar pelo funk.

    Na época, o Flamengo ia muito mal no Campeonato Brasileiro, mas isso não os impediu de convocar uma entrevista coletiva, se não me engano na Gávea, e, sorridentes e felizes, começarem a cantar alguma porcaria nojenta.

    A situação ruim do time no Campeonato Brasileiro era um mero detalhe. O importante era valer-se da enorme repercussão e grandeza de tudo que envolve o Flamengo para fazerem um marketing pessoal ridículo.

    E esse comportamento antiprofissional, de indiferença e desrespeito ao clube e à torcida foi constante nos últimos vinte anos.

    Quantos escândalos promovidos por atletas descompromissados e imaturos?

    Jogadores que faltavam a jogos e a treinamentos, chegavam alcoolizados para os treinos matinais, afrontavam técnicos e qualquer tipo de hierarquia, cobravam publicamente salários.

    A instituição tendo suas vísceras expostas por uma direção pusilânime, jogadores indisciplinados e uma imprensa ávida por fofocas e notícias que manchassem a imagem do Flamengo.

    A situação era tão caótica que o clube tinha um supervisor, no caso o Isaías Tinoco, cuja função primordial era fornecer à imprensa as desculpas mais estapafúrdias para os atos irresponsáveis de alguns jogadores.

    Assim era o futebol do Flamengo até a chegada de Eduardo Bandeira de Mello, Wallim Vasconcelos e cia.

    Assisti outro dia à uma entrevista do Wallim na qual ele descrevia o estado em que encontraram o departamento de futebol quando assumiram a direção do Flamengo.

    Parentes e amigos dos jogadores, empresários, mulheres e até vendedores de relógios frequentavam o Centro de Treinamento.

    A primeira medida então foi lacrar o portão do Ninho do Urubu e só permitir a entrada de pessoas que efetivamente trabalhassem no futebol do Flamengo.

    Todo o resto deveria ficar do lado de fora.

    Além disso, foi distribuída aos jogadores uma cartilha traçando algumas normas quanto ao comportamento a ser observado por todos no CT e na Gávea.

    Não é à toa que o Flamengo, desde janeiro de 2013, deixou de ser notícia para a parte sensacionalista da imprensa.

    Na minha humilde opinião, isso já denota grande melhora em relação ao que ocorria até dezembro de 2012.

    Lendo o excelente post do Flavio, publicado ontem aqui no Buteco, fiquei muito esperançoso quanto ao futuro do Flamengo.

    Acho que há muitos rubro-negros se esforçando para colocar o Flamengo definitivamente no século XXI, de modo a que o clube retome seu caminho de glórias e conquistas, e consolidando-se como a maior potência do continente

    Mas se as melhoras na gestão do futebol são visíveis, por que os resultados têm sido aquém do potencial do clube?

    Por que os jogadores têm demonstrado indiferença, quando não desrespeito e desprezo, pela torcida e pela instituição?

    Em relação aos resultados, vários fatores concorrem, como a falta de planejamento e estrutura, o método de apenas reforçar efetivamente o elenco no meio do ano, dentre outros.

    Mas eu gostaria de focar numa resposta comum às duas indagações acima.

    E a resposta, provavelmente simplista, mas pra mim correta, envolve dois fatores: a não implementação de uma filosofia e identidade rubro-negra e a falta de cobrança.

    Não se vê mais jogador do Flamengo sujar o uniforme, dividir com vontade, brigar e lutar durante toda a partida.

    No domingo passado, um atacante do adversário deu uma entrada desleal, criminosa, no Paulo Victor.

    Nenhum jogador do Flamengo reagiu, nenhum jogador do Flamengo partiu pra cima.

    Ficou por isso mesmo.

    Fosse em outras eras, a reação do time do Flamengo seria imediata e bastante incisiva, aguerrida. Provavelmente, teria briga.
    Eu sou de uma geração em que quem cantava o jogo era o Flamengo. Fosse com time bom, fosse com time ruim.

    Além dessa inexplicável apatia e frouxidão, onde está a obrigação de estrito respeito à instituição e à torcida por parte dos atletas e profissionais do futebol?

    O Samir outro dia chamou um torcedor de “babaca”, o Paulinho se negou a dar autógrafo à uma torcedora, alegando que “quando estava jogando mal, ninguém pedia autógrafo”.

    O César Martins esta semana deu uma entrevista em que, ao ser indagado sobre as cobranças da torcida, respondeu que “se jogar futebol fosse fácil, torcedor jogaria e jogador assistiria.”

    Eu pergunto: alguém da diretoria chamou a atenção, com firmeza, muita firmeza, desses jogadores? Ou deixaram pra lá?

    Porque se tem algo que não se pode admitir, em hipótese alguma, jamais, é desrespeito, desdém, deboche com a Nação Rubro-Negra.

    Eles são milionários, levam uma vida nababesca, que lhes assegura, e às suas famílias, uma condição muito superior à de 99,9% da população brasileira.

    E quem proporciona isso? Sim, a torcida do Flamengo.

    Eles não estão fazendo favor algum em jogar no Flamengo. Muito pelo contrário. Jogar no Flamengo é uma bênção, digna de eterna gratidão.

    Mas a impressão que se tem é de que os jogadores estão indiferentes aos vexames, às derrotas, ao sofrimento da torcida rubro-negra.

    Jogador do Flamengo não pode nunca sentir-se confortável, acomodado.

    Jogador do Flamengo tem de superar-se sempre.

    A torcida se supera, por que eles não fariam o mesmo?

    Nós lembramos muito dos anos de 1980, mas a verdade é que do meio pro final da década o futebol do Flamengo já era uma enorme bagunça.

    Mas tínhamos craques e líderes verdadeiramente identificados com o clube, que se impunham e faziam a diferença pelo Meng

    Tínhamos, e temos ainda, a camisa vermelha e preta, o Manto Sagrado, que sempre nos favorece, embora muitas vezes os jogadores não se apercebam disso, por falta de identificação com o clube.

    E tínhamos, por fim, a torcida do Flamengo participando do dia a dia do clube.

    Como o time treinava na Gávea, todo dia havia torcedores cobrando e xingando sempre que o time demonstrava apatia, assim como havia quem batesse palmas quando o comportamento estava de acordo com nossa tradição.

    Nunca me esquecerei de um dia, pelos idos de 1989, em que o Flamengo sofreu uma goleada vergonhosa para o Grêmio, acho que pela Copa do Brasil daquele ano.

    Na época, eu fazia escolinha de futebol no Flamengo.

    Ao chegar para o treino, no primeiro dia útil após a derrota,  constatei que a Gávea havia sido invadida por uma multidão de torcedores.

    Muita gente, muito flamengo resolveu ir protestar naquele dia.

    Eu tinha apenas treze anos de idade e fiquei muito impressionado com o protesto e a forma bastante intensa com a qual os torcedores se manifestavam.

    Muitos jornalistas e câmeras de tv se espalhavam pelo clube.

    Os jogadores foram orientados a não aparecer na Gávea e os dirigentes fugiram logo que viram a situação sair de controle.

    E no meio daquela alucinação, eu distingui um torcedor que se destacava dos demais.

    Sempre que ele falava, os demais calavam e as ordens dele eram respeitadas.

    Os jornalistas e câmeras o seguiam insistentemente, como se ele fosse alguém muito importante.

    Depois eu vim a saber que se tratava do Evandro Bocão, ilustre torcedor do Flamengo.

    Me recordarei pra sempre desse episódio, que marcou bastante minha relação com o Flamengo.

    Vejam, amigos, e é importante esclarecer isso, eu não sou a favor do Flamengo voltar a treinar na Gávea e tampouco sou favorável a que torcedor invada treino para cobrar ou agredir jogador.

    Mas quando a diretoria do Flamengo transferiu os treinamentos para o Ninho do Urubu, que fica num local de acesso dificílimo, e vedou a entrada da torcida, o que a meu ver é corretíssimo, evocou para si a responsabilidade de cobrar o elenco.

    A diretoria precisa impor a filosofia rubro-negra para todos os profissionais do futebol e cobrá-los, caso sua postura esteja em desacordo com o que reza nossa tradição.

    Se não tem feito isso, trata-se de grave omissão, que deveria ser corrigida o quanto antes.

    No Flamengo, a vitória é o objetivo a ser alcançado sempre, com desejo, entusiasmo, alma e raça, muita raça.
    Jogador do Flamengo deveria, antes de tudo, fazer um tour pelo Fla-Experiente e pela sala de troféus do clube. Se possível, assistir também uma missa na Igreja de São Judas Tadeu.

    Só depois ele poderia vestir o uniforme vermelho e preto e assinar contrato.

    Meus amigos, para vermos como a coisa funciona, a torcida do Flamengo já esgotou o Setor Norte para o jogo de domingo.

    Três derrotas seguidas, oito gols sofridos, apenas dois marcados, e o Setor Norte já foi esgotado pelo povo rubro-negro.

    Natural que a torcida, que tem devotado todo o apoio ao time, exija dos jogadores uma postura compatível com a genuína tradição rubro-negra de muito brio e vontade.

    É só isso que pedimos. Muita raça e vontade.

  • Ontem parecia loucura o que se via

     


    Por Adriano Bitti | Twitter @AdrianoBitti
    Blogueiros da Nação – Espírito Santo

     

    Dia 11/10/15.

    Apesar de ser um amistoso, foi um dia histórico na vida de muitos rubro-negros capixabas, inclusive pra mim. Sim, pra mim, por que não? Lá se foram 19 anos sem ver o time do coração por aqui… A última vez que o Fla veio minha geração tinha entre 10 e 15 anos, é muito tempo!

    Durante esse tempo nos aventuramos indo ao Rio de Janeiro pra assistir, admirar, se emocionar, cantar e viver Flamengo…

    Viver Flamengo. Forte, né? Uns mais, outros menos, mas é isso que a gente faz: Vive Flamengo.

    Ontem parecia loucura o que se via. As pessoas cantando nos terminais de ônibus, dentro dos ônibus, dos carros, nas esquinas, nos bares. Parecia, pelo menos por onde passei, que ontem era final de campeonato, loucura isso… No estádio foi festa do início ao fim. Apesar do Sol, um SOL meus amigos! Era um sol pra cada e dois pra mim, vocês sabem, rs. Mas nem assim se viu ou notou alguém desanimado. Não tinha como desanimar, pois era o Flamengo ali na nossa frente.

    O jogo foi até tranquilo, apesar do início meio preguiçoso do time. Mas as 21 mil pessoas presentes no Kleber Andrade não quiseram nem saber se começamos mal ou não. Queriam mesmo era apoiar, admirar de perto seus ídolos, os caras que vestem esse Manto Sagrado.  A festa foi completa, linda e especial pra muitos que tiveram a oportunidade de ver o Flamengo de perto pela primeira vez. Ouvi gente dizendo “Obrigado, Flamengo”.

    Foi um domingo único que não será esquecido tão cedo. Talvez muitos não vão ter outra oportunidade e por esse motivo a recepção, o jogo e a despedida foram tão intensas. Foi legal demais!

    Parabéns a todos. Desde o bebê de colo até aquela senhora de 80 anos. Somos uma Nação e não uma torcida dividida por estados… Somos 40 milhões… Somos únicos!

    Saudações Rubro-Negras! 

     

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    Adriano Bitti faz parte do Mundo Bola e foi convidado como Blogueiro da Nação, representante do Espírito Santo.

     

  • Craques do FlaBasquete apresentam “Larry O’Brien” aos torcedores cariocas

    Hoje é o “Dia das Crianças” e um ótimo dia para ser o “Dia do Basquete” também! Para marcar o início da semana do NBA Global Games Rio 2015 o Troféu Larry O’Brien já está no Rio de Janeiro e estará em exposição ao longo do dia.

    Entre 10h e 11h, o “Larry”, como é carinhosamente chamado entre os basqueteiros norte-americanos — estará nas quadras de basquete da Lagoa Rodrigo de Freitas (próximo ao Parque da Catacumba). E ele não será a única atração, pois Marcelinho Machado também estará presente, tirando fotos e distribuindo autógrafos.

    Depois, segue para a loja adidas do BarraShopping (Avenida das Américas, 4.666 – Barra da Tijuca), onde ficará exposto das 14h às 18h. O nosso armador Gegê é o convidado para estar ao lado de ‘Larry’.

    O dia é chamado de “Trophy Tour” pela NBA e estará promovendo as hashtags #trophytour, #selfiecomlarry e #nbanobrasil. Pelo Twitter, você pode marcar o @Mundo Bola_CRF junto das hashtags que a gente retuíta sua foto ou mensagem de apoio ao Mengão, primeiro time brasileiro a enfrentar uma franquia da NBA em sua própria cidade.

    ‘Trophy Tour’ – Troféu Larry O’Brien
    Data: Dia 12 (segunda-Feira)
    – Lagoa Rodrigo de Freitas / Das 10h às 11h – presença de Marcelinho Machado
    Quadras de Basquete (próximo ao Parque da Catacumba)
    – Loja adidas BarraShopping / Das 14h às 18h – presença de Gegê
    Avenida das Américas, 4.666 – Barra da Tijuca