Autor: diogo.almeida1979

  • Dia Internacional da Mulher Rubro-Negra | O Mundo Bola presta homenagem à Maria Lenk

    Neste Dia Internacional da Mulher, não poderíamos esquecer a maior atleta da natação do Flamengo

    Desde 1895, quando aquele grupo de remadores trocava ideia no Café Lamas, ali no Largo do Machado, o ideal rubro-negro estava estabelecido: Seremos um clube para todos!

    Em 1932 este ideal se transformou em resultado prático. Estabelecendo um marco para o esporte brasileiro, Maria Lenk, nadadora do clube, se tornou a primeira atleta brasileira a viajar para uma olimpíada!

    Mas essa história a gente conta aos poucos… Vamos começar nossa homenagem lembrando um pouco essa trajetória de lutas.

    A grande Wikipedia nos ensina que o 8 de março é celebrado por conta das manifestações das mulheres russas para ampliação de direitos civis e trabalhistas. E nos primeiros raios de sol do século XX, a Europa e os Estados Unidos seguiram na luta pelos direitos de melhores condições de vida, trabalho, e também ao acesso às urnas eleitorais.

    Não existem provas de que o incêndio de uma fábrica têxtil e uma manifestação de operárias do mesmo setor industrial, em Nova Iorque, ocorreram no dia 8 de Março. Todavia, esses eventos ficaram associados a data de hoje, e teriam dado início à comemoração do Dia Internacional da Mulher.

    O esporte em geral, também deve ser usado como instrumento de inclusão dos direitos femininos.Contudo, no início do século passado, muitos esportes ainda criavam barreiras quase intransponíveis para as mulheres. Algumas associações simplesmente não aceitavam adaptações de regras.

    O Brasil engatinhava. Tanto nos direitos civis, quanto em relação à prática feminina nos esportes; as poucas praticantes esportivas vinham de famílias abastardas, e percebidas muito mais como hobbies ou tratamentos terapêuticos do que como prática desportiva. Competições organizadas para atletas então, pode-se dizer que eram inexistentes.

    Porém, com o aumento do estabelecimento de clubes como o Flamengo e alguns outros espaços esportivos menores pela cidade, as belas do Rio puderam ter um acesso melhor à quadras e, principalmente, piscinas.

    E foi dentro desse contexto que a nossa homenageada surgiu. Escolhemos Maria Lenk, por representar todo o ideário do Flamengo.

    Início na Natação e o fenômeno surge em Los Angeles

    Assim como muitas mulheres, começou a praticar natação por causa de uma pneumonia, aos 10 anos. 7 anos depois, nossa heroína desembarca em Los Angeles (com passagem paga do seu próprio bolso), onde disputou as Olimpíadas, competindo nas provas de 100m Livre, 100m Costas e 200m Peito.

    Maria Lenk foi a primeira sul-americana a competir em Olimpíadas.

    O Nado Borboleta e a Alemanha Nazista

    Hitler queria mostrar ao mundo que a derrocada alemã pós primeira guerra mundial era coisa do passado. Com as olimpíadas de 1936 era uma marco no desenvolvimento da Alemanha Nacionalista e o governo queria mostrar isso ao mundo. Outro ponto também precisava ser provado e o Esporte se encaixava perfeitamente: a crença na superioridade da raça ariana. Hitler e seu nazismo conseguiram o primeiro propósito, realmente a Alemanha era um país em reconstrução econômica surpreendente, mas falharam grotescamente no segundo ponto. Jesse Owens, negro, foi o maior nome dos Jogos Olímpicos de Berlim.

    Nas piscinas, uma brasileira também fazia história. Filha de alemães que chegaram ao Brasil em 1912, nasceu em São Paulo, em 1915 e nunca deixou de ser atleta do Clube de Regatas do Flamengo. E a nadadora rubro-negra mostrou um novo estilo de nadar que impressionou o mundo durante a prova olímpica do Nado Peito. As braçadas logo ganharam o apelido de Nado Borboleta, que mais tarde virou uma modalidade própria. Maria Lenk entra pra história.

    ####A Segunda Guerra Mundial explode o sonho dourado em Tóquio.

    Em 1940, já conhecida internacionalmente, e com ótimos resultados (recordes mundiais nos 200 e 400m Peito), Lenk era a maior aposta do esporte brasileiro para medalhar na Olimpíada de Tóquio.

    Com a Segunda Guerra Mundial estourada, a nossa protagonista não pôde mostrar o quanto a garra e a força de uma mulher rendem frutos. A Olimpíada foi cancelada.

    Eterna Maria Lenk

    Lenk, aos 17 anos quebrou a barreira do ineditismo viajando para os EUA. Aos 21, inventou uma nova modalidade olímpica. Em 1939 virou recordista mundial em duas provas diferentes. E tudo isso sem ajuda financeira, e sem técnico. Em 1988, Maria Lenk entrou para o International Swimming Hall of Fame. Nossa heroína, mulher, revolucionária, eterna atleta do Flamengo, morreu em 16 de abril de 2007.

    Neste 8 de Março, todos devemos lembrar do legado de Maria Lenk. Atleta que honrou o Manto, vestiu o Maiô Vermelho e Preto e inaugurou o caminho do esporte para milhares de outras mulheres. No seio da torcida do Mais Querido, ela é lembrada por muitos outros feitos:

    • Fundou a Escola Nacional de Educação Física, da UFRJ.
    • Escritora, após anos de pesquisa, seu livro Longevidade e Esporte, com argumentos científicos mostrou as benesses da prática esportiva. No coquetel de lançamento, a jovem de 88 anos emanava simpatia, energia e perspicácia.
    • O Parque Aquático construído para os Jogos Pan-Americanos de 2007, leva seu nome.

    Maria Lenk faleceu aos 92 anos de idade. Logo após nadar na piscina do seu amado clube.

    O Legado de Maria Lenk no CRF será eterno. O Maior Clube Poliesportivo do Mundo abraça centenas de atletas em suas modalidades olímpicas.

    A cada dia, o sonho feminino das meninas da Escola Sempre Flamengo e das Categorias de Base se renovam. A sede social vai ganhar a melhor piscina olímpica do mundo, estrutura de primeira que breve estará à disposição de Luiz Altamir, novo grande ídolo da natação brasileira, e tantos outros nadadores.

    Dia Internacional da Mulher

    A Nação Rubro-Negra se orgulha de cada uma das milhares de grandes mulheres que vestem o manto. Seja uma jovem aluna, uma forte atleta ou uma apaixonada torcedora de arquibancada.

    Vestir o Manto é manter viva a história de atletas como Maria Lenk. A Nação e o Mundo Bola nunca deixarão de contar boas histórias de conquista e orgulho feminino.

    ####Obrigado Maria Lenk, por nos ensinar a vencer.

     


     

     

    Esse texto também é uma homenagem a todas as nossas colaboradoras. Obrigado, meninas. Façam acontecer!

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  • Marcelinho: há 9 anos sendo decisivo com a camisa rubro-negra

    Desde que chegou ao Flamengo, em 2007, Marcelinho Machado vem mostrando ser um grande diferencial nas partidas decisivas. O ala de 40 anos já foi determinante para a vitória em diversas partidas pelo Flamengo, o que não foi diferente na Liga das Américas 2016. Com diversos títulos em sua carreira, Marcelinho busca repetir o feito de 2014, quando foi eleito MVP da Liga das Américas e garantiu a taça da competição pelo Flamengo.

    A importância das bolas de 3

    Independente da competição que disputa, Marcelinho costuma se destacar pela quantidade de bolas de 3 pontos que consegue garantir ao longo da partida. Na Liga das Américas 2016, o ala conseguiu se destacar nos arremessos de longa distância e colaborar para garantir a vitória em alguns jogos.

    Dos 77 pontos marcados por Marcelinho até aqui na LDA, 51 foram por arremessos de 3 pontos convertidos, o que corresponde a mais de 66% dos pontos marcados pelo ala e o que reforça a importância desse tipo de bola no jogo da equipe rubro-negra.

    (Imagem: Nayra M. Vieira/ Mundo Bola Informação)

     

    Bom desempenho na 1ª fase da LDA

    Embora em alguns jogos não tenha pontuado tanto, Marcelinho deixou sua marca em todos as partidas da primeira fase da competição. Nos jogos contra Gimnasia y Esgrima de Comodoro Rivadavia, Aguilas de Tunja e Correcaminos o ala garantiu 29 do total de pontos marcados nas três partidas.

    Além dos arremessos convertidos, Marcelinho foi responsável por 7 assistências dadas nos jogos da 1ª fase. As atuações do ala nos três primeiros jogos colaboraram para que o Flamengo se classificasse em 1º lugar no grupo C, com 3 vitórias em 3 partidas disputadas na competição.

    Marcelinho garantiu um bom aproveitamento nos arremessos de 3 (Foto: José Jimenez Tirado/ FIBA Americas)

     

    Destaque na 2ª fase

    Logo no jogo que marcou a abertura da 2ª fase da Liga das Américas, Marcelinho se destacou e foi o cestinha da equipe. O jogo contra o Brasília, como de costume, foi muito disputado e os 15 pontos convertidos pelo ala ao longo da partida foram determinantes para a vitória da equipe rubro-negra por 106 a 93.

    Nas outras duas partidas da 2ª fase, contra Correcaminos e Guaros de Lara, Marcelinho marcou 33 pontos, que foram fundamentais para a classificação rubro-negra para o Final Four, já que os classificados foram determinados pelo total de pontos nas três partidas dessa fase da competição.

    No jogo que decidiu a classificação, contra o Guaros, Marcelinho, ao lado de JP Batista, foi responsável pela grande recuperação da equipe na partida. O Flamengo chegou a estar perdendo por 25 pontos e conseguiu reduzir a desvantagem para apenas 5 pontos, o que garantiu a classificação em primeiro para o Final Four.

    Além dos pontos marcados, Marcelinho garantiu 8 assistências e 3 rebotes na 2ª fase da Liga das Américas. O ala ainda garantiu um aproveitamento superior a 80% nos lances livres, o que contribui para o bom número de pontos marcados até aqui na competição.

    Marcelinho marcou 15 pontos contra o Brasília e ajudou a garantir vitória (Foto: José Jimenez-Tirado/FIBA Américas)

     

    Expectativa para o Final Four

    A disputa do Final Four, agendada para os dias 11 e 12 de março, ocorrerá entre três brasileiros (Flamengo, Bauru e Mogi das Cruzes) e o venezuelano Guaros de Lara. O adversário do Flamengo é o Bauru e a partida ocorre na sexta (11) às 18h45min na cidade de Barquisemeto, na Venezuela. O vencedor desse confronto enfrenta o vencedor de Mogi x Gauros no domingo (12) às 21h, pela grande final da Liga das Américas 2016.

    Para o desafio, o bom aproveitamento de Marcelinho nas bolas de 3 e em lances livre promete ser um dos principais trunfos da equipe rubro-negra para chegar a final. O camisa 4 do Flamengo, que esteve presente no primeiro título rubro-negro na Liga das Américas, deve ser um dos principais nomes da equipe rumo à conquista do bicampeonato na competição.

     

  • O maestro barata-voa da fanfarra cruzmaltina

    [et_pb_section admin_label=”section”][et_pb_row admin_label=”row”][et_pb_column type=”3_4″][et_pb_image admin_label=”Imagem” src=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/01/cultura.jpg” show_in_lightbox=”off” url_new_window=”off” use_overlay=”off” animation=”left” sticky=”off” align=”left” force_fullwidth=”off” always_center_on_mobile=”on” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”] [/et_pb_image][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid” text_font_size_last_edited=”on|desktop” text_font_size=”21″]

    Na tarde de segunda (08), Eurico Miranda concedeu entrevista coletiva. Uma espécie de retumbar dos tambores da sua recorrente e maledicente fanfarra cruzmaltina. Já é praxe pelas bandas de São Januário: o presidente do Vasco da Gama, aquela nau afundada na segunda divisão do Campeonato Brasileiro, reúne a turba midiática para tentar manipular a opinião pública e, principalmente, boa parte de sua sofrida torcida.

    A cada vez que lança mão deste espetáculo, Eurico se torna mais personagem de si. Um dirigente completamente perdido, que tem em mente primeiro bombardear com seus velhos canhões enferrujados o rival Flamengo, e depois encaixar algum derivativo de lucro destas ações no seu tão surrado Gigante da Colina, time que perde torcida, perde receita, perde o lastro da nova história de ética e responsabilidade administrativa nos clubes de futebol pós 7 a 1.

    Rufaram-se os tambores, os taróis, as caixas e atabaques da fanfarra, e Eurico anunciou os inevitáveis jogos fora do Rio de Janeiro.

    “O Vasco não joga fora do Rio”, bradou em janeiro o velho dirigente, com a arrogância e prepotência de sempre. O Vasco tem estádio, dizia, como todos os vascaínos iludidos repetem a cada dia. Eis que a realidade bate à porta. E as contas também. Sem dinheiro, não há arrogância, não há prepotência, não há razão. Os prejuízos no campeonato que Eurico defende (ou defendia) com uma fúria canina não são suportáveis nem mesmo a ele. Apesar de tudo, eles precisam desesperadamente manter a CND em dia, ou correm o risco de perder o patrocínio da Caixa – que mostrou que não está pra brincadeira, depois de não chegar em um acordo com o Corinthians por conta disso. Por necessidade de dinheiro, e unicamente por este motivo, o presidente mudou de ideia.

    Eurico sabe que a receita obtida em jogos em Brasília são impossíveis de alcançar em São Januário. Mas mantém a pose, essa não pode perder jamais. Mesmo com o pires na mão, mesmo na segunda divisão, mesmo vendo seu principal adversário evoluindo a cada dia e ganhando mais força na queda de braço. Ah, a pose não pode perder jamais!

    Soaram as cornetas, os eufônios, as trompas e os barítonos da fanfarra, e Eurico bradou sobre as desafinadas Ligas e os emudecidos Estaduais.

    Eurico critica a Liga, cospe regras (que seu fantoche Rubens Lopes criou), alega acordos (que seu fantoche Rubens Lopes acordou) e critica a mídia por dar cobertura à Primeira Liga. Ora, Eurico, a partir do momento em que a mídia – leia-se: a Rede Globo – paga por um produto, ela tem que promovê-lo. Lógico que ela vai divulgar e fazer questão que esses jogos sejam transmitidos e deem boa audiencia, obrigado. Ainda mais ao ver que tem retorno maior que o Ferjão. Esta é uma guerra perdida. Ao tentar proteger seu pequeno feudo, onde ele supunha que possuía o total controle, ele perdeu o pouco que tinha.

    Tá com raiva da Globo promover a Liga? E aí, vai fazer o quê? Exibir o logo do Esporte Interativo nas costas? Funciona que é uma beleza.

     

    Diogo Almeida e Cynara Peixoto (http://abolanaosaiporacaso.blogspot.com.br/ e twitter.com/blogvaimengao)

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  • Precisamos falar sobre Tito

    A versão 2016 do Mais Querido já se tornou conhecida dos molambos mais engajados. Aproveitamento da base, três atacantes, triangulações e meio onde todos jogam são alguns dos predicados rubro-negros nesse início de temporada. Os mais entusiasmados reconhecem o chamado “time titular” e se empolgam com as variações que o elenco possibilita: não é todo banco de reservas do Brasil que conta com nomes como Éverton, Alan Patrick e Éderson para mudar a cara do time durante um jogo. Complementam o segundo time caras como Gabriel, Márcio Araújo, Pará, César Martins, outrora titulares; e há, ainda, a promoção de jovens que, até aqui, têm dado conta do recado. Em total descompasso ao elenco, está uma das principais contratações (leia-se “uma das mais caras”) do clube nos últimos anos, o argentino Héctor Canteros. E precisamos falar sobre Tito.

    Ele chegou ao clube em meados de 2014, com a missão de qualificar um setor que se ressentia da ausência de Elias e que fracassara na Libertadores da América. Para piorar o cenário, o time patinava no campeonato brasileiro e sofria com excesso de lesões e cartões. Pouco importava se vinha de outro país, se a adaptação seria rápida: Tito precisava dar resultado logo. Lançado por Luxemburgo à frente de dois marcadores (selecionados entre Márcio Araújo, Cáceres e Amaral), o camisa 20 deu cadência ao setor, melhorou o passe, desafogou Éverton, articulou a transição entre o meio e ataque e, mesmo sem ser brilhante, foi importante na recondução do time para fora da “zona da confusão”.

    Para o início de 2015, estava claro que a formação de um novo time passava pela manutenção de Tito. Querendo posar de moderno, Luxemburgo modelou um time com três atacantes – decisão que se provaria um equívoco nos meses posteriores. A reforma no esquema de jogo tirava uma peça do meio-campo, redistribuindo os remanescentes em outras funções. E foi nesse processo que começou a derrocada de Tito.

    “Eu não aguento mais esse papo de amigo imaginário”

    Canteros foi recuado para a posição favorita de todo comentarista brasileiro, a “segunda volância”, posição do “elemento surpresa” e outros clichês tão batidos quanto o 7 x 1. Perdido em um esquema que nenhum jogador compreendia direito, Tito tornou-se uma presa fácil; diferentemente de todos os segundos-volantes brasileiros de sucesso no século XXI, ele não tem explosão para conduzir a bola entre os dois lados do campo e nem fôlego para segurar o ímpeto ofensivo de seus adversários. Suas maiores qualidades – o passe vertical, a utilização de espaços curtos e as entradas na área adversária – desapareceram. Do dia pra noite, o meio-campista útil de 2014 pareceu um veterano dispensável em um elenco pobre em opções para compor o setor. A situação do jogador piorou na reta final de 2015, quando o seu mau rendimento era recorrentemente associado à vagabundagem, em alta no clube por conta do “Bonde da Stella” – do qual ele nunca fez parte. Sem alarde, Tito fez seu mea-culpa, assumiu a responsabilidade pela queda de desempenho, mas o discurso não colou com a torcida.

    O fim melancólico da temporada, somado às contratações de Willian Arão, Mancuello e Cuellar, jogou o argentino num perigoso limbo, onde a falta de confiança, de força mental e de posição para jogar parecem apontar para o encerramento precoce de uma passagem que poderia ter sido muito mais do que foi até agora.

    O início de ano do jogador reservou momentos como a ausência (inclusive no banco) contra o Fluminense e uma piadinha (MUITO fora de hora, diga-se de passagem) no perfil oficial do clube. O valor de mercado do atleta, segundo o site transfermarktdespencou quase 28% nos últimos 12 meses – marca incompatível com um jogador que sequer completou 27 anos. E o seu papel no elenco rubro-negro, ninguém sabe qual é.

    Se quiser ser novamente relevante, Tito precisa se reinventar. Confesso que gosto da ideia de vê-lo jogando à frente da zaga, no papel que hoje é desempenhado por Cuellar; lá, pelo menos, ele poderia sair com a bola e não se sobrecarregar no combate direto. É papel do Muricy ser psicólogo da vez, preservar seu atleta e ajuda-lo a recuperar a confiança. Não devemos trata-lo como um jogador acabado. No fim das contas, ele é patrimônio do clube e, por mais que o momento diga o contrário, já vimos que ele é capaz de dar mais do que isso.

  • O protagonismo de JP Batista na Liga das Américas é o trunfo do Fla para o Bicampeonato

    Com menos de uma temporada junto com o FlaBasquete o pivô João Paulo Lopes Batista, o JP Batista, ja é uma das peças importantes do time. Na Liga das Américas 2016, JP vem assumindo um papel de protagonismo que não lhe era atribuído quando chegou ao clube. Com 34 anos, Batista disputa sua primeira competição continental de clubes da América e é titular da seleção brasileira comandada por Ruben Magnano que disputará as Olimpíadas.

    Primeira Fase (3 jogos e 3 vitórias)

    Logo na estreia da competição, o Rubro-Negro enfrentou o outro favorito do grupo Gimnasia Indalo (ARG) e venceu por 66 a 58, na partida em que o pivô jogou só 14 minutos, menor participação dele em um jogo da LDA esse ano, e fez 3 pontos e 4 rebotes.

    A segunda partida foi a mais fácil, contra o Aguilas de Tunja (COL), em que o Mais Querido venceu a equipe colombiana por 75 a 60, garantiu a classificação de maneira antecipada e JP teve sua melhor atuação na fase, jogando 19 minutos e anotando 10 pontos e 5 rebotes.

     

    JP não decepcionou na primeira fase da Liga das Américas (photo: Jose Jimenez-Tirado/FIBA Américas)

     

    Já classificada, a equipe encerrou a primeira fase enfrentando o Correcaminos de Colón (PAN) e também venceu, dessa vez por 68 a 61, acabando a primeira fase ganhando todos os jogos. JP Batista jogou 21 minutos e anotou 8 pontos e 5 rebotes.

    Média: 18 minutos por jogo; 7 pontos por jogo; 4,6 rebotes por jogo.

    Segunda Fase ou Fase Semifinal (3 jogos, 2 vitórias e 1 derrota)

    A fase seguinte foi a que firmou o pivô de 34 anos como protagonista do time. Em uma fase com desempenhos abaixo da crítica, só ele e Marcelinho Machado se destacaram nas três partidas.

    Na abertura ocorreu o clássico brasileiro entre Flamengo e Brasília. Após três quartos equilibrados, o Mengo deslanchou no quarto final e derrotou a equipe da Capital Federal por 106 a 93. JP Batista jogou por 20 minutos e anotou 13 pontos e pegou 3 rebotes.

    Na segunda rodada enfrentou a equipe mais fraca do grupo, novamente o Correcaminos de Colón (PAN) e sofreu para ganhar por 84 a 83 com um “game winner” de Jason Robinson faltando dois segundos para o fim. JP foi um dos destaques com 18 pontos, 9 assistências e três rebotes em 28 minutos de quadra.

     

    JP Batista foi um dos principais destaques da Fase Semifinal (photo: Jose Jimenez-Tirado/FIBA Américas)

     

    Na última partida, o Rubro-Negro podia até perder por 23 pontos contra o Guaros de Lara (VEN) que se classificaria para o Final Four. Jogando atipicamente mal, a equipe carioca chegou a estar perdendo por 25 pontos, mas o Orgulho da Nação comandado por JP e Marcelinho reagiu e, mesmo sendo derrotado por 92 a 87, se classificou para o Final Four. JP Batista anotou 21 pontos além de dar 3 assistências e pegar 3 rebotes.

    Média: 25,3 minutos por jogo; 17,3 pontos por jogo; 5 rebotes por partida; 2 assistências por jogo.

    Final Four (11 e 12 de março)

    Com três brasileiros, o Final Four será decidido em Barquisemeto na Venezuela. O Flamengo jogará a semifinal contra o Bauru no dia 11 de março, às 18h45min. A disputa do terceiro lugar e a final serão realizadas no dia 12 de março, às 18h45min e 21h respectivamente.

     

    (Imagem: Nayra M. Vieira/ Mundo Bola Informação)

     

    A expectativa da Nação Rubro-Negra é que JP mantenha o alto nível demonstrado até aqui em sua passagem e seja um dos pilares da equipe de José Neto para que o FlaBasquete conquiste o bicampeonato das Américas.

  • Em rádio carioca Bandeira de Mello fala sobre Maracanã, estádio próprio e até venda de jogadores

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    Durante a jornada esportiva da rádio CBN-RJ, no último sábado (5), o presidente rubro-negro Eduardo Bandeira de Mello foi convidado para participar da transmissão. O mandatário apontou a posição do Flamengo referente a diversos assuntos que vem dominando o noticiário esportivo.

    EBM falou sobre a Primeira Liga, união dos clubes, Campeonato Brasileiro, aliança com o Vasco e a FERJ, Zico, Concessão do Maracanã, estádio próprio, investimentos na Base, venda de jogadores e até sobre o impacto das viagens do time nesta temporada. Confira abaixo.

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    Ausência dos clubes paulistas na Primeira Liga

    “São Paulo tem uma força econômica e esportiva muito grande e seria muito bom ter os clubes de São Paulo conosco. A gente entende que o Campeonato Paulista é um campeonato que tem atratividade técnica, econômica, tem um contrato de televisão já fechado, de longo prazo. Então nós entendemos o fato de não termos os clubes paulistas conosco. Isso de forma alguma desmerece ou diminui o poder da Primeira Liga.”

    [/et_pb_testimonial][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_testimonial admin_label=”Depoimento” url_new_window=”off” portrait_url=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/03/20150604214131_616.jpg” quote_icon=”on” use_background_color=”on” background_color=”#f5f5f5″ background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    União dos clubes para a diminuir o poder da CBF 

    “Não existe uma unidade dos clubes. Não temos essa unidade nem no Rio de Janeiro, quanto mais a nível nacional. Eu acho que nós precisamos caminhar pra isso. Não é nada contra pessoas físicas, não estou falando mal e nem tecendo nenhum comentário desairoso à figura do Coronel Nunes (Presidente da CBF) e nem à ninguém dentro da CBF. Nunca falo mal de pessoas físicas, a menos que tenham atingido o Flamengo de alguma maneira. Nós vamos um dia chegar a uma unidade e sem prejuízo de entendimento com as federações e com a CBF. Nós vamos poder fazer diferença e tentar mudar o nosso futebol.”

    [/et_pb_testimonial][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_testimonial admin_label=”Depoimento” url_new_window=”off” portrait_url=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/03/20150604214131_616.jpg” quote_icon=”on” use_background_color=”on” background_color=”#f5f5f5″ background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    Clubes organizando o Campeonato Brasileiro

    “Eu acredito que é possível. Não sei em qual prazo vamos conseguir isso, mas eu acho que isso tudo vai se dar através do entendimento. Nós não queremos brigar com ninguém pra conseguir isso. Os clubes tem total condições de organizarem o seu campeonato. De que forma isso vai se dar, se através de Liga ou alguma ação dentro da própria CBF, ou as duas, primeiro uma depois a outra. Isso tudo nós ainda vamos ver. O importante é que isso se dê de uma forma harmônica e respeitando o interesse de todos.”

    [/et_pb_testimonial][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_testimonial admin_label=”Depoimento” url_new_window=”off” portrait_url=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/03/20150604214131_616.jpg” quote_icon=”on” use_background_color=”on” background_color=”#f5f5f5″ background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    Vasco x FERJ. Qual dos dois o Flamengo está mais próximo de recuperar uma aliança?

    “O Flamengo nunca buscou conflito, nunca foi hostil à Federação, nem a qualquer coirmão aqui do Rio de Janeiro. Infelizmente fomos levados a isso por conta daquela situação que todos já conhecem bem e que eu não entendo que seja uma questão pessoal minha. Quem foi desrespeitado naquela dia foi o Clube de Regatas do Flamengo. A pessoa física do presidente não tem a menor importância. Foi eu, como poderia ter sido qualquer pessoa. Há um ano e pouco, nós tínhamos um entendimento muito bom com o Vasco da Gama, inclusive assinamos juntos aquele manifesto por ocasião da reeleição da atual diretoria da FERJ. De lá pra cá as coisas mudaram no Vasco e nós temos que respeitar. Assuntos de Vasco da Gama temos que deixar restrito aos vascaínos. Mas eu sou favorável ao entendimento – quando a gente fala em longo prazo – com todos os clubes e todas as entidades. Não vejo motivos para briga.”

    [/et_pb_testimonial][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_testimonial admin_label=”Depoimento” url_new_window=”off” portrait_url=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/03/20150604214131_616.jpg” quote_icon=”on” use_background_color=”on” background_color=”#f5f5f5″ background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    Zico recentemente pediu o fim das Federações Estaduais. Concorda?

    “Eu acho que seria um caminho interessante, principalmente para quem convive aqui na federação do Rio de Janeiro, e é exatamente com a federação carioca que o Zico conviveu sua vida toda, seja como jogador, seja como dirigente do CFZ. Ele está propondo um modelo que vigora em quase todos os países do mundo que não têm federações estaduais. Eu acho que se acabarem as federações estaduais, não necessariamente está acabando com os campeonatos estaduais. Podemos ter um organismo para cuidar do futebol estadual, para cuidar dos clubes de menor investimento ligados à federação nacional – estou só especulando -, mas que ficará responsável pelo fomento do futebol local. Esse é um caminho que o Zico propôs e tem que ser estudado com carinho e cuidado.”

    [/et_pb_testimonial][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_testimonial admin_label=”Depoimento” url_new_window=”off” portrait_url=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/03/20150604214131_616.jpg” quote_icon=”on” use_background_color=”on” background_color=”#f5f5f5″ background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    Concessão do Maracanã

    “O Flamengo tem a obrigação de se preparar para uma eventual mudança do marco regulatório relativo ao Maracanã. E nós estamos preparados. Nós temos que aguardar e esperar a solução que vai ser dada e seja qual for essa solução o Flamengo tem que ser protagonista. Tem que ser uma parte muito importante dela. Afinal de contas, o Flamengo é o principal conteúdo do Maracanã, sempre foi ao longo dos 66 anos de existência e não pode ser diferente. Vamos então aguardar mais um pouco e eu tenho certeza que tanto o Governo do Estado, quanto o Flamengo, outros clubes, e até outras empresas que possam vir a participar desse empreendimento,  chegarão juntos a uma decisão que atenda todas as partes.”

    [/et_pb_testimonial][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_testimonial admin_label=”Depoimento” url_new_window=”off” portrait_url=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/03/20150604214131_616.jpg” quote_icon=”on” use_background_color=”on” background_color=”#f5f5f5″ background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    Concessão do Maracanã

    “O Flamengo tem a obrigação de se preparar para uma eventual mudança do marco regulatório relativo ao Maracanã. E nós estamos preparados. Nós temos que aguardar e esperar a solução que vai ser dada e seja qual for essa solução o Flamengo tem que ser protagonista. Tem que ser uma parte muito importante dela. Afinal de contas, o Flamengo é o principal conteúdo do Maracanã, sempre foi ao longo dos 66 anos de existência e não pode ser diferente. Vamos então aguardar mais um pouco e eu tenho certeza que tanto o Governo do Estado, quanto o Flamengo, outros clubes, e até outras empresas que possam vir a participar desse empreendimento,  chegarão juntos a uma decisão que atenda todas as partes.”

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    Desejo da casa própria

    “Há planejamento nesse sentido. Eu já tinha colocado isso inclusive na época da reeleição. Nós temos a obrigação de estudar outra alternativa. Seja uma alternativa ao Maracanã, vamos que a situação do Maracanã caminhe para um formato que não nos interesse? Não interesse a torcida do Flamengo? Nós temos que, obrigatoriamente, partir para outra alternativa e ela é perfeitamente possível. Essa possibilidade da construção de um estádio não necessariamente vai se confrontar com o Maracanã. Podemos partir para um estádio menor que pode funcionar em caráter complementar ao Maracanã. Todas essas alternativas estão sendo analisadas, mas não seria produtivo para o Flamengo discutir isso de maneira muito exposta.”

    [/et_pb_testimonial][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_testimonial admin_label=”Depoimento” url_new_window=”off” portrait_url=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/03/20150604214131_616.jpg” quote_icon=”on” use_background_color=”on” background_color=”#f5f5f5″ background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    Investimento na Base e venda de jogadores 

    “O objetivo do Flamengo quando investe na Base não é vender jogadores. É claro que não podemos desconsiderar isso: a venda de jogadores que você não vai usar pode servir para compor nosso elenco de receita. Eu sei que vários clubes brasileiros tem isso como a receita potencial principal. O Flamengo muitas vezes pode ser impelido a se desfazer de jogadores formados aqui por necessidade financeira, mas o importante é que o Flamengo esteja preparado com outro tipo de receita para se sustentar e usar o trabalho na Base para alimentar o nosso time principal, pra voltar a usar aquele jargão ‘craque o Flamengo faz em casa’.”

    [/et_pb_testimonial][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_testimonial admin_label=”Depoimento” url_new_window=”off” portrait_url=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/03/20150604214131_616.jpg” quote_icon=”on” use_background_color=”on” background_color=”#f5f5f5″ background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    Impactos que a indefinição de onde o Flamengo vai mandar os seus jogos no Brasileiros pode causar 

    “A medida em que a gente não tenha um planejamento e não saibamos onde vamos jogar, podemos ter impacto não só na perda de Sócios-Torcedores, como também na frustração do aumento que nós gostaríamos de ter e que eu tenho certeza que vamos ter no nosso programa de Sócio-Torcedor. Eu tenho certeza que se a gente puder, na hora em que sair a tabela do Campeonato Brasileiro, anunciar onde iremos jogar cada jogo, isso vai ter um impacto muito positivo no nosso programa. Sem contar no nosso planejamento geral, na minimização de custos, na possibilidade de você ter uma logística. Precisamos de voos fretados para todos os jogos, pois não vamos ter os estádios de grande porte disponíveis no Rio de Janeiro.”

    [/et_pb_testimonial][/et_pb_column][/et_pb_row][/et_pb_section]

  • Em entrevista coletiva, Wallace fala sobre trabalho em 2016: “Flamengo não pode ser coadjuvante”

    Voltando ao campo depois da vitória contra o Bangu no sábado, o Flamengo treinou na manhã desta segunda-feira no Ninho do Urubu. Após os trabalhos no campo e na academia, o zagueiro Wallace foi o escolhido para falar com a imprensa. Durante a coletiva, o jogador comentou sobre a evolução em 2016, o revezamento entre titulares e sobre Ederson.

    “Pior do que estava não ficava. O time tem que evoluir. Muricy cobra que cada um cumpra sua função e nós nos cobramos para ajeitar as linhas de marcação. Pressão a gente sofre sempre da mesma forma, foi assim em todos os anos que passei no Flamengo. Nosso rendimento no ano passado não foi o adequado com as peças que tinha. Esse ano tinha que melhorar, porque o Flamengo não pode ser coadjuvante.”

    Wallace também comentou sobre a atenção aos dois campeonatos – Carioca e Primeira Liga – que o Flamengo disputa: “O foco são os dois. Contra o Figueirense precisamos somar pelo menos um ponto. No Carioca é jogo a jogo, mas vamos brigar pelas duas competições. Estamos aqui para buscar os títulos. Não tem como pensar diferente”.

    Sobre os titulares serem poupados no sábado, o zagueiro achou uma boa opção de Muricy: “Foi bom ter parado porque deu chance aos jogadores que não vinha atuando. Fiquei feliz pelo desempenho deles, mostrou que o elenco é forte. Nós pudemos recarregar as energias.”
    Durante o treino de hoje, Muricy apostou em Ederson no lugar de Mancuello, que segue fazendo trabalho de recuperação. Sobre a mudança, o zagueiro fez questão de elogiar o companheiro de time: “Além da parte tática e técnica, é uma pessoa que dispensa comentários. Um dos caras mais legais que conheci no futebol. Acho que é quem mais trabalha aqui e estamos torcendo para que esse ciclo de lesões passe e que ele possa contribuir. Se Muricy optar por ele novamente, vai nos ajudar. Vai sentir um pouco, mas a equipe vai estar fechada com ele”.

    “Mostrou que o sistema defensivo não fica à mercê de dois atletas. É o time inteiro. Muricy vem implantando isso na cabeça dos jogadores. Com isso os erros diminuem e a equipe fica menos exposta, como aconteceu muito no ano passado.” – Wallace sobre Muricy Ramalho.

  • Superação é a principal arma do FlaBasquete no Final Four

    As atuações do FlaBasquete na Liga das Américas 2016 não têm sido tudo aquilo que a torcida esperava. Brigando forte pelo título do NBB 8 e um dos favoritos para a conquista do bi da competição, o time sofreu na primeira fase, apesar de sair invicto. Perdeu a invencibilidade na semifinal, depois de quase deixar a vitória escapar nas duas partidas anteriores.

    A última parte do torneio acontece nos próximos dias 11 e 12 em Barquisimeto, na Venezuela. O primeiro adversário será o Bauru, que vem fazendo ótimos jogos contra o Fla ultimamente. Na outra partida, Mogi e Guaros de Lara se enfrentam para, então, definir quem briga pelo título da competição continental.

    Na fase inicial, apesar da classificação suada, foram três vitórias. Na primeira partida, contra o Gimnasia Indalo (ARG), o Fla venceu por 66 a 58 após crescer no último quarto. O confronto contra o Aguilas de Tunja (COL) foi mais fácil e, fazendo um segundo tempo forte, o FlaBasquete levou a melhor por 75 a 60. Na última partida, com grande atuação de Ronald Ramon, o Flamengo conseguiu bater o Correcaminos de Colón (PAN) por 68 a 61 e terminou a primeira fase invicto e em primeiro lugar.

    Veja mais: Forte na defesa, Fla vence a primeira na Liga das Américas 2016

    Fla começa mal, mas faz terceiro quarto arrasador e vence na LDA 2016

    Com grande atuação de Ramon, Fla vence e termina em primeiro no grupo

    Na fase semifinal, foi impossível não perceber o quanto o grupo sofreu para se classificar para o Final Four. No primeiro duelo, contra o Brasília, a partida foi definida apenas no último quarto após um jogo muito equilibrado – como já era de se esperar. Tudo terminou 106 a 93 para os rubro-negros. Contra o Correcaminos, novamente, foi um jogo duro. A vitória foi decidida apenas na última bola e o Fla levou a melhor por 84 a 83.

    Na última partida do grupo, a classificação era quase certa. A única forma do Rubro-Negro não participar da parte decisiva da competição era perdendo por 24 pontos ou mais de diferença, o que parecia impossível. Mas não foi. O Orgulho da Nação foi irreconhecível e sofreu um apagão nos três primeiros quartos, chegando a perder por 25 pontos e sendo eliminado do torneio. No último quarto, o Flamengo cresceu, mostrou sua força e raça e conseguiu diminuir a diferença para apenas 5 pontos. Dessa forma, além da classificação, o Fla conquistou a primeira colocação no Grupo F também.

    Veja: Com frieza no quarto final, Fla estreia com vitória na Fase Semifinal da Liga das Américas

    Fla vence Correcaminos na última bola e se aproxima do Final Four

    Do inferno ao céu: Fla chega a estar eliminado, mas reage no quarto final e avança para o Final Four

     

    O Final Four será disputado na Venezuela, em Barquisimeto, casa do Guaros de Lara e sede da fase semifinal. O Flamengo não terá ao seu lado o apoio da maior torcida do mundo, o que, como já ficou provado várias de vezes, faz a diferença. Mas terá a força de uma equipe unida e muito determinada. Não dá para negar a vontade e a paixão dos integrantes do FlaBasquete e, por isso, mesmo que as outras partidas não tenham sido tudo que se era esperado, os grandes desempenhos no NBB e o poder de reação servirão de combustível. Vale a pena acreditar e torcer.

  • Infográfico: números do FlaBasquete no Final Four

    O FlaBasquete chega à sua terceira disputa de Final Four seguida. O desempenho da equipe nas outras oportunidades foi bem diferente. Em 2014, o sonho de conquistar a competição continental foi realizado. Já em 2015, o Orgulho da Nação perdeu por 1 ponto o primeiro jogo e acabou disputando (e conquistando) o terceiro lugar do torneio. Abaixo, o Mundo Bola preparou um infográfico com todos os números das participações do Flamengo no Final Four.

  • Ganhando ritmo, Flamengo B vence o Bangu

    Assim como contra a Cabofriense, Muricy optou por escalar os reservas para o jogo contra o Bangu, preservando os titulares para o jogo contra o Figueirense pela Primeira Liga. A alternância é positiva, principalmente por possibilitar não só a observação como também deixa os reservas adquirirem ritmo de jogo, algo importante para garantir que todo o plantel esteja apto a jogar.

    Mantendo o 4-1-4-1, Muricy escalou o Flamengo com Alex – Pará, Léo Duarte, César Martins, Chiquinho – Márcio Araújo – Thiago Santos, Canteros, Ederson, Gabriel – Felipe Vizeu.

    Início truncado e lento

    O time que entrou em campo não era exatamente o time B dos treinos da pré-temporada até este momento, sendo Ederson, Thiago Santos e Márcio Araújo as novidades. O primeiro só começou a treinar com bola há pouco tempo, o segundo jogava apenas quando Éverton ou Gabriel não estavam no treino e o último era titular até pouco tempo.

    Assim, mesmo que a maior parte do time tivesse entrosamento, ainda havia momentos de desencontro em campo e alguns foram sendo sanados durante o jogo, outros esbarraram nas limitações dos próprios jogadores. Taticamente o time estava bem postado, por vezes até mais organizado que o time titular, porém a falta de ritmo de jogo tirou intensidade e contribui para erros bobos.

    Na direita, Pará e Thiago Santos começaram em compassos diferentes, as trocas de passe nem sempre davam certo, mas já no final do 1° tempo o ritmo já havia sido corrigido e os dois conseguiam alternar ultrapassagens e tabelas. Driblador, Thiago Santos tendia a disparar e, por vezes, ia à linha de fundo cruzar, enquanto Pará caía para o meio entrando na área, porém quando cortava para dentro para bater, Pará se posicionava para eventualmente receber e ir ao fundo.

    Na esquerda, Chiquinho destoava com muitos erros e posicionamento equivocado, o que não ajudava Gabriel, assim como a falta de explosão e mobilidade de Ederson, fazendo com que por vezes o ponteiro ficasse sem ter para quem tocar e acabasse perdendo a bola. Ainda assim, Gabriel participou bastante do jogo e foi subindo de rendimento quando Ederson também subiu.

    Canteros como organizador

    Se no time titular vemos Mancuello com mais liberdade, derivando por todo o campo, enquanto Arão é muito mais vertical, ontem vimos o oposto. Inicialmente na direita, Canteros volta e meia aparecia mais ao centro para auxiliar na armação ou aparecendo na área para dar opção para os companheiros. Já Ederson atuou muito mais verticalmente, tendendo a ficar mais na lateral do campo ao invés de cair para o meio, o que é bom já que mostra que ele pode executar muito bem a função que Emerson Sheik deveria fazer.

    Mapa de calor do Ederson

    Mapa de calor do Canteros

    No mapa de calor acima podemos ver que Canteros aparece intensamente fazendo o trajeto da intermediária defensiva direita para o centro, movimentação não só típica de marcação como também de quem auxilia na saída de bola, sendo o principal “desafogo” de Márcio Araújo. Ainda defensivamente, vemos a sua importância quando em apenas 2 jogos fez 7 desarmes, enquanto Arão em 7 jogos tem apenas 1 a mais.

    Olhando para a zona de ataque, o vemos bastante ativo pela direita e caindo até o centro, onde articulou alguns ataques principalmente no 1° tempo. Inclusive, apesar da perseguição da torcida ao argentino, os números são bastante favoráveis nesses 2 jogos, tanto em cruzamentos quanto lançamentos possui 50% de acerto, enquanto Arão possui, respectivamente, 40% e 55%.

    A força do jogo pelos lados

    Assim como no último jogo, os lados dos campos foram bastante utilizados. Gabriel e Thiago Santos atuaram intensamente como válvula de escape partindo em velocidade para a linha de fundo, mas enquanto Gabriel buscava o cruzamento, Thiago Santos tentava penetrar na área e encontrar um companheiro livre, ambos também arriscaram finalizações e fizeram o André Regly, goleiro do Bangu, trabalhar muito.

    Inclusive, o grande destaque do jogo ficou por conta de Thiago Santos, que demonstrou ter evoluído bastante nos últimos meses, deixando um pouco o estilo Paulinho de jogar para se assemelhar mais a Cirino. Tendo a velocidade e o drible como principais características, por vezes ainda prende muito a bola, mas ontem procurou jogar mais para o time lembrando a atuação de Cirino contra o Resende.

    Um fator importante para o rendimento do jovem ponteiro da base é o apoio que recebeu dos companheiros, mostrando que dificilmente um jogador se sobressai quando cercado de jogadores que não dão o devido suporte. E aí as boas atuações de Canteros e Pará pesaram a favor, o lateral conseguiu participar ativamente do ataque, sendo inclusive o autor do passe pro gol de Thiago Santos. Enquanto isso, na outra ponta, Chiquinho teve mais uma atuação desastrosa conseguindo alcançar em seu 3° jogo pelo time a incrível marca de 10 cruzamentos errados para 1 certo!

    Ederson rende mais que o esperado

    Após meses se recuperando de uma lesão ano passado, Ederson fez um trabalho especial de preparação física na pré-temporada para fortalecer a musculatura e evitar novas lesões. Claro que, como o próprio reconheceu em entrevista à beira do campo, a perna ainda está pesada, não há a explosão muscular que o permitia ter a velocidade e mobilidade no ataque que o fizeram se destacar no último ano.

    Não foram muitas as jogadas em que conseguiu arrancar em velocidade e ganhar da marcação, mas quando conseguiu levou perigo como no lance que culminou no gol de empate. A bola havia saído em lateral próximo ao meio campo, ele adiantou no espaço vazio e Gabriel percebeu, cobrando muito rápido o lateral, permitindo que Ederson chegasse em velocidade a linha de fundo onde tentou bater pro gol, o goleiro espalmou e Vizeu – muito bem posicionado como sempre – pegou o rebote e marcou o gol de empate.

    César Martins e Márcio Araújo falham e irritam Muricy

    Se no ataque as jogadas passaram a fluir muito bem após os primeiros 20 minutos, conseguindo ganhar ainda mais intensidade no 2° tempo, a defesa teve alguns problemas. Muricy a todo momento gritava com Márcio Araújo, que além dos problemas recorrentes de saída de bola, ainda se posicionou muito mal em vários momentos, deixando espaços no meio-campo.

    César Martins, por outro lado, abusou do direito de errar. O zagueiro conseguiu terminar o jogo sem fazer 1 desarme sequer, falhou em passes próximo à área, cometeu erros que implicaram em situações perigosas para o Bangu, inclusive no 1° gol do jogo e ao cometer um pênalti no 2° tempo. O pior é que não foi sua pior atuação pelo Flamengo, mas serviu para lembrar o porquê da zaga do Flamengo ter sido o desastre que foi no último ano.

    Ao menos, mesmo nesse cenário desfavorável, Léo Duarte teve atuação segura e promissora, mostrando que merece mais chances de Muricy no Carioca. Obviamente, teve a vantagem de contar com boa proteção pela direita onde Thiago Santos e Canteros empataram como os que mais desarmaram, ainda contando com a atuação sempre segura defensivamente de Pará. Somados, os três efetuaram metade dos desarmes do time.

    Expectativas

    Além de Ederson e Thiago Santos, estrearam no Carioca Ronaldo e Paquetá, que entraram no 2° tempo e foram bem. Paquetá deu mais consistência defensiva ao meio, porém ainda não conseguiu participar fluidamente do ataque até pela falta de entrosamento, tendo subido recentemente pro profissional. Já Ronaldo entrou no fim do jogo e mostrou a Márcio Araújo como se faz saída de bola, também apareceu com alguma liberdade e eficiência no ataque, mostrando que deveria estar na frente de Márcio Araújo como opção pro meio campo.

    Vizeu também teve outra grande atuação, tanto fazendo o pivô quanto deslocando a marcação tão bem quanto Guerrero, como em seu papel de centroavante dentro da área. Nos dois gols que marcou, pegou a bola em rebotes dados pelo goleiro após finalizações, mostrando que sabe ler as jogadas e se posicionar para estar em condições de receber e finalizar. Outra característica que chama a atenção é a frieza ao ter a bola na área, sabendo quando finalizar de primeira ou dominar e limpar o lance para obter um ângulo correto ou tirar da marcação. Kayke, que foi bem ano passado, acabou ganhando uma concorrência pesada ao se lesionar.

    Nas próximas semanas além de jogos pela Primeira Liga, o Flamengo terá o início da Copa do Brasil, o que deve aumentar a participação de jogadores do time B no campeonato Carioca. E, apesar da fragilidade do adversário, foi possível ver evolução no nível de atuação dos jogadores e vislumbrar um plantel forte para o Campeonato Brasileiro, apesar de serem ainda necessárias contratações de zagueiros.

    Saudações Rubro-Negras