Depois de empatar com o São José fora de casa, o Flamengo/Marinha volta a jogar no Rio de Janeiro contra o Iranduba. Precisando da vitória para assumir a ponta do Grupo 6, o Mais Querido entra em campo nesta quarta-feira (30), às 15h30min, no Estádio Antunes, mais conhecido como CFZ. A partida terá transmissão do site pago Enterplay.
O empate com o São José sob forte chuva em São Paulo não desanimou as meninas do Fla/Marinha. Voltando a jogar no Rio depois de duas partidas, o Mais Querido deve entrar em campo com a mesma escalação do jogo anterior, com Luana, Danizinha, Carol, Flávia e Roberta Emilião; Ju, Bia, Bárbara e Maurine; Gaby e Pâmela.
As adversárias também vem de um empate e pretendem estragar a volta pra casa das rubro-negras. O Iranduba não conseguiu bater o Corinthians na Arena da Amazônia semana passada, levou dois gols depois de abrir dois de vantagem e acabou ficando no 2×2. Com o frustrante resultado, as visitantes sabem que precisam de mais atenção para conquistar o resultado contra as invictas do Flamengo.
Gabi mandou o recado, vamos apoiar as meninas, Nação!
A atacante Gabi deu o recado:
Amanhã, 15h30, tem @Flamengo x Iranduba, pelo Brasileirão Feminino no CFZ! Prestigie!
Com a derrota para o Volta Redonda no último sábado (26), o Flamengo chegou à amarga marca de 4 jogos sem vitória na temporada. Com o resultado negativo da última rodada, aliado aos jogos das demais equipes, o Flamengo terminou a terceira rodada fora da zona de classificação e ocupa a 5ª colocação na tabela.
Para tentar recuperação no campeonato, o Flamengo tem como desafio um clássico com o Vasco amanhã (30). Diferentemente do que ocorreu na primeira fase do Carioca, em que o jogo ocorreu em São Januário, o clássico dos milhões será realizado no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, às 21h45min, com transmissão da Globo, Premiere e tempo real no @Mundo Bola_CRF.
O ADVERSÁRIO
Se do lado rubro-negro a ausência de vitórias ensaia uma crise na Gávea, o torcedor vascaíno vem tendo motivos de sobra para comemorar no Carioca. O Vasco terminou a primeira fase como líder isolado do grupo A com 6 vitórias e 2 empates na competição, o que fizeram com o que o Vasco somasse 20 pontos e se classificasse em segundo lugar geral, atrás apenas do Botafogo, clube que teve a melhor campanha na primeira fase da competição.
Na segunda fase do Carioca, o desempenho do Vasco não é diferente. Única equipe invicta na competição, o Vasco tem 100% de aproveitamento na atual fase da competição e soma 9 pontos com as 3 vitórias conquistadas nas rodadas iniciais da Taça Guanabara.
ANO SEM VITÓRIAS CONTRA O VASCO
Se os últimos jogos do Flamengo foram marcados pela ausência vitórias, o retrospecto contra o Vasco, de 2015 até hoje , não é muito diferente. Nos últimos 7 confrontos entre as equipes, o Flamengo não conseguiu êxito em nenhum deles. O último clássico entre Flamengo x Vasco foi de derrota rubro-negra por 1×0, com gol aos 45 do segundo tempo.
CONTRASTE NOS ATAQUES
Se do lado rubro-negro a preocupação pela ausência de gols nas últimas quatro partidas da temporada é motivo de alerta ligado, o Vasco mostra no ataque porque é líder da competição. Nas 3 primeiras rodadas da Taça Guanabara, a equipe cruzmaltina marcou pelo menos um gol, assim como nos outros 8 jogos da competição, em que o ataque vascaíno não passou em branco e garantiu a vitória em 9 oportunidades.
TRANQUILIDADE NO AEROPORTO, TENSÃO NO HOTEL
O clima tenso e de pressão que a equipe do Flamengo vive no Rio, onde o CT foi invadido por torcedores no treino da última segunda (28) no Ninho do Urubu, em nada se parece com o que foi visto no Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, onde o Flamengo desembarcou na tarde dessa terça (29). Um pequeno grupo de torcedores aguardava a equipe para tirar fotos e guardar o momento como recordação.
Em contrapartida, a recepção dos jogadores no hotel da capital em que ficarão hospedados para o clássico, relembrou os atletas do clima de tensão sob o qual o time se encontra. Assim como no aeroporto, o grupo de torcedores que aguardava o time era pequeno mas, ao contrário do que se viu no setor de desembarque, a torcida que aguardava o Flamengo no hotel cantava músicas de protesto e alguns jogadores, como Sheik e Cirino, foram hostilizados pelos torcedores presentes.
NOVIDADE NA EQUIPE TITULAR
Após Muricy liberar a entrada dos jornalistas no treino dessa terça (29) no Ninho do Urubu, foi possível notar uma mudança na equipe titular: a saída de Marcelo Cirino para a entrada do garoto Gabriel deve ser a grande novidade na equipe que enfrenta o Vasco nessa quarta (30).
Ficha Técnica
Flamengo x Vasco
Data: 30/03/2016
Local: Mané Garrincha
Hora: 21h45min
Flamengo (provável escalação): Paulo Victor; Rodinei, Wallace, Juan e Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão e Ederson; Emerson Sheik, Gabriel e Felipe Vizeu. Técnico: Muricy Ramalho
Transmissão: Globo (RJ, ES, DF, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO), Band (RJ, MG, ES, DF, PE, BA, AL, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO), Premiere e Tempo Real no @Mundo Bola_CRF
A criação da Copa do Nordeste não foi fácil, a liga dos times nordestino comprou uma enorme briga com a CBF e venceu. A competição apelidada de Lampions League, em referência a Champions League, se tornou um sucesso esportivo, de público e financeiro inspirando a criação da Copa Verde e da Copa Sul-Minas-Rio.
A lógica das competições é praticamente regional, mas também poderia ser financeira e de peso esportivo, já que os clubes estão nivelados. Esse equilíbrio e a possibilidade de distribuição nacional se remete à ideia geradora da Copa do Brasil, que é uma competição que visa ter clubes de todo o país e proporcionar chance a qualquer clube de ser campeão nacional independentemente da divisão em que esteja no campeonato nacional.
Recentemente muitos clubes se uniram para protestar contra o atual formato da Copa do Brasil, que favorecia os chamados “clubes grandes”, que são os de maior poder financeiro e tradição futebolística na série A. De fato, desde que se mudou o regulamento para que os clubes participantes da Libertadores entrassem nas oitavas de final na competição, ficou muito mais difícil para um time menor surpreender e chegar à final.
A Copa do Brasil deveria ser uma competição que promovesse integração nacional, proporcionando a chance de alto ganho financeiro e esportivo a clubes de fora do eixo Sul-Sudeste, o que tenderia a fortalecer os clubes de outras regiões e, por consequência, permitir-lhes maior força nas divisões nacionais nivelando por cima as competições das séries A, B e C.
O Sucesso da Copa do Nordeste
No atual formato, a Copa do Nordeste teve início em 2013 e de lá para cá vem crescendo em arrecadação, média de público e audiência, que em 2015 chegou a 18,9 milhões de TVs segundo o Esporte Interativo. O trabalho de marketing feito em cima da competição com tour da taça pelos estados participantes, cerimonial nos jogos semelhantes aos da Champions League com direito a bola própria, patch da competição nas camisas e até moedinha personalizada para o cara e coroa, criou toda uma atmosfera sedutora para os torcedores e patrocinadores, permitindo uma premiação que chegou a R$ 5.895.664 para o campeão.
Como podem ver, as médias de público da Copa do Nordeste são bem inferiores à média do Campeonato Brasileiro, mas devemos considerar nesse ponto a base de torcedores de times menos tradicionais que costumam impactar na 1ª fase, que é de grupos. Se consideramos apenas a fase de mata-mata a média sobe, em 2015 chegou a 21.990 pagantes, bem maior que a do Brasileirão. Já no gráfico de maiores públicos vemos 2 vitórias do Ceará em cima do São Paulo nos dois últimos anos, um dado que em hipótese alguma pode ser desprezado.
Em termos de arrecadação, o sucesso inquestionável da competição que só é transmitida pelo Esporte Interativo em seu canal por assinatura e em suas transmissões pela parabólica, mas ainda fora das grades das principais operadoras de TV por assinatura, e pela Globo (um jogo por rodada para o Nordeste) não só atrai mais público como mais patrocinadores. Se somarmos os dados de arrecadação com bilheteria, cotas de TV e patrocínios a competição alcançou os valores de R$ 20 milhões em 2013, R$ 23 milhões em 2014 e R$ 29 milhões em 2015.
A Primeira Liga
A Copa do Nordeste é uma realidade, assim como a Copa Verde, mas a Primeira Liga ainda está se estabelecendo. Tenho críticas ao modo de organização com um presidente e um CEO ligados a clubes ao invés de uma gerencia totalmente profissional e espero que o formato um dia seja repensado para termos uma Liga de futebol que realmente represente um avanço em termos de gestão e resultado esportivo e financeiro.
Com clubes de várias regiões e organizando uma espécie de regional Sul-Sudeste com a exceção de clubes de São Paulo e Espírito Santo (estado que já faz parte da Copa Verde), os números dessa primeira edição ainda não são tão impressionantes financeiramente, mas com sua incorporação no calendário anual e maior segurança para negociação dos direitos de TV, deve passar a ser financeiramente muito interessante e, assim, atrair os clubes de São Paulo.
Contudo, o número de clubes fortes desses estados inviabilizaria uma única competição que contemplasse boa parte deles, seria quase um mini brasileirão. Assim a sugestão é que a Liga fosse responsável por 2 campeonatos: Copa Sul e Copa do Sudeste.
Em ambos os torneios haveriam 8 representantes de cada um dos 3 estados (no Sudeste excluir-se-ia o Espírito Santo), divididos em 4 grupos de forma a ter 2 clubes de cada estado em cada um. Classificam-se os times que estão na Libertadores e completa-se a vaga pela colocação no Estadual do ano anterior.
[/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_image admin_label=”Imagem” src=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/03/Tabela-I.gif” show_in_lightbox=”off” url_new_window=”off” use_overlay=”off” animation=”top” sticky=”off” align=”center” force_fullwidth=”off” always_center_on_mobile=”on” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”] [/et_pb_image][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”] Após jogos de ida e volta, os primeiros colocados fariam a semifinal em um jogo, assim como a final e a disputa do terceiro lugar. [/et_pb_text][et_pb_image admin_label=”Imagem” src=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/03/Tabela-II.gif” show_in_lightbox=”off” url_new_window=”off” use_overlay=”off” animation=”bottom” sticky=”off” align=”center” force_fullwidth=”off” always_center_on_mobile=”on” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”] [/et_pb_image][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]
O Novo formato da Copa do Brasil
A Copa do Brasil ocorreria no segundo semestre e contaria com os 4 melhores colocados da Copa do Nordeste (CN), Copa Verde (CV), Copa Sul (CS) e Copa do Sudeste (CSE). Inicialmente seriam sorteados os pares de regiões a se enfrentar, por exemplo, Copa do Nordeste x Copa Sul e Copa Verde x Copa do Sudeste. Com a observação de que no ano seguinte não poder-se-ia repetir o mesmo pareamento até todas as combinações possíveis serem usadas.
Os clubes então seriam pareados de modo que o 1° colocado de um regional, enfrentasse o 4° do outro e 2° colocado o 3° do outro. O vencedor avançaria e o campeão de uma chave enfrentaria o campeão da outra em uma Super Final em 3 jogos, tendo ambos os times garantindo vaga na Libertadores no ano seguinte.
Esse formato garantiria melhor distribuição de premiação entre as regiões, estimularia as rivalidades regionais e poderia dar a chance de um time de menor expressão no cenário nacional se sagrar campeão. As possibilidades em termos de marketing seriam imensas, assim como a atratividade de público, o que permitiria haver maiores premiações.
É inegável que os campeonatos estaduais vêm perdendo apelo com o público, a fragilidade dos adversários e o grande número de datas tornam a fórmula cansativa para os torcedores dos clubes de maior expressão. Por outro lado é também difícil para os times menores serem competitivos contra os grandes pelo baixo orçamento.
Uma forma de melhorar o estadual poderia ser estabelecendo o limite de 12 datas. No caso do Rio de Janeiro, poderíamos 2 grupos de 5 clubes, que na Taça Guanabara enfrentariam os clubes do outro grupo e o melhor de cada grupo faria a final (6 datas). Já na Taça Rio os clubes se enfrentariam dentro do grupo e o melhor de cada faria a final (5 datas). O campeão estadual seria conhecido na final entre os campeões da Taça Guanabara e da Taça Rio.
Outra medida benéfica para o equilíbrio de forças seria a utilização de um time sub-23 como regra para os “clubes grandes”, de modo a dar rodagem para os jovens que estão saindo do sub-20 e aqueles que foram destaque em clubes menores e foram contratados como aposta. Isso permitiria maior equilíbrio no confronto com os times menores e ainda reservaria o time principal para o regional e Libertadores.
No balanço final
A mudança no calendário permitiria a integração das competições, daria um sentido para que cada uma existisse e evitaria um excesso de datas no início do ano. Com a mudança de 19 para 12 datas, haveriam menos 7 para os estaduais que ocorreriam nos meios de semana e 12 para as Copas que ocorreriam aos fins de semana, de modo a nunca se chocar com a Libertadores. Além disto, a fase seguinte da Copa do Brasil teria apenas mais 7 datas, sendo 3 para a final (um jogo em casa, um fora e o último em campo neutro).
O Calendário para o Campeonato Brasileiro será abordado na parte II da discussão. Além da proposta de mudança, haverá uma simulação de como ficaria o calendário deste ano com a nova distribuição de datas.
Qualquer palavra acima bem descreve o ânimo do torcedor rubro-negro neste março em 2016.
O estupefato torcedor não merecia um mês assim.
Há algum tempo finge, sorri com esforço, espera o messias, espera o milagre, aguarda o retorno do D. Sebastião, espera o 13º cair na conta, espera o carnaval chegar na avenida.
Mas nem o milagre, nem o messias, nem o carnaval. Nem nada.
O torcedor vai se recusando a ver jogo: cada partida é uma paulada nos neurotransmissores, o cérebro fica sem serotonina, sem dopamina, sem endorfina.
A depressão arrasa.
A cada minuto sem gol, sem jogada que preste, mais cabisbaixo e arrasado fica o rubro-negro.
Sempre folião na vida, flamenguista sinônimo perfeito da alegria, agora tá na vertigem, no cansaço da vida.
Nem se importa mais se o caso é de sabotagem, incompetência ou azar. Já nem se move em qualquer direção.
Vai sonolento, tristonho.
Não lê pós-jogo, não dá margem ao masoquismo. Não vê o replay, não se importa, não renova sua fé.
O torcedor, desorientado, míngua de fome. Desnutrido de gol, convalesce.
40 milhões de torcedores se transformando em zumbis-sombras: quem nasceu pra festa, não dança em velório.
Mas eis que o próximo jogo é sempre o jogo da redenção. Mas eis que o próximo jogo é sempre o jogo da revolução. Mas eis que o próximo jogo é sempre o primeiro jogo do resto de nossas vidas.
O moribundo torcedor vai de olhar desconfiado, desconfiando. Vai pisando suave no terreno. Vai lentamente percorrendo seu descaminho, vendo perto uma luz: é o remédio que chega.
É o Vasco, aquela velha nojenta e bigoduda, merecendo seu tapa na cara.
É o medicamento, a beberagem, o tratamento, o preparado, o conserto, a mezinha. a solução, o recurso, o xarope, a poção, a cura.
(E se o remédio não fizer efeito, se der engasgo e caganeira,
então será tempo de transformar toda a depressão em raiva
e tempo de mandar meia-dúzia pro olho da rua.
Toda tristeza tem seu fim).
Orra, é Mengo!
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A Copa do Brasil sub-17 foi criada recentemente, em 2013, e nesse ano terá a sua 4ª edição. São 32 equipes (os 20 participantes da Série A e os 12 melhores da Série B) disputando o título do torneio em fases de mata-mata (são quatro passos antes de chegar a final). Nas edições anteriores, vimos seis finalistas diferentes e, consequentemente, três campeões distintos (São Paulo, Atlético Mineiro e Vitória).
O rubro-negro, que disputou todas as temporadas anteriores da competição, teve o seu ponto máximo na primeira edição, em 2013, quando chegou à final e foi vice-campeão após ser derrotado por 5×1 no agregado contra o São Paulo. Nos anos seguintes, a equipe foi eliminada sempre nas semifinais para os times que mais tarde seriam campeões. Foi assim com o Atlético-MG em 2014 e com o Vitória em 2015.
O maior destaque do time até hoje é Felipe Vizeu, que foi o artilheiro do Flamengo nas temporadas 2013 (4 gols) e 2014 (novamente 4 gols, empatado com Caio Rangel). Em 2015, o artilheiro foi Matheus Felipe (7 gols).
[/et_pb_text][et_pb_image admin_label=”Imagem” src=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/03/vizeu.jpg” alt=”Vizeu comemora o gol, que garantiu a vitória do Flamengo sobre a Cabofriense / Foto: Gilvan de Souza.” show_in_lightbox=”off” url_new_window=”off” use_overlay=”off” animation=”off” sticky=”off” align=”center” force_fullwidth=”off” always_center_on_mobile=”on” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid” /][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]
Para essa temporada, poderão jogar quaisquer jogadores nascidos a partir do ano de 1999 e que tenham sido registrados no DRT (Diretoria de Registro e Transferência da CBF ) e no BID (Boletim Informativo Diário).
A estreia do Mengão será contra o Náutico-PE, no dia 30 de Março, às 17h (de Brasília), no Estádio Severino Carneiro (Carneirão). O jogo de volta será na Gávea, às 15h, no dia 07 de Abril.
O @Mundo Bola_CRF (Twitter) cobrirá todos os jogos do Fla na competição.
Após a derrota para o Volta Redonda, Muricy Ramalho culpou a ansiedade e a falta de treinamentos para justificar a seca de gol do Flamengo. Porém, desde o gol de Paolo Guerrero aos 33 minutos do primeiro tempo de Fla 1 x 1 Figueirense pela Copa da Primeira Liga o rubro-negro não balança a rede com bola rolando. São 20 dias ou 507 minutos, excetuando-se o gol de pênalti na vitória contra o Madureira.
Segundo o site Footstats, durante esses 507 minutos o Mais Querido finalizou 70 vezes, uma finalização a cada 7 minutos, e só conseguiu marcar um gol nesse longo tempo. Destrinchamos esse caminho árduo que os comandados de Muricy Ramalho vem encarando:
Flamengo 1 x 1 Figueirense – 09/03 – Copa da Primeira Liga
Após vencer o Bangu com o time reserva por 3 a 1, o rubro-negro foi até o Mané Garrincha encerrar a primeira fase da Copa da Primeira Liga na partida contra o Figueirense. Depois do gol de Guerrero aos 33 minutos da primeira etapa, a equipe chutou mais catorze vezes (5 certas e 11 erradas) no jogo, mas não conseguiu sair com a vitória.
Confira os números e o gráfico das finalizações:
Finalizações Certas: 7 (1 gol)
Finalizações Erradas: 12
Aproveitamento nas finalizações: 36%
Chutes do Flamengo na partida contra o Figueira (Fonte: Footstats)
Flamengo 1 x 0 Madureira – 12/03 – Campeonato Carioca
Após garantir a classificação e ter seu adversário conhecido na semifinal da Copa da Primeira Liga, o Flamengo retornou ao Rio de Janeiro para enfrentar o Madureira na abertura da Taça Guanabara, em Volta Redonda. Após um primeiro tempo prejudicado por causa do forte temporal, o Mais Querido conseguiu a vitória com um gol de Emerson Sheik cobrando pênalti aos 16 minutos da segunda etapa.
Confira os números e o gráfico das finalizações na partida:
Finalizações certas: 4 (1 gol)
Finalizações erradas: 6
Aproveitamento nas finalizações: 40%
Arremates do Flamengo na partida contra o Madureira (Fonte: Footstats)
Flamengo 0 x 1 Confiança – 16/03 – Copa do Brasil
O próximo compromisso do Mengão foi em Aracaju-SE contra o Confiança pela Copa do Brasil. Após uma chegada com enorme festa da Nação, a equipe decepcionou em campo e foi derrotada pelo time da quarta divisão pelo placar de 1 a 0. O Flamengo teve alto número de impedimentos no jogo (11).
Confira os números e o gráfico das finalizações na partida:
Finalizações certas: 4
Finalizações erradas: 8
Aproveitamento nas finalizações: 33%
Finalizações do Flamengo na partida contra o Confiança-SE (Fonte: Footstats)
Flamengo 0 x 0 Fluminense – 20/03 – Campeonato Carioca
Após a dura derrota em Sergipe, o Flamengo foi até São Paulo reeditar um Fla-Flu que não acontecia no Pacaembu desde 1942. Assim como há 72 anos, o placar também ficou no 0 a 0, na última partida antes que Guerrero e Cuéllar fossem disputar as Eliminatórias.
Confira os números e o gráfico das finalizações na partida:
Finalizações certas: 1
Finalizações erradas: 13
Aproveitamento nas finalizações: 7%
Chutes do Flamengo na partida contra o Fluminense (Fonte: Footstats)
Flamengo 0 x 1 Atlético-PR – 23/03- Copa da Primeira Liga
Após decepcionar novamente a torcida off-RJ, os comandados de Muricy Ramalho foram até Juiz de Fora encarar o Atlético-PR pela semifinal da Copa da Primeira Liga. Já sem Cuéllar e Guerrero, Muricy optou por poupar mais quatro titulares e a equipe até correspondeu bem no primeiro tempo, mas caiu de produção na segunda etapa, foi derrotada e consequentemente eliminada da competição.
Confira os números e o gráfico das finalizações na partida:
Finalizações certas: 3
Finalizações erradas: 6
Aproveitamento nas finalizações: 33%
Arremates do Flamengo na partida contra o Atlético-PR (Fonte: Footstats)
Flamengo 0 x 1 Volta Redonda – 26/03 – Campeonato Carioca
Após a trágica eliminação na Copa da Primeira Liga, o Mais Querido voltou ao Rio para enfrentar o Voltaço como mandante na Cidade do Aço. Com desfalques e jogadores poupados por Muricy Ramalho, 5 atletas não participaram da partida. Jogando abaixo da expectativa mais uma vez, o Fla teve pelo menos duas oportunidades claras de gol. Mota defendeu arremate de Ederson na pequena área e o jovem Felipe Vizeu, com gol aberto, se atrapalhou na hora da conclusão.
Confira os números e o gráfico das finalizações na partida:
Finalizações certas: 9
Finalizações erradas: 3
Aproveitamento nas finalizações: 75%
Finalizações do Flamengo na partida contra o Volta Redonda (Fonte: Footstats)
Cansei de ver jogador sem ter pra quem tocar a bola por falta de um companheiro buscando jogo.
Cansei de ver a torcida gastar uma fortuna para encher estádios pelo Brasil, e os jogadores mal darem atenção. Responder em campo? Nem pensar.
Cansei de ouvir desculpas que ignoram as reais deficiências do time.
Cansei de comemorar borderô e resultados financeiros.
Cansei de esperar dirigente aparecer na crise pra chamar a responsabilidade.
Cansei de esperar o ano que vem, que vai ser melhor.
Não adianta contratar um técnico medalhão, planejar e trazer bons jogadores se o time não ganha. Nem sequer se esforça. Ou, pelo menos, mostra incômodo com a derrota.
Não me interessa se não tem estádio pra jogar no Rio. Nem se vão fazer mais viagens que o normal. Ou se vão jogar vários campeonatos. Isso todo mundo já sabia.
Eu quero soluções. E não sou eu, nem você, quem tem que resolver isso. Tem muita gente lá na Gávea muito bem paga pra isso. O Flamengo tem um elenco inchado, mas não reveza. Quando poupa alguém é em jogo importante. Ou quando já tem desfalque por data FIFA.
Parece que falta um calendário. Ninguém pensa duas partidas à frente. Não aguento mais ouvir desculpas, nem as que são verdade. Só quero resultados. São 4 anos de muita paciência.
Se os jogadores estão cansados, a torcida também está.
A fase classificatória do NBB 8 está chegando ao fim. Nesta terça-feira (29), o Flamengo encara o Macaé buscando fechar com uma boa sequência essa parte da temporada. Vale lembrar que o time da Gávea já tem a primeira colocação garantida e, por isso, já inicia a preparação para os playoffs. A partida acontece no Ginásio Juquinha, em Macaé (RJ), às 20h (horário de Brasília). O jogo não tem transmissão, mas o Mundo Bola fará tempo real no twitter.
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No último domingo (27), o FlaBasquete bateu o Minas dentro de casa por 76 a 65 com grande atuação coletiva e um duplo-duplo de Jerome Meyinsse (16 pontos e 11 rebotes). Após perder para o Brasília na 27ª rodada, o Orgulho da Nação conseguiu voltar a embalar e conquistou três vitórias consecutivas. Os adversários foram, além do time mineiro, São José e Mogi. O Flamengo tem um ótimo retrospecto como visitante nesta edição do NBB. O Rubro-Negro venceu 11 dos 13 confrontos que fez fora de casa até o momento.
Foi contra o Macaé que Ramon foi apresentado para a torcida rubro-negra (Foto: Raphael Bózeo/Macaé Basquete)
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O Macaé é o último colocado da competição com 22,2% de aproveitamento. São 6 vitórias e 21 derrotas em 27 jogos. Na última rodada, os comandados do treinador Léo Costa bateram o São José por 71 a 70, conquistando sua primeira vitória fora de casa nesse NBB.
As duas equipes já se encontraram 5 vezes pela maior competição de basquete nacional. São três vitórias para o Flamengo e duas para o Macaé. No primeiro turno, o Fla contou com um bom jogo de todo time e venceu por 96 a 66. Seis atletas atingiram os dois dígitos de pontuação, foram eles Meyinsse (17), Marquinhos (14), Marcelinho (13), Robinson (12), JP Batista (11) e Rafa Luz (10).
Ficha técnica:
Macaé Basquete x Flamengo
Local: Ginásio Juquinha
Data: 29/03/2016
Horário: 20h (horário de Brasília)
Transmissão: Tempo real no twitter do Mundo Bola
Provável escalação: Rafa Luz, Marquinhos, Jason Robinson, Olivinha e Jerome Meyinsse. Técnico: José Neto.
Para os que curtem superstições, em 1977, o Confiança de Sergipe venceu o Fluminense por 1×0. Logo após esta derrota, certo dirigente do Flu abriu a boca publicamente reclamando de alguns jogadores. Este dirigente, nem sei se por essa postura, saiu das Laranjeiras e veio parar na Gávea. A partir daí o Flamengo conquistou seus principais títulos. Seu nome: Domingo Bosco.
Esteve no Flamengo desde 1978 até sua morte precoce em 1982. Nesse período conduziu um trabalho exemplar. São várias histórias nesse curto espaço de tempo, mas suficientes para ser citado constantemente pelos que jogaram ao lado de Zico nessa época. Bosco era capaz de sair da concentração para buscar um litro de leite para algum jogador, mas era duro ao cobrar compromisso do atleta para com o Clube.
Poucos devem lembrar, mas Gilmar Popoca, que hoje está no comando sub-17 foi um dos que um dia foi considerado um sucessor do Galinho de Quintino. Óbvio que esse tipo de especulação nunca deu certo em relação a Zico, Pelé, ou qualquer outro craque. Afinal, cada um tem a sua própria história. Mas Popoca teve uma bela presença na Seleção Olímpica de 1983, jogando ao lado de Bebeto, Giovani e outros.
Gilmar Popoca era temperamental. Em certa ocasião jogou a camisa da seleção brasileira no chão. O que poucos sabem é que ele também fez isso com a do Flamengo, o que de pronto Domingos Bosco o fez pegar a camisa no chão, se desculpar e, o alertando que, caso o fato se repetisse o jogador jamais vestiria o Manto Sagrado.
Meu objetivo não é crucificar Gilmar Popoca. Sua carreira passou, com altos e baixos por alguns clubes, não se transformou no Zico, mas teve seus momentos de glória. O que acredito ser importante ressaltar é a importância do Flamengo ter alguém que cobre sobretudo compromisso dos jogadores e técnico.
Não acho normal o nosso time perder para Confiança, Atlético do Paraná e Volta Redonda. Pior, ficar quatro partidas sem fazer gols. A vergonha é maior quando sabemos que a folha salarial do Flamengo é astronomicamente maior que a dos times citados, não obstante em campo a esperada diferença de qualidade técnica não se confirmar.
Muitos esperavam que Muricy Ramalho pudesse fazer a dupla função de treinador e disciplinador. Triste ilusão. Muricy está sendo conivente e incoerente. Conivente por permitir que Sheik assuma uma importância que não tem para o elenco. Incoerente por escalar o péssimo Márcio Araújo, mesmo tendo outras opções de melhor qualidade a disposição no banco de reservas.
Muricy carece de alguém para cobrá-lo e orientá-lo. Mas se esse tipo de pessoa existisse no Flamengo, as renovações de Sheik e Márcio Araújo teriam sido barradas. E mais, uma diretoria ciente de suas responsabilidades coibiria Muricy de ficar reclamando aos quatro ventos. Afinal, se Muricy possui alguma razão em função dos consecutivos deslocamentos em viagens, por outro, cabe a ele e a Comissão Técnica elaborarem um calendário de escalações e treinamentos que possibilitem o time jogar quarta e domingo. Simples assim.
Muricy poderia inclusive recorrer ao treinador do sub-20, Zé Ricardo, para lhe auxiliar em uma equipe alternativa que contaria com Léo Duarte, Ronaldo, Jajá, Paquetá, Trindade, Thiago Santos e Vizeu. Enquanto um time jogava, o outro treinaria. Mas nosso técnico prefere reclamar do cansaço, o que o faz mais incoerente ainda. Afinal, Muricy costuma morrer quase sempre com duas substituições por fazer. Para isso, nós pagávamos bem menos para Cristóvão Borges…
Resumidamente, o Flamengo tem um elenco e treinador que não conseguem justificar seus altos salários. Posso estar redondamente enganado, mas passou da hora de fazermos uma contratação de alguém que entenda de verdade de futebol dentro e fora das quatro linhas. Quem souber de algum Domingo Bosco avisa! E se achar um Cláudio Coutinho junto, quem sabe as coisas melhoram?
Por Thauan Rocha | Twitter @Thauan_R e @flaimparcial
Uma calendário melhor pode ser o início de várias mudanças. Conheça essa nova proposta completa para melhorar o futebol brasileiro.
O calendário brasileiro é ruim por ter muitas datas, o que faz o Brasileirão e Copa do Brasil passarem por cima das datas FIFA. Talvez o maior problema nesse caso seja a existência dos estaduais, que tomam 17 datas do calendário anual. Sem essas competições os clubes poderiam ter pré-temporadas maiores, menos competições deficitárias e mais tempo de descanso/treino entre os jogos, o que certamente melhoraria o nível do nosso futebol.
Na Europa não existe estadual ou regional, mas o Brasil não é a Europa. Lá são 51 países em uma área apenas 19,56% maior que a do Brasil. Não podemos ignorar que moramos em um país continental e que possui uma diferença cultural grande, por isso devemos ter sim competições regionais. Estaduais não são mais válidos, pois a grande maioria só dá prejuízo e o nível técnico é muito baixo. Talvez seja válido para os pequenos que lutam para participar de uma competição nacional. Eles precisam dessa competição em um formato diferente e focado em seu fortalecimento.
Aqui irei tratar dos grandes times, daqueles que brigam por título de Libertadores ou pelo menos almejam ser campeões nacionais pelo Brasileirão ou Copa do Brasil. Por este motivo só irei propor de forma rápida algumas mudanças, ou datas disponíveis, para times da série C pra baixo. Em relação aos estaduais, cada federação precisa estudar a melhor fórmula para sua competição.
Dito isto, vamos ao formato do calendário para 2017…
Vamos começar das competições/datas mais importantes, que não podem mudar, como as datas FIFA, a Libertadores e o Brasileirão.
Férias e pré-temporada:
As férias dos jogadores seriam em junho e a pré-temporada nos meses de julho e agosto. Na Europa o tempo é ainda mais curto, é de apenas um mês, mas existe mais tempo livre durante a competição. Esse pode ser um período de transição para se chegar a apenas um mês de pré-temporada. Com as datas FIFA e a eliminação dos clubes ao longo das competições de mata-mata, o calendário vai ficando mais folgado, permitindo semanas de maior preparação e descanso. Além disso, podem ser realizados amistosos nessas datas que sobrarão durante a temporada.
Brasileirão, Libertadores e Recopa:
Essas competições não sofreriam qualquer alteração, suas rodadas seriam ajustadas para ocorrer durante o ano aos domingos (Brasileirão) e quartas (Libertadores e Recopa).
Copa Sul-americana:
O ideal seria a realização da competição em grupos, ampliando a competição para 14 datas nos mesmos moldes da Libertadores. Fazendo essa mudança, há espaço vago no calendário para adicionar, nas datas reservadas ao Mundial de Clubes e outros espaços vazios, as 4 vagas extras e uma possível pré-sul-americana nos mesmos dias da pré-Libertadores ou da pré-CdB. De toda forma, a classificação seria via Campeonato Brasileiro.
Mundial:
Caso um brasileiro vá disputar essa competição, o Brasileirão pode ser reajustado com duas datas vagas e/ou em dias de CdB, caso os clubes não estejam nas finais dessa competição.
Jogos na Copa do Brasil e Regional:
Para manter a emoção, não inchar o calendário e permitir que sejam realizadas competições regionais, todos os jogos serão únicos. Os mandos serão decididos de acordo com um sistema de ranking que será explicado mais à frente. Por serem únicos, é justo que os clubes envolvidos dividam a renda, sendo 70% para o vencedor, 50% em caso de empate na fase de grupos e 60% se o vencedor na fase de mata-mata for decidido nos pênaltis.
O sistema de ranking:
O ranking é definido pelas colocações nos Brasileirões do ano anterior. Se um clube envolvido não está nas séries A, B ou C, ele entrará abaixo desses clubes e terá sua posição decidida pelo ranking nacional. Logo o ranking será:
Obs.: o ideal seria que houvesse mais divisões, mas como não estou mexendo com os clubes menores, considero que só há até a C porque a D é dividida em muitos grupos, ao contrário da C que só há dois grupos.
Obs2.: as tabelas de exemplo das competições estarão já organizadas considerando a posição dos clubes no sistema de ranking.
Copa do Brasil:
Essa competição depende diretamente da Libertadores, pois a quantidade de participantes brasileiros no torneio continental define a quantidade de clubes que passam da 1ª fase. Para exemplificar vamos usar o caso em que 5 brasileiros estão na competição internacional. No caso de 4 participarem da maior competição da América do Sul, os dois melhores de cada grupo passam de fase.
1ª Fase:
Esses 5 times entrariam na 2ª fase, enquanto os outros disputariam as 27 vagas em uma fase de grupos com 14 grupos de 6 times cada classificando os dois melhores de cada, exceto o pior segundo.
Os times da série A e B (da temporada vigente) e campeões regionais estão automaticamente classificados, o que toma até 38 vagas (35 dos brasileirões e 3 dos regionais). A vaga do regional tem prioridade, logo um clube que está na zona de classificação por duas competições irá usar a do regional. No total são 84 times na fase de grupos. Se for de interesse fazer uma fase pré-CdB, há duas datas vagas na semana da pré-Libertadores.
Os clubes seriam divididos em 6 potes de 14 com os 3 campeões regionais e os 11 melhores do ranking fora da Libertadores para serem os cabeças de chave. Os outros clubes seriam divididos de acordo com o sistema de ranking. Feita essa primeira divisão, seria retirado um time de cada pote para ir completando os 14 grupos. Uma readequação dos grupos será feita caso seja possível minimizar a repetição de estados por grupo. Essas mudanças devem ser realizadas também por meio de sorteio.
Se um estado tem 6 ou mais representantes já classificados pela Libertadores, Brasileirão A ou B, ele não tem direito a mais nenhuma vaga extra. Excluindo os estados que já atingiram esse limite, as vagas seriam divididas de forma que iguale ou aproxime o número de participantes por estado – DF é uma exceção, esse pode ter até 3 vagas. Caso seja necessário algum desempate, as datas de pré-CdB podem ser usadas.
Grupos:
Tabela de jogos:
2ª fase:
Novamente em jogo único e renda dividida, o mando da 16ª de final seria dos clubes da Libertadores e dos 11 melhores primeiros da fase anterior. Das oitavas até as semifinais, o mando seria por sorteio e na final seria do clube melhor ranqueado, exceto se ele entrou na CdB pela Libertadores, nesse caso o mando é do time que está na Copa do Brasil desde o começo.
Pode ser adotado um sistema com o local da final já definido antes da competição começar e com divisão de torcida como no RJ, onde os setores atrás dos gols são específicos e o restante é misto, ou seja, o campo se torna neutro.
Regional:
Como já disse, uma competição regional deve existir, mas não pode atrapalhar o calendário nacional. Para não tomar as datas das competições nacionais e internacionais, estas seriam disputadas preferencialmente nas datas FIFA.
Cada federação pode definir o seu sistema de classificação, mas alguns já estariam classificados automaticamente. Esses seriam os clubes participantes da Série A. As outras vagas restantes podem ser atribuídas aos clubes com melhor desempenho no estadual disputado ao longo do ano anterior. Assim os grandes não precisam disputar estaduais e os pequenos terão mais jogos, podendo ainda participar de uma competição mais rentável.
1ª fase:
Disputado entre as regiões sudeste e sul, exceto Espírito Santos que está na Copa Verde, teria 32 clubes divididos em 8 grupos com 4 equipes cada, classificando apenas o primeiro colocado para a fase de mata-mata. Para a formação dos grupos os clubes seriam subdivididos em grupos de 8 times de acordo com o sistema de ranking e evitando ao máximo a repetição de Estado por grupo. O sistema de realocação de clubes é igual ao da Copa do Brasil.
Vagas por estado (exemplo): SP 7, RJ 7, MG 5, RS 5, SC 4, PR 4.
Exemplo de grupos:
Tabela de jogos:
2ª fase:
Os 8 classificados fazem jogo único até a final com mando sempre por sorteio já definido antes da competição iniciar.
Total de jogos para os grandes se chegarem a final de todas as competições:
Calendário nacional – Série A e B:
Agora vamos considerar os times da Série C para baixo…
Brasileirão Série C:
Hoje essa divisão é formada por dois grupos divididos em um grupo do Norte e outro do Sul, o que é bastante válido, mas creio que mais datas são necessárias. Cada grupo tem 10 equipes jogando ida e volta disputando as 4 vagas de cada grupo na próxima fase. Na segunda fase se inicia um mata-mata em jogo único até ser decidido o campeão.
O que proponho é ampliar o número de participantes por grupo para 18, assim iria preencher o calendário do ano todo e teríamos mais clubes participantes. No total seriam 34 rodadas da primeira fase e mais 3 da fase de mata-mata. Os clubes que chegarem nas semi-finais subiriam de divisão e os 4 piores na classificação geral cairiam para a série D.
Brasileirão Série D:
Basicamente com o mesmo formato da Série C, a diferença advém da quantidade de grupos e a divisão de regiões. Nesse haveriam quatro regiões também com 18 equipes cada. Os clubes seriam divididos de forma que minimize as distâncias. Assim apenas os 2 melhores de cada grupo passa de fase para disputar o mata-mata. Seus jogos seriam realizados nas mesmas datas do Brasileirão Série D.
Todos os clubes precisariam disputar as vagas no estadual. A temporada 2017/2018 do estadual iria definir os representantes do estado no campeonato nacional. As vagas seriam distribuídas por estado premiando os melhores ranqueados, desde que a diferença do Estado com mais vagas para o com menos vagas não seja maior do que 2.
Nesse formato, 148 clubes entre as Séries A e D teriam jogos durante todo o ano, contra 100 do atual modelo. Com os estaduais, vários outros clubes teriam jogos para disputar. Claro que são poucos, mas muitos desses clubes são quase amadores. Se esses formatos derem certo financeiramente, poderiam ser criadas novas divisões para o Brasileirão seguindo a mesma linha de pensamento. Se não for possível ampliar, os jogadores desses clubes quase amadores teriam como conciliar um trabalho dentro do futebol e outro fora. Para viabilizar essas divisões, os lucros da seleção e das outras divisões (sendo até 5% do lucro líquido das bilheterias da A e B) custeariam os árbitros, anti-doping, seguranças e viagens. Só seria preciso uma contribuição dos clubes da C e D se as arrecadações citadas não cobrirem os gastos básicos, nesse caso a contribuição seria proporcional a arrecadação líquida com bilheteria de cada clube. Os clubes da A e B só precisam contribuir se a seleção e outros tipos de contrato da divisão não cobrirem os gastos.
Estaduais:
Os estaduais podem ser disputados em datas FIFA, Libertadores ou Mundial, pois os clubes certamente não participariam dessas competições maiores e nem seriam prejudicados por causa de convocações.
O formato base seria de 20 clubes em dois grupos disputando uma vaga na 2ª fase, um mata-mata que começa nas quartas de final. Todos os jogos são únicos. Os melhores de cada estado ganha o direito de participar da Série D. O estadual também pode ser usado como meio de chegada ao regional, vai depender da realidade de cada Estado.
Regionais – Casos especiais:
Como haveriam mais datas livres em algumas regiões (geralmente são os clubes do Sul-Sudeste que vão para a Libertadores e mais alguns nordestinos na Sul-Americana), os regionais poderiam ser ampliados ao longo do ano. Creio que o ideal seria uma fórmula com jogos únicos para que mais clubes possam participar. É importante que as datas não choquem com a Copa do Brasil e estaduais, permitindo que os clubes joguem ambas se estiverem classificados.
Calendário nacional – Série C e D:
Com um calendário nesse formato é preciso tomar cuidado com os horários dos jogos. No verão seria proibido jogos no período da manhã, todos seriam disputados à noite ou no fim da tarde. Se necessário, a parada técnica será adotada. Se for interessante para os clubes, horários matutinos podem ser adotados desde que o clima seja adequado. É importante que a maioria dos jogos ocorram nos fins de semana e em horários que permitam uma locomoção segura. É possível adotar sexta como dia de jogo para as divisões inferiores, mas deve ser respeitado o tempo mínimo entre jogos. Abaixo está a tabela de horários base disponíveis para jogos.
Fazer um calendário não é nada fácil, mas é preciso mudar. Não há uma fórmula mágica, certamente muitos vão discordar do que propus, por isso os convido a fazerem em suas redes sociais e blogs uma proposta de calendário. Devemos exigir mudanças, mas também podemos mostrar alguns caminhos. É importante lembrar que há poucos dias esse foi um dos pontos de debate na comissão da CBF.
Quero agradecer ao Luiz Filho, do blog Overlaping, que me ajudou na confecção desse calendário e já fez algumas propostas para diversas competições.
Posts do Luiz:
Base para a base
Conexão Regional
Liberta!
Grandes decisões
Unidade Pan-americana
A Náyra, do blog Flamengo em Foco, também fez a proposta dela:
Discutindo o Calendário anual do Futebol – Parte I
SRN!
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Thauan Rocha escreve no Flamenguista Imparcial, da Plataforma Mundo Bola Blogs. A opinião do autor não reflete necessariamente a opinião do Mundo Bola.