Autor: diogo.almeida1979

  • Flamengo FA: tchau férias!

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    Os jogadores veteranos da equipe voltam a treinar na próxima semana (04 de abril). Os treinos abertos ao público acontecem no Aterro do Flamengo, todas as terças às 21h30min.

    Os novatos que entraram através do try-out já estão se preparando há cerca de um mês e, a partir de segunda, se juntam à equipe.

    O primeiro confronto do time de desenvolvimento será o amistoso contra o Macaé Oilers, onde serão testados os novos jogadores e será avaliada a condição física dos que estão retornando.

    Já para a equipe principal, estão sendo analisadas as propostas de amistosos.

    Leia Mais: Flamengo FA: Amistoso contra o Macaé Oilers

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  • Um jogo para fazer a torcida mais feliz

    Para um público de pouco mais de 26 mil pessoas em Brasília, Flamengo e Vasco se enfrentaram pela segunda vez este ano. Cirino, de cabeça após lindo passe de Alan Patrick, abriu o placar.

    Ainda seriam jogados mais 10 minutos, fora os acréscimos. Entretanto, a torcida do Vasco não chegou a sofrer mais do que alguns instantes. Nenê bateu escanteio e Riascos, antecipando-se a Willian Arão, empatou de cabeça.

    Após a derrota para o Volta Redonda, que fechou uma sequência vergonhosa de resultados — derrotas para o Confiança e Atlético-PR –, o time manteve o jejum de vitórias e continua fora da zona de classificação para as semifinais do Estadual.

    O certame foi movimentado, pegado e disputado.

    O Vasco no primeiro tempo foi um time acuado, que não impôs nenhum tipo de enfrentamento frente a um sistema defensivo vazado por Rafael Pernão. E o Fla jogou muito bem, só faltou o gol, que poderia ter saído dos pés cansados de Guerrero ou daquele ótimo arremate de Jorge.

    No segundo tempo a coisa complicou para a gente. Muricy, lento, não conseguiu enxergar que o time perdia o meio de campo. Até a entrada de Alan Patrick, o Vasco foi o time que conseguia produzir mais. Com o histórico recente de entrega da rapadura do Mengo, não era difícil imaginar a Nação roendo as unhas esperando o pior.

    Alan Patrick deu um jeito na armação. Sua movimentação horizontal pelo meio campo, aproximando-se sempre dos companheiros para receber a bola é muito interessante e deveria ser empregada continuamente pelo treinador. Contei pelo menos umas cinco jogadas em que ele recebe em posição desconfortável, com opção medíocre de tocar para trás e recomeçar. O meia, porém, muito técnico e cada vez com mais ritmo de jogo, conseguia se voltar para o campo adversário e dar sequência a uma jogada ofensiva.

    Voltando agora aos aspectos gerais do jogo, não foi a produção de um bom futebol que deixou a torcida na esperança de que um bom ano é possível.

    Foi a RAÇA.

    O grande problema do Flamengo este ano, em parte, está na incapacidade do público de perceber que as derrotas causam constrangimento ao grupo de atletas.

    Não adianta dizer que internamente o elenco está machucado por mais de dois anos de má fase. O jogador, o técnico, o presidente, os atores desta peça chamada futebol do Flamengo em dado momento precisam mostrar na cara a insatisfação, a dor, a consternação, a humilhação.

    O exemplo de Guerrero, 180 minutos em 48 horas. Cirino fazendo seu primeiro gol em um clássico. Paulo Victor salvando dois gols. Wallace, o homem mais odiado do Ocidente, seguro. Gabriel amadurecendo. Jorge fazendo seu melhor jogo na temporada. Juan contagiando rubronegrismo.

    O time com desfalques. O time cansado. A viagem para Brasília. A falta de treino. Enfim, estes elementos de desculpas foram superados.

    Veio a RAÇA. Foi um jogo para fazer a torcida mais feliz.

    Ainda temos dezenas de problemas. Provavelmente eles serão solucionados e outros surgirão.

    Porque sempre existem problemas, não é verdade?

    Então que a RAÇA seja SEMPRE o poder de superação do nosso Flamengo.

     

  • A torcida brasiliense está aprendendo

    Por Victor Gammaro (@vgammaro)

     

    O resultado não foi o esperado. Após quatro partidas sem vencer e há sete sem derrotar o Vasco, o flamenguista que foi ao Mané Garrincha na noite de ontem esperava um resultado positivo para cima do rival. Apesar das chances e dos gols incrivelmente perdidos, o jogo terminou empatado, aumentando os dois jejuns rubro-negros.

    Mas algo chamou atenção no duelo carioca de Brasília. A torcida brasiliense do Flamengo vai, cada vez mais, “aprendendo” a receber o time na cidade. Teve de tudo um pouco: protesto pacífico na chegada ao hotel, aplausos ao fim do primeiro tempo e 90 minutos de cantoria incansável.

    Aqui na capital, a rixa entre duas organizadas do Flamengo – que aqui, apesar de todos saberem quais são, não merecem ser citadas por esse motivo -, é bastante acentuada. Fato que faz com que a Polícia Militar separe-as. Como consequência, o grito da Nação fica dividido e algumas vezes, inevitavelmente, mais baixo que o da torcida adversária.

    Presença ilustre na arquibancada do Mané Garrincha, o pivô Jerome Meyinsse aprovou a nação candanga. “A torcida daqui é muito boa, canta o tempo todo. Gostei muito de conhecer o pessoal aqui, que me tratou com muito carinho”, comentou o americano, enquanto era cercado pelos fãs, que pediam fotos com o carismático jogador de basquete.

    E o flamenguista da capital já tem mais motivos para comemorar. Nesse processo de “ambientação” do time no centro-oeste, mais três oportunidades do brasiliense receber o Mengão foram confirmadas. Pelo Brasileirão, Cruzeiro, Grêmio e São Paulo visitam o Fla na sua, cada vez mais, segunda casa.


    https://www.youtube.com/watch?v=oElLnplIu3I

  • Até quando?

    Análise de Flamengo 1 x 1 Vasco

    Por Gustavo Roman (@guroman)

     

    Novamente, o Flamengo não conseguiu derrotar o Vasco. E olhem que essa foi a melhor exibição do time diante do rival em um longo tempo. Porém, não foi suficiente. Eurico, com seu charuto cubano na boca, ainda pode se vangloriar. “Não consigo perder para eles”.

    Mas a culpa não é do Eurico. E com certeza não é minha. Muito menos sua. O time fez um primeiro tempo muito bom. Igualou o adversário na vontade. Ganhou divididas. Entrou pilhado em campo. Tanto que Guerrero e Márcio Araújo poderiam ter sido expulsos.

    Com a vontade igualada, a superioridade técnica do rubro-negro ficou evidente. As jogadas saiam com facilidade, apesar do esquema tático capenga do Muricy. Sheik perdeu uma. Guerrero desperdiçou duas seguidas de forma inacreditável. A primeira, mérito total do Martim Silva. A seguinte, um show de displicência do peruano. Jorge voltou a lembrar aquele lateral esquerdo que ia pra cima e arriscava as jogadas individuais. Deu dois dribles e quase inaugurou o marcador. Na derradeira oportunidade, Éderson invadiu pela esquerda e bateu. Não bastasse o que havia feito com as mãos, Martim resolveu salvar seu time também com os pés.

    Tenho certeza que todos ficaram animados no intervalo. A perspectiva era boa. Só que Jorginho leu o jogo com maestria. Colocou o garoto Caio Monteiro para compor o lado esquerdo. Com muito mais perna do que o veterano e atarracado Jorge Henrique, o Vasco começou a explorar o calcanhar de Aquiles rubro-negro. O lado direito de sua defesa. Rodinei avança demais. Arão não faz a cobertura. Wallace também não. E Márcio Araújo, bem ele mais uma vez foi simplesmente Márcio Araújo.

    Por ali, o Vasco chegava. A entrada de Diguinho, com muito mais movimentação do que o pesado Julio dos Santos também contribuiu. E ao contrário da etapa inicial, criava. Andrezinho pegou na orelha da bola e perdeu. Nenê também finalizou mal. A bola alta já incomodava. E em breve, puniria. Thales, foi o último a deixar o gramado, dando lugar a Riascos.

    Ao ver seu time definhando fisicamente e sem ameaçar o adversário, Muricy resolveu agir. Tirou Éderson (coitado, ótimo jogador, mas escalado fora de posição) e fez entrar Alan Patrick. A substituição surtiu efeito. Não que Alampa seja craque. Longe disso. Entretanto, é um jogador muito mais adaptável a função que o treinador quer que seja desempenhada do que o pobre Éderson.

    Quando Cirino apontou a beira do gramado, achei que fosse para substituir Gabriel. Surpreendentemente, foi Emerson quem saiu. E como num passe de mágica, o Flamengo voltou a crescer. Gabriel foi para a esquerda. Cirino levava a loucura o já esgotado Júlio César.

    O gol rubro-negro saiu dos pés desses dois. Alan Patrick enxergou o que ninguém mais conseguia e deixou Cirino livre para vencer Martin Silva. Flamengo um a zero!

    Não deu nem pra comemorar. Gostam de matemática? Então vamos a essa simples soma. Bola parada muito forte do Vasco + falhas defensivas nesse tipo de jogada é igual a: gol de empate vascaíno. Riascos, sozinho, testou e deixou tudo igual. Sem dúvida, o resultado mais justo. Afinal, cada equipe dominou um tempo.

    Ainda houve tempo para Arão perder mais uma incrível oportunidade. Eurico chegou a engasgar e quase se queimou com a brasa de seu charuto. Não deu. Ainda não seria ontem. Ainda não se sabe quando será.  O tabu permanece. Por enquanto. A pergunta é, até quando?

     

  • Após empate, Muricy diz que gostou do resultado e minimiza pressão: ” Jogou bem, pressão não tem.”

    Após o termino do clássico em Brasília, o técnico Muricy Ramalho concedeu entrevista falando sobre o resultado e as consequências do jogo de hoje. Na coletiva, Muricy foi breve mas mostrou otimismo por um time mais competitivo e já focado no jogo de sábado.

    Injusto ou não, o resultado deixou o técnico satisfeito e bastante otimista para o decorrer da competição. Muricy tratou logo de minimizar a pressão pela falta de vitórias: “O time jogou bem, pressão não tem. Quando era garoto tinha pressão, hoje nada. O time voltou a jogar bem e o clássico foi melhor do que o anterior. Os dois brigaram, tiveram chances. Foi um jogo intenso e a nossa bola custou a entrar”.

    Muricy também exaltou a ótima atitude de Guerrero por ficar à disposição para o jogo – o atacante havia disputado a partida entre Uruguai e Peru, pelas eliminatórias da Copa, na terça-feira (29): “O jogador se propôs, ninguém fez pedido especial. Teve contratempo de aeroportos, fez todo esse sacrifício e não dá para chegar e dizer que vai para o banco. Tivemos a humildade de perguntar se queria banco, meio tempo, pelo comprometimento. Jogou o tempo todo também. Agradecemos pelo profissional que ele está sendo. No intervalo disse que voltaria a conversar de novo”.

    “O nome ajuda: é Guerrero mesmo”, disse Muricy brincando com o nome do peruano.

    Outro destaque da partida e que Muricy também elogiou bastante, foi Alan Patrick. O meia, que entrou no lugar de Sheik, fez a diferença no meio-campo e deu bela assistência para o gol. Após a boa atuação, Muricy mostrou ter confiança no meia e deu total apoio ao atleta: “Ele tem que participar mais, ele sabe disso. Aqui é só assim que se joga. Se não aparecer, não participar, é difícil jogar assim. Teve problemas, teve questão no púbis. Voltou pouco a pouco. É um jogador diferente, único 10 que a gente tem que pensa o jogo”.

    Muricy não podia deixar de falar da polêmica troca de provocações entre Guerrero e Rodrigo: “É normal. É um jogo de choque, ele sabe que é jogo pesado. É jogo de contato, futebol é assim mesmo. Tem que ter paciência. Rodrigo é um jogador experiente. Guerrero levou cartão e ficou tranquilo”.

    O Flamengo volta ao Rio nesta quinta-feira para se preparar pro jogo contra o Botafogo, sábado (02) às 16h, em Juiz de Fora.

  • Atuações: Alan Patrick e Cirino saem do banco para dar fim à seca

    Em jogo bastante pegado, Flamengo e Vasco disputaram um bom jogo na noite desta quarta-feira (30), no estádio Mané Garrincha, em Brasília. O melhor jogador em campo foi o goleiro vascaíno, fazendo defesas dificílimas. É o resultado do bom jogo ofensivo do Flamengo, inclusive dando fim ao jejum de 4 jogos sem balançar as redes. Confira as notas de Flamengo 1×1 Vasco:

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    Paulo Victor: Fez defesa importante quando o jogo ainda estava 0x0. Não teve culpa no gol vascaíno. Peca muito na reposição de bola. NOTA 6

    Rodinei: Excelente partida do lateral-direito. Ofensivamente, sua velocidade pra chegar à linha de fundo é sempre uma boa arma. Lançou cruzamento perfeito para Guerrero só empurrar para o gol. O peruano perdeu. NOTA 7

    Wallace: A dupla de zaga experiente do Flamengo sofreu no 1° tempo com o jovem atacante Thales. O capitão não ganhou uma dividida do garoto. Não falhou tanto no jogo, mas sua saída de bola é muito ruim. NOTA 6

    Juan: Também sofreu com o forte atacante vascaíno. Não fez boa partida na primeira etapa. Voltou melhor para a etapa final e passou a ganhar mais as disputas de bola. A dupla de zaga não teve culpa no gol de Riascos. NOTA 6,5

    Jorge: Começou a partida patinando. Literalmente. Foram 3 erros logo nos primeiros minutos de jogo que mostraram um certo nervosismo do camisa 6. Mas depois ele foi se achando em campo e melhorou seu rendimento quando pegou confiança ao exigir uma defesa muito difícil por parte do goleiro cruzmaltino depois de soltar uma bomba de fora da área. Armou boas jogadas pela esquerda depois da entrada de Alan Patrick. NOTA 6

    Márcio Araújo: Limita a saída de bola do time por ter pouquíssima ou quase nenhuma qualidade técnica. Não dá opção de passe para ninguém. – “Que joguem a bola pra fora. Pra mim não pelo amor de Deus!” – é mais ou menos o slogan do camisa 8 na partida. Tomou amarelo logo no começo do jogo e continuou fazendo faltas. Algumas até duras. Contou com a paciência do árbitro. NOTA 4

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    Willian Arão: O melhor jogador do Flamengo em campo merecia ser premiado com o gol no final da partida. Por azar, a bola carimbou a trave e o resultado manteve-se o mesmo. Partida típica do camisa 5. Muita intensidade e infiltração. Desta vez até pelo meio da área, quando ajeitou de cabeça pro Guerrero. Pela lateral direita já virou praxe. E sempre com muito perigo. No último clássico, o meio-campista do Vasco, Andrezinho, meteu uma caneta no camisa 5 do Flamengo e vazou um áudio do meia vascaíno tirando sarro com o meia rubro-negro. Na partida desta quarta, foi a vez de Arão meter um chapeuzinho no rival. O vazamento do áudio é questão de horas. Na hora de tirar o 10, Arão acabou perdendo uma chance incrível a poucos metros do gol. NOTA 7,5

    Ederson: Bom jogo do camisa 10. Nada de muito destaque, mas sua participação no jogo já é bem mais intensa. Exigiu uma defesa importante de Martín Silva em chute de esquerda quase sem ângulo. NOTA 6,5

    Emerson Sheik: Fez um bom primeiro tempo. Soltou mais a bola e ajudou muito mais na defesa no lado esquerdo. No comecinho da partida apareceu com perigo depois de uma jogada ensaiada e ficou somente nisso. Finalmente foi substituído. NOTA 6

    Gabriel: Conquistou a titularidade depois de algumas boas atuações (ou apenas menos pior que as de Cirino) e fez péssima partida no clássico. Matou muitas jogadas de ataque, além de desperdiçar bons contra ataques por conta de sua limitação intelectual, digamos assim. Porque técnica o baiano até tem. Falta mesmo é inteligência para concluir as jogadas. NOTA 5

    Guerrero: Perdeu 2 gols em sequência que centroavante nenhum no mundo pode perder. Ainda mais um do quilate do peruano. Acirrou uma briga física que se arrastou durante o jogo inteiro com Rodrigo. Mas devido às circunstâncias, a partida do camisa 9 foi até boa. Prendeu bem os zagueiros, fez o pivô e serviu bem os companheiros. Sofreu dois pênaltis de ‘agarra-agarra’ dentro da área. Pelo menos um foi bem claro. NOTA 6,5

    Alan Patrick: Depois de 30 minutos de domínio vascaíno no meio-campo na etapa final, o camisa 19 entrou em campo e mudou o panorama da partida. Pediu a bola o tempo todo e deu ao Fla o que era preciso. Dinamismo e bom passe. Em um lance de raciocínio rápido, achou na projeção de Cirino, o espaço perfeito para colocar a bola na cabeça do atacante e encerrar o jejum de jogos sem gol. NOTA 7,5

    Marcelo Cirino: Entrou no lugar do cansado Sheik e finalmente marcou seu primeiro gol em um clássico na sua carreira. Depois do gol ainda deu trabalho pela direita deixando os adversários pra trás na corrida e efetuando bons cruzamentos. NOTA 7

  • Fla/Marinha volta a vencer e bate Iranduba no CFZ

    Após o empate com o São José na última semana, o Flamengo entrou em campo para receber o Iranduba nesta quarta-feira (30), no CFZ. Com três gols de Larissa e domínio rubro-negro, agora o Mais Querido já foca na próxima partida contra o Corinthians em São Paulo.

    As meninas rubro-negras já começaram indo atrás da vitória e a estrela de Larissa brilhou pela primeira vez logo aos 10 minutos do primeiro tempo. Depois do gol, o Flamengo acabou abrindo espaços para a pressão do Iranduba, deixando a disputa bem acirrada. O Mais Querido conseguiu duas boas chances no mesmo lance, mas a goleira adversária fez boas defensas e a zaga não vacilou mais.

    As meninas do Iranduba fizeram muita pressão e não se deixaram abater pelo gol sofrido. O time visitante tinha boa transição entre ataque e defesa, segurou bem a bola e saiu para o jogo sem medo.

    Sem mudanças para o segundo tempo, o técnico Ricardo Abrantes conseguiu organizar suas jogadoras e viu Larissa marcar mais um gol aos 46 segundos após jogada com Maurine e Gabi. Com o 2×0 no placar, o Flamengo relaxou, mas logo o Iranduba aproveitou para deixar o seu de cabeça. O Mais Querido percebeu que precisava atacar e três minutos depois fez o terceiro, novamente com Larissa.

    O Iranduba se perdeu depois de tomar o terceiro gol e o Flamengo continuou muito melhor e mais perigoso, ameaçando aumentar o placar várias vezes. Com total domínio e finalizações boas, as rubro-negras administraram bem o resultado e saíram com os três pontos

    Com essa vitória, o Flamengo empata na liderança com o São José, que venceu fora de casa o Corinthians, adversário da próxima rodada. O jogo será em São Paulo na próxima quarta-feira (6), às 17h. O jogo terá transmissão de SporTV e TV Brasil.

    Fla x Iranduba 3

    FICHA TÉCNICA:
    Flamengo 3×1 Iranduba
    2ª rodada da segunda fase do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino
    Data: 30/03/2016
    Horário: 15h30min
    Local: Estádio Antunes, ou CFZ, Rio de Janeiro (RJ)
    Árbitro: Philip Georg Bennett (RJ/CBF-2)
    Assistentes: Wendel de Paiva Gouveia (RJ/CBF-1) e Eduardo de Souza Couto (RJ/CBF-1)
    Cartões amarelos: Tania (FLA); Ingrid e Samia (IRA)
    Gols: Larissa, 9′ do primeiro tempo; 1′ e 11′ do segundo tempo, (FLA); Nathane, 8′ do segundo tempo, (IRA)

    FLAMENGO: Luana, Danielle, Flavinha (Ana Carolina), Tania, Ju, Roberta, Gabrielly, Bia, Larissa (Marcella), Maurine, Barbara (Diany). Técnico: Ricardo Abrantes

  • No Mané Garrincha, Flamengo e Vasco empatam em jogo disputado

    Com a derrota para o Volta Redonda no último sábado, o Flamengo entrou em campo nesta quarta-feira (30) muito pressionado. Enfrentando o Vasco, o Mais Querido fez um jogo duro e brigado. Apesar de conseguir o gol com Marcelo Cirino, levou o empate e saiu com um ponto do Mané Garrincha, em Brasília.

    O Mais Querido chegou a Brasília com o peso dos resultados ruins e da falta de gols nas costas. Ainda sem Mancuello e Cuéllar, Muricy Ramalho decidiu não poupar os titulares e mandou o time completo. Paolo Guerrero, que era dúvida por ter jogado os 90 minutos com a seleção peruana nesta terça-feira (29), chegou disposto e foi escalado para iniciar o jogo.

    A partida começou como já era esperado, com muitas faltas e jogadas mais duras. O Flamengo pressionou bastante no ataque e passou mais tempo no campo adversário. Entretanto, o Vasco apostou no contra-ataque e exigiu que Paulo Victor estivesse atento em alguns lances, já que a defesa abriu espaços principalmente pela esquerda.

    O Rubro-negro também sofreu com as esperadas provocações de Rodrigo, que tirou Paolo Guerrero do sério e fez o atacante levar um cartão amarelo. O peruano, inclusive, foi um dos mais acionados no ataque, já que era sempre a principal escolha quando a bola chegava perto da área. Porém, o Mais Querido teve dificuldade de acertar o último passe e, quando acertou, acabou se deparando com lances como o de Guerrero aos 20 minutos, quando ele, sozinho, perdeu o gol em duas chances com Martin Silva caído.

    Sofrendo com o péssimo gramado, que já não recebia tratamento há vinte dias por fim de contrato, o Flamengo continuou tentando passar dos lances duros e seguiu atacando, mas o time parava ou na falta de qualidade das finalizações ou na defesa adversária. O Vasco não ficou muito atrás, conseguindo boas finalizações de bola parada e assustando Paulo Victor.

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    No segundo tempo, o Mais Querido voltou igual. O Vasco trocou Julio dos Santos por Diguinho e conseguiu melhorar no meio-campo, que já tinha Ederson e Emerson Sheik produzindo menos. Com isso, o Flamengo sofreu com os espaços defensivos e viu Paulo Victor fazer três defesas difíceis seguidas ainda no início dos 45 minutos finais. Aos 20′, Muricy fez sua primeira alteração e, visando a melhora na distribuição das jogadas, tirou Ederson para colocar Alan Patrick. A mudança deu resultado e o Flamengo começou a criar mais, porém, faltava alguma coisa. Foi então que, aos 27′, Sheik foi substituído e Marcelo Cirino entrou. Depois da mudança, o Mais Querido começou a passar cada vez mais perto de abrir o placar e, aos 35′, finalmente conseguiu.

    Em jogada dos dois que haviam entrado recentemente, Alan Patrick encontrou Marcelo Cirino livre e, com um passe perfeito, deixou o camisa 7 em ótimas condições. Ele não vacilou e chutou no canto de Martin Silva, abrindo o placar e acabando com o longo jejum de gols. Entretanto, a euforia rubro-negra levou à desatenção e, em cobrança de escanteio de Nenê, Riascos recebeu sozinho e empatou aos 38′. Nos últimos minutos, o Mais Querido ainda teve a chance de levar os três pontos, mas William Arão se enrolou e, sozinho e com Martin Silva no chão, conseguiu perder.

    Com esse empate, o Flamengo está em sexto no Campeonato Carioca e precisa vencer para se manter na briga pela vaga nas semifinais. O próximo compromisso é sábado (2), contra o terceiro colocado, Botafogo, em Juiz de Fora, às 16h.

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    FICHA TÉCNICA
    FLAMENGO 1×1 VASCO

    Local: Estádio Mané Garrincha, Brasília
    Data: 30 de março de 2015
    Horário: 21h45min (de Brasília)
    Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
    Assistentes: Rodrigo Henrique Corrêa (RJ) e Thiago Corrêa Farinha (RJ)
    Cartão Amarelo: Márcio Araújo, Jorge (Fla); Julio dos Santos, Jorge Henrique, Diguinho, Marcelo Mattos (Vas)
    Cartão Vermelho:
    Jomar (Vas), que estava no banco de reservas

    Público: 26.917

    Renda: R$ 1.659.530

    FLAMENGO:
    Paulo Victor, Rodinei, Juan, Wallace e Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão e Ederson (Alan Patrick); Gabriel, Paolo Guerrero e Emerson Sheik (Marcelo Cirino). Técnico: Muricy Ramalho

    VASCO:
    Martin Silva, Madson, Rodrigo, Luan e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Julio dos Santos (Diguinho), Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique (Caio Monteiro) e Thalles (Riascos). Técnico: Jorginho

  • Fla encerra primeira fase do NBB 8 com chave de ouro

    Dono do jogo desde o início, Fla encerra a fase de classificação com grande vitória sobre Macaé

    Na última rodada da fase de classificação do NBB 8, o FlaBasquete foi até Macaé enfrentar o Macaé Basquete. Para manter a boa fase, José Neto mandou o seguinte quinteto a quadra: Rafael Luz, Marquinhos, Marcelinho, Olivinha e Jerome Meyinsse. Já Léo Costa, técnico do Macaé, com um único objetivo: fugir do rebaixamento, mandou o seguinte quinteto: Pedrinho Rava, Eddy, André Góes, Márcio e Mosso.

    No primeiro quarto, o quarentão Marcelinho Machado começou com tudo e, com três bolas de três pontos, fez que o rubro-negro abrisse 16 a 6 forçando o pedido de tempo de Léo Costa na metade do quarto. Após o tempo, o Orgulho da Nação seguiu arrasador, aumentou ainda mais a vantagem com um grande jogo ofensivo e terminou o período vencendo por 28 a 11. Os destaques do quarto foram Marcelinho (FLA) 9 pontos, Marquinhos (FLA) com 6 pontos e 3 rebotes e Rafa Luz (FLA) com 4 assistências.

     

    Marquinhos foi o líder em rebotes da equipe (Foto: Raphael Bózeo/ Macaé Basquete)
    Marquinhos foi o líder em rebotes da equipe (Foto: Raphael Bózeo/ Macaé Basquete)

    O FlaBasquete iniciou o segundo período com uma corrida de 8 a 0, abrindo 36 a 11 no placar com ótimas participações de Marcelinho e Marquinhos. A equipe do litoral fluminense esboçou uma reação e aplicou uma corrida de 11 a 4, trazendo a diferença para dezoito pontos, 40 a 22. Após três faltas técnicas cometidas seguidamente, Macaé não aproveitou os três lances livres e Neto parou a partida para tranquilizar o time. Após o tempo, o ritmo ofensivo caiu mas mesmo assim o Mais Querido foi para o intercalo vencendo por 46 a 26 (Fla 18 a 15 no período).

    Na volta do intervalo, o rubro-negro repetiu o ritmo do primeiro quarto e com uma corrida de 11 a 2, abrindo 57 a 28, forçando outro pedido de tempo de Léo Costa. Após o tempo, a equipe da casa voltou a esboçar uma reação mas novamente o tetracampeão do NBB retomou o controle da partida e, com isso, José Neto deu espaço para os jovens Danielzinho e Mingau no fim do quarto, que selou a vitória do Mengão, 69 a 43 (Fla 23 a 17 no período). O destaque do quarto foi Marquinhos (FLA) com 6 pontos.

    Marcelinho foi o cestinha da partida com 21 pontos e conduziu o rubro-negro à vitória (Foto: Raphael Bózeo/ Macaé Basquete)
    Marcelinho foi o cestinha da partida com 21 pontos e conduziu o rubro-negro à vitória (Foto: Raphael Bózeo/ Macaé Basquete)

    No último quarto só restou ao Mengo administrar e aumentar ainda mais a vantagem. Com três garotos em quadra, Mingau, Jorge e Danielzinho, o rubro-negro garantiu a grande vitória fora de casa. Flamengo 92 x 62 Macaé Basquete.

    O Orgulho da Nação enfrentará nas quartas-de-final o vencedor do confronto entre Franca x Rio Claro

    Destaques do Flamengo:

    Pontos: Marcelinho Machado com 21 pontos

    Assistências: Rafa Luz com 6 assistências

    Rebotes: Marquinhos com 6 rebotes

  • No último jogo da fase de classificação, juniores tentam vaga na semifinal da Taça GB

    Após quatorze rodadas o Flamengo pode finalmente entrar na zona de classificação da Taça Guanabara Sub-20. Isto pode acontecer justamente no último jogo da fase classificatória. Nesta quarta-feira (30), o Mengão vai a campo para enfrentar o Tigres do Brasil, na Gávea, às 11h. O Mais Querido, sexto colocado com 24 pontos, precisa da vitória sobre o seu adversário direto para ultrapassá-lo na tabela. Mas isso ainda não será suficiente. Para o Rubro-Negro ter continuidade na competição, a Portuguesa – quinta colocada com 25 pontos – não poderá vencer o Fluminense, que já está classificado. O jogo acontecerá no CT Vale Laranjeiras, também às 11h.

    O time comandado por Zé Ricardo fez uma Taça Guanabara bem irregular. Com o título da Copa São Paulo de Futebol Júnior e o ascenso de alguns jogadores que formavam a base da equipe ao time profissional, o treinador rubro-negro teve mais uma vez que se reinventar, como fizera na Copinha. Zé Ricardo testou diversas formações e jogadores, alguns vindos da equipe Sub-17 e outros contratados pelo clube, como o meia Gabriel Ramos, o atacante Fabrício e o zagueiro André Baumer.

    Outro fator que prejudicou o desempenho do Flamengo foi a tabela. Nos sete primeiros jogos do campeonato, o time da Gávea jogou apenas dois em seus domínios. Embora depois tenha tido uma sequência de partidas com mando de campo, o início ruim fez com que o time da Gávea tivesse muitas dificuldades para se recuperar no campeonato. Nos últimos cinco jogos, apenas uma derrota para os juniores do Mengão.

    Para a partida contra o Tigres do Brasil, o Flamengo não terá o atacante Fabrício que segue se recuperando de uma lesão. Os atacantes Antônio Carlos e Cafu estão pendurados com dois cartões amarelos. Caso não recebam cartão na partida contra o Tigres, na próxima fase os cartões serão zerados.

    A entrada é franca e a Nação está convocada para comparecer à Gávea e apoiar o Mengão!