Autor: diogo.almeida1979

  • Com golaço de Jorge, Fla quebra tabu e volta a vencer no Brasileirão

    Mais um tabu foi quebrado no futebol brasileiro. Depois de quase 11 anos, o Flamengo voltou a vencer a Ponte Preta. Se contabilizarmos os jogos apenas no estádio Moisés Lucarelli, o feito foi ainda maior. O rubro-negro não derrotava a Ponte Preta, em Campinas, há 17 anos. Depois de uma semana conturbada, com direito a troca no comando técnico, o Flamengo retomou o caminho das vitórias . O triunfo por 2 a 1  sobre a Ponte Preta, no Majestoso, com um jogador a menos, apazigua um pouco a crise rubro-negra e alivia a situação do Mais Querido na tabela de classificação. O Flamengo volta a campo na próxima quinta-feira (02/06), às 21h, em Volta Redonda, diante do Vitória.

    O JOGO

    Quem esperava ver o Flamengo com uma postura diferente, inicialmente se decepcionou. O time comandado por Zé Ricardo começou a partida da mesma forma que iniciara as anteriores. De diferente, só a presença de Muralha no gol. O arqueiro substituiu Paulo Victor, que acusou dores lombares.. Impulsionada pela torcida, a Ponte Preta criava as melhores chances. Oportunidades que sugiram em decorrência dos erros de William Arão e Márcio Araújo nas saídas de bola.

    O primeiro gol do jogo saiu aos 11′. Num lance muito polêmico, Reinaldo cobrou falta, levantando a bola para a área, Jorge que fazia a marcação em cima de Wellington Paulista, foi deslocado por Fábio Ferreira. O bandeira chegou a marcar o impedimento de Ferreira. Anderson Daronco anulou o gol, mas em seguida, após uma conversa com seu assistente, confirmou o tento. Ponte 1×0.

    A vantagem do time campineiro não durou muito tempo. O Flamengo acordou na partida e na sua primeira ida ao ataque, chegou ao gol. Aos 20′, na cobrança de falta de Allan Patrick, Felipe Azevedo resvalou de cabeça e jogou contra o próprio patrimônio. Ponte Preta 1×1 Flamengo. O gol fez o Flamengo crescer na partida. Allan Patrick finalmente entrou no jogo e passou a incomodar o goleiro João Carlos.

    A Ponte Preta voltou a assustar o Flamengo aos 26′. Ravanelli cobrou falta e Kadu mandou para rede, pelo lado de fora. Foi a última chance de perigo da Macaca, que passou apenas a se defender no restante da primeira etapa. O Fla tinha o domínio da posse de bola, mas chegou ao segundo gol novamente através de uma jogada de bola parada. Aos 41′ Allan Patrick cobrou escanteio, João Carlos afastou o perigo com soco e a bola parou nos pés de Jorge, que de primeira mandou para dentro do gol em lindo lance.

    O técnico Eduardo Baptista voltou com duas alterações para a etapa complementar. Ravanelli e Wellington Paulista saíram para as entradas de Cristian e William Pokker, respectivamente. O treinador visava dar um novo gás ao time e fazer pressão no Flamengo. A pressão até aconteceu, mas chance de gol, de fato, só aos 13′. Felipe Azevedo recebeu sozinho cruzamento de Pottker dentro da área, porém chutou para fora.

    Zé em Campinas
    Zé Ricardo comandou o time rubro-negro na área técnica. Foto: Rodrigo Coca

     

    Pelo Flamengo, Gabriel entrou no lugar de Vizeu, que teve poucas oportunidades no jogo. Com a saída de Felipe, Cirino passou a ser o homem de referência da equipe rubro-negra, que viria a ficar desfalcada minutos depois. Fernandinho cometeu falta infantil e levou o seu segundo cartão amarelo no jogo. Allan Patrick foi sacado e Cuéllar entrou em seu lugar.

     

     

    A Ponte Preta tentava investir no ataque, mas sem sucesso, parava no bom sistema defensivo do Mengão. Ederson entrou na vaga de Cirino e conseguiu cadenciar o meio-campo flamenguista. O Mais Querido segurou o jogo até os minutos finais, quando a Ponte voltou a pressionar e obrigou o goleiro Muralha a fazer grandes defesas. Uma delas, aos 48′, após voleio de Felipe Avezedo.

    FICHA TÉCNICA 

    Ponte Preta 1×2 Flamengo

    Data: 29/05/2016

    Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas

    Horário: 11h

    Ponte Preta: João Carlos; Jeferson, Fábio Ferreira, Kadu e Reinaldo; J. Vitor, Matheus Jesus (Thiago Gallhardo), Ravanelli (Cristian) e Felipe Azevedo; Wellington Paulista (William Pottker) e Roger. Técnico: Eduardo Baptista

    Flamengo: Muralha; Rodinei, Léo Duarte, César Martins e Jorge; William Arão, Márcio Araújo, e Alan Patrick (Cuéllar); Fernandinho, Felipe Vizeu (Gabriel) e Marcelo Cirino  (Ederson). Técnico: Zé Ricardo

    Cartões amarelos: César Martins e Fernandinho (FLA); João Vitor e William Pottker  (PON)

    Cartão vermelho: Fernandinho

    Arbitragem: Anderson Daronco

    Assistentes: Jorge Eduardo Bernardi e Helton Nunes

    Público e renda: 7.106 pagantes/ R$ 196.580,00

     

  • Flamengo domina o jogo, vence e abre 2×1 na série final do NBB

    Depois de consecutivos erros e a derrota em casa na última quinta (26), o Flamengo voltou a quadra na tarde deste sábado pelo jogo 3 da série final do NBB. Com melhor rendimento desde o início, a equipe rubro-negra conseguiu garantir a vitória e abriu vantagem na série.

    Diante dos resultados, o Flamengo pode ser campeão já no próximo sábado (4), em Marília, onde será disputado o jogo 4 da série. Caso não vença fora de casa, o Flamengo decidirá o título dentro de casa, ao lado de sua torcida. O local será o mesmo dos jogos anteriores da série final: a Arena Carioca 2 servirá de palco para a decisão do título, caso seja necessária a realização do jogo 5.

    Foto: João Pires - LNB
    Foto: João Pires – LNB

    O Flamengo sabia da importância da vitória e entrou mais ofensivo na partida. Desde o início do primeiro quarto, já tentou ir para o ataque, tentando garantir a vitória em casa. A primeira bola do jogo uma cesta de 3 pontos de Marquinhos, já mostrava que o ala, segundo melhor pontuador rubro-negro na partida, estava em dia inspirado. No primeiro período, os destaques do Flamengo foram Marquinhos, Rafa Luz e Meyinsse, com 7 pontos cada, o mesmo número de pontos feitos por Robert Day do lado adversário. O Flamengo garantiu a vantagem no quarto e terminou o período vencendo por 26 a 20.

    O segundo quarto foi o mais equilibrado dos períodos. O Bauru conseguiu entrar um pouco mais no jogo e diminuiu a vantagem conquistada pelo Flamengo nos 10 minutos iniciais da partida. Marquinhos voltou a ser um dos destaques no período, fazendo 5 pontos, 1 a menos do melhor pontuador rubro-negro no período: JP Batista garantiu 6 pontos tendo 100% aproveitamento nos arremessos do quarto. Com 3 assistências e 1 toco dado, Rafa Luz voltou a se destacar e foi importante para manter o Flamengo à frente no placar. Pelo Bauru, Murilo comandou a recuperação da equipe visitante e marcou 10 pontos no período, que terminou com o placar de 46 a 41.

    marquinhos jogo 3
    Foto: João Pires – LNB

    No terceiro quarto da partida, o Flamengo teve seu melhor desempenho na partida e abriu também a maior vantagem no placar, com 17 pontos de frente. Ronald Ramon teve ótimo aproveitamento e se destacou no período: com 78,6% (11/14) o dominicano foi o nome do terceiro quarto. Rafa Luz se manteve importante na equipe e conseguiu boa pontuação no período, garantindo 6 pontos para o rubro-negro. Já o Bauru teve sua pior atuação no jogo e marcou apenas 16 pontos, com a dupla Alex e Leo Meindl marcando 5 pontos cada. Em uma linda bola de 3 de Ronald Ramon, o Flamengo conseguiu fechar o período pelo placar de 74 a 57.

    flamengo x bauru jogo 3

    O último quarto foi também o mais tenso do jogo para o Flamengo. Com um desempenho inferior aos quartos anteriores, o Flamengo viu a grande vantagem construída ir por água abaixo. Apesar disso, o Flamengo se manteve a frente do placar e conseguiu garantir a vitória na partida. Marquinhos foi o melhor pontuador rubro-negro no período e garatiu 7 pontos para o Flamengo, mas o grande destaque do quarto ficou no time adversário: com 14 pontos no período, Alex foi o nome de Bauru e conseguiu acabar com a vantagem construída até então pelo time rubro-negro. Com um polêmico lance no final do jogo, em que o juiz deu bola presa e a posse de bola acabou ficando com o Flamengo, a equipe rubro-negra aproveitou os lances livres a seu favor na reta final e garantiu a vitória com o placar de 89 a 84.

     

    O jogo 4 da série final, com mando do Bauru, ocorrerá em Marília, no Estádio Neusa Galetti. A partida ocorrerá no próximo sábado (4) às 14h10, mesmo horário em que o jogo 3 foi realizado. Em caso de vitória rubro-negra, o Flamengo levanta seu quarto caneco do NBB fora de casa, já que com a vitória no jogo 3 o rubro-negro abriu 2×1 na série final do NBB8.

    Em contrapartida, caso o Bauru vença o próximo confronto, um novo jogo entre as equipes ocorrerá na Arena Carioca 2 no dia 11 de junho às 14h10.

     

    Cestinhas
    Flamengo – Ronald Ramon – 21 pontos
    Bauru – Hettsheimeir – 20 pontos

    Assistências
    Flamengo – Rafa Luz – 6 assistências
    Bauru – Paulinho – 5 assistências

    Rebotes
    Flamengo – Rafa Luz – 6 rebotes
    Bauru – Jefferson – 12 rebotes

  • Com Zé Ricardo, Flamengo vai a Campinas pelo Brasileirão

    Após um frustrante empate contra a Chapecoense em casa, na última quarta (25), o Flamengo volta a campo na manhã do próximo domingo (29). A partida será disputada em Campinas (Ingressos – Ponte Preta x Flamengo), já que o mando do jogo é da Ponte Preta, equipe adversária no confronto.

    Com uma vitória, um empate e uma derrota até aqui, o Flamengo soma 4 pontos na competição e ocupa o 11º lugar na tabela de classificação. O mesmo número de pontos de seu adversário de domingo, que fica atrás na tabela pelo número inferior de gols marcados e ocupa a 15º posição na tabela.

    A partida entre Ponte Preta e Flamengo ocorre no domingo (29) às 11h, horário que passou a ser novidade na competição na edição do último ano. O confronto, válido pela 4ª rodada do Brasileirão, terá transmissão do Premiere, Premiere HD e tempo real no @Mundo Bola_CRF.

     

    O adversário

    Assim como o Flamengo, a Ponte Preta acumula 4 pontos até aqui no campeonato. Na única oportunidade que jogou em casa, a Ponte venceu o Palmeiras pelo placar de 2×1, na 2ª rodada da competição. Nas visitas aos adversários, 1 derrota, diante do Corinthians por 3×0, e um empate sem gols, na estreia do campeonato em Santa Catarina, no jogo com o Figueirense.

    No campeonato paulista, a equipe da Ponte Preta acabou caindo na primeira fase da competição. No entanto, o desempenho da macaca não deixou tanto a desejar: terminou na 3ª colocação com 22 pontos, apenas 1 abaixo do segundo colocado, e classificado, São Bernardo.

    Pela Copa do Brasil, a Ponte Preta já assegurou sua vaga na terceira fase da competição. Após mandar pra casa Caldense e Genus, a Ponte espera a definição do confronto entre Sampaio Corrêa e Figueirense para saber o próximo adversário na competição.

     

    A volta de César Martins

    Depois de ser afastado e dispensado da equipe do Flamengo, o zagueiro César Martins volta a campo contra a Ponte Preta como titular da equipe. Sem jogar desde a derrota para o Vasco na semifinal do campeonato carioca, César Martins foi chamado para se reintegrar ao grupo após saída de Wallace e afastamento de Juan por lesão, que deixará o capitão do Flamengo longe dos gramados por aproximadamente 1 mês.

    Em meio a turbulência de seu retorno como jogador do Flamengo, um acontecimento lamentável marcou a vida do zagueiro no meio de semana. César Martins esteve na Arena Olímpica na última quinta para acompanhar o jogo 2 da final do NBB, em que o Flamengo disputa o título com o Bauru, e foi alvo de agressões de torcedores que xingavam o atleta e arremessavam objetos em direção ao carro que César Martins estava com a família.

    Apesar de ter retornado como titular absoluto na equipe, diante das circunstâncias, não há possibilidade da permanência do zagueiro no elenco rubro-negro. César Martins tem data para se reapresentar no Benfica, clube que detém os direitos do atleta: dia 27 de junho, o zagueiro deve retornar a Portugal para se reintegrar ao elenco do clube de lá.

     

    Comando de Zé Ricardo

    Com a confirmação da saída de Muricy Ramalho no meio de semana, que deixou o clube após problemas de saúde, Jayme de Almeida assumiu interinamente nos jogos da segunda e terceira rodada, além de estar à frente da equipe rubro-negra na eliminação da Copa do Brasil, diante do Fortaleza.

    Após 2 derrotas e 1 empate, a diretoria optou por Jayme não permanecer interinamente no comando e deu lugar a Zé Ricardo, que comanda a base rubro-negra. Já no comando da equipe principal, Zé Ricardo mostrou mudanças na equipe e treinou com 5 garotos da base no time titular.

    Zé Ricardo comanda o sub-20 do Flamengo desde novembro de 2014 e em pouco mais de 1 ano no comando da base rubro-negra o técnico conseguiu um belo feito: em janeiro deste ano, Zé Ricardo comandou a equipe campeã da Copa São Paulo de Futebol Júnior e fez com que a base do Flamengo chegasse ao terceiro título na competição.

     

    Ficha Técnica

    Ponte Preta x Flamengo

    Data: 29/05/2016

    Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas

    Horário: 11h

    Provável escalação do Flamengo: Paulo Victor; Rodinei, Léo Duarte, César Martins e Jorge; Arão, Ronaldo, Mancuello e Alan Patrick; Paquetá e Felipe Vizeu. Técnico: Zé Ricardo

    Arbitragem: Anderson Daronco

    Assistentes: Jorge Eduardo Bernardi e Helton Nunes

    Transmissão: Premiere, Premiere HD e tempo real no @Mundo Bola_CRF

     

     

     

  • Ingressos – Ponte Preta x Flamengo

    Neste domingo, 11h, o Flamengo entra em campo pela 4ª rodada do Brasileirão 2016, jogando em Campinas, contra a Ponte Preta, no Estádio Moisés Lucarelli. Os ingressos para a torcida rubro-negra já começaram a ser comercializados ontem (26).

     

    INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

    A torcida do Mengão ficará localizada no setor Sul, atrás das traves, à direita das cabines da rádio e TV . Serão liberados 3.500 ingressos.

     

    Pontos, data e horários para vendas:

    Os ingressos estão sendo comercializados nos seguintes locais:

    Loja Baby – Centro

    Loja Baby – Campinas Shopping

    Unidade Paineiras

    Estádio Moisés Lucarelli – Bilheteria para Torcida Visitante

     

    SEXTA (27/05) das 11h às 17h 

    SÁBADO (28/05) das 11h às 17h 

    Ainda você pode adquirir o ingresso no site Ingresso Fácil, com acréscimo de uma taxa de aproximadamente R$ 7,50.

    Valor do Ingresso: R$ 100,00 a Inteira. R$ 50,00 a Meia.

     

    Outros números da Nação Rubro-Negra no Moisés Lucarelli

    Em 2015, 3.638 Rubro-Negros compareceram ao duelo, que acabou com vitória do clube paulista, 1-0.

     

     

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    Outras estatísticas da torcida do Mengão no Moisés Lucarelli:

     

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  • Chapecoense expôs a Terra Arrasada de Muricy

    Analise

    Em mais uma rodada, Jayme comandaria o time interinamente enquanto Muricy se decidia sobre sua permanência. O desfalque de Cuéllar após a lesão contra o Grêmio prometia causar problemas na defesa, mas não no nível que foi visto. Jogar sem o colombiano foi extremamente crítico não só para a defesa, mas também para o ataque.

    O time foi escalado com Paulo Victor – Rodinei, Léo Duarte, Juan, Jorge – William Arão, Márcio Araújo, Alan Patrick – Cirino, Vizeu e Éverton. Somente Cuéllar era desfalque por lesão, as outras mudanças foram opções de Jayme.

    Início movimentado pela esquerda

    Ao contrário do que estamos acostumados a ver, o lado esquerdo estava muito mais participativo no ataque que o lado direito. Cirino era uma nulidade e Rodinei segue em péssima fase. Arão tentava fazer algo, mas acabava jogando com Alan Patrick pelo centro.

    Na esquerda, Jorge começou a subir mais com Éverton dando alguma cobertura. O problema é que quando os dois subiam cabia a Márcio Araújo proteger, como Cuéllar sempre faz, o que não aconteceu e deixou Juan um pouco sobrecarregado. Ofensivamente, porém, as jogadas saíam como naquela que gerou o primeiro gol. Jorge roubou uma bola, lançou Éverton que foi ao fundo para cruzar rasteiro pra área, onde Vizeu apareceu muito bem.

    O início do jogo, inclusive, lembrou o bom momento contra o Sport. O time tinha dificuldade em alguns setores, mas conseguia exercer alguma pressão. Éverton e Vizeu eram os destaques desse momento, apesar de não ter chegado mais nenhuma boa bola para o centroavante.

    Pênalti e desequilíbrio emocional

    Após Arão errar um passe no ataque, a Chapecoense contra-atacou e pegou a defesa do Flamengo exposta. Márcio Araújo estava fora de posição, Léo Duarte adiantado, Rodinei no ataque, então Juan foi cobrir a direita e só conseguiu dar o bote dentro da área. Como o juiz estava distante, visto que era um contra-ataque em velocidade e o lance aconteceu no lado oposto ao bandeira, quando o jogador da Chapecoense dobrou o joelho e caiu, simulando uma falta inexistente, o pênalti foi marcado e Juan, que recebeu apenas amarelo, saiu sentindo a coxa.

    Graças ao planejamento brilhante do departamento de futebol, a única opção para a posição era o jovem Dumas, que entrou aos 15 minutos de jogo. E, mais do que sentir o empate, o Flamengo sentiu a ausência de Juan. Jorge foi o mais prejudicado, pois teve que segurar mais na defesa para cobrir a falta de bom posicionamento de Márcio Araújo e as falhas de posicionamento de Dumas, que não joga há muito tempo.

    Aos 38 minutos foi possível ver o problema que era a defesa quando, num lance pela esquerda, Márcio Araújo estava completamente fora de posição, a zaga desprotegida e Jorge se viu obrigado a fazer falta, recebendo amarelo. O laterial saiu dando esporro em Dumas, que errara a sua movimentação, o que teria deixado o atacante entrar sem marcação na área, ficando cara-a-cara com Paulo Victor.

    Márcio Araújo evidencia a importância de Cuéllar para o time

    Nas redes sociais não foi incomum ver após o jogo quem isentasse Márcio Araújo, dissesse que não comprometeu, o que mostra que a torcida tende a avaliar os jogadores isoladamente e não como partes de um sistema. Ou seja, o impacto de sua atuação para o time e não para o placar.

    Como vimos muito em 2015 e 2014, Márcio Araújo esteve correndo muito pelo campo atrás dos jogadores adversários, pois se posiciona extremamente mal. Enquanto Cuéllar por várias vezes está marcando os adversários em cima do lance e de frente, Márcio Araújo tinha que correr de onde estava até o jogador com a bola. A zaga estava sempre desprotegida e, graças a mais uma ótima atuação de Léo Duarte, vários dos lances não levaram o perigo que poderiam.

    E na saída de bola vimos novamente uma infinidade de troca de passes entre os zagueiros, Juan dando chutão antes dos 4 minutos, tudo pela inutilidade de Márcio Araújo na transição de bola da defesa para o meio. Cuéllar encontra dificuldades pela imobilidade do time, mas nada perto do que era Márcio Araújo, incapaz de tentar um passe vertical.

    Arão novamente curtindo mais como atacante que como volante não ajudava a saída de bola, tão pouco tem repertório de passe. Cirino era quase invisível no jogo. Alan Patrick recuava para tentar organizar o jogo, fazia a transição da bola pro ataque, mas nunca conseguia uma única boa jogada próximo da área.

    E a demora na transição da bola era crítica para toda esse deficiência macro do time. Se Márcio Araújo se apresentasse, tentando sair da marcação, acionando mais rapidamente os outros meias ou buscando uma saída mais veloz com Éverton –bem ativo no jogo, apesar das escolhas ruins de jogada – o Flamengo poderia ter tentado alguma reação, pegando a defesa da Chapecoense desorganizada.

    Jayme demora a mexer e erra em todas as substituições

    Além de ter errado e muito na escalação do time, Jayme conseguiu voltar sem alterações mesmo vendo o Flamengo ser dominado pela Chapecoense no 1° tempo. As coisas não melhoraram no início do 2° tempo, mas só aos 15 minutos ele resolveu mexer. E errado. A bola não chegava no ataque, nenhuma chance era criada e, ao invés de tentar arrumar o meio-campo que não defendia bem e nem conseguia criar, Jayme tirou Vizeu para colocar Ederson.

    Muricy inventou Ederson de centroavante e, apesar do jogador se dispor a jogar na posição, sabemos que ele não é um atacante fixo. Sua posição ideal é atacando pelos lados, em velocidade, não sendo fixo dentro da área. E “falso 9” só dá certo quando um time treina para a formação, não depende apenas do jogador.

    Obviamente nada melhorou, até piorou já que a torcida começou a injustamente ficar impaciente com Ederson. Aos 21 minutos, para tentar minimizar o erro, colocou Ederson na posição em que Cirino jogava, mas como centroavante entrou Sheik, que há muito tempo joga mal.

    O meio continuou aberto e ineficiente, o ataque não ameaçava mais do que a nossa defesa era ameaçada. E, para piorar, Éverton fez uma falta muito imprudente e levou vermelho direto. Aqui cabe dizer que o lance foi muito questionado, mas se fosse um jogador da Chapecoense fazendo aquela falta no Alan Patrick, todos teriam pedido vermelho.

    Com um a menos em campo e todas as alterações feitas, Jayme apenas se limitou a assistir o time completamente perdido, desorganizado, ser dominado por uma Chapecoense que está longe de ser um time muito bem organizado e treinado como o Santa Cruz.

    Impacto do resultado no futuro do Flamengo

    O pênalti inexistente nos acréscimos garantindo o empate em 2 x 2 “salvou” o desastre que seria perder para a Chapecoense em casa, mas não diminuiu a pressão da torcida. Vaias durante quase todo o jogo e brados exaltados de “Burro” direcionados a Jayme exigiam mudanças, mas o pontinho por enquanto parece ter salvado os cargos de Rodrigo Caetano e Godinho.

    Muricy Ramalho entrou em contato com a diretoria e comunicou que sairia do clube para cuidar da saúde. O auxiliar Tata Martino continua na fase de transição até que a diretoria contrate um novo treinador e Zé Ricardo, técnico dos juniores, assume interinamente com Jayme de auxiliar.

    A torcida perdeu a paciência com as seguidas más atuações e péssimos resultados. A base política também pressiona Eduardo Bandeira de Mello e se mostrou contra a vinda de Abel, de modo que não há perspectiva de mudança a curto prazo. Por um lado é bom, pois Zé Ricardo é um bom treinador que pode começar a arrumar a terra arrasada que Muricy deixa. A parte ruim é que dificilmente as coisas melhorarão no curto prazo e podem queimar Zé Ricardo.

    Contra a Ponte Preta, Zé Ricardo mudará muito o time?

    Dificilmente Zé Ricardo chegará fazendo mudanças profundas como escalar Muralha ao invés de Paulo Victor. Precisaremos dar um tempo para que, com o trabalho, ele vá ajeitando o time e mudando nomes. Após a notícia de que Juan ficará fora por pelo menos 1 mês, Rodrigo Caetano chamou César Martins, que estava de férias até o fim do empréstimo, e o zagueiro aceitou retornar e ajudar o time, mesmo após “animais” de torcida organizada atacarem o carro do jogador, após o jogo de basquete, estando não só o jogador como a esposa e o filho dentro do veículo.

    No juniores, Zé Ricardo ganhou a Copinha com o 4-1-4-1 e, dado que o plantel parece ter sido montado para este esquema, deve voltar a implementá-lo, após Muricy ter abandonado ainda no início da temporada em favor do 4-3-3. Na escalação em si, os nomes podem mudar muito ou pouco e abaixo dou algumas sugestões:

    Escalação que acho mais provável: Paulo Victor – Rodinei, Léo Duarte, César Martins, Jorge – Cuéllar – Ederson, William Arão, Alan Patrick, Mancuello – Felipe Vizeu

    Escalação que eu usaria: Paulo Victor – Pará, Léo Duarte, César Martins, Jorge – Canteros –William Arão, Cuéllar, Mancuello, Ederson – Felipe Vizeu

    Uma observação válida é sobre os meias centrais da segunda linha de 4, onde poderíamos ter dois armadores ou um armador e um volante. Dados os problemas da defesa do Flamengo, acho que o mais prudente seria adiantar Cuéllar (que jogava de 2° volante) e Mancuello (2° volante mais ofensivo) para primeiro arrumar atrás. No juniores, Zé Ricardo costumava usar um meia mais fixo para ajudar Ronaldo (o 1 entre as linhas de 4) e um meia mais ofensivo, as características de Cuéllar e Mancuello são as que combinam melhor, mas a manutenção de Alan Patrick é uma opção possível. Já a manutenção a longo prazo de Arão no meio é improvável, dado que o jogador não mantém a posição.

    Saudações Rubro-Negras

  • “Nosso time joga com a alma”, afirma Neto após derrota; Marquinhos lamenta último quarto

    O Jogo 2 da final entre Flamengo e Bauru foi diferente de tudo que os times fizeram na temporada. Com um baixo nível técnico e uma superioridade da equipe visitante, a partida terminou em 85 a 80 e permitiu aos bauruenses empatarem a série em 1 a 1. Após o confronto, o ala Marquinhos falou na zona mista da Arena Carioca 2 e mostrou sua tristeza com o resultado.

    A defesa rubro-negra, que foi a melhor do campeonato na fase regular, levou incríveis 38 pontos só no último quarto. Para Marquinhos, faltou cabeça para voltar ao jogo e disputar até o final a vitória. “Alternamos muito e não tivemos um bom aproveitamento ao longo do jogo, o último quarto foi crucial. Não me lembro de termos tomado 38 pontos em um quarto nos quatro anos que estou no Flamengo. Mas acontece, Bauru é um time perigosíssimo e é muito difícil marcá-los“, disse o camisa 11.

    A gente alternou muito, no último quarto acho que faltou um pouco de perna. Bauru meteu bola atrás de bola e não conseguimos defender. Não tivemos cabeça no final para puxar um algo a mais, fazer diferente. Agora é pegar o vídeo da partida, ver tudo que aconteceu para tentar fazer diferente, fazer coisas novas“, completou o veterano.

    José Neto passando instruções aos jogadores (Foto: Luiz Pires/LNB)
    José Neto passando instruções aos jogadores (Foto: Luiz Pires/LNB)

    O técnico José Neto também comentou sobre a derrota e enfatizou o baixo aproveitamento da equipe. Além disso, o comandante do FlaBasquete não deixou de destacar a garra de seus jogadores e a preparação para a próxima partida, que acontece neste sábado (28), às 14h10, no mesmo local. “Os jogadores têm que ficar tranquilos, porque sei que deram o máximo. Acho que tinham que ficar preocupados se tivessem jogado como se não valesse nada, mas eles buscaram a vitória até quando parecia impossível“, disse.

    Eu acredito na virada até que zere tudo e acho que o time também é assim. Talvez por isso a gente tenha conseguido uma reação. Nosso time joga com a alma, mesmo quando as coisas não estão dando certo. Tivemos aproveitamento baixo, mas não desistimos até o final. Faz parte do espírito de uma final e do time“, comentou o treinador.

    O Bauru conseguiu defender bem nossos movimentos e nossos ataques. Tivemos um volume bom, o que buscávamos desde o começo da temporada, mas não tivemos um bom aproveitamento. Não foi pelo fato de nós não jogarmos bem que eles ganharam. Eles tiveram mérito. Bauru tem muita qualidade e soube jogar o jogo de hoje e nós tivemos um aproveitamento muito baixo. Vamos ver o porquê disso e melhorar para o Jogo 3“, completou Neto.

  • O segredo do abismo na terceira rodada

    Imagem: Divulgação

    Após a derrota no Sul, uma vitória contra a Chapecoense significaria subir na gangorra do BR 2016. Mas por muito pouco não caímos para a boca da zona quente do “coisa ruim”.  Pois a terceira onda do campeonato estava assim, a vitória literalmente nos levaria ao G4, e uma derrota  nos colocaria no limite do abismo para o portal do inferno.

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    A fotografia do momento da classificação conta com 3 times com 7 e um com 6 na região mais cobiçada da tabela. Há um time com 5 pontos na quinta posição e, nada menos que 9 times com os mesmos 4 pontos que o Flamengo conquistou, ocupando da sexta até a décima quinta colocação. Logo depois aparece um solitário com 3 empates e 3 pontos e 4 equipes na zona de rebaixamento com apenas 1 ponto. Ou seja, ninguém é de ninguém ainda!

    Diante de tamanho equilíbrio, os chiliques de parte de nossa torcida são precipitados. As críticas, todavia, são pertinentes, pois mais uma vez iniciamos um Brasileirão com problemas inaceitáveis. Nosso elenco é desequilibrado, ao demonstrar paradoxalmente carências ou excessos de jogadores  mal aproveitados, mal escalados, sem padrão técnico e tático, consequentemente sem atuações consistentes e pouco convincentes.

    Os erros fora de campo se traduzem em uma grave falta de planejamento no departamento de futebol. Trazer Muricy não fez a coisa acontecer. O fantasma das palavras de Luxemburgo, que afirmou que a diretoria não entedia de futebol é visto pela Magnética. Os erros são tantos, e tão reiteradamente citados na imprensa esportiva, que prefiro me ater as obviedades dentro de campo:

    • O time não pode jogar no 4-3-3 como esquema tático básico, pois, em todos os jogos perdemos o meio campo para os adversários, por mais fracos que sejam;
    • Um time com a folha salarial do tamanho da que tem o Flamengo não pode perder para equipes da Série B, C ou D;
    • A escalação do Flamengo tem que colocar em campo o que se tem de melhor. Que tal escalar esse time? Paulo Vitor (Muralha), Léo Duarte e Juan (machucou – aceitam-se sugestões para o seu lugar), laterais Rodnei e Jorge. O meio campo com Cuellear e Ronaldo, Arão (Mancuello), Alan Patrick e Ederson. No ataque Guerrero ou Vizeu;
    • Jogadores como Cirino, Fernandinho, Gabriel e Everton devem compor o banco para que se possa alterar a forma de se jogar do time;
    • Márcio Araújo e Sheik não poderiam ter renovado contrato. Eles são um enorme problema, pelos mais diversos motivos. Mas os treinadores acabam sendo reféns deles;
    • Márcio Araújo é horroroso.

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    Imagem: Divulgação

    Vejamos os impactos na holística dos confrontos da terceira rodada:

    Flamengo 2×2 Chapecoense – O jogo reuniu vários elementos desanimadores, meio de semana, em Volta Redonda, torcida em número modesto, erros de arbitragem, contusão do Juan. Mas o pior foi a constatação que não dá mais para Jayme de Almeida. Ele escala mal e é um dos que amam Márcio Araújo.  Substitui pior ainda, e não aprende com os próprios erros e acertos. Por exemplo, na derrota para o Grêmio, ele colocou Ederson em sua posição, na que rende melhor, mas contra a Chape, repetiu o equívoco em posicioná-lo novamente como centroavante.

    Jayme sequer consegue enxergar que o time jogou mal, e acha que tem a obrigação em defender publicamente os jogadores. Gosto do Jayme de Almeida e reconheço sua importância após a saída de Mano Menezes (melhor treinador na geração EBM), mas acredito que Zé Ricardo seja o mais indicado para o momento.

    Ainda sobre o jogo, com a contusão de Juan, a fratura foi exposta. Nossa zaga ficou com uma média de idade juvenil e o planejamento do Flamengo foi desmascarado. Juan vinha jogando, e bem orientando Léo Duarte, mas Dumas deixou claros erros de posicionamento. Não faço parte dos que dizem que o garoto é ruim, todavia percebe-se que ele ainda está muito cru.

    Esse é um dos indicativos do desequilíbrio do elenco. Wallace e Cesar Martins estavam comprometendo? Mas a comissão técnica e diretoria não conseguiram trazer novos zagueiros. E ainda mandaram embora o tal do Antonio Carlos, que veio do Avaí…

    Para completar a tragédia no jogo contra a Chapecoense, o árbitro, que já havia errado feio no pênalti inexistente para a equipe gaúcha, se equivocou ao interpretar lance para vermelho de uma entrada imprudente de Everton, quando, no máximo, o atleta merecia o cartão amarelo.

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    Imagem: Divulgação

    Paulo Vitor fez uma grande partida. Mas como ficamos procurando pelo em bola de frescobol, achamos que ele falhou no gol, onde o maior erro foi o da própria falta cometida por Ederson. Acho até que ele armou mal a bola, e tentou adivinhar, já que ficou sem visibilidade dos cobradores. Foi um erro técnico, mas me recuso a crucificar nosso goleiro, que nos ajudou a evitar duas goleadas consecutivas.

    Não obstante eu não culpar Paulo Vitor, eu gostaria de ver Muralha no gol, por considerá-lo com mais recursos. Muralha está grudado no banco de reservas por ter falhado quando jogou. Mas goleiro tem que ter sequencia de jogos. Espero que o escalem, para não caracterizar mais uma bobeira da diretoria, pagar 4 milhões para um jogador ser reserva.

    Tendências: Flamengo – Em decorrência do total equilíbrio da competição, eu percebo que basta arrumar taticamente a equipe, escalando os melhores jogadores, que podemos permanecer na parte de cima da tabela. Isso sem alimentar ilusões de grandes conquistas; Chapecoense – time cascudo, capaz de tirar pontos importantes dos times favoritos e de vender caro derrotas. Em seu campo será uma pedreira.

    Botafogo 2×1 Atlético/PR – Parece que o resultado não refletiu o que foi o jogo. No mais, duas equipes fracas Tendências: As equipes brigam para não cair.

    Figueirense 2×2 Santos – O Figueirense não perde para ninguém, mas também não ganha, e o Santos oscila, oscila…tendências – Figueirense luta para não cair; Santos meio de tabela.

    América 1×1 Vitória – O que dizer de um jogo duro desses? Tive sorte de não assisti-lo.   Tendências: Dupla incógnita.

    Palmeiras 2×0 Fluminense – A derrota para a Ponte parece não ter abalado a confiança do “Verdão”. Em seu estádio o Palmeiras já demonstra que será um osso duro de roer. Fluminense ainda se prepara para uma eventual decolagem.  Tendências:  As duas equipes lutam por G4 e título.

    Coritiba 1×1 São Paulo – Você sabe o que é caviar? Eu também não vi. Cabeça dos bambis está na Libertadores.Tendências: Coxa luta contra rebaixamento. São Paulo luta pela Libertadores.

    Vitória 3×2 Corinthians – Para mim, a zebra da rodada. Mas tem algo de podre nos gambás. Continuo sem saber como joga o time Bahiano, mas vou descobrir. Tendências: Corinthians – A crise corintiana aumentar, pois o problema de baixo rendimento não é de hoje; Vitória tornou-se uma incógnita.

    Santa Cruz 4×1 Cruzeiro – O atropelamento da rodada. O time mineiro não deu bola para os meus avisos, e para o desempenho do Grafite e despencou para a zona de rebaixamento.  Tendências: Santa Cruz – já começa a ter jogadores assediados. Santa merece a liderança; Cruzeiro – a exemplo do Flamengo, como bem falou um amigo da Fla TT, jogou no lixo 5 meses da temporada.

    Corinthians 2×0 Ponte Preta – Eu vi a partida. Os gambás fizeram uma partida muito aplicada tática e tecnicamente. Se o Zé Ricardo der uma olhada no jogo, entenderá como se deve jogar contra a Macaca. A Ponte Preta é um time mediano, e só  Tendências: Corinthians – sempre perigoso, pode brigar na parte de cima; Ponte – apresenta um futebol que dá mostras que pode permanecer na primeira divisão.

    Internacional 1×0 Sport – Será que o Inter será o time das vitórias pelos placares mínimos? E o Sport?  Bem que poderia voltar para a divisão na qual foi o legítimo campeão em 1987. Tendências: Inter – repetir as campanhas inofensivas dos últimos anos; Sport – futebol para cair.

    Atlético/MG 0x3 Grêmio – Jogo didático. Não há como se fazer bolo sem ingredientes. O time do Galo levou um passeio do tricolor gaúcho. O placar poderia ter sido ainda maior. A equipe gaúcha é muito bem organizada por um treinador jovem, sem pompa, sem máscaras. E para quem está justificando a derrota no fato do Galo jogar sem 9 ou 10 titulares, a bem da verdade, Marcos Rocha, Rafael Carioca, Vitor, Leandro Donizete não são reservas! E Cleiton, Ed Carlos, Patrick, Hyuri e Cleiton jogam habitualmente. Tendências: as duas qequipes possuem elencos capazes de disputar G4 e título.

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    Para o Flamengo não há nada perdido. É necessário colocar a cabeça no lugar e fazer o “feijão com arroz”, coisa que é perfeitamente possível com o treinador Zé Ricardo. A Magnética pode entrar em campo fazendo a sua parte, parando de procurar culpados individuais, e apostar que é possível ter um bom coletivo com as peças que estão lá, reforçadas pontualmente o mais breve possível. Segundo a atual pontuação, nosso time não é pior que outros 14 no campeonato.  Vamos cobrar, mas não deixaremos de apoiar!

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    Imagem: Anjo do Abismo – Apocalipse News

     

    Cordiais saudações!

  • #VlogdoPoeta – TOP 5 – GOLS DO TRI CARIOCA 2001

    Top5_Tri2001Hoje completa 15 anos do tricampeonato carioca de 2001, o quarto da história do Flamengo. Para comemorar momento tão marcante, fiz um Top 5 com os gols mais bonito daquela campanha! Assista e veja se concorda comigo.

    Parabéns a todos os jogadores pelo titulo!

    Veja outros vídeos do Vlog do Poeta

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  • Jayme reclama da arbitragem e Rafael Dumas substitui Juan, que sai lesionado

    Foto: Gilvan de Souza
    Foto: Gilvan de Souza

    Pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro, Flamengo empatou com a Chapecoense no Raulino, pelo placar de 2×2. Na coletiva após a partida, Jayme de Almeida, técnico interino do Fla, falou sobre a arbitragem duvidosa e insegurança da equipe: “Hoje a arbitragem interferiu com certeza no resultado da partida. Eu já disse mas vou repetir, do jeito que a coisa foi hoje, nós demos muita sorte. Não digo que ele roubou, mas foi muito mal no jogo, foi decisivo. (…) Nesse momento do Flamengo os nervos estão a flor da pele, a insegurança acontece. No início do jogo parecia que a coisa ia andar, mas aí veio o pênalti, a expulsão, aí realmente ficou difícil”.

    Jayme lamentou a saída de Juan com fortes dores na coxa esquerda, aos 10 minutos do primeiro tempo. O zagueiro comentou sobre a arbitragem do jogo: “Temos que comemorar, infelizmente. Nem vou criticar a arbitragem, mas mudou a história do jogo. Tomamos um gol ilegal. Justamente pelo fato de eu não chegar na bola, senti a perna. Não tive nem força para chegar na bola”.

    No final do jogo, Emerson Sheik opinou sobre o desenvolvimento do Flamengo: “É difícil. O time não encaixa, a torcida pega no pé com razão porque o time no primeiro semestre não foi bem. Mas vale a dedicação dos atletas, da comissão técnica e, principalmente, da diretoria, que é criticada, mas se faz presente”.

    Outro ponto importante na partida foi a oportunidade dada a Rafael Dumas, que entrou em campo substituindo Juan. Nesta ocasião, a dupla de zaga do Fla possuía menos de 5 jogos atuando pela equipe profissional.

    O próximo confronto do Mengo é no próximo domingo (29) contra a Ponte Preta, às 11h, em Campinas.

  • Flamengo erra muito e perde jogo 2 da série final do NBB

    Pela série final do NBB, Flamengo e Bauru voltaram a se enfrentar na tarde desta quinta (26) no Rio de Janeiro. Após vencer o primeiro jogo em Marília, o Flamengo entrou em quadra podendo encaminhar o quarto título da competição.

    No entanto, erros consecutivos ao longo da partida mantiveram o Flamengo atrás no placar em quase todo o jogo e acabaram causando a derrota da equipe rubro-negra. Com o resultado, acaba a esperança do Flamengo de definir o título no jogo 3, sem que fosse necessária a realização dos últimos dois jogos da série final do NBB.

     

    Reprodução: Globo Esporte / Foto - André Durão
    Reprodução: Globo Esporte / Foto – André Durão

     

    O jogo começou equilibrado e o primeiro quarto terminou com 15 pontos para cada equipe. Nesse momento da partida, as defesas funcionavam bem, enquanto os ataques erravam muito, o que gerou o placar baixo na Arena Olímpica. No período, os destaques de cada lado foram Rafa Luz e Murilo, que marcaram, respectivamente, 5 e 4 pontos nos primeiros 10 minutos de partida, além de Olivinha que conseguiu 4 rebotes no período.

    No segundo quarto, o Bauru conseguiu abrir vantagem no placar, vencendo o período por 15 a 11. Os números de Marcelinho no quarto refletem a dificuldade que o Flamengo encontrava na partida: dos 14 pontos tentados pelo ala, apenas 5 foram convertidos, retratando um aproveitamento bem abaixo do que é o usual do camisa 4 rubro-negro. Pelo lado do Bauru, Léo Meindl se destacou no período e teve 40% (6/15) de aproveitamento no quarto e o Bauru terminou o período vencendo o jogo por 31 a 26.

    O terceiro período foi o melhor do Flamengo e a equipe rubro-negra conseguiu vencer o quarto e ficar a frente no placar. O Flamengo conseguiu fazer 23 pontos no período e fechou o terceiro quarto na frente pelo placar de 49 a 47.  O destaque ficou para Marquinhos que marcou 11 pontos no período e conseguiu 3 rebotes no período, sendo 2 de defesa e 1 de ataque. Por Bauru, Paulinho Boracini se destacou e marcou 7 pontos da equipe visitante de um total de 16 marcados por Bauru no período.

     

    Foto: Gilvan de Souza
    Foto: Gilvan de Souza

     

    O último quarto da partida marcou novamente uma bela atuação de Marquinhos,cestinha da partida com 26 pontos, que superou a marca do terceiro período e e teve um aproveitamento de 65,2%, marcando 15 pontos no quarto. Com 7 pontos no período, Meyinsse também se destacou e ajudou a equilibrar a partida. No entanto, apesar do bom aproveitamento no último quarto o Flamengo não conseguiu ser superior ao Bauru. Com Mineiro marcando seus únicos dois pontos na partida e Marcelinho passando em branco no período, o Flamengo acabou perdendo o quarto por 38 a 31 e saindo derrotado na Arena Olímpica por 85 a 80.

     

    Com o resultado, tornou-se obrigatória a realização do jogo 4 da série final. A quarta partida ocorrerá em Marília, no Ginásio Neusa Galetti no sábado da próxima semana (4) às 14h10. Antes disso, as equipes tem um novo encontro na Arena Olímpica no próximo sábado (28) às 14h10.

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    Em caso de nova vitória do Bauru, o adversário rubro-negro inverte a situação e leva a decisão do NBB para Marília no jogo 4 da série. Caso o Flamengo consiga reverter o mau resultado desta quinta (26), o jogo 5 da série se confirma e a decisão do NBB 8 fica para o dia 11 de junho na Arena Olímpica às 14h10.

     

    Cestinhas
    Flamengo – Marquinhos – 26 pontos
    Bauru – Paulinho Boracini – 17 pontos

    Assistências
    Flamengo – Rafa Luz – 2 assistências
    Bauru – Paulinho Boracini – 7 assistências

    Rebotes
    Flamengo – Olivinha – 10 rebotes
    Bauru – Jefferson – 11 rebotes