Autor: diogo.almeida1979

  • Depois de bom resultado fora, Flamengo recebe o Vitória em Volta Redonda

    Na última rodada do Brasileirão o Flamengo foi a Campinas jogar contra a Ponte Preta e saiu de lá com uma importante vitória de virada, por 2×1. Agora o desafio é em casa e o adversário da vez é o Vitória que, apesar de não ter um bom desempenho até aqui, tem em seu elenco um dos principais goleadores do campeonato até o momento: Kieza, com 4 gols, é o atual vice artilheiro do Brasileirão.

    Até agora, o Flamengo está invicto nos jogos em casa pelo Campeonato Brasileiro. Das 2 partidas disputadas em casa, no Estádio Raulino de Oliveira, o Flamengo venceu contra o Sport, na estreia da competição, e empatou com a Chapecoense, na terceira rodada do campeonato.

    Para tentar embalar na competição e talvez chegar ao G4, o Flamengo encara o Vitória em Volta Redonda na próxima quinta (02) às 21h. O palco do confronto será novamente o Raulino de Oliveira e a partida terá transmissão do Premiere, Premiere HD e tempo real no @Mundo Bola_CRF.

    O adversário

    O Vitória começou o ano levantando a taça do campeonato baiano, em um confronto direto com seu maior rival estadual. Na primeira partida do Bavi, o Vitória venceu a partida que tinha o mando de campo por 2×0 e construiu boa vantagem na decisão. No jogo final, apesar de ter perdido por 1×0, o Vitória quebrou o jejum de 2 anos sem título e voltou a levantar a taça do campeonato baiano.

    No brasileirão, o desempenho do clube baiano nas quatro rodadas disputadas até o momento, não é muito favorável. No campeonato nacional, o Vitória conseguiu vencer apenas 1 vez, o que ocorreu na segunda rodada da competição, no confronto contra o Corinthians, disputado no Barradão. Nas demais partidas foram dois empates, diante do América-MG no Independência e do Atlético-MG na Fonte Nova, e uma derrota na estreia da competição, quando Vitória amargou o placar de 4×1 diante do Santa Cruz no Arruda.

    Pela Copa do Brasil, o Vitória garantiu lugar na próxima fase da competição após empatar sem gols fora e vencer por 3×1 a Portuguesa no Barradão. Na terceira fase da competição, o adversário será o Cruzeiro, em datas que ainda serão definidas. Independente do dia, já está definido que o Vitória jogará a primeira partida em casa, o que significa que precisará necessariamente do segundo confronto, para se garantir nas oitavas de final da competição.

     

    Números do confronto

    pré jogo Flamengo x Vitória

     

    Juan, Emerson Sheik e Paulo Victor desfalcam a equipe

    Em tratamento por lesão na coxa esquerda, Juan segue fora da equipe. Com a ausência do camisa 4, a zaga deverá ser novamente composta por Léo Duarte e César Martins.

    Ainda com dores no pé esquerdo, Sheik será novamente desfalque no jogo contra o Vitória. Ausente em 6 dos últimos 10 jogos, há rumores de que o atacante seria negociado antes do fim de seu contrato, que vai até o final de 2016.

    Após sentir dores na lombar e ficar de fora do último jogo, Paulo Vitor segue em recuperação e retorno ao condicionamento físico e deve ficar de fora da partida da próxima quinta (2). Com isso, o goleiro Muralha ganha nova chance na equipe titular rubro-negra.

     

    Muralha ganha nova chance na equipe titular

    Contratado no início do ano a peso de ouro, o goleiro ganhou sua primeira oportunidade na última partida, em que o Flamengo conquistou importante vitória fora de casa, diante da Ponte Preta. Com boa atuação na vitória contra a Ponte Preta, Muralha foi aplaudido pela torcida presente no Estádio Moisés Lucarelli e destacou, ao portal Globo Esporte, o bom desempenho geral da equipe na partida. “Satisfação muito grande. Sou grato a isso (carinho da torcida). Vencemos. Todo mundo está de parabéns. Agora é descansar que logo tem outra batalha. Todo mundo ajudou. Todo mundo se dispôs a correr em prol de um objetivo. Conversamos que precisávamos nos entregar um pouco mais”.

     

    Expectativa pela contratação de 2 zagueiros

    Com a saída de Wallace, o atual elenco rubro-negro conta com 4 nomes: Juan, Léo Duarte, Rafael Dumas e César Martins. No entanto, com a saída de César Martins no final de junho, já que o zagueiro retornará ao Benfica, a diretoria do Flamengo se comprometeu a fechar mais 2 nomes para compor elenco, sendo um do mercado nacional e outro de fora.

    Ao que tudo indica, o zagueiro brasileiro desse ser Rafael Vaz e a expectativa é que o anúncio seja feito na próxima semana. Quanto ao nome de fora, a informação é que o Flamengo tem 4 nomes em seu radar, sendo um deles Alejandro Donatti, do Rosário Central. No entanto, o rubro-negro e a equipe argentina não conseguiram chegar a um acordo do valor pelo zagueiro. Os outros três nomes são mantidos em sigilo pela diretoria do Flamengo.

     

    Ficha Técnica

    Flamengo x Vitória

    Data: 02/06/2016

    Horário: 21h

    Local: Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda

    Flamengo (escalação provável): Alex Muralha; Rodinei, Léo Duarte, César Martins e Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão, Alan Patrick e Everton; Marcelo Cirino e Felipe Vizeu. Técnico: Zé Ricardo

    Árbitro: Igor Junio Benevenuto

    Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva e Fabiano da Silva Ramires

    Transmissão: Premiere, Premiere HD e Tempo Real no @Mundo Bola_CRF

  • Há exatos 36 anos, Flamengo conquistava seu primeiro Brasileirão

    No dia 1 de Junho de 1980, o Flamengo venceu o Atlético-MG no Maracanã e conquistou seu primeiro título do Campeonato Brasileiro. Após perder o jogo de ida por 1×0, o Mais Querido deu a volta por cima para quase 155 mil pessoas e derrotou o Galo por 3×2 (o Fla levou por ter feito a melhor campanha na primeira fase). Essa conquista serviu para consolidar de vez o Flamengo como um gigante nacional.

    Até essa partida, o retrospecto no Brasileiro Unificado era favorável para a equipe mineira: seis vitórias do Atlético, quatro do Fla e dois empates. No primeiro jogo da decisão, o Galo aproveitou a ausência de Zico e conseguiu vencer o duelo – marcado por confusões e provocações – pelo placar mínimo. Entretanto, os alvinegros sabiam que seria muito difícil derrotar o Mengão e a Nação Rubro-Negra no Maraca.

    No jogo decisivo, Nunes recebeu assistência magistral de Zico e abriu o placar logo no começo, aos 7 minutos. Apesar da empolgação, no minuto seguinte Reinaldo marcou, deixando tudo igual. A partida então caminhava para o intervalo quando Zico, aos 44, aproveitou a finalização de Júnior e fez 2×1 para o Fla. Já no segundo tempo, com o duelo pegado, Éder Aleixo cruzou e Reinaldo empatou mais uma vez. O título estava indo para Belo Horizonte quando, aos 37 do segundo tempo, Nunes dribla o zagueiro Silvestre e marca o gol do título. Vitória do Mengão e festa no Maracanã!

    Esse troféu tem grande importância por ser o primeiro da Geração de Ouro em nível nacional. Vale lembrar que quem comandava essa equipe era ninguém menos que Cláudio Coutinho, treinador considerado por muitos um dos maiores da história do Fla. Coutinho foi o mentor da equipe que viria a conquistar a Libertadores e o Mundial sob o comando de Carpegiani.

  • Concentração + Intensidade + Motivação = Alma

    [et_pb_section admin_label=”section”][et_pb_row admin_label=”row”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_image admin_label=”Imagem” src=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/05/bas_flabasquete_625_gilvandesouza_flamengo.jpg” alt=”Um time bem preparado tem alma. O exemplo é o FlaBasquete.” show_in_lightbox=”off” url_new_window=”off” use_overlay=”off” animation=”off” sticky=”off” align=”center” force_fullwidth=”off” always_center_on_mobile=”on” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    [/et_pb_image][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    Alma. Deriva do latim animu, que significa “o que anima”. O texto de hoje se iniciou numa discussão entre amigos sobre o que faltava ao “Flamengo da crise”, de duas semanas atrás, o time derrotado, queixo de vidro que não conseguia reagir. O que seria a alma ou a falta dela em campo. Discussão forte com opiniões firmes e perspectivas diferentes. Discussão das boas, com ânimos à flor da pele, diferente daquele time em campo, apático, que corria, mas “não se matava”… Somos Flamengo, queremos o bem, e somos amigos, portanto a sanguínea conversa apenas expunha nossos pontos de vista sobre o que se passa no departamento de futebol, no time.

    A ilustração que inicia o texto é o exemplo do que me proponho a dizer no decorrer do mesmo: o FlaBasquete no gramado do Maracanã. Seria lindo uma final por lá. Já pensaram? Em linhas gerais, todos reconhecemos que falta alma, um algo mais no futebol, que nos passa uma sensação de baixíssima reatividade, falta de ímpeto, diversas sensações subjetivas. Quando perde e quando vence. Falta uma fagulha, vergonha, empenho, sei lá. Ou faltava. No domingo essa fagulha se acendeu, o time agiu diferente, mesmo depois do gol sofrido, onde não se desesperou e venceu com justiça e suor ao time da Ponte Preta, em Campinas, depois de muitos anos. Literalmente o time se “animou”.

    Pensamos em aspectos do mundo do futebol e das arquibancadas para tentar definir o que falta ao Flamengo. Pensamos geralmente em conceitos como “personalidade”, “orgulho”, “sangue”, “vontade”, “conhecimento do que seja o clube”, “paixão” e outros mais. Pensamos em “alma”, me apeguei a “Alma”, título do texto e ao termo “senso coletivo”. Mas como tentar explicar de modo menos subjetivo? Difícil. Tentarei com as minhas limitações, visões de um torcedor. Penso que a “tal” alma é a soma de conceitos da vida cotidiana que também se aplicam ao futebol. Às explicações:

    Concentração

    • Proporção em massa, volume ou número de moléculas do soluto em relação ao solvente ou à solução;
    • Riqueza;
    • Ato ou efeito de agrupar o que se acha disperso ou separado;
    • Ato ou efeito de se reunirem várias pessoas ou coisas num ponto determinado;
    • Ato ou efeito de orientar a atenção ou as energias para um tema ou objetivo determinado.

    Todas as definições anteriores se aplicam, porém fico com a última, a questão da atenção ao que se pede, ao que deseja o treinador, mas durante os 90 minutos e os acréscimos. Em geral, nossos jogadores são dispersos, talvez relapsos e essa falta de atenção tem como punição gols sofridos por erros bobos individuais, como erros de passe e posicionamento e falta de senso coletivo. Um atleta concentrado procura se posicionar melhor para receber a bola. O único que faz isso com naturalidade é Cuellar.

    Sobre o “ato ou o efeito de agrupar o que se acha disperso” ou o “ato ou efeito de se reunirem várias pessoas ou coisas num ponto determinado”, em linhas gerais é “focar”, a palavra da moda no futebol. Foco. Objetivo. O elenco deve rumar para o mesmo lado, corrigindo as rotas, treinando com maior eficiência, para que nos jogos o resultado apareça. Tem treinado bem? Não dá pra saber. Mesmo em com meses de temporada. É provável que não, mas por quê? Aí mesmo é que não dá pra saber… nós, torcedores. O clube tem a obrigação de saber para aonde está caminhando.

    Sem treinador não vai poder ficar. Mas qual o perfil? Quem? Avançando no assunto e recuando no tempo, me parece uma equipe mal treinada. Antes pela falta de equipamentos e ferramentas que auxiliam no dia a dia dos atletas, hoje por conta da proposta de trabalho e do entendimento dos atletas sobre o jogo, sobre sua profissão. Não creio que Muricy seja burro, Oswaldo, Mano, Dorival e os outros que passaram. Existem treinadores melhores, lógico, mas são tão burros assim? Culpas divididas entre clube (dirigentes), elenco e treinador.

    Dentro de campo, individualizando a questão, os atletas estão preparados? Penso que falta QI esportivo para alguns, entendimento sobre o jogo, sobre suas funções e isso resvala na concentração, detalhes que podem e decidem, as partidas. Um passe errado, uma marcação frouxa, um atacante livre, desatenção na bola parada… tudo isso é treinável. Quanto melhores preparados, menos desatentos estarão os jogadores. Passemos para outro conceito.

    Intensidade

    • Intensidade (física) — variação do fluxo de energia no tempo de uma onda;
    • Intensidade (radiação) — valor do fluxo de energia por unidade de área x unidade de tempo;
    • Intensidade (transferência de calor) — medida da distribuição de fluxo de calor radiante por unidade de área e ângulo sólido;
    • Intensidade sísmica — medida qualitativa que descreve os efeitos produzidos por sismos na superfície terrestre.

    A intensidade deve ser aplicada, transferida para o futebol como o “fluxo de energia” deixada no campo pelos jogadores, ainda entregue nos 90 minutos, todo o tempo. Também com o “fluxo de calor radiante” e a capacidade de contagiar aos companheiros de equipe e o “efeitos produzidos por sismos na superfície terrestre”, os adversários devem tremer em campo, com o sufoco imposto pelo time do Flamengo e sua torcida, no estádio ou não.

    Para Leonardo Miranda, esse é o maior problema do Flamengo. Compartilho dessa visão. “O problema mora no coletivo, nos movimentos de quem não está com a bola. Poucas vezes se vê aproximação de quem está com a bola, criando linhas de passes para circular até quebrar as linhas do adversário. Isso tem nome: apoio. O Fla trabalha mal o apoio, e quando o faz, é no seu próprio campo ou sob marcação intensa. Resultado: o adversário nunca é desequilibrado e a bola sempre volta pra defesa”.

    E Ainda: “Não adianta copiar o 4-3-3. Na prática, o mais importante é o modelo de jogo. No Barça, as ações acontecem em alta velocidade e a equipe inteira trabalha para criar espaços no adversário. Os treinamentos são curtos, com máxima intensidade e sempre focam em um aspecto tático do modelo de jogo”. Para terminar: “Tudo no Fla parece acontecer numa velocidade e concentração abaixo do normal: os passes não se transformam em gols, o adversário se fecha, a recomposição defensiva é lenta e a linha de defesa fica vulnerável, como Vasco e Fortaleza bem aproveitaram”. O vídeo abaixo demonstra essa falta de intensidade ofensiva, um time imóvel, previsível.

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    O problema não é o esquema é a execução, o sistema de jogo é como se treina e se joga, principalmente. Me iludi com Muricy. Não pelo “mimicy Barcelunático”, como diria um frequente comentarista e blogueiro do Buteco do Flamengo. Me iludi porque achei que o Muricy vencedor e pragmático daria tranquilidade ao Flamengo. Com vitórias simples. Precisamos de paz. Observando jogo e conceito, aprofundo com um cara que virei fã e recomendo, Caio Gondo, blogueiro do GE no Blog do torcedor do Atlético-PR. Um cara que fala de coisas que eu enxergava mas não conseguia exprimir.

    Para Caio, a intensidade “está relacionada com a velocidade de pensar sobre as jogadas realizadas e/ou as serem realizadas e, também, com a velocidade de execução dos movimentos dos jogadores”. […] “Como a intensidade é composta pela velocidade e a concentração, a maneira a qual a equipe deve atuar sem a bola devem estar muito claro para que os jogadores realizem os movimentos os mais rápidos e precisos possíveis”. Ele diz que a intensidade está sempre com o time sem a bola. É ali que se enxerga a tal intensidade. Acho que este é o setor que mais sofre o Flamengo, sua recomposição defensiva é ruim, geralmente “bagunçado” por recompor mal, até pela falta de concentração e a cultura de se esperar a bola. Mais um aspecto treinável. Na ilustração abaixo ele demonstra exatamente isso (está no post dele). A organização é a chave e a repetição, o treinamento. Perdemos tempo.

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    Motivação

    • Deriva do Latim movere, mover.
    • Refere-se em psicologia, em etologia e em outras ciências humanas à condição do organismo que influência a direção (orientação para um objetivo) do comportamento. Em outras palavras é o impulso interno que leva à ação.

    Motivação é algo que vem de dentro, é interno, do individuo. Por mais que tentemos, cada pessoa reage de uma maneira, porém precisamos de ferramentas para que essa motivação permaneça. Nós torcedores, não precisamos, somos apaixonados pelo Flamengo, mas como motivar profissionais? Essa questão da personalidade e do “perfil do elenco” é complicada. O time é quieto, calado, não se cobra. E a cobrança interna? Não há. Suspeito dessas questões. É o que transparece em campo. Mas nem tudo é o que parece…

    Como já disse neste mesmo texto, pode ser falta de treinamento, erro de treinamento, erro de gestão do elenco, do contato entre as pessoas. Presumo que haja erro de gestão. Mas como assim, se o Flamengo é premiado, reconhecido como melhor gestão? O clube sim, o futebol, não. No futebol a coisa parece funcionar diferente, existem coisas que nos escapam. Se foi executado o investimento no elenco (mesmo com falhas de planejamento, como no caso do zagueiro), se foi executado investimento nas condições de trabalho (CT), o que falta? Gestão.

    O basquete demonstra que falta é competência, gestão, processos, organização, cada vez mais… no basquete temos alma, identificação, simbiose entre time e torcida. O futebol é um “clubinho hermético” e que acha que se basta, um local fechado. Observo de fora e penso que alguma coisa está errada, mas o que é? Porque só os processos do futebol não “performam”? Há sim alguma falha de gestão de elenco, treinamento, nos processos internos. Pode faltar o “tal” gerente, mas isso é “um achar meu”. Mas o que isso tem a ver com motivação?

    Quanto melhor preparado está o atleta (individual e coletivamente) mais motivado estará. A motivação vem também do senso coletivo de cada atleta, de sua importância para o elenco, para o time, suas obrigações e funções, clareza de ações. Lembremos da melhor atuação contra o Vasco esse ano. Alguém se recorda o que ocorreu antes? A famosa palestra do Bope. Estavam bem preparados para aquele jogo e a palestra foi apenas a fagulha. Bope, corporação, senso coletivo. Time e torcida (e clube) devem estar em sintonia.

    Dessa motivação, vem algo importante para nosso clube, para o time em campo, a vibração. O Flamengo vibra, pulsa, mas como vibrar desmotivado? Vibração que se define como “sentimento ou manifestação de intensa alegria ou entusiasmo”. Vamos nos entusiasmar despreparados? A alegria vem com a vitória, é um ciclo, um círculo virtuoso, retroalimentador. Trabalho correto, vitórias, alegria. Parece simples, mas vimos que não é.

    Estamos cansados de perder, vivemos de vitórias. Devemos nos preparar melhor para atingir aos objetivos e corrigir rotas para trilhar o caminho de vitórias que merecemos depois de tanto tempo. Merecemos. Fizemos todo o caminho, agora é acertar e colher. Lutando. Não considero este time sem sangue, sem vontade. Em 2016, vejo um elenco/time correndo e muito, porém de forma desorganizada. Confio no campeão da Copinha, Zé Ricardo. Seu time era bem organizado, não se entregava, estava tranquilo e motivado.

    O Flamengo sub-20 de Zé Ricardo, campeão da Copinha, era o que a gente imaginava para o time profissional. Um time com alma. No último domingo enxerguei um time tranquilo, sem desespero. Depois do gol de empate controlou o jogo e não sofreu. Willian Arão disse ontem em coletiva que o novo treinador modificou e instruiu o elenco para a melhoria da saída de bola e do posicionamento. São aspectos importantes, mesmo que iniciais. Aspectos explicados por Caio Gondo e Léo Miranda. Precisamos de Alma. Alma para mim é Concentração + Intensidade + Motivação. Vitórias.

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  • Para que servem quatro milhões no banco?

     

    Nas publicações da Disney, o banqueiro Tio Patinhas vive nadando em dinheiro em uma enorme caixa forte. Lamento decepcionar os que sonham serem donos de uma instituição financeira e fazerem o mesmo, mas nada é mais falso que essa imagem. Os bancos contemporâneos fazem de tudo, menos guardar dinheiro empilhado. Na verdade, banco nem precisa de dinheiro próprio, pois ele pega de quem tem, paga uma taxa irrisória, e o empresta a juros vergonhosos. Pelo menos aqui no Brasil tem sido assim.

    Então, de que nos vale ter quatro milhões de reais e deixá-lo na conta-corrente no banco? Ou pior, guardar dinheiro em espécie no colchão? Na melhor das hipóteses, um banqueiro esperto o retira da conta e investe em um fundo de investimento com taxa de administração indecente, e é capaz de ficarmos felizes.

    Por mais absurdo que a situação seja, o que o Flamengo faz, ao deixar Alex Muralha no banco de reservas é de uma estupidez tamanha. Afinal, Alex custou quatro milhões de reais aos cofres do Clube. O goleiro chegou para resolver um problema de instabilidade no gol rubro-negro, mas utilizado pouquíssimas vezes. Em jogos que valem três pontos, apenas foi escalado na vitória deste domingo contra a Ponte Preta.

    Quero deixar bem claro que não faço parte dos que hostilizam o goleiro Paulo Vitor. Muito pelo contrário. Acho PV um bom goleiro, e já viveu uma excelente fase no Flamengo, que lhe rendeu lembranças de convocação para a seleção brasileira. Mas, apesar de números semelhantes em 2015 (conforme quadro abaixo), eu vejo Muralha com maior versatilidade técnica, ou seja, ele possui um histórico de defesas mais difíceis.

     

     

    Fonte: Goal.com Brasil

     

    Não sei se Paulo Vitor possui proposta de outro clube. Gostaria muito de tê-lo no banco de reservas do Flamengo. Afinal, eu acredito que se Alex Muralha tiver a chance de se firmar como titular, e o time ficar em boa classificação ao longo do campeonato, a chance deste ser convocado para a seleção é real, principalmente se for decisivo como foi na vitória contra a Ponte.

     

    Foto: Globoesporte.com

    Outra questão que está me intrigando são os elogios atravessados a Márcio Araújo. “Ele não comprometeu”. Desculpe-me, o Flamengo necessita justamente do contrário, de jogadores que se comprometam. Márcio Araújo não jogou bem contra Grêmio e Ponte Preta, ele simplesmente ocupou uma posição taticamente, mas fez aquela apresentação abaixo do medíocre que sempre faz: bola para o lado, bola para trás, e correria desenfreada. No máximo ele atrapalhou o adversário.

    Márcio Araújo faz parte de um pacote de equívocos da diretoria em relação ao futebol. Eu já escrevi anteriormente, por onde ele passou as torcidas o execraram. E fizeram isso por que ele é ruim. Os treinadores o amam. As torcidas o odeiam. Se tiver gente que se contenta com ele em campo, não podem reclamar que o time nada ganhou de decente com este jogador, a não ser que gostem de acumular carioquinhas e jogarem a segunda divisão.

    Dado essa pala, vamos ao que nos interessa, os três pontos na quarta rodada:

    Ponte Preta 1×2 Flamengo – A entrevista de Rodnei ao sair de campo, nos dá uma ideia do que já realizou o treinador Zé Ricardo. “O professor conversou muito com a gente. Conseguimos aplicar um pouco do que ele falou.” Interessante, pois constatamos que Rodnei subiu com moderação ao ataque. O setor defensivo do Flamengo marcou mais nesta partida.

    Coletivamente o time foi mais equilibrado. Apesar de não haver mudanças no famigerado 4-3-3, Cirino e Fernandinho voltaram mais na recomposição defensiva. O primeiro saiu exausto, já Fernandinho foi expulso, após levar um segundo cartão amarelo.

    Léo Duarte fez uma partida muito firme, enquanto Cesar Martins lembrou os tempos dos chutões de Weliton,mas sem as entregas. Jorge e Rodnei foram mais eficazes. Jorge, apesar das recentes trombetas, demonstra personalidade. Para nossa sorte fez um golaço, aço, aço, que nos deu a vitória, devidamente garantida por uma defesa arrojada de Muralha, já no fim da partida.

    Alguns não gostam de Alan Patrick, mas ele pode render desde que tenha com quem jogar. Contra a Ponte, quando Arão começou a dar o ar da graça, ambos subiram de produção. Meio campo tem que ter toque de bola. Para isso tem que ter quem saiba jogar, mesmo que não seja craque.

    Tendências: Flamengo – Se Zé Ricardo der padrão ao time, a possibilidade em disputar o topo da tabela é real, mas a torcida tem que apoiar INCONDICIONALMENTE; Ponte Preta – time irregular, mas que possui um histórico capaz de tirar pontos importantes de times favoritos e de vender caro derrotas.

    Cruzeiro 1×1 América – Resultado péssimo para ambos, que nesse momento frequentam o Z4. Pior para o Cruzeiro, que hoje teve manifestação em frente a sua sede administrativa em Belo Horizonte. O América decepciona, e aparenta estar em um patamar físico abaixo das demais equipes. Tendências: ambos demonstram aparente incapacidade em galgar a primeira página da tabela.

    Atlético/PR 2×1 Figueirense – O CAP tem escassos valores individuais, mas demonstra aplicação tática. Equipe de Paulo Autuori, a meu ver, consegue se superar. O Figueirense limitou-se a defender, até a casa cair. Quando resolveu buscar resultado, já era tarde. Tendências – Figueirense luta mais uma vez para não cair; CAP dá fracos sinais que pode ficar no meio da tabela.

    Chapecoense 1×1 Santa Cruz – O time catarinense vem fazendo o que sempre faz, joga de forma pragmática. Sabe que não disputa título, e quer permanecer na primeira divisão. Fez uma partida dura contra o Santa, que deve sofrer por conta das grandes distâncias das viagens   Tendências: Chape – meio de tabela; Santa Cruz –Depende de como ficará a integridade do elenco ao longo das próximas rodadas.

    Sport 0x2 Corinthians  – O Sport faz uma campanha muito ruim, embora seu treinador Oswaldo de Oliveira diga que o time está evoluindo. O Corinthians parece ter voltado ao conhecido futebol de resultados de Tite.  Tendências:  As duas equipes ficarem em extremos opostos da tabela. Adivinhem aonde ficará o legítimo campeão da série B de 1987?

    Vitória 1×1 Atlético/MG – Achei o time do Vitória muito fraco, mas algo me chamou a atenção, eles jogam com muita vontade. Tá certo que o goleiro fechou o gol (apesar de ter levado um frango), mas jogaram contra um dos times com favoritismo ao título. O problema do Galo nem são os desfalques, mas sim que a zaga reserva é digna de pena. O Galo vencia e acabou sofrendo o empate em uma debilidade do fraquíssimo zagueiro Thiago.Tendências: Vitória luta contra rebaixamento. Atlético está com 3 jogadores na Copa América e 8 no Departamento Médico. Isso pode afastá-lo da disputa do BR 2016..

    Fluminense 1×0 Botafogo – Tentei ver alguns lances do jogo. Não consegui. O time do Botafogo dá sono. O Flu venceu o seu primeiro clássico carioca na temporada, e busca sorte maior na competição Tendências: Botafogo – Luta para não cair; Fluminense – Briga por G4 e título.

    São Paulo 1×0 Palmeiras – Só vi três lances dessa partida, o do gol, e duas chapeladas.   Tendências: São Paulo – Depende do que ocorra na sequência da Libertadores; Palmeiras – Na gangorra, pode desejar algo melhor no campeonato, mas terá que ser mais regular.

    Santos 0x1 Internacional – Santos terá que abrir o olho, perder na Vila não é bom sinal, mas o adversário do Sul está surpreendendo.  Tendências: Santos – meio de tabela; Inter – G5.

    Grêmio 2×0 Coritiba – Eu vi o jogo, e o Grêmio demonstra muito entrosamento de sua equipe. A partida nem foi fácil, mas o Coxa é limitado tecnicamente. Tendências: Grêmio – G4;  Coxa – mais um ano lutando contra o rebaixamento.

     

    No mais, todo apoio ao Zé Ricardo!

     

    Cordiais saudações!

     

  • O primeiro ano de Paolo Guerrero na Gávea, alegrias e frustrações

    29 de maio de 2015, há exatamente um ano e um dia, o Clube de Regatas Flamengo anunciava a contratação do atacante peruano Jose Paolo Guerrero Gonzales, popularmente conhecido no Brasil como Paolo Guerrero ou apenas Guerrero, vindo do Sport Club Corinthians Paulista em transferência sem custos. Não entrarei aqui no mérito dos termos usados na contratação ou se o Guerrero é mercenário ou não, afinal não é este o teor do texto, dito isso, voltemos. A sua contratação pelo Mais Querido provocou bastante furor na imprensa carioca e ódio na imprensa paulista, que não aceitava que o Corinthians tivesse perdido um ídolo recente para um Flamengo em pleno reerguimento financeiro e passou a deturpar a sua imagem a todo custo, a medida em que o peruano ia destacando-se, aumentavam as “viúvas” na imprensa paulista. Para entender o sucesso meteórico do “Zé Paulo”, vamos dividir em três tópicos rápidos desde sua chegada.

    Estreia com gol contra o Internacional, sequência de gols e funk da torcida:

    Guerrero fez sua estreia pelo Flamengo em 8 de julho de 2015, em jogo válido pela  12ª rodada do Campeonato Brasileiro contra o Internacional, anotando um gol e dando uma belíssima assistência para Everton marcar o segundo gol na vitória por 1×2. Na semana seguinte, em jogo válido pela 3ª fase da Copa do Brasil contra o Náutico, onde anota mais um gol, três dias depois, em jogo válido pela 13ª rodada do Brasileirão, anota o único gol da partida contra o Grêmio, à essa altura, o atacante peruano já estava em estado de graça com a torcida, que havia criado uma versão de “O General Chegou”, intitulada “O Guerrero Chegou” e que era entoada a cada gol do atacante.

    Guerrero apresentado e cercado por muita expectativa
    Guerrero apresentado e cercado por muita expectativa

    Ausência de gols, polêmicas e início da desconfiança da torcida:

    Após todo o hype criado pela música e todas as matérias feitas acerca disso, o atacante entrou em jejum, tendo colaborado apenas com algumas assistências, passando um período de 1 mês e 5 dias sem marcar um gol, ou 5 jogos, voltando a marcar um tento contra o São Paulo, em 23 de agosto, em jogo válido pela 20ª rodada do Brasileiro, jogo este que antecedia a partida de volta das oitavas de final da Copa do Brasil contra o Vasco, onde Guerrero disse em entrevista que iria marcar dois gols. No entanto, após receber duas pancadas de Rodrigo, saiu lesionado e não conseguiu cumprir o prometido. No período em que esteve lesionado, começou a enfrentar desconfiança por parte da torcida, desconfiança esta que aumentava a cada jogo que ele passava em jejum. Guerrero terminaria o ano de 2015 com apenas 5 gols em 18 jogos com a camisa Rubro-Negra.

    Ano novo, velhas cobranças:

    Em 2016, totalmente recuperado de lesões, Guerrero era a esperança de dias melhores junto com Muricy Ramalho e os reforços apresentados no início do ano. No entanto, derrotas em dois torneios amistosos organizados pelo Esporte Interativo e eliminações na Primeira Liga, no Carioca e na Copa do Brasil, fizeram com que ele fosse um dos principais alvos da torcida, que começou a avaliar se ele valia realmente o valor que foi pago, ainda que a transferência tenha sido sem custos, houve pagamento de luvas e afins.

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    Após 39 jogos, 17 vitórias,  9 empates, 13 derrotas, 13 gols marcados com a camisa do Flamengo, começa a existir uma corrente que defenda a venda dele após a Copa América, ideia que é avaliada pela diretoria do Flamengo, porém, equivocada em minha opinião. Afinal, Guerrero nunca foi o clássico “camisa 9” do futebol brasileiro e sim o segundo atacante, aquele responsável por fazer o pivô e puxar a marcação para que o “9” finalize sem problemas e atinja o objetivo principal e um esquema tático que ajudasse tanto ele como Felipe Vizeu seria excelente para as pretensões Rubro-Negras neste resto de temporada. Para finalizar, eu pediria um pouco mais de paciência dele com os árbitros e da torcida com o Guerrero, pois acredito que ainda poderá trazer grandes alegrias para a Nação. SRN!

  • Brasileirão Feminino 2016 – Números da campanha

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    • Julho de 2015. O Flamengo anunciava uma parceria com a Marinha do Brasil, que, entre vários objetivos, visou a participação do Mengão no Futebol Feminino. Ainda no ano passado, a equipe participou do Campeonato Brasileiro e do Campeonato Carioca Feminino. No Brasileirão do ano passado, classificaram-se à segunda fase, mas, com a disputa simultânea dos Jogos Mundiais Militares, onde várias atletas do elenco foram representar o país, deixando-nos com um time que quase não havia jogado junto, acabou tendo um aproveitamento ruim. Mesmo assim, chegamos à última rodada com chances de classificação, porém, fomos derrotados pelo Rio Preto, e assim, eliminados. No Estadual, sagramos-nos campeões 3 dias após a eliminação no Brasileirão, com um total de 10 vitórias em 11 jogos (a única derrota foi um W.O, resultado da desistência do Flamengo por causa das condições precárias do campo).

    Chega o ano de 2016 e, com ele, mais uma ótima campanha na 1ª fase. Avançamos à segunda, também com um bom aproveitamento, alcançando a primeira colocação no grupo e assim, avançamos às semifinais. 2 duelos contra a Ferroviária, e, após muita emoção, garantimos a vaga na final. Enfrentaríamos as atuais campeãs, do Rio Preto. Jogo de ida, no RJ, mesmo criando várias chances, não tivemos sorte e acabamos sendo derrotados. 1-0. Teríamos que vencer em São Paulo. E foi isso que aconteceu, jogo dramático, vitória por 2-1, onde foi construído no 1º tempo e título inédito do Mengão!

    Confira os números do Flamengo-Marinha na competição, abaixo!

     

    14 Jogos – 9 Vitórias – 2 Empates – 3 Derrotas

    23 Gols Marcados – 11 Gols Sofridos

     

    Jogos

    27 atletas entraram em campo pelo FlaMarinha nesse Brasileirão. Além da maioria da Marinha, podemos destacar as atletas da Seleção Brasileira, que foram ‘draftadas’: Maurine e Bia Vaz. As atletas Gaby e Barbara disputaram todos os 14 jogos.

    Jogos

    Gols, Assistências e Cartões

    Foram 23 Gols Marcados, anotados por 7 atletas diferentes. Larissa, titular a partir da 2ª fase, anotou 8 em 10 jogos. Pâmela foi precisa e importantíssima na 1ª fase, marcando 5 gols em 5 partidas. A zagueira Tânia Maranhão foi a mais amarelada, com 5 cartões. Citarei aqui uma observação sobre as assistências. Tivemos 2 jogos onde não conseguimos obter de quem foram as assistências, diante Duque de Caxias e São José, assim, os stats sobre assistências não estão 100% completos.

    GolsAssCart

    Detalhes – Gols Marcados e Desempenho como Mandante

    GMMandante

    Comparação – Brasileiro 2015 e 2016

    Comp

    Agradecimentos:

    TV Brasil, Web Enterplay, entre outros canais de TV e rádio, que nos ajudaram com informações;

    Tenente Ricardo Abrantes, com todo apoio, informações e mídias;

    Mariana Sá, também colaboradora do Mundo Bola, pela parceria sensacional nesta cobertura;

    Os leitores do site, que sempre conferiram, divulgaram e apoiam o Futebol Feminino;

    Torcedores que compareceram nos estádios, onde sempre a entrada era gratuita. Mesmo assim, pela falta de informações, vários deixaram de comparecer;

    Todos os colaboradores do site Mundo Bola, sem exceções.

     

     

     


    Adriano Skrzypa escreve no Blog Flamengo em Números, da Plataforma Mundo Bola Blogs. Twitter: @FlamengoNumeros

     

     

     

  • Cestinha da partida, Ramon fala em manter o foco e a intensidade

    O Flamengo conseguiu voltar a ter vantagem no confronto com Bauru pela final do NBB. Em jogo disputado até o fim e sofrido, o Fla venceu por 89 a 84 com grande atuação coletiva. Um dos destaques da partida, Ronald Ramon falou com o Mundo Bola na zona mista após o jogo e uma coisa ele garante sobre o time: “Vamos jogar com o mesmo foco e a mesma intensidade“.

    Dono de 21 pontos, Ramon terminou como o cestinha da partida. Além disso, ele ainda deu 4 assistência e pegou 3 rebotes. Crescendo nos playoffs, o dominicano, que chegou no meio da temporada, tem sido peça fundamental para a equipe de José Neto. Neste sábado, ele foi o segundo com mais tempo em quadra – apenas atrás de Marquinhos por 13 segundos – e fez 21 de eficiência.

    No último quarto, o Fla deixou os bauruenses encostarem mesmo depois de abrir 18 pontos de frente. Sobre isso, Ramon destacou a garra dos adversários. “Baixamos a guarda da defesa, mas conseguimos fechar o jogo, que é o mais importante. Acho que será desse jeito. Nós começamos mais fortes, jogando nosso jogo de transição, correndo um pouco mais e conseguimos abrir. Mas sabemos que o time deles pode conseguir voltar pro jogo e nunca vai desistir. Temos que colocar isso na cabeça também“.

    basquete-2Ronald Ramon e Marquinhos após a vitória contra Bauru (Foto: João Pires/LNB)

    Agora a série volta para Marília, sede escolhida pelo Bauru, já que seu ginásio, o Panela de Pressão, não é permitido pela Liga. Para o camisa 10, o importante é manter as coisas positivas e, principalmente, o foco. “Cada jogo é diferente. Quinta nós entramos e não conseguimos fazer nosso jogo. Para hoje nós assistimos vídeos, vimos o que tínhamos que acertar e conseguimos jogar mais forte. Vamos ver o que erramos, lógico que erramos muito durante o jogo. Mas vamos manter o foco e ir para Marília em busca de mais um título“, disse.

  • Destaque do jogo, Rafa Luz afirma: “Uma final será decidida sempre nos detalhes”

    Em mais um jogo emocionante até os últimos segundos, Flamengo e Bauru se enfrentaram na Arena Carioca 2 pela final do NBB. Melhor para o Fla. Com atuação de gala de Rafa Luz, o Rubro-Negro conseguiu vencer por 89 a 84 e volta a liderar a série por 2 a 1. Após a partida, o Mundo Bola falou com o armador e destaque da partida na zona mista.

    Responsável por 17 pontos, Luz estabeleceu seu recorde pessoal de pontos no NBB. Para completar, ele ainda distribuiu seis assistências e pegou seis rebotes, terminando com a maior eficiência do time, 24 pontos. “Consegui fazer um bom jogo. Algumas bolas que não estavam caindo, caíram e o time me ajudou muito com isso, pois eles tentavam marcar os outros e me deixavam livre. Tive a felicidade de acertar e daí saíram os 17 pontos“, disse.

    Durante a partida, Rafa fez de tudo. Infernizou a vida dos bauruenses na defesa – inclusive dando um toco espetacular em Paulinho Boracini – e foi bem efetivo no ataque, ficando com 100% de aproveitamento em pontos durante muito tempo do jogo. Além disso, ele chamou a torcida rubro-negra e vibrou junto. “Foi um jogo muito trabalhado durante os 40 minutos. Sabíamos que o foco tinha que ser bater de frente com o time deles. Conseguimos igualar esse nível de jogar duro e conseguimos manter o tempo todo. Acho que foi a chave para sair daqui com a vitória“.

    Rafa Luz foi o grande destaque da vitória sobre o Bauru no Jogo 3 (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
    Rafa Luz foi o grande destaque da vitória sobre o Bauru no Jogo 3 (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

    O camisa 5 também contou o que foi necessário para tirar a cabeça do jogo ruim de quinta e voltar com garra para o outro confronto. “Saber que a série continuava. Nós ainda tínhamos a vantagem, faltavam três jogos. Se for ver por esse lado, era uma série melhor de três e começávamos jogando em casa. Estávamos confiantes, sabendo que não fizemos um bom jogo em termos de aproveitamento no outro e hoje foi diferente. A bola caiu um pouco mais e a gente soube atacar melhor a defesa deles“.

    O FlaBasquete conseguiu abrir 18 pontos de vantagem, mas acabou sofrendo a reação nos minutos finais e precisou segurar a partida para levar a melhor. Rafa Luz ressaltou a qualidade da equipe de Bauru e a dificuldade do confronto. “Cansaço tenho certeza que não foi. Nosso time está muito inteiro, ninguém joga mais de 25 minutos e, se joga, são poucos. Nos preparamos muito bem durante o ano pra chegarmos inteiros nesse momento. Acho que ali foi o momento do jogo. Sabemos que uma série final será decidida sempre nos detalhes. Dificilmente terá um com mais de 10 pontos e foi assim de novo“, completou o armador.

  • Zé Ricardo estreia com vitória, mas terá muito trabalho no Flamengo

    Analise

    Na quinta-feira, quando Zé Ricardo foi anunciado como treinador interino do profissional, este estava voltando para o Rio de Janeiro após estar com o sub-20 em jogo pelo Campeonato Brasileiro da categoria. Com praticamente um dia de treino, Zé Ricardo só pôde mesmo conversar com os jogadores e fazer uma pequena atividade. Assim, ainda mantendo a estrutura que vinha sendo trabalhada, foi a Campinas buscar a vitória.

    Como Paulo Victor e Sheik foram tirados do jogo por sentirem um problema físico, Zé Ricardo mexeu nestas posições e na de Éverton, expulso no último jogo, levando a campo: Alex – Rodinei, Léo Duarte, César Martins, Jorge – William Arão, Márcio Araújo, Alan Patrick – Cirino, Vizeu, Fernandinho.

    Entendo a escalação

    Com o 4-3-3 posto e sem tempo para trabalhar outra formação, Zé Ricardo optou por uma escalação conservadora. No lugar de Éverton colocou Fernandinho, o único atacante de lado disponível, ao invés de “improvisar” os meias Ederson e Mancuello. Cuéllar, que voltava de lesão, ficou no banco para ser poupado, assim manteve-se Márcio Araújo entre os titulares. E no lugar de Paulo Victor, vimos Muralha com Thiago de opção e não Daniel.

    É importante registrar que nada indica que esta escalação seja definitiva, pelo contrário. Conforme Zé Ricardo for treinando a equipe, mais ele conhecerá os jogadores, suas características e então poderá mudar do esquema tático à escalação, principalmente se não houver alguma imposição do departamento de futebol quanto ao 4-3-3.

    Primeiro tempo ruim, com equilíbrio no fim

    O início do jogo foi complicado, a Ponte Preta estava disposta a pressionar e o Flamengo dava espaços. O meio-campo novamente não funcionava, Arão parecia um tanto perdido quanto ao posicionamento, nitidamente orientado a não subir muito, já Alan Patrick começou muito apático, praticamente nulo.

    Márcio Araújo, como sempre, desfilou sua arte de não se expor e assim se poupar de críticas. Não entendo como um jogador com tantos anos de carreira pode se mover tão mal pelo campo, estivesse o Flamengo com ou sem a bola. Não era difícil vê-lo marcando a bola e não os adversários, o que o fazia sempre correr atrás e deixar Jorge na roubada contra 2 adversários. Quando o Flamengo tinha a bola pouco se movia para receber e, quando ainda assim recebia a bola, tocava para trás e pros lados, o que provocou uma série de chutões para o ataque.

    Aos 12 minutos, após cobrança de escanteio, Wellington Paulista – sim, aquele anão – abriu o placar ao cabecear entre Jorge e Vizeu. Mas a culpa não foi deles, assim como nos lances anteriores e seguintes de bola alçada na área não foram culpa dos jogadores e sim do sistema equivocado e confuso de marcação na bola aérea. Definitivamente o novo treinador precisa colocar marcação individual nesses lances e trabalhar muito para não ser mais um ponto fraco.

    20160529130544_700Zé Ricardo, que ficou praticamente todo o jogo na área técnica orientando o time, tal qual faz no juniores, conseguiu manter o time calmo e focado no jogo. Incentivou os jogadores a sair com a bola no chão, buscar os lances sem se precipitar. E o time não se perdeu, ainda oscilou, mas conseguiu aos poucos ir equilibrando o jogo e criando uma ou outra chance.

    O gol de empate veio numa cobrança de falta de Alan Patrick, que Felipe Azevedo desviou pro gol. Assim como no gol de Wellington Paulista, Daronco viu o bandeira marcar impedimento, mas confirmou o gol ao apontar que foi contra e, no primeiro gol, ao confirmar Wellington Paulista como autor e não o jogador que estava impedido e de fato não havia tocado na bola.

    O lado direito produzia pouco, muito em parte pela inutilidade de Cirino em campo. Já na esquerda, Fernandinho fazia uma partida razoável e conseguia trocar mais com Jorge, que teve mais liberdade para avançar com Zé Ricardo. E, após uma cobrança de escanteio que o goleiro afastou, Jorge pegou o rebote na meia lua e encheu o pé para fazer o gol de desempate aos 42 do 1° tempo.

    Mesmo com um a menos, o Flamengo se segura bem

    Na volta para o 2° tempo, a Ponte Preta fez duas trocas e Zé Ricardo não mexeu no time, tentando organizar o time apenas com sua orientação no intervalo. O time da casa recuperou o domínio do jogo e Léo Duarte começou a se sobressair, mostrando-se muito seguro e arrumando a “bagunça” deixada por Rodinei e Arão, que continuavam se posicionando mal.

    Irritado com a ineficiência do ataque, Zé Ricardo apareceu voltando de semblante fechado para o banco, onde conversou com os auxiliares antes de chamar Gabriel. A surpresa foi ver que o escolhido para sair não fora Cirino e sim Felipe Vizeu, que mal havia tocado na bola, já que o Flamengo não conseguia criar boas chances no ataque.

    Aos 13 minutos, com a entrada de Gabriel, Cirino foi para a referência. A proposta de jogo era clara, já que o time não conseguia criar boas jogadas de ataque, se fecharia mais atrás e sairia em velocidade pro contra-ataque com Gabriel e Cirino. O que ninguém esperava ver, era Fernandinho, que já vinha fazendo faltas duras, tomar o 2° amarelo apenas 4 minutos depois.

    Fotos: Rodrigo Coca
    Fotos: Rodrigo Coca

    A expulsão de Fernandinho, que até atuava razoavelmente bem, se deu pela ausência de boa marcação na direita. Pouco depois da metade do 1° tempo, Zé Ricardo havia invertido Fernandinho e Cirino para reforçar a marcação lá, onde a Ponte Preta atacava com mais facilidade, o que fez Jorge tomar um pouco mais de sufoco com Cirino não marcando e Márcio Araújo sempre atrasado. No 2° tempo, com lados invertidos, Fernandinho continuou estabanado mesmo após levar o amarelo, cometendo faltas duras, assim o 2° amarelo não foi injusto.

    E, para reorganizar o time, Zé Ricardo fez mais uma substituição 5 minutos depois, tirando Alan Patrick e colocando Cuéllar. Houve gritaria da torcida nas redes sociais dado que Cirino continuava mal em campo e Alan Patrick era o único que tentava organizar, apesar da falta de inspiração e efetividade, mas naquela altura do jogo, tendo a vitória e um jogador a menos, a opção foi por fechar o meio-campo e deixar Cirino para puxar contra-ataque.

    O 4-4-1 instaurado teve na 2ª linha Arão, Cuéllar, Márcio Araújo e Gabriel, o que fez o rendimento de Arão melhorar muito. Mais eficaz na marcação e tendo liberdade para subir nos contra-ataques, apesar de serem raros, Arão mostrou que poderia atuar naquela posição em um eventual 4-1-4-1. Cuéllar continuou sendo um monstro na defesa e até chegou a se aventurar num contra-ataque no finalzinho do jogo, mas o importante é que conferiu maior segurança num setor em que Rodinei não consegue proteger.

    Apesar da boa organização, a Ponte Preta ainda amassou o Flamengo, que mal conseguia passar do seu campo. Aos 31 minutos do 2° tempo, Ederson entrou no lugar de Cirino e conseguiu segurar um pouco mais a bola na frente, mas ainda assim sem conseguir levar perigo. Já a defesa do Flamengo sofria com a pressão alvinegra, Márcio Araújo deixava um rombo no meio e César Martins por vezes foi muito inseguro, obrigando a Léo Duarte dar 120% para além de executar sua função, cobrir Rodinei e César Martins.

    Alex Muralha, que muitos pediam no lugar de Paulo Victor, foi muito seguro durante todo o jogo, apesar de ter começado a ser mais exigido apenas após a expulsão. Fez defesas importantes, principalmente no fim do jogo onde evitou o empate ao tirar uma bola que entrava no canto inferior direito, algo que poucas vezes vimos Paulo Victor conseguir fazer, apesar da boa atuação deste nos últimos dois jogos.

    Quem termina em alta e em baixa?

    Zé Ricardo pode por prudência continuar sem fazer mudanças drásticas na equipe, mas já pôde ver que o 4-3-3 dificilmente poderia ser implementado com os atacantes de lado que o plantel tem. A alternativa do 4-2-3-1 com a opção por meias ofensivos abertos passa a ficar mais clara, apesar de eu ainda preferir o 4-1-4-1 que ele usou na Copinha.

    Márcio Araújo, Cirino e Fernandinho dificilmente merecem continuar no time. Arão e Alan Patrick deverão receber atenção especial no posicionamento e na movimentação em campo, ao menos por enquanto, a tendência é que Zé Ricardo tente recuperá-los ao invés de pedir uma nova função.

    Cuéllar deve voltar ao time, foi bem hoje e deve ser avaliado pelo departamento médico para um ok. Não vejo como Mancuello possa não ganhar uma chance atuando aberto na esquerda, já na direita Ederson e Gabriel disputariam a vaga.

    Resta saber se Paulo Victor estará recuperado até quinta-feira para enfrentar o Vitória. Nitidamente Alex fez uma partida que, por mérito, deveria garantir sua permanência em campo, mas por outro lado Paulo Victor é um líder neste elenco e não é tão simples barrá-lo.

    Saudações Rubro-Negras

  • Atuações: Muralha entra seguro, Léo Duarte joga bem e Jorge faz golaço

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    Pela quarta rodada do campeonato brasileiro, o Flamengo venceu de forma heroica a Ponte Preta em Campinas. O Rubro-Negro chegou aos 7 pontos e encostou nos líderes do Brasileirão 2016. Veja a seguir as notas das atuações dos jogadores.

    Alex Muralha: Substituindo Paulo Victor, fora por dores lombares, o camisa 38 não sentiu o peso da fase que vive o rubro-negro. No gol da Ponte, irregular, não teve culpa. Não foi tão exigido, mas mostrou muita segurança e liderança, orientando a defesa, antecipando cruzamentos, além de mostrar qualidade com a bola nos pés. No último lance do jogo, fez a defesa da partida em chute de Felipe Azevedo. NOTA 8

    Rodinei: Diferentemente dos jogos anteriores, hoje o lateral-direito não foi tanto à linha de fundo. No segundo tempo, auxiliou a defesa a segurar o resultado. NOTA 6

    Léo Duarte: Cada vez mais se firmando na zaga. Hoje foi um monstro, parando os atacantes da Ponte Preta com desarmes fundamentais. Atuação gigante. NOTA 8

    César Martins: Chamado às pressas para a partida após a lesão de Juan, o camisa 3 foi um típico “zagueirão”, um pouco tenso no início, César passou a dar chutão em todas as bolas que passavam na frente dele, afastando o perigo. No fim, salvou algumas bolas alçadas na área, cortando de cabeça. NOTA 6,5

    Jorge: Melhor partida do jovem jogador no Brasileirão. Melhor na defesa, Jorge foi mais participativo no ataque e foi premiado com um golaço de primeira, que selou a vitória e a queda do tabu de 18 anos sem ganhar da Ponte em Campinas. NOTA 8

    Márcio Araújo: Criticado pela torcida, o volante não fez mais que o “feijão com arroz”. Sem arriscar, o camisa 8 fez uma partida regular e, salvo alguns erros, não comprometeu. NOTA 6

    Arão: Hoje menos perdido em relação a marcação, jogou com mais compromisso defensivo e deu boa contribuição a Rodinei na proteção do lado direito da defesa do Mengão. Com a bola no pé, sofreu um pouco e errou bastante passes, porém no geral foi importante para o time pela luta, principalmente nos minutos finais do jogo, onde o adversário pressionou bastante em busca do empate. NOTA 6,5

    Alan Patrick: Começou totalmente fora da partida, mas após a pressão que culminou com o gol da Ponte Preta, o meia entrou no jogo e tomou conta do setor. Sua mudança de comportamento foi tão importante para o ritmo de jogo do Flamengo, que ele participou diretamente dos dois gols da vitória do Fla. NOTA 8

    Cirino: Segue com partidas bem apagadas, destoando do início de ano forte que fez. Hoje foi importante sofrendo faltas que ajudaram bastante o time a se recuperar de momentos de pressão, mas ofensivamente não produziu aquilo que se espera dele. Ainda tentou em vão inverter o lado de atuação com Fernandinho. NOTA 5,5

    Fernandinho: Começou até bem, buscando jogadas em velocidade, sofrendo faltas próximas a área, mas em duas faltas desnecessárias tomou dois amarelos e foi expulso. Herança de Muricy, ainda não justificou a que veio. NOTA 4,5

    Felipe Vizeu: De longe a pior partida do jovem atacante do Flamengo. Mesmo com a escassez de passes em profundidade, o camisa 47 pouco se movimentou para deslocar a defesa da Ponte e virou presa fácil para os marcadores. Sem mudar sua forma de jogar no segundo tempo, foi substituído por Gabriel. NOTA 5

    Cuéllar: Entrou logo após a expulsão de Fernandinho para fechar o meio e assim o fez. Sempre firme e com botes certeiros, o colombiano não precisa de muito tempo em campo para mostrar que tem cadeira cativa nesse time. NOTA 6,5

    Gabriel: Substituiu o apagado Vizeu e deu mais velocidade ao setor esquerdo do ataque. Além disso, o camisa 17 ajudou bastante na marcação por aquele lado do campo. Em jogada de contra-ataque, quase conseguiu o terceiro gol. Mesmo limitado tecnicamente e com vigor físico visivelmente baixo, ele sempre demonstra muita dedicação e se entrega totalmente em campo. NOTA 6,5

    Ederson: Entrou aos 30’ do segundo tempo com uma única tarefa: prender a bola no ataque e, se possível, ajudar na marcação. E fez isso bem, em três lances o camisa 10 recebeu no meio campo e levou a bola ao ataque, desafogando um pouco a defesa rubro-negra. NOTA 6,5

    Melhores Momentos