Autor: diogo.almeida1979

  • Muricy Ramalho não é mais técnico do Flamengo; Zé Ricardo assume interinamente o time

    O Flamengo anunciou de forma oficial, na tarde desta quinta-feira, em entrevista coletiva no CT George Helal, que Muricy Ramalho não é mais o técnico da equipe. O comunicado foi feito pelo presidente do clube Eduardo Bandeira de Mello. “Estamos aqui para comunicar a decisão do nosso treinador Muricy Ramalho de não permanecer no momento devido à incerteza em relação ao seu estado de saúde. Deixamos Muricy muito à vontade, seguimos torcendo pela concreta recuperação dele. Temos certeza da recuperação, mas ele preferiu num ato de grandeza que caracteriza esse profissional com quem trabalhamos por cinco meses. Nos deixou à vontade para procurar outro treinador, e o Flamengo segue agora outro caminho. Vamos seguir ligados na recuperação do Muricy, e os laços dele com o Fla seguem”,  declarou o mandatário.

    Coube ao vice de futebol Flávio Godinho,  informar que Zé Ricardo, treinador do time juniores, comandará interinamente a equipe profissional diante da Ponte Preta, adversário do próximo domingo pelo Campeonato Brasileiro. “Para o jogo de domingo, Zé Ricardo, treinador do sub-20, assume. Ele é um técnico “prata da casa” e o Flamengo sempre se socorreu em situações assim. O Jayme comandava interinamente como membro da comissão técnica do Muricy. Neste momento é importante dar força para ele e focar no jogo de domingo”, afirmou Godinho.

    Sem se aprofundar em detalhes, Godinho disse que o clube está formando uma nova comissão técnica, e que pode brevemente anunciar o nome de um gerente de futebol. “Estamos em busca de um gerente de futebol para trabalhar ao lado do Caetano. Vai cuidar mais da parte de campo, vestiário. Procuramos um ex-atleta, capitão e acho que isso vai nos ajudar bastante. O nome mais próximo é um gerente de futebol”, revelou o VP de futebol.

    Sobre o novo treinador, Godinho não preferiu falar em nomes. “Não tem prazo para anunciar treinador. Abel Braga evidentemente é muito prestigiado, um homem de renome, mas podemos também partir para outra alternativa. A diretoria vai trabalhar em paralelo para que a busca por um treinador não atrapalhe na performance do time.”

    O dirigente também falou sobre reforços. “Zagueiros como já eram providências já estavam em curso, mas nós vamos buscar um reforço no mercado de fora, que só pode estrear em 20 de junho. A gente está contando com o Léo Duarte, Dumas e César Martins. Vamos buscar um reforço no mercado de fora e outro no brasileiro, mas é difícil precisar o tempo”, finalizou Godinho.

     

  • Fla empata no fim e soma mais um ponto no Campeonato Brasileiro

    Após a derrota para o Grêmio no último final de semana, o Flamengo voltou a campo para enfrentar a Chapecoense em Volta Redonda. Em partida com gol cedo de Felipe Vizeu, expulsão de Everton e pênaltis polêmicos, o Mais Querido conseguiu um empate no fim com Alan Patrick e garantiu um ponto no Brasileirão.

    O time chegou com três desfalques para esse confronto. Sem Cuéllar, lesionado, Guerrero, com a seleção peruana, e Muricy, que segue fora, a equipe comandada por Jayme de Almeida voltou a aparecer sem Mancuello e com Márcio Araújo. A diferença foi a entrada de Willian Arão, que estava na reserva contra o Grêmio.

    O JOGO

    O Flamengo começou com bastante intensidade e chegou ao ataque logo no início. Felipe Vizeu, substituto de Paolo Guerrero, logo aproveitou a chance quando recebeu cruzamento de Everton na área e mandou para o fundo da rede, abrindo o placar cedo. Entretanto, poucos minutos depois foi a vez da Chapecoense chegar perto do goleiro do Fla, mas o juiz assinalou pênalti de Juan no lance, que não tocou no jogador e ainda levou um cartão amarelo. Na cobrança, Bruno Rangel acertou e empatou tudo.

    Depois do lance, Juan sentiu dores na coxa e acabou substituído por Rafael Dumas, menino que subiu do Sub20. Com isso, a dupla de zaga ficou com Dumas e Léo Duarte, enquanto a faixa de capitão foi para o braço de Paulo Victor. A partir deste momento, a Chapecoense ficou melhor no jogo e conseguiu atacar mais. O Flamengo sofria com a defesa e não conseguia mandar bolas para o ataque. O primeiro tempo seguiu com o visitante jogando melhor e o Mais Querido tendo problemas.

    Na segunda etapa, Jayme resolveu voltar sem alterações e a partida ficou morna, com as equipes sem tentar muitas jogadas. A maior dificuldade do Flamengo foi acertar cruzamentos, já que a equipe mais uma vez errou muitos e prejudicou seu ataque.

    Na metade do segundo tempo, Jayme de Almeida resolveu mudar a equipe e, sob protestos da torcida, sacou Felipe Vizeu e colocou Ederson. Pouco depois, o treinador optou por tirar Marcelo Cirino e mandar Emerson Sheik para o jogo. Quando a partida parecia que não teria mais emoção, Everton fez falta com o pé alto e foi expulso direto pelo árbitro. Com um jogador a mais, a Chapecoense aproveitou para tirar o empate do placar e foi para cima, exigindo defesas de Paulo Victor duas vezes.

    Aos 34 minutos, Ederson fez falta na entrada da área, Hyoran fez bela cobrança e conseguiu virar o placar em Volta Redonda. Com isso, o Flamengo se abalou e não conseguia reagir, errando muito e por pouco não levando mais gols. No último lance da partida, o árbitro assinalou mais um pênalti, mas dessa vez para o Fla. Alan Patrick foi para a cobrança e não perdeu a oportunidade, empatando e diminuindo um pouco os problemas da noite.

    Na próxima rodada, o Flamengo enfrenta a Ponte Preta no Estádio Moisés Lucarelli. A partida será no domingo (29) às 11h.

    FICHA TÉCNICA:

    Flamengo 2×2 Chapecoense – Campeonato Brasileiro – 3ª rodada

    Data: 25/05/2016

    Horário: 21h (de Brasília)

    Local: Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ)

    Árbitro: Diego Almeida Real (RS/ASP-FIFA)

    Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS/ASP-FIFA) e Lucio Beiersdorf Flor (RS/CBF-1)

    Cartões amarelos: Léo Duarte, Jorge (FLA)

    ESCALAÇÃO DO FLAMENGO: Paulo Victor; Rodinei, Léo Duarte, Juan e Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão, Everton e Alan Patrick; Marcelo Cirino e Felipe Vizeu. Técnico: Jayme de Almeida

  • Atuações: Vizeu marca cedo e Alan Patrick empata no último minuto; Everton é expulso

    Em noite de mais uma atuação fraca no ano, o Flamengo recebeu a Chapecoense em Volta Redonda, nesta quarta-feira, 25. Sem 2 dos principais jogadores do time titular, Cuellar e Guerrero, o Flamengo mostrou mais uma vez que o primeiro semestre do ano foi jogado no lixo. Sem qualquer padrão tático e, pra piorar, sem contar com fase boa de seus principais jogadores, o Mengão sofreu pra sair com um empate em gol de pênalti no último minuto de jogo. Confira as notas de Flamengo 2 x 2 Chapecoense.

    novaquebraatuações

    Paulo Victor – Fez defesas cara a cara que evitaram a virada do time de Santa Catarina. Não dá pra afirmar que a bola na falta do segundo gol era defensável, mas podemos dizer facilmente que sua reposição é terrível. NOTA 6,5

    Rodinei – Caindo cada vez mais de produção. Mais uma partida em que não se entendeu com seus parceiros no ataque. E hoje o camisa 2 jogou com seus principais parceiros no ano, Cirino e Arão. Deixou espaços largos na defesa durante o 2° tempo e o time de Chapecó abusou de contra-ataques pelo seu lado. NOTA 5,5

    Léo Duarte – Segue num nível bom de atuação. Perdeu seu parceiro de confiança logo cedo, mas continuou firme na partida. Tentou se aventurar no ataque algumas vezes por conta e fraca movimentação dos jogadores de frente, porém totalmente inútil. NOTA 6,5

    Juan – Não cometeu o pênalti, marcado injustamente, e ainda teve que sair machucado. Pela experiência que tem, o capitão do Flamengo pensará duas vezes antes de tentar dar um bote parecido com o que deu na partida. NOTA 5

    Jorge – As vaias ao seu desempenho resumem, em tese, o conjunto de sua atuação. Fraco na marcação, foi driblado diversas vezes por seus adversários. Na hora de fazer o mesmo e arriscar o drible, omissão total. Hoje se resume a tocar a bola de lado e correr em direção ao meio. NOTA 5

    Márcio Araújo – Substituindo Cuéllar, fez, mais uma vez, o que sabe. Roubar bola e perder ou tocar para o lado. Sua dedicação não cobre sua visível deficiência técnica. Nem substituto pode ser num time que almeja vôos altos. NOTA 5,5

    Willian Arão – Mais preocupado em marcar durante grande parte do jogo, esteve perdido em muitos momentos e não foi tão eficiente quanto deveria. Quando se lançou ao ataque, encontrou um setor do campo bem fechado e pouco produziu. NOTA 6

    Alan Patrick – Quando acelera o jogo, consegue dar dinâmica ao time, o que pode culminar em lances de gol, mas prendeu a bola quando deveria ter passado com velocidade, atrapalhando a sequência de jogadas do time. Mesmo assim tem importante função nesse meio. No final, converteu o pênalti que garantiu o empate. NOTA 7

    Everton – Muito criticado, fez um primeiro tempo lúcido e, com boas infiltrações pela esquerda, conseguiu um bom passe pro gol de Felipe Vizeu, que abriu o placar. Apagado no segundo tempo, foi expulso de forma injusta. NOTA 6

    Marcelo Cirino – Rendimento em queda livre. O camisa 7 rubro-negro segue fazendo uma partida pior que a outra e hoje saiu vaiado. Errou finalização na cara do gol, não conseguiu dar sequência a lances ofensivos e pouco conseguiu ajudar na marcação. NOTA 4,5

    Felipe Vizeu – Mostrou que não está no elenco profissional apenas para ser emprestado. Com ótima movimentação, o jovem atacante marcou seu primeiro gol no brasileiro como profissional. Mesmo sofrendo Com a escassez de bolas recebidas, o camisa 47 buscou o jogo saindo da área e ajudando o meio. Foi substituído de forma equivocada por Jayme. NOTA 6,5

    Dumas – Errou passes que podiam comprometer o posicionamento da defesa, mas fez até uma partida segura pra quem tinha que substituir o capitão e principal zagueiro do time. NOTA 5,5

    Ederson – Um desastre. Errou tudo com a bola nos pés e ainda fez a falta, após erro seu, que resultou no gol da virada da Chapecoense. Tem o desconto de ser escalado no lugar errado e ainda, 5 minutos depois, entrar outro jogador pra atuar na posição que lhe fora instruído. NOTA 4

    Emerson Sheik – A comissão técnica e até parte da torcida esperam que o atacante seja aquele de 2009 a 2012, que decidia jogos, mesmo quando não jogava bem. Hoje, o veterano camisa 11 não tem mais esse poder fogo. Falta pólvora pra queimar. NOTA 5

  • Pelo Jogo 2 da série, Flamengo e Bauru medem forças na Arena Carioca 2

    Nesta quinta-feira (26), o Flamengo encara novamente o Bauru pela série final do NBB 8. Agora dentro de casa, o Rubro-Negro busca ampliar sua vantagem no confronto, já que venceu o primeiro jogo por 83 a 77. Já os bauruenses procuram empatar a série para forçar a disputa do Jogo 4 em Marília. A partida acontece às 17h, na Arena Carioca 2 e tem transmissão do SporTV e da RedeTV!, além de tempo real no twitter do Mundo Bola direto do ginásio.

    Atual tricampeão, o FlaBasquete contou com um ótimo desempenho coletivo para garantir o resultado positivo fora de casa. Olivinha terminou com 16 pontos, Ronald Ramon com 15, JP Batista com 13 e Marcelinho Machado com 11. A boa notícia para o Fla é a volta de Jason Robinson, que se ausentou na última partida por problemas pessoais. Com isso, o técnico José Neto terá todos os jogadores disponíveis para o confronto.

    Pelo lado do Bauru, a expectativa é vencer pelo menos um dos dois jogos na casa do adversário para forçar uma outra partida. A tarefa não será fácil, pois a Arena terá mais de 8 mil rubro-negros, mas o time conta com jogadores como Rafael Hettsheimeir e Jefferson, que fizeram 25 e 24 pontos, respectivamente e podem fazer a diferença.

    Leia mais: Tudo que você precisa saber para chegar à Arena Carioca 2

    A gente deu um passo importante com a vitória em Marília, mas é uma série, não ganha nada. Tem que manter o foco, saber que Bauru é um time que vai voltar mais forte ainda e jogar o jogo deles. Temos que estar preparados“, comentou Ronald Ramon. Em sua primeira temporada com a camisa do Flamengo, o dominicano já está na final e o sentimento não poderia ser melhor: “É uma sensação muito boa, estou amando, espero que fique assim“.

    Ficha técnica:

    Flamengo x Bauru

    Local: Arena Carioca 2

    Horário: 17h (horário de Brasília)

    Transmissão: RedeTV!, SporTV e tempo real no twitter do Mundo Bola

    Provável escalação: Rafa Luz, Ronald Ramon, Marquinhos, Olivinha e Meyinsse

  • Tudo que você precisa saber para chegar à Arena Carioca 2

    Nesta quinta-feira (26) e no próximo sábado (28), acontecem os Jogos 2 e 3 das finais do NBB 8 na Arena Carioca 2. O Flamengo tenta levar o campeonato em casa, já que venceu o primeiro jogo, e o Bauru busca reverter a vantagem. A partida será realizada na nova arena Olímpica, que tem capacidade para 10 mil pessoas. A maior dica para o torcedor que vai prestigiar o Orgulho da Nação é: chegue cedo.

    Os ingressos estão praticamente esgotados. Estão disponíveis apenas entradas para o Jogo 2, com valor de R$ 330 para as cadeiras de fundo (R$ 165 meia-entrada) e R$ 440 para as cadeiras de quadra (R$ 220 meia-entrada). Para o Jogo 3, não tem mais nada disponível. Para que não haja problemas na chegada ou qualquer dúvida, confira as informações divulgadas pelo Flamengo:

    Abertura dos portões:
    Jogo 2 – 26 de maio
    Abertura dos portões: 15h
    Início do jogo: 17h

    Jogo 3 – 28 de maio
    Abertura dos portões: 12h10
    Início do jogo: 14h10

    Ingresso:

    Para aqueles que compraram a entrada pela internet, o voucher já é o ingresso para os jogos. Sendo assim, não haverá troca de ingressos.

    Entrada para torcedores e imprensa:
    Portão 1, Olympic Way (Caminho Olímpico)

    Mapa de como chegar à Arena (Foto: Divulgação)
    Mapa de como chegar à Arena (Foto: Divulgação)

    Estacionamento:
    O evento não disponibiliza estacionamento. Dê preferência ao transporte público. Os torcedores e profissionais de imprensa que optarem por ir de carro, poderão estacionar no Shopping Metropolitano Barra, localizado na Avenida Abelardo Bueno.

    Valores do estacionamento do Shopping Metropolitano:
    Até 2 horas: R$6
    De 2 horas até 5 horas: R$7
    A partir de 5 horas: Acréscimo de R$1 por hora/fração
    Motos (diária): R$5

    Itens proibidos e restritos dentro da Arena:
    “Paus de selfie”;
    Guarda-chuvas com borda pontiaguda;
    Instrumentos.

    Itens permitidos:
    Faixas e bandeiras sem hastes;
    Alimentos não-perecíveis lacrados para consumo pessoal;
    Guarda-chuvas de tamanho pequeno, sem indicação de marca e que não tenha borda pontiaguda também;
    Garrafas de plástico vazias e sem indicação de marca para reabastecimento com água.

    Para evitar estresse e maiores problemas, chegue cedo, torcedor!

    Leia mais: Pelo Jogo 2 da série, Flamengo e Bauru medem forças na Arena Carioca 2

  • Deu no que deu mais uma vez eleger o Técnico um Monarca do Fla (e agora, Abel?)

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    Não, Abel Braga, não!

    O zagueiro que deixou Rondinelli inaugurar a nossa Era de Ouro em 1978 e, cerca de 25 anos depois, feito técnico, escalou o Flamengo como um timeco em uma final de Copa do Brasil contra um timeco chamado Santo André, não poder ser a solução para esse destroçado time de 2016.

    Claro que o erro pretérito não é o que levo em conta contra a vinda de Abel Braga. Ele está decadente, seus últimos trabalhos foram péssimos, a ponto do último time dele lá no mundo árabe o desvinculasse do clube seis meses antes do contrato acabar sem importar-se em pagar o cara até o fim do compromisso. O importante era chutar Abel Braga da cidade, do país, do continente. E estamos falando de futebol árabe, a meca financeira para treinadores e jogadores ruins.

    Muricy se mostrou aquilo que eu falei antes de sua contratação: um técnico acabado. Era pra ter vindo o Edigardo Bauza mesmo!

    E agora a solução deveria ser a mesma apontada anteriormente, a saber: escolher entre uma infinidade de bons nomes estrangeiros. Pra não ser chamado de obtuso, adiciono três novas alternativas para a Diretoria com fobia do idioma espanhol: Fernando Diniz técnico revelação e alinhado com algo parecido com o “jeitão Flamengo de jogar”; Zé Ricardo, cara novo, antenado, estudioso, da casa e vencedor; e algum bom técnico português, escola que há anos vem revolucionando o mundo do esporte bretão.

    Entretanto, não podemos nos enganar. O problema do Flamengo não é treinador. Também é treinador. O que quero dizer é que o nível de relação profissional, organográfica e processual confiada aos técnicos é que deve mudar.

     

    Chega de SDF

    Ao técnico devem ser dadas todas as condições de trabalho e não uma função que se assemelhe a Presidente para quando este se ausenta nas horas complicadas. Racíocinio igual em relação ao VP, Diretor-Executivo e Gerente. Ao técnico escolhido não pode ser dada a incumbência de segurar a bronca dos outros.

    Em 2013 a aposta para a função criada pela diretoria de Bandeira de Mello – Salvador do Departamento de Futebol – foi Mano Menezes. Deu no que deu.

    Em 2014 não tiveram a coragem de tirar Jayme de Almeida.

    Em 2015 elegeram outro Salvador do Departamento de Futebol, Luxemburgo. Deu no que deu.

    Finalmente chega 2016 e o título de Salvador do Departamento de Futebol é concedido a Vossa Majestade Muricy Ramalho. Deu no que deu.

    Agora parece que o trono será estofado para Abel Braga.

    Se tem uma coisa que essa diretoria não aprende é que não basta fazer burrice uma vez.

    E antes fosse só burrice. A diretoria do Flamengo tem uma complacência com o fracasso.

    Abel Braga só pode dar certo porque o futebol é cercado de improváveis probabilidades: o sucesso que mascara administrações erráticas.

     

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  • Zaga do Flamengo: Em um país sério, o responsável seria preso

    crflamenguismo

    Com todo respeito ao equídeo, mas há um asno dentro do departamento de futebol do Flamengo.

    Quem é o responsável pela montagem do elenco? Mais especificamente, quem foi o responsável por chegarmos ao final de maio com essa situação pavorosa na zaga?

    A diretoria, em última análise, é a culpada, mas não dá para imaginar que tudo seria diferente sem Rodrigo Caetano e Muricy Ramalho, os profissionais, os técnicos da pasta.

    É tanta imbecilidade que deveria virar case de fracasso. Quando o Brasileiro começou, esse era o quadro da zaga rubro-negra:

    Wallace: 21 jogos;
    Juan: 19 jogos;
    César Martins: 6 jogos;
    Léo Duarte: 1 jogo;
    Rafael Dumas: 0 jogo.

    Não precisa ser um gênio – na verdade basta não ser uma toupeira – para lembrar que Juan tem 37 anos, César Martins – graças ao bom Deus – voltará ao Benfica em junho e Léo Duarte é uma promessa necessitando de minutos para ser testado e evoluir.

    Não tem que ser muito inteligente para entender que o Ferjão é uma competição insignificante e, já que sua disputa é compulsória, deveria ser utilizada como preparação para o verdadeiro início da temporada.

    Não falemos do Wallace, é até compreensível que sua saída tenha pego os parvos desprevenidos, mas é inaceitável chegar nessa altura do campeonato com um zagueiro veterano desgastado fisicamente (Juan), uma promessa sem experiência (Léo Duarte) e um jovem sem condições de ser profissional do clube (Dumas).

    Se lembrarmos ainda que o clube contratou o possante Antônio Carlos para treinar por quatro meses e depois ser repassado para Ponte… Olha, se investigarem bem, ou alguém sai preso, ou vai parar no zoológico.

  • Sem Cuéllar e com Vizeu, Fla tenta vitória contra Chapecoense

    Depois de perder para o Grêmio em Porto Alegre, o Flamengo volta a campo contra a Chapecoense nesta quarta-feira (25). Precisando vencer para não perder pontos no início da competição, o Mais Querido tem desfalques importantes e deve apostar nas voltas de Willian Arão, Marcelo Cirino e Felipe Vizeu. A partida será às 21h e terá tempo real no @Mundo Bola_CRF.

    Folga segunda e treino terça

    Após a derrota para o Grêmio no último domingo (22), a equipe teve folga na segunda-feira e voltou ao CT apenas na terça, fazendo trabalho durante a tarde antes de seguir para Volta Redonda. Jayme de Almeida, que fez mudanças grandes no jogo passado, deve alterar apenas o necessário nesta quarta-feira.

    Guerrero, Cuéllar e Muricy fora

    Muricy Ramalho ainda não foi liberado pelos médicos e ficará fora de outra partida. Com isso, Jayme de Almeida será o treinador e comanda a equipe no campo hoje. Outra ausência é Paolo Guerrero, que já está com a seleção peruana para a Copa América Centenário. Cuéllar, que sentiu o tornozelo contra o Grêmio, será baixa nesse confronto e dará ao técnico dor de cabeça com o meio-campo.

    O adversário

    A Chapecoense chega muito embalada ao duelo. Atual campeã do Campeonato Catarinense, a equipe não perdeu no Brasileirão e atualmente ocupa a vice-liderança da competição. Com três ex-jogadores rubro-negros, Marcelo, Cleber Santana e Arthur Maia, o time de Chapecó não deve ter grandes mudanças no time que venceu o América-MG no final de semana.

    Fala, Alan Patrick

    “Dá para tirar coisas boas, sim. Na primeira partida conseguimos a vitória e, na segunda, fizemos um bom jogo. Acho que um empate seria um resultado mais justo, pois o Flamengo foi bem. Amanhã será mais um confronto difícil e o Campeonato Brasileiro exige regularidade. Precisamos entrar focados e contamos com o apoio da torcida para conseguirmos essa vitória” – sobre as duas primeiras rodadas do Brasileirão.

    O jogador também falou sobre as alterações na escalação feitas pro Jayme:  “O Jayme fez as alterações para se adaptar ao jogo contra o Grêmio. Precisávamos nos proteger mais e ter mais segurança no meio de campo, principalmente jogando na casa deles. Mas o principal ponto é que estamos buscando equilíbrio em nosso jogo, tentando jogar mais próximos uns aos outros. O Jayme tem dado muito importância a esse aspecto“.

    FICHA TÉCNICA:

    Flamengo x Chapecoense – Campeonato Brasileiro – 3ª rodada

    Data: 25/05/2016

    Horário: 21h (de Brasília)

    Local: Arena do Grêmio

    Árbitro: Diego Almeida Real (RS/ASP-FIFA)

    Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS/ASP-FIFA) e Lucio Beiersdorf Flor (RS/CBF-1)

    Transmissão: Premiere FC

    PROVÁVEL ESCALAÇÃO: Paulo Victor; Rodinei, Léo Duarte, Juan e Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão, Everton e Alan Patrick; Marcelo Cirino e Felipe Vizeu. Técnico: Jayme de Almeida

  • Precisando vencer, Fla vai até Recife enfrentar o Sport pelo Brasileirão Sub-20

    Após perder para o Internacional, na Gávea, na estreia do Campeonato Brasileiro Sub-20, o Flamengo vai até Recife enfrentar o Sport, na Ilha do Retiro, nessa quarta-feira (25) às 17h. Em uma fase de classificação com quatro partidas, a derrota na primeira partida tem que ser revertida na partida seguinte e para isso o técnico Zé Ricardo deve mandar a campo a mesma equipe que perdeu para o Inter.

    O rubro-negro é líder da Taça Rio, segundo turno do estadual, com 21 pontos e chegou à sexta vitória consecutiva no último final de semana vencendo o Madureira por 3 a 0 em Conselheiro Galvão. Mesmo não contendo os mesmos onze titulares usados na competição nacional, o Mais Querido se baseia nessa ótima campanha para vencer o rubro-negro pernambucano fora de casa.

    Para essa partida Zé Ricardo precisa, acima de tudo, de uma boa atuação de Matheus Sávio. O camisa 10 da Gávea é o termômetro da equipe: quando ele vai bem, chamando a responsabilidade da partida, o time cresce junto, mas quando vai mal, os comandados de Zé normalmente caem de produção.

    Matheus Sávio é uma das grandes esperanças da base rubro-negra (Foto: Gilvan de Souza/ Fla Imagem)
    Matheus Sávio é uma das grandes esperanças da base rubro-negra (Foto: Gilvan de Souza/ Fla Imagem)

    Provável escalação do Flamengo:

    João Lopes, Thiago Ennes, Dener, Lincoln e Michael; Hugo Moura, Lucas Silva e Matheus Sávio; Patrick, Loran e Gabriel Ramos. Técnico: Zé Ricardo

    Ficha Técnica

    Sport x Flamengo – Campeonato Brasileiro Sub-20 – Segunda rodada

    Data: 25 de Maio de 2016

    Horário: 17h (Brasília)

    Estádio: Ilha do Retiro

    Árbitro: Luiz Cláudio Sobral – PE

  • Falta Profissionalismo ao Futebol

    Flamengo em Foco

    Cabe ao bom executivo se perguntar o que precisa ser feito para levar a sua organização a alcançar os objetivos traçados, identificando as ações mais urgentes e as priorizando, sempre pensando no que é melhor para a organização. Também é função deles traçar planos de ação, responsabilizar-se pelas decisões tomadas, aproveitar as oportunidades que surgem, contratar os melhores para os cargos, além de garantir as condições adequadas para que a produtividade da equipe seja maximizada.

    O que impede o Flamengo de ter sucesso no futebol?

    Os ciclos de fracasso são estáveis desde 2013. Um treinador sai em maio após fracasso em competições do 1° semestre e início ruim do Campeonato Brasileiro, depois assumem outros que ficam por cerca de 3 meses, com o último ganhando um fôlego por “salvar” o time do rebaixamento e ficando até o início do ano seguinte.

    Outros procedimentos que se repetem é o de contratações baratas que mal jogam, não rendem e depois são “desovadas” de graça ou quase isso, ou então as contratações de jogadores veteranos em fim de carreira que não performam e ganham fortunas e geralmente atuam como lideranças negativas. Também vemos o pouco espaço dado a jovens da base e o péssimo trabalho com quem tem alguma chance, permitindo que saiam por valores baixos ou sem custo.

    As exceções, que são as boas contratações, também encontram problemas que as impede de render e acabam saindo em baixa para fazer sucesso em outros times. Eduardo, que saiu para abrir espaço na folha salarial para Sheik, é talvez o melhor exemplo, tendo sido campeão e artilheiro em seu time atual.

    Por fim, temos o problema crítico da “falta de comando”, que talvez possa ser melhor definido como falta de interlocução da diretoria com os jogadores e atuação mais próxima a eles. Ou seja, falta um gerente que seja respeitado pelos jogadores e consiga passar para o grupo as demandas da diretoria.

    O próprio cargo de diretor de futebol é problemático, já que além de ter problemas nos nomes escolhidos, ainda tem seu trabalho completamente limitado pelos dirigentes amadores. É o conselho gestor que toma as decisões mais importantes do futebol como a escolha, contratação e demissão do treinador, dos jogadores chave, além de contratarem o diretor de futebol.

    Dentro de campo a lição parece ter sido aprendida

    Juan, Mancuello e Cuéllar possuem perfil de liderança positiva e com o tempo tendem a se tornar os líderes naturais do grupo de jogadores. Além disso, outras contratações como a de Guerrero, Ederson, Muralha e Arão mostram que houve foco em não trazer jogador que se abate facilmente em caso de derrota, evitando assim aquela postura passiva que vimos em 2015, quando o time era incapaz de buscar a virada no placar e a apatia era palpável.

    A contratação da Exos também foi um golaço. A maior prova disso é o baixo número de lesões desfalcando o time e a frequência com que Juan tem jogado e em alto nível; o próprio Gabriel tem atuado melhor que nas temporadas anteriores, geralmente entrando bem durante os jogos.

    Que tipo de treinador o Flamengo deveria procurar?

    O Flamengo teve um número enorme de treinadores nos últimos anos e cada um com um perfil diferente, formas distintas de trabalhar se sucederam, o que tornou todo o processo ainda pior.

    Outra característica é que um treinador assume quase que imediatamente após a saída do antecessor, revelando que buscas e negociações começaram bem antes. O perfil de treinador é variado, mas dá para separá-los em dois grupos:

    1. Treinadores de renome que já foram campeões há anos atrás e vem de recentes trabalhos ruins.
    2. Treinadores baratos que vem como aposta após “sucesso” em algum clube pequeno, que não tem nem metade da pressão que existe no Flamengo.

    Outra coisa em comum: todos são brasileiros. Mesmo vendo o número de treinadores sulamericanos que fazem sucesso lá fora, o grande número de argentinos treinando as seleções no ciclo da Copa do Mundo de 2014 e a consistência do futebol apresentado por times treinados por estrangeiros nos países vizinhos, essa direção não cogita a sério qualquer treinador de fora.

    O São Paulo, que talvez esteja na maior crise financeira e política de sua história, trouxe Osório e o trabalho foi tão consistente que jogadores desacreditados como Pato renderam e o time brigou em cima o campeonato inteiro, conquistando a vaga no G4 mesmo com salários atrasados, rachas no elenco e troca traumática de presidente. Sequer a saída do Osório para a seleção mexicana conseguiu tirar a consistência da equipe, apesar da queda natural pelas trocas de comando.

    A experiência foi tão boa que o São Paulo foi atrás de Bauza. O estilo é completamente oposto, Bauza gosta de times de defesa sólida e tem lutado para mudar o São Paulo e dar consistência, aos trancos foi se classificando na Libertadores, mas evoluções são visíveis. E tudo isso com os bastidores em crise e elenco mudando muito durante o ano.

    Ah! Mas Muricy é um treinador multi-campeão e se “reciclou” durante o “ano sabático”. De fato, Muricy ganhou muitos títulos, mas isso foi numa época em que o futebol ainda era muito físico e menos coletivo e, além disso, trabalhava com times altamente defensivos que jogavam por uma bola. Nesse “ano sabático” Muricy cuidou da saúde a maior parte do ano, seu “estágio” não passou de uma visita de cerca de 10 dias em que conheceu muito mais a estrutura administrativa e a base do Barcelona que o futebol e treinamento do time principal.

    Não era necessário mais que uma conversa para ver que Muricy não tem ideia do que seja um time ofensivo e que, em caso de o contratarem, seria para ver o Flamengo no Muricybol. Se ele é bom em um estilo, por que forçá-lo a adotar um estilo oposto? Que executivo contrataria para ser pizzaiolo de sua gigante pizzaria um renomado sushiman?

    Hoje temos uma oportunidade única: Sampaoli está no mercado, Bielsa também é uma possibilidade. Custam caro? Óbvio que sim, mas no futebol de hoje vale muito mais investir pesado num treinador que tira ao máximo dos seus jogadores e fazem um time sólido, que pagar meias fortunas (Muricy não ganha pouco, tão pouco Abel ganharia) em treinadores que não acompanharam as mudanças no futebol e ainda “montam” times baseados em individualidades.

    É o ideal que um estrangeiro assuma no meio do ano? Claro que não, mas é a realidade que se apresenta dada a decisão equivocada de contratar Muricy. Além disto, esses nomes citados teriam apoio da torcida que já está acostumada a ver o time brigar no meio da tabela e estariam muito mais tranquilas ao ver o time evoluir – mesmo que devagar – ao invés de ter um brilhareco que termina em crise e traz mais nomes.

    Novamente, estou falando de capacidade executiva: Identificar o problema, buscar uma solução definitiva e não um remendo e ir ao mercado para contratar o melhor profissional disponível dentro de um perfil pré-estabelecido.

    Cadê o plano de carreira?

    Um problema que sempre surge quando se fala de posições de comando é a questão da falta de identificação dos profissionais com o Flamengo. Desde 2013 a gestão Bandeira de Mello fala em plano de carreira e formar profissionais, dirigente e treinadores e até agora não agiu nesse sentido.

    Fora de campo identifica-se a necessidade de ter um gerente de futebol que faça a conexão dos jogadores com a diretoria de futebol, uma interlocução próxima a eles, com vivência no futebol e que entenda o que é o clube. O nome de Alessandro é bom, ex-jogador do Flamengo e que se aposentou recentemente após fim de carreira vitorioso no Corinthians, onde desde antes de se aposentar vinha se aproximando das funções de dirigente e onde passou a trabalhar após deixar os gramados. Obviamente a grande conexão com o Corinthians acende um alerta no torcedor, mas se olharmos para os ex-jogadores do Flamengo veremos alguém minimamente preparado?

    O fato é que o Flamengo lá em 2013 deveria ter começado a montar um programa de formação de dirigentes. Identificar entre os ex-jogadores quem teria perfil executivo e enviar para fazer cursos e estágios fora, depois dentro do clube. Seriam gerentes com possibilidade de virar diretores da base e do profissional, afinados com as diretrizes profissionais do Flamengo de hoje e com representatividade no grupo.

    Zé Ricardo teve destaque na base e foi promovido a treinador dos juniores (categoria sub-20), onde teve grande êxito em recuperar e preparar jovens para o profissional, além de ter ganhado a Copinha este ano. Para terem uma ideia, Ronaldo nem no meio campo jogava antes de Zé Ricardo ir para os juniores, Léo Duarte é outro que subiu muito de rendimento graças ao trabalho bem feito de Zé Ricardo. Mas que tipo de plano a diretoria tem para ele?

    Aos 45 anos e com uma trajetória sólida na base, já era para após a Copinha o Flamengo ter proposto a Zé Ricardo que fosse fazer o curso de formação de treinadores na Europa. Ao voltar, estagiaria um ano no profissional e então assumiria o posto de treinador, já com preparo teórico, prático e experiência. Enfim, supondo que o Flamengo contratasse Sampaoli até 2018 (2 anos), Zé Ricardo voltaria ao Flamengo em 2018 e estagiaria com ele já sendo preparado para assumir quando terminasse o contrato com o treinador.

    Programas de treinee são comuns em grandes empresas, assim como promover a contínua melhora de seus profissionais com cursos e um plano de carreira, o que estimula os profissionais em um ambiente meritocrático. Assim, novamente fica a pergunta: por que isso ainda não está sendo feito? Não há uma situação financeira confortável desde o ano passado?

    Conclusão

    É inegável o ótimo trabalho feito a nível macro, mas o grande problema é que o principal departamento do clube e o departamento mais importante de apoio a este não estão funcionando. O marketing está perdido, não consegue patrocínios e ainda vê o ST despencar todo mês, fora a queda de bilheteria. E o futebol é um fracasso desde que assumiram em 2013 (a Copa do Brasil foi um acaso e tudo que aconteceu depois é prova disto).

    Obviamente não é obrigatório que Bandeira de Mello seja profundo entendedor de futebol, mas dado que ninguém do conselho gestor se esforçou para estudar futebol e entende um mínimo razoável do assunto, o lógico seria que profissionalizassem completamente o departamento, contratando um diretor e deixando todas as decisões a cargo dele, sem interferência.

    Também é esperado que usasse seu know-how de executivo para adotar práticas de boa governança no futebol. O que vemos de fora é a falta de bons processos de avaliação do trabalho dos profissionais do topo à base, falta de planejamento, falta de planos de carreira, falhas graves na contratação de profissionais e outros erros que nada dependem de conhecer futebol e sim de deixar a vaidade de lado e superar o amadorismo para adotar práticas profissionais. Em minha opinião, passou da hora de Bandeira de Mello ser mais executivo que político, apenas isso.

    Saudações Rubro-Negras