Autor: diogo.almeida1979

  • Flamengo FA realiza o Training Camp e se prepara para a temporada

    No último final de semana (18/19), os atletas do Flamengo FA participaram de um treinamento um tanto quanto especial: o Training Camp. Você sabe o que significa esse termo?

    Na NFL, o training camp é um período antes da temporada regular em que a equipe se reúne em um local (geralmente fora do Estado) para dar início aos treinos, onde os times definem os jogadores que irão participar da próxima season.

    O training camp é bem democrático, há espaço para todos. Os jogadores recém-chegados têm a oportunidade de se adaptar aos sistemas de jogo do time e aos companheiros e, para os veteranos, o TC é perfeito para relembrar e aperfeiçoar técnicas e táticas.

     

    Foto: Jayson Braga
    Foto: Jayson Braga

     

    No TC do Flamengo FA, foram dois dias completos de treinos, separados em 4 sessões. O foco foi o playbook (conjunto de jogadas que uma equipe tem disponível para realizar durante toda a temporada). Esse tipo de treinamento consiste em praticar todas essas jogadas com diferentes tipos de formações de defesa e ataque, para testar todas as possibilidades e saber qual tipo de jogada funciona melhor em cada situação. Os treinos são filmados para análise posterior, onde a comissão técnica mostra aos jogadores quais foram seus erros e acertos em cada jogada. A parte física não é muito aprofundada, pois é um trabalho que precisa ser desenvolvido diariamente por cada jogador. Vale lembrar que, no Flamengo FA, um profissional de educação física desenvolve todo o treinamento dos jogadores, visando o melhor preparo.

    O final de semana foi muito produtivo para acertarmos detalhes e deixar a equipe pronta pro campeonato. O jogo treino com o Botafogo Reptiles foi muito bom para colocarmos em prática tudo que trabalhamos no fim de semana e o saldo foi muito positivo. Agora é seguir trabalhando forte pro jogo em Vila Velha”, disse o Head Coach, Otavio Roichman.

    O próximo confronto do rubro-negro é na estreia do Campeonato Brasileiro de Futebol Americano, contra o Vila Velha Tritões, no dia 10 de julho na casa do adversário.

  • Zé Ricardo elogia desempenho da equipe, mas esperava a vitória

    Na coletiva após o empate de 2×2 contra o São Paulo, o técnico interino do Flamengo declarou que o resultado poderia ter sido melhor, não só pelo pênalti perdido por Alan Patrick, mas pelas produções ofensiva e defensiva, que acredita terem sido regulares.

    Desde que assumi, foi o jogo em que mais produzimos. Jogando bem, a gente se aproxima da vitória. Vida que segue, o campeonato é longo, todos os jogos são difíceis. A gente tem que manter a tranquilidade em todos os momentos“. Alan Patrick é o principal cobrador de pênaltis do Fla, porém, Zé afirmou que Sheik e Rafael Vaz poderiam ocupar essa função. “Se ele (Alan) faz o pênalti, dou nota 11. Está com nota dez, sim. Depois que cheguei, foi o que mais cresceu. Está superconcentrado. Elevou o nível de concentração nos treinos. Perder pênalti acontece com quem está lá. Tem aproveitamento muito bom e aconteceu. Agora, é deixar para trás isso, já passou, e pensar no Santa Cruz.”

    Zé Ricardo também exaltou a desempenho dos jogadores, mostrando-se satisfeito com a atuação da equipe: “Estou feliz com o rendimento pois estão mostrando força de vontade e de superação, de não desistir do jogo em nenhum momento. Estivemos duas vezes atrás no placar e não desistimos de virar o placar“, disse.

    Sobre o retorno de Sheik, Zé declarou que conversou bastante com o jogador sobre a função tática que deve desempenhar: centralizado para reter a bola e fazer tabelas, apesar de também poder jogar pelos lados e pela frente. “São partidas em sequência e o Emerson se prontificou a jogar pela gente. Fez um bom papel“.

    O próximo confronto do rubro-negro é na próxima quarta-feira (22)  às 21h contra o Santa Cruz, em Recife.
  • Flamengo evolui, tropeça em vícios e fica no empate

    Análise

    Zé Ricardo tinha um grande desafio pela frente contra o São Paulo, o confronto direto podia garantir o time no G4. Repetindo a escalação do último jogo, chegou a estar com um jogador a mais por mais de 20 minutos e terminou apenas com o empate, ficando atrás do São Paulo na tabela.

    Com a volta de Sheik no banco, Zé Ricardo levou a campo o Flamengo com Alex – Rodinei, Réver, Vaz, Jorge – William Arão, Márcio Araújo – Cirino, Alan Patrick, Éverton – Felipe Vizeu.

    Evoluções perceptíveis

    Os jogadores estão melhor posicionados em campo, agora é possível ver nitidamente a organização tática e suas variações em campo. Também é possível notar compactação defensiva e alguma ofensiva. Com destaque para o espaço ocupado por Arão e por Rodinei, um pouco mais recuados e presos atrás, apesar de ainda terem problemas de movimentação a serem corrigidos.

    Os jogadores estão melhor entrosados dentro do padrão de jogo do Zé Ricardo e conseguem desenvolver melhor suas características e individualidades, principalmente quando há espaço como hoje. O São Paulo tinha uma formação ofensiva que não procurava marcar a saída de bola e por vezes deixava a zaga exposta pelo posicionamento adiantado de alguns jogadores de meio.

    Como sempre acontece, Arão e Alan Patrick acabam sobressaindo quando há espaço pela qualidade com que conduzem a bola. Cirino e Éverton apareceram bem nos contra-ataques graças a sua força e velocidade, chegando rapidamente ao último terço do campo. E os jogadores perderam um pouco o medo de chutar, porém ainda o fazem exageradamente de fora da área.

    Vícios que atrapalham

    O Chile não goleou o México por acaso. Quem viu o jogo observou que os 2 volantes saíam rapidamente com a bola, seja com passes agudos ou com lançamentos precisos. O São Paulo dava espaço para o meio do Flamengo fazer tal transição veloz, mas enquanto a seleção chilena tem Díaz, o rubro-negro tem Márcio Araújo.

    A lentidão imutável da saída de bola é um problema que prejudicou muito o time no 1° tempo. No início do jogo o São Paulo pressionou e teve domínio do jogo por sufocar a saída de bola ineficiente do time, depois passaram a marcar apenas em seu campo, dando mais espaço para o Flamengo, que não aproveitava.

    Márcio Araújo segue se escondendo na marcação e quando recebe a bola procura tocar para um dos zagueiros, nunca faz um passe agudo e muito menos dá velocidade ao jogo. Cúmplice desse aprisionamento da bola é Arão, que deveria auxiliar a transição e se coloca mais adiantado, na linha do Alan Patrick, o que é errado, ainda que seja melhor do que se posicionar como atacante como na época do Muricy.

    O efeito colateral da ineficiência dos volantes em sua função fundamental é a armação ser feita pelos zagueiros, que frequentemente subiam para o ataque para distribuir passes, o que deixa a defesa exposta a contra-ataques, como o que gerou o primeiro gol.

    Quando Ganso faz um lançamento espetacular para Calleri, posicionado no círculo central, Márcio Araújo era o último homem e, ao invés de olhar a bola para se posicionar, olha apenas o adversário e se move na direção dele para intercepta-lo. Calleri e Márcio Araújo se chocam e o jogador tricolor leva a melhor, partindo em velocidade até Muralha, tirando do goleiro e saindo para comemorar. Jorge foi o único a acelerar para tentar alcançar o atacante, os demais “corriam” olhando o árbitro e pedindo a marcação de impedimento ou falta.

    Mobilidade ZERO

    E quando por graça divina a bola conseguia alcançar o meio-campo do Flamengo a coisa não melhorava muito. No jogo contra o México, era comum ver os chilenos se movendo o tempo todo. Quando um recebia a bola, via o companheiro passando para receber, tocava e continuava o movimento para dar opção para receber de volta ou indo para a área finalizar. No Flamengo, só Jorge fez jogadas de ultrapassagem como a que gerou o gol de empate.

    Jorge roubou a bola na intermediária do Flamengo e passou para Arão, centralizado, que viu Jorge disparar para receber e devolveu a bola. Jorge avançou pelo corredor e fez excelente passe para Éverton, que dentro da área chutou para a defesa do goleiro, que rebateu em cima de Rodrigo Caio e entrou.

    Jorge ainda fez outras jogadas do tipo, algumas percebidas por Éverton e Alan Patrick, gerando bons ataques. Mas no restante do campo a imobilidade era a regra, os jogadores passavam a bola como quem diz: Se Vira! Não importa se o companheiro estava marcado por um, cercado por três, eles apenas ficavam esperando a meia distância que na individualidade o companheiro resolvesse e isso permitia ao São Paulo recuperar a bola em sua intermediária ou gerava chutes bizarros de longe e passes de qualquer jeito para quem estava na área tentar finalizar.

    Num desses lances, Arão apertado pela marcação, sem ninguém se apresentando para receber, errou o passe. Ganso recebeu dando um drible humilhante em Márcio Araújo, abriu o jogo para o companheiro que construiu a jogada pela esquerda com a defesa aberta, voltando em velocidade. No cruzamento, Réver e Muralha falharam e Calleri subiu para colocar o São Paulo a frente no placar pela 2ª vez.

    Alan Patrick não cria, se coloca como distribuidor

    Muitos devem ter terminado o jogo elogiando a atuação de Alan Patrick, vários inclusive com elogios entusiasmados o chamando até de gênio, mas a verdade é que Alan Patrick anda devendo e muito no que deveria fazer por função como único armador do time.

    Por mais que Cirino e Éverton ou seus substitutos estivessem na mesma linha que Alan Patrick, a função deles é de acelerar pelos lados ou ajudar numa tabela pelo meio, entrando em diagonal na área para finalizar ou indo ao fundo cruzar. Não se espera genialidade deles, apenas visão de jogo e qualidade no cruzamento e na finalização.

    Mas Alan Patrick, como o cérebro do time, não pode ser um simples distribuidor de bolas na zona intermediária. Ele recebe e toca lateralmente ou conduz em diagonal para da entrada da área cruzar, no máximo tenta um chute de fora quando tem a frente aberta, o que algumas vezes lhe rende bons lances e até um ou outro gol. Fora isso, suas assistências se resumem a uma bola parada muito bem ensaiada.

    O gol de empate surge numa cobrança de falta em que Alan Patrick levanta a bola na área e Arão desvia no primeiro pau, sem chance para Denis. Jogada tipicamente ensaiada, assim como vários escanteios que levaram perigo, o que é ótimo, mas não pode ser a principal arma do time.

    Para coroar com chave de ouro a atuação hoje, nos acréscimos, Alan Patrick ainda perdeu o pênalti que daria a vitória ao Flamengo e dois minutos depois deu uma entrevista vergonhosa, onde se mostrou indiferente ao resultado e sequer se dignou a pedir desculpas pelo pênalti perdido.

    Pontas ineficientes

    Qualquer um ao ver Éverton e Cirino na escalação inicial torce o nariz e sabe que terá motivo para se aborrecer. Os dois jogadores não possuem visão de jogo e sempre optam pela jogada errada, quando chutam de longe isolam, cruzam mal e nunca se posicionam bem na área para ajudar Vizeu ou explorar o espaço aberto por ele ao deslocar os marcadores.

    Para piorar, Fernandinho e Cirino tem péssimo hábito de tentar cavar faltas. Qualquer lance procuram o drible em cima do adversário e já deixam o corpo para o toque, dobrando o joelho antecipadamente para exagerar na atuação. O excesso de cavadas tende a fazer os árbitros não marcarem nem as faltas que realmente acontecem, a menos que sejam muito acintosas.

    Tão pouco adianta trocar Éverton por Fernandinho ou Cirino por Gabriel como Zé Ricardo fez ao estar com um jogador a mais em campo. A saída de Vizeu para a entrada de Sheik só piora, pois escancara a falta de leitura do treinador, que não consegue perceber que o meio não cria chances para que o atacante tenha a oportunidade de finalizar.

    Com o esquema definido como 4-2-3-1, transitando para o 4-1-4-1 defensivamente, urge a necessidade de se usar meias na linha de Alan Patrick e não pontas brucutus para jogar no corpo do adversário. Com jogadores capazes de ajudar na armação, dando verticalidade ao time, melhorando a qualidade do último passe e aumentando a velocidade de jogo (que nada tem a ver com a velocidade dos jogadores e sim da bola), veríamos Alan Patrick subir de rendimento e o ataque do Flamengo ser mais mortal, não ficar só cercando e finalizando mal.

    Como opção na direita, lugar ocupado por Cirino, Zé Ricardo poderia usar Arão que tem se destacado ofensivamente e tem velocidade e pegada para acompanhar lateral e ajuda a recuperar a bola ainda no ataque, ou ser mais conservador e usar Ederson na meia direita. No lugar de Éverton, a opção varia de acordo com a escolha da direita: caso Arão seja adiantado, Mancuello pode atuar como 2° volante e Ederson aberto; caso Arão permaneça como 2° volante, a melhor opção é Mancuello na meia esquerda. E como 1° volante Cuéllar não pode ser banco para Márcio Araújo.

    Saudações Rubro-Negras

  • A Nona Sinfonia Rubro-Negra

     

    A Nona Sinfonia de Beethoven foi o pesadelo de todos os compositores que vieram depois de Beethoven. Eles a tomaram como um ideal a ser alcançado. Depois perceberam que era uma tarefa impossível.

    Claude Debussy

     

    Pertenço a uma geração que viu o Flamengo da década de 80 jogar e ganhar campeonatos regionais, nacionais e internacionais em sequência. Ao ler o que Claude Debussy falou, finalmente consegui entender o grande erro que nossa torcida comete (eu inclusive). Nós sonhamos com aquele Flamengo, e ainda não aceitamos que ele acabou, e não se repetirá.

    O Flamengo poderá retomar todos os ensinamentos daquela época, mas, por mais que voltemos a sermos vencedores, e eu acredito que isso esteja muito próximo, não será uma reprodução mecânica do que já passou. Os tempos são outros, o futebol é outro, a tecnologia em sua plenitude é outra.

    O presente ano nos municia de todos os erros possíveis que não podemos incorrer. A falta de planejamento diante das contingências está tornando a temporada mais difícil. A falta do Maracanã, o elenco desequilibrado, a morosidade nas definições em relação à Comissão Técnica…

    Mas continuo acreditando que a temporada de 2017 será mais consistente. Já poderia ser em 2016, todavia, o fato de não termos o nosso décimo segundo jogador é o maior desfalque do Flamengo na temporada. Jogar em Brasília tem se demonstrado uma neutralidade preocupante.

    Charanga
    Charanga – Fonte FLAPEDIA

    A Magnética sempre fez a diferença. Há grandes exemplos recentes: 2005, 2007 e em 2009. Quando a Torcida acredita, ela abraça a equipe, e é capaz de levar o time no colo para chegar no improvável. Cabe ao grupo de jogadores corresponderem em campo. E falando em corresponder em campo, o que aconteceu no jogo de hoje?

    Flamengo 2×2 São Paulo
    A postura do time possui duas explicações. A primeira é a proposta de jogo treinada por Zé Ricardo. A segunda, o comprometimento da equipe. Não obstante os erros de escalação e em algumas substituições, o Flamengo foi superior ao adversário. Porém, mais uma vez erros individuais atrapalharam o resultado.

    No primeiro gol do São Paulo a equipe cometeu um equívoco juvenil. Afinal, nem na pelada que eu jogo meu time sobe todo ao ataque deixando um atacante no mano a mano. A lógica nos sugere pelo menos um na sobra. Foi falta? Talvez. Mas o árbitro não marcou. E fiquei pensando no forte do Paulo Vitor, que é a bola cara a cara. Quem dera que pudéssemos trocar os jogadores como no futsal…haha!

    No segundo gol, falha do nosso zagueiro Réver, que hoje não repetiu a atuação de quarta contra o Cruzeiro. Réver marcou a bola e deixou o atacante dos “bambis” livre para cabecear. E, para que fique bem claro, Muralha não teve culpa em nenhum dos gols, mas também não foi muito exigido.

    Embora nenhum jogador tenha jogado mal, levando-se em conta que Gabriel entrou e não jogou nada, Jorge, Arão e, em especial, Alan Patrick, nos proporcionaram técnica e aplicação refinada. Alan mais uma vez fez uma partida com muita qualidade, que poderia ter sido coroada com o gol de pênalti. Me nego a crucificar a atuação do Alan pela penalidade perdida.

    Para concluir, eu quero abordar algo para refletirmos. Uma parte dos erros em escalações e substituições do Zé Ricardo poderia ser evitada se a diretoria não tivesse cometido alguns erros no fim de ano. Por exemplo, as renovações de Sheik e Márcio Araújo foram equivocadas. No momento, esses jogadores nada, ou pouco acrescentam em termos de alternativas de jogo. Fernandinho então, dinheiro jogado fora, em minha opinião.

    Conforme já escrevi, Zé Ricardo é uma opção melhor do que o “mais do mesmo”. A essa altura da temporada arrumar um Ney Franco para solução seria reproduzir as besteiras de anos anteriores. E agora, onde o time demonstra clara evolução, não efetivar o treinador e procurar os mesmos de sempre seria miopia.
    Tendências: Flamengo – G6; São Paulo –Vai depender de sua permanência na Copa Libertadores.

    A rodada foi muito boa para nós, como poderemos conferir abaixo:

    Palmeiras 3×1 Santa Cruz – Vitória justa do Palmeiras. A diferença de elenco se confirmou Tendências: Palmeiras – G4, e luta pelo título; Santa Cruz – só despenca.

    Atlético/PR 1×0 Santos – O Furacão, mesmo sem um grande elenco, possui alguns jogadores bem aplicados, que se aproveitaram o péssimo segundo tempo da equipe santista. Tendências: Meio de tabela para ambos?

    América 2×1 Coritiba – Não vi o jogo, mas os comentários é que foi uma partida sofrível, diante do pior público do campeonato. O Coxa tem que abrir o olho Tendências: Ambos lutam para se manter na primeira divisão.

    Vitória 1×2 Chapecoense– A equipe Baiana é muito limitada e sucumbiu diante da carne de pescoço catarinense, que possui um ataque com 16 gols na competição. Tendência: Vitória – Z4 e Chapecoense – Primeira página da tabela.

    Atlético/MG 3×0 Ponte Preta – O Galo teve sua vida facilitada pelos erros da equipe de Campinas. O primeiro gol foi um frango épico. Enfim uma boa vitória de um time mineiro. Tendências: Atlético/MG – G8; Ponte Preta – Meio-baixo da tabela.

    Corinthians 3×1 Botafogo – O Timão se aproveitou da fraqueza do banco de reservas do adversário. O Botafogo deu pressão apenas no primeiro tempo, e não suportou a pressão corintiana no segundo. O Itaquerão é a comprovação de que um estádio cheio com o torcedor apoiando o tempo todo faz diferença. Tendências: Corinthians – Vai depender do impacto da saída de Tite. Cristóvão é um treinador mediano; Botafogo – Possui um elenco fraco para encarar o campeonato, isso, aliado ao fato de ter pouca torcida, pode levar o Foguinho de volta as profundezas.

    Figueirense 3×2 Internacional – Zebra. Mas a equipe alvinegra vem se superando em casa. O Inter se arrancasse pelo menos um empate, teria ficado na liderança do campeonato. Tendências: Figueirense – Parte de baixo na tabela; Internacional – G5.

    Sport 2×1 Fluminense – A equipe de recife conseguiu um resultado muito bom, diante de um Flu que apostava nos três pontos. A saída do Fred trouxe problemas na forma de jogar da equipe. Levir vai ter que se virar para reacertar seu time Tendências: Sport – Meio-baixo da tabela; Fluminense – Primeira página da tabela.

    Grêmio 2×0 Cruzeiro – O Grêmio aproveitou o péssimo momento da equipe celeste e garantiu a permanência na terceira posição da tabela. Resultado justo. Cruzeiro Fez uma partida para esquecer, com o invejoso do Arrascaeta perdendo pênalti. Tendências: O Grêmio luta pelo título, mas o Cruzeiro só tem uma coisa a pensar no momento, que é sair da zona de rebaixamento.

    A rodada nos serviu para comprovar que o Flamengo está longe de ser a pior equipe do campeonato e que, se o time se aplicar, ele é capaz de jogar sem receio contra qualquer outro brasileiro. Pelo contrário, essa camisa ainda impõe muito respeito aos adversários.

    Para quem gosta de coincidências, a posição na tabela é a mesma que em 2009, na rodada de número nove. Confira a classificação atualizada:

    Tabela - A - 9 16h
    Fonte: Departamento de Matemática da UFMG

    Cordiais Saudações Rubro-Negras!

  • Atuações: Jorge joga bem, Arão marca e Alan Patrick desperdiça pênalti

    novaquebraatuações


    Pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, o Flamengo foi à Brasília enfrentar o São Paulo em jogo que poderia ter colocado o Rubro-Negro novamente no G4. Numa partida muito movimentada e com superioridade do Mengão em domínio de seu adversário, o empate em 2-2 não foi um resultado dos melhores, já que a vitória esteve próxima, mas Alan Patrick desperdiçou um pênalti nos instantes finais do jogo. Veja as notas das atuações dos jogadores a seguir.

    Muralha – Boa partida, mas abaixo das últimas que fez pelo Flamengo. Com reflexo em dias e boa colocação nas jogadas, Alex passa muita confiança ao torcedor e ao time, porém saiu de forma equivocada no segundo gol do adversário. Embora a leve falha tenha resultado em gol, não apaga o mérito do arqueiro no momento na equipe. NOTA 6,5

    Rodinei – Sempre com muita dedicação, o lateral buscou ao máximo apoiar o time pelo seu lado do campo. Mas seus cruzamentos seguem sem surtir o efeito esperado. Defensivamente já consegue ser mais eficaz e passa confiança para o time com firmeza no combate às tentativas do adversário. NOTA 6,5

    Réver – Partida razoável do camisa 15. Após uma estreia muito boa contra o Cruzeiro na última quarta, o defensor do Rubro-Negro não repetiu no jogo contra o São Paulo. Além de muito bem marcado nas bolas aéreas, Réver não cortou um cruzamento que Calleri aproveitou sozinho. Em determinados momentos precisou fazer antecipações no meio campo pela falta de proteção adequada ao seu setor. NOTA 6

    Rafael Vaz – Jogou com confiança e buscou contribuir com o time no ataque com finalizações de longa distância, porém sem levar perigo ao gol adversário. Sua consistência tem ajudado o time a tomar poucos gols. Com o a volta de Juan às condições de jogo, provavelmente sairá do time, mas está dando muita segurança ao setor defensivo ao lado de Jorge. NOTA 6,5

    Jorge – Grande partida do jovem camisa 6 do Mengão. Foi perigoso ofensivamente com chegadas de qualidade pelo seu setor do campo e um passe sensacional para Everton no lance que o Flamengo empatou a partida no primeiro tempo. Defensivamente segue consistente e não teve culpa no segundo gol do adversário, que saiu pelo seu lado de atuação. Entrar na lista olímpica parece ter motivado muito o jovem lateral. Que siga nesse ritmo apresentado hoje. NOTA 7

    Márcio Araújo – Pareceu um pouco mais a vontade e até arriscou chutes de longa distância e levou perigo ao gol de Dênis num deles. Porém não foi suficiente para dizermos que ele melhorou. Na distribuição pelo meio segue fazendo o básico, destoando do restante da equipe que está cada vez mais buscando jogar em nível superior aos de seus adversários. NOTA 5,5

    Arão – Melhor jogador do Flamengo em campo. O Capitão do time foi importante na defesa e decisivo no ataque. Vem a cada jogo se mostrando mais líder em campo e veste de fato a camisa da disposição. Ainda sofre pela falta de um companheiro no setor com mais qualidade e as vezes parece inseguro em arriscar um pouco mais na frente. Mais uma vez mostrou que tem estrela e deixou o seu gol, melhorando ainda mais a sua grande partida. NOTA 8

    Alan Patrick – Faz a distribuição de jogo muito bem, mas peca quando precisa ser vertical nos passes. Além de insistir em prender a bola quando tem a chance de acelerar o passe. Nessa partida, perdeu o pênalti, sofrido por Emerson Sheik, que fatalmente daria a vitória ao Flamengo e desperdiçou todo esforço feito pelo time para buscar a virada. NOTA 6,5

    Cirino – Boa partida do camisa, fez jogadas muito interessantes pela direita, se esforçou bastante na marcação ao lado de Rodinei e finalizou de forma perigosa. Cansado, deu lugar a Gabriel, mas mostrou que pode buscar seu melhor futebol e contribuir com o time. NOTA 7

    Everton – Hoje destoou de suas últimas atuações. Contra uma defesa forte e alta, porém lenta, o camisa 22 buscou jogadas pela esquerda, tabelas no meio, fez a diagonal e numa tabela com Jorge, cruzou para o meio e o São Paulo fez contra o gol de empate do Fla. Com bons meias, ele pode render para o time por aquele lado, mas não pode ser responsável pela criação de jogadas, haja visto sua inconstância técnica entre um jogo e outro. NOTA 7

    Vizeu – Mais uma vez uma partida dentro do que pode oferecer. Com o time ainda trabalhando pouco as bolas em profundidade, ele precisou se deslocar bastante para buscar a jogada fora da área e fez pivôs com certa qualidade. NOTA 6,5

    Emerson – Substituiu Vizeu e buscou jogadas pelos dois lados, além de se posicionar bem dentro da área. Sofreu o pênalti que daria os três pontos para o time. NOTA 6,5

    Gabriel – Entrou na vaga de Cirino e quase nada produziu. Com o São Paulo jogando bastante recuado, ficou sem espaço e perdeu quase todas as jogadas que tentou. Em um jogo onde não há espaços para jogadores de velocidade, fica ainda mais difícil para sua limitada habilidade técnica. NOTA 5

    Fernandinho – Entrou e conseguiu se movimentar muito bem pela esquerda, mas com pouca qualidade técnica não criou lances de perigo real. NOTA 5,5

  • Alan Patrick lamenta pênalti perdido e empate: “merecíamos a vitória”

    Após o empate contra o São Paulo na tarde deste domingo (19), Alan Patrick falou com os jornalistas na saída do campo. Perdendo um pênalti no último lance da partida, o jogador lamentou a cobrança e o resultado, destacando que a postura rubro-negra em campo melhorou bastante.

    Mesmo jogando melhor, o Flamengo acabou não conseguindo levar a vitória contra o São Paulo. No lance final do jogo, o rubro-negro teve um pênalti quando Emerson Sheik sofreu falta de Maicon, entretanto Alan Patrick acabou chutando direto para fora, mantendo o empate no placar. O jogador lamentou o resultado: “Tive a oportunidade, poderíamos ter saído com os três pontos, mas, infelizmente não deu. Tentei caprichar e tirei muito. Errei, faz parte. Bati da forma que treino. Temos de continuar trabalhando, vou seguir treinando as penalidades para fazer gol numa próxima oportunidade. Estava confiante, peguei para bater, mas infelizmente não consegui concretizar em gol“.

    O jogador também elogiou a postura de seus companheiros. “Merecíamos a vitória, a dedicação foi monstruosa, mas importante é que pontuamos e vamos continuar trabalhando para que a nossa equipe volte a jogar bem. O time jogou muito bem, criamos várias oportunidades. Acho que, se conseguíssemos a vitória num jogo dessa grandeza, ganharíamos uma moral enorme. Mas não dá tempo para lamentar, temos um novo jogo em três dias e uma nova oportunidade para tentar pontuar“, completou Alan Patrick.

    A próxima partida do Flamengo pelo Campeonato Brasileiro será na quarta-feira (22), às 21h, contra o Santa Cruz no Arruda.

  • Flamengo perde pênalti no último minuto e vitória escapa

    Após quebrar um tabu de mais de 10 anos e vencer o Cruzeiro dentro do Mineirão, o Flamengo voltou a campo na tarde deste domingo (19) pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro. O adversário da vez foi o São Paulo e a partida, com mando rubro-negro, ocorreu no Mané Garrincha.

    Os adversários começaram a partida com o mesmo número de pontos na tabela, mas o Flamengo ficava atrás na classificação por ter pior saldo de gols. A vitória no Mané Garrincha era essencial para as equipes, já que o vencedor poderia retornar ao G4.

    Com o resultado, o Flamengo foi a 14 pontos e ficou em 6º na tabela, uma posição atrás do adversário da tarde deste domingo (19). O rubro-negro volta a campo na próxima quarta (22), contra o Santa Cruz. A partida tem mando do adversário e será realizada no Estádio do Arruda às 21h.

     

    Equilíbrio e gol-contra marcam o primeiro tempo

    O jogo começou com as equipes jogando mais no meio campo e indo ao ataque em poucas vezes. Com 11 minutos de jogo, a defesa do Flamengo bobeou no meio de campo e Calleri carregou a bola do meio campo a linha da grande área, quando tocou na saída de Muralha e fez 1×0 para o São Paulo no placar.

    O Flamengo continuou tentando chegar ao ataque e aos 20 minutos chegou ao empate no Mané Garrincha. Após passe de Jorge, Everton fez cruzamento na área e o goleiro Denis defendeu. No rebote, a bola bateu no zagueiro Rodrigo Caio, que acabou marcando contra e deixando o placar 1×1 em Brasília.

    As equipes continuaram tentando chegar ao ataque, mas foi o Flamengo que teve as melhores oportunidades no jogo. Everton caiu na área e reclamou de pênalti, mas o juiz mandou seguir o lance. Aos 30 minutos Alan Patrick chutou forte em direção ao gol e Denis fez uma bela defesa, evitando a virada rubro-negra no Mané Garrincha. O goleiro do São Paulo voltou a se destacar em uma chegada de Felipe Vizeu ao ataque, que acabou pegando mal na bola e facilitando a defesa do goleiro tricolor, decretando o placar de 1×1 para a primeira etapa.

     

    Com 1 a mais, Flamengo perde pênalti e deixa vitória escapar

    As equipes voltaram sem alterações para o segundo tempo. A primeira chance da etapa final foi do São Paulo, assim como o primeiro gol do segundo tempo. Em dia inspirado, Calleri voltou a marcar após receber cruzamento na cabeça de Kelvin, deixando o São Paulo de novo à frente no placar.

    A exemplo do que ocorreu na primeira etapa, o Flamengo correu atrás do prejuízo para não ficar atrás do placar. Com Arão, a equipe rubro-negra chegou bem com um chute forte na linha da grande área, que acabou parando em mais uma defesa de Denis. Poucos minutos após o chute, Arão conseguiu deixar tudo igual no Mané Garrincha. Aos 13 minutos da segunda etapa, Alan Patrick cobrou falta na cabeça do camisa 5, que subiu mais alto que a defesa do São Paulo e mandou a bola pro fundo das redes, deixando o placar novamente empatado em Brasília.

    Aos 23 minutos, um lance que poderia ter mudado a história do jogo, se não fosse o goleiro Denis. Calleri, autor dos dois gols do São Paulo na partida, foi expulso de campo após tomar o segundo cartão amarelo. O Flamengo conseguiu chegar mais vezes ao ataque e quase virou a partida aos 33 minutos com Fernandinho. Em cobrança de escanteio de Alan Patrick, o meia chutou e acertou a trave do goleiro Denis.

    O goleiro do São Paulo mostrou que estava em dia inspirado e fez nova defesa difícil na partida. Alan Patrick chutou forte em direção ao gol e novamente o goleiro fez bela defesa, evitando o terceiro gol rubro-negro. O camisa 19 acabou como protagonista da partida, mas de forma negativa. Já nos acréscimos, Emerson Sheik foi derrubado dentro da área e Alan Patrick foi o responsável pela cobrança. Ao tentar tirar do goleiro, o meia acabou jogando a bola pra fora e mantendo o placar de 2×2 no Mané Garrincha.

     

     

    Ficha Técnica

    Flamengo x São Paulo

    Local: Mané Garrincha, Brasília

    Flamengo: Muralha; Rodinei, Rever, Rafael Vaz e Jorge; Marcio Araujo, Arão, Alan Patrick e Everton (Fernandinho); Cirino (Gabriel) e Vizeu (Emerson Sheik). Técnico: Zé Ricardo.

    São Paulo: Denis; Bruno, Maicon, Rodrigo Caio e Matheus Reis; João Schmidt, Artur, Ganso (Ytalo) e Michel Bastos; Kelvin (Caramelo) e Calleri. Técnico: Edgardo Bauza.

    Gols: Flamengo – Rodrigo Caio (contra) – 22′ (1ºT), Arão – 13′ (2ºT) / São Paulo – Calleri – 11′ (1º T) e 6′ (2ºT)

    Cartões amarelo: Flamengo – Marcelo Cirino / São Paulo – Kelvin, Caramelo

    Cartões vermelho: Calleri

    Público: Pagante – 27.233 / Presente – 27.233

    Renda: R$ 1.493.145,00

     

     

     

  • Empresa apresenta projeto de construção de estádio do Flamengo em Guaratiba

    Um vídeo que está sendo compartilhado na internet movimentou novamente um dos assuntos que mais despertam interesse na torcida do Flamengo. Nele (veja abaixo) podemos ver a apresentação da empresa Castro Mello, uma das pioneiras em arquitetura esportiva do Brasil, com destaque para o projeto do Estádio Nacional de Brasília, o Mané Garrincha.

    Sem muitos detalhes na curta filmagem, um dos prováveis sócios da Castro Mello mostra slides e tece comentários informais sobre o estádio. Em dado momento até revela que falou com um assessor do prefeito e que este aprovara a construção “exigindo apenas a construção de uma escola”.

    Em um slide mostra é apresentado um complexo comercial anexo ao esportivo. A construção se daria em terreno localizado no entorno do bairro de Guaratiba, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Em um momento é citado que o investidor pode ter retorno através de shows, cuja capacidade chegaria a 65 mil pessoas, o que dá certa ideia de público para as partidas de futebol.

    Em outra passagem o interlocutor afirma que “Por enquanto, toda a bilheteria dos jogos é do Clube e uma participação em tudo do complexo esportivo“, sinalizando para um perfil poliesportivo do projeto. Também é citado uma previsão com bilheteria de 100 milhões ao ano e que a cada 5 anos o Flamengo deveria adquirir uma propriedade do projeto (como camarotes e bares, por exemplo), ou seja, uma compra parcelada, até que no trigésimo ano o Clube seria dono 100%, acrescentando cerca de 1 bilhão de reais ao seu patrimônio.

    O Mundo Bola apurou que a empresa já apresentou o projeto para a diretoria, que avalia viabilidade. Os dirigentes também não gostam da ideia de ver o time em um local tão distante e segue tentando maneiras de viabilizar a participação na administração do Maracanã e a aprovação de uma arena na Gávea para jogos de médio ou pequeno porte.

     

    Veja o vídeo:

    https://www.youtube.com/watch?v=SZzF6msjVK0

  • Boletim da Base: Sub-15 e 17 conhecem seus adversários nas semi da Taça GB, Sub-20 empata

     

    Base

    O sábado (18/06) foi de muita bola rolando na Gávea. Quem compareceu à sede do clube, pôde acompanhar os jogos envolvendo as categorias de Base do Flamengo na reta final de turno do Campeonato Carioca. O time juniores, o primeiro a entrar em campo, empatou em 2 a 2 com o Volta Redonda. As equipes Sub-15 e Sub-17 fecharam a fase classificatória com o clássico diante do Botafogo. Já classificado, o juvenil ficou no 1 a 1 com o Alvinegro. Com gol de Lázaro, o infantil bateu o time de General Severiano. Sub-17 e Sub-15 classificaram-se para as semifinais da Taça Guanabara. Confira como foi o sabadão de futebol na Gávea!

    Sub-20

    Com a eliminação ainda na primeira fase do Campeonato Brasileiro, o Flamengo volta as atenções para a disputa da Taça Rio. Pela 12ª rodada, o Sub-20 do Mengo recebeu o Volta Redonda na Gávea e empatou em 2 a 2 com a equipe da Cidade do Aço. O Voltaço saiu na frente na primeira etapa, mas o Fla empatou com Lucas Silva – artilheiro do time no Carioca com  13 gols -. Novamente o Volta Redonda ficou na frente do placar, porém, Daniel dos Anjos, aos 26′ da etapa complementar, deixou tudo igual. Com o empate, o Fla perdeu a primeira colocação para o Botafogo que goleou o Bonsucesso por 7 a 0. O próximo desafio do juniores será contra o América, no estádio Giulitte Coutinho, no sábado (25/06), às 15 horas.

    Sub-17

    Matheus Thuler Gilvan de Souza
    Thuler reúne todos os atributos de um bom capitão. Foto: Gilvan de Souza

    Já classificado para as semifinais da Taça Guanabara, o Sub-17 empatou em 1 a 1 com o Botafogo. O capitão Matheus Thuler abriu o marcador  para o Fla. Num rápido contra-ataque, Rhuan empatou a partida para o Alvinegro, e esse foi o placar no tempo normal. Na disputa pelo ponto extra, o Bota se saiu melhor, 5×3 nos pênaltis.

    O Flamengo terminou a fase classificatória da Taça GB invicto, na primeira colocação (33 pts) e com 84,6% de aproveitamento. Na semifinal o adversário será o Fluminense, quarto colocado. O Fla x Flu será disputado na Gávea, na quarta-feira (22/06). O horário da partida ainda não foi definido pela FFERJ. 

     

    Sub-15

    Último a entrar em campo, o time infantil do Fla também confirmou presença nas semifinais da Taça Guanabara. O Sub-15 derrotou o Botafogo por 1 a 0. O gol da partida foi marcado por Lázaro. O jogador saiu do banco de reservas e garantiu o triunfo do Mengão. O time comandado por Dudu Patetuci encerrou a fase classificatória como líder, com 31 pontos, tendo 79,5% de aproveitamento. O Nova Iguaçu será o adversário na semifinal. A partida será realizada na Gávea, na próxima quarta-feira (22/06). O horário ainda não foi definido pela FFERJ.

     

     

  • Arbitragem: Elmo Alves Resende Cunha | Falta de pulso preocupa

    O duelo entre Flamengo x São Paulo, válido pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro, contará com a arbitragem de Elmo Alves Resende Cunha – GO (ESP) – e os auxiliares Alessandro A. Rocha de Matos – BA (FIFA) – e Guilherme Dias Camilo – MG (FIFA).

    Nos últimos 5 jogos o juiz aplicou 25 cartões, sendo 23 amarelos e 2 vermelhos, média de 5 cartões por jogo. Elmo não costuma ter o comando dos jogadores, mostrando-se por diversas vezes sem pulso no transcorrer da partida, retrospecto que preocupa para o jogo deste domingo, subsequente aos episódios lamentáveis de brigas entre torcedores de Flamengo e Palmeiras no último jogo do Mengo na capital brasileira.

    Elmo atuou em cinco jogos do Flamengo, sendo a última vez na vitória de 4 a 0 sobre o Vitória, na 37ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2014. Naquela oportunidade o goiano foi muito criticado por não marcar um pênalti a favor do adversário, mas com exceção da penalidade, ele teve uma atuação discreta.

    Scout do Juiz em jogos do Fla

    Vitórias do Mengão:3
    Empates:2
    Derrotas:0

    Crédito da imagem destacada: Foto Divulgação