Moro em Natal/RN e sou sócio torcedor desde setembro de 2012, quando fui à Gávea e me inscrevi como Sócio Contribuinte Off-Rio por R$ 40,00 ao mês (atualmente R$ 43,00), na época com direito ao acesso livre a toda sede do Clube por 30 dias por ano, além de ter direito a participar das eleições após 3 anos de associação. Em seguida, quando surgiu o Programa Nação Rubro-Negra, os sócios receberam um desconto no valor de R$ 39,90 para integrar o programa de sócio-torcedor, de sorte que adquiri o Plano Raça do programa sem qualquer custo.
Desde então, o programa, que começou deixando bastante a desejar, sobretudo para quem morava longe do RJ, tem melhorado gradualmente e nos deixado bastante satisfeito! Já ganhei camisas oficiais e descontos em diversos produtos, tanto do clube quanto de outros estabelecimentos físicos e virtuais, mas o melhor de todos os prêmios veio nos dias de ontem e hoje (24 e 25/06/2016).
O clube abriu para os sócios-torcedores 4 ações: o Pequeno Rubro-Negro, em que torcedores mirins entram em campo com os jogadores no dia do jogo; o MatchDay, em que sócios conhecem os bastidores no dia do jogo; o Treino do Mengão, em que sócios assistiram o treino de ontem na beira do campo e com acesso livre aos jogadores e comissão técnica; e a Recepção aos Jogadores, em que tivemos novo contato com os atletas e participamos de filmagens na zona mista do estádio.
Eu participei dessas duas últimas e posso dizer: FOI SENSACIONAL! Tivemos grande liberdade para se aproximar, conversar e interagir com os jogadores e comissão técnica. Muito bom estar próximo e conhecer mais os jogadores por quem tanto torcemos, sendo possível conhecer um pouco melhor a grande maioria deles, que foram muito receptivos, parando para dar autógrafos, tirar fotos, gravar mensagens e conversar um pouco.
As surpresas se sucederam de forma muito agradável. O elenco, como um todo, parece muito unido e integrado, inclusive Réver e Rafael Vaz que chegaram há pouco tempo. Guerrero e Arão são dos mais simpáticos, atendendo a todos com tranquilidade e aparente alegria. Os meninos Jorge e Felipe Vizeu são muito divertidos, conversam bem com todos. O Zé Ricardo tá sempre sorrindo e é muito solícito. O Jayme é ótimo, muito bacana. Os gringos e Márcio Araújo são muito tímidos. Por outro lado, Cirino e Sheik decepcionaram pela marra!
Enfim, foram dois dias maravilhosos, em que voltei a me sentir como uma criança ao ver os ídolos de perto. Para nós, que quase não temos contato com esses caras, foi bastante proveitoso e saímos com ótima impressão deles! O sentimento é só de grande alegria e gratidão ao Flamengo por conceder essa oportunidade! E que seja coroada com a vitória amanhã!! #vaipracimadelesMengo #SRN
Todo mundo pensa que jogar no Flamengo é fácil. Não é. E mais, dizem que jogador caro tem que ser titular, não no rubro-negro. Pelo menos é o que tem mostrado o técnico/interino Zé Ricardo nos últimos jogos. Por isso, este vídeo. Espero que gostem!
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Na noite da última quinta-feira, o Flamengo desembarcou em Natal visando o duelo contra o Fluminense, no próximo domingo, às 16h. Com atraso no vôo de aproximadamente 3 horas devido às condições climáticas, os jogadores atenderam os mais de 50 torcedores presentes no aeroporto com fotos e autógrafos e, em seguida, foram direto para o hotel.
Já na tarde desta sexta, o elenco fez o primeiro reconhecimento da Arena das Dunas, que será o palco do clássico. Destaques para a volta de Paolo Guerrero que, após quase dois meses, volta a treinar com o time do Fla e está confirmado para a partida; e para a presença dos quase dois mil torcedores rubro-negros que compareceram ao estádio para prestigiar a equipe. O Mais Querido do Brasil não joga em Natal desde a vitória por 3×0 contra o Avaí, em Setembro de 2015, pelo Campeonato Brasileiro. Vale lembrar também que várias ações voltadas aos sócio-torcedores potiguares serão realizadas no dia do jogo, entre elas o famoso Match Day, que consiste em um passeio nos bastidores da Arena.
Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
Após o treino, o meia-atacante Everton concedeu entrevista para a imprensa. O jogador de 27 anos comentou sobre o principal astro do Clube, Paolo Guerrero: “Posso falar isso, pois quando ele sai sem marcar fica bastante triste […] Mas é um jogador muito experiente, tenho certeza que a bola vai entrar aqui no Flamengo. Onde jogou ele fez gols”. Além disso, Everton falou sobre a manutenção da equipe titular nas últimas partidas: “Importantíssimo. É visível que faz bem ao rendimento. Estamos conseguindo nos defender bem”.
Dos 28 mil ingressos colocados a venda, cerca de 25 já foram vendidos e a maioria esmagadora para a Nação Rubro-Negra. O Flamengo ainda fará mais um treino, neste sábado, sob portões fechados. A provável escalação é: Alex Muralha, Rodinei, Réver, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão, Alan Patrick e Everton; Marcelo Cirino e Guerrero.
Mesmo com pouco tempo para treinar, Zé Ricardo continua fazendo o time evoluir, mas a teimosia acerca da escalação tem cobrado um alto preço. Nova vitória por 1 a 0 mostrando solidez defensiva e as grandes limitações do poder ofensivo do Flamengo.
Repetindo a escalação pelo 3° jogo seguido, Zé Ricardo foi a campo com Alex – Rodinei, Réver, Rafael Vaz, Jorge – William Arão, Márcio Araújo – Marcelo Cirino, Alan Patrick, Éverton – Felipe Vizeu.
Times bem postados e com problemas no meio-campo
Tanto Flamengo quanto Santa Cruz se posicionam muito bem em campo, principalmente no último quarto defensivo, e possuem uma lenta transição da defesa para o meio-campo. Ambos os times investiram muito em lançamentos ligando a defesa ao ataque, tanto que dos 27 passes de Muralha, 20 foram longos.
O Santa Cruz durante o 1° tempo começou a marcação em seu campo, deixando apenas para o 2° uma marcação mais forte na saída de bola. A defesa também não se recuperava com grande velocidade deixando espaços pelos lados para contra-ataques, porém uma vez recomposta o time se mantinha compacto.
Já ofensivamente o Santa Cruz era bem mais eficiente, possuindo boas jogadas de triangulação e tendo em Keno o principal construtor de ataques em suas subidas em cima de Rodinei. Grafite recebeu boas bolas, ganhou algumas jogadas em cima dos zagueiros e fez Muralha suar, principalmente no 1° tempo e início do 2° tempo.
Quanto mais perto do gol adversário, pior fica o Flamengo
Rei do 1° quarto
A defesa do Flamengo é o setor que mais evolui com Zé Ricardo. As principais mudanças foram o recuo no posicionamento do 2° volante e do lateral direito, mantendo-os um pouco mais presos, e a troca dos jogadores de zaga com as saídas de Wallace e César Martins e chegadas de Vaz e Réver.
Com Arão mais recuado e com Rodinei subindo apenas “na boa”, os zagueiros não ficam tão expostos e o 1° volante não precisa cobrir 3 ou 4 jogadores como Cuéllar fazia na época de Muricy. Portanto, Márcio Araújo tem jogado num cenário mais fácil e, apesar de ter suas qualidades defensivas, não é a chave do sucesso da defesa e ainda compromete a saída de bola.
Fora a maior proteção e o melhor desempenho na bola aérea com a chegada de Réver, faz-se necessário destacar a entrada de Muralha que tem atuado em altíssimo nível. No último jogo fez ao menos 3 defesas difíceis e parou Grafite, que briga pela artilharia do campeonato.
2° Quarto – Zona da câmera lenta
O Flash tem um vilão, chamado Tartaruga, que faz com que uma determinada área fique em slow motion, tirando a velocidade das pessoas e objetos. E o 2° quarto de campo do Flamengo é como a zona do Tartaruga, já que os jogadores tocam despretensiosamente, não se movimentam corretamente para receber e atrasam o ataque do time, permitindo que a defesa adversária se recomponha. Nessa zona morta, quando Cuéllar está em campo é praticamente o Flash lutando contra as forças do Tartaruga, como podemos ver no vídeo abaixo.
Observaram a movimentação do Cuéllar pelo campo? Sempre se movendo na diagonal, se desmarcando e na direção de quem tem a bola para dar opção de passe. Quando recebe a bola procura tocar rápido e para frente, armando a jogada, a menos que não tenha espaço para isto. O porquê de Zé Ricardo cismar em continuar com Márcio Araújo é um mistério, não faz o mínimo sentido.
3° Quarto – Dinâmica e efetividade
Essa faixa do campo que vai da linha central até perto da área adversária é onde Alan Patrick mais se movimenta, pega a bola e passa, distribuindo o jogo e acionando os laterais e meias abertos. Porém, ao contrário de Arão, Alan Patrick não é vertical, atua muito mais na amplitude de campo fazendo uma primeira armação de jogo e não criando situações de gol.
Na imagem acima, relativa ao jogo do São Paulo em que fez boa partida, vemos como a esmagadora parte de seus passes é para os lados e no 3° quarto do campo. As setas em diagonal mais agudas são de cobranças de falta e escanteios, jogadas ensaiadas por Zé Ricardo e que têm levado perigo ao gol adversário. Ótimo que Alan Patrick seja bom na bola parada, mas não pode o armador do time só dar assistências para finalização em lances de bola parada, precisa ser mais criativo.
Já William Arão é um jogador extremamente agudo, porém não tem os recursos de passe de Alan Patrick ou Mancuello, de modo que sua principal força é a triangulação com Rodinei e Cirino em passes curtos e rápidos ou ainda a condução de bola em velocidade. Contra o Santa Cruz compensou a má atuação de Alan Patrick e foi muito ativo no meio-campo fazendo a primeira armação, com direito a uma bomba do meio da rua que não deu chances ao goleiro e concedeu o gol da vitória.
Aliás, o bom aproveitamento ofensivo e qualidade na finalização de fora da área ou dentro da área em complemento a sua velocidade e agudez, o tornam muito mais efetivo e adequado ao posto que hoje Cirino ocupa. Não à toa o lado direito ficou muito mais forte depois que Zé Ricardo colocou Cuéllar em campo, passando Cirino para o comando do ataque e Arão para a meia direita.
4° Quarto – Zona do acerto mínimo
Se o Flamengo vai bem nos quartos ímpares, nos pares é desastroso em suas funções primordiais. Como um navio que se perde no Triângulo das Bermudas, o ataque do Flamengo sofre seguidas panes ao cruzar a linha da meia lua.
Cirino e Éverton deveriam ser a principal via de ataque ao receber os contra-ataques e avançar usando a força física para superar a marcação, entrando em diagonal para finalizar ou indo ao fundo para cruzar. Caso algum companheiro encostasse, deveria tabelar para sair mais facilmente da marcação ou aparecer na área para finalizar usando o espaço deixado pela inteligente movimentação de Vizeu.
Contudo, existe uma distância enorme entre o que Éverton e Cirino deveriam fazer, o que eles podem fazer e entre o que conseguem fazer. Não só os dois como seus suplentes mais usuais, Fernandinho e Gabriel, não possuem recursos para fazer metade do que deveriam como não conseguem concretizar aquilo que possuem habilidade para fazer. Simplesmente erraram tudo no ataque, como vêm errando há vários jogos, o que torna incompreensível a manutenção de ambos quando há jogadores com muito mais recurso como Ederson e Mancuello no banco.
O resumo do diagnóstico acima em um lance
Vejam como a maioria dos jogadores escolhe a opção errada ao ter a bola. No momento chave, em que poderíamos ter um ataque vantajoso, Vizeu se movimentava por fora da linha de zaga a direita, por onde Cirino subia. Já Éverton vai para ataque se colocando entre os zagueiros. Alan Patrick poderia tentar o passe mais agudo, usando a habilidade que possui, para deixar qualquer um dos dois companheiros em condições de finalizar, mas prefere ser burocrático e acionar Jorge que vinha mais atrás na lateral.
Quando Jorge recebe a bola, a defesa já está bem postada, são 4 defensores contra Éverton, Vizeu e Cirino, com outros 3 adversários entre Jorge e os companheiros no ataque, que ficam esperando ao invés de se movimentar para tentar receber mais perto. Alan Patrick, que deveria ter se movido a frente para receber, está mais recuado que Jorge e acaba por virar a opção de passe.
No 2° momento chave, Alan Patrick recebe novamente e poderia passar para Arão que estava livre e poderia partir com liberdade para o ataque, estando toda a marcação do Santa Cruz na esquerda rubro-negra. Arão teria ainda as opções de Cirino, que poderia abrir para cruzar, e Vizeu pelo meio. Mas Alan Patrick faz a pior escolha e volta o jogo para Márcio Araújo, cujos passes foram em 43% das oportunidades para trás.
O ferrolho de Zé Ricardo
Como contra o Cruzeiro e sem o agravante de estar com um a menos, as substituições de Zé Ricardo foram para recuar o time. Aos 12 minutos colocou Cuéllar em campo no lugar de Vizeu, que apesar de estar melhor que Cirino foi novamente preterido. A alteração fez Cirino ir para o comando e Arão para a posição que era de Cirino.
O efeito psicológico da alteração fez o time recuar mantendo o 4-1-4-1 com Márcio Araújo entre as linhas enquanto estava sem a bola, deixando o Santa Cruz dominar as ações do jogo. Porém, a abertura de Arão na direita praticamente anulou Keno, principal escape ofensivo do time, o que de fato diminuiu drasticamente as chances de perigo criadas pelo time da casa, mas não ofereceu os contra-ataques de risco que poderia já que Cirino perdia muitas bolas e, quando esta chegava ao ataque, poucos eram os jogadores do Flamengo que acompanhavam.
O acerto da marcação na direita com Arão e Cuéllar fez o Santa Cruz investir mais nos ataques pela esquerda, onde Alan Patrick e Éverton pareciam cansados e já não ajudavam como deveriam na marcação. Assim, aos 29 minutos do 2° tempo, Mancuello entrou no lugar de Alan Patrick para melhorar a marcação e tentar alguém que pudesse puxar contra-ataques. E, de fato, Mancuello tentou algumas subidas rápidas, mas a demora em ter companhia o deixava sem opção que não prender a bola no ataque.
No final do jogo, Fernandinho ainda entrou no lugar de Éverton e não fez muito mais do que tentar ajudar a marcação. Tal substituição só deixa ainda mais longe a possibilidade de devolver o improdutivo atacante, que já tem 5 jogos pelo Flamengo.
Novamente é possível ver a lógicas nas substituições de Zé Ricardo, elogiar a postura defensiva do time, mas apesar de ser ótimo contabilizar mais 3 pontos, não dá para ficar feliz com o time jogando mal e produzindo tão pouco. Não é falta de jogadores, no 2° tempo o time melhorou com a entrada de Cuéllar, não custaria nada efetivar essa formação com a troca de Márcio Araújo por Mancuello. Com o argentino ajudando na armação, Alan Patrick poderia jogar mais avançado e com o colombiano fazendo a saída de bola, a transição seria mais rápida, os meias teriam mais espaço e chances de gol clara seriam criadas com mais frequência.
Conversei com Mauricio Rodrigues, um dos responsáveis pelo projeto de estádio próprio do Flamengo. Mauricio deu detalhes do projeto apresentado sábado a um grupo de sócios do Flamengo e que acabou virando uma discussão para toda Nação Rubro-Negra!
Como é o projeto? Quem vai investir? Capacidade? Localização? Custo do estádio? Todas as respostas estão na entrevista com o Mauricio no vídeo acima.
Sou um privilegiado. O ano de 1981 foi mágico para o Flamengo e eu estava lá para ver. Talvez os mais jovens fiquem com inveja dos rubro-negros que viveram aqueles dias, mas eu tenho uma dica para que eles possam ser ainda mais felizes do que nós que os vivemos: Preparem-se! Novos tempos de consecutivas conquistas podem estar mais próximos do que imaginamos, e deverão ser vividos intensamente.
Foram vários grandes jogos do Flamengo em 1981, mas decidi selecionar os que eu considero inesquecíveis. Mas observem que não fomos vencedores em todos. Ocorre que nove deles foram interligados, perfazendo “três históricas partidas de 270 minutos”.
Um desses jogos de 270 minutos foi contra o Atlético Mineiro:
03/07/1981 – Mineirão – 2×2 – Partida apitada por José Roberto Wright, que errou feio ao encerrar o primeiro tempo com cinco minutos de antecedência, e teve que chamar as equipes já no vestiário para concluir a etapa;
07/08/1981 – Maracanã – 2×2 – Jogo em que o Flamengo poderia ter vencido, até com certa facilidade, mas mesmo naquela época batia uns vacilos. O primeiro gol do Atlético é inacreditável. Confira os melhores lances no link;
21/08/1981– Serra Dourada – 0x0 – Lembro claramente desse jogo. Eu fiquei frustrado, pois tinha a convicção de que sairíamos vencedores na bola. Não vou colocar vídeo ou escrever mais sobre aquela data, pois acredito que o detalhamento sobre a nossa versão dos fatos encontrará a sua plenitude nas palavras de Emanuel do Valle no Flamengo Alternativo.
Outro jogo que me marcou foi um amistoso onde, de um lado estava Zico, e do outro, ninguém menos que Diego Maradona defendendo o Boca Juniors.:
15/09/1981 – Maracanã – 2×0 – Zico brilhou marcando dois gols, e ainda delegou a Andrade a missão de “chapelar” Dieguito. Quem viu, viu. Ainda bem que algumas imagens foram eternizadas.
A vitória mais saborosa de todos os tempos foi contra o Botafogo. Afinal, meu pai sempre reclamava da era Garrincha, onde o Flamengo acumulou tantos insucessos contra o alvinegro, a ponto de “gastarem o bicho dos jogos contra o rubro-negro com antecedência”:
08/11/1981 – Maracanã – 6×0 – O Flamengo da era Zico inverteu toda e qualquer supremacia que o Botafogo possa ter tido. Mas havia um gargalo. Em todos os jogos a torcida do Botafogo levava uma faixa em alusão aos 6×0 de 1972. Ou seja, não bastava vencê-los, nada eliminava a dor da goleada de nove anos antes. Naquele dia devolvemos a humilhação. Essa história não terminaria definitivamente, pois os botafoguenses insistiam que no 6×0 deles, Jairzinho havia marcado um gol de letra. Mas outra hora retomo detalhando como pagamos isso também.
A Taça Libertadores da América não era essa frescura dos dias atuais. A decisão contra o Cobreloa foi muito além da disputa esportiva. Utilizando o jargão da moda “não era só futebol”, era muito mais que isso, era uma batalha campal. Foi o segundo jogo de 270 minutos
20/11/1981 – 0x1 – Nacional de Santiago – Mario Sotto jogou com pedra na mão;
23/11/1981 – 2×0 – Centenário Montevidéu – O Flamengo fez valer a sua melhor qualidade e ganhou na bola. Todavia, o jogo entrou para a história por um fato inusitado, Paulo Cesar Carpegiani, treinador do Flamengo, ao chegar o final do jogo colocou o atacante Anselmo. Com a equipe chilena toda no ataque, Anselmo parou ao lado de Mario Sotto e deu-lhe um soco com toda a força da Magnética. Vencemos duas vezes, na bola e no braço. Épico. Campeões da Libertadores.
A trinca de 270 minutos seria completada pelo nosso saudoso vice, o Vasco, ou Vasco, o vice como queira.
29/11/1981 – 0x2 – Maracanã – Nesse dia o Fla jogou de luto. Dias antes o zagueiro Figueiredo morrera em um acidente aéreo, se não me falha a memória. O time parecia em transe, completamente apático, e o Vasco se aproveitou disso;
02/12/1981 – 0x1 – Maracanã – Se tem alguém que cansou de fazer gol feio foi Roberto Dinamite. Até as faltas que batia eram esquisitas, mas fazia gol. Durante certo tempo rivalizou com Zico, até que os títulos do Galinho o deixaram para trás. Era uma quarta-feira de noite chuvosa, que me vem à mente. O jogo chegava ao seu fim, o empate daria o título ao Flamengo, que detinha uma vantagem que exigia que o adversário tivesse que vencê-lo três vezes para ser campeão. Eis que no “apagar das luzes”, no lamaçal que se transformou o gramado do Maracanã, Roberto Dinamite fez mais um de seus gols feios. Uma terceira partida teria que ser disputada;
06/12/1981 – 2×1 – Maracanã – Eu e milhares de torcedores fomos ao estádio acreditando piamente que o Flamengo seria campeão. No campo o time correspondeu. Fez uma partida brilhante. Merecia ter goleado o Vasco, mas perdeu um caminhão e gols. Isso por pouco não nos custou o título, pois, ao chegar nos 15 minutos finais, o Flamengo deu visíveis mostras de cansaço. Aí o Vasco cresceu na partida, até que Roberto Dinamite deu um passe para um desconhecido cruzmaltino qualquer, que fez o gol. Foi então que o folclore fez sua parte. Entra em campo correndo um torcedor, que depois ficaria conhecido como “Ladrilheiro”, em função de sua atividade profissional. A partir daquele momento não haveria mais jogo. Flamengo campeão carioca.
Os dez dias que abalaram o mundo foram os mais intensos, e vão, desde o dia da conquista em cima do Vasco, até o retorno do time do Flamengo aos braços da magnética aqui no Brasil. Antes do jogo, boa parte da imprensa esportiva desdenhava da possibilidade do Flamengo vencer o Liverpool da Inglaterra, que havia derrotado Bayer de Munique e Real Madrid, duas “molezinhas”:
13/12/1981 -3×0 – Fora o baile – Nacional Tokio – Sinceramente? Aquele jogo não existiu. Ele foi fruto de uma alucinação coletiva. O Flamengo de Zico e companhia deu uma aula de futebol. O time inglês não viu a bola. Não acredita? Assista ao jogo completo aqui: Flamengo campeão Mundial Interclubes 1981.
Bem, depois de tanta lembrança bacana vai ser difícil falar da décima rodada do campeonato brasileiro de 2016, mas como não posso perder o hábito, pelo menos uma síntese teremos, afinal, o Flamengo entrou novamente no G4, e já tem gente sonhando com taça…
Santa Cruz 0x1 Flamengo
Vou falar apenas três coisas sobre a partida. Tem gente que prefere criticar o Paulo Vitor, a curtir a vitória. Tem gente que ficou triste pelo resultado por acreditar que o time não deveria jogar fechado, mas sim partir para golear um time que, nem quando tivemos grandes elencos, o Santa Cruz foi presa fácil. E a terceira, Zé Ricardo é o mais novo discípulo do Muricybol, pois aprendeu que futebol é resultado. E é resultado mesmo!
Tendências: Flamengo – Não fiquem tristes, o Flamengo está dando mostras que poderá, em um curto prazo de tempo jogar ainda melhor. Não nos esqueçamos do desequilíbrio e das limitações impostas pelos equívocos no planejamento; Santa Cruz – parece que acabou o gás.
A rodada foi excelente para nós, como poderemos conferir abaixo:
Palmeiras 2×0 América – Rotina. Vitória justa do Palmeiras. A diferença na tabela já denunciava. Tendências: Palmeiras – G4, e luta pelo título; América – O presidente já está delirando, hoje falou grosso com o elenco.
Ponte Preta 0x4 Cruzeiro – Campeonato maluco. A Macaca resolveu ajudar as equipes de Belo Horizonte. Tendências: Tilt.
Botafogo 0xo Figueirense – Por que ainda insistiram em jogar? Tendências: B, de Botafogo.
Fluminense 2×4 santos– O Fred deixou um monte de viúvas. O santos roubou o caixão. Tendências: O Fluminense perdeu a referência do campeonato. Se não contratar pode ficar pelo meio do caminho; o Santos é imprevisível.
Atlético/MG 2×0 Corinthians – O Galo já se aproveitou da maldição do Cristóvão. Corinthians de cara já saiu do G4 Tendências: Atlético/MG – G6; Corinthians – Será que sobrevive a saída de Tite? Até a arbitragem o deixou na mão. Falando em arbitragem , as reclamações do time paulista de que marcos Rocha estaria impedido no gol de Fred são infundadas. O bandeirinha dava condições ao jogador das Alterosas.
Chapecoense 0x0 Atlético/PR – Na boa, nem sei se a partida terminou. Surgiu um novo personagem no futebol brasileiro, o nevoeiro. Tendências: Frio, muito frio…
Grêmio 1×2 Vitória – Zebra. Bom para o Mengão Tendências: Figueirense – Os opostos se afastarem.
São Paulo 0x0 Sport – O jogo estava tão ruim, que decidi parar de assistir. Tendências: São Paulo – cabeça na Libertadores; Sport – Ficar delirando com o título de 1987.
Coritiba 1×1 Internacional – Nem sei o que falar. Mais um resultado que faz a Magnética sonhar. Tendências: Cada um numa ponta da tabela.
Sem mais delongas vamos direto para a classificação atualizada:
Após a vitória contra o Santa Cruz no Arruda, o treinador Zé Ricardo concedeu entrevista coletiva e comentou sobre o desempenho ofensivo do Flamengo, a atuação como um todo do time nesse jogo, a volta de Guerrero e a expectativa para o clássico de domingo contra o Fluminense.
“Foi uma partida muito difícil. Sabíamos que o jogo seria disputado espaço a espaço. Nós não vencíamos aqui (Arruda) há muito tempo. Com certeza, não foi das melhores partidas na produção ofensiva, mas acabamos nos superando, competindo bastante na defesa. Os garotos estão de parabéns pela empolgação. Valeu pelo empenho na partida. O Grafite é um grande jogador, grande artilheiro, se posiciona muito bem, inteligente, abre espaço e joga fora da área. A equipe do Santa Cruz é muito bem treinada. O mérito foi do nosso sistema defensivo“, disse o treinador.
Exaltando o desempenho do sistema defensivo não só hoje, como também nas últimas partidas, Zé Ricardo comentou sobre o bom momento que o setor vive: “Há muito tempo enfrentávamos problemas com zagueiros. Depois de três, quatro jogos, vemos regularidade no sistema defensivo. Na semana passada, num jogo muito superior, acabamos não vencendo (o São Paulo). Hoje o Santa Cruz criou mais, mas temos que ressaltar o empenho defensivo. Vínhamos numa boa sequência de apresentações. Não foi assim hoje, mas o importante são os três pontos. Estou muito feliz porque sei que nem sempre vamos conseguir jogar bem num campeonato de 38 partidas“.
Para o clássico, o treinador já deve ter Paolo Guerrero disponível e ele planeja usar o peruano. “Se ele estiver bem, pensamos em usar o Paolo. Ele é um jogador com experiência e auxilia bem o ataque. O Felipe Vizeu foi muito bem no período que jogou, mas é um garoto. Espero contar com o Guerrero para o próximo jogo. Só vou saber se vamos mudar mais à frente. Emerson amanheceu com febre, não foi possível contar como opção. É cedo para falar qualquer coisa“, comentou Zé Ricardo.
Sobre a próxima partida, que será contra o Fluminense no domingo, Zé Ricardo disse o que espera do confronto: “Espero que possamos vencer o clássico e pra ficar perto do G4, o que é nossa intenção. A expectativa é de que seja um grande jogo. O Fluminense é uma excelente equipe, treinada pelo Levir. É uma emoção muito grande dirigir o Flamengo e poder disputar mais uma partida no Campeonato Brasileiro“.
Willian Arão é mais um daquele caso de jogador que não teve oportunidade de amadurecimento completo em um clube e foi rodando pelo mundo do futebol. Ainda nas categorias de Base, obteve destaque no Grêmio Barueri, transferindo-se logo em seguida para o São Paulo. Em 2010 foi campeão da Copa São Paulo de Juniores. E seguindo a lógica do mercado, vendido para o Espanyol.
Arão, ainda em processo de adaptação a um novo país, foi dispensado pelo time da Catalunha em 2012. Chegou ao Corinthians e foi pouco utilizado — 18 jogos em dois anos de clube. Em meados de 2014 começa uma verdadeira peregrinação por clubes de menor investimento. Portuguesa, Chapecoense e Atlético Goianiense foram seus destinos, até que chegasse em um grande novamente. Apesar de recém rebaixado, Arão sabia que o Botafogo era a chance que aguardava para brilhar.
Fortalecido pelas experiências anteriores, o volante se reinventou, assumiu o jogo mais à frente, chegando sempre na área adversária com perigo, sem nunca esquecer que era volante de origem. A cada partida seu futebol melhorava. Para coroar a ótima temporada de 2015, o gol do título da Série B. Arão começava a provar o gosto de ser reconhecido, elogiado e discretamente idolatrado por uma torcida.
A chegada ao Flamengo, depois de um imbróglio judicial com o time da estrela solitária, trouxe dúvidas à Nação Rubro-Negra: não seria arriscado trazer um jogador cercado em tanta polêmica?
Arão mostrou que não. Na pré-temporada, sob comando de Muricy Ramalho, o “volante moderno” ganhou titularidade. E desde então, apesar da temporada irregular do time, com eliminações e atuações desesperançosas, nunca esteve entre os jogadores questionados pela torcida.
Com a chegada de Zé Ricardo suas atuações ganharam mais equilíbrio entre defender e atacar, suas subidas como uma espécie de ponta diminuíram substancialmente, e seu posicionamento mais sóbrio à frente da zaga rende números altos nas estatísticas de desarmes no Brasileiro. Ele continua ajudando a armar o time e a aparecer como fator surpresa no ataque do Flamengo. Com apenas um semestre de casa, o paulistano virou Capitão do maior clube do Brasil, outro extraordinário feito. E a faixa lhe caiu muito bem.
Chute forte e curva impressionante: o gol de Arão selou a vitória do Fla no Arruda. Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
Contra o São Paulo, em Brasília, no último dia 19, com ótima atuação coletiva da equipe, o segundo gol do time saiu de uma cabeçada sua, após levantamento de Alan Patrick. E nesta quarta-feira (22), pela rodada 10, a coroação de 6 meses: um golaço de placa, calando a torcida do Santa Cruz em pleno estádio do Arruda. Com o time mal na partida, defendendo-se muito mais que atacando, o chute forte de longe foi decisivo para o Mengão sonhar em terminar a rodada dentro do G4.
As atuações do rodado jogador de apenas 24 anos, completados em 22 de março, já começam a encantar a torcida e imprensa. Após a partida, ao conceder entrevistas na zona mista do Arruda, Willian Arão foi surpreendido pela quantidade de vezes que escutou a palavra “Seleção” saindo das perguntas dos repórteres. Sobre o assunto, o jogador comentou.
“Estou vivendo um grande momento, muito feliz com a oportunidade de ser capitão, pode se dizer sim, que é um dos melhores momentos da minha carreira, estou feliz e confiante. Mas sei que há espaço para melhora. Tenho que continuar trabalhando, crescendo, estar entre os melhores jogadores tanto da minha posição quanto do Brasil”.
“Penso com o professor Tite e pensava no Dunga. Já trabalhei com ele, venho evoluindo. No ano passado, acho que fiz boa temporada, acho que estou fazendo de novo. Visto uma camisa grande, e o Flamengo faz um bom campeonato. Obviamente é o sonho de todo jogador”.
Quando perguntado sobre a sua contundente atuação, analisada sob o ponto de vista da polivalência, disse:“Graças a Deus eu estou evoluindo bastante, a cada partida e a cada jogo eu tiro uma coisa nova. Hoje eu acho que foi meu primeiro gol de fora da área tão longe, que eu venho aprimorando a cada dia nos trabalhos. Eu não me coloco um limite. Eu não posso pensar nisso. Tenho que continuar evoluindo em cada aspecto, trabalhando para que eu possa chegar em um nível máximo”.
Que Willian Arão continue fazendo gols, desarmando, armando, lançando, cruzando, dando assistência, liderando e, (ufa!), ajudando o Flamengo a se manter no topo. A próxima evolução pode ser vestir a camisa da Amarelinha.
Crédito imagem destacada: Gilvan de Souza/Flamengo
A vitória contra o Santa Cruz mais uma vez mostrou o que muitos já destacavam. Com outra ótima atuação, o goleiro Alex Muralha vem ganhando moral com a torcida e com o treinador Zé Ricardo. Entretanto, com Paulo Victor ainda lesionado, não se sabe se o jogador assumirá a vaga de titular ou voltará a ser reserva.
Após o jogo contra o Santa, Zé Ricardo falou sobre Muralha na coletiva: “O Alex está em uma sequência muito boa, está fazendo jogos seguros. É uma posição que a gente sabe que precisa ter continuidade. A única garantia é que temos grandes goleiros no Flamengo. O Paulo Victor deve estar voltando para a partida contra o Internacional. Vamos avaliar certinho, não temos pressa para definir o titular”.
Fechando o gol e sem deixar que Grafite e companhia atrapalhassem a vitória, Alex Muralha exaltou seus companheiros e o desempenho em campo. “Estamos em uma crescente muito grande. Estão todos de parabéns pela entrega. Não jogamos tão bem, mas o que vale são os três pontos. Agora é concentrar que domingo nós teremos mais um jogo complicado”.
Esta foi a sétima partida de Muralha com a camisa do Flamengo no Campeonato Brasileiro. O goleiro chegou esse ano e atuou contra Santa Cruz, São Paulo, Cruzeiro, Figueirense, Palmeiras, Vitória e Ponte Preta. Em sete jogos foram quatro vitórias, um empate e duas derrotas, levando seis gols no total.
Em jogo válido pela décima rodada do Campeonato Brasileiro, o Flamengo foi a Recife enfrentar o Santa Cruz e saiu de lá com uma vitória conquistada com muita dedicação defensiva e um belo gol de Willian Arão. O time também contou com um dia mais que iluminado de Muralha que fechou o gol e fez pelo menos duas defesas sensacionais em finalização de Grafite, principal atacante do adversário. Veja a seguir as notas da atuações dos jogadores.
Muralha – Grande partida do goleiro. Fez verdadeiros milagres e garantiu a vitória do Mengão com defesas que justificaram o apelido dado ao camisa 38. NOTA 9
Rodinei – Mesmo com bastante espaço para jogar, o lateral direito não conseguiu efetividade em suas jogadas. Defensivamente sofreu muito com as subidas do adversário e não foi tão eficiente quanto deveria. NOTA 5,5
Réver – Mais uma partida regular do camisa 15. Com a responsabilidade de marcar um dos artilheiros do campeonato, ele não foi muito feliz nessa “missão” e contou com um iluminado Muralha que evitou que o atacante adversário fizesse gols. Parece ainda fora de ritmo, mas de qualquer forma, passa segurança e confiança no setor. NOTA 6
Rafael Vaz – Segue jogando com tranquilidade e confiança na esquerda da zaga do Flamengo. Ao lado de Jorge, conseguiu ser firme o jogo inteiro e fechou bem aquele setor da defesa. Ainda tentou aumentar o placar em cobrança de falta, mas bateu muito forte colocando a bola por cima do gol. NOTA 6,5
Jorge – Parece estar recuperando sua confiança e voltando a jogar bem. O jovem lateral buscou as jogadas pela esquerda e esteve firme na defesa sempre que o Santa Cruz buscava as jogadas por ali. Ainda precisa subir muito para chegar ao que jogou em 2015, mas está evoluindo após um período bem ruim tecnicamente. NOTA 6,5
Arão – Vem se mostrando um grande capitão, além de estar jogando muito. O volante está cada dia mais solto e confiante para defender e também atacar. Além de marcar um belo gol em chute de longe, Willian tem sido peça fundamental na proteção aos zagueiros e na saída de bola. NOTA 7,5
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Márcio Araújo – Numa partida dele normal, a gente não pode deixar de ressaltar sua dedicação na defesa, mas nesse jogo nem isso conseguiu fazer. Incansável, o volante não conseguiu ser tão efetivo quanto é normalmente em desarmes e proteção à defesa. NOTA 5
Alan Patrick – Partida bem abaixo do que já jogou. Distribui bem o jogo, mas segue sem buscar a bola vertical, em profundidade. Na defesa, ocupa bem os espaços, mas não disputa as jogadas da mesma forma que seus marcadores fazem com ele. Apagado e visivelmente cansado deu lugar a Mancuello. Precisa dinamizar mais o meio campo pra que as jogadas tenham sequência e não prender tanto a bola. NOTA 5
Cirino – Teve marcação limitada, mas não se aproveitou disso. Quando chegava na linha de fundo, cruzava mal. De frente pro gol, finalizava errado, enfim, está desperdiçando a maioria de suas chances no time. NOTA 5,5
Éverton – Partida razoável do camisa 22. Buscou jogadas pelo lado esquerdo e foi muito bem na defesa ao lado de Jorge, também pela esquerda. Cansado, deu lugar a Fernandinho. NOTA 6
Vizeu – Buscou jogar mais fora da área abrindo espaço na área, além das poucas bolas que recebe em profundidade. Mesmo assim, conseguiu uma chegada à linha de fundo, mas cruzou mal. NOTA 5,5
Mancuello – Entrou para ajudar na defesa e ligar o contra ataque com qualidade, mas pouco produziu. Ainda sim ajudou bastante o time na proteção do gol. NOTA 6
Cuellar – Substitui Vizeu e jogou razoavelmente bem. Cometeu uma falha grosseira que quase resultou no empate do Santa Cruz. Porém tem saída de bola visivelmente mais dinâmica do que o outro primeiro volante do time. NOTA 5,5
Fernandinho – Entrou no lugar de Everton e pouco fez. SEM NOTA