Autor: diogo.almeida1979

  • Melhores Momentos Mundo Bola – Cruzeiro 0 x 1 Flamengo 15/06/2016

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    Veja os melhores momentos de Cruzeiro 0 x 1 Flamengo , jogo válido pela oitava rodada do Brasileiro 2016. O Flamengo agora tem 13 pontos, em 7º lugar, mesmo pontuação do Santos que compõe o G4.

     

    Veja a nossa cobertura completa! Clique aqui > Mundo Bola INFORMAÇÃO

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    Julio Contarini (@jcontarini)

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  • Atuações: Vaz repete boa partida e Réver estreia com gol decisivo

    novaquebraatuações

    Jogando no Mineirão, o Flamengo lutou e conseguiu uma vitória suada contra o Cruzeiro. Em partida de tempos distintos, o Mengão dominou seu adversário na primeira etapa, mas nem de longe pareceu a mesma equipe no complemento do jogo. Mesmo assim, o resultado positivo deixa o Fla com 13 pontos e confiante para a sequência do Brasileirão 2016.

    Muralha – No primeiro tempo, assistiu o jogo de dentro do campo e participou apenas em jogadas de bolas recuadas. No segundo tempo, trabalhou um pouco mais, porém sem precisar fazer grandes defesas. Cada dia mais confiante, segue firme no gol do Flamengo. NOTA 7

    Rodinei – Teve bastante espaço para jogar no primeiro tempo, quando o Cruzeiro marcou com suas linhas bem adiantadas e buscou bastante jogadas na linha de fundo. Na etapa seguinte, foi bem mais defensivo e pouco buscou as jogadas de ataque. Precisa melhorar a qualidade nos seus cruzamentos, já que consegue chegar com certa facilidade em muitos momentos. NOTA 6,5

    Réver – Grande estreia do experiente zagueiro. Com sua característica lucidez em campo, o recém-contratado chegou dando consistência ao lado direito da zaga rubro-negra e, se utilizando de sua estatura e qualidade nas subidas em bolas aéreas, fez o gol da vitória heroica no Mineirão. Atuação importante para começar com a confiança que o momento do time pede. NOTA 8,5

    Rafael Vaz – Mais uma grande partida do camisa 33. Ao lado de um novo parceiro, foi firme pelo lado esquerdo, fez boas coberturas, brigou pela bola nas subidas de ataque do adversário e não hesitou em jogar feio. Com bons volantes a sua frente, pode melhorar ainda mais no aproveitamento. NOTA 7,5

    Jorge – Segue com uma grande consistência defensiva. Não demonstra nervosismo e parece se entrosar com facilidade com qualquer companheiro que entre na zaga. Ofensivamente pouco apareceu e quando subiu pareceu lento e foi tímido. Precisa ter mais vontade no apoio. NOTA 6

    Mário Araújo – Sua disposição contrasta com sua pouca habilidade e limitação tática. Orienta demais o meio e pouco faz com a bola nos pés além de tocar para o lado. Não tem a mínima condição de ser titular em qualquer time da Série A, muito menos num time que almeja disputar posições no topo da tabela. NOTA 5

    Willian Arão – Suas atuações estão em ascensão desde que o técnico Zé Ricardo, provavelmente, o orientou a jogar mais compromissado com a marcação. Cada vez mais voltado a jogar para o time, o capitão rubro-negro tem sido peça fundamental nesse meio, que apresenta ainda tantos problemas (leia-se Marcio Araújo) de distribuição de bolas e articulação de jogadas. NOTA 6,5

    Cirino – Tem velocidade, uma certa facilidade em driblar seu adversário, mas parece disperso em campo e quase sempre não consegue dar sequências as suas jogadas. Não tem capacidade de finalizar e sua movimentação parece cada vez mais limitada, diminuindo a dinâmica do ataque. Defensivamente foi bem dedicado e ajudou bastante o time pelo lado direito da defesa. NOTA 6

    Vizeu – Conseguiu boas finalizações ao gol do Cruzeiro no primeiro tempo. No segundo, ficou refém da defesa adversária e pouco produziu ofensivamente. A escassez de bolas em profundidade e em cruzamentos contribuiu bastante para que o camisa 47 tivesse uma atuação apagada na etapa complementar. NOTA 6,5

    Alan Patrick – Uma das piores partidas do meia rubro-negro. No período do jogo em que o Flamengo mais criou na partida, o camisa 19 pouco participou. Na bola parada, foi importante cobrando o escanteio que resultou no gol de Réver, mas em vários lances semelhantes chegou a fazer jogadas bizarras. Precisa voltar a dar dinâmica ao meio campo e participar mais da marcação. NOTA 5

    Everton – Nesse jogo nem rápido conseguiu ser. Perdeu lances na corrida para os marcadores do time mineiro, não criou lances de perigo e foi útil apenas defensivamente com um forte auxílio à marcação pelo lado esquerdo com Jorge. É outro que não pode ser titular nesse time. NOTA 5

    Cuellar – Entrou para ajudar a fechar o meio e a recuperar a posse de bola que o time não teve durante todo o segundo tempo, mas não surtiu tanto efeito. Defensivamente não faltou luta e dedicação que lhe são características. Tem que voltar ao time o mais rápido possível (e impossível). NOTA 6

    Fernandinho – É uma daquelas substituições que o técnico não tem argumento algum para explicar. Ajudou um pouco lá na defesa, mas nada de perigoso fez no ataque, o que lhe é dado como função. Não deveria estar nesse elenco. NOTA 5

    Pará – Foi o último a entrar no time com o intuito de povoar ainda mais a defesa, além de sair em velocidade nos contra ataques, mas não adiantou muito. Ainda cavou algumas faltas que descansaram o sobrecarregado time. NOTA 5

  • Fla bate o Cruzeiro em noite de Réver no Mineirão

    Que estreia!

    Após duas derrotas seguidas o Flamengo enfrentou o Cruzeiro no Mineirão pela 8ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Rubro Negro conseguiu mais do que só uma vitória, de cara quebrou um tabu que durava 15 anos.

    Primeiro tempo sem sustos

    O time mineiro passou boa parte do tempo com a posse de bola. Porém sem assustar em nenhum momento. Com pouca criatividade, o adversário se limitava em apenas levantar bolas na aérea e apelar para os escanteios, testando de fato a estreante dupla de zaga. Rafael Vaz e Rever foram impecáveis e ganharam todas pelo alto.

    Como o time celeste foi armado com uma zaga adiantada, a tática do Zé Ricardo de colocar Marcelo Cirino como ponta deu resultado em bons contra ataques que assustou o time adversário. No primeiro escanteio a favor do Flamengo, aconteceu uma prévia do futuro gol: escanteio bem cobrado no segundo pau e Rever cabeceou ao lado da trave defendido pelo Fabio.

    Na segunda parte do primeiro tempo, o domínio foi do Flamengo, assustando nos contra-ataques. Em subida de Everton, o ponta lançou para virada de Felipe Vizeu. O chute saiu desequilibrado e a bola foi quicando sem jeito, assustando a equipe visitante. Continuando com a pressão na parte ofensiva, Felipe Vizeu recebeu a bola do goleiro Fabio e, pressionado pelos zagueiros celestes, finalizou para uma defesa segura do Fabio.

    Nos momentos finais do primeiro tempo, a jogada repetida de escanteio no segundo pau dessa vez não teve jeito, aos 43 minutos do primeiro tempo, cabeçada como manda o manual para baixo e quicando para o fundo da rede, sem defesa para o experiente goleiro Fábio.


     

    Defesa com cara nova

    No segundo tempo, o time adversário continuou sem criatividade. Apelando para jogadas aéreas, Rever e Rafael Vaz ganharam todas pelo alto. Sem efetividade ofensiva, o técnico Paulo Bento colocou o experiente William no ataque celeste. Porém, sem que a bola chegasse, não houve nenhuma chance clara de gol. Do lado flamenguista, o treinador Zé Ricardo melhorou a marcação colocando Cuellar no lugar do Alan Patrick e liberando William Arão para criar jogadas no contra-ataque. Como o Cruzeiro insistia muito em jogadas laterais, para levantar bolas na área rubro-negra, Zé Ricardo decidiu inovar e colocou o lateral Pará no lugar de Felipe Vizeu, para ajudar Rodinei na marcação.

    Com apenas um descuido de Rafael Vaz, que perdeu a bola dentro da área , no bate-rebate Muralha caiu e defendeu bem a única chance de perigo do ataque adversário.

    Sem muitos sustos, com o apoio dos volantes marcando firme pelo meio e nas jogadas aéreas, a dupla estreante na zaga deu conta do recado. O Flamengo venceu como deve em momento de crise. 1×0 é goleada, ainda mais sobre um adversário que não ganhava há 15 anos fora de casa.
     

  • MVP das finais, Olivinha fala sobre a temporada: “estou muito orgulhoso”

    O NBB 8 mostrou aos torcedores o que é um jogador que sabe o que é atuar com a camisa do Flamengo. Olivinha deu o sangue e o suor para trazer, à Gávea, o título da oitava temporada do Novo Basquete Brasil. O melhor jogador das finais fez 22 pontos e teve 9 rebotes no jogo 5 e falou com o Mundo Rubro-Negro.

    “O time teve altos e baixos durante o campeonato, muita gente duvidando que a nossa equipe era capaz. A gente teve que trabalhar muito até chegar a esse jogo.”, disse Olivinha no início da entrevista. Falou também que a equipe tem um comprometimento muito grande e sem ele não seria possível a conquista, enfatizou esse comprometimento dizendo que a prova é a conquista do NBB nos últimos 4 anos.

    O ala/pivô rubro-negro teve uma média de 12,5 pontos e 7,2 rebotes no decorrer dos cinco jogos finais. “Ano passado bati na trave do MVP, mas esse ano eu consegui fazer uma boa série, consegui levar esse prêmio de MVP das finais e eu to muito orgulhoso de conquistar mais um título pelo Flamengo.”, disse.

    O primeiro tempo do jogo 5 foi bem equilibrado e acabou com o Flamengo na frente mas com placar apertado. A partir do 3º quarto, a equipe deslanchou e fez uma partida perfeita, terminando com o placar de 100 x 66, maior diferença em finais do NBB. Olivinha teve o primeiro arremesso certo da partida, o que já inflamou o ginásio fazendo a torcida cantar sem parar até o apito final. “A gente vem fazendo uma história muito bonita aqui, são quatro anos ganhando todos os títulos possíveis, então é um orgulho muito grande pra mim. Eu que já tenho 10 anos de clube, é uma felicidade imensa, vamos comemorar muito”, completou.

    O Flamengo é o maior vencedor do NBB e pra temporada 16/17 vai contar com o maior rival, o Vasco, também na elite do basquete brasileiro. Quando perguntado sobre o confronto entre as duas equipes na próxima temporada, Olivinha disse que pro basquete é muito bom e que espera uma festa muito grande das duas torcidas onde quer que as equipes se enfrentem.

    Questionado também para quem dedicaria o título, respondeu: “Eu dedico pra minha esposa, minha família que está sempre no dia-a-dia com a gente, sempre me contagiando com boas vibrações, sempre me empurrando pra cada vez trabalhar mais sério, esse grupo de jogadores que é um grupo maravilhoso, é um grupo vitorioso demais, então sem eles nada disso seria possível, vamos comemorar bastante agora”.

    Foi perguntado se o Flamengo é o Golden State Warriors do Brasil, ele brincou dizendo que o Fla tem mais títulos nacionais e que o time do ala Stephen Curry teria que correr atrás para alcançar o rubro-negro carioca que tem 5 títulos, enquanto a equipe americana tem 2.

     

    Com a colaboração de Rafael Orgam (Twitter: @orgamcrf).
  • Estudante da PUC-Rio apresenta monografia rubro-negra baseada em Max Weber

    Daiana Azevedo está nos últimos dias da faculdade de administração. Ela estuda na PUC-Rio e, como todos os universitários, precisava apresentar uma monografia. Apaixonada por esportes, rubro-negra fanática e com forte interesse acadêmico no pensamento de Max Weber, jurista e economista alemão considerado também o pai da Sociologia, Daiana não pensou duas vezes em colocar tudo isso na ponta do lápis e tecer paralelos entre a Teoria da Burocracia de Weber com a revolução administrativa que vem transformando o Flamengo em referência administrativa no Brasil, campo minado para iniciativas de gestão responsável e ética nas relações comerciais.

    Assim como toda a torcida flamenga, a estudante aguarda ansiosamente que o bom momento na gestão do clube tenha reflexo nos resultados dentro do campo de futebol. A monografia já tem data marcada para ser apresentada à banca da PUC e logo a seguir será disponibilizada na internet para o público interessado.

    Recebemos Daiana para um papo aqui no Mundo Bola e saber mais dessa história. E no rodapé da entrevista colocamos links interessantes. Boa leitura!

     

    Daiana, você estuda na PUC. Qual seu curso e de onde surgiu a ideia de fazer uma monografia sobre o Flamengo?

    Faço Administração de Empresas na PUC e me formo agora em julho. Inicialmente, eu não sabia do que falar. Aí eu tive a felicidade de bater um papo com um professor da própria universidade. Expus para ele a minha paixão por esportes, principalmente pelo futebol e pelo Flamengo. Como o Flamengo estava/está em evidência com o processo de profissionalização e modernização da gestão, ele sugeriu falar do clube e eu, prontamente, aceitei.

     

    Do que trata, especificadamente a monografia?

    Esse trabalho analisa o processo de profissionalização/modernização na parte estrutural/organizacional. Desde a chegada do Bandeira o que se ouve é muito mais sobre a parte financeira, pagamento das dívidas, aumento das receitas, etc. Então, esse trabalho procurou analisar se esse processo estava sendo instaurando em outras áreas do clube, especificadamente na parte organizacional, estrutural. Além disso, esse trabalho faz uma análise de como era a gestão antes e depois da chegada do Bandeira.

     

    Quais foram as dificuldades que você enfrentou até concluir o trabalho?

    A dificuldade inicial é você encontrar pessoas ligadas ao clube que te ajude com informações, que apresente dirigentes, indique opções de leituras, estabelecendo um elo seu com a instituição. Graças a Deus eu não tive tanta dificuldade assim (risos)! A outra dificuldade é a de validar as informações, ter referências de que aquilo é verdade. Então, eu não poderia simplesmente usar aquilo que eu lia ou ouvia, eu tinha que confrontar as informações, verificar a validade das informações mesmo tendo muito conhecimento sobre o tema. Buscar fontes confiáveis, até porque ainda não temos muita literatura sobre o tema e a nossa maior fonte de informação é a mídia.

    (Imagem de domínio público)
    (Imagem de domínio público)

     

    O Flamengo te ajudou na pesquisa? Como foi o processo?

    Eu tive a sorte de conhecer um jogador do clube na mesma época  em que decidi fazer um estudo sobre o clube. Bati um papo com ele e ele aceitou me ajudar e me apresentou a outro profissional do clube; paralelamente a isso, fazendo pesquisa para a monografia, encontrei o blog Mundo Bola que publicava informações relevantes e verídicas para o meu estudo. Então, mandei um e-mail contando a ideia que eu tinha e o Diogo Almeida (fundador e editor-chefe do Mundo Bola) me respondeu interessado no projeto e que também se prontificou a me ajudar. Diogo também me apresentou a outra pessoa ligada ao clube que me ajudou muito. A partir de então, a rede de contatos que eu precisava estava formada.

     

    Pode nos falar mais a respeito da monografia? Um resumo para os leitores. E quem tiver interesse de ler o trabalho completo, você pode disponibilizar?

    A monografia teve como foco de estudo analisar as mudanças administrativas feitas com a chegada da gestão Bandeira usando como base uma teoria administrativa: Teoria da Burocracia de Weber. Há muito tempo o nosso futebol vem clamando por mudanças e hoje chegamos a um ponto em que: moderniza ou fechas as portas. Então, esse trabalho contextualiza a situação em que estão os clubes do Brasil, fala da importância da profissionalização dos clubes dando como exemplos Barcelona e Real Madrid e evidencia os ganhos que o Flamengo vem obtendo desde a chegada de Eduardo Bandeira de Mello. Ganhos esses que tornou o Clube de Regatas do Flamengo uma referência.

    Assim que os ajustes finais forem feitos, posso disponibilizar sim.

     

    Qual a sua conclusão final desse estudo todo, Daiana?

    Desde a chegada da Gestão Bandeira o clube vem evoluindo. Ajustou o estatudo que era inadequado, tá organizando a parte financeira (finalizando), tem uma gestão profissional e capacitada e hoje tem uma estrutura mais organizada e definida. Fazendo com que o clube tenha uma mentalidade empresarial/profissional. E o resultado disso é uma instituição mais rentável e mais competitiva.

     

    Sitografia

    Para saber mais sobre Max Weber: Wikipedia, Etcetera – O Blog Humanista.

    Conheça melhor a Teoria da Burocracia: WikipediaEstudo Administração.

  • Ingressos – Cruzeiro x Flamengo

    Nesta quarta, 21h45, o Flamengo entra em campo pela 8ª rodada do Brasileirão 2016, jogando em Belo Horizonte-MG, contra o Cruzeiro, no Mineirão. Os ingressos para a torcida do Mengão serão vendidos apenas no dia do jogo.

    Informações dos ingressos para a Nação Rubro-Negra:

    Localização: Roxo Superior VISITANTE (Acesso: Portão A)

    Segundo a organização, o setor abrange cerca de 5 mil lugares.

    R$ 120,00 (Inteira)

    R$ 60,00 (Meia)

    Setor Roxo Superior
    Setor Roxo Superior (301 e 302)

    Horário e Ponto de venda

    Os ingressos apenas serão vendidos na Bilheteria Norte do Mineirão, na Quarta (15/06): das 10h até os 10 minutos do 2º tempo

    Há setores mistos no Mineirão. Essa é a ata do duelo
    Há setores mistos no Mineirão. Essa é a ata do duelo

    Não é possível contabilizar ao certo quantos rubro-negros foram nos jogos no Mineirão, pois o Setor Roxo Superior, destinado aos visitantes, ao mesmo tempo, destina-se ao mandante (obviamente com o isolamento/separação para evitar brigas).

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    Agradecimentos aos funcionários da Minas Arena, pelas informações gentilmente cedidas.

  • Sem confirmar efetivação, diretoria diz confiar no trabalho de Zé Ricardo

    Desde o anúncio da saída de Muricy Ramalho a dúvida de quem será o novo comandante rubro-negro paira na Gávea . E, ao que parece, o momento de incerteza ainda permanecerá por mais algum tempo. Pelo menos é o que indica o discurso feito pela diretoria flamenguista, na terça-feira (14). Presentes na coletiva de apresentação do ex-zagueiro Mozer como o mais novo gerente de futebol do clube, o presidente Eduardo Bandeira de Melo e o diretor executivo Rodrigo Caetano evitaram falar em nomes e procuraram demonstrar confiança no, por enquanto, interino Zé Ricardo.

    De acordo com o presidente, o trabalho realizado pelo ex-técnico da base tem ajudado a direção a não se afobar para resolver o problema. “Zé Ricardo é o técnico do Flamengo hoje. Esse trabalho que nos dá tranquilidade para seguir avaliando a questão com a maior tranquilidade possível”, afirmou o mandatário.

    Apesar de elogiar o desempenho do atual comandante a frente da equipe, Bandeira de Melo evitou fazer qualquer tipo de confirmação em relação a sua efetivação no cargo de treinador. Para o presidente, a nomenclatura para se referir a posição ocupada pelo profissional não é o mais relevante neste momento.

    “Adjetivação do treinador, se é interino ou se é permanente, é o que menos importa. Não quero assumir algum tipo de posição definitiva. Hoje, o treinador é o Zé Ricardo. Agora, se ele vai continuar, ou o Flamengo vai trazer outro técnico, será definido depois. Vai ficar enquanto o Flamengo entender que é positivo e mesmo se contratarmos alguém ele irá continuar participando da comissão”, pontuou o Bandeira de Melo.

    Seguindo a mesma linha do presidente, Caetano também não quis entrar em detalhes sobre assunto e apenas se limitou a dizer que, caso haja uma mudança de ideia, todos, inclusive o técnico, ficarão sabendo. “Qualquer mudança que tiver vocês vão saber. O Zé sabe o papel que ele exerce. Não está aqui para que se ganhe tempo em relação a outro nome. Flamengo tem soberania para entender se isso vai ser modificado”, ressaltou Caetano.

    Recém chegado para ajudar o Mengão a retomar o caminho das conquistas, Mozer fez questão de deixar seu posicionamento bem claro. Para ele, o interino é o cara certo para conduzir o time durante a temporada.

    “Não sei se a direção está buscando um treinador estrangeiro. O Flamengo tem treinador que é o Zé Ricardo. Extremamente vencedor no clube que está inserido. É um homem que tem feito percurso brilhante nas camadas jovens. Tem na totalidade do grupo profissional a aceitação. Tem confiança nele, senão não fazia sentido ficar”, defendeu o novo gerente de futebol.

    Em meio a toda essa indefinição, Zé Ricardo soma 20 dias como técnico do elenco profissional. Nesse período, dirigiu o time em em quatro partidas pelo Campeonato Brasileiro Série A, sendo duas vitórias (Ponte Preta e Vitória) e duas derrotas (Palmeiras e Figueirense).

    Durante suas entrevistas coletivas, o comandante habitualmente acaba tendo que responder questionamentos sobre uma possível efetivação. No entanto, de maneira serena, Zé sempre tenta manter a tranquilidade e não criar expectativas. “A gente sabe que o resultado faz diferença em todos os esportes. Eu mantenho que estou tranquilo, desde o primeiro jogo contra a Ponte Preta. Faço isso com a melhor das intenções”, disse o interino, após derrota para o Figueirense, no último domingo (12)

  • Tetracampeão nacional com o Fla, José Neto elogia time e torcida

    Após a vitória por 100 a 66 sobre o Bauru e da conquista de seu quarto título nacional com o Flamengo, o quinto do clube na NBB, o treinador José Neto falou com a imprensa e demonstrou muita felicidade por mais uma taça. Além de elogiar seu elenco e a recuperação da equipe após momentos difíceis, o técnico falou também sobre a torcida, destacando a atmosfera de sempre.

    É um sentimento que parece que é a primeira vez. A gente nem entra na quadra pensando nos quatro títulos, entramos sempre pensando no que podemos conquistar. É uma alegria imensa poder desfrutar disso ao lado de uma grande torcida como a do Flamengo, ao lado de jogadores que não mediram esforços para sentir isso também, é uma satisfação muito grande“, disse o treinador.

    José Neto sempre aparece cobrando muito os jogadores e evita falar que o time está ideal. Buscando sempre essa evolução, depois da final o treinador disse que finalmente parece ter ficado totalmente satisfeito com o que viu: “Falo durante a temporada toda quando perguntam se estou satisfeito que não, estou contente pelo momento, mas acho que ainda tem que melhorar muito. Mas nesse momento posso dizer que estou satisfeito por termos conquistado o título, por uma grande vitória. Acho que hoje ninguém vai sair falando que a bola presa decidiu o jogo (como o Bauru alegou favorecimento após o Jogo 3). Hoje ganhamos como Flamengo“.

    É incrível a capacidade que vejo nesse grupo de conseguir superar dificuldades. São jogadores que em situações adversas se juntam e crescem. Eles têm um grande líder que é o Marcelo (Machado), todos têm um respeito enorme por ele. Então acho que essas coisas vão agregando muito ao trabalho. Temos um grupo que é incrível, são caras que dão a vida e alma pelo Flamengo e que, mesmo quando estão muito cansados, sabem que poderão desfrutar disso depois. Esse grupo é um marco, a maneira como estamos jogando e conseguindo trabalhar para mim é incomparável” – José Neto.

    Nos últimos anos, as finais do NBB têm passado por mudanças em seu número de jogos. O torneio foi definido por três temporadas seguidas em partida única, tendo o Flamengo como finalista e campeão em duas delas. Com o empate na série, muitos acreditavam que esse duelo seria mais um a ser disputado como confronto único. Sobre isso, Neto disse: “Acho que foi o jogo único que ganhamos com mais folga né, porque do Uberlândia (2012-13/77 a 70) e Paulistano (2013-14/78 a 73) não foi tanto assim. Acho que isso faz jus ao caráter desse time que mudou, tivemos muitas mudanças desde o ano passado e os que chegaram sabiam muito bem o que precisavam fazer, entraram na pilha dos que já estavam aqui e não podia ser diferente. Merecíamos isso aí por tudo“.

    Vejo muito basquete, jogamos com seleção, em vários lugares do mundo e, quando vejo o resto do mundo, sei que não tem nada como isso aqui. Só quem está aqui dentro e sente pode tentar explicar, mas não consegue pelo sentimento que temos“, José Neto sobre a torcida do Flamengo.

  • Fora de casa, Flamengo enfrenta desfalcado Cruzeiro

    Pré-jogo futebol

     

    Pela 8ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Flamengo vai até a capital mineira enfrentar o Cruzeiro. A partida será na próxima quarta-feira (15), às 21h45, no Mineirão. O @Mundo Bola_CRF fará o tempo real e você ainda acompanha tudo sobre a partida no pós-jogo e repercussão.

    Após perder para o Figueirense no último domingo, o Mais Querido do Brasil precisa vencer para se manter nas primeiras posições da tabela. Os mineiros vieram de uma vitória no clássico contra o Atlético e estão bastante motivados, apesar dos vários desfalques. O técnico Paulo Bento precisa quebrar a cabeça para montar o time. O zagueiro Bruno Viana (terceiro cartão amarelo), os laterais Bryan e Lucas e o volante Romero (cartão vermelho) estão fora. Elber e Robinho ainda são dúvidas por conta de lesão muscular. No lado rubro-negro, Emerson Sheik e Paulo Victor, que voltaram a treinar com o grupo, ainda ficam de fora e não viajam com o time. Fernandinho deve seguir fora, após sentir dores no joelho direito antes da partida contra o Figueirense; Guerrero segue com a seleção peruana.

    No treino tático desta terça-feira, Zé Ricardo fez algumas mudanças no time e treinou com: Muralha, Rodinei, Rever, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araujo, Willian Arão, Alan Patrick, Marcelo Cirino, Everton e Felipe Vizeu (Ederson)

    Anúncio de Mozer como gerente de futebol
    Será o primeiro jogo do multicampeão Mozer no comando do futebol do Flamengo. Muita expectativa sob o trabalho que será feito pelo ex-zagueiro e a pressão só aumenta por bons resultados. Logo de cara, uma parada duríssima contra um time que vem de uma importante vitória em clássico. Na sua apresentação, Mozer disse que o Flamengo não procura nenhum técnico de fora e garantiu que Zé Ricardo segue:

    “Não sei se o Fla procura técnico estrangeiro. O clube já tem um treinador que se chama Zé Ricardo”.

    Nomes como Marcelo Gallardo (River Plate) e Reinaldo Rueda (Atletico Nacional) foram especulados e ganharam força durante a semana, mas foram descartados por conta da demora na adaptação e a dificuldade de conhecer o elenco. Abel Braga, que teve passagem pelo Flamengo entre 2007 e 2008, também foi nome forte para assumir o clube, mas sofreu rejeição e a negociação foi suspensa. O trabalho de Zé Ricardo vem sendo avaliado e, segundo Rodrigo Caetano, aprovado pelo presidente Bandeira de Melo.

     

    Prováveis escalações:

    Flamengo: Muralha, Rodinei, Rever, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araujo, Willian Arão, Alan Patrick, Marcelo Cirino, Everton e Felipe Vizeu

    Cruzeiro: Fábio, Mayke, Bruno Rodrigo, Léo, Victor Luís; Henrique, Ariel Cabral, Alisson, Arrascaeta; Riascos e Rafael Silva.

    Árbitro: Raphael Claus – SP.

    Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho – SP e Rogério Pablos Zanardo – SP.

    Autor da publicação: @mathheusoares

  • O hepta tropeçou na sétima

    Quando defendo a manutenção do treinador Zé Ricardo, não é por que aposto na superstição dos técnicos anteriores que foram campeões com o Flamengo. Inclusive, eu desacredito que essa fórmula atenda às demandas do futebol brasileiro contemporâneo. Eu desejo apenas que o Clube saia desse ciclo vicioso. Afinal, aonde chegamos até hoje com esse festival de treinadores ao longo das temporadas?

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    Todo ano é a mesma história. Uma pré-temporada Mandrake, um Campeonato Brasileiro meia-boca e espasmos na Copa do Brasil. O treinador normalmente sai em maio ou junho, quando aparece outro da mediocridade de um Ney Franco, para depois Papai Joel nos livrar do fantasma do rebaixamento.
    Eu venho falando que acredito em um Flamengo forte e vencedor a partir de 2017, pois temos prioridades que objetivam conceder sustentabilidade e longevidade consequente aos ganhos obtidos pela gestão financeira que tornou o Clube novamente um bom pagador. Muitas semelhanças com o período da FAF na década de 70, mas ainda sem os resultados em campo, que começaram a aparecer em 1977, com conquistas a partir de 1978, para depois se consolidar em um dos maiores times do planeta em 1980.

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    Nessa visão, o que menos necessitamos nesse momento é de um milagreiro que transforme esse elenco atual em uma seleção imbatível. Até por que desconheço o trabalho das opções, exceto o nome de Abel Braga, que definitivamente não me provoca boas recordações…
    Eu quero um treinador do porte do Sampaoli. Preferencialmente o próprio Sampaoli. Pediu-nos 1,3 milhões por mês? Eu acho que vale a pena, mas ele teria que ser contratado para montar o elenco de 2017. Exigir resultado para 2016 seria alucinação, por isso defendo Zé Ricardo para fazer a transição.

     

    tropeco
    Como estou pra lá de endividado no tempo, vou falar rapidamente sobre a rodada desse mais novo tropeço do Flamengo:

    Figueirense 1×0 Flamengo – Jogo para fazer raiva. Flamengo merecia sorte melhor. Mas Zé Ricardo errou ao manter o fraco Márcio Araújo na equipe e pior, com Cuellar no banco de reservas. Escalou Ederson fora de posição no primeiro tempo e, logo após corrigir seu posicionamento na segunda etapa, quando subia de produção, o substituiu.
    A grata surpresa foi a estreia do zagueiro Rafael Vaz, que fez partida muito segura. Tentam lhe atribuir o gol do adversário a uma falha dele, com o que discordo. Ele foi suprir uma cobertura inexistente de Márcio Araújo no lado do Jorge. Na verdade, a falha foi coletiva e grotesca, pois o lance teve origem a partir de um tiro de meta batido pelo goleiro do Figueira.
    Tendências: Flamengo – Ficar de palhaçadinha; Figueirense – lutar para fugir do Z4.

     

    chega-de-tropeços
    Outros jogos?
    Internacional 3×1 América/MG – O time do Inter é armado para esperar o adversário. E foi isso que aconteceu contra o Coelho, que caiu na armadilha, com a falsa sensação de domínio. O resultado diz tudo. Um é líder, o outro na zona de rebaixamento. Tendências: opostos na tabela.
    Ponte Preta 2×1 Chapecoense – O resultado foi uma surpresa. Vio parte do jogo, e atorcida da Macaca não estava nem um pouco satisfeita com o time. A Chape fazia o feijão com arroz de sempre. Tendências – Meio de tabela para ambos?
    Fluminense 1×1 Grêmio – Jogo muito difícil para os cariocas. O Grêmio, mesmo com um a menos deu muito trabalho. Tendências: Os dois times tendem a ficar no topo da tabela.
    São Paulo 1×2 Atlético/PR– O placar é inacreditável. Eu custei a acreditar no resultado, que parecia ser favorável aos paulistas. Duro é ver que o tal do Alan Kardec era figura defendida por boa parte da imprensa para reforçar a seleção brasileira. Tendências: Fundir a massa cinzenta dos apostadores de plantão.
    Botafogo 1×1 Vitória – Todo mundo sabe o que vai acontecer. Afinal “há coisas que só acontecem com o Botafogo”, como levar gol no apagar das luzes e ficar subindo e descendo a escadaria das divisões do futebol brasileiro. Botafogo e Vasco são protagonistas da refilmagem de “O feitiço de Áquila”. Tendências: As duas equipes brigam na faixa de baixo da tabela. O fantasma do rebaixamento para o Foguinho é mais que real.
    Coritiba 3×2 Sport – O que não falta neste campeonato é time feio. Coxa fez uma pequena cirurgia plástica para vencer o Pinóquio de 1987. Tendências: Esse times são os que podem ajudar o Flamengo a não passar perigo. Lutam para não cair.
    Palmeiras 1×0 Corinthians – Cuca vai comendo pelas beiradas. Já Tite será chamado mais uma vez para “vestir” a amarelinha. Tendências: Os dois times disputam o título.
    Atlético Mineiro 2×3 Cruzeiro – Jogo de festa para os atleticanos, estreia do Fred, “caiu no Horto tá morto”. Mas quando rolou a bola o time azul mordeu mais forte. O Cruzeiro, além de sair da zona de rebaixamento, ainda mandou o poderoso Galo para lá. Tendências: Os times mineiros fazem péssimo início de campeonato. Os três representantes se revezam no Z4, mas claramente possuem elenco para buscar algo melhor.
    Santa Cruz 0x2 Santos – Vi boa parte do jogo. Foi uma pelada, mas o Santos se deu bem. O Santinha possui um elenco muito limitado, mesmo assim quer jogar de igual para igual com todos . Tendências: Santa Cruz – mandar o treinador embora. Santos – repetir 2015.
    Na próxima quarta-feira enfrentaremos o Cruzeiro que, já possui um time com limites, ainda virá com desfalques. É partida para o Flamengo buscar a vitória. Caso contrário, nosso pior jogador continuará sendo o Tropeço.

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    Imagem: Divulgação – Tropeço da Família Adams

    Cordiais Saudações Rubro-Negras!