Autor: diogo.almeida1979

  • Gustavo Roman analisa Flamengo 0 x 0 Botafogo | 34ª Rodada Brasileiro 2016

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  • O meu jogo de despedida

     Existem duas razões para que um ex-atleta realize seu jogo de despedida:

    A primeira parte da imprensa, dos clubes e das federações que querem homenagear uma lenda que encha o Maracanã e atraia patrocinadores. A outra é organizada pelo próprio atleta que precisa fazer um caixa, rever os amigos e ser lembrado diante do terrível ostracismo. Sendo um ex-atleta que preenchia a opção B, tratei eu mesmo de organizar a partida. Já que não fui uma lenda, traria à minha cidade as duas maiores com que joguei: Zico x Rivelino.

    Após um ano negociando a data na agenda dos dois, em uma quarta-feira à noite do ano de 1996, no Estádio Odair Gama, em Três Rios, me despedi oficialmente do futebol em uma inesquecível partida entre o Máster do Flamengo, com Zico, e meus amigos da casa mais o Rivelino com a camisa 10. Mas como quem organiza não se diverte, passei o dia fazendo contas com minha esposa: vendemos antecipadamente a metade da bilheteria, dois mil ingressos, e pagamos a passagem aérea e a hospedagem do Riva e do seu filho, a arbitragem, as camisas e o ônibus que trouxe a delegação do Flamengo. O cachê do elenco rubro-negro pagaria com os ingressos vendidos na hora. Só que o mundo resolveu desabar sobre minha cidade ao entardecer. Parecia que nenhuma gota de todas as chuvas queria estar ausente ao duelo entre duas genialidades do nosso futebol.

    Certamente me despedi com uma discreta atuação ao correr todo o primeiro tempo de olho na bilheteria. A cada passe enxergava não um companheiro desmarcado, mas a minha esposa encharcada e preocupada do lado de fora em busca de torcedores que cancelaram suas vindas. De toda a região havia promessa de muitas excursões. Precisávamos de, aproximadamente, três mil reais (ou seria cruzeiros?) e só fora vendido quinhentos. Como pagaria os jogadores do Flamengo?

    Saí no intervalo substituindo-me por razões técnicas e financeiras e o Flamengo já vencia por 6×0. Rivelino, que nunca soube perder graças a Deus, não me poupava: “tudo bem se despedir com seus amigos, mas não diante de um meio campo formado por Andrade, Adílio, Júnior e Zico e com Claudio Adão e Júlio César mais à frente!”. A partida acabou 9×1. Com a cabeça quente e o bolso vazio, consegui da presidência do Entrerriense FC um empréstimo que nem sabia como, e quando, pagaria.

    Bem, entrei após a partida nos vestiários para pagar o honrar o compromisso. E Zico disse perante todos eles que não era preciso. Era um presente. Havia cobrado um cachê maior no amistoso anterior para que todos ali pudessem homenagear um ex-companheiro. Mesmo tendo jogado ao lado do camisa 10 durante uma temporada na Gávea, passei a conhecer naquela noite o cidadão Arthur Antunes Coimbra. Só ele seria capaz de fazer algo parecido diante do cada um por si de uma difícil e competitiva profissão. Saí de lá tão feliz que, após devolver o empréstimo ao clube, comprei com a sobra uma TV Sony 29, o sonho de consumo da ocasião. Duas décadas depois, mesmo pesando uma tonelada diante das telas planas e magrinhas que enfeitam a casa, recorro a ela quando a partida está ruim e o filme pior ainda. Suas imagens, da vida real, revelam mais que lembranças de uma partida, mas a certeza de que enquanto houver pessoas como ele, Zico, haverá esperanças de vivermos em um mundo melhor e mais justo. Dentro e fora das quatro linhas.

    Zé Roberto Padilha
    Email: zeropadilha@bol.com.br

    Imagem destacada: Foto: Reprodução

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  • Quem és tu?

    Se você é um Rubro Negro mortal e racional, deve estar se perguntando onde afinal o Flamengo desfez a conexão com sua essência…

    …passou a ser, nesses últimos tempos, essa coisa estranha e sem explicação.

    Não é a primeira vez que os lembro sobre, mas vale repetir: 2016 não pretende deixar saudades dentro das quatro linhas. A gente, na teimosia, torce pelo final feliz. Mas, atenção, que o enredo é todo estranho e uma versão ortodoxa dos fatos precisa servir para alguma coisa, antes que a gente crie a Copa Superávit pra gritar “é campeão!” e seguir a vida.

    Se acha que a irritação é de hoje, se engana. Em três anos de disputadas de campeonatos de futebol profissional masculino, vivemos de um carioqueta mequetrefe em 2014 – cada vez mais irrelevante, considerando a comum guerra de forças (e egos) contra FERJ’s e Eurico’s da vida – e um simpático mas amistoso Torneio Super Series em 2015.

    A verdade é que o torcedor – incoerente que é, maluco e muitas vezes cheio de cachaça nos cornos – decidiu adotar no maior clima de “chegou 2016, enfim o ano mágico” a postura renovadora de todas as suas esperanças!

    Viu este ano o Flamengo disputar o Carioca na maior pirraça e má vontade. No meio disso, a queda em uma Primeira Liga que passou até certo ponto despercebida, tal a grandeza varzeana em que a competição se desenvolveu.

    Veio a Copa do Brasil e tivemos a eliminação para o Fortaleza. O que poucos se lembram é que essa se tornou nossa pior participação em uma competição em que somos tricampeões. Mas tudo bem… ainda fomos eliminados cedo o suficiente para voltarmos ao cenário internacional do sul do mundo. Vem a Copa Sul-Americana. Não me parece que quisessem levar a sério a necessidade de internacionalização positiva da marca institucional do Flamengo. E aí deu no que deu.

    Paciência…

    Parece desastroso.

    Ainda assim vi orgulho no rosto flamenguista. A alegria de ser rubro-negro foi exaltada em carreatas a cada desembarque da equipe Brasil afora. Ou nos muitos estádios pelos quais o Flamengo se apresentou; ganhando ou perdendo havia nossa gente por lá. A essência de ser Flamengo era a real razão de tudo.

    A vontade do flamenguista carioca em ser parte dessa história provocou provas de amor incondicional, tanto na chegada de Diego (o craque da redenção e da auto estima, o ícone do “Mengão investidor”) quanto nos AeroFla’s.

    Faltava administrar a ansiedade do retorno ao Maracanã. E inundados por um clima de “enfim, em casa”, lotamos.

    E por uma completa desconexão com a história desse clube, não aconteceu. Nada parece acontecer.

    Fuderam com o “deixou chegar, fudeu”. E se alguém tremeu com o Maracanã, não foram os rivais. Aliás, em falando de Maracanã, o ano que mais nos sentimos próximos e aptos a torná-lo efetivamente “casa”, pode terminar sendo o derradeiro em termos de pretensões dados os arranjos políticos.

    A irreverência marcante do flamenguista em todas as outras conquistas – nessa , não seria diferente – não efetiva o cheirinho de hepta.

    Os cabeças de bagre do elenco – de novo, não poderia ser diferente – não se iluminam de craques, não desencantam e não calam a unânime parcela da torcida que os endemonizam pelas mídias sociais e bares da vida.

    Alguém vai me dizer que essa é nossa melhor campanha em pontos corridos…

    Muitos dizem que ainda dá, bastando ganhar os 4 jogos, secar o time Z, o W e o Y…

    Outros dirão que o “grande ano” mesmo é o próximo (sempre o próximo, incrível), o general vem e o Mundial é logo ali.

    Tudo muito subjetivo demais, o que é estranho pra quem entende a grandeza em ser Flamengo.

    Intrigado, pergunto: quem é você que teima em destruir a ordem natural das coisas do Mundo Natural Rubro-Negro? Que não se alimenta de sua vocação histórica com glórias e títulos, nem se reveste do inigualável poder da Nação e não transforma nossa voz e suor em raça, raça em vitórias, vitórias em conquistas?

    Quem é esse Flamengo?

     
    Grande abraço, Saudações Rubro Negras e sejamos Flamengo, hoje e sempre!
     

    Hermínio Corrêa
    Twitter: @Herminio_Correa

    Leia também do autor:
    Quando o óbvio precisa ser dito (ou melhor, berrado!)
     

    Imagem destacada: sequência do gol de Almir Pernambuquinho, que depois do episódio ganhou o apelido de Almir Cara de Lama também. Gana de vencer.


     

     
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  • Sheik e Jorge falam de frustração pelo resultado; Vaz reclama do árbitro

    O Flamengo saiu do gramado do Maracanã na noite deste sábado (5) muito frustrado. Com diversas oportunidades, o rubro-negro acabou ficando no 0 a 0 diante do Botafogo e saiu de campo apenas com um ponto. Após o jogo, o atacante Emerson Sheik, o zagueiro Rafael Vaz e o lateral esquerdo Jorge falaram com a imprensa e mostraram tristeza pelo empate.

    O resultado não foi o que imaginávamos, mas jogamos contra uma equipe competitiva e que vem embalada. Faltam quatro jogos e ainda há chances matemáticas. No Flamengo funciona assim: vamos lutar até o final“, disse Emerson Sheik na saída do gramado do Maracanã.

    Outro a falar na saída do campo foi Rafael Vaz, que ainda aproveitou para reclamar da arbitragem: “Fizemos um belo primeiro tempo, mas a bola não entrou. O jogo foi muito amarrado, principalmente porque o juiz amarrou demais e não deixou o jogo rolar. Saímos frustrados pois vimos que poderíamos ter saído com a vitória“. “Vamos brigar pelo título até o final“, completou.

    Rafael Vaz e Emerson Sheik se juntam ao zagueiro e capitão Réver nas ausências para o próximo jogo. Os três levaram cartão amarelo diante do Botafogo e não entram em campo contra o América-MG na próxima rodada. Além disso, Paolo Guerrero e Alex Muralha dependem da liberação de suas seleções e das condições físicas após os jogos das Eliminatórias para a Copa do Mundo.

    Jorge completou as entrevistas após o jogo falando que a disputa pelo título ficou muito difícil: “É meio triste. Mas se o Palmeiras ganhar, não tem mais jeito. Quase impossível. Vão ficar com o título na mão. Vamos secar bastante, sem esquecer de Santos e Atlético-MG, que também estão perto da gente. Tivemos uma queda nesses últimos jogos. Já falei que faltou empenho lá atrás. Tivemos vários resultados ruins no começo que hoje atrapalham“.

    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

  • Zé Ricardo destaca entrega dos jogadores após empate com Botafogo

    Para se manter vivo na disputa do título, o Flamengo recebeu o Botafogo no Maracanã, na tarde deste sábado (05), em partida válida pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro.

    De olho no líder Palmeiras, somente a vitória interessava para a equipe rubro-negra. Após 90 minutos com chances criadas por ambas as partes, o placar não saiu do zero e o empate foi um balde de água fria na torcida, que compareceu em peso ao clássico.

    Um dos ingredientes do confronto foi a forte chuva que não deu trégua em nenhum momento. Em entrevista coletiva, o treinador Zé Ricardo comentou sobre a situação do gramado e salientou que, como o campo estava muito pesado, os jogadores foram afetados e o cansaço prejudicou a equipe.

    O comandante ressaltou a entrega de seus jogadores, destacando que foi um jogo aberto, devido a obrigação de conseguir o resultado:

    “Acho que a gente fez uma partida boa no primeiro tempo. Estivemos bem posicionados defensivamente, não corremos muitos riscos, mas tivemos as melhores chances. No segundo tempo, com exceção do minuto inicial, que acho que entramos um pouco frio, desatentos, e eles tiveram duas oportunidades no primeiro minuto, controlamos bem o jogo. O Botafogo é um time perigoso, sabe o que fazer com a bola. O Diego participou bastante do jogo no primeiro tempo e foi mais vigiado no segundo tempo. Tentamos forçar as bolas jogar no Guerrero. Mas hoje não era o dia. Perdemos chances de finalizar, mas fico satisfeito pela entrega. Saímos decepcionados, porque tivemos oportunidade de vencer e se reencontrar com a vitória. Vamos nos preparar para o próximo jogo, temos 10 dias para a próxima partida. É fazer preparação boa e voltar a vencer”.

    Mesmo com o cenário adverso, o treinador do Flamengo prega luta até o final: “Foi uma partida de muita entrega. Tivemos melhores momentos do jogo, até pela proposta de lançar mão de abrir a equipe. Criamos contra-ataques, eles se defendem bem. Sabíamos que corríamos esse risco. Mas temos que agradecer a todos os atletas o empenho, a dedicação. Jogaram os 90 minutos. Vamos lutar por esses quatro jogos e deixar na mão do destino.”

    Zé Ricardo completou falando que a campanha do Fla merece ser valorizada: “A gente está fazendo grande competição, isso não pode ser apagado. Quatro jogos que não vencemos e estamos em segundo lugar. Podemos até perder amanhã, mas estamos sempre perto do topo. A maior motivação que tentamos passar é que não vamos deixar jogar isso tudo fora. Tem que ter recompensa. Temos tudo para fazer grandes jogos, mas é entregar ao destino realmente. A diferença hoje está em quatro pontos, se aumentar amanhã fica muito difícil. A função do líder é motivar, isso não vai faltar“.

    *Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

  • Em jogo com clima de decisão, FlaBasquete vence o Bauru na estreia do NBB9

    Ufa! Foi de tirar o fôlego de qualquer amante de basquete o primeiro jogo da temporada 2016/2017 do Novo Basquete Brasil. Com todos os aspectos de uma decisão de campeonato, o Flamengo derrotou o Bauru por 100 a 97, na tarde deste sábado (05/11), no Ginásio Panela de Pressão, em Bauru. Foram necessárias duas prorrogações para conhecer a equipe vencedora, mas na verdade, os grandes vencedores foram todos que puderam assistir o belo espetáculo que Flamengo e Bauru protagonizaram.

    O JOGO

    A primeira cesta do NBB foi de Ronald Ramon. Mas a bola só caiu quase após dois minutos do início do jogo. As duas equipes entraram em quadra com propostas bem parecidas: trabalhar bem a defesa para contra-atacar com perigo. Isso fez com que o jogo demorasse a engrenar. No finalzinho do 1Q, é que o Bauru conseguiu se destacar, principalmente após a entrada de Gui Deodalto, que deu mais velocidade a equipe bauruense. Com um jogo mais cadenciado, o Flamengo apostava em jogadas individuais, o que acabou não dando certo: 17 a 12 Bauru no 1Q.

    O 2Q da partida também foi pautado pelo equilíbrio, mas com uma ligeira vantagem para o Flamengo. O técnico José Neto conseguiu corrigir os erros defensivos de sua equipe com uma defesa sob pressão. As bolas arremessadas pelos jogadores rubro-negros começaram a cair. Olivinha e JP Batista comandavam a reação flamenguista que diminuiu a diferença de 5 para 2 pontos ao final do primeiro tempo.


    Destaques do 1º tempo

    Flamengo                                                                                           Bauru

    JP Batista: 10 pontos e 6 rebotes                                            Alex: 8 pontos, 3 rebotes e uma bola roubada


     

    As equipes voltaram do intervalo com a corda toda. Olivinha deixou tudo igual, mas com uma atuação brilhante de Alex, o Bauru resistia. A virada do Flamengo saiu de um arremesso de três pontos de Marcelinho, mas o incansável Alex, no lance seguinte, também acertou uma bola de três colocando novamente sua equipe à frente do marcador (57 x 56). O Orgulho da Nação não desistiu e Ronald Ramon, num pontaço de três, deixou o Flamengo novamente em vantagem. E o Fla venceu o 3Q por 61 a 58.

    O jogo seguiu equilibrado. O Bauru empatou e tomou a dianteira. Mas quem tem um jogador como o Marcelinho em quadra, pode sempre esperar algo de bom. Quando restavam 25s para o final da partida, o camisa 4, no estouro do relógio, marcou de três (76 a 74). O técnico Demétrius pediu tempo e orientou sua equipe. A conversa do técnico deu resultado. Os anfitriões tinham 13s para empatar e assim fizeram: 76 a 76.

    O Bauru começou a prorrogação agressivo e chegou a abrir 5 pontos de diferença. O jogo era bom e o Flamengo empatou. Os cinco minutos não foram suficientes para uma equipe se sobressair. Novamente o relógio apontou a igualdade: 88 a 88.

    Alex, um dos maiores algozes do FlaBasquete, desta vez desequilibrou a favor do Rubro-Negro. Faltando 5s para o estouro do relógio: errou passe, permitindo o contra-ataque do Fla que foi parado com falta; Marcelinho converteu os lances livres (97 x 100). O cestinha da partida até teve a chance de diminuir para o Bauru, mas errou os dois lances livres que cobrou.

    Vitória importantíssima no Pentacampeão do NBB em mais uma estreia de campeonato. O Flamengo volta a quadra na próxima terça-feira (08/11), às 19h30, diante do Franca, no ginásio Pedrocão, no interior paulista.

    DESTAQUES DO FLAMENGO 

    Cestinha: JP Batista, 29 pontos

    Rebotes: Olivinha, 16

    Assistências: Ramon, 7

    Arremessos 2P: Batista, 12

    Arremessos 3P: Ramon e Marcelinho, 2

    Lances livres, Marcelinho: 10

    Crédito imagem destacada: Reprodução/ Twitter: NBB 

     

  • Flamengo x Botafogo: o clássico dos novatos que mandam

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    Sem vencer a três partidas, o Flamengo volta ao Maracanã com sede de vitórias.

    O clássico deste sábado, contra o Botafogo, às 17h, pode encurtar a distância do Mais Querido para o líder Palmeiras. A Nação promete fazer mais um belo espetáculo e apoiar o time até o final.

    As duas grandes surpresas do ano, de um lado o Flamengo eliminado precocemente em todos os torneios do primeiro semestre, do outro lado tem o Botafogo grande candidato ao rebaixamento. O que eles tem em comum? Com a chegada do Camisa 10 e novas mentalidades de jogo com jovens treinadores, fizeram os dois times subirem de patamar e estarem figurando na ponta do campeonato.

     

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    Vitória

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    Times com esquemas adequados e jogadores dedicados, resultou na fórmula de sucesso dos rivais cariocas, neste sábado, se encontram em mais um Maracanã lotado pela torcida Rubro-Negra. Sonhando com o título brasileiro, o treinador Zé Ricardo deve manter a base do time para o confronto depois da boa partida contra o Atlético-MG, Fernandinho deve continuar como titular no ataque do Mais Querido. Com dores nas costas, Mancuello está fora da partida. Com isso, a revelação Lucas Paquetá foi relacionado e pode fazer sua estreia no clássico carioca.

    Já do lado botafoguense, o jovem treinador Jair Ventura faz mistério para decidir quem vai ficar na vaga do lesionado Diego Barbosa. O Botafogo interrompeu uma sequência de cinco vitórias seguidas ao empatar com o Coritiba na última rodada. Com 54 pontos, na 5ª colocação, o Alvinegro quer assegurar sua participação na Libertadores 2017 o quanto antes.

    Um olho no Peixe e o outro no Galo!

    Se conseguir a vitória, a equipe rubro-negra chegará aos 65 pontos. Torcendo por um tropeço do líder palmeiras para continuar a caça ao líder. Visando também a Libertadores, uma vitória garante matematicamente a equipe no torneio continental.

    FICHA TÉCNICA

    FLAMENGO x BOTAFOGO

    Local: Maracanã, Rio de Janeiro

    Data: 05 de novembro de 2016

    Horário: 17h (Brasília)

    Arbitragem: Jean Pierre Lima (RS) apita o jogo, auxiliado por Kléber Lúcio Gil (SC) e Fabrício Vilarinho (GO)

    FLAMENGO

    Escalação provável: Alex Muralha, Pará, Réver, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araújo, William Arão, Diego, Gabriel e Fernandinho; Guerrero. Técnico: Zé Ricardo
    Desfalques: Everton e Ederson, lesionados.

    Pendurados: Alan Patrick, Muralha, Diego Ederson, Emerson, Everton, Léo Duarte, Mancuello, Marcelo Cirino, Rafael Vaz e Réver.

    BOTAFOGO

    Escalação provável: Sidão, Alemão, Carli, Emerson, Luis, Lindoso, Bruno Silva, Airlton, Pimpão, Camilo, Neilton.
    Desfalques: Jefferson, Damian, Canales, Luis Ricardo, Diego Barbosa, Saulo. Técnico: Jair Ventura


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  • Visita ao Ninho do Urubu (Parte 3)

     

    Antes de começar leia:

    Visita ao Ninho do Urubu Parte 1
    Visita ao Ninho do Urubu Parte 2

    Entrei no prédio. A portaria é pequena, com um balcão semicircular. Curioso o sistema de ponto biométrico. O clube parece mesmo em uma nova era. Até pouco tempo era uma bagunça, jogador chegava no horário que quisesse; o salário sempre atrasado — como cobrar disciplina? — falta de pontualidade era o de menos.

    Agora jogador do Flamengo “bate” ponto. Fiquei pensando se tem maneira mais correta de mostrar a um futebolista a responsabilidade. Novos tempos. Muita gente da velha guarda ainda acredita que jogador é movido por esporro. Jogador é como qualquer funcionário: ele se adapta à filosofia da empresa.

    Ops, não falei do estacionamento coberto. Bem do lado. Prático demais. O jogador estaciona a poucos metros da entrada. Cada vaga tem o nome do jogador. A imprensa também ganhou seu estacionamento exclusivo, na outra ponta, também pertinho. Com toda a pavimentação, nunca mais ficaremos envergonhados com as fotos de setoristas reclamando de lama no tênis.

    Depois da portaria o jogador pode ir para um lounge no térreo ou subir para seu quarto, enquanto aguarda as instruções do dia. Logo depois começa a área administrativa com salas do gerente do CT, do diretor-executivo de futebol, comissão técnica. Esse corredor leva a um amplo salão de jogos com sinuca, totó, videogame, ping-pong…

    Seguindo em frente temos o auditório para 58 lugares com poltronas reclináveis, telão e sala anexa de automação. E depois outra sala de jogos, esta com mesa para carteado, biblioteca. Wrobel me mostrou uma sala de reunião cujo teto vai dar o que falar. É um grande bandeirão listrado de acrílico. Você vai ficar impressionado com esse teto, escreve aí.

    Subimos as escadas para me ver os quartos dos jogadores. É como um hotel mesmo. Um grande corredor com 12 suítes duplas de cada lado, decorados com lindos televisores. Cada jogador tem sua leitura biométrica também nos quartos, ou seja, o acesso é restrito a ele e ao seu companheiro de quarto. Colchões da melhor qualidade e poltronas fazem parte da mobília. O ar-condicionado é split, cada quarto pode ter seu clima próprio gerando conforto para os atletas, além de economia de energia.

    Depois descemos e conheci o restaurante dos jogadores com uma decoração que lembra um pub, muito bonito e aconchegante. A seguir a dispensa, cozinha, vestiário de funcionários e demais instalações da infraestrutura hoteleira.

    A caminho para o outro prédio passamos por uma área de convivência espetacularmente bonita, onde o sol vai iluminar um jardim com chafariz. Lembro de quantas vezes senti falta de uma bela paisagem de fundo nas entrevistas exclusivas de jogadores do Flamengo. Não vai faltar cenário perfeito ano que vem, caros amigos leitores.

     

    Domingo: a última parte da visita, considerações finais e qualquer outra informação importante que eu consiga apurar nesse meio tempo.

    Diogo Almeida
    Email: diogoalmeida@fla.mundobola.com

    Nota¹: Fotos não te deixariam imaginar.
    Nota²: Dedico essa visita e esta série de textos aos Apoiadores do fla.mundobola.com.

    LEIA A PARTE 2: Visita ao Ninho do Urubu Parte 2

    Leia mais do autor neste blog:
    A pequena grande história de ódio ao Flamengo (ou o Rio de Janeiro de Paes e Cabraes)
    Marcharemos pelo Maraca
    A emanação da graça futebolística de Diego Ribas (a noite dos golaços)
    O hexa do Corinthians é mais um insulto ao país do futebol

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Fla vence o Vasco em São Januário e conquista o Torneio OPG

    Com grande atuação de Matheus Sávio, Fla vence o Vasco em São Januário e conquista o Torneio OPG

    O dia é de festa para a torcida rubro-negra. Na tarde desta sexta-feira (04), o time juniores foi a São Januário para o segundo jogo da final do Torneio Otávio Pinto Guimarães (OPG) e derrotou a equipe da casa por 3 a 1, com dois gols de Daniel, uma pintura de Jean Lucas e uma atuação de gala do meia Matheus Sávio. O resultado, 4 a 1 no placar agregado, deu ao Flamengo a nona taça do tradicional torneio carioca.

     O JOGO

    Atuando em seu território, foi o Vasco quem deu as cartas no início do jogo. A equipe do técnico Rodney Gonçalves vinha invicta no OPG até perder o primeiro jogo da final para o Flamengo. Precisando balançar as redes para ao menos levar a decisão para os pênaltis, o Vasco viu na bola parada um grande trunfo para conseguir seu objetivo. Na primeira falta cobrada por Evander, aos dois minutos de jogo, o goleiro Gabriel defendeu sem grandes problemas. Já na segunda tentativa, o camisa 10 vascaíno exigiu uma saída arrojada do arqueiro do Flamengo, que por pouco não se complicou.

    O Flamengo por sua vez, não se intimidou. Até a parada técnica conseguiu ter um comportamento defensivo exemplar, mas não era tão efetivo ofensivamente. Após receberem orientações do técnico Gilmar Popoca, os Garotos do Ninho voltaram para o jogo dispostos a exterminarem qualquer ambição vascaína.

    O experiente Matheus Sávio, mostrou porque já esteve no time profissional. O camisa 10 da Gávea passou a comandar o meio campo do Fla, e a articular as jogadas de maior perigo. Se do lado rival Evander assustava com suas cobranças de bola parada, Sávio não ficou por baixo.

    Com o gramado encharcado por conta da forte chuva que caía sobre São Januário, ambos os times recorreram às jogadas de bola parada e assim o Flamengo abriu o placar aos 26 minutos. Matheus Sávio cobrou a falta, o goleiro Paulinho espalmou e no rebote, o oportunista Daniel dos Anjos, artilheiro do campeonato, abriu o placar. Fla 1 a 0.

    Os jogadores do Vasco visivelmente se abateram com o gol e viram a vantagem do Flamengo quase ampliar quando o zagueiro Igor Candiota cabeceou para fora, dentro da pequena área uma bola levantada por Matheus Sávio. Após o momento depressão, o Vasco voltou ao jogo. Lorran fez o goleiro Gabriel, de mão trocada, operar um verdadeiro milagre em São Januário.

    O Vasco continuou no ataque em busca do empate. Aos 36 minutos, Lorran cobrou escanteio, Evander cabeceou para o gol e Kleber salvou a bola em cima da linha. Comissão técnica, torcida e jogadores cruzmaltinos reclamaram com o árbitro pedindo um toque de mão do lateral flamenguista. O jogo prosseguiu, mas o Vasco continuou a reclamar e não viu Jean Lucas completar de chapa no canto esquerdo do goleiro vascaíno. Fla 2 a 0.

    Quem pensou que por estar vencendo o jogo por 3 a 0 no placar agregado, o Flamengo jogaria fechado na segunda etapa, se enganou. Gilmar Popoca mandou seus jogadores repetirem a postura do primeiro tempo. E assim os Garotos do Ninho fizeram. Com apenas 2 minutos do segundo tempo, após ótima jogada de Gabriel Ramos pelo lado direito, Kleber recebeu sem marcação e com o gol vazio mandou a bola na trave. E não parou por aí. Em seguida Matheus Sávio e Daniel dos Anjos também tiveram chances para fechar o caixão cruzmaltino.

    O Vasco melhorou após a parada técnica e diminuiu o placar em uma linda cobrança de falta de Lorran, aos 31 minutos. Os anfitriões se animaram e até chegaram a pressionar, mas o melhor jogador em campo esfriou novamente as pretensões do rival. Aos 42 minutos, Matheus Sávio, em jogada individual, tocou de calcanhar para Gabriel Ramos, que rolou para o artilheiro do campeonato marcar o seu décimo primeiro gol no torneio e dar números finais à partida. Vasco 1 x 3 Flamengo.

     

    Foto: Gilvan de Souza
    Daniel e Jean Lucas marcaram os gols da vitória do Fla em São Januário. Foto: Gilvan de Souza

     

     

    Flamengo: 

    Gabriel Batista, Klebinho, Dener, Igor e Michael, Artur Bonaldo, Jean Lucas, Gabriel Ramos (Lucas Silva), Gabriel Silva e Matheus Sávio (Fabrício), e Daniel. Técnico: Gilmar Popoca

    Vasco:

     Paulinho, Matheus Peixe, Lucas Barboza, Raniel e Lorran; Iago Índio (Robinho), Léo Couto (João Victor) e Jussa; Evander, Vinícius (Hugo) e Felype Hebert. Técnico: Rodney Gonçalves.

     

     

     

     

    Crédito imagem destacada: Gilvan de Souza / Flamengo 


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  • Finalistas da última edição, Bauru e Fla se enfrentam na estreia do NBB 9

    Há quase cinco meses, uma partida entre Flamengo e Bauru, no Rio de Janeiro, definia o campeão do NBB 8. Na ocasião, melhor para o rubro-negro que venceu com o elástico placar de 100 a 66 e conquistou o quinto título da competição, sendo o quarto de forma consecutiva.

    Agora, pela estreia da nova edição, as equipes voltam a se enfrentar para medir forças no cenário nacional. Dessa vez, a partida terá mando do Bauru e será realizada no Ginásio Panela de Pressão no próximo sábado (5) às 14h. O jogo terá transmissão da Band, SporTV e tempo real no @Mundo Bola_CRF.

     

    Curiosidades do Confronto

    Consideradas duas das maiores potências do basquete nacional, o confronto entre Flamengo e Bauru tem algumas curiosidades que valem ser destacadas.

    Sequência inédita

    A estreia do NBB para Flamengo e Bauru trará um número histórico na competição nacional. Pela primeira vez na história do NBB, duas equipes se enfrentarão pela sexta vez consecutiva, já que as equipes disputaram cinco jogos para definir o campeão da última temporada.

    Troca-Troca de jogadores

    O confronto do próximo sábado (5), além de rivalidade, será de muitos reencontros. Dois deles são considerados principais, devido às cores defendidas nas quatro últimas temporadas por cada atleta. Pelo lado do Flamengo, Ricardo Fischer, vindo do Bauru, disputa a primeira temporada pelo rubro-negro. Pelo lado da equipe paulista, o ala Gegê foi anunciado como reforço, depois de ser um dos nomes da campanha do título do Flamengo no NBB 8.

    Marcelinho x Alex 

    Além da rivalidade que envolve as equipes em si, não dá pra falar de Bauru e Flamengo sem citar a rivalidade entre os capitães das equipes. Se de um lado se tem o maior finalista do NBB, do outro se tem o maior campeão da competição. O encontro entre os atletas sempre promete muita emoção e disputa, o que não deverá ser diferente na estreia do NBB 9.

    Reencontro de recordistas 

    Um outro encontro que ocorrerá no confronto entre Bauru e Flamengo é o de Olivinha e Shilton. Os dois ocupam os primeiros lugares no quesito rebotes no garrafão, com, respectivamente, 2323 e 1964 rebotes. Os atletas já atuaram juntos pelo Flamengo por duas temporadas. Na ocasião, o rubro-negro venceu os dois NBBs disputados, além de ter faturado a Liga das Américas.

    Vantagem rubro-negra nos confrontos

    Embora quando as partidas ocorram no Panela de Pressão, o Bauru tem uma ligeira vantagem de 5 vitórias a mais que o Flamengo, o número geral dá vantagem ao rubro-negro. Das 31 partidas realizadas entre Bauru e Flamengo, ao longo da história do NBB, o rubro-negro venceu 22 vezes, perdendo apenas em 9 ocasiões.

    Em busca do Hexa

    O Flamengo começa a competição como o grande vencedor do NBB. Das oito edições realizadas até hoje, o rubro-negro venceu cinco, sendo as quatro últimas de forma consecutiva. Embora tenha perdido nomes de peso como Rafa Luz, Meyinsse e Gegê, outros importantes como Marquinhos e Marcelinho continuam na equipe. Além disso, o rubro-negro conseguiu reforços importantes para a temporada como Ricardo Fischer, Pedrinho Rava, Humberto e Léo Bispo. Com a nova formação da equipe, o Flamengo tentará a busca pelo Hexa e se firmar como grande campeão da competição.

     

    Ficha Técnica

    Bauru x Flamengo 

    Data: 05/11/2016

    Horário: 14h

    Local: Ginásio Panela de Pressão, Bauru – SP

    Transmissão: Band, SporTV e tempo real no @Mundo Bola_CRF

     

    *Créditos da imagem destacada: Foto – João Pires / LNB