Autor: diogo.almeida1979

  • Flamengo massacra o Vasco e conquista Estadual Sub-17; 10 a 1 no agregado

    Com uma atuação impecável, a equipe juvenil do Flamengo fechou com chave de ouro o Campeonato Carioca da categoria. Na manhã desta quarta-feira (16), na Gávea, o Mais Querido impôs novamente uma acachapante derrota ao Vasco: 6 a 1. No placar agregado, 10 a 1. Além da Taça Rio, o resultado deu ao Flamengo o título invicto do Estadual Sub-17.

    O Rubro-Negro venceu o jogo de ida disputado em São Januário por 4 a 0, mas isso não impediu que a equipe do técnico Marcinho partisse para cima do rival. Vinicius Junior mais uma vez comandou a equipe em campo e deu o passe para Bill abrir o placar na Gávea.

    Na volta do intervalo, a geração 2000 deslanchou. Vinicius Junior cobrou escanteio, a bola desviou e entrou: Fla 2 a 0. Da entrada da área, Lincoln ampliou. Vinicius foi derrubado dentro da área e a penalidade foi marcada. O próprio jogador cobrou e converteu: Fla 4 a 0. O Vasco teve um jogador expulso, tornando ainda mais fácil a missão rubro-negra. Um novo pênalti foi marcado a favor do Flamengo e convertido pelo lateral-direito Wesley. Inspirado com o gol marcado, o lateral fez um cruzamento na medida e Lincoln não desperdiçou: 6 a 0. O Vasco descontou de pênalti, dando números finais à partida: 6 a 1.

     

    O time Sub-17 fez uma campanha espetacular durante toda a competição. Campeão da Taça Guanabara, da Taça Rio e, com toda a justiça, campeão Estadual. Nem quando ocorreu a troca no comando técnico, o rendimento da equipe caiu. Em maio deste ano, o auxilar Marcio Torres assumiu o lugar de Gilmar Popoca, que por sua vez foi comandar a equipe juniores com a saída de Zé Ricardo para o profissinal.

    Em 31 jogos disputados, foram 22 vitórias conquistadas, 9 empates, 99 gols marcados e 23 sofridos.

    *Crédito da imagem destacada: Reprodução Twitter Oficial Flamengo

  • Quandos os pequenos eram Andarahy, Carioca e Mangueira

     

    Têm sido recorrentes as queixas contra um suposto “excesso de profissionalização”, que estaria “matando a essência” do verdadeiro futebol.

    Tal argumentação, a despeito de conter, muitas vezes, vivo saudosismo, não é propriamente recente, e os mais atentos talvez se recordarão de ouvir reiteradas vezes algo semelhante, ao longo dos anos.

    Isto posto, trago hoje alguns “causos” de uma era romântica. Talvez romântica demais. Histórias que talvez hoje soem divertidas, mas que faziam parte do cotidiano do esporte nas priscas eras. Então, boa leitura.

     

    Bola pro mato

    Fluminense e Flamengo entram em campo para a última partida do Campeonato de 1916. O jogo possui caráter pouco mais que amistoso, se é que se pode assim denominar um match entre os dois rivais. De qualquer forma, a competição já está definida (o América é o campeão), e os dois clubes mandam a campo formações mistas, com vários titulares ausentes. O jogo é disputado em General Severiano, e a assistência, na maioria composta por associados do Botafogo, esquece sua antiga rivalidade com os fluminenses e prefere torcer contra o Flamengo.

    t4A partida se prenuncia rija, disputada, férrea, já com poucos minutos. Com efeito, algumas divididas mais duras são inevitáveis, bem como os indefectíveis chutões para o alto. Num desses pouco edificantes lances, a bola, despejada por um bico de chanca mais rústico, é expelida para fora do perímetro da praça de esportes botafoguense, ultrapassando-lhe a cerca e indo alojar-se em uma vala de difícil acesso. O árbitro e o representante da Liga Metropolitana se entreolham. Não há bolas reservas. Dá-se o impasse. Os jogadores, mãos às cadeiras, desmobilizam-se, sentam-se ao gramado, alguns bocejam. Um ou outro gaiato sugere um baralhinho para passar o tempo. Enquanto o Botafogo e a Liga não chegam a um acordo acerca de como ou por quem se dará a recuperação da foragida bola, o público resolve se dedicar a uma longa, sonora, caudalosa e enérgica vaia. Berra pelo dinheiro de volta, xinga os da Liga, do Botafogo, do Flamengo e do Fluminense. Está indócil.

    Quando a possibilidade de remarcação do jogo por falta de bolas parece real, eis que alguém aparece com um improvável trambolho. Uma trapizonga que consiste de um longo, muito longo, pedaço de pau, ao qual está presa uma corda com uma rede, dessas de pescar siri, em uma das pontas. O treco paira baloiçando sobre a cabeça dos presentes, assustando o público. Alguém irrompe com uma imensa escada, encaixa-a precariamente sobre a cerca demarcatória e, de forma algo desengonçada, maneja a joça até, de forma inverossímil, conseguir capturar o balão de couro, sob apupos, assovios irreverentes, tímidas palmas e mais vaias.

    O jogo recomeça e, sob ameaça de nova interrupção por falta de luz natural, é vencido pelos das Laranjeiras por 3-1.

    O tapa, essa interferência interna

    Tem sido um ano frustrante para o Carioca FC.

    A simpática agremiação rubra da Gávea conquistara o Torneio Início do Campeonato de 1919. E, com isso, apressadamente alguns elementos da crônica esportiva haviam-na alçado ao posto de candidata ao título de Campeã da Cidade. O inusitado galardão, como costuma acontecer ao ser conferido a equipes de menor estrutura, revela-se um peso demasiado alto para o modesto eleven.

    t1O Campeonato vai chegando ao final e o Carioca vai arrastando-se na décima e última colocação. Recebe o Flamengo em seu campo, na Estrada Dona Castorina, na Gávea. Como esperado, o Flamengo se impõe e vai vencendo sem a menor dificuldade por 2-0, e pressionando para ampliar o marcador. Eis que, nervosos e sem o controle emocional adequado, os rubros começam a distribuir pontapés em quem lhes aparece à frente. Em um dado momento, um dirigente do Carioca invade o campo e desfere um chute no goleiro flamengo Laport, que revida, dando início a um colossal sururu em que todos batem e apanham. A duras penas, o árbitro consegue acalmar os ânimos, reiniciando o prélio.

    t2Ainda há mais. Em uma boa trama, o Flamengo, como previsível, chega ao seu terceiro gol. Mais confusão. Um zagueiro levanta o braço, o goleiro reclama de algo. Os do Carioca cercam o indefeso árbitro, que, sem pestanejar, aponta para o centro do campo. Até que o intrépido Buíca, meia rubro com físico de guarda-roupas, corre célere, imparável, bufante, olhos dardejantes, em direção ao juiz. Sem uma palavra, sem um pio, sem sequer alterar a expressão colérica de seu rosto, Buíca aproxima-se do referee e apresenta sua linha de argumentação, desferindo-lhe um sonoro e estalado tapa na planta da orelha e um “cachação” na testa do pobre juiz.

    Diante de tão persuasiva interferência externa, o árbitro tenta catar no gramado os andrajos do que resta de sua dignidade e “desmarca” o gol, assinalando bola ao chão. Ninguém entende nada. “Foi gol ou não foi”? A confusão se manterá até o final da partida. O Flamengo ainda marca outro tento, sacramentando a fácil vitória. No dia seguinte, metade dos jornais do Rio cravará o placar de 3-0, considerando anulado o gol. Outra metade defenderá o score de 4-0, entendendo que, apesar da bolacha sofrida, o árbitro consignara o tento. O imbróglio somente é resolvido dias depois, quando a Liga Metropolitana homologa a vitória flamenga por 3-0, banindo o valentão Buíca dos gramados.

    Essas cores são nossas

    Confusa é a definição do formato do Campeonato de 1917. Uma rebelião dos clubes menores quase leva à cisão a Liga Metropolitana. A questão repousa na irreversível expansão e popularização do futebol na capital federal, o que leva a uma grita por um maior número de vagas no Campeonato da Cidade, restrito a apenas sete equipes.

    Os clubes menores desejam um campeonato com pelo menos 14 participantes. Os grandes batem o pé e não abrem mão do formato com sete membros, que permite a realização de excursões e amistosos. Após interminável impasse, reuniões, encontros, ameaças de ruptura, tabelas divulgadas e depois canceladas, enfim se chega a um acordo. O Campeonato terá dez equipes participantes por divisão, mantendo-se o rebaixamento/promoção de um clube por temporada.

    Quando a paz parece reinar, eis que o SC Mangueira, um dos clubes içados à elite pela canetada, envia um requerimento à Liga. Exige que o CR Flamengo altere suast6 cores, alegando que, por ser rubro-negro e ser filiado há mais tempo na Liga (o clube tijucano fora fundado em 1906), possui prioridade e precedência de escolha. E, no entender de seus dirigentes, sua camisa confunde-se demasiadamente com o novo Manto Flamengo (que recentemente eliminara os frisos brancos de seu uniforme). O Flamengo, naturalmente, recusa-se frontalmente a sequer discutir o assunto, não aceitando interferências externas na definição de suas cores, um assunto íntimo da instituição.

    A questão, embora seja tratada como um “assunto menor” pela imprensa (“não vemos motivo para tanta balbúrdia. Um clube joga com listras verticais, outro as usa horizontais. É perfeitamente possível distingui-las em campo”), já chama a atenção para um debate mais amplo. No ano anterior, um incidente parecido numa partida entre Andarahy e Botafogo (ambos os times usando camisas brancas com listras escuras verticais) quase anulara o match. Vários espectadores, especialmente os que se situam nos lugares mais distantes dos estádios, têm registrado queixas sobre a distinção dos uniformes. Em dias chuvosos e campos enlameados, o problema se acentua.

    A Liga resolve a questão mostrando raro bom senso. Flexibiliza a regra do uniforme único e institui que, em jogos onde houver choque de cores, o time da casa deverá utilizar camisas brancas. E, assim, em 03 de junho, o Flamengo alinha contra o SC Mangueira, na Rua Paysandu, ostentando, pela primeira vez em sua história, um uniforme reserva composto de camisas inteiramente brancas. A camisa “dá sorte”, e o Flamengo vence o jogo (em que era franco favorito) por 2-1.

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    O futebol amador dos anos 1910 é desprovido de departamentos, comissões e outras estruturas permanentes. O eleven resta a cargo de um “ground commitee”, e o capitão, eleito pelo grupo, torna-se o responsável pela comunicação entre a diretoria e o plantel. Nesse contexto, os treinamentos, após marcados, são anunciados nos jornais, qual classificados.

    Significa que, caso deseje se inteirar da data, hora e local do próximo treinamento de seu team, o sportsman precisará estar atento à página de sports de algum jornal de grande circulação do Rio de Janeiro. Lá constará a convocação para algum training ou match-training (jogo-treino), com detalhes sobre a apresentação, ponto de encontro e outros aspectos práticos.
     
    Consta que, em determinados momentos, o Flamengo tem enfrentado dificuldades para reunir todo seu elenco para os treinamentos.

    t5

    O juiz anônimo

    Flamengo e Andarahy se preparam para iniciar a partida válida pela penúltima rodada do Campeonato de 1916, já sem qualquer interesse e influência para o desfecho da competição. As arquibancadas do Estádio da Rua Paysandu estão quase vazias, denotando a baixa importância do prélio.
    Os times vão realizando seu trabalho de aquecimento no gramado, quando alguém sussurra aos seus respectivos capitães. “Não há juiz”. “Como assim, não há juiz?”. “O juiz não veio. Nem o juiz, nem o substituto”.

    t3É um problema, em que pese inusitado, relativamente previsível. Sem uma estrutura de formação e prospecção de árbitros, a Liga se vale do tradicional e já anacrônico modelo de nomear jogadores de equipes terceiras para arbitrar as partidas de seu Campeonato. Ou seja, um match entre Flamengo e América é dirigido por um jogador do Botafogo, já uma partida entre Fluminense e São Cristóvão terá arbitragem de um player do Andarahy, e assim sucessivamente. No entanto, o futebol a cada dia se torna um esporte de competição, onde os preceitos de “fair-play” e cavalheirismo em campo vão sendo confinados a limites bastante estreitos. Nesse contexto, não é raro um árbitro deixar o campo sob pontapés, pedradas, cusparadas ou xingamentos de toda espécie. Ironicamente, acontecera exatamente há poucos minutos, na preliminar dos segundos teams, onde o árbitro encerrara prematuramente a partida, abatido a tapas pelos jogadores do Andarahy, que acabaram inapelavelmente expulsos. Todos eles.

    Agora, no jogo principal, eis que rebenta o problema. Não há árbitro.

    No entanto, antes que a ausência do referee seja ecoada para todo o ground e percebida pela assistência, eis que irrompe do firmamento um rapaz mirrado, impecavelmente engalanado com um reluzente blazer branco entremeado por retintos adornos em negro, cabelos minuciosamente penteados e ostentando um brilho ofuscante, e banhado em um perfume que se faz sentir em todos os recônditos do campo. Adentra saltitante o gramado e, gestual excessivo mas firme, avisa, solerte, voz em falsete.

    “Eu serei o referee!”

    Os jogadores se entreolham, mãos à boca, tentando em vão disfarçar o riso. Dirigentes conferenciam à beira do campo. O captain do Flamengo reúne os seus em roda, para discutir o caso. O homenzinho, já esboçando alguma irritação, bola sob os braços, parece apressado: “vamos, vamos, o tempo está se esvaindo!”.

    Alguém se lembra de trazer a hilária situação à realidade. Indaga, “quem é o senhor?”. O rapazinho se apresenta como jogador do River FC, clube filiado e, portanto, apto a dirigir partidas. “Possui identificação, o cartão da Liga?”, referindo-se ao documento distribuído pela Liga aos sportsmen aptos a atuar como referees.

    “Er… bem… não está aqui comigo, não sabia que era necessário”. Cria-se o impasse.

    O que há de concreto: dois times prontos para jogar, um público que, embora pequeno, já demonstra impaciência, um árbitro que faltara e é substituído por um estranho e desconhecido voluntário, e uma tabela quase sem datas para remarcação de jogos.

    Eis que alguém, mais movido por um senso prático do que por algum juízo, chama os captains e argumenta: “Olha, vamos ter o jogo. Estamos todos aqui, então que haja o match. Deixa o rapazola apitar. Na pior das hipóteses, se se comprovar tratar-se de um embusteiro, de um charlatão, anulamos a partida na Liga e fazemos um rematch. Mas, se ele estiver falando a verdade, já teremos cumprido o compromisso da tabela.”

    E assim, o espevitado moço é autorizado a dar início à partida. Que, sonolenta, termina em um aborrecido 0-0. O anônimo e suspeito referee surpreende com uma atuação perfeita, sendo elogiado pelos dois teams.

    Mais tarde, comprovará tratar-se do Sr. Veira, do River FC, e o resultado será confirmado e mantido pela Liga.

     

    Imagens via Arquivo Nacional e Reprodução Google Imagens.

    Boa semana a todos,
    Adriano Melo
    Twitter: @Adrianomelo72

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  • Visando a vice-liderança, Flamengo enfrenta América-MG em Minas

    Após quase duas semanas da última partida, ocorrida no dia 5 de novembro, o Flamengo voltará a campo na próxima quarta-feira (16). O empate sem gols contra o Botafogo na última rodada, acabou deixando o Flamengo na terceira colocação na tabela. Agora, buscando retomar a vice-liderança, o Mais Querido do Brasil vai a Minas para enfrentar o América-MG.

    O confronto entre América-MG e Flamengo, válido pela 35ª rodada, ocorrerá no Mineirão às 21h45. A partida terá transmissão TV Globo, Premiere, Premiere HD e Tempo Real no @Mundo Bola_CRF.

    O confronto

    Na história, Flamengo e América-MG se enfrentaram por 10 vezes. Esse ano, além do Brasileirão, as equipes se enfrentaram pela Primeira Liga. Independente da competição, o histórico é favorável ao rubro-negro. Em 10 partidas, 5 vitórias do Flamengo, 2 do América-MG e 3 empates.

    O equilíbrio maior do confronto se dá em jogos realizados em Minas. Foram 3 partidas na casa do América-MG e o mesmo número de vitórias pra cada lado e empate: 1 vez cada resultado.

    Desfalques na partida

    O Flamengo terá cinco desfalques na partida diante do América-MG. Após tomarem o terceiro amarelo, Rafael Vaz, Réver e Emerson Sheik estão fora da partida em Minas. Além deles, Alex Muralha e Paolo Guerrero não estarão disponíveis para o jogo, já que estarão retornando do Peru, após as partidas das respectivas seleções no país.

    Com os desfalques, os relacionados para a partida contra o América-MG são:
    Goleiros: Paulo Victor e Thiago
    Laterais: Pará, Rodinei, Jorge e Chiquinho
    Zagueiros: Juan, Donatti e Léo Duarte
    Meias: Márcio Araújo, Cuéllar, William Arão, Diego, Mancuello, Everton, Alan Patrick e Lucas Paquetá
    Atacantes: Leandro Damião, Felipe Vizeu, Fernandinho, Gabriel e Thiago Santos

    Retorno de Everton e Paulo Victor

    Se por um lado, alguns desfalques estão confirmados, por outro, um retorno é bem provável. Após afastamento por lesão, Everton está à disposição do técnico Zé Ricardo para a partida. Em entrevista, o técnico rubro-negro reforçou a probabilidade do camisa 22 ser titular na partida com o América-MG, conforme destacado pelo portal Globo Esporte.

    Tem chance, muito provavelmente ele vai começar. A gente treinou a semana toda com ele. A preocupação era para não ter nenhum tipo de problema físico nessa volta aos treinamentos. Ainda bem, não teve. Suportou bem a sequência. Provavelmente vai estar no jogo desta quarta (16)”

    Além de Everton, Paulo Victor terá nova chance na equipe titular. Com a ausência de Muralha que será poupado pelo retorno de viagem com a seleção, Paulo Victor começará jogando diante do América-MG.

    Ingressos

    Informações em: Ingressos – América-MG x Flamengo

     

    Ficha Técnica

    América-MG x Flamengo

    Data: 16/11/2016

    Horário: 21h45

    Local: Estádio Mineirão

    Flamengo (provável escalação): Paulo Victor, Pará, Juan, Donatti, Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão, Diego; Everton, Fernandinho e Leandro Damião. Técnico: Zé Ricardo

    Árbitro: Raphael Claus

    Assistentes: Rogerio Pablos Zanardo e Danilo Ricardo Simon Manis

    Transmissão: TV Globo (RJ, ES, GO, TO, MS, MT, BA, SE, AL, PA, PE, PB, RN, CE, PI, MA, AM, RO, AC, RR, AP, DF), Premiere, Premiere HD e Tempo Real no @Mundo Bola_CRF

     

    *Créditos da imagem destacada: Gabriel Cerbino – Equipe Mundo Bola Informação

  • Ingressos – Flamengo x Coritiba

    No próximo domingo (20), às 19h30, o Flamengo entra em campo pela 36ª rodada do Brasileirão 2016 jogando no Rio de Janeiro, frente ao Coritiba, no Maracanã.

    Os ingressos variam de R$ 25 até R$ 225. Até a noite de quarta-feira, 22 mil ingressos foram vendidos (setor Norte esgotado). Vale lembrar que o Flamengo conseguiu efeito suspensivo, e assim, comercializará ingressos para o Setor Sul!

     

    Informações dos ingressos para a Nação Rubro-Negra

    Localização: SETORES SUL, LESTE (Superior e Inferior), OESTE (Inferior) e MARACANÃ MAIS;

     

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    Valores dos ingressos: Mesmos valores dos dois jogos anteriores: variam de R$ 25 (meia-entrada de STs Raça e superiores, para o Setor Sul) até R$ 225 (inteira do Maracanã Mais). Visitante: R$ 80 / 40 Meia. A troca de ingressos dos pacotes e dos ingressos comprados pela internet, serão realizados na Bilheteria 1 do Maracanã e na Gávea.

     

    valores

     

    Pontos de venda

     

    Sede do Flamengo (exclusivo para sócios)
    De 17 à 19/11, das 10h às 17h
    No dia 20/11, das 10h às 13h

     

    Sede Flamengo (bilheteria externa)
    Praça Nossa Senhora da Auxiliadora s/n – Gávea
    De 17 à 19/11, das 10h às 17h
    No dia 20/11, das 10h às 13h

     

    Maracanã – Bilheteria 2
    De 17 à 19/11, das 10h às 17h
    No dia 20/11, das 10h até o final do 1º tempo

     

    Loja Nação Rubro Negra (Barra da Tijuca)
    De 17 à 19/11, das 10h às 17h

     

    Loja Nação Rubro Negra (Madureira)
    De 17 à 19/11, das 10h às 17h

     

    Loja Estação Bar (Niterói)
    De 17 à 19/11, das 10h às 17h

     

    Loja Fanáticos (Araruama)
    De 17 à 19/11, das 10h às 17h

     

    Site Futebol Card (a partir do dia 15/11, às 22h)

     

    Créditos imagem destacada: Gabriel Cerbino

     

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  • #VlogDoPoeta – EU SOU FLAMENGO I SER FLAMENGO (PARÓDIA) ♫ #FLA121

    fla121

    Minha singela homenagem aos 121 anos do nosso Flamengo. Aproveito e convido a vocês também a lerem meu texto no hot site comeorativo do Flamengo: Nossa união. (mais…)

  • Falsos brilhantes

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    Rodinei era lateral direito da Ponte Preta, de Campinas.

    E foi destaque no ano passado no Paulistão. Certo dia passou por um comércio popular e se apaixonou por um relógio Rolex de 80 pratas. Coisas de jogador de futebol. Era grande e dourado, mas todos os jogadores lá no clube da Macaca saberiam que não era de verdade. Iriam zoar com a cara dele.

    Precisava, então, se transferir para um time grande. Aí sim, com altos salários, quem duvidaria da procedência daquele adorno barato? E assim o fez. Comprou o relógio e veio jogar no Flamengo.

    Com um futebol de verdade, e um relógio de mentira, chegou impressionando a todos. Muricy Ramalho, então treinador, gritava nos treinamentos: “Dá no neguinho que ele resolve!”. E ele partia para cima da zaga do Resende, do Volta Redonda e da Cabofriense. Rodinei voava em campo e o relógio brilhava fora dele. Acabou se destacando também no estadual carioca.

    Na primeira entrevista coletiva, porém, assustado diante de tantos repórteres, declarou: “Caramba, lá na Ponte não havia tantos jornalistas assim!”. Já no Campeonato Brasileiro, apavorado com tanta gente presente ao embarque para enfrentar o Palmeiras, bateu na mesma tecla: “Até hoje não havia visto nada parecido com aquilo!” Quando soube, então, que o vôo era fretado, declarou-se emocionado e deitou sobre uma fileira de poltronas como jamais imaginou um dia viajar.

    Com o tempo, Rodinei descobriu que as praias da Cidade Maravilhosa, as noites da Lapa e o samba do Salgueiro não tinham também nada a ver com Campinas. E aí os papéis se inverteram perante tantos contrastes que surgiam e não soube lidar: era o torcedor do Flamengo, diante sua insegurança, que desconfiava. Não do seu relógio. Mas da autenticidade do seu futebol. Começou a chegar atrasado nas divididas, adiantado na marcação mesmo sem ter que parar os ponteiros já extintos do futebol. Quem o parou foi o Pará.

    Moral da História: Não são os relógios, as camisas Lacoste, os Tênis Nike nem o perfume Azarro que precisam provar que são de verdade para funcionar. E sim quem usa, veste, perfuma e leva junto para o Rio de Janeiro, Campinas, qualquer lugar, a confiança num taco, ou uma bola, que tenha a grife da sua personalidade.

    Zé Roberto Padilha
    Email: zeropadilha@bol.com.br

    Imagem destacada: Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

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  • Considerações sobre o balancete trimestral setembro 2016

     

    O Flamengo divulgou há duas semanas o seu balanço trimestral do período encerrado em 30 de setembro, que permite fazer algumas observações sobre o presente e o futuro financeiro do clube.

     

    Receitas

    O ano mais difícil para a economia brasileira em muito tempo não poderia deixar de repercutir nas contas do Flamengo, por mais competentes que sejam os profissionais do clube. Mas como a sorte ajuda os competentes, apesar do cenário devastador da economia nacional, entrou em vigor neste ano o novo contrato que aumenta exponencialmente as receitas de televisionamento dos jogos do Flamengo. Isso permitiu que as receitas de TV tivessem um salto de R$ 53 milhões dos nove primeiros meses de 2015 para o mesmo período deste ano. Esse acréscimo compensou com folga as quedas em três outras grandes fontes de receita do Flamengo: os patrocínios, que registraram recuo de R$ 14 milhões, o programa de sócio-torcedor, que teve redução de cerca de R$ 3 milhões, e a bilheteria, com a qual arrecadamos cerca de R$ 10 milhões a menos. A boa notícia é que, no balanço do fim do ano, essas três rubricas nas quais perdemos devem, no mínimo, reduzir as perdas em relação a 2015, com a volta do Maracanã, o novo recorde de adesões ao Nação Rubro-Negra e os três novos patrocínios para a camisa conseguido no último mês.

    Endividamento

    De maneira geral, as receitas do Flamengo aumentaram 35 milhões e as despesas aumentaram 42 milhões. Mas o clube ainda reserva uma boa parte de sua arrecadação para a quitação de dívidas. Nos últimos nove meses, o endividamento líquido teve uma redução de R$ 58 milhões, baixando de R$ 481 para R$ 423 milhões. Tudo indica que a meta de uma receita anual superior ao total da dívida será batida já em 2016. Com a dívida fiscal equacionada com o Profut, a dívida trabalhista sob controle dentro do Ato Trabalhista e a dívida cível em queda com alguns acordos muito positivos como o com o Consórcio Plaza – enterrando um cadáver de 21 anos que datava da malsucedida contratação de Edmundo -, o Flamengo também começou a quitar os empréstimos privados. O principal deles, quase zerado – e que estimo, será zerado até o fim do ano – é com o Consórcio Maracanã, a quem devíamos cerca de R$ 27 milhões. O contrato com o consórcio, que se encerra em dezembro, tinha uma cláusula de prorrogação automática enquanto o Flamengo não quitasse o empréstimo. No total, o Flamengo tinha 161 milhões a pagar em empréstimos em dezembro de 2015, e esse valor caiu para 114 milhões.

    Gastos com futebol

    Como muitos sabem, o endgame da recuperação financeira do Flamengo é tornar o time aquele que mais investe no departamento de futebol no Brasil, dentro da adequação ao Profut na qual um clube só pode gastar 80% de suas receitas com o futebol profissional. Nos primeiros nove meses do ano, o clube gastou 52% do total da sua receita com o departamento de futebol e apenas 33%no pagamento da folha, bem abaixo do limite do Profut. Isso apesar de o futebol responder por 84% do total da arrecadação. No ano passado, esses números eram, respectivamente, 47% e 85%. Projetando os próximos anos, a margem para crescimento de gastos de futebol do Flamengo à medida em que as receitas vão crescendo e o endividamento vá diminuindo é muito grande.

    Custos Maracanã

    Num período em que o Flamengo pleiteia o direito de assumir a administração do Maracanã, a discriminação das receitas com bilheteria traz preocupação sobre a viabilidade econômica do estádio. Sem Maracanã, a arrecadação bruta de bilheteria do Flamengo de janeiro a setembro de 2016 foi de R$ 27 milhões, mais de R$ 11 milhões a menos do que nos nove primeiros meses do ano passado. Já a arrecadação líquida teve uma redução de apenas R$ 2,5 milhões. Em outras palavras, ou outros números: com o Maracanã como principal casa, o Flamengo ficou, de fato, com 42% da receita bruta de bilheteria em 2015; sem o estádio, essa cifra subiu para 51% em 2016.

    Projetando contratações

    A rubrica “contas a pagar” revela que o Flamengo ainda tem 23 milhões a pagar pelos direitos econômicos de jogadores adquiridos nos últimos anos, o que deve ser levado em conta na projeção de novas contratações para 2017. A troca de Fernandinho pelos restos a pagar do Grêmio por Wallace, que foi ventilada, pode ter fundamento: o balanço registra que o Grêmio ainda deve R$ 2,2 milhões ao Flamengo pela operação – muito embora o Flamengo deva mais que isso aos investidores do passe de Wallace.

    Esportes Olímpicos

    A grande má notícia do balanço diz respeito aos esportes olímpicos. A grande conquista da gestão de Alexandre Póvoa e Marcelo Vido no primeiro mandato de Eduardo Bandeira de Mello – fora os títulos, principalmente no basquete – foi a autossustentabilidade da área, que deixou de ser um sugadouro dos recursos do futebol e passou a caminhar com as próprias pernas. Em 2016, esse quadro deixou de existir, e os primeiros nove meses do ano deixaram um rombo de quase 9 milhões na pasta. A redução de arrecadação de recursos via leis de incentivo fiscal e a perda do principal patrocínio do basquete explicam o rombo – e explicam também o enfraquecimento do time de basquete para a sequência da temporada. Acostumado a ter dez jogadores adultos e três estrangeiros na rotação, estamos disputando a final do Carioca contra o Vasco com apenas seis adultos e o balanço é indicativo de que o cenário não deve mudar nos próximos meses. Uma pena para o basquete brasileiro que um clube da envergadura do Flamengo, com o retorno de mídia que tem e um time tetracampeão nacional consecutivo não consiga um patrocinador para manter seu nível de competitividade. De qualquer jeito, o Flamengo deve continuar buscando a autossustentabilidade na área, e, se não for possível aumentar as receitas, deve sim, conter as despesas, ainda que isso possa acarretar resultados abaixo dos desejáveis para o “Orgulho da Nação”

    O balanço na íntegra está disponível AQUI

    Rodrigo Rötzsch (Twitter: @rodrigorotzsch)

    Imagem destacada: Reprodução / Arte Mundo Bola

    Leia também sobre o assunto: Balancete do Flamengo confirma redução da dívida e situação de liquidez
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    Relato e considerações sobre a reunião que aprovou o novo contrato com a Globo
    Se os outros times não vendessem direitos para a Globo?

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  • Torneio OPG Sub-20 2016 – Números da campanha

    Torneio OPG Sub-20 2016

    No último dia 04, o Flamengo tornou-se campeão do Torneio Otávio Pinto Guimarães (OPG), diante o Vasco da Gama, na casa do rival. Foi o 9º título do Mais Querido do Brasil na competição.

    Números da Campanha:

    13 Jogos / 11 Vitórias / 1 Empate / 1 Derrota

    30 Gols Marcados / 8 Gols Sofridos

    Jogos

    32 atletas entraram em campo pelo Flamengo nesse OPG, e Gabriel Silva foi o que mais entrou em campo pelo: 11 jogos (todos como titular).

    opg1

    Gols e Cartões

    Daniel dos Anjos foi o artilheiro do Mengão e do campeonato, com 11 gols em 10 jogos. Jean Lucas, o mais “amarelado”, com 4 cartões, e Igor Candiota, o mais expulso: 2 cartões vermelhos.

    opg2
  • Once Flamengo: a história do Mengão nos EUA e a Florida Cup 2017

     

     

    CURTA TAMBÉM UMA TRIP RUBRO-NEGRA!

     

    E aí, galera!

    Ronda Rousey, Dwayne “The Rock” Johnson, Kelly Slater, Madonna, Snoopy Dogg… Até o Barack Obama (o verdadeiro, não o da foto que ilustra o texto, que também é um mito) já vestiu nosso Manto Sagrado. Mas a relação do Flamengo com os Estados Unidos vai muito além das personalidades. O FlaBasquete campeão do mundo (que cá pra nós, é o verdadeiro Dream Team) foi o primeiro time sul-americano a jogar a pré-temporada da NBA, inclusive exportamos o garoto Felício diretamente para o Chicago Bulls. Nos nossos 120 anos, enfrentamos o Orlando City no Maracanã. Teve até capitão de seleção campeã mundial fazendo jogo de despedida nos EUA jogando contra a gente. Convenhamos: não é surpresa pra ninguém que o mundo é Flamengo.

    Ano que vem, finalmente o Flamengo vai participar de uma pré-temporada fora do país (desejo antigo de quem vos escreve) e jogará, em Janeiro, a Florida Cup, torneio que chega a sua terceira edição, sempre contando com a participação de brasileiros. Achei uma boa oportunidade de ressurgir esse humilde blog das cinzas e passar umas curiosidades legais sobre essa relação entre Flamengo e os EUA.

     

    This is Flamengo! Foto: AFP/Antonio Scorza
    This is Flamengo! Foto: AFP/Antonio Scorza

     

     

    Você já foi pros States? O Mengão já!

    Mais uma vez lançando mão do sensacional FlaEstatística, o Flamengo já jogou 12 vezes nos Estados Unidos, com retrospecto positivo: 7 vitórias, 2 empates e 3 derrotas. Marcamos 23 gols (nunca saímos em branco) e sofremos 12.

    Um fato muito curioso envolve as duas primeiras partidas no país, ambas contra a Roma. De acordo com o FlaEstatística, devido a compromissos no Brasil, o Flamengo enviou um time misto nesta excursão aos Estados Unidos, que ainda passaria por México e Peru. Nos jogos dos EUA, o Flamengo utilizou o uniforme 2 da Roma: camisa e calça brancos. Esse time misto já contava com alguns jogadores que mais tarde se destacariam no time principal, como Fio Maravilha.

    Talvez o jogo mais marcante por lá tenha sido a despedida dos gramados do a pouco tempo falecido Carlos Alberto Torres, em 1982: empate de 3×3 contra o New York Cosmos. Foi nessa partida o único gol de Zico pelo Flamengo nos States.

    Além desses jogos, destaque também para o título da Marlboro Cup em 1990, torneio em que enfrentamos pela primeira e até hoje única vez a seleção dos EUA: vitória de 1×0, gol do zagueiro Fernando, o mesmo que fez o gol do nosso primeiro título de Copa do Brasil, no mesmo ano.

    A seguir, a lista das partidas do Flamengo em território norte-americano:

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    Ok, mas qual é dessa Florida Cup?

    Para 2017, o torneio terá, digamos, dois torneios. Explico: alguns times jogarão um torneio em formato mata-mata, chamado FC Playoff 2017. Quartas, semifinais e final, sem mistério. São Paulo, Internacional, Vasco e Corinthians serão os brasileiros desse certame. Já outras equipes, incluindo o Flamengo, jogarão a confusa FC Challenge 2017. Nesse torneio, em pontos corridos, além do time campeão, a ideia é somar pontos para seu país. Brasil (Flamengo e Atlético-MG), Alemanha (Wolfsburg e Leverkusen) e EUA/Argentina (Tampa Bay Rowdies e Estudiantes) são as duplas que disputarão esse título. Cada time jogará contra dois adversários, sempre de outros países. Vitória vale 3 pontos e, em caso de empate, 1 ponto pra cada lado e uma disputa de pênaltis valendo um pontinho extra.

     

    Tabela da FC Challenge 2017...
    Tabela da FC Challenge 2017…

     

     

    floridacup2017playoff
    …e da FC Playoff 2017. (FloridaCup.com)

     

    No dia 12/01, quinta-feira, 19h (horário local), estreamos contra o Wolfsburg, da Alemanha (atual 14º de 18 times na Bundesliga em 10 jogos). Três dias depois, num domingo, fechamos nossa participação contra os argentinos do Estudiantes (líder do nacional com 30 times, em 9 partidas disputadas), 16h45, horário de lá.

     

    Onde vamos jogar?

    Os dois jogos do Flamengo serão disputados na cidade de Orlando. Rapaz, seria um post quase infinito se eu simplesmente listasse aqui tudo que a cidade oferece pros seus visitantes, ainda mais pros brasileiros. Estima-se que 30 mil brazucas vivam na cidade, fora os 770 mil que todo ano fazem turismo por lá. Mencionar os parques seria chover no molhado, então compartilho com vocês as dicas do excelente site Viajar é Tudo de Bom da brasileira, amiga e rubro-negra Flavia Peixoto, com tudo sobre a cidade além dos parques. E tem MUITA coisa legal.

     

    O gramado onde o Flamengo jogará contra o Wolfsburg. Foto: The Disney Express.
    O gramado onde o Flamengo jogará contra o Wolfsburg. Foto: The Disney Express.

     

    Apesar de Orlando abrigar alguns dos maiores estádios dos EUA, como o Citrus Bowl, o Flamengo não jogará em nenhum dos principais estádios da cidade, o que é comum nessas competições de pré-temporada. Nossa estreia contra os alemães será no ESPN Wide World of Sports Complex (holy shit!), um complexo esportivo enorme de propriedade da ESPN, localizado no Walt Disney World Resort. Parece um grande parque olímpico: tem campo de futebol, estádio de baseball, campo de golfe, quadras de tênis, basquete, vôlei, enfim, mais de 30 modalidades. Pra vocês terem uma ideia, os mundialmente famosos The Harlem Globetrotters treinam lá e o time de baseball do Atlanta Braves tem feito suas pré-temporadas no complexo.

    Não podemos esquecer-nos do fato do complexo estar num complexo da Disney, então, claro, há opções de sobra para entretenimento. O destaque é o All Star Café, um gigantesco restaurante temático com tudo sobre esportes. Alguns caras mais ou menos famosos são donos do All Star, tipo Shaquille O’Neal (uma espécie de Olivinha de lá), Joe Montana, Tiger Woods… Enfim, prato cheio pra quem quiser curtir o complexo antes de torcer pro Flamengo.

    Ah sim, o jogo: esse é o estádio de futebol do ESPN WWOS: o Champion Stadium. Ok, parece até um estádio daqueles treinamentos do FIFA 17, mas será lá. No big deal.

    O Flamengo se despede do torneio (esperamos que com a taça, quem queremos enganar, queremos sempre que o Flamengo ganhe qualquer coisa né?) contra o Estudiantes jogando no Bright House Networks Stadium (damn!). Esse estádio é a casa do futebol americano na University of Central Florida. Aí sim um belo estádio: capacidade para pouco mais de 44 mil pessoas, inaugurado em 2007 para substituir o Citrus Bowl (que foi estádio da Copa do Mundo de 1994) como casa do futebol americano da universidade. O estádio tem o apelido de “The Bounce House”, ou “A Casa do Balanço”, pelo fato das arquibancadas tremerem quando os fãs de UCF pulam durante os jogos. Será a vez da Nação balançar o estádio?

     

    Bright House Networks Stadium, que receberá rodada dupla com Corinthians x River Plate e Flamengo x Estudiantes. Foto: NFL.
    Bright House Networks Stadium, que receberá rodada dupla com Corinthians x River Plate e Flamengo x Estudiantes. Foto: NFL.

     

     

    Beleza, e como faço pra ir lá?

    Bom, não vamos perder tempo e vamos admitir que você já tem seu visto americano (recomendo agilizar antes que o novo presidente deles assuma hehehe), já está em Orlando, e está devidamente hospedado, ok? Você precisa então dos ingressos. A Florida Cup possui site com versão em português, e vende ingressos para todos os jogos por lá pelo site Ticketmaster, muito simples. Não se assuste se for comprar ingresso pro segundo jogo e estranhar o nome do Corinthians no site: eles pegam o River Plate (ARG) na preliminar do nosso jogo. Confira as informações sobre ingressos aqui.

     

    Seja membro do Nação Rubro-Negra por este link e ajude o Mundo Rubro-Negro!

    Como já citei, a estreia do Flamengo será no Walt Disney Resort, que na verdade fica em Bay Lake, região próxima de Orlando. Se você for aproveitar a viagem pra curtir os parques da Disney, existem transportes do próprio parque que te levam pra lá. Se estiver de carro, há estacionamento no local. O endereço é 700 S Victory Way, Kissimmee.

    Para o segundo jogo, o caminho é a Universidade de Central Florida, que fica a aproximadamente 21 km do centro de Orlando. Também há estacionamento no local e o endereço é 4465 Knights Victory Way, Orlando.

     

    Parece maluquice ir sozinho pros jogos…

     

    Evento da Fla-Orlando em 2011. Foto: Reprodução Facebook.
    Evento da Fla-Orlando em 2011. Foto: Reprodução Facebook.

     

    Passamos todo 2016 no modo itinerante, e nosso 2017 começará justamente em outro país. E desde quando jogar fora do Brasil é problema pro Flamengo? O clube conta com quatro Embaixadas da Nação nos EUA (confira a lista de todas elas aqui), sendo uma em Orlando, a Fla-Orlando!

    Caso interesse se juntar a um monte de rubro-negros locais pra curtir os jogos, recomendo contatar o representante Marco Avelato por e-mail (marcoalevato@yahoo.com) ou pelos telefones (407) 232-1477 ou (407) 683-1655. Visite também a página da Embaixada no Facebook e tente combinar com alguém!

    •••

    Lembram de mais relações entre o Mengão e os Estados Unidos? Comenta aí!

    Tudo pronto? Ôôôô… Go get’em Mengo!

    Gustavo Duarte
    Twitter: @gunevesduarte

    Leia mais posts do Blog FlaTrip:
    O Flamengo (e eu) no Espírito Santo
    Você conhece seu clube?
    A viagem do Mundial
    Blog FlaTrip entrevista Daniel Rosenblatt, do Patrimônio do Flamengo.

    Saudações Rubro-Negras!

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  • Flamengo faz 4 a 0 no Vasco em São Januário, e fica perto de conquistar o Carioca Sub-17

    Base

    Virou rotina! Uma semana após o time de juniores derrotar o Vasco em São Januário e  conquistar o Torneio OPG, a equipe juvenil também foi ao estádio do rival para disputar o primeiro jogo da final da Taça Rio. O resultado? 4 a 0 Flamengo, fora o baile. O Rubro Negro pode perder por até 3 a 0 a próxima partida, que será disputada na Gávea, na quarta-feira (16), às 10h, que ficará com o título da Taça Rio e com o Estadual, já que também faturou a Taça Guanabara.

    Confirmando o favoritismo, o Sub-17 da Gávea não teve dificuldades para vencer o arquirrival na manhã desta sexta-feira (11), em São Januário. Aos sete minutos da primeira etapa, em contra-ataque, Vinicius Junior fez uma bela jogada pela esquerda e tocou para Bill, que descolocou o goleiro e chutou no canto esquerdo do goleiro Alexander.

    Superior na partida, o Mais Querido ampliou o placar aos 20 minutos, através de uma excelente cobrança de falta de Michael, no ângulo do arqueiro cruzmaltino.

    O Vasco tentou uma reação e chegou a acertar o travessão, mas o time esbarrava no próprio nervosismo. No início da etapa complementar o Flamengo acabou com qualquer tentativa de recuperação do rival. Vinicius Junior marcou o terceiro gol rubro-negro  chutando de esquerda dentro da área.

    O golpe fatal aconteceu aos 40 minutos em uma jogada caraterística da equipe comandada pelo técnico Marcinho. Vinicius Junior puxou o contra-ataque e passou a bola para Jardel, que lançou Yuri, e este tocou por cima do goleiro marcando o quarto do Flamengo na partida. Chocolate rubro-negro em São Januário: 4 a 0.

    O técnico Marcinho comemorou o resultado e a vantagem conquistada, mas salientou que é preciso manter o foco na decisão. “Sabemos que esse placar, em uma final e ainda mais na casa do adversário, é algo incomum. Mas também sabemos da qualidade que nossa equipe tem. É um grupo muito bom, acima da média, e que entende e cumpre perfeitamente todas as nossas recomendações. Isso facilita muito nosso trabalho, e deixa todos nós da comissão técnica muito felizes. Não há como negar que demos um passo gigantesco, mas ainda temos o segundo jogo pela frente, contra uma grande equipe, que respeitamos demais. Vamos manter o foco e a seriedade, com a consciência de que teremos mais 90 minutos pela frente” declarou o treinador ao site do clube.

     

    Crédito imagem destacada: Paulo Fernandes/Vasco.com.br


     

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