Autor: diogo.almeida1979

  • Garotos do Ninho seguem com 100% de aproveitamento na Gávea

    Pela sexta rodada da Taça Guanabara Sub-20, o Flamengo derrotou o Carapebus/Campos por 2 a 1 na tarde desta quarta-feira (22), na Gávea. Com o resultado, o Rubro-Negro permanece na liderança do grupo A, agora com 13 pontos. A Cabofriense foi derrotada pelo Vasco também nesta quarta e pelo mesmo placar, e segue na segunda colocação da chave com 10 pontos. Lucas Silva abriu o marcador para o Rubro-Negro, que sofreu o empate no segundo tempo. No finalzinho do jogo, porém, Bernardo, aproveitando a cobrança de falta de João Pedro, decretou o desempate e vitória rubro-negra.

    O Jogo

    Mais uma vez o auxilar técnico Walter Machado – que comanda os juniores durante as férias de Gilmar Popoca – não conseguiu repetir a escalação. Com Moraes e Loran chamados por Zé Ricardo para compôr o banco de reservas do time profissional na partida contra o Ceará – pela terceira rodada da Copa da Primeira Liga -, Waltinho promoveu algumas mudanças na equipe em relação à última partida – vitória de 3 a 1 sobre o Madureira.

    Sendo assim, o Flamengo entrou em campo com a seguinte formação:

    Yago; Kleber, Bernardo, André Baumer e Andrade; Hugo Moura, Vinicius Souza (Théo) e Patrick (Gabriel Silva); João Pedro, Jardeu (Bill) e Lucas Silva.

    Com uma proposta bastante defensiva, o Carapebus/Campos não fez questão de ficar com a bola no início do jogo. A equipe do Norte Fluminense fez duas linhas de quatro impedindo que o Mais Querido trabalhasse suas jogadas pelo meio. Restou ao Flamengo explorar o lado direito, como fizera em sua última partida. Foi por esse setor do campo que os donos da casa chegaram pela primeira vez com perigo, aos nove minutos. Lucas Silva fez o cruzamento e Bernardo, sem marcação, cabeceou para fora.

    A oportunidade perdida não desanimou os Garotos do Ninho, que continuaram trabalhando melhor a bola pelo lado direito. Mas foi numa jogada pelo meio que Lucas Silva abriu o placar na Gávea. Em uma desatenção da zaga adversária, Jardeu descolou o passe para Lucas Silva, que entrava no meio dos zagueiros e teve toda a tranquilidade para tirar do goleiro e rolar pro fundo da rede. Fla 1 a 0.


    O Rubro-Negro poderia ter ampliado o placar se não fosse o preciosismo de João Pedro, que fez uma linda jogada pelo meio levando a marcação inteira com ele, mas demorou para finalizar, ficou sem ângulo e chutou por cima. O Carapebus/Campos tentava chegar através de jogadas de bola parada. Toda falta resultava em bola levantada na área, assim que Yago foi ameaçado pela primeira vez na partida fazendo uma defesa à queima-roupa. O arqueiro rubro-negro também defendeu um chute forte de fora da área.

    No segundo tempo os papéis se inverteram. Antes de empatar a partida, o Carapebus incomodou bastante a zaga rubro-negra, exigindo uma ótima atuação do goleiro Yago, que fechou o gol enquanto pôde. O empate veios 10 minutos em uma jogada de contra-ataque. Gilsandro deixou tudo igual. Com o objetivo alcançado (o empate), restou ao Carapebus segurar o resultado. A equipe de Campos formou um ferrolho que parecia ser intransponível. Patrick, termômetro do Flamengo, não fazia uma boa partida.

    Percebendo o baixo rendimento de alguns atletas, Waltinho mexeu na equipe, tornando-a mais leve e ofensiva. Ainda assim o Flamengo encontrava dificuldades para furar o bloqueio adversário. Foi através de uma jogada de bola parada, quando o melhor cobrador de falta da equipe (Patrick) já não estava em campo, que o Mais Querido conseguiu o gol salvador. Aos 41 minutos, João Pedro cobrou a falta e o zagueiro Bernardo se redimiu do gol perdido na primeiro etapa, dando a quarta vitória em quatro jogos na Gávea ao Rubro-Negro.


    Os Garotos do Ninho voltam a campo no dia 05 de março, em Xerém, contra o Tigres do Brasil. A preparação para essa partida começará na terça-feira (28), quando o time retornará do recesso do carnaval.

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  • Estreia na Libertadores será no Rio de Janeiro

    O Flamengo não jogará a partida de estreia na Libertadores da América 2017 em Brasília – e em nenhum outro lugar que não seja o Rio de Janeiro.

    A ideia de que o Flamengo jogaria na Capital Federal causou muita polêmica, após matéria publicada no “Extra”, onde o jornalista Diogo Dantas especulou que o Flamengo mandaria o jogo contra o San Lorenzo, dia 8/03, no Estádio Mané Garrincha, com a finalidade de compensar possíveis perdas de arrecadação no Brasileiro deste ano depois que um conselho técnico de clubes proibiu que mandantes jogassem em outras cidades que não as suas de origem.

    No entanto, o Mundo Bola apurou que o Flamengo não vai atuar fora do Rio de Janeiro, e que até sexta-feira será anunciado o local exato da estreia na competição mais importante do ano. O plano A com certeza é o Estádio Luso-Brasileiro, que continua com ritmo de obras acelerado, porém o prazo está muito apertado para o cumprimento das exigências do regulamento da Conmebol.

    A outra alternativa pode ser um acordo de aluguel do Estádio Nilton Santos. As diretorias de Botafogo e Flamengo estão com relações rompidas, mas o presidente Carlos Eduardo Pereira sofre pressão interna de alguns conselheiros, que entendem que o incremento de caixa seria bem-vindo para as combalidas finanças alvinegras, que podem sofrer um baque ainda maior caso o time não se classifique para a fase de grupos da Libertadores – decide hoje à noite no Paraguai, diante do tradicional Olimpia.

    Ainda em relação ao Nilton Santos, uma hipótese aventada é que o prefeito Marcelo Crivella tem feito esforços nos últimos dias para que o Flamengo possa usá-lo, principalmente neste momento em que a cidade assiste a uma indefinição com relação ao uso do Maracanã. Eduardo Bandeira de Mello se reuniu na última sexta-feira (17) com Crivella para discutir questões relacionadas ao Morro da Viúva.

    A torcida do Flamengo, que iniciou nesta manhã uma campanha nas redes sociais protestando contra a possibilidade do jogo não ser realizado no Rio de janeiro, pode se acalmar. E os torcedores de outros estados do Brasil, que querem se organizar para assistir o tão esperado encontro com o time do Papa, podem ficar tranquilos para continuarem seu planejamento de viagem à Cidade Maravilhosa.

    Atualização (13h45):
    Uma velha conhecida alternativa e terceira opção de mando seria o Estádio da Cidadania, em Volta Redonda. O Mundo Bola não conseguiu, entretanto, nenhuma informação que levasse em conta essa hipótese. A distância entre o Rio e Volta Redonda excede os 100 quilômetros e precisaria de aprovação do San Lorenzo e comunicação à Conmebol com 10 dias de antecedência à data do confronto.

     


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  • Por regulamento, Fla tem 6 dias para liberar Ilha para estreia da Libertadores

    Após a publicação de uma reportagem do “Extra” apontando que o Flamengo pode não realizar na Ilha sua estreia na Libertadores, no próximo dia 8 de março, e optar por Brasília, o vice-presidente de Administração Rafael Strauch, responsável pela obra, publicou o seguinte tweet:

    O Mundo Bola decidiu seguir a recomendação e consultou o capítulo sobre estádios do regulamento da Libertadores. Eis o que ele estabelece:

    – Os estádios terão o uso autorizado somente quando a Conmebol aprovar sua habilitação. Para essa habilitação, a Conmebol precisa de uma certificação oficial de capacidade emitida pela associação nacional (no caso, a CBF) e um certificado de segurança emitido pela entidade responsável por segurança em estádios no país. Após receber esses documentos, a Conmebol, pode ainda, se considerar necessário, fazer uma inspeção para aprovar a habilitação do estádio. Como a reforma do estádio da Ilha não terminou, naturalmente nenhum desses procedimentos ainda foi adotado, a apenas duas semanas da realização do jogo.

    – As equipes podem transferir suas partidas a cidades que não sejam as de sua residência habitual e estejam localizadas a mais de 100 km de distância unicamente com a aprovação do clube rival e comunicando a mudança à Conmebol com dez dias de antecipação. No caso de Flamengo x San Lorenzo, esse prazo se esgota na próxima segunda-feira. Como o Botafogo não cede para o Flamengo o Engenhão nem o Vasco cede São Januário e não existe nenhum outro estádio com mais de 10 mil lugares – exigência mínima da Libertadores – disponível no Rio de Janeiro ou num raio de 100 km, esse prazo de antecedência de 10 dias é o limite para o Flamengo definir se vai poder usar o estádio da Ilha ou terá que jogar em outro lugar.

    Ou seja, o Flamengo tem seis dias para conseguir a liberação, em meio ao Carnaval – o que indica que é bastante difícil imaginar que o jogo de estreia possa de fato acontecer na Ilha.

     
     


  • Audiência na Justiça hoje decidirá sobre realização de clássico

    Após o apelo conjunto dos presidentes de Flamengo, Vasco e Fluminense, o juiz Guilherme Schilling convocou para hoje uma audiência de conciliação entre o Ministério Público, os clubes, a Polícia Militar, a Ferj e a CBF, para decidir se reverte a liminar que concedeu na semana passada, impondo a realização de clássicos com a torcida de apenas um dos dois times.

    Em pronunciamento ontem na Ferj, os três presidentes dos clubes e o dirigente máximo da federação garantiram ter obtido da PM a garantia de que haveria segurança para a realização no próximo sábado, no Engenhão, da semifinal da Taça Guanabara entre Flamengo e Vasco com as duas torcidas presentes.

    Caso a audiência de conciliação resulte na reversão da liminar, o clássico será confirmado para o Engenhão no sábado de Carnaval, com duas torcidas, como quer o Flamengo. Uma recusa do juiz criaria um impasse, já que o Flamengo é contra o adiamento ou a transferência do jogo, enquanto o Vasco primeiro desejava jogar em Manaus, e depois passou a defender o adiamento da partida.

    O Fluminense também tem interesse na questão porque pode enfrentar Flamengo ou Vasco na final, ocasião em que o mando de campo – e a presença de torcida, se a liminar permanecer vigente – será decidido por sorteio.

    Caso a audiência de conciliação fracasse, o Flamengo já prepara um recurso judicial para tentar cassar a liminar.

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  • 28 anos, 46 jogos: a história do Fla como mandante fora do RJ em Brasileiros

    A decisão do conselho técnico de clubes da Série A de proibir clubes de exercerem seu mando fora do estado de origem no Campeonato Brasileiro interrompe arbitrariamente uma prática iniciada há 28 anos pelo Flamengo e intensificada nos últimos anos a partir da indisponibilidade de estádios no Rio de Janeiro e o surgimento de opções modernas para o clube jogar fora do Rio. O Mundo Bola fez um levantamento para mostrar que o argumento, adotado até por parte da torcida do Flamengo, de que a proibição só vai fazer a situação voltar a ser como “sempre foi” – com o Flamengo mandando todos os seus jogos no Rio – está longe de condizer à realidade.

    Desde 1989, quando realizou sua primeira partida fora do Rio – uma estreia ao mesmo tempo com o pé direito, por representar a maior goleada no Fluminense na história do Brasileiro, mas dolorosa, por significar a despedida oficial de Zico. No dia 2 de dezembro de 1989, o estádio Mário Helênio foi palco da vitória por 5×0 contra o tricolor, com direito ao último gol de Zico. Renato, Luís Carlos, Uidemar e Bujica completaram a goleada.

    Desde então, o Flamengo mandou fora do estado do Rio de Janeiro 46 partidas no Campeonato Brasileiro. Foram 19 vitórias, 14 empates e 13 derrotas. Além de 1989, o Flamengo mandou jogos fora do Rio nos campeonatos de 1990, 1995, 1996, 1997, 2001, 2007, 2013, 2014, 2015 e 2016. Foram 13 estádios em 10 cidades de 9 estados diferentes. O estádio fora do Rio que mais recebeu o Flamengo foi o Mané Garrincha, com 13 (o Distrito Federal ainda teve outros três jogos, no Serejão, em 2001, totalizando 16); logo atrás vem o Mário Helênio, com 11 partidas, a última delas contra a Ponte Preta em 2013.

    O Mundo Bola não cruzou dados com outros times, mas é seguro afirmar que o Flamengo é o clube que mandou partidas em mais estádios diferentes na história do Campeonato Brasileiro – prova de que será o clube o maior afetado pela decisão tomada ontem na CBF.

    A lista completa de jogos do Flamengo como mandante fora do Rio pelo Brasileiro:

    1989
    1- 5×0 Fluminense (Mário Helênio – Juiz de Fora -MG)

    1990
    2 – 2×1 Fluminense (Mário Helênio – Juiz de Fora-MG)
    3- 0x1 São Paulo (Mário Helênio – Juiz de Fora-MG)
    4- 0x1 Grêmio (Mário Helênio – Juiz de Fora-MG)

    1995
    5- 2×2 Grêmio (Ressacada – Florianópolis-SC)
    6- 1×3 Botafogo(Castelão – Fortaleza-CE)
    7- 0x1 Vitória (Engenheiro Araripe – Cariacica-ES)
    8- 0x2 Cruzeiro (Kleber Andradre – Cariacica-ES)
    9- 2×2 São Paulo (Mário Helênio – Juiz de Fora-MG)

    1996
    10- 0x0 Portuguesa (Mário Helênio – Juiz de Fora -MG)

    1997
    11 – 4×2 América-RN (Mário Helênio – Juiz de Fora-MG)

    2001
    12 – 0x0 Ponte Preta (Mário Helênio – Juiz de Fora-MG)
    13- 2×0 Santos (Serejão – Taguatinga-DF)
    14- 1×1 Vitória (Serejão – Taguatinga-DF)
    15- 1×2 Atlético-MG (Serejão – Taguatinga-DF)
    16- 1×0 Internacional (Mário Helênio – Juiz de Fora-MG)
    17- 2×0 Palmeiras (Mário Helênio- Juiz de Fora-MG)

    2007
    18- 1×2 Paraná (Parque do Sabiá – Uberlândia – MG)
    19- 3×1 América-RN (Mário Helênio – Juiz de Fora-MG)

    2013
    20- 0x2 Ponte Preta (Mário Helênio -Juiz de Fora-MG)
    21- 0x1 Náutico (Ressacada- Florianópolis-SC)
    22- 2×2 Coritiba (Mané Garrincha – Brasília-DF)
    23- 3×0 Atlético-MG (Mané Garrincha – Brasília-DF)
    24- 1×1 Portuguesa (Mané Garrincha – Brasília-DF)
    25- 0x0 São Paulo (Mané Garrincha – Brasília-DF)
    26- 0x1 Grêmio (Mané Garrincha – Brasília-DF)
    27- 1×1 Vasco (Mané Garrincha – Brasília-DF)

    2014
    28- 0x0 Goiás (Mané Garrincha – Brasília-DF)
    29- 1×1 Figueirense (Morumbi – São Paulo-SP)
    30- 1×1 Criciúma (Castelão -São Luís-MA)
    31- 4×0 Vitória (Arena da Amazônia -Manaus-AM)

    2015
    32- 3×0 Avaí (Arena das Dunas- Natal-RN)
    33- 0x2 Coritiba (Mané Garrincha – Brasília-DF)
    34- 1×1 Ponte Preta (Mané Garrincha – Brasília-DF)

    2016
    35- 1×2 Palmeiras (Mané Garrincha – Brasília-DF)
    36- 2×2 São Paulo (Mané Garrincha – Brasília-DF)
    37- 1×2 Fluminense (Arena das Dunas-Natal-RN)
    38- 1×0 Internacional (Kleber Andrade- Cariacica-ES)
    39- 2×0 Atlético-MG (Mané Garrincha – Brasília-DF)
    40- 2×1 América-MG (Kleber Andrade- Cariacica-ES)
    41- 1×0 Atlético-PR (Kleber Andrade- Cariacica-ES)
    42 -2×1 Grêmio (Mané Garrincha – Brasília-DF)
    43- 2×1 Ponte Preta (Kleber Andrade- Cariacica-ES)
    44- 2×0 Figueirense (Pacaembu – São Paulo-SP)
    45- 2×1 Cruzeiro (Kleber Andrade- Cariacica-ES)
    46- 3×0 Santa Cruz (Pacaembu – São Paulo-SP)

    Com pesquisa de Emmanuel do Valle

     


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  • Presidentes de Fla, Flu e Vasco se unem contra torcida única

    Os presidentes de Flamengo, Vasco e Fluminense e o presidente da Ferj apresentaram hoje um apelo para que a Justiça reveja a decisão de impor a realização de clássicos com torcida única no Rio de Janeiro, na expectativa de que já o duelo de sábado entre Flamengo e Vasco possa acontecer no Engenhão, com duas torcidas. Por enquanto, não há definição sobre a realização do clássico – os clubes e a Ferj vão aguardar um posicionamento da Justiça. A ideia de realizar o jogo fora do Rio de Janeiro está descartada – sequer foi discutida, segundo o presidente Eduardo Bandeira de Mello.

    – Todos nós somos absolutamente contrários à implantação da torcida única. Assinamos um documento pedindo ao juiz, com fundamentos, que reconsidere essa decisão. Embasado em contatos com o policiamento, entendemos q podemos realizar o jogo no Engenhão com torcidas de Flamengo e Vasco. Agora esse pedido de reconsideração, na medida em que o fazemos, isso nos dá uma responsabilidade muito grande. Porque estamos praticamente endossando uma posição de que não haverá violência como vinha acontecendo. Então estamos aqui unidos para fazer um apelo dramático. Somos adversários no campo, não somos inimigos. Se queremos reverter essa decisão, isso dá a todos nós a responsabilidade de lutar por isso. Pela paz nos estádios, pela harmonia.Fica o pedido por parte do Flamengo para uma nova era, para que as torcidas convivam em harmonia, sem a selvageria que nós temos visto. E que os criminosos sejam identificados e punidos – afirmou o presidente.

    – Não é possível que nós não consigamos conviver como seres humanos no mesmo espaço. Peço a todos que ponham a mão na consciência e vejam se é razoável agredir outra pessoa só porque ela torce por uma agremiação diferente – disse o presidente do Fluminense, Pedro Abad.

    – Se nós todos estamos unânimes contra uma decisão de torcida única, a verdade é que se assume uma responsabilidade grande. Como presidente de clube de massa, nós temos obrigação de fazer apelo aos nossos torcedores. Eu entendo que a grande diferença do futebol do Rio de Janeiro para qualquer outro lugar é nós termos quatro grandes torcidas, e a torcida fazer a festa na arquibancada, enquanto o jogo está rolando. Eu sou do tempo em que as pessoas iam no jogo para ver a festa das torcidas. Que volte essa época dessa convivência. Eu estimulo muito a rivalidade, mas não tem nada a ver com violência – afirmou o presidente vascaíno, Eurico Miranda.

     


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  • Em carta, Fla pede clássico no Engenhão, no sábado e com duas torcidas

    O Flamengo divulgou uma carta esclarecendo sua posição sobre a partida contra o Vasco: quer que ela seja realizada no Engenhão, no próximo sábado, com duas torcidas. A Ferj anunciou que o jogo aconteceria em Juiz de Fora, mas a prefeitura da cidade mineira disse que não há condições de segurança para a partida. A federação convocou então Flamengo, Vasco e TV Globo para uma reunião hoje às 15h para definir novo local, e, possivelmente data, para o clássico — na apresentação do atacante Luís Fabiano, o presidente vascaíno, Eurico Miranda, disse que a tendência é o clássico ser adiado.

    Leia a íntegra da carta enviada pelo Flamengo à Ferj:

     
     
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  • A hora e a vez de Vizeu e Paquetá

    Foram poucos minutos. Paquetá entrou aos 18 do segundo tempo, Vizeu aos 21. Era contra um adversário já com um a menos, já perdendo, o Madureira de PC Gusmão. Ou seja, temos uma vasta gama de condicionais e atenuantes na hora de analisar o que aconteceu naquela última meia hora da partida. Mas ainda assim, não podemos negar que existem motivos pra ficarmos impressionados. Porque foi impressionante.

    Primeiro a jogada de Vizeu pela esquerda, onde ele deixa toda a zaga pra trás, apronta a famosa baguncinha gostosa na linha de fundo e rola pra Mancuello, sozinho, marcar. Depois o gol de Paquetá, pegando a bola de primeira após uma tentativa de passe para Mancuello – sempre ele – e marcando por cobertura um gol antológico que foi uma merecida recompensa pra todo mundo que poderia estar em casa vendo uma Netflix mas estava debaixo de sol nas arquibancadas de Volta Redonda acompanhando uma partida onde Wellington Saci era titular.

    E ainda que sejam momentos específicos de um jogo específico, essas duas jogadas reforçaram um sentimento que eu já tinha expressado aqui e que é comum em boa parte da torcida: o de que esses garotos, boa parte deles presença frequente em seleções de base e cobiçados por clubes estrangeiros, merecem mais espaço no Flamengo.

    Não, não estou falando que Vizeu deve roubar a 9 de Guerrero ou que Paquetá já está pronto pra meter o dedo na cara de Diego e chamar nosso camisa de 35 de “vacilão”, mas sim que faz muito sentido que eles cada vez mais se tornem os reservas imediatos de suas posições, deixando para trás os jogadores claramente medianos que ocupam esses postos atualmente.

    Faz sentido Paquetá receber menos chances que Gabriel? Vizeu só pegar banco quando Damião está machucado? Pra mim não faz. Ainda que Gabriel realmente pareça ter saído ontem da base e possivelmente ainda tenha que apresentar RG pra entrar num bar, ele já tem 27 anos e atingiu seu potencial, enquanto Paquetá ainda pode se desenvolver e valorizar muito mais. Ainda que Damião já tenha disputado Olimpíadas e Libertadores, ele não apenas não vem apresentando lá toda essa qualidade como sai do clube no meio do ano, ou seja, mais uma razão para não depender demais dele – ainda que eu reconheça que com Vizeu teremos menos bicicletas, claro.
     

    Entendo que Zé Ricardo quer usar os jovens com calma e também reconheço que poucos treinadores conhecem mais essas recentes gerações rubro-negras do que ele, que foi técnico de toda essa molecada, mas acho que muitos desses meninos, como Vizeu, Paquetá, Matheus Sávio, Ronaldo e até mesmo o goleiro Thiago, merecem chances mais frequentes no time de cima, nem que seja só por conta do nível dos reservas imediatos. Se não temos um jogador de qualidade indiscutível no banco, por que não dar a chance pro garoto da base, que tem um custo mais baixo, uma possibilidade de retorno mais alta, menos chance de se incomodar com a reserva?

    O futuro do Flamengo cada vez mais passa por esses nomes. E eu tenho a sensação de que é um futuro que vai começar o quanto antes e vai ser muito bacana de acompanhar.

     
    João Luis Jr. é blogueiro do Mundo Bola e também escreve no blog Isso Aqui É Flamengo, do ESPN FC.


    Este texto faz parte da plataforma de opinião Mundo Bola Blogs, portanto o conteúdo acima é de responsabilidade expressa de seu autor, assim como o uso de fontes e imagens de terceiros. O Mundo Bola respeita todas as opiniões contrárias. 
  • Muralha é único titular a viajar para Fortaleza

    O goleiro Alex Muralha foi o único atual titular do Flamengo a viajar para Fortaleza para enfrentar amanhã o Ceará, pela última rodada da primeira fase da Primeira Liga. Com duas vitórias nos dois primeiros jogos, o Flamengo já está classificado para a segunda fase e precisa apenas do empate para assegurar o primeiro lugar.

    O atacante Orlando Berrío, que sentiu um incômodo muscular no jogo contra o América-MG e não foi relacionado para a partida contra o Madureira, também não viajou.

    Se Zé Ricardo repetir o time que treinou ontem, o Flamengo deve jogar com Muralha; Rodinei, Juan, Donatti e Renê; Márcio Araújo, Cuéllar e Lucas Paquetá; Adryan, Felipe Vizeu e Gabriel.

     
     
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  • Torcedores do Vasco vandalizam loja do Fla em aeroporto

    Um grupo de torcedores do Vasco que foram ao aeroporto Santos Dumont receber o recém-contratado atacante Luís Fabiano vandalizaram uma loja oficial do Flamengo que fica no local. Os funcionários conseguiram fechar a porta do estabelecimento, impedindo uma invasão que causasse dano maior, mas os vascaínos tentaram forçar a entrada danificando a porta e também picharam um mural com as iniciais de uma torcida organizada vascaína.

    Os marginais ainda vandalizaram um quiosque de sucos e foram dispersados por dois policiais com o uso de balas de borracha. Não há registro de detidos. Também não há registro de que o Twitter oficial do Vasco tenha repudiado a violência ou exposto fotos dos responsáveis pelo ato de vandalismo.

    Crédito da imagem destacada: Richard de Souza/Globoesporte.com