Autor: diogo.almeida1979

  • Na largada do grupo do Fla, Católica busca empate no fim no PR

    O Atlético-PR parecia ter o jogo ganho quando Nikão marcou um belo gol da entrada da área aos 31 minutos do segundo tempo. Foi o segundo gol do time paranaense, que havia aberto o placar logo aos 4 minutos do primeiro tempo, com o argentino Lucho González. Mas os brasileiros recuaram demais e a Católica foi buscar o empate, com gols de Llanos, aos 40 minutos, e Noir, aos 43. Na comemoração do gol de empate, o zagueiro Maripán foi expulso por provocar a torcida atleticana, e será desfalque contra o Flamengo, na semana que vem.

    O domínio do time brasileiro na primeira etapa foi absoluto. Além do gol logo no início, o Atlético-PR ainda desperdiçou boas oportunidades de ampliar, a melhor delas com Felipe Gedoz – o goleiro Toselli, reserva de Bravo na seleção chilena, fez boa defesa. A movimentação constante do ataque paranaense, com troca de posições entre o quarteto ofensivo Carlos Alberto, Gedoz, Nikão e Pablo, confundia a marcação chilena, e 1×0 foi pouco. A Católica não teve nenhuma chance real, embora levasse algum perigo nas jogadas de bola parada com Buonanotte.

    O quadro mudou ao segundo tempo. Logo aos 3 minutos, Kalinski perdeu boa chance de empatar dentro da área. Silva, de cabeça, teve outra boa oportunidade, mas parou em Weverton. O Atlético-PR perdeu Carlos Alberto, que sentiu lesão no tornozelo, e deu lugar a Douglas Coutinho. Mas, quando pouco ameaçava o gol chileno, encontrou o 2×0 com o belo chute de Nikão.

    A partir daí, a Católica começou a pressionar. Weverton fez uma boa defesa, mas aos 40 minutos, não evitou o gol de Llanos, após cruzamento de Fuenzalida. Três minutos depois, Noir recebeu lançamento de Buonanotte e empatou a partida. Na comemoração, Maripán foi expulso.

    O Atlético ainda teve uma excelente chance de sair com a vitória no último lance da partida. Mas Pablo acertou o travessão do gol chileno, e a Católica levou um ponto para Santiago. Na semana que vem, o time chileno estreia em casa contra o Flamengo, que joga nesta quarta contra o San Lorenzo. Se vencer, o rubro-negro larga na liderança daquele que vem sendo chamado “grupo da morte” desta Libertadores.

     
     
    O que você pensa sobre isso?


    Vire Apoiador do Mundo Bola: entenda melhor clicando nesse nesse link: bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Outras formas de ajudar este projeto:
    – Nosso site faz parte do plano de afiliados do Nação, o programa de sócio-torcedor do Flamengo. Se você clicar em bit.ly/STdoMundo Bola e aderir ao programa, ou até mesmo renovar seu atual plano, o Mundo Bola ganha 50% da sua primeira mensalidade.


  • TCE recomenda revogação de concessão e nova licitação do Maracanã

    O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro decidiu hoje que vai arrestar (reter) os recursos obtidos pela Odebrecht com a venda da concessão do Maracanã, ora em negociação com a Lagardère e o consórcio composto por GL Events e CSM. O tribunal decidiu também recomendar que o governo do Estado anule o contrato de concessão à Odebrecht e promova uma nova licitação do estádio. O TCE determinou ainda a abertura de duas auditorias extraordinárias: uma para inspecionar os cálculos que embasaram a concessão do estádio, em 2013, e outra para monitorar a operação de transferência do estado.

    O Ministério Público investiga o pagamento de propina na concessão do Maracanã, tanto pela Odebrecht quanto pela IMX, do empresário Eike Batista, que depois acabou revendendo à empreiteira sua participação no consórcio. Uma das denúncias investigadas, inclusive, é de propina ao próprio TCE para aprovar a concessão.

    Em entrevista ao Lance!, o presidente Eduardo Bandeira de Mello comemorou a decisão do Tribunal de Contas, que na prática suspende as negociações para transferência da concessão:

    – Isso levaria obrigatoriamente à realização de uma nova licitação, o que o Flamengo sempre defendeu. Você parte do zero com muito mais segurança jurídica, possibilidade de corrigir erros do contrato anterior, partindo para uma coisa nova, da qual os clubes possam participar. O Flamengo, em qualquer situação, tem que ser considerado protagonista, responsável por 70%, 80% do conteúdo do estádio. Em uma nova licitação, os clubes vão poder participar de uma maneira mais direta.

    O governo do Estado e a Odebrecht ainda não se pronunciaram sobre a decisão do TCE.

    O Flamengo volta a jogar no Maracanã amanhã pela primeira vez desde novembro. Em meio a um jogo de empurra entre o Comitê Rio 2016 e a Odebrecht, o estádio vivia uma situação de abandono. O Flamengo investiu cerca de R$ 2 milhões para colocar o Maracanã em condições de receber a estreia da equipe na Libertadores.

     
     
    O que você pensa sobre isso?


    Vire Apoiador do Mundo Bola: entenda melhor clicando nesse nesse link: bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Outras formas de ajudar este projeto:
    – Nosso site faz parte do plano de afiliados do Nação, o programa de sócio-torcedor do Flamengo. Se você clicar em bit.ly/STdoMundo Bola e aderir ao programa, ou até mesmo renovar seu atual plano, o Mundo Bola ganha 50% da sua primeira mensalidade.


  • O sonho de poder sonhar com a Libertadores

    Desde que eu comecei a torcer para o Flamengo, sonhava com a Libertadores.

    No caso, em participar da Libertadores, não em ganhar.

    Por esses azares da vida, comecei a acompanhar futebol a sério em 1994, início de uma longa época de entressafra para o Flamengo, marcada por títulos esporádicos, vexames nem tão esporádicos e uma longa ausência da principal competição da América do Sul.

    Naquele tempo, apesar de a taça da Libertadores já estar disponível para visitação na nossa sala de troféus, era impensável sonhar em vencer uma competição para a qual sequer passávamos perto de nos classificar. Mesmo os sonhos naqueles anos de vacas magras eram mais modestos: ganhar o Carioca, ao menos se classificar para o mata-mata do Brasileiro, parar de levar gols do Edmundo, não ser goleado no Paraná, não cair para a Segunda Divisão. Como chegar até as nuvens com os pés no chão?

    A primeira experiência que eu tive com uma competição internacional foi naquele mesmo 1994. Qualquer um que não tenha começado a torcer para o Flamengo para valer naquele ano já vai ter esquecido daquele confronto. Não é o meu caso, que lembro muito bem do Flamengo sendo eliminado da Supercopa por um para mim desconhecido Estudiantes — achei um nome curioso –, apresentado na imprensa brasileira na época como clube pequeno da Segunda Divisão argentina, e não como tricampeão da Libertadores que era — hoje é tetra.

    O então tricampeão da Libertadores apresentado no Globo como time de Segunda e sem tradição: eu acreditei

    No ano seguinte, a experiência na competição internacional que acontecia todos os anos foi mais longa, mas o final foi mais frustrante. O Flamengo treinado pelo Apolinho Washington Rodrigues — e aqui agradeço não ter na época o discernimento suficiente para perceber o tamanho do absurdo que era o Flamengo, no ano do seu centenário, ser treinado por um radialista — chegou até a final da Supercopa só para fracassar diante de um Maracanã com mais de 100 mil pessoas no último sopro de esperança de levantar uma taça naquele ano tão importante e tão sofrido para o torcedor rubro-negro.

    Como esse é um texto de reminiscências, não vou consultar como foi a campanha do Flamengo nas Supercopas de 1996 e 1997 e na primeira Mercosul, em 1998 – nestas, a memória já não ajuda. Mas guardo em um lugar especial do coração rubro-negro o título na Mercosul de 1999, contra um Palmeiras então campeão da Libertadores, que nós continuávamos vendo só pela TV. O meu gol inesquecível do Flamengo não é o do Pet nem o do Angelim, mas aquele do Lê. Mas ainda assim não dava para sonhar em disputar a Libertadores, com mais uma campanha no Brasileiro sem passar da primeira fase.

    Enfim Libertadores

    Veio 2001 e inventaram uma tal de Copa dos Campeões, que reunia campeões de estaduais e valia uma vaga na Libertadores. E não é que ganhamos? Em 2002, oito anos depois de ter começado a acompanhar religiosamente o Flamengo, eu enfim ia ver o meu time jogando uma Libertadores. Pena que calhou de esse retorno acontecer no início de um dos piores períodos da história do Flamengo, com um dos piores times que o Flamengo já montou e com um dos piores técnicos que o Flamengo já teve. O surpreendente nesse cenário não é que o Flamengo tenha feito só quatro pontos e sido eliminado na primeira fase. O surpreendente é que tenha conseguido fazer esses quatro pontos. Estava presente em um deles, um jogo com o futuro campeão Olimpia, um 0x0 feio, meu primeiro jogo de Libertadores no estádio. O humilde sonho ali era passar de fase. Ganhar aquela Libertadores sequer passava pela cabeça do mais otimista rubro-negro.

    Há exatamente 15 anos e 1 dia, minha estreia em estádio na Libertadores: empate e frustração

    Fora essa participação episódica, voltamos à nossa rotina de não disputar a Libertadores, e à essa altura já não existiam mais a Supercopa ou Mercosul garantida anual. Tinha a Sul-Americana, mas nessa nós conseguíamos não passar da primeira fase só com brasileiros. Em 2004, chegamos a pensar que íamos carimbar o passaporte até que o “Libertadores qualquer dia tamo aí” virou “Libertadores Santo André não deixa eu ir”. Até que em 2006 veio uma nova classificação, com o bicampeonato da Copa do Brasil. E 14 anos depois voltamos a um mata-mata da Libertadores. Não passamos.

    No ano seguinte, surpresa: de novo na Libertadores! Dois anos seguidos. Um feito que ainda precisamos repetir quase uma década depois. Desta vez aquela vitória no México até nos fez sonhar um pouquinho, mas o despertar foi bem duro, um balde de água fria daqueles que nunca ninguém vai esquecer.

    Em 2009, sem Libertadores, mas com outro sonho realizado: o Flamengo campeão brasileiro. Algo que eu, sinceramente, cheguei a duvidar naqueles anos que fosse um dia ver, mas essa é outra história. De volta à Libertadores em 2010, portanto, e quase uma eliminação insólita na primeira fase: o segundo lugar do grupo nunca esteve ameaçado, mas justamente naquele ano o segundo lugar não garantia o avanço à segunda fase porque havia dois clubes mexicanos pré-classificados por terem desistido da competição por conta da gripe suína no ano anterior. Mas como “Flamengo é Flamengo” — ei, calma, o cara que dizia isso ainda não chegou na história — o técnico hexacampeão brasileiro acabou demitido, mesmo classificado. Insolitamente, o substituto conseguiu o maior feito que eu já vi em uma Libertadores: ganhou um mata-mata! Mas era contra time brasileiro, e um que então era visto como colecionador de fiascos na Libertadores — essa história mudaria em 2012, mas chegaremos lá.

    Aí veio o mata-mata internacional, e dançamos outra vez. E em 2011 de novo não teve Libertadores. Em 2012 teve, e ganhamos um mata-mata internacional! O único, por sinal, desde a Mercosul de 2001. Mas era na chamada pré-Libertadores. Na hora da fase de grupos mesmo, apagão contra o Olimpia e outra eliminação dolorosa e surreal. Em 2014, nem a maior jogada da vida do Negueba foi suficiente para anular o coice do Amaral, a escorregada do Samir, a tremedeira do Léo, as contusões do Elano e Brocador. De novo, não deu nem pra saída.

    Discurso que eu já ouvi antes – e deu certo

    No início deste ano, dirigentes do Flamengo sofreram críticas por dizerem que o plano é disputar a Libertadores todo ano para eventualmente ganhar. Foram acusados de sonhar baixo. Quando assumiu o Corinthians, Andrés Sánchez dizia a mesma coisa. E foi disputando três Libertadores seguidas — coisa que eu nunca vi o Flamengo fazer e que ninguém vê desde 1984– que o Corinthians conseguiu cumprir o objetivo.

    O discurso de Andrés em 2010, ano da eliminação para o Flamengo: dois anos depois, Corinthians era campeão

    Claro, há outros caminhos. O Atlético-MG, por exemplo, não disputava uma Libertadores desde 2000 e voltou em 2013 já conquistando o título inédito. Desde então, disputa todo ano e não voltou a se aproximar do título. Mas toda regra tem sua exceção.

    Uma coisa eu sei: sem disputar a Libertadores, a chance de ganhar é zero. Disputando, ao menos nos permitimos sonhar. O time montado este ano certamente é o mais qualificado que já montamos para a Libertadores nestes anos desde 2002. Mas também é aquele que pegou, no papel, o grupo mais duro na primeira fase — chamamos assim por costume, mas agora é a quarta fase, ou fase de grupos. Mesmo assim, eu me permito sonhar. Por enquanto, em passar da primeira fase. Se rolar, sonharei em voltar a ganhar um mata-mata internacional. E, de passo em passo, quem sabe em novembro não estou sonhando acordado com o título?

     
     
    Rodrigo Rötzsch é jornalista e coeditor do Mundo Bola. Siga-o no Twitter: @rodrigorotzsch.
    Deixe seu comentário!


    Este texto faz parte da plataforma de opinião Mundo Bola Blogs, portanto o conteúdo acima é de responsabilidade expressa de seu autor, assim como o uso de fontes e imagens de terceiros. O Mundo Bola respeita todas as opiniões contrárias. Nossa ideia é sempre promover o fórum sadio de ideias. Email: contato@fla.mundobola.com.

    Vire Apoiador do Mundo Bola: entenda melhor clicando nesse nesse link: bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Outras formas de ajudar este projeto:
    – Nosso site faz parte do plano de afiliados do Nação, o programa de sócio-torcedor do Flamengo. Se você clicar em bit.ly/STdoMundo Bola e aderir ao programa, ou até mesmo renovar seu atual plano, o Mundo Bola ganha 50% da sua primeira mensalidade.

  • Com rubro-negros, Brasil sub-17 inicia briga por título e vaga no Mundial

    A seleção brasileira sub-17 inicia hoje, às 22h15 contra o Paraguai, a caminhada pelo 12º título sul-americano em 18 edições da competição da categoria. Três rubro-negros são titulares no time do técnico Carlos Amadeu: o lateral-direito Wesley e os atacantes Lincoln e Vinícius Jr. — que marcou um golaço no empate em 1×1 contra o mesmo Paraguai na primeira fase. O Paraguai foi até agora o único adversário que o Brasil não conseguiu vencer na competição: a equipe ficou em primeiro lugar no grupo B com três vitórias e um empate.

    Vinícius Júnior é o artilheiro do Brasil na competição, com dois gols. Lincoln tem um gol e uma assistência. Os dois não participaram da última partida, contra a Argentina, já que os titulares foram poupados porque o Brasil já estava classificado. Já Wesley entrou no segundo tempo. Quem jogou a partida inteira foi o zagueiro Patrick, outro Garoto do Ninho, que hoje deve voltar para o banco.

    Tido como principal promessa das categorias de base do Flamengo, Vinicius Jr. foi elogiado pelo técnico Zé Ricardo após o gol decisivo contra o Paraguai. A expectativa é que o atacante, que já se destacou na Copinha deste ano, competição sub-20, apesar de ter apenas 16 anos, comece a ganhar oportunidades no time profissional ainda nesta temporada a partir do retorno da seleção.

    A seleção brasileira, que com esta mesma geração foi campeã sul-americana sub-15 há dois anos, é a grande favorita para o título. Caso não conquiste a taça, o objetivo secundário é ficar entre os quatro primeiros, que garantem vaga no Mundial da categoria, em outubro, na Índia. No mês passado, a seleção sub-20 decepcionou ao ficar em quinto lugar no Sul-Americano do Equador e perder a chance de disputar o Mundial da Coreia do Sul, o que aumentou a pressão dentro da CBF por um sucesso da seleção sub-17.

    Veja a tabela da seleção brasileira neste hexagonal final, que será disputado em Rancagua, no Chile:

    Hoje – 22h15 – Brasil x Paraguai
    Sexta, 10/3 – 22h15 – Brasil x Venezuela
    Segunda, 13/3 – 22h15 – Brasil x Equador
    Quinta, 16/3 – 22h15 – Brasil x Colômbia
    Domingo, 19/3 – 22h15 – Brasil x Chile

     
     
    O que você pensa sobre isso?


    Vire Apoiador do Mundo Bola: entenda melhor clicando nesse nesse link: bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Outras formas de ajudar este projeto:
    – Nosso site faz parte do plano de afiliados do Nação, o programa de sócio-torcedor do Flamengo. Se você clicar em bit.ly/STdoMundo Bola e aderir ao programa, ou até mesmo renovar seu atual plano, o Mundo Bola ganha 50% da sua primeira mensalidade.


  • “Grupo da morte” começa com times tentando voltar ao mata-mata

    O grupo 4 da Libertadores, do qual participa o Flamengo – e que vem sendo considerado pela imprensa o “grupo da morte” desta edição tem sua primeira partida hoje, com o Atlético-PR recebendo a Universidad Católica, do Chile, na Arena da Baixada, às 21h. Amanhã, Flamengo e San Lorenzo se enfrentam no Maracanã.

    Apesar de a tradição das equipes e o desempenho delas na última temporada referendar a alcunha de grupo da morte, a participação dos quatro times na última vez que disputaram a Libertadores não foi boa. Todas as quatro equipes foram eliminadas na fase de grupos na sua última campanha no torneio continental; no caso de Flamengo e San Lorenzo, a eliminação precoce aconteceu nas duas últimas participações.

    A Universidad Católica não disputa a Libertadores desde 2012. Na ocasião, foi a última colocada em um grupo com Unión Española (Chile), Bolívar (Bolívia) e Junior de Barranquilla (Colômbia) . A fase de grupos, aliás, também foi o fim da linha para a Católica em 4 das 5 participações anteriores. A exceção é 2011, quando chegou às quartas de final.

    O Atlético-PR é um participante menos frequente da Libertadores. Essa é apenas a sua quinta participação. Na última, em 2014, não passou do grupo com Vélez Sarsfield (Argentina), The Strongest (Bolívia) e Universitario (Peru). Também já não tinha passado dessa fase em 2002. Em 2000, chegou às oitavas, e em 2005, foi vice-campeão.

    O San Lorenzo quebrou um jejum histórico em 2014. O clube era o grande argentino a não ter uma Libertadores, sendo que o River Plate, grande anterior a quebrar a barreira, tinha vencido sua primeira edição em 1986. Em 2015 e 2016, porém, o San Lorenzo não passou da fase de grupos, como já tinha acontecido em 5 das suas 6 participações anteriores ao título – em 2008, chegou às quartas de final. No ano passado, o grupo tinha Toluca (México), Grêmio e LDU (Equador). O San Lorenzo foi terceiro com apenas 4 pontos.

    Já o Flamengo, como é sabido, não passou da fase de grupos nas duas últimas participações, em 2012 e 2014, repetindo o mau desempenho de 2002. Neste século, o melhor desempenho foi em 2010, quando chegou às quartas de final – naquele ano, a Universidad Católica foi um dos times eliminados no grupo.

     
     
    O que você pensa sobre isso?


    Vire Apoiador do Mundo Bola: entenda melhor clicando nesse nesse link: bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Outras formas de ajudar este projeto:
    – Nosso site faz parte do plano de afiliados do Nação, o programa de sócio-torcedor do Flamengo. Se você clicar em bit.ly/STdoMundo Bola e aderir ao programa, ou até mesmo renovar seu atual plano, o Mundo Bola ganha 50% da sua primeira mensalidade.


  • Cirino é inscrito na Libertadores; Adryan fica de fora

    Apesar de não estar nem mais treinando com o grupo e ter sido liberado para acertar sua transferência para o Internacional, o atacante Marcelo Cirino foi inscrito pelo Flamengo no grupo de jogadores que disputarão a Libertadores. Cirino, no entanto, perdeu a camisa 7 para Ederson e foi inscrito com o número 29. Não está claro se o Flamengo de fato pretende contar com o atacante ou tomou a precaução para poder usá-lo caso o negócio com o clube gaúcho não seja concluído – só é possível fazer alterações na lista da Libertadores após o fim da primeira fase.

    Com Ederson, que voltou a treinar com os companheiros hoje, usando a camisa 7, Diego usará o número 10 na Libertadores, que não permite camisas acima de 35. O fato de Ederson usar a 10 foi justamente o argumento usado para Diego não usar a camisa no resto da temporada. Agora que o meia-atacante mudou para o número 7, não está claro também se Diego continuará usando a 35 no resto da temporada ou adotará a 10 de vez.

    Com a inscrição de Cirino, Adryan ficou de fora da lista da Libertadores. Enquanto o Carioca permite a inscrição de 30 jogadores de linha, na Libertadores são 30 jogadores no total, incluindo os três goleiros. Além de Adryan, o atacante Cafu também não foi inscrito – a outra vaga do Flamengo na lista do Carioca é ocupada por Jorge, que já deixou o clube. O goleiro Gabriel Batista, do sub-20, também inscrito no Carioca, perdeu a vaga para César, que na semana passada voltou antecipadamente de empréstimo para a Ferroviária justamente para ser inscrito na competição.

    Veja a lista de inscritos do Flamengo na Libertadores:

  • Ferj é “campeã de bilheteria” da Taça Guanabara

    Se dentro de campo o Flamengo perdeu o título da Taça Guanabara para o Fluminense, nos borderôs o clube também ficou em segundo lugar na arrecadação, apesar de ter sido o responsável pela maior renda bruta da primeira fase do Campeonato Carioca. Isso porque, de 10% em 10%, a Ferj superou meio milhão arrecadado só com as bilheterias da Taça Guanabara, enquanto o Flamengo, apesar de ter sido o único clube grande a conseguir lucro com o público neste início de Campeonato Carioca, não chegou aos R$ 500 mil.

    Com todos os borderôs computados, a Ferj teve uma arrecadação total de R$ 505.505. A federação cobra 10% apenas das partidas que envolvam clubes grandes, e mesmo em jogos no qual os clubes têm que pagar para jogar. O Flamengo teve lucro em cinco partidas, inclusive a final de ontem (na qual lucrou R$ 176.608,05), e prejuízo em outras duas, inclusive a semifinal contra o Vasco, na qual pagou cerca de R$ 12 mil para jogar. No total, o rubro-negro arrecadou R$ 490.967 em bilheteria com os sete jogos do Carioca – menos do que os R$ 548 mil que embolsou numa única partida da Primeira Liga, contra o Grêmio.

    Para os outros grandes, a situação é bem pior. Todos terminaram a Taça Guanabara no vermelho em matéria de arrecadação com bilheteria. Quem teve o maior déficit foi o Botafogo, que pagou quase R$ 600 mil para as cinco partidas que disputou. Mesmo arrecadando R$ 183 mil na final, o Fluminense teve o segundo maior rombo, de mais de R$ 207 mil. O Vasco pagou mais de R$ 160 mil para jogar a Taça Guanabara. Somados, os três tiveram prejuízo de pouco menos de R$ 1 milhão.

    Veja a tabela de arrecadação:

     
     
    O que você pensa sobre isso?


    Vire Apoiador do Mundo Bola: entenda melhor clicando nesse nesse link: bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Outras formas de ajudar este projeto:
    – Nosso site faz parte do plano de afiliados do Nação, o programa de sócio-torcedor do Flamengo. Se você clicar em bit.ly/STdoMundo Bola e aderir ao programa, ou até mesmo renovar seu atual plano, o Mundo Bola ganha 50% da sua primeira mensalidade.


  • Fla tem elenco com mais campeões da Libertadores desde 1984

    Elenco do Flamengo na Libertadores 2017 é o mais vitorioso desde 1984

    O elenco do Flamengo que disputa a Libertadores na quarta-feira será, de longe, o grupo com mais jogadores com histórico vencedor na competição desde 1984, quando o time ainda tinha 11 remanescentes da conquista do troféu continental três temporadas antes. 

    Dos 30 jogadores inscritos na Libertadores, cinco conquistaram o título continental, enquanto outros dois foram finalistas. No total, são sete atletas com experiência em finais de Libertadores, número superior à soma dos jogadores com esse histórico em todas as edições disputadas pelo clube em 2002, 2007, 2008, 2010, 2012 e 2014.

    Campeões da Libertadores no elenco do Flamengo

    • Leandro Damiãocampeão pelo Internacional em 2010

    • Parácampeão pelo Santos em 2011

    • Willian Arãocampeão pelo Corinthians em 2012

    • Révercampeão pelo Atlético-MG em 2013

    • Orlando Berríocampeão pelo Atlético Nacional

    Além deles, o Flamengo conta com dois jogadores que chegaram à final da competição:

    • Diegofinalista com o Santos em 2003

    • Darío Concafinalista com o Fluminense em 2008

    Histórico recente do Flamengo na Libertadores

    De 1991 até 2017, o Flamengo nunca teve mais de três campeões da Libertadores em um mesmo elenco. A única vez que isso ocorreu foi em 2014, com:

    • Alecsandro (Internacional-2010)

    • Elano (Santos-2011)

    • Chicão (Corinthians-2012)

    Outros exemplos:

    • 1993: dois campeões – Júnior (Flamengo-1981) e Renato Gaúcho (Grêmio-1993)

    • 1991, 2002, 2007 e 2008: apenas um campeão por edição – Júnior (1991), Juninho Paulista (2002 e 2007, campeão pelo São Paulo em 1993), Diego Tardelli (2008, campeão pelo São Paulo em 2005)

    • 2010 e 2012: o elenco não contava com nenhum campeão da Libertadores

     

     
     


     


  • De volta, Fla inicia contagem regressiva pra jogo 2000 no Maracanã

    Uma marca histórica que está muito próxima, e ao mesmo tempo, muito distante, dada a indefinição sobre o futuro do estádio: o Flamengo volta a jogar no Maracanã após mais de três meses nesta quarta-feira, e se aproxima do jogo de número 2000 no estádio em sua história. A partida contra a San Lorenzo será a de número 1993 do Flamengo no estádio, de longe o palco que mais recebeu partidas do time na História – o segundo colocado, o estádio da Gávea, foi palco de apenas 230 confrontos.

    O Flamengo é de longe o time que mais jogou no Maracanã na história, seguido pelo Fluminense, com 1655 partidas no estádio.

    A falta de acordo para o repasse da concessão do Maracanã, no entanto, torna imprevisível saber se o Flamengo atingirá a marca de 2000 jogos este ano. Fora o jogo contra o San Lorenzo, só estão praticamente certos no estádio os clássicos na Taça Rio contra Vasco e Fluminense (os jogos ainda não foram marcados, mas o regulamento do campeonato prevê o uso do estádio e a Ferj já marcou outros clássicos para o local).

    Veja o histórico do Flamengo no Maracanã nos 1992 jogos disputados até hoje:

    Vitórias: 1.074
    Empates: 492
    Derrotas: 426
    Aproveitamento: 62%*
    Gols pró: 3.562 (média de 1,79)
    Gols contra: 2.025 (média de 1,02)
    Títulos: 5 Brasileiros, 2 Copas do Brasil, 1 Rio São-Paulo, 22 Cariocas, 19 Taças Guanabara, 8 Taças Rio

    * Na atual contagem de pontos. Até 1994, as vitórias valiam apenas dois pontos

     
     
    O que você pensa sobre isso?


    Vire Apoiador do Mundo Bola: entenda melhor clicando nesse nesse link: bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Outras formas de ajudar este projeto:
    – Nosso site faz parte do plano de afiliados do Nação, o programa de sócio-torcedor do Flamengo. Se você clicar em bit.ly/STdoMundo Bola e aderir ao programa, ou até mesmo renovar seu atual plano, o Mundo Bola ganha 50% da sua primeira mensalidade.


  • Flamengo busca manter escrita em estreias de Libertadores no Maracanã

    Com o final da Taça Guanabara, o Flamengo direcionou o foco para a próxima quarta-feira (08), quando o clube inicia a sua 13ª participação na Libertadores. A aguardada estreia contra o San Lorenzo acontece no Maracanã, e marca a volta do Rubro-Negro ao estádio, lugar onde não atua desde novembro quando venceu o Santos pelo Campeonato Brasileiro, e garantiu a vaga na fase de grupos da competição.

    Para retornar ao maior palco do futebol mundial, o Flamengo entrou em acordo com a Concessionária Maracanã S.A, que administra o estádio Mário Filho. O acerto é pontual e não tem nenhuma relação com o processo de negociação de concessão do estádio que está em andamento. O Maracanã estava em absoluto estado de abandono, devido ao imbróglio envolvendo Comitê Rio 2016, Governo do Estado e Odebrecht. Estima-se que o Rubro-Negro tenha investido R$ 2 milhões para ter o estádio a sua disposição no jogo de estreia.

    A história mostra que o investimento da diretoria rubro-negra pode ser um bom negócio não só financeiramente. O Flamengo debutou em Libertadores apenas duas vezes no Maracanã, em 1984 contra o Santos, e em 2010, diante da Universidad Católica (CHI). Justamente nessas duas partidas o Mais Querido conquistou suas únicas vitórias em estreias.  A expectativa é para que a escrita seja mantida no duelo contra o San Lorenzo. Se depender da torcida, isto ocorrerá. Até o final da noite deste domingo (05), 43 mil ingressos haviam sido comercializados pela internet, tornando-se assim o maior público do Flamengo no estádio em estreias de Libertadores.

    1981 – Atlético-MG 2×2 Flamengo

    Em sua primeira participação na Copa Libertadores da América, o Flamengo estreou diante de um conhecido e poderoso rival, o Atlético-MG, com quem decidiu e venceu o Campeonato Brasileiro do ano anterior. Jogando no Mineirão para um público de mais de 63 mil pessoas, o Galo saiu na frente com um gol de falta marcado por Éder, aos 28 minutos do primeiro tempo.

    Contando com a contribuição do goleiro Cantarele, Éder, novamente de falta, ampliou aos 18 minutos da etapa complementar. A massa atleticana já comemorava a vitória, mas valente, o Flamengo correu atrás e conseguiu evitar a derrota em sua primeira partida na competição mais importante do continente. Após receber um belo passe de Zico, Nunes diminuiu aos vinte, e o zagueiro Marinho empatou aos 40 minutos dando números finais à partida.

    Time: Cantarele, Leandro, Marinho, Mozer, Júnior, Vitor, Andrade (Fumanchu, depois Figueiredo), Zico, Tita, Nunes e Baroninho. Técnico: Dino Sani.

    1982 – Peñarol 1×0 Flamengo

    Campeão da edição anterior, o Rubro-Negro avançou direto para a fase semifinal, que na época era um triangular com jogos de ida e volta, formado entre o melhor colocado de cada chave. O Flamengo ficou ao lado do Peñarol (URU), que na primeira fase passou por São Paulo, Grêmio e Defensor Sporting, e River Plate (ARG), que deixou para trás o The Strongest, Jorge Wilstermann e Boca Juniors.

    Pouco mais de 53 mil pessoas estiveram no estádio Centenário, em Montevidéu, para acompanhar o duelo do time uruguaio com campeão da Libertadores. O Peñarol fez valer o seu mando de campo e derrotou o Flamengo por 1 a 0,  com um gol de cabeça marcado por Vargas, aos 20 minutos do segundo tempo, após cobrança de falta de Jair, e uma saída atrapalhada de Cantarele.

    Time: Cantarele, Leandro, Figueiredo, Marinho, Júnior, Vitor (Peu), Adilio, Zico, Wilsinho (Popéia), Nunes e Lico. Técnico: Paulo César Carpegiani.

    1983- Grêmio 1×1 Flamengo

    O campeão brasileiro de 1982, e que viria a conquistar o terceiro título nacional três meses depois deste duelo, foi até o estádio Olímpico, em Porto Alegre, para enfrentar o Grêmio, fazendo assim a sua terceira estreia em Libertadores fora de casa. O Flamengo saiu na frente com uma pintura do atacante Baltazar, conhecido como o “artilheiro de Deus”. O Grêmio empatou com o uruguaio De León, aos 34 minutos da etapa final. Confira os melhores momentos.

    Time: Raul, Leandro, Figueiredo, Marinho, Ademar, Andrade, Adílio, Zico, Robertinho (Edson), Baltazar e Lico.
    Técnico: Paulo César Carpegiani.

    1984- Flamengo 4×1 Santos

    Pela primeira vez o Flamengo estreava em casa na Libertadores. Pouco mais de 37 mil pessoas foram ao Maracanã prestigiar o reencontro entre as equipes que decidiram o Campeonato Brasileiro do ano anterior. Assim como na competição nacional, o Rubro-Negro levou a melhor. Mozer, atual gerente de futebol do Flamengo, marcou dois golaços na goleada rubro-negra sobre o Santos.

    http://https://www.youtube.com/watch?v=tS09ounl8Q0

    Time: Fillol, Leandro, Figueiredo, Mozer, Júnior, Andrade, Adilio, Tita, Lúcio, Nunes e João Paulo (Lico). Técnico: Cláudio Garcia.

    1991- Flamengo 1×1 Corinthians 

    A primeira rodada do Grupo 3 da Libertadores de 1991 colocou frente a frente os dois campeões nacionais brasileiros de 1990. O Flamengo, vencedor da Copa do Brasil, e Corinthians, campeão brasileiro, fizeram um equilibrado duelo no estádio José Frageli, onde hoje está localizada a Arena Pantanal. Marcelinho abriu a contagem para o Flamengo, mas o Corinthians empatou com Fabinho no final da partida.

    Time: Zé Carlos, Ailton, Adilson, Rogério, Piá, Júnior, Charles Guerreiro, Toninho, Marcelinho, Paulo Cesar (Alcindo) e Nélio (Fabinho). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

    1993- Internacional 0x0 Flamengo 

    Mais uma estreia rubro-negra na Libertadores aconteceu em Porto Alegre, desta vez no Beira Rio, e novamente com empate. O Flamengo entrou na competição como campeão brasileiro, já o Internacional vinha da conquista da Copa do Brasil. A primeira vitória do Flamengo na Libertadores deste ano aconteceu apenas na terceira rodada, contra o Atlético Nacional, por 1 a 0, em Medellín.

    Time: Gilmar; Fabinho, Júnior Baiano, Rogério e Piá; Marquinhos, Júnior, Nélio e Marcelinho; Renato Gaúcho e Nílson. Técnico: Carlinhos.

    2002 – Once Caldas 1×0 Flamengo 

    A pior participação do Flamengo na Libertadores começou com uma derrota fora de casa. O Mais Querido perdeu para Once Caldas por 1 a 0, no estádio Palogrande, em Manizales (COL). O Rubro-Negro se credenciou para disputar a competição internacional ao vencer a Copa dos Campeões, em 2001.

    Time: Clemer, Maurinho, Fernando, Valney, Anderson, Leandro Ávila, Jorginho (Roma), Leonardo (Rocha), Felipe Melo, Andrezinho (Tuta) e Leandro Machado. Técnico: João Carlos.

    2007-  Real Potosí 2×2 Flamengo

    Um empate heroico! Assim podemos definir o resultado obtido pelo Flamengo em sua primeira partida na Libertadores de 2007. O Mais Querido não jogou apenas contra o Real Potosí, e sim contra a altitude boliviana. Os jogadores rubro-negro mal se aguentam em pé. Renato Augusto, Moisés e Paulinho precisaram de balão de oxigênio para aguentarem até o final da partida. Depois de sair pendendo por 2 a 0, o time comandado por Ney Franco buscou o empate na etapa final. Roni e Obina marcaram para o Fla.

    Time: Bruno, Moisés, Thiago Gosling (Juninho Paulista), Ronaldo Angelim, Léo Moura, Paulinho, Claiton, Renato, Renato Augusto, Juan (Roni) e Obina (Souza). Técnico: Ney Franco.

    2008- Coronel Bolognesi 0x0 Flamengo

    Terceiro colocado no Campeonato Brasileiro de 2007, o Rubro-Negro estreou sem gols na Libertadores do ano seguinte. Sob o comando de Joel Santana, o Flamengo empatou em 0 a 0 com o Coronel Bolognesi, no estádio Jorge Basadre, em Tacna, no Peru. Foi o sexto empate do Rubro-Negro em estreias da principal competição do continente.

    Time: Bruno, Léo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim, Juan, Jaílton, Jonatas, Ibson, Toró (Kléberson), Diego Tardelli (Obina) e Souza (Marcinho). Técnico: Joel Santana.

    2010- Flamengo 2×0 Universidad Católica 

    Com uma atuação de gala, Léo Moura comandou a vitória do Flamengo por 2 a 0 sobre a Universidad Católica. O lateral-esquerdo marcou um belo gol de falta na primeira etapa, e no segundo tempo deu a assistência para o gol de Adriano. Esta foi a segunda estreia do Flamengo com vitória. O público presente no Maracanã foi 30.930 torcedores.

    Time: Marcelo Lomba, Léo Moura (Everton Silva), Álvaro, Fabrício, Juan, Toró, Willians, Kléberson, Vinícius Pacheco (Fernando), Vágner Love (Petkovic) e Adriano. Técnico: Andrade.

    2012- Real Potosí 2×1 Flamengo

    Cinco anos após o heroico empate com o Real Potosí, o Flamengo voltou à Bolívia para enfrentar o mesmo adversário. Desta vez, o confronto valia vaga no Grupo 2, que já contava com Lanús (ARG), Emelec (EQU) e Olimpia (PAR). O Rubro-Negro saiu na frente com gol marcado por Luiz Antônio, mas o time de Vanderlei Luxemburgo não conseguiu segurar a vantagem e sofreu a virada. No jogo de volta, no Engenhão, a vitória por 2 a 0 garantiu o Flamengo na fase de grupos da competição.

    Time: Felipe, Léo Moura, Welinton, David, Júnior César, Aírton (Bottinelli), Willians (Camacho), Luiz Antônio, Renato, Ronaldinho e Deivid (Negueba). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

    2014- León 2×1 Flamengo

    A Libertadores de 2014 começou para o Flamengo da mesma forma que viria terminar, com derrota para o León (MEX). O time mexicano saiu na frente com um gol de pênalti. Cáceres empatou para o Flamengo ainda no primeiro tempo, mas Arizala garantiu o triunfo dos donos da casa.

    Time: Felipe, Léo Moura, Wallace, Samir, André Santos, Amaral, Cáceres, Elano (Muralha), Lucas Mugni (Alecsandro), Éverton (Paulinho) e Hernane. Técnico: Jayme de Almeida.