Tem gente que é viciado em vencer, mesmo que seja em jogos lotéricos. Alguns atletas mega milionários continuam apostando, mesmo com contratos astronômicos com seus clubes e patrocinadores.
Com as facilidades modernas, que deixam o apostador jogar via internet e receber os resultados via e-mail, o famoso nem precisa sair de casa – quanto mais pegar fila – pra fazer sua fezinha… Veja a lista abaixo e não acredite no que vai ler.
Matt Kemp – Outfielder do Atlanta Braves, Beisebol.
Ele assinou um contrato de 160 milhões de dólares e até já namorou Rihanna. Mas é comum vê-lo postar em seus perfis nas redes sociais algumas de suas apostas em diversos tipos de loterias. Há uma foto, onde ele está rodeado de bilhetes de loteria. Ao ser questionado sobre o assunto, ele respondeu: “Você sabe o que é melhor que US $ 160 milhões? US $ 640 milhões de dólares!”.
Chris Singleton – Pivô do Panathinaikos Atenas, Basquete.
O jogador, que já defendeu o Washington Wizards da NBA, já gastou cerca de 10 mil dólares em jogos lotéricos em uma ocasião. A vontade de vencer é a única coisa que explica um atleta muito bem pago arriscar uma quantia alta em apostas numéricas (já que apostar em esportes é proibido nos EUA, ainda mais para atletas).
Rob Dyrdek – Skatista Profissional
O atleta também gosta de apostar, mas nenhuma quantia muito exuberante. Sua maior aposta, segundo ele, foi de 700 dólares quando uma loteria norte americana acumulou.
No Brasil, não há relatos oficiais de jogadores de futebol ou outros esportes que tenham este costume. Artistas, no entanto, já afirmaram adorar apostar pela emoção da conquista, vide Luciano Camargo, André Marques (que já venceu premiações menores) e o ator Raoni Carneiro, outro sortudo. É mais comum ver atletas nacionais em mesas de pôquer… Pelo menos, até agora!
Depois de muitas indefinições, Flamengo e Vasco, finalmente, iniciam a disputa pelo título do Campeonato Carioca Sub-20. Nesta quarta-feira (16), às 10h, no Estádio Moça Bonita, em Bangu, as equipes fazem o primeiro jogo da decisão. Por falta de garantias de segurança, as duas partidas da final serão disputadas com os portões fechados. A FLA TV transmitirá os duelos pelo Facebook e YouTube.
Os jogos estavam para agendados para julho, no entanto, devido às confusões ocorridas em São Januário, no jogo entre Vasco e Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro, a decisão foi adiada. Somente na última quinta-feira (10) as partes envolvidas chegaram a um acordo.
Com os jogos em campo neutro, o Flamengo perde a única vantagem disponível na decisão. Por ter feito a melhor campanha na fase classificatória, o Rubro-Negro tinha direito ao mando de campo no jogo de volta. O Mais Querido mandou todos os seus jogos no Estádio José Bastos Padilha, na Gávea, onde os Garotos do Ninho possuem 92% de aproveitamento no Estadual.
No retrospecto recente do confronto, a vantagem é do Vasco. Só neste campeonato os times se enfrentaram quatro vezes, e o Cruzmaltino levou a melhor em três. A única vitória do Flamengo aconteceu em São Januário, na fase classificatória do segundo turno. Apesar de ter conquistado as Taças Guanabara e Rio, o Vasco não leva vantagem para a decisão.
Mudanças na área técnica e no time
Com a demissão de Gilmar Popoca, o técnico Márcio Torres, recentemente campeão com o time juvenil, assume interinamente a equipe sub-20. Após o segundo jogo da final, a direção do clube vai decidir se Márcio permanecerá no comando do time ou se outro treinador assumirá.
Cumprindo suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo, o lateral-esquerdo Michael será desfalque do Mais Querido nesta quarta-feira. Os zagueiros Dener e Rafael – dupla de zaga titular – romperam o ligamento cruzado e também estão fora.
Foto: Carlos Gregório Jr / Vasco da Gama
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Prezada Nação Rubro-Negra, mais uma vez, é hora de termos paciência, assim como tivemos ao esperar que o clube acertasse suas questões administrativas e financeiras, para poder fazer grandes contratações.
O novo técnico Reinaldo Rueda dificilmente irá fazer um milagre repentino no time do Flamengo, apesar do excelente material humano que tem nas mãos. Sabemos que ele é um técnico durão com os atletas. Cobrança não vai faltar.
Pode até ser que isso aconteça, pois sabemos como é o futebol.
Ele chega num momento difícil, no meio de uma bagunça tática e técnica, onde é praticamente impossível a conquista do Brasileirão.
Rueda é considerado um dos melhores técnicos do mundo.
Mas não esperem e nem cobrem do Rueda resultados imediatos.
Nos resta torcer para que o colombiano nos leve pelo menos à uma conquista para salvar este ano: Copa do Brasil ou Sul-Americana. Quem sabe as duas?
Existem algumas questões que o Rueda precisa resolver a curto e médio prazo:
1 – Conseguir com que Éverton Ribeiro e Diego, dois grandes meias, consigam se entrosar melhor. Isso acontecendo, já daremos um passo gigantesco.
2 – Achar uma dupla de volantes que funcione (sem o Márcio Caramujo, é claro). Ele terá que melhorar as performances de Rômulo, Willian Arão e Cuellar, que são bons, mas não andam em uma fase favorável.
3 – Corrigir as sucessivas falhas de nossa defesa.
4 – Fazer com que o time crie mais no ataque e não se restrinja aos cruzamentos. Depois do Atlético/GO, lanterna da competição, o Flamengo é o time que mais cruza na área adversária e só marcou seis gols desta maneira.
5 – Acertar a pontaria do pessoal. Quando o Flamengo consegue criar uma boa jogada, lá vem alguém e perde um gol feito, por displicência, excesso de confiança ou seja lá o que for.
Será que ele vai conseguir fazer tudo isso em pouco tempo?
Duvido muito, mas adoraria que isso acontecesse.
Vamos dar tempo de trabalho a ele, que sabemos ser competente, e não vamos cobrar resultados rápidos.
Na verdade acredito que o Rueda irá aproveitar esses meses finais do ano para preparar uma equipe arrasadora em 2018.
Paschoal Ambrósio Filho é jornalista e autor dos livros 6x Mengão, 100 Anos de Bola, Raça e Paixão, e PentaTri.
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O que chamou a atenção em relação a chegada de Reinaldo Rueda ao Flamengo foi o movimento da torcida. Por mais que qualquer dirigente do clube diga o contrário, quem contratou Reinaldo Rueda foi o torcedor. Cansado das decisões azonzadas dos últimos anos, o rubro-negro resolveu encarar o departamento de futebol do clube, que mostrava-se desorientado mais uma vez. A primeira opção foi Roger Machado. Se este não tivesse negado o convite, Rueda sequer receberia um contato do Flamengo.
Com contrato até o final de 2018, a passagem do colombiano precisa ser agora respaldada não apenas pela diretoria, sejam os primeiros resultados ruins ou até péssimos. A torcida se tornou responsável por aquilo que cativou: Rueda está no Flamengo exclusivamente a seu pedido.
Após a apresentação do treinador na sala Victorino Chermont, no Ninho do Urubu, muitos jornalistas, comentaristas, ex-jogadores e até o técnico do Botafogo, Jair Ventura, coincidentemente adversário de estreia de Rueda, demonstraram desconforto com a chegada do estrangeiro.
A vinda do último campeão da Libertadores, que estava na Europa fazendo cursos, oficinas e debatendo futebol com nomes do quilate de Joachim Löw, Carlo Ancelotti, Peter Bosz, Pepe Guardiola, Marcelo Bielsa, entre outros, em congressos de intertemporada, parece ter ficado em segundo plano para muitos articuladores da imprensa que pedem uma retomada de técnicos estudiosos no Brasil.
Antes mesmo de proferidas estas sentenças de insucesso, recalque e até xenofobia por parte de alguns, lúcidos torcedores começavam o importante processo de conscientização daqueles menos sagazes. Estes torcedores audazes serão fundamentais. Precisarão de grande força mental nos momentos de insatisfação pós-jogo, serão chamados de torcedores de diretoria, serão alvos de impropérios daqueles que dias atrás soltavam rojões com o anúncio.
Reinaldo Rueda tem tudo para dar certo no médio prazo. Entretanto, os desafios mais próximos podem estremecer quem acredita em salvadores que andam pela terra e se denominam treinadores de futebol. Eles até podem ajudar bastante assim que chegam em terras arrasadas, porém, vencer o Botafogo na quarta não deve ser considerada a prova-de-fogo do novo comandante. Muito menos passar para as finais da Copa do Brasil. Ou ser campeão da Sul-Americana.
O que a torcida deve fazer a partir de agora é confiar em si mesma. Ao trazer seu nome preferido para treinar o forte time do Fla, pôs a roda pra girar, com o perdão do trocadilho. Agora deve cumprir seu papel secular: o de torcer nas arquibancadas, carregar o time, transferir sua força vital para aqueles jogadores que nos últimos jogos atuam como se estivessem adoecidos, uns tão entregues que até parecem desenganados.
O mundo não pode acabar se o ano terminar sem título. É necessário que todo rubro-negro tenha em mente que seu apoio incondicional a Reinaldo Rueda será fundamental para evitar as famosas panelinhas de jogadores insatisfeitos com a reserva e/ou implemento de metodologia que exige trabalho, dedicação e disciplina.
Também será importante esse acordão para não deixarmos a imprensa minar o trabalho com suas convicções oportunistas, seus direcionamentos sensacionalistas em torno do circo e da polêmica e, em última análise, para que não digam que estavam certos em suas narrativas canalhas, vaidosas e anti-flamenguistas.
Além disso, o triunfo de Rueda será um pé no saco do corporativismo e da moleza instaurada no círculo de técnicos brasileiros. Jair Ventura não é apenas xenófobo. Quando ele critica a chegada de um estrangeiro há um claro pedido nas entrelinhas: a manutenção dos clubes brasileiros como reféns de um pequeno grupo de técnicos brasileiros que passarão uma geração inteira revezando-se entre eles, pulando de um para outro, após cada fase ruim. Essa ciranda de técnicos no futebol brasileiro prejudica apenas os clubes e seus torcedores, sob o ponto de vista financeiro e esportivo. Se engana quem acredita que os técnicos são vítimas desse sistema viciado. Até a imprensa movimenta sua programação com a ida e vinda dos cavalinhos felizes desse carrossel da bola tupiniquim.
Um Rueda campeão de tudo no Flamengo forçará Jair, Renato, Dorival, Luxa, Levir, Cuca e tantos outros a saírem do comodismo, sob pena perpétua da perda de espaço entre os doze grandes. Separará os homens dos meninos, os sérios dos brincantes, os motivadores dos estrategistas, quem aprendeu de quem apenas estuda.
Neste mundo repleto de clichês, o mais sofrido para a torcida é aquele que diz que o Flamengo perdeu seu DNA vencedor nas últimas três décadas. Se Rueda vai conseguir a cura, ninguém sabe. O nosso dever é confiar até o fim. Sem esquecermos a responsabilidade por aquilo que cativamos.
*O Pequeno Príncipe. Antoine de Saint-Exupéry. Da tradução de Ferreira Gullar; Editora Agir, 2014.
Diogo Almeida é editor-chefe do fla.mundobola.com. Também escreve no coletivo Cultura RN. Siga-o no Twitter: @DidaZico.
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Imagem no post e destacada nas redes sociais: Divulgação / Botafogo
Na próxima quarta-feira, o Flamengo terá o primeiro decisivo duelo contra o Botafogo, em jogo válido pelas semi-finais da Copa do Brasil. Como já é tradicional, Consulados e Embaixadas estarão reunidos em todos os cantos do Brasil e do mundo. Mas uma sede em especial contará com um reforço de peso na torcida pelo Mengão. O humorista Paulinho Serra acompanhará a partida junto do Consulado Flayork, nos Estados Unidos.
Com show marcado em Boston, na próxima sexta-feira, Paulinho optou por acompanhar o clássico carioca no local com a atmosfera mais rubro-negra de Nova Iorque. O Consulado estará reunido em sua sede oficial, no Legends Bar. Todos os rubro-negros locais serão bem-vindos.
Conheça o Flayork
Endereço: Legends Bar, 6 West 33rd Street, New York, NY 10001 Contato: (347) 855-0277 Email: uriahcunha@ibest.com.br
Presidente: Uriah Nogueira. Vice-presidente: Uendel Rosa. Equipe do Consulado: Paulo Victor Freire, André Ziehe, Dj Alex Carioca. Colaborador: Jorge Rodrigues.
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Após ameaçar ir ao STJD contra o Botafogo, devido a demora para divulgar informações sobre a venda de ingressos para os rubro-negros, o Flamengo fez um acordo com a equipe mandante e comprou os ingressos destinados aos seus torcedores. Com o acordo, a medida contra o alvinegro foi suspensa.
Ao todo, 3.800 ingressos estarão à venda para a torcida do Flamengo, com preço único de R$40. Há também 200 gratuidades disponíveis.
Entenda o caso
Na tarde de hoje, o Flamengo encaminhou ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) uma notícia de infração contra o Botafogo. Mandante do primeiro jogo das semi-finais da Copa do Brasil, na próxima quarta-feira, a equipe de General Severiano não havia divulgado informações sobre venda de ingressos para o adversário.
Segundo o Art.20 do Estatuto de Defesa do Torcedor, é direito do torcedor que os ingressos sejam colocados à venda até setenta e duas horas antes do início da partida. O Botafogo iniciou as vendas para os seus torcedores, mas não deu informações referentes aos 10% destinados aos torcedores do Flamengo. A demora, infringe o Estatuto do Torcedor (Lei No 10.671), motivo pelo qual o rubro-negro acionou a justiça.
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Em período de preparação e chegada de jogadores para a próxima temporada, o FlaBasquete revelou seu mais novo reforço, de nacionalidade norte-americana e apenas 24 anos, M.J. Rhett integrará o elenco do Flamengo. O jogador atua na posição de ala-pivô, com boas referências.
Com passagens pelas universidades de Tennessee e Mississipi, começou sua carreira profissional em 2015 no BK Barons, no ano seguinte passou para o Blackwater Elite, Leones de Santo Domingo -onde fez atuações importantes-, Sigal Prishtina, Tadamon e Cholet.
M.J. escreveu em seu Instagram não só expressando sua gratidão pelo clube anterior como também agradecendo a oportunidade de jogar aqui no Brasil, arriscando até uma frase em português. Leia o post traduzido:
“Eu ainda estou jogando com a equipe @leonesbbclub competindo pelo campeonato na República Dominicana. Mas estou ansioso para anunciar meu destino para a temporada regular! Obrigado @Flamengo por esta oportunidade! Estou ansioso para me juntar a uma das principais organizações do mundo! Mal posso esperar para chegar e continuar esse legado que todos vocês têm visto por anos e competir por outro campeonato no Brasil. Vamos Nação do Flamengo!”
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Nada é tão ruim que não possa piorar. O Flamengo do “““treinador””” Jayme não tem nem a posse de bola estéril de antes. Contra o Atlético-MG, o time não criou absolutamente nada e o buraco entre os setores foi do tamanho da incapacidade do Márcio Araújo. Impressiona o baixíssimo nível do futebol praticado pelo melhor elenco que o clube tem desde muito tempo.
LinkedIn
Até quando o milionário elenco flamenguista será comandado por uma comissão técnica tão desqualificada? Com as contas equilibradas e dinheiro para investir, o Flamengo deveria ter os melhores auxiliares, treinadores de goleiros… Não parece ser o caso. O clube tem condições de ter os profissionais mais capacitados do mercado em cada função. Não deveria se contentar com pouco.
Pesado
“Lá no Flamengo você não é avaliado pela parte técnica. É avaliado pelo pessoal. Tem que ser amigo do amigo”. A declaração de Gilmar Popoca, demitido depois de não conseguir repetir no sub20 o trabalho que fez nas categorias mais baixas, deixa muitos com uma pulga atrás da orelha.
Vergonha
É constrangedor olhar para a tabela e ver que o Flamengo foi ultrapassado por Sport e Atlético-PR, clubes com elencos modestíssimos. A mentalidade derrotista, aquela que diz que “perder é normal, ser eliminado é do jogo e vida que segue” parece estar incrustada no clube. Prova disso foi a embaraçosa entrevista do treinador interino, que disse que a briga do Flamengo é pelo G6. Veja bem, não é nem pela vaga direta, é pelo G6!
Profe
O lado positivo da atuação patética de ontem foi escancarar as deficiências perante o novo treinador. Rueda não tem como fazer milagre em poucos dias, mas se o Flamengo aparecer quarta sem certos jogadores em campo já está ótimo.
Quer pagar quanto?
Com o menor ticket médio já praticado na Ilha do Urubu, o Flamengo teve seu primeiro prejuízo no estádio (quase 150 mil). A cada dia fica mais complicado refutar que a demanda seja inelástica. Quem quer voltar para casa de madrugada para assistir Márcio Araújo & Cia nessa situação?
Elefante
Nem vale a pena entrar no mérito de onde há maior ganho técnico. O simples fato de não alimentar o gigante da Odebrecht já seria motivo suficiente para não mandar jogos na arena estadual.
Poxa, mamãe
Flamengo e Chape jogarão nos dias 13 e 20 de setembro às 19h15. Nesses dias, a Globo vai transmitir os jogos entre Botafogo e Grêmio às 21h45. É claro que as quartas da Libertadores são mais importante que as oitavas da Sul-Americana, mas é estranho ver o Flamengo fora do prime time. Em 2017, o rubro-negro teve 32,6 pontos de média em 24 jogos. Já o Botafogo, em 12 partidas, registrou apenas 24,9 de audiência.
José Peralta é craque em cornetagem, mas é maneiro pacas. Toda segunda-feira suas peraltadas estão aqui no Blog CRFlamenguismo.
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Foto destacada nas redes sociais: Divulgação / LinkedIn
A Universíade de Verão, segundo maior evento esportivo do planeta, será realizada entre 18 e 30 de agosto, em Taipei, em Taiwan, e contará com a participação de 300 pessoas compondo a delegação brasileira. O Brasil estará representado nas modalidades Atletismo, Badminton, Esgrima, Ginástica Rítmica, Kung Fu/Wushu, Natação, Judô, Saltos Ornamentais, Taekwondo, Tênis, Tênis de Mesa, Voleibol, Futebol e Levantamento de Peso. O Flamengo/Marinha teve 4 jogadoras convocadas para a equipe de futebol feminino.
A Universíade (ou Jogos Olímpicos Universitários) é dividida nas edições de inverno e de verão, disputadas a cada dois anos. A Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) é a entidade responsável pela convocação dos atletas para o evento.
Para a modalidade de Futebol Feminino, foram convocadas 20 atletas. 4 delas, fazem parte do atual plantel do Flamengo/Marinha. São elas: a goleira Maike, as volantes Diany e Patricia, e a atacante Nathane. O primeiro jogo da equipe na competição será no dia 18, contra a Colômbia.
Números das atletas pelo Flamengo/Marinha:
Diany: 44 jogos – 3 gols – 6 cartões amarelos
Patricia: 26 jogos – 2 gols
Nathane: 3 jogos – 1 cartão amarelo
Maike: 3 jogos – 3 gols sofridos
Mais detalhes sobre o evento: A Universíade é conhecida como os Jogos Olímpicos Universitários, sendo a edição de Verão considerada o segundo maior evento esportivo do mundo. O campeonato é dividido em edições de Inverno e de Verão, disputadas a cada dois anos. A última edição de Verão, realizada em Gwangju, na Coreia do Sul, marcou o recorde de participantes em toda a histó- ria da competição, ao receber 13 mil universitários de 143 países. O evento é organizado pela Federação Internacional do Esporte Universitário (FISU), entidade responsável pelas competições universitárias oficiais ao redor do mundo. Além disso, a Universíade é sempre valorizada por ser uma competi- ção que antecipa muitos dos medalhistas olímpicos. Segundo pesquisa da FISU, 48% dos medalhistas em Olimpíadas já conquistaram medalhas em Universíades. Lista completa das atletas convocadas aqui.
Informações retiradas do site da CBDU
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Nesta manhã, o técnico colombiano Reinaldo Rueda desembarcou no aeroporto do Galeão para assinar com o Flamengo até o final de 2018. Após 36 anos o Fla volta a ter um técnico gringo comandando sua equipe profissional. Rueda é o décimo na história do Clube.
No Brasil, muito se fala que os técnicos de fora não conseguem vingar no país do futebol. Mas no Flamengo a história é um pouco diferente. Veja como foram as passagens dos técnicos gringos pelo Mais Querido:
Modesto Bria
Bria também teve participação importante na chegada de Zico ao Flamengo.
Último técnico estrangeiro do Flamengo, o paraguaio Modesto Bria foi um dos destaques do primeiro tricampeonato carioca do clube (1942/1943/1944), como jogador. Na função de técnico, teve cinco passagens pelo Flamengo, onde comandou a equipe profissional do clube em 84 oportunidades (47 vitórias, 16 empates, 21 derrotas). Sua última passagem pelo Fla foi no mágico ano de 1981, quando comandou o Fla em 17 oportunidades.
Bria também teve participação importante na chegada de Zico ao Flamengo. Em 1967, quando treinava o time juvenil do Fla, foi apresentado a um menino franzino cujo apelido era Zico, levado para a Gávea pelo radialista Celso Garcia. O físico do jovem Arthur Antunes Coimbra deixou o paraguaio com um “pé atrás”. Mas bastou permitir que Zico fizesse um teste no clube para se impressionar com a qualidade do garoto. O final da história todo mundo já sabe.
Fleitas Solich
Segundo técnico que mais comandou o Flamengo
Com quatro passagens pelo Flamengo, o paraguaio Freitas Solitch comandou a equipe profissional em 526 partidas (306 vitórias, 111 empates, 109 derrotas). É o segundo treinador que mais comandou o Flamengo na história, perdendo apenas para Flávio Costa (776 jogos). Sua última passagem pelo Flamengo foi em 1971.
Na Gávea, El Brujo (como era chamado) fez história. Comandou a reformulação do time, fazendo fama pela capacidade de revelar bons jogadores como Dida, Evaristo e Zagallo. Conquistou o segundo tricampeonato estadual do clube. Em 1959, acabou trocando o Flamengo pelo Real Madrid, onde conquistou a Champions League (na época Taça dos Clubes Campeões Europeus). Por lá, ficou até 1960, quando retornou ao Flamengo.
Sua lista de conquistas no Fla é vasta:
Torneio Rio-São Paulo: 1961
Campeonato Carioca: 1953, 1954 e 1955
Taça dos Campeões Estaduais Rio–São Paulo: 1956
Torneio Quadrangular de Curitiba: 1953
Torneio Internacional do Rio de Janeiro: 1954
Torneio Internacional Gilberto Cardoso: 1955
Troféu Embaixador Oswaldo Aranha: 1956
Taça Brasília: 1957
Troféu Ponto Frio: 1957
Troféu AIK Fotboll: 1957
Torneio Octogonal de Verão: 1961
Troféu Pinto Magalhães: 1961
Taça Presidente Médici: 1971
Armando Renganeschi
Argentino Armando Renganeschi
O argentino Armando Renganeschi comandou a equipe do Fla em 129 jogos (56 vitórias, 35 empates, 38 derrotas). No Mais Querido, foi campeão estadual em 1965 e do Torneio Quadrangular de Guaiaquil (EQU) em 1966. O último jogo do hermano comandando o Flamengo foi em uma vitória sobre o Barcelona (1 a 0), no troféu Ibérico, em 1967.
Charles Williams
Primeiro técnico profissional da história do futebol brasileiro, o inglês Charles Williams não teve uma passagem memorável pelo Flamengo. Comandou a equipe de 1930 até 1931, em 45 jogos (16 vitórias, 4 empates, 25 derrotas).
Izidor Krüschner (ou Dori Krueschner)
Com passagens por Bayern de Munique, Eintrancht Frankfurt e outros europeus, o húngaro Dori Kruschner comandou o Flamengo em 71 jogos (vitórias: 39 vitórias, 11 empates, 21 derrotas).
O técnico chegou clube contratado pelo então presidente José Bastos Padilha. A missão de Kruschner não era nada fácil: mudar o futebol brasileiro. Inovou taticamente, em treinamentos e preparação física. Ficou famoso por implantar uma variação do esquema 3-4-3, o WM (três defensores, dois meias de velocidade, dois pontas e um centroavante. No Mais Querido, conquistou a Taça da Paz, em 1937.
Ernesto Santos
O português Ernesto Santos não se destacou como técnico do Flamengo. Em sua passagem, em 1947, comandou a equipe em 48 jogos ( 27 vitórias, 10 empates, 11 derrotas).
Cândido de Oliveira
Português Cândido de Oliveira
Outro técnico português que não fez sucesso no Flamengo foi Cândido de Oliveira, um dos maiores nomes da história do futebol de Portugal. Em 1950, comandou a equipe profissional do Fla em apenas 13 oportunidades (4 vitórias, 2 empates, 7 derrotas).
Juan Carlos Bertoni
Grande nome do futebol uruguaio, Juan Carlos Bertoni teve uma boa passagem pelo Flamengo, onde comandou a equipe em 109 jogos (63 vitórias, 21 empates, 25 derrotas), entre 1925 e 1928.
Ramón Platero
O urugaio Ramón Platero foi o primeiro técnico a comandar sozinho uma equipe do Flamengo. Comandou a equipe em apenas 9 jogos (3 vitórias, 2 empates, 4 derrotas), em 1921.
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