Autor: diogo.almeida1979

  • Dezessete vezes Flamengo! Garotos do Ninho vencem Botafogo e conquistam o Carioca Sub-17

    A vantagem era confortável, apenas um empate seria o suficiente para a confirmação do título estadual. No entanto, os Garotos do Ninho honraram o que diz o hino do clube: “Vencer, vencer, vencer”. Na manhã deste domingo (26), o Flamengo recebeu o Botafogo pelo segundo jogo da decisão do Campeonato Carioca Sub-17. Com gols de Vitor Gabriel e Marx Lenin, o Mais Querido impôs uma derrota ao rival, desta vez por 2 a 0, e sagrou-se bicampeão Carioca Sub-17.

    O  Flamengo é o maior vencedor do estadual juvenil, agora com 17 conquistas. Fluminense vem em seguida com 11, e o Vasco, com sete troféus, completa o pódio. O  Campeonato Carioca, que começou em março, encerrou a temporada da equipe juvenil. Neste ano, os Garotos do Ninho foram finalistas da Taça BH de Futebol, mas acabaram ficando com o vice, e chegaram às semifinais da Copa do Brasil. A equipe sub-17 também teve um bom desempenho na Generation Adidas Cup Sub-17, disputada nos Estados Unidos, ficando com a medalha de prata.

    O jogo

    A vantagem obtida no jogo de ida não acomodou o Flamengo. Os Garotos do Ninho entraram em campo com sangues nos olhos, imprimindo muita velocidade pelo lado direito desde os minutos iniciais. Antes de inaugurar o marcador, o Rubro-Negro já havia chegado através de Braian, cruzando na medida para a área, mas a zaga alvinegra cortou.

    No entanto, aos nove minutos, não teve quem impedisse que a bola chegasse ao seu destino. Após triangulação de Yuri, Marx e Wendel, o lateral-direito Braian fez mais um cruzamento perfeito. Desta vez, ligado no lance, Vitor Gabriel subiu de costas e cabeceou para o gol: 1 a 0 Fla.

    O Botafogo também tinha os seus momentos de perigo. Se Braian era eficiente no apoio, mostrava certa dificuldade na marcação. Pelo lado esquerdo, Rhuan criava as principais jogadas do alvinegro. Mas em ótimo dia, o goleiro Victor Hugo não deixava passar nenhuma.  Em uma nova investida no ataque, no minuto 17, Braian recebeu passe de Yuri César e cruzou rasteiro para Marx Lenin chegar batendo de primeira, ampliando o marcador: 2 a 0 Fla. 

    Com a desvantagem ainda maior, o Botafogo se lançou ao campo de ataque. Aos 25 minutos, Ferrugem exigiu a intervenção do arqueiro rubro-negro, arriscando uma belo chute dentro da área. Na sequência da jogada, a equipe alvinegra teve uma falta a seu favor marcada próxima da área. O centroavante Marcelo Sá cobrou com categoria, no alto, para uma defesa cinematográfica de Victor Hugo.

    Ainda na primeira etapa, o Botafogo ensaiou uma pressão no final após as duas substituições feitas pelo técnico, mas os anfitriões souberam administrar a vantagem, e foram para o intervalo praticamente com as duas mãos na taça.

    Em busca de uma reação improvável, o Botafogo dominou os dez primeiros da etapa complementar, chegando muito perto de diminuir o marcador. Neste período, a defesa rubro-negra, que antes mostrava consistência, cometeu falhas individuais. Entretanto, o ímpeto ofensivo alvinegro não se sustentou por muito tempo. O Flamengo retomou o controle do jogo, e por pouco não ampliou com Vitor Gabriel. Sem mais grandes oportunidades, o Mais Querido apenas administrou o resultado e conquistou o estadual pelo segundo ano seguido.

    “O mérito é todo dos atletas. É um grupo de trabalho sensacional, muito dedicado e com muito talento. Meu papel é apenas saber conduzi-los da melhor forma possível. Tivemos um ano positivo, chegando às finais em todas as competições que disputamos, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Faltava um pequeno detalhe para o título vir, e eu falei para eles durante a semana que dessa vez ele não podia e não iria escapar das nossas mãos. Graças a Deus deu tudo certo, e pudemos coroar essa temporada com o quarto bicampeonato estadual da categoria na história do clube”, disse o treinador Marcio Torres.

    Flamengo: Victor Hugo, Braian (Wesley Souza), Natan, Patrick, Ramon, Henrique, Marx Lenin (Vitor Ricardo), Matheus Alves, Yuri (Yuri de Oliveira), Wendel e Vitor Gabriel (Pablo). Treinador: Marcio Torres.

    Foto: Agência /FERJ. 

  • O ato de desrespeito de um presidente em declínio

    Nesta sexta-feira (24/11) o Flamengo cedeu amigavelmente o seu Centro de Treinamento para que o Sport Recife fizesse sua preparação para o confronto contra o Fluminense, partida que acabou vencendo no sábado.

    O lamentável fato revoltou boa parte da Nação nas redes sociais. Alguns torcedores, entretanto, não entenderam tamanha indignação. Falaram em exagero, explicaram que seria apenas uma situação comum, já que os clubes precisam sair de suas cidades-sede. Uma burocracia irrelevante.

    Antes de começar a falar do clube em questão preciso explicar como é torcer para o Flamengo (e outros clubes do Sul/Sudeste no Nordeste).

    Sou de Alagoas e moro em Maceió. Tive o prazer de ver meu time no estádio em 2011 jogando contra o Murici pela Copa do Brasil. Esta partida poderia ocorrer na cidade de Murici, mas o clube entendeu que em Maceió teria a oportunidade de lucrar com nossa torcida. Como era de se esperar, o estádio estava cheio de rubro-negros e poucos torcedores do Murici. A lógica se inverteu naquele momento e parecia que estávamos jogando em casa. Não lembro como foi o jogo em si, mas pouco importa, pela primeira vez estava no estádio cantando, pulando, vibrando a cada jogada perigosa, a cada gol. Foi um dia incrível. Até minha família veio do interior para assistir.

    Há seis anos, portanto, tive minha única experiência de torcer para o clube do meu coração no estádio.

    Ainda assim, o amo tanto como você que torce no Rio de Janeiro ou outras cidades que costumam recebê-lo pelo menos uma vez no ano. Estou sempre aqui com minha TV e notebook ligados para não perder os jogos e torcer do meu jeito.

    A distância nem incomoda mais, estou acostumado, mas algo muito mais importante incomoda: o ódio.

    Há um tempo cresce um movimento de ódio a nordestinos que torcem para times de fora, seja exclusivamente ou em paralelo com um time local, e isso é muito alimentado por torcidas como a do Sport.

    A questão histórica (da tentativa) do roubo do título brasileiro de 1987 agrava essa situação. O clima entre os torcedores é horrível. Sempre que uma nova notícia envolvendo Flamengo e Sport é publicada, as redes sociais explodem em brigas. Conheço rubro-negros que não andam com o manto por Recife por receio de sofrerem intimidações e até agressões físicas.

    Já escutei muitas vezes que eu era uma vergonha, um alienado pela globo, um arrombado, um otário e outras coisas. Por isso me afasto de fanáticos locais. Alguns tentam argumentar de forma respeitosa e entendo, entro no debate, explico porque este movimento é preconceituoso. O movimento até se espalhou por outros estados, como Santa Catarina.

    É complicado, mas vamos levando.

    Nunca fui um cara de ter sentimentos ruins por rivais. Sequer odeio o Vasco atual, tenho respeito pela instituição, apenas não respeito o presidente Eurico Miranda. Mas não suporto o Sport, clube que tenta roubar nosso título mesmo após assinar documentos reconhecendo que somos campeões. Sempre busca denegrir nossa imagem e cuja torcida agride física ou moralmente a Nação.

    Receber tal clube em nossa casa é uma afronta à Nação. E total falta de respeito com o torcedor nordestino. As relações com este clube deveriam se manter no que for indispensável e que apenas nos favoreça. Negociações de atletas em definitivo, nunca um empréstimo sem receber nada. Não devemos receber aqueles que não nos dão o devido respeito em nossa casa. Mas alguém foi lá e aceitou esse pedido sem noção.

    Como foi noticiado, Ricardo Lomba, VP de Futebol, estava afastado por problemas familiares, então o pedido feito pela equipe pernambucana foi entregue ao Diretor de Futebol, Rodrigo Caetano, que a repassou para o presidente Eduardo Bandeira de Mello. Consultou aquele que deveria ter mais respaldo para decidir uma questão dessa natureza. Surpreendentemente o mandatário aceitou. Bandeira esqueceu ou não pesou todo o passado. É inacreditável que o responsável por aceitar tenha sido um presidente que diz ser torcedor. Penso que é quase que imperdoável para um nordestino tal atitude

    A gestão EBM vem em um declínio vergonhoso e cada vez mais justifica os apelidos dados por parte da torcida. Esse Flamengo atual não tem prazer em vencer, não tem capacidade de manter uma organização em campo, não tem preparo psicológico para jogos com o mínimo de importância e acaba de mostrar que não tem respeito pela sua torcida e por sua história.

    Eduardo Bandeira de Mello carregou os louros do reerguimento financeiro, mas também carregará os estigmas de um clube sem tesão, que não é capaz de vencer e que desrespeita seu maior patrimônio, a Nação.
     


    Thauan Rocha é um Alagoano criado em uma casa rubro-negra. Estudante de Engenharia Química apaixonado por números, em 2009 viu seu primeiro grande título e desde então não perde um jogo.
     

    Imagens usadas no post e nas redes sociais: Reprodução.

     


     


  • Com vantagem do empate, Flamengo recebe Botafogo na decisão do Carioca Sub-17

    Depois de oito meses de disputa, o Campeonato Carioca Sub-17 terá o seu desfecho neste domingo (26). Com os portões da Gávea abertos, Flamengo e Botafogo se enfrentarão às 10h (de Brasília), pelo segundo jogo da decisão estadual. O clássico terá transmissão através do YouTube e do Facebook oficial da Federação de Futebol do Rio de Janeiro (FERJ). O Mundo Bola também acompanhará a partida através das redes sociais.

    No jogo de ida, disputado no último domingo no estádio Nilton Santos, os Garotos do Ninho abriram vantagem. A vitória por 2 a 1, no campo rival, coloca o Flamengo a um empate do título juvenil carioca. Ao Botafogo só resta a vitória. Como não há gol qualificado como critério de desempate, triunfo alvinegro por vantagem mínima levará a decisão para os pênaltis.

    Assim como no profissional, Flamengo e Botafogo vivem uma forte rivalidade na base. Somente nesta temporada, os times duelaram em sete oportunidades pelo estadual sub-17. O Mais Querido leva vantagem, com quatro vitórias, enquanto o Botafogo soma duas. Outros dois encontros terminaram em igualdade. O número de gols marcados nestes confrontos impressionam: foram 19 do Fla, 16 do Alvinegro, que somados chegam a incríveis 35 em sete jogos, média de cinco gols por jogo.

     

    (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

     

    O elevado número de clássicos entre Flamengo e Botafogo explica-se pelo seguinte: as equipes dominaram o campeonato de ponta a ponta. Na Taça Guanabara, após terem feito boas campanhas na fase classificatória, passaram por Fluminense e Vasco da Gama, respectivamente, nas semifinais. Na decisão, o Botafogo levou a melhor na primeira partida, vencendo por 4 a 3, derrubando uma invencibilidade de 19 meses do time da Gávea. No entanto, a resposta veio no jogo da volta. Com o triunfo rubro-negro por 2 a 1, o título decidido acabou decidido nos pênaltis. Resultad0: 9 a 8 Flamengo.

    O roteiro do primeiro turno repetiu-se no segundo. Flamengo e Botafogo decidiram a Taça Rio após terem eliminado Nova Iguaçu e Vasco da Gama nas semifinais. O Alvinegro novamente abriu vantagem na primeira partida da decisão, vencendo por 3 a 2 no estádio Nilton Santos. A conquista do segundo turno daria o título estadual ao Mais Querido sem a necessidade de uma final. No entanto, o empate por 2 a 2 na Gávea garantiu ao time de General Severiano a oportunidade de tentar algo maior em mais dois jogos.

     

    (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)

     

    O Flamengo é o maior vencedor do Campeonato Carioca Sub-17, com 16 conquistas. Fluminense vem em seguida com 11, e o Vasco, com sete troféus, completa o pódio. O último título estadual rubro-negro foi conquistado na temporada passada, quando os Garotos do Ninho fizeram 10 a 1 no Vasco no placar agregado.

    Crédito da imagem destacada: Gilvan de Souza /Flamengo

  • O mantra

    Não existe ressurreição sem uma história épica por trás. O que estamos assistindo é o possível renascimento do gigante rubro-negro no cenário internacional e, portanto, não haveria de ser menos dramático do que se desenha.

    A partida contra o Junior foi mais uma amostra de como esse time atual gosta de nos maltratar. Após uma exibição revigorante contra o ressacado Corinthians, entramos na partida de quinta-feira com uma ligeira sensação que assim, quem sabe, talvez, de leve, estivéssemos engrenando. Nem que fosse ultra-tardiamente para as últimas 6 partidas do ano.

    Ledo engano. Nosso esquadrão voltou a entregar o que vem nos arruinando a saúde durante o ano. Uma ineficiência desesperadora, um temporal de bolas alçadas a área em busca de atacantes que, curiosamente, estão longe de ser especialistas no quesito bola aérea.

    E o quadro piorou. Muito. Diego Alves, a flama que insistia em incendiar essa eterna lenha molhada que são esses caras, caiu avariado logo no começo.

    Suspensão no tempo-espaço.
    Corações pararam de bater.
    Eu apenas me perguntava se aquilo era mesmo vida real ou se estava na Matrix.
    Ver Muralha entrando em campo me afundou no sofá.
    Parecia uma cena do meu pior pesadelo.
    Não deu tempo nem de amaldiçoar a má fortuna.
    54 segundos depois a bola já entrava na nossa meta.

    Não se trata mais de questionar a competência do maluco. Existe uma coisa chamada “sorte de campeão” e essa, amigas e amigos, definitivamente não acompanha esse arqueiro que teme a bola.

    Mas, para nosso alívio, a contenda era no Maracanã. E o Maracanã tem alma que nem uma reforma padrão FIFA e uma administração Odebrecht serão capazes de arruinar.

    Depois de uma primeira etapa desastrosa, onde parecia que tudo em que acreditamos não passara de uma vã ilusão, retornamos para o segundo tempo com cara de Flamengo. Postura de Flamengo. Coragem de Flamengo.

    Um Flamengo bem mais ou menos, é verdade. Um Flamengo anos luz do que deveria ser por sua grandeza genética. Mas, ainda assim, Flamengo. E isso muitas vezes basta.

    Bastou.

    Juan, nosso mestre dos magos. Nossa torcida em campo. Nossa lembrança de como todos que vestem vermelho e preto deveriam ser. Foi ele que testou a bola contra a rede com uma fúria ancestral. O fogo se alastrou pelas arquibancadas de tal forma que os hermanos de Barranquilla se acovardaram. Sabiam que não seriam mais capazes de nos segurar.

    Até que em um momento de mágica Vizeu demonstrou o que um centro-avante deve fazer ao fuzilar a meta em um golaço daqueles que ficam na memória das grandes conquistas.

    O magro resultado nos deixou com uma pequena vantagem. O que para nós é imenso já que sabemos muito bem que não sabemos administrar grandes vantagens.

    Temos o empate a nosso favor e nada além disso. Magnífico.

    Na partida de volta, eles terão que se arriscar. E pra jogar, tem que deixar jogar. Portanto, venham com tudo, Junior. E deixa os garotos brincar.

    Minha confiança só não é maior do que meu receio.

    Sei que muitos acreditam em Destino. Que veem na sádica brincadeira do imponderável de nos privar do talento do maior goleiro do Brasil hoje uma oportunidade para Muralha se redimir. “Os humilhados serão exaltados”. Acho bonita essa fé. Mas a minha foi por terra na final da Copa do Brasil. Para piorar, a insegurança que o Alex demonstrou no pouquíssimo que foi exigido na partida de quinta-feira deixa claro e cristalino que não podemos mais arriscar.

    Tenho apenas um mantra que repetirei até o fim do ano: somos César + 10.

    Torço para que Rueda comungue da mesma Igreja.

    César deu demonstrações nas categorias de base de ter enorme talento. Nas poucas vezes que teve oportunidade no nosso esquadrão profissional também não decepcionou. César sabe pegar pênalti. Ou ao menos tentar. Por ora, é o que temos e em quem devemos apostar.

    Dito isso, vamos em frente. Temos uma taça para conquistar.

     


    Pedro Henrique Neschling nasceu no Rio de Janeiro, em 1982, já com uma camisa do Flamengo pendurada na porta do quarto na maternidade. Desde que estreou profissionalmente em 2001, alterna-se com sucesso nas funções de ator, diretor, roteirista e dramaturgo em peças, filmes, novelas e seriados. É autor do romance “Gigantes” (Editora Paralela/Companhia das Letras – 2015). Siga-o no Twitter: @pedroneschling
     

    Imagens destacadas no post e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

  • Diego Alves passará por cirurgia e Conmebol libera inscrição de César

    O Flamengo não terá mais Diego Alves na temporada 2017. O arqueiro sofreu uma grave lesão na clavícula no jogo em que o Rubro-Negro conseguiu uma ótima vitória sobre o Junior Barranquilla pela semifinal da Copa Sul-Americana, na última quinta-feira (23).

    Nesta sexta (24), o chefe do departamento médico do clube, doutor Márcio Tannure, confirmou em coletiva realizada no Ninho do Urubu, que o jogador passará por uma cirurgia. A operação acontecerá nesse sábado (25). O retorno do goleiro é esperado em no mínimo oito semanas.

    “Diego Alves sofreu um trauma no jogo e realizou os exames em seguida, que confirmaram nossas suspeitas de fratura no ombro direito. É uma lesão cujo tratamento é cirúrgico. Ele será operado amanhã no hospital Samaritano, na Barra da Tijuca (…) O tempo de retorno esperado é de oito semanas, então temos a expectativa é de que no ano que vem ele esteja apto a retomar as atividades normalmente”, comentou Tannure.

    O regulamento da Copa Sul-Americana, em seu artigo 10.8,  permite substituição de goleiros, em qualquer fase da competição, desde que a lesão seja comprovada. Com isso, César, que havia saído da lista de inscritos justamente para a entrada de Diego Alves, retorna. Gabriel Batista, de 19 anos, também era opção. No entanto, após consulta à Conmebol, o Flamengo obteve resposta positiva e  poderá inscrever César novamente. Thiago, que se recuperava de lesão no punho esquerdo, treinou com a equipe nesta sexta. Sendo assim, Alex Muralha, Thiago e César são as opções para o gol do Mais Querido até o final da temporada. 

    O Flamengo enfrenta o Junior Barranquilla pelo jogo da volta na próxima quinta (30), no Estádio Metropolitano Roberto Meléndez, na Colômbia, às 22h15 (de Brasília). Antes, o Mais Querido encara o Santos, no domingo (26), na Ilha do Urubu, pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. Uma vitória neste jogo pode significar, no mínimo, a classificação para a pré-Libertadores 2018.

    Reveja o momento  da lesão

    Aos 19 minutos, tentando afastar um cruzamento feito na área, Diego Alves se chocou com Yony González, e acabou deixando o campo com muitas dores. A fratura na clavícula foi atestada pelo departamento médico do clube logo após a partida.

    Foto: Gilvan de Souza/ Flamengo 

  • Rueda: “São jogos intensos e difíceis que mostram personalidade a personalidade que a equipe tem”

    Após a vitória de virada sob o Junior Barranquilla, na noite da quinta-feira (23), no Maracanã, com dois gols nos últimos 15 minutos da segunda etapa, o Flamengo leva uma pequena vantagem para a Colômbia, onde será decidida a vaga da final da Copa Sul-Americana.

    Na coletiva pós jogo, Rueda lamentou a lesão do arqueiro Diego Alves, figura importantíssima nos últimos jogos do Flamengo, e exaltou a hombridade do time em buscar o placar favorável.

    “Vitória importantíssima contra um rival muito difícil. Mostramos caráter, hombridade. Perdemos um jogador importante como o Diego Alves. A reação foi muito boa. São jogos assim, intensos e difíceis que mostram personalidade e a união que a equipe tem.”

    Mesmo com a vantagem do empate, Rueda pregou atenção para administrar o resultado.

    “Agora, temos que pensar no Santos. O jogo de volta vai ser difícil, eles têm jogadores bons, experientes. Temos que fazer um jogo inteligente, não pensar tanto no empate. Temos vantagem e temos que ser inteligentes para administrar”, completou. “Vamos buscar um time mais agressivo na quinta-feira em Barranquilla, tanto na circulação de bola quanto na recuperação. Temos que melhorar a finalização. Mas já melhoramos bastante. Domingo anterior fizemos três gols, hoje mais dois gols.”

    Ymmi Chará, o melhor jogador do Junior Barranquilla, deu um certo trabalho para Trauco, seu marcador. Rápido e agudo, o atacante foi especulado no Flamengo por um jornal Colombiano. Sobre essa possibilidade, Rueda desconversou.

    “Chará é um jogador excepcional, que desequilibra, e de tem grande personalidade. Jogou comigo no Atlético Nacional. Creio que por enquanto não há esta situação (de vir para o Flamengo). Não sei a parte administrativa sabe, mas não falamos disso. O Junior fez esforço para contratá-lo. Por ora pensamos no Brasileiro e Sul-Americana.”

    Aos 18 minutos do primeiro tempo, em choque com González, jogador do Júnior, o goleiro Diego Alves sofreu lesão na clavícula, passará por cirurgia na manhã deste sábado (25). O arqueiro desfalcará o Flamengo pelo restante da temporada e seu tempo de recuperação é estimado em oito semanas. Vivendo o drama de estar sem seu goleiro titular em jogos decisivos, Rueda foi enfático, pediu apoio a Muralha, reserva imediato, e afirmou o esforço do goleiro.

    “Creio que hoje, mais do que nunca, precisamos do apoio da torcida. Estamos juntos, temos todos jogadores com bom comportamento, com grande esforço. A todos, temos que apoiar. Alex está trabalhando muito bem. Deus lhe deu oportunidade. Os torcedores têm que apoiar o Fla até a morte. São rubro-negros desde que nasceram. Têm que apoiar.”

     

  • Flamengo 2, Junior Barranquilla 1, Glenlivet 18

    A semifinal contra o Junior Barranquilla trazia consigo a esperança de não encerrar o ano de forma melancólica. A resposta mediana do torcedor, fazendo com que um setor inteiro do Maracanã fosse fechado, denunciava que essa não era uma esperança de muitos. Há um indisfarçável gosto amargo de fim de festa, de um ano que a torcida cobrou como poucas vezes uma ação mais enérgica do futebol.

    A decisão catastrófica seguida de entrevista idem de Bandeira de Melo após a eliminação da Libertadores no estádio do San Lorenzo condenou o ano a este punhado de quases, a uma sequência de omissões que tirou o Flamengo da disputa de um dos campeonatos brasileiros mais fáceis da história. Insistiu-se demasiadamente com Zé Ricardo, que insistiu demasiadamente com Vaz, Márcio Araújo, Muralha. Um ano não vivido pelo Flamengo, assim será lembrado 2017. Daí a esperança de que esta Sul-Americana possa ser algum veneno antimonotonia.

    As reportagens foram buscar o último confronto com os colombianos no distante 1984, nossa primeira Libertadores sem Zico. Uma boa vitória fora de casa, um jogo sonolento no Maracanã, com hat trick de Edmar em partida apenas para cumprir tabela – à época, crianças, cumpria-se tabela em Libertadores com o Flamengo classificado antecipadamente.

    O gosto amargo de fim de festa aumentou no Maracanã quando Diego Alves saiu com fratura na clavícula e em seu lugar entrou Muralha. Que personagem sofrido este Alex Roberto. Em pouco tempo viu a torcida se desesperar com a sua entrada, viu a torcida gritar seu nome em tentativa de apoio, viu sua meta ser vazada no primeiro ataque. Talvez fosse preciso algo mais forte que um veneno antimonotonia. Deixei a cerveja de lado e servi-me de uísque. Duplo. Sem gelo.

    O Flamengo passou a atacar como pôde. A torcida pediu raça no intervalo, e não me pareceu que foi isso o que faltou, embora a percepção de quem está no estádio possa ser mais aguçada neste quesito do que aquele que está em casa, rumo a sua segunda dose de uísque. A mim parecia que faltava capacidade de jogar com a bola no chão, de triangular, de ser menos previsível. Então lembrei de outro 23 de novembro, o de 1981, aquela noite vivida em Montevidéu. Mais uma dose de Glenlivet como se fosse água e um suspiro de saudade.

    A entrada de Vinicius Júnior deu ao time um ânimo de pelada. Me pareceu que vivíamos a iminência do empate, que estávamos mais velozes, que o adversário não ameaçava mais. Mas também cogitei que talvez fosse o uísque. Seja como for, Juan voou na área para marcar o empate, e fazer justiça a ele talvez seja o melhor dos motivos para ganhar este torneio. Aí não havia a menor dúvida da virada, sabiam disso todos que estavam no Maracanã embalados pelo canto da torcida, sabia eu embalado pelo Glenlivet 18 anos. Quando este uísque foi para o barril a gente já comemorava gols do Juan, pensei.

    Então veio a virada, o golaço do Vizeu, que me trouxe uma lembrança mais obscura, o gol do Maestro Junior contra o Estudiantes em 1991 no Mané Garrincha, na finada Supercopa Libertadores. Ajeitada de cabeça e pá, voleio no ângulo esquerdo. Por um breve instante pudemos deixar de lado a melancolia de 2017, e decidi que era hora de dormir sem questionar se estava feliz com a vitória, com as lembranças de um velho Flamengo ou com os 18 anos que fizeram muito bem ao single malt que me ajudou a virar o jogo.

    Flamengo 2, Junior Barranquilla 1, Glenlivet 18. Guardei meia garrafa para a partida de volta.

     


    Mauricio Neves é autor do livro “1981 – O primeiro ano do resto de nossas vidas” e escreve no Mundo Bola todas as sextas-feiras. Siga-o no Twitter: @flapravaler

     

    Imagem usada no post e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

  • Flamengo 2 x 1 Junior Barranquilla: a tábua de salvação não está perdida

    A temporada Rubro-Negra, que já é decepcionante, esteve por um fio nesta noite. Uma das equipes que mais investiu no futebol brasileiro e que colecionou fracassos atrás de fracassos precisa desesperadamente vencer a Copa Sul-Americana. Não só para garantir uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores do ano que vem. E sim porque seria uma conquista relevante em meio a tantas decepções.

    No campo, mais uma vez o time esteve mal. Faltou velocidade ao recuperar as inúmeras bolas perdidas pela fraca zaga do Júnior. Sem conseguir acelerar e com seus principais articuladores numa jornada de pouca inspiração, os donos da casa quase não assustaram o bom goleiro Vieira. A rigor, foram apenas duas boas chances. Uma com Mancuello, que finalizou na rede pelo lado de fora. E outra com Vizeu, que livre testou raspando. Esta última oportunidade mostrou o mapa da mina.

    Pior, com claros problemas nas duas laterais (Pará vem mal. Trauco não é bom marcador. Os dois zagueiros são lentos para saírem na cobertura e os volantes não foram bem no jogo) a equipe colombiana se aproveitou dos espaços. Parecia que até a sorte jogava contra. Afinal, Diego Alves se lesionou e teve que ser substituído pelo contestado Muralha aos 19 minutos.

    Cento e vinte segundos depois, com o arqueiro ainda frio, Gonzalez aproveitou o espaço deixado por Pará e bateu cruzado para Téo Gutierrez completar para as redes. Aos 33, foi a vez de Chará entrar nas costas de Trauco e levar perigo a meta do Mengo.

    Ambos voltaram do intervalo com os mesmos onze que terminaram o primeiro tempo. Levou só oito minutos para que Reinaldo Rueda tirasse Mancuello e colocasse Vinícius Júnior. Os cariocas pressionavam, jogavam no campo de ataque. Contudo, efetivamente criavam pouco. Aos 21, Trauco cobrou escanteio. Réver cabeceou e Vieira fez milagre. O caminho era pelo alto.

    Aos 33, jogada igual. Trauco bateu córner. Juan aproveitou falha da zaga colombiana e deixou tudo igual. Foi a senha para o Maracanã explodir. O torcedor que até então vaiava gritou do fundo de sua alma. Em campo, a equipe tentou corresponder. O time se expôs. Permitiu duas grandes chances a Diaz em dois ótimos passes de Chará, a esta altura jogando mais recuado, em sua verdadeira posição. Mas só sabia levantar bolas na área. Foi o que bastou. Na base do abafa, do vamos que vamos, Trauco cruzou da intermediária. Arão ajeitou e Vizeu bateu de primeira, marcando um golaço. Um gol com a cara e o DNA do Flamengo.

    A vitória foi importantíssima. A vantagem de jogar fora de casa pelo empate mais ainda. O Rubro-Negro tem mais time do que o Júnior. Pode novamente explorar as bolas altas. Terá espaço para jogar, já que os colombianos terão que sair para o jogo. É favorito para chegar a final (apesar do confronto estar aberto e ser, obviamente, complicado). E para levantar um caneco que pode e deve ser a tábua de salvação de uma temporada decepcionante.

    Veja a análise de Gustavo Roman em vídeo:

     


    Gustavo Roman é jornalista, historiador e escritor. Autor dos livros “No campo e na moral – Flamengo campeão brasileiro de 1987”, “Sarriá 82 – O que faltou ao futebol-arte?” e “150 Curiosidades das Copas do Mundo”. Também escreve para o Blog do Mauro Beting.
     

    Imagem destacada no post e redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

  • Na raça! Flamengo vira sobre Junior Barranquila e abre vantagem na semifinal da Sul-Americana

    Na noite desta quinta-feira (23), o Flamengo venceu o Junior Barranquilla de virada, por 2 a 1, e largou em vantagem na disputa por uma vaga na final da Copa Sul-Americana. O experiente  Juan e o jovem Felipe Vizeu balançaram as redes pelo Rubro-Negro, enquanto Téo Gutiérrez descontou para o time colombiano, perante 41.804 espectadores no Maracanã. 

    Com o resultado positivo, o Flamengo está a um empate de voltar à decisão de um torneio internacional após 16 anos. Se vencer, obviamente, o Rubro-Negro também fica com a vaga. Como o gol fora de casa é critério de desempate, o Junior Barranquilla pode avançar caso vença pelo placar mínimo.

    O jogo da volta será disputado na próxima quinta (30), no Estádio Metropolitano Roberto Meléndez, em Barranquilla, às 22h30 (de Brasília). Antes, porém, o Flamengo encara o Santos, no domingo (26), na Ilha do Urubu, pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. Uma vitória neste jogo pode significar, no mínimo, a classificação para a pré-Libertadores 2018. Por sua vez, o time colombiano terá a semana cheia para se preparar para o segundo e decisivo duelo.

    O jogo

    O Flamengo iniciou a partida com duas mudanças em relação ao time que derrotou o Corinthians no último domingo. Recuperado de lesão, Réver retomou a posição de titular e capitão do time, fazendo Rhodolfo voltar ao banco de reservas. Já Everton Ribeiro, que iniciou o jogo anterior entre os suplentes, assumiu a vaga de Geuvânio.

    Impulsionado pela torcida, o Mais Querido teve a iniciativa do jogo, buscando as ações ofensivas já nos primeiros instantes. A marcação alta do Rubro-Negro o permitiu trocar passes no meio-campo, explorando a posse de bola nos minutos iniciais. Aos 11 minutos, Mancuello recebeu passe de Trauco pelo lado esquerdo, avançou com a bola e chutou forte para o gol. A bola tocou na rede pelo lado de fora, arrancando o grito de gol de alguns torcedores no estádio.

    O panorama da partida começaria a mudar no minuto 14, quando o goleiro Diego Alves e Téo Gutierrez trocaram empurrões na área rubro-negra. Ambos foram chamados pelo árbitro venezuelano José Argote, que apenas os advertiu verbalmente. Na sequência, em um novo cruzamento na área, Diego Alves se chocou com Yony González, e acabou deixando o campo com suspeita de fratura na clavícula, sendo substituído por Alex Muralha.

    A equipe colombiana aproveitou o momento de instabilidade do Flamengo para ameaçar. E logo no primeiro lance após a troca de goleiro, o Junior Barranquilla inaugurou o placar no Maracanã. Aos 20 minutos, German Gutiérrez conseguiu boa passagem pelo setor esquerdo, fez cruzamento para a área, a bola passou por baixo de Muralha e sobrou para Téo Gutiérrez, no meio da área, estufar a rede.

    Sem desanimar, o Flamengo tentou a reação logo na sequência, com chute de Mancuello de muito longe. O Mais Querido ainda teve uma ótima chance para empatar com Felipe Vizeu. No entanto, o atacante rubro-negro, livre de marcação, cabeceou para fora a bola levantada por Everton Ribeiro. Mas a rigor, estas foram as últimas chances de perigo do time rubro-negro na primeira etapa. Demonstrando uma enorme dificuldade na criação, a equipe de Reinaldo Rueda manteve a posse de bola, entretanto, pouco ameaçou a meta defendida por Viera.

    O Flamengo retornou do intervalo sem mudanças na equipe, mas com uma postura mais agressiva. No primeiro minuto, Pará cruzou para a área, e Diego subiu livre para cabecear muito perto do gol colombiano. A resposta do Junior Barranquilla veio no lance seguinte, com uma bela tabela entre Chará e Murillo. Todavia, González  não aproveitou o prosseguimento da jogada e perdeu uma boa chance para ampliar.

    Diferente do habitual, Reinaldo Rueda não tardou para mexer na equipe. Percebendo a dificuldade do time em furar o bloqueio colombiano, o técnico chamou Vinicius Junior para o lugar de Mancuello, dando, assim, mais velocidade ao time. Mas o Flamengo jogava diante de um adversário muito consciente de sua missão. O Junior Barranquilla não se intimidou com o clima de pressão criado pela torcida rubro-negra. Pelo contrário. No minuto 17, após passe errado de Diego, Díaz recebeu de Teo Guitiérrez, avançou com a bola, mas acabou desarmado por Réver dentro da área.

    Se pelo chão o Rubro-Negro não conseguia levar perigo, as jogadas de bola aérea foram buscadas como solução. Só o zagueiro Réver apareceu em duas oportunidades para tocar a bola pelo alto. Aos 30 minutos, em um novo cruzamento de Trauco, Juan apareceu como um foguete para cabecear a bola pro fundo da rede, no canto de Viera.

    Nos minutos seguintes, Díaz teve duas ótimas chances para novamente assumir a vantagem no marcador, mas não aproveitou. Diferente do colombiano, Vizeu não deixou sua oportunidade passar. Em um novo cruzamento de Trauco, Arão tocou para trás, e o jovem atacante flamenguista que é canhoto, acertou um belo chute com a perna direita, virando o placar no Mário Filho. Mais tranquilo, o Flamengo administrou a vantagem e conquistou a segunda vitória de virada no ano.

     

    Ficha Técnica

    Semifinal da Copa Sul-Americana – Jogo de ida
    Flamengo 2 x 1 Junior Barranquilla (COL)
    Local: Maracanã – RJ
    Data: 23 de novembro de 2017

    Flamengo: Diego Alves (Alex Muralha); Pará, Réver, Juan e Renê; Cuéllar, Willian Arão e Diego; Éverton Ribeiro (Lucas Paquetá), Mancuello (Vinicius Junior) e Felipe Vizeu. Técnico: Reinaldo Rueda.

    Junior Barranquilla: Viera; Murillo, Junior Arias, Rafael Pérez e Germán Gutiérrez; Leonardo Pico, Cantillo, Matías Mier (Lucas Díaz) e Yony González; Yimmi Chará e Teo Gutiérrez (James Sánchez). Técnico: Julio Comesaña.

    Gols: 0-1, Teo Guitiérrez, Min. 20 || 1-1, Juan, Min. 30/2T || 2-1, Felipe Vizeu, Min. 37/2T.
    Arbitragem: José Argote, auxiliado por Luis Murillo e Carlos Lopez; trio venezuelano.
    Cartões amarelos: David Murillo (JUN); Everton Ribeiro (FLA).

    Público/Renda: 41.804 (33.854) ||2.049.552,50.

    Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo

  • Flamengo conhece sede e adversários da Copinha 2018

    A Federação Paulista de Futebol (FPF) divulgou, nesta quarta-feira (22), as chaves da próxima edição da tradicional Copa São Paulo de Futebol Júnior. O torneio contará com a participação de 128 clubes – número recorde -, divididos em 32 chaves. Campeão em 1990, 2011 e 2016, o Flamengo está no Grupo 21, com sede em Barueri, ao lado do anfitrião Oeste (SP), Aimoré (RS) e Ji-Paraná (RO).

    Principal competição de base do país, a Copinha 2018 tem início previsto para o dia 2 de janeiro e encerramento para o dia 25 do mesmo mês, quando é comemorado o aniversário da cidade de São Paulo. O regulamento da competição será divulgado oportunamente.

    Nesta temporada, os Garotos do Ninho encantaram com o futebol apresentado na competição, principalmente com Vinicius Junior. No entanto, a derrota de virada nas quartas de final para o Corinthians, time que viria a conquistar o torneio, acabou com o sonho do tetra em 2017.

    Antes de estrear na Copinha, porém, o time sub-20 do Flamengo encara o último desafio da temporada: Copa Internacional Ipiranga. Organizado pela Federação Gaúcha de Futebol (FGF), o torneio será disputado entre os dias 2 e 17 de dezembro. Os Garotos do Ninho estão na Chave D, acompanhados de Cruzeiro (MG), Juventude (RS) e Huracán (ARG). Esta competição é utilizada como preparatório para a Copinha.

    Foto: Divulgação/Site Prefeitura de Barueri