Autor: diogo.almeida1979

  • Podcast Conexão Mundo Bola #1 | Nota a nota: o elenco do Flamengo passado a limpo

    Neste episódio, Diogo Almeida, Fabiano Tatu e Téo Benjamin passam a limpo as características de cada jogador

     

    A ideia é traçar o panorama de um item fundamental no planejamento estratégico de qualquer grande clube de futebol da atualidade: a montagem de elenco. Sempre conferindo nota a cada jogador, tendo como parâmetro a realidade do futebol brasileiro e do próprio Flamengo.

    Peça por peça, os três analisam de forma aprofundada, porém leve e divertida, os prós e contras, quem terá mais dificuldades e as habilidades que podem vir a serem mais importantes ao longo do ano. Assim como quem vai mais pode ajudar e quem vai acabar atrapalhando a efetivação de um bom desempenho do Mengão nesta temporada.

    Junte-se a nós, faça parte desta rede de conhecimento sobre o futebol do Mengão e mande seu e-mail para conexaoMundo Bola@fla.mundobola.com.

    Edição: Téo Benjamin e Vinicius Norske

    Siga nossos participantes:

    Diogo Almeida: @DidaZico
    Fabiano Tatu: @fabianotatu
    Téo Benjamin: @teofb

    O programa Conexão Mundo Bola é quinzenal e aborda temas transversais para além das notícias da semana. Queremos falar de bola e campo, do que acontece dentro das quatro linhas, como o Flamengo joga, como poderia jogar e como essas ideias interagem com o cenário do futebol brasileiro e mundial. Queremos explorar cada detalhe do futebol rubro-negro com a seriedade que é marca do Mundo Bola. Nosso compromisso é com uma análise crítica, mas sempre bem-humorada. Este é o nosso podcast atemporal, que pode ser baixado em qualquer época.

    Ouça também: Podcast Conexão Mundo Bola #0 | Futebol Aleatório, Rueda, e o Fla de Carpegiani
     


     


  • No aniversário do Zico, Embaixada Fla-Campos inaugura campo com nome do ídolo

    Na mesma data em que o maior ídolo da história do Flamengo completa 65 anos (3 de março), a Fla-Campos presta uma justa homenagem ao Galinho de Quintino. O novo espaço na sede da Embaixada, um campo de areia, receberá o nome do Zico. A inauguração acontece neste sábado, em Campos dos Goytacazes/RJ, e contará com a presença do vice-presidente geral do Flamengo, Maurício Gomes de Mattos e do coordenador do Projeto das Embaixadas, Eduardo Barboza.

    Durante o evento, será realizado um torneio de futevôlei, com a participação de duplas de municípios vizinhos e outros estados. Aos interessados em acompanhar a competição, a entrada será gratuita.

    A Fla-Campos

    Fazendo a diferença e com foco no fortalecimento do Mais Querido, a Fla-Campos é a sede do projeto com maior número de sócios-torcedores (335). Mesmo assim, o grupo não dá espaço para o comodismo e segue desenvolvendo ações criativas para captar novos integrantes. A Arena Zico faz parte deste projeto de expansão.

    — Vamos ter escolinhas de futebol, futevôlei, vôlei de praia, aula funcional e artes marciais, com desconto para nossos associados. Além disso, queremos fazer projetos sociais para aqueles que não possuem condições financeiras. Mas para isto precisamos buscar parceiros — afirma Thiago Corrêa, embaixador.

    Ponto de encontro dos torcedores, a sede chega a receber mais de 500 rubro-negros em determinados jogos. Por isso, o foco está voltado para o investimento na comodidade dos associados.

    — É um diferencial da Fla-Campos (a sede). O objetivo é fazer com que seja uma referência na cidade, e já começamos a ver isto acontecer –, finaliza.

    Outro projeto que está em pleno vapor é a criação de uma rede de descontos para os membros do grupo, buscando comerciantes que tenham interesse numa parceria. Assim, os sócios-torcedores vinculados ao Fla-Campos ganham descontos na compra de produtos e serviços em empresas da cidade, e não apenas naquelas que o Flamengo disponibiliza no Nação Rubro-Negra (veja as empresas que já fecharam parceria com o Fla-Campos).

    Contato

    Para associar-se ao grupo, a única exigência é que o rubro-negro seja membro do Nação Rubro-Negra, com plano ativo. Os interessados podem entrar em contato pelo FacebookTwitter ou Instagram. Outra opção é o site oficial, que ainda está sendo otimizado.

    Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 570 – Parque do Rosário, Campos dos Goytacazes – RJ, 28026-100

    Telefone:  (22) 99918-2580


     

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  • Há 50 anos, goleada e festa no Maracanã para um ídolo que voltava

    O bom filho à casa tornou.

    Silva, a bem da verdade, não era cria da Gávea. Era um dos casos menos comuns, de jogadores que se fizeram ídolos do Flamengo quando já contavam com passagens por outros grandes clubes em sua carreira. Mas naqueles meados de anos 60, mesmo em duas passagens relativamente curtas, construiu uma identificação com o clube e com a Nação como poucos – e que manteve, mesmo depois de passar por rivais. Há 50 anos, em 3 de março de 1968, o Maracanã viveu um dia mágico, inesquecível para os rubro-negros presentes: em amistoso, o “Batuta” reestreava em vermelho e preto comandando uma goleada impiedosa sobre um Cruzeiro repleto de craques.

    No blog: Os seis duelos contra o River no Rio

    Paulistano de nascimento e revelado pelo São Paulo (onde foi aluno aplicado do velho mestre rubro-negro Zizinho), Silva rodou pelo interior paulista antes de aportar no Corinthians, onde jogaria entre 1962 e o começo de 1965. No Parque São Jorge, fez ótimas temporadas. Mas o dono da bola naquele tempo era o Santos de Pelé. Após desentendimentos com o técnico Osvaldo Brandão, Silva decidiu tentar a sorte no futebol carioca. Foi sondado pelo Fluminense e esteve bem perto do Botafogo, mas acabou mesmo no Flamengo, clube que tentava encontrar um novo camisa 10 após as saídas de Dida e Gerson, no fim de 1963, e o fracasso de Berico, promessa trazida do Guarani que chegou com cartaz de “novo Pelé”.

    Silva era um ponta de lança completo. Além da elegância de seu jogo, simbolizado pela clássica matada no peito, atuava com rara inteligência tanto no meio dos zagueiros quanto fora da área, tinha chute forte (era exímio cobrador de faltas) e um cabeceio preciso. Fazia muitos gols e criava outros tantos. Nas duas primeiras temporadas em que defendeu o Fla, vestindo a 10, fez-se ídolo. Na primeira delas conquistou o Carioca, que deu ao Flamengo o pomposo título de “campeão do IV Centenário da cidade do Rio de Janeiro”. Na segunda, esteve perto do bi, além de ter disputado a Copa de 1966 como jogador do clube.

    No fim daquele ano, entretanto, o maior temor da torcida se confirmou: na impossibilidade de comprá-lo em definitivo ao Corinthians (ainda dono de seu passe), o Flamengo viu seu camisa 10 ser negociado com o Barcelona, onde acabou jogando apenas amistosos, em virtude do limite de estrangeiros e do fim do prazo de inscrições. Voltou ao Brasil em meados de 1967, emprestado ao Santos, para atuar ao lado de Pelé, levantando o título paulista. Na virada do ano, ainda emprestado, o Barcelona cogitou vendê-lo. O Bangu de Castor de Andrade apareceu como interessado. Mas a coisa mudou de figura quando o Flamengo surgiu novamente em seu horizonte.

    No fim de fevereiro de 1968, numa negociação até hoje nebulosa, o presidente rubro-negro Veiga Brito anunciava o retorno de Silva por empréstimo. Junto com o zagueiro Manicera, da seleção uruguaia, trazido do Nacional de Montevidéu, era, de longe, o reforço de maior peso para um Flamengo em época de vacas bem magras, vivendo a famosa política financeira de “pés no chão” promovida pelo então mandatário. O elenco ainda contava com jogadores que marcaram aquela década no clube, como os laterais Murilo e Paulo Henrique e os meias Carlinhos e Nelsinho. Mas o restante era formado por uma nova safra promovida da base, somada a apostas pescadas em times pequenos.

    Do primeiro grupo, destacavam-se os goleiros Marco Aurélio (que logo ganharia o apelido de “Voador”, pelo arrojo nas defesas) e Ubirajara, o ponta-direita Luís Carlos (que mais tarde sairia para o Vasco), o centroavante César (que voltava de uma ótima temporada emprestado ao Palmeiras) e ponta-esquerda Arílson. Do segundo, os reforços “bons e baratos” incluíam o zagueiro Guilherme (Campo Grande), o também zagueiro Onça e o ponteiro Néviton (ambos do futebol baiano), o “curinga” Rodrigues Neto (trazido do Vitória capixaba) e os meias Liminha e Cardosinho (oriundos do interior paulista).

    Todos esses atuariam no que seria o jogo da reestreia de Silva pelo Flamengo: um amistoso que valeria como entrega das faixas ao Cruzeiro tricampeão mineiro. Vencedor da Taça Brasil dois anos antes, o time azul contava com uma equipe histórica, das mais fortes do país. O time que entrou em campo no Maracanã naquele 3 de março tinha Raul no gol (mais tarde ídolo e campeão pelo Fla), Pedro Paulo, Vicente, Procópio e Neco na defesa, Zé Carlos e Dirceu Lopes no meio-campo e Natal, Evaldo, Tostão e Hilton no ataque.

    O Fla, na época era comandado pelo veterano Aimoré Moreira, que levou o Brasil ao bicampeonato mundial no Chile em 1962. Aimoré, no entanto, estava de licença: também tinha contrato com a CBD para dirigir novamente a Seleção e teve de ir à Europa para observações. Logo sairia da Gávea, deixando em seu lugar o homem que dirigiu o Fla naquele dia, o baiano Válter Miraglia, ex-jogador rubro-negro nos anos 40. O time entrou em campo para enfrentar os mineiros com Marco Aurélio no gol, Marcos, Guilherme, Onça e Paulo Henrique na defesa, Carlinhos e Liminha no meio, Luís Carlos, César, Silva e Néviton na frente.

     

    Naquele domingo ensolarado, era dia de festa no Maracanã, que enfim reabria para a temporada. Com arquibancadas a três cruzeiros novos, o público ultrapassou os 86 mil presentes, incluindo muitas crianças. Com a Charanga tocando furiosamente desde a abertura dos portões, o estádio recebeu com enorme ovação o anúncio de Silva como camisa 10 pelos alto-falantes do estádio. Em campo, o Fla entrou primeiro e fez o tradicional corredor de aplausos para recepcionar o Cruzeiro. Depois veio a entrega das faixas. Foram os únicos momentos de reverência rubro-negra aos grandes craques mineiros.

     

    Quando a bola começou a rolar, só deu Flamengo. Aos 26 minutos, Silva apanhou uma sobra de bola na área, limpou a marcação e soltou um petardo que estufou as redes de Raul. Aos 38, César apareceu no mano a mano com a defesa adversária, avançou e chutou para ampliar. E aos 42, Silva, num foguete em cobrança de falta, anotou mais um. A torcida rubro-negra presente cantava em uníssono o samba de Osvaldo Nunes, “Voltei”, sucesso daquele Carnaval encerrado uma semana antes, que dizia: “Voltei, aqui é meu lugar, minha emoção é grande, a saudade era maior, e voltei para ficar”.

    Cansado, mas realizado, Silva não voltou para o segundo tempo, substituído por Almir (que não era o velho parceiro Pernambuquinho, também campeão em 1965). No Fla, também entraram Ubirajara no gol, Rodrigues Neto no lugar de Marcos, Cardosinho no de Carlinhos e Arílson no de Néviton. Mas o show de bola continuou na etapa final. O garoto Luís Carlos marcou dois belos gols aos 10 e aos 20 minutos, antes do cruzeirense Zé Carlos chutar um pênalti no travessão e de Natal descontar enfim para os mineiros, aos 28 minutos. Mas o placar não deixava dúvida de quem tinha dominado as ações: Flamengo 5, Cruzeiro 1.

    Na véspera, Silva comentava: “Para ser franco, eu sempre tive a intuição de que mais cedo ou mais tarde eu voltaria. Isso porque me sinto mais confiante e certo de ser ídolo quando estou na equipe do Flamengo. Gosto muito da confiança que a torcida tem em mim e da maneira como me recebe. Foi no Flamengo que atingi a minha melhor forma técnica e foi aqui que fiz muitos amigos. Nunca cheguei a me afastar do Flamengo, mesmo após vendido ao Barcelona”.

    Já no intervalo do jogo, nos vestiários do Maracanã, o êxtase já era completo: “Essa torcida me deixa maluco. Quando ela começa a gritar, sou até capaz de morrer em campo”, confessava o Batuta. Saindo do Maracanã de carona com Carlinhos, o camisa 10 rubro-negro reencontrou a torcida, que esperava por ele cantando novamente. O atacante sorria em meio à euforia da massa. Um dia para não se esquecer.

    O Flamengo não conquistaria títulos naquele ano, mas voltaria a vencer o Cruzeiro em setembro, pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, desta vez por 1 a 0, encerrando uma invencibilidade de 31 jogos dos mineiros. Dionísio, outro garoto que se firmava naquela temporada, marcou o gol. Silva estava em campo. Ficaria na Gávea apenas até fevereiro do ano seguinte, quando sairia para defender o Racing, da Argentina. Depois jogaria no Vasco e no Botafogo. Mas a identificação com as cores vermelha e preta foi tamanha que o Batuta voltaria mais tarde, primeiro como técnico da base e depois – e ainda hoje – como funcionário do setor social do clube.
     

    Imagem destacada no post e redes sociais: Reprodução

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    Emmanuel do Valle é jornalista e pesquisador sobre a história do futebol brasileiro e mundial, e entende que a do Flamengo é grandiosa demais para ficar esquecida na estante. Dono do blog Flamengo Alternativo, também colabora com o site Trivela, além de escrever toda sexta no Mundo Bola.

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  • Flamengo x Botafogo: arbitragem definida

    Após o frustante empate diante do River Plate pela Libertadores, o Flamengo volta suas atenções para a Taça Rio do Campeonato Carioca de 2018. Neste sábado (3), o Rubro-Negro enfrenta o Botafogo, às 17h, no Estádio Nilton Santos. Para o confronto, a FERJ definiu o árbitro João Batista de Arruda, auxiliado por Luiz Antonio Muniz de Oliveira e Gabriel Conti Viana.

    O árbitro, que possui 43 anos, volta a apitar um jogo do Mais Querido após mais de dois anos. A última partida de João Batista com participação do Flamengo foi em outro clássico carioca, diante do Vasco da Gama, em 2015. Na ocasião, a atuação do juiz foi bastante polêmica, não tendo assinalado um pênalti em Marcelo Cirino, além de não ter expulsado Dagoberto por agressão ao zagueiro Bressan. Ao todo foram aplicados 10 cartões amarelos, seis para o Rubro-Negro e quatro para o cruz-maltino, a partida terminou em 0 a 0. Após essa partida, o árbitro participou de uma reciclagem pela FERJ.

    João Batista também apitou outras partidas pelo Campeonato Carioca, como a vitória diante do Macaé, em 2013, com dois gols de Hernane e um de Nixon, no triunfo por 3 a 1.


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  • Em busca do segundo título na temporada, Garotos do Ninho decidem Taça Guanabara contra Botafogo

    Trinta e sete dias após terem conquistado a Copa São Paulo de Futebol Júnior, os Garotos do Ninho entram em campo para mais uma decisão na temporada. Neste sábado (3), a equipe rubro-negra enfrenta o Botafogo, pela decisão da Taça Guanabara Sub-20. O clássico será disputado no Estádio Nilton Santos, às 14h15, sendo preliminar do jogo entre as mesmas equipes, pela terceira rodada da Taça Rio de Profissionais.  O Mundo Bola vai acompamhar a partida em Tempo Real através das redes sociais.

    Flamengo e Botafogo são as equipes com os melhores índices técnicos da competição. Ambos lideraram seus respectivos grupos durante a fase classificatória do primeiro turno, com 18 pontos: seis vitórias e uma derrota. Nas semifinais, jogaram com a vantagem do empate diante do América e Vasco da Gama, respectivamente. Enquanto o Alvinegro valeu-se do regulamento e avançou à decisão após empatar em 1 a 1 com o Cruzmaltino, o Mais Querido goleou o time alvirrubro, por 8 a 0.

    Diferente da fase anterior, na decisão não há qualquer tipo de vantagem. Se o clássico terminar em igualdade no placar, o título será definido através de cobranças de pênaltis.

    O Rubro-Negro não conquista a Taça Guanabara desde 2015, quando o time comandado por  Zé Ricardo derrotou o Botafogo na decisão (2-2/2-0). Ainda naquele ano, os Garotos do Ninho também faturaram a Taça Rio e conquistaram o Estadual de forma direta. O regulamento da atual edição é bastante diferente.

    Os campeões dos turnos terão que disputar a semifinal do campeonato com as duas equipes melhores colocadas no somatório geral. Caso uma mesma equipe vença ambos os turnos, estará automaticamente na final, no aguardo de um adversário que sairá entre os quatro times com melhor campanha durante as fases classificatórias do campeonato.

    Leia mais: Flamengo esmaga América e chega à decisão da Taça Guanabara Sub-20

    Desfalque no ataque

    Para o decisivo clássico, o Flamengo terá o desfalque do atacante Vitor Gabriel, um dos destaques do time na temporada. O jogador foi expulso na semifinal diante do América, após se envolver em uma confusão com o zagueiro Matheus Reis. Com isso, o mais provável é que Wendel substitua o centroavante, tal como ocorreu na final da Copinha, onde Vitor também esteve suspenso no jogo que valeu o título.

    Provável escalação: Gabriel Batista. Braian, Matheus Dantas, Patrick Souza, Michael; Hugo Moura, Théo, Pepê, Lucas Silva, Bill e Wendel.

    O técnico Mauricio Souza projetou um confronto bastante equilibrado contra o rival. “Será um jogo bastante igual. O Botafogo tem uma equipe bastante estruturada, com um belo treinador. Será um jogo muito bacana de se ver em sob os aspectos técnicos e táticos”, disse.

    Leia mais: Após goleada, Mauricio Souza projeta jogo equilibrado na decisão da Taça Guanabara Sub-20

    Informações gerais

    Partida: Botafogo x Flamengo – Final – Taça Guanabara Sub-20 (Preliminar)
    Horário: 14h15
    Local: Estádio Nilton Santos
    Abertura dos portões: 14h15
    Transmissão: TV FERJ (Facebook e Youtube)

    Saiba como adquirir o ingresso.  

    Credito da imagem destacada: Staff Imeges / Flamengo 


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  • A grande conquista dos times brasileiros

    O futebol brasileiro está ficando cada vez mais para trás e isso é culpa de todos os clubes!

     
    Mais uma vez se repete a história do astro citando nomes de times brasileiros. Cristiano Ronaldo disse que conhece o Flamengo e Grêmio, então isso vira motivo pra fazer piada com rivais. É ótimo ser reconhecido internacionalmente, mas é preciso entender que ser lembrado por um craque internacional não é o suficiente. Cristiano não assiste o brasileirão, não vê uma final da Copa do Brasil, sequer deve assistir um jogo da Libertadores. Ele não conhece o nosso futebol, ele lembra o nome de 3 ou 4 clubes – sendo que um jogou contra ele na final do último mundial de clubes.
     

    Quão pequeno seu clube é para comemorar o fato de ser lembrado por um craque português?

    Perguntem aos torcedores do Real Madrid, do Barcelona, do Chelsea, do PSG ou qualquer outro time europeu, serão raros aqueles que lembrem de times brasileiros, mais raros ainda são os que assistem, fica ainda pior se procurar por europeu, que nunca veio no Brasil, torcedor de time brasileiro. Já o processo inverso é fácil, vemos nas redes sociais vários brasileiros falando “Meu Barça” ou “Meu Chelsea”. Alguns torcem pelo time do Neymar, ou outro craque, mas a maioria escolheu um time, dois três, quatro…escolhem pela quantidade de ligas fortes por lá e pelo que conseguem acompanhar na ESPN, Fox Sports e SporTV.

    Já falei certa vez que propagar o ódio contra esses torcedores não é o caminho e continuo acreditando nisso – leis o texto aqui. Os jovens são atraídos por títulos, craques e futebol vistoso. Lutar contra esse movimento falando que devemos torcer para times de nossa terra só por torcer não adianta. É preciso mostrar que aqui é praticado um bom futebol (ou deveria já que temos potencial desperdiçado) e que os nossos clubes tem mais história que o novo rico PSG ou o Chelsea que é rico há alguns anos. Mas isso não quer dizer que não possam torcer para dois times de locais diferentes.

    No blog: O ato de desrespeito de um presidente em declínio

    Os clubes brasileiros precisam se unir para mudarmos, é preciso ter mais que o talento natural, é preciso ter dedicação e inovação tática. A mudança deve partir de dentro pra fora. Se não evoluirmos o nosso futebol, não teremos como lutar por uma evolução da América do Sul. E talvez algo pior, para nós, esteja acontecendo: o crescimento “silencioso” da Argentina. Se já está difícil disputar atenção com os europeus e títulos com argentinos, imaginem se eles fortalecerem e nós ficarmos estagnados.

    Uma liga organizada por clubes é necessária. Uma mudança radical é necessária. Ou seremos engolidos nesse mar cheio de tubarões.
     


    Thauan Rocha é um alagoano criado em uma casa rubro-negra. Estudante de Engenharia Química apaixonado por números, em 2009 viu seu primeiro grande título e desde então não perde um jogo.
     

    Imagem destacada no post e nas redes sociais: Divulgação.
     


     


     

     

    O ato de desrespeito de um presidente em declínio

    Programa de Sócio-Torcedor localizado: a solução para o Flamengo

    Os absurdos preços da Ilha do Urubu

    /os-absurdos-precos-da-ilha-do-urubu

    Por onde anda o Geraldino?

  • Porteira aberta atrás e portão fechado à frente

    Lá pelos 38 minutos do primeiro tempo mais estudado do que jogado, Réver e Juan trocando bolas na defesa, Jonas apoiando, os quatro móveis meias do Flamengo dando algumas opções, e a bola voltava atrás para ser pensada. Ou não jogada. Imagino se os portões estivessem abertos se a torcida não mudaria aquele panorama e esse jogo. É diferente. É pra frente. Ela empurraria. Gritaria e vaiaria. Não necessariamente a melhor escolha ou opção seria feita. Mas o jogador ouviria a massa. Faria diferente.

    No blog: Flamengo campeão da GB ainda não precisa ser tão preciso

    É um outro jogo. Provavelmente pior sem a galera. Mas nem ela, a maior do Brasil, tem conseguido fazer neste século o Flamengo que, com o próprio Carpegiani no banco, foi o melhor time que vi jogar no país e na Libertadores vencida em 1981. Clube que, no século 21, em casa ou fora dela, em campo neutro ou sem torcida, não consegue se impor. Ainda que tenha razão em pedir uma mão na bola que poderia ser pênalti no primeiro tempo. Ainda que o primeiro empate argentino tenha saído em lance de impedimento, o Flamengo segue travado na Liberta. Impressionante.

    Fez 1 a 0 em pênalti do Ceifador e levou o empate irregular. Fez o segundo com Everton fruto dessas boas rotações na frente. Mas acabou castigado num tiro longo no final. Numa bola que um goleiro como Diego Alves normalmente chegaria. Pelota que talvez ele não tenha visto por ter passado por Arão que entrou para fechar um time aberto. Mas não foi feliz. Ele e Carpegiani.

    Deixando ainda mais inseguro o torcedor impedido de ver o Flamengo. E o Flamengo que ainda parece bolado na competição. Mesmo quando bem bolado de novo do meio pra frente. Mas com uma retaguarda bem discutível.

     


    Mauro Beting, 51, não é Flamengo. Mas foi um pouco por Zico e em nome do melhor time que viu na vida (o Flamengo de 1981-82), que inspirou o melhor Brasil pelo qual torceu (o de 1982). Comenta futebol no UOL, Esporte Interativo e Jovem Pan. Diretor de documentários esportivos, escreveu 16 livros. Curador do Museu da Seleção e do Museu Pelé. Desde 2010 é comentarista do videogame PES. Desde 2017 corneta por aqui. Siga-o no Twitter: @Mauro_Beting.<

     
    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo


     

    [learn_more caption=”:: LEIA MAIS DO BLOG MAURO BETING NO Mundo Bola ::”]

    Flamengo campeão da GB ainda não precisa ser tão preciso

    Eu venderia Vizeu. E compraria Ceifador

    O Flamengo é você

    O novo treinador é o senhor…

    Flamengo não pode esperar tanto por Rueda. E nem por Guardiola

    Não foi. Mas ainda vai.

    O Galinho de Liverpool
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  • A tão esperada estreia na Copa Libertadores da América 2018

    O momento tão esperado por nós Rubro-Negros chegou, a estreia na Copa Libertadores da América, mas infelizmente não ocorreu como imaginávamos. Um empate em casa por 2 x 2 com o temido River Plate, após estarmos por duas vezes à frente no placar, nos deixou com sabor amargo de derrota.

    Antes de falar do Flamengo, vou analisar o River Plate. Ontem ele mostrou que não é o time a ser batido no grupo, jogou como muitos times pequenos aqui do Brasil, recuado e explorando os contra-ataques, os quais não levaram perigo à meta do arqueiro Diego Alves. Somente levou perigo, após um recuo do Flamengo. A maior virtude do River Plate foi saber se defender muito bem.

    O Flamengo não teve uma boa atuação, lento na saída de bola, com pouca movimentação dos meias e recuou sem explorar os contra-ataques quando esteve pela segunda vez a frente do placar. O problema não foi o recuo do time, mas o fato de não ter explorado os contra-ataques ou ter prendido a bola no campo de ataque, o final do jogo se resumiu a chutões, não sou contra um chutão para afastar a bola da nossa defesa, mas isso só pode ser usado em último caso.

    Leia no blog: A barca rubro-negra

    Além disso, o banco de ontem foi mal escalado pelo Carpegiani, Willian Arão nunca poderia estar entre os suplentes, visto que não fez uma partida sequer na temporada, ontem foi a sua estreia. Não consigo culpar o Arão por nada, para mim ele foi tão vítima quanto nós torcedores. Levaria qualquer outro jogador para o banco, menos o Arão.

    O erro do Carpegiani não foi somente na montagem do banco de reservas, foi também na terceira substituição do Flamengo. Ele sacou do time o Éverton Cardoso por um pedido do próprio jogador, jogador este de velocidade e que ajudaria muito nos contra-ataques, colocando um jogador mais lente e que tem características mais defensivas. A substituição correta seria colocar na partida o Vinicius Junior, jogador rápido e habilidoso, ideal para um time que deveria explorar os contra-ataques, visto que naquele momento o Flamengo já estava jogando recuado.

    Os gols que o Flamengo tomou, coloco na conta do Diego Alves, saiu mal no primeiro e pulou atrasado no segundo, uma bola defensável para qualquer goleiro, ainda mais se levarmos em conta o nível do Diego Alves. Muitos depois do jogo falaram que o goleiro escalado deveria ter sido o César, visto que o Diego Alves só atuou em duas partidas após se lesionar na semifinal contra o Junior Barranquilla em 23/11/2017. Salvo algumas exceções, não me lembro de ter visto alguém defender a escalação do César ontem.

    E a arbitragem? Não vai falar dos erros da arbitragem. Claro que houveram dois erros claros da arbitragem que alteraram o resultado final da partida. Inclusive fiz uma reclamação no Twitter após o jogo, citando a CONMEBOL, cobrando uma punição a arbitragem de ontem e com as fotos dos dois erros cometidos, conforme podem ver abaixo:

    Eu defendo uma teoria, que claro há exceções, de que o time somente é prejudicado pela arbitragem alterando o resultado final de uma partida (empate ou derrota) quando este time prejudicado permite isso. A explicação é simples, caso o Flamengo não tivesse atuado e cometido os erros acima citados, provavelmente teria saído com uma vitória diante do River Plate.

    Claro que a arbitragem influenciou o resultado da partida, pois um pênalti não marcado a favor do Flamengo e um gol em impedimento deixaria um placar de 2×1 para o Flamengo. Isso, na pior das hipóteses, já que a marcação de um pênalti não quer que o mesmo fosse convertido em gol, mesmo com Henrique Dourado tendo marcado nos últimos 13 pênaltis por ele batidos.

    Caso o River Plate seja realmente o adversário mais difícil do grupo, continuo acreditando na classificação do Flamengo para as oitavas de final. Continuo com meu otimismo de sempre com relação ao Flamengo e espero não me decepcionar este ano.
     

    Saudações Rubro-Negras,
    Bruno Baesso

     


    Pai da Alice, Rubro-Negro, sócio-patrimonial e ST do Flamengo, escritor, poeta, advogado, fundador do grupo literário Los Burrachos e louco. Siga-o no Twitter: @BrunoCBB55
     

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo
     


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  • Após goleada, Mauricio Souza projeta jogo equilibrado na decisão da Taça Guanabara Sub-20

    Em um verdadeiro massacre, os Garotos do Ninho aplicaram uma estrondosa goleada, por 8 a 0, sobre o América, pela semifinal da Taça Guanabara Sub-20. O resultado credenciou o Rubro-Negro a disputar a decisão diante do Botafogo, no próximo sábado, às 14h15, no Estádio Nilton Santos. Depois da partida, o técnico Mauricio Souza comentou sobre alguns assuntos.

    + Flamengo esmaga América e chega à decisão da Taça Guanabara Sub-20

    Inicialmente o treinador contou qual foi a estratégia utilizada por seu time para superar o até então único time invicto do campeonato. Ele também afirmou que o placar poderia ter sido ainda maior.

    — O resultado se desenhou a partir do momento em que nós entendemos a forma como o América iria se comportar. Eles jogam com uma linha muito alta, com pouca pressão na posse de bola. Sabíamos que encontraríamos muitos espaços atrás da última linha deles. A maioria dos nossos gols foram desta forma. A equipe cumpriu bem o que foi planejado, teve frieza para encaixar os passes e definir. O placar poderia até ter sido mais elástico pela quantidade de chances que criamos.

    O Flamengo abriu o placar com Vitor Gabriel em sua primeira chegada ao ataque, aos três minutos. Logo depois Lucas Silva ampliou, estabelecendo uma confortável vantagem para os Garotos do Ninho. Para Mauricio, os gols logo no início da partida foram fundamentais para o resultado final.

    — Alertei sobre o América, que era um time extremamente qualificado. Não chegaram à semifinal por acaso. Eles vinham sem perder de ninguém. Não podíamos vacilar. Mas nós sabíamos que eles tinham uma maneira de jogar, e se conseguíssemos explorar os erros dele, ficaríamos perto de conseguir um resultado que nos seria favorável. Os dois primeiros gols foram determinantes para acalmar o jogo e frear o ímpeto do América. A partir daí eles abaixaram a guarda e nós conseguimos levar a partida com tranquilidade.

    No início do segundo tempo, o atacante Vitor Gabriel acabou sendo expulso, após se envolver em uma confusão com o zagueiro Matheus Reis, do América, que também deixou o campo mais cedo. Com isso, Vitor desfalcará o Flamengo em mais uma decisão, tal como aconteceu na final Copa São Paulo de Futebol. Na ocasião, o jogador recebeu cartão amarelo por, segundo o árbitro, provocar a torcida adversária após a comemoração de um gol.

    — É uma pena. Na minha opinião ele foi covardemente agredido pelas costas ao tomar o chute. Por mais que se tenha uma cabeça boa, é difícil se segurar. No intervalo eu havia conversado com meus jogadores que estávamos vencendo por 5 a 0, que dificilmente iríamos perder o jogo. O que mais tínhamos a perder acabou acontecendo. Foi uma atitude que não deveria acontecer mais. O Vitor recebeu um chute que todo mundo escutou. É difícil não reagir, mas ele correu atrás do zagueiro do América, e a árbitra entendeu que tinha que expulsar os dois.

    Por fim, o técnico falou sobre sua expectativa para a decisão da Taça Guanabara, onde o Flamengo enfrentará o Botafogo, seu ex-clube.

    — Será um jogo bastante igual. O Botafogo tem uma equipe bastante estruturada, com um belo treinador. Será um jogo muito bacana de se ver em sob os aspectos técnicos e táticos.

    Foto: Staff Images/ Flamengo 
     


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  • Flamengo cede empate e frustra em estreia da Libertadores

    Ano novo vida nova? Parece que no Flamengo não. Apesar de um esquema diferente, o time repetiu a mesma postura em campo apresentada em 2017 e não saiu com o três pontos. O empate em 2 X 2 marcou a estreia do Flamengo na Libertadores 2018. Tropeçando em casa, punido pela Conmebol, o Mais Querido atuou de portões fechados, no estádio Nilton Santos, diante do River Plate.

    A primeira etapa foi letárgica, coberta por faltas bobas e de pouca criação. Com uma boa marcação, o River Plate obrigava o Flamengo a sair jogando na base dos lançamentos. Dourado, centroavante, se mantinha isolado, quando recebia a bola não tinha opção para passe e a bola queimava em seus pés. O grande lance polemico veio de uma cabeceada de Réver, que bateu no braço de Zuculini dentro da área, após o argentino abrir os braços para aumentar sua área de ação. Pênalti claro não marcado. Aos 45 minutos, Diego Alves fez sua primeira grande defesa, em cobrança de falta da equipe argentina. Foi a grande chance do River neste primeiro tempo.

    O segundo tempo começou mais agitado. Aos oito minutos, Diego é derrubado na área e o árbitro marca penalidade máxima. Dourado, em bonita cobrança abre o placar. No minuto seguinte, em cobrança de falta do meio-campo, River Plate marca com Mora, impedido.

    O Flamengo perdeu parte da criação ao substituir Jonas, por Romulo, que saiu sentindo cãibras,  aos 27 minutos. A partida se manteve equilibrada, e em bonito lançamento de Paquetá, Everton marcou e deixou o Rubro-Negro carioca na frente novamente. Mesmo atrás no placar, a equipe argentina tentou dominar a partida e,  no fim, Mayada chutou de fora da área para igualar novamente e dar números finais ao placar.

    Flamengo e River Plate marcam um ponto cada no grupo quatro. Santa Fé e Emelec se enfrentam nesta quinta-feira (01), às 19h15, no El Campín. O Rubro-Negro volta a campo na Libertadores dia 14 de março, às 21h45, contra o Emelec, em Guayaquil, Equador. O River recebe o Santa Fé, no Monumental, em Buenos Aires.