Autor: diogo.almeida1979

  • Flamengo visita o Pinheiros pelo Novo Basquete Brasil

    Continuando a sua viagem à São Paulo, o Flamengo encara o Pinheiros nesta quinta-feira (8), às 19h30, no Ginásio Henrique Vilaboim. O partida conta com transmissão ao vivo via Facebook do NBB. O Rubro-Negro mantém a esperança de se aproximar da liderança. A equipe da casa tenta voltar a vencer após duas derrotas em clássicos paulistas.

    O Orgulho da Nação chega para o confronto com seis vitórias consecutivas, não sabe o que é perder desde o duelo contra o líder Paulistano. Em sua última partida, o Mais Querido sofreu bastante, mas saiu vitorioso diante do lanterna, Liga Sorocabana, por 70 a 63. Com grande exibição da dupla Varejão e Marquinhos, o pivô anotou 16 pontos e sete rebotes, enquanto o ala foi o cestinha da partida com 17 pontos.

    O Pinheiros tenta se recuperar jogando diante de sua torcida. A equipe ocupa a oitava colocação na tabela, estando praticamente classificado para a fase de playoffs, mas vem de dois revezes. Após perder para Franca, o Pinheiros fez uma partida disputadíssima contra o Bauru, no entanto foi derrotado por 85 a 84, na prorrogação. O armador Bennett foi o cestinha do jogo com 20 pontos. O principal nome da equipe é o ala-armador americano, Holloway, que é o segundo maior cestinha do NBB, atras apenas de Marquinhos do Rubro-Negro.

    Flamengo e Pinheiros tem longo histórico no Novo Basquete Brasil, com 26 partidas disputadas. O Mais Querido possui pequena vantagem diante dos paulistas, com 15 vitórias no duelo. O último confronto ocorreu na Arena Carioca 1, em janeiro. O jogo marcou a partida de nº 200 de Olivinha com o Manto Sagrado no NBB. O Orgulho da Nação venceu por 72 a 68, com destaque para Marquinhos e JP Batista que combinaram para mais de 30 pontos.

    “Nosso foco está muito bem ajustado, que é sempre o próximo confronto. Não penso no Paulistano, quando chegar a hora de nos enfrentarmos é que irei pensar. Estamos muito focados no nosso trabalho para chegarmos bem aos playoffs”, comentou o treinador José Neto.

    Após o confronto contra o Pinheiros, o Rubro-Negro permanece em São Paulo para o confronto diante do Mogi das Cruzes, retornando ao Rio para enfrentar o Botafogo como visitante, e fecha a fase regular contra o Basquete Cearense e o Vitória, na Arena Carioca 1.

  • A pequena saga de um estrangeiro em seu próprio país

    Saudações, Rubro-Negros!

    Dessa vez gostaria de pedir licença a vocês para tratar de um assunto que não é relativo ao Flamengo. Honestamente, ainda pensava sobre o que escreveria, quando ontem, durante uma conversa com os demais integrantes do Conexão Mundo Bola no WhatsApp, a ideia de contar a história a seguir veio por sugestão do monstro Téo Benjamin, nosso companheiro aqui no site.

    A história começou a se desenrolar na Alemanha, onde morei por quase três anos. Ali aprendi praticamente tudo o que sei sobre consciência cidadã, senso de coletividade e vida em sociedade, conceitos muito distantes da nossa realidade tupiniquim e quase nada difundidos aqui por essas terras. Não conheço muitos lugares no mundo, mas não tenho qualquer dúvida em afirmar que o brasileiro é o pior povo, o mais egoísta e o menos honesto dentre todos os que tive a oportunidade de conhecer mais de perto. Somos o tipo de gente que deve ser evitada.

    Viver uma realidade como a que conheci na Alemanha, que, é bom que se diga, está bem longe de ser perfeita e também é cheia de problemas e contradições, fez com que eu caísse de amores por aquele país, aquelas pessoas e, claro, o seu futebol. Quis o destino, inclusive, que eu fosse morar numa cidade, Freiburg, cujo time, hoje um participante cativo da primeira divisão local, também tivesse o vermelho e o preto como suas cores. Algumas temporadas atrás, aliás, a camisa número um era idêntica à do nosso primeiro uniforme, com aquelas lindas listras negras e escarlates na horizontal. Foi muito fácil me apaixonar pelo Gigante da Schwarzwald (Floresta Negra).

    Infelizmente foi necessário retornar ao Brasil, mas a distância não fez diminuir o amor que passei a sentir por aquele lugar e quase tudo que se referia a ele. Aliás, bem ao contrário. Chegando aqui passei a ser um entusiasta ainda maior da cultura e dos costumes germânicos, e é claro que o futebol não iria ficar de fora dessa. Me tornei um torcedor fanático da Nationalmanschaft, algo que poucos dos meus amigos e conhecidos conseguem entender e que eu também já não tenho mais a menor paciência em explicar. Principalmente quando o argumento que me dão é algo do tipo “Mas como assim você não torce pelo seu país?”. Ora, essas pessoas falam como se qualquer um de nós tivesse tido a escolha de nascer aqui ou em algum outro lugar do planeta, como se a nacionalidade de alguém não fosse fruto de eventos meramente casuais. Pior ainda: elas agem como se ter nascido num país fosse uma condenação perpétua a adorar, venerar, se empolgar e se identificar com tudo aquilo que diz respeito ao local em questão. Tem um sem número de coisas brasileiras de que eu de fato gosto muito, e tem um monte de outras que eu realmente detesto. E uma delas passou a ser a Seleção Brasileira.

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    Sim, eu odeio a seleção do Brasil. Tenho respeito e admiração totais pela sua história e por aqueles que ajudaram a escrever essa mesma história; em contrapartida, detesto tudo aquilo em que ela foi transformada. E tenho absoluta convicção de que muito mais gente se sente da mesma forma. Acredito que a maioria desses ainda tem lá no fundo o desejo de voltar a ver a Canarinho com os mesmos olhos de quando éramos crianças ou mesmo adultos menos conectados à realidade das coisas e por isso mesmo menos capazes de enxergá-las como de fato são. No momento em que nos damos conta do que a seleção brasileira com seus jogadores mimados, esnobes, mal educados e novos-ricos cafonas de fato é, torna-se impossível sustentar essa fantasia. Em vez disso, tomamos nojo. A seleção do Brasil me causa asco. Basta que os primeiros acordes do hino nacional comecem a soar para que meu estômago se revire todo dentro da barriga.

    E foi com esse sentimento que assisti à Copa de 2014 e àquela orgia promovida pela Alemanha contra o Brasil em pleno Mineirão. Foi um dos dias mais felizes de toda a minha vida. A sensação não poderia ter sido melhor e mais reconfortante. Lembro que ao final da partida da Nationalmanschaft contra os franceses, no Maracanã, pelas quartas-de-final, fui com meu compadre tomar uma cerveja num bar próximo ao estádio. Eu estava todo caracterizado. Vestia a camisa rubro-negra dos alemães, a mesma que usaram naquele 7 a 1 maravilhoso e que foi inspirada em nosso Manto, e tinha ainda uma bandeira enorme amarrada às costas. Conforme os franceses saíam do Maraca e passavam pelo bar eu os “saudava” com cânticos que aprendi assistindo aos jogos da Seleção Germânica nos tempos em que vivi por lá. Eles não entendiam muito bem o que estava se passando, os demais brasileiros presentes ao bar também não, e menos ainda os alemães, que agora chegavam para celebrar a vitória de sua equipe. Foram muitas as explicações que tive de dar, inclusive para uma equipe de reportagem de uma TV alemã, que queria saber o que aquele gordo mameluco fazia vestido daquela forma e dizia torcer para que o Brasil passasse pela Colômbia mais tarde e assim se credenciasse para ser a próxima vítima. Ficaram tão impressionados, que pediram meu número de telefone e fizeram uma entrevista rápida comigo horas antes daquela semifinal memorável.

    No blog: Pelo fim da amarelice

    É óbvio que em momento nenhum imaginei que seria um jogo fácil. Tinha certeza de que passaríamos, pois nosso time era muitíssimo melhor e estava mais bem preparado, só não contava que o Felipão fosse escolher justo aquele jogo para mostrar quão miseravelmente defasado estava e o quanto ele e 99,9% dos brasileiros, fossem eles torcedores, jornalistas ou o que quer que seja, estavam enganados quanto ao que já há pelo menos uma década vinha acontecendo no esporte em nível mundial.

    Deveria ser evidente para qualquer um que se diga minimamente familiarizado com o assunto, mas a verdade é que a imensa maioria foi pega de surpresa. Foi o maior choque de realidade de que se tem notícia na história de uma nação, e não poderia ter vindo em hora mais adequada. Foi muito lindo acompanhar tudo aquilo.

    É certo que com Tite e seus escolhidos o Brasil fará um papel muito mais decente na Rússia. E se levarmos em consideração apenas a última impressão deixada pelo time de amarelo, então nem será preciso muito esforço para isso. Acredito, pois, que o Brasil terá um desempenho digno de sua história, embora ainda insuficiente para fazer renascer em mim ou em qualquer outro ex-torcedor aquele sentimento de representatividade, porque esse morreu para sempre. E isso, meus caros, tem bem menos a ver com futebol do que vocês podem imaginar. É muito mais uma questão de caráter.

    SRN

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    Imagem destacada no post e nas redes sociais: Divulgação / FIFA


    Fabiano Torres, o Tatu, é nascido e criado em Paracambi, onde deu os primeiros passos rumo ao rubronegrismo que o acompanha desde então. É professor de idiomas há mais de 25 anos e já esteve à frente de vários projetos de futebol na Internet, TV e rádio, como a série de documentários Energia das Torcidas, de 2010, o Canal dos Fominhas e o programa Torcedor Esporte Clube, na Rádio UOL.


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  • No retorno de Júlio César, Flamengo bate Boavista com golaços de falta


    O bom filho a casa torna! Depois de 14 anos, o goleiro Júlio César voltou a envergar o Manto Sagrado. Em partida válida pela Taça Rio, o arqueiro cria do Flamengo iniciou a sua saga de despedida dos gramados. Nesta quarta-feira (7), o camisa 12 atuou na vitória de 3 a 0 do Mais Querido sobre o Boavista, no estádio Raulino de Oliveira. Rodinei, Diego e Lucas Paquetá anotaram os gols do triunfo rubro-negro.

    O Mais Querido lidera o Grupo B, com nove pontos. O próximo compromisso dos comandados de Carpegiani será diante Macaé, no próximo sábado (10), no Estádio Moacyrzão, às 19h30.

    O jogo

    Ofensivo, o Flamengo iniciou a partida ditando as ações. Com uma movimentação bastante interessante no ataque, envolvendo Éverton, Lucas Paquetá e Éverton Ribeiro, o Rubro-Negro construiu sua primeira partida logo aos dois minutos. Após jogada bem trabalhada de Paquetá, Rodinei cruzou pelo lado direito, Dourado fez o pivô e o próprio Paquetá definiu a jogada, finalizando por cima da meta.

    O setor esquerdo do Mais Querido mostrou-se desequilibrado na primeira etapa. Se por um lado conseguia ser uma das armas ofensivas rubro-negras, também era onde o Boavista conseguia progredir com certa facilidade ao ataque. Aos 13 minutos, Renê abriu com Éverton na ponta canhota, que por sua vez devolveu para o lateral cruzar na área. Paquetá recebeu com liberdade, de frente para o gol, mas acabou furando. Diego isolou na sequência.

    Lucas Paquetá se destacou foi o destaque do primeiro tempo (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

    Apesar da maior posse de bola, o Flamengo demonstrou muitas dificuldades para chegar à área adversária. Quando o fazia, era por meio de jogadas aéreas, que não foram bem aproveitadas. Jogando pela direita, Lucas Paquetá foi quem mais arriscou, e por consequência, errou. Mas o que chamou a atenção foi a lenta transição ofensiva da equipe, sem nenhuma inspiração.

    O goleiro Rafael foi exigido somente aos 39 minutos, quando Everton aproveitou bom passe de Renê e finalizou com perigo. Ainda na primeira, Paquetá foi derrubado na entrada da área, mas a arbitragem nada marcou.

    Segundo tempo

    Diferente do primeiro tempo, o Rubro-Negro mostrou mais apetite. Em apenas cinco minutos, a equipe flamenguista criou três boas situações. Na primeira, Everton recebeu passe de E.Ribeiro, e finalizou forte para boa defesa de Rafael. Em seguida, Diego cobrou escanteio e Juan cabeceou com perigo. A terceira chance nasceu em jogada individual de Everton Ribeiro.

    A pressão rubro-negra se intensificou com o decorrer do jogo. Aos 12 minutos, Henrique Dourado recebeu livre, e pensando estar em posição de impedimento, chutou torto, sem direção. Mas a verdade é que Lucas dava condições ao Ceiflador. A oportunidade perdida foi muito criticada pelos torcedores presentes no Estádio da Cidadania, que gritaram o nome de Guerrero após o lance.

    Com Everton Ribeiro mais incisivo, o Flamengo cresceu muito na partida. As jogadas passaram a ter início, meio e fim. O meia Diego Ribas, apagado até então, entrou definitivamente no jogo. No minuto 18, após cobrança de escanteio, a bola se apresentou para Rodinei, que acertou um forte chute rasteiro de fora da área: 1 a 0.

    Aos 30 minutos, o técnico Paulo César Carpegiani promoveu as duas primeiras alterações em sua equipe. Felipe Vizeu e William Arão entraram nos lugares de Henrique Dourado e Everton Ribeiro, respectivamente. Sem ser ameaçado, o Flamengo seguiu no campo ofensivo em busca do segundo gol. E ele veio em uma cobrança de falta de Diego, aos 36 minutos, após falta sofrida por Vizeu, na entrada da área.

    Já Lucas Paquetá deu números finais à partida também em cobrança de falta. Antes, Júlio César fora exigido em chute de Renan Donizete, que mesmo com pouco tempo em campo foi quem mais se destacou pela equipe alviverde.

    Ficha Técnica

    Campeonato Carioca – Taça Rio – 4ª rodada

    Boavista 0 x 3 Flamengo

    Data: 07 de março de 2018

    Local: Estádio Raulino de Oliveira – Volta Redonda – RJ

    Boavista: Rafael; Gabriel, Gustavo, Elivelton e Júlio César; Douglas Pedroso (Renan Donizete, 34’/2t) e Willian Maranhão; Marquinho (Thiaguinho, 24’/2t), Tartá e Lucas; Felipe Augusto. Técnico: Eduardo Allax. 

    Flamengo: Júlio César; Rodinei, Rhodolfo, Juan e Renê; Cuéllar; Éverton Ribeiro (William Arão, 30’/2t), Diego, Lucas Paquetá e Éverton (Geuvânio, 37’/2t); Henrique Dourado (Felipe Vizeu, 30’/2t). Técnico: Paulo César Carpegiani.

    Arbitragem: João Ennio Sobral, auxiliado por Thiago Rosa de Oliveira e Thiago Gomes Magalhães

    Cartões amarelos: Elivélton (BOA); Diego e Lucas Paquetá (FLA)

    Gols:  1-0, Rodinei, 18’/2t || 2-0, Diego, 30’/2t || 3-0, Lucas Paquetá, 42’/2t.

    Público/Renda: 3.601 presentes; 2. 842 pagantes || R$ 67.000,00

    Crédito da imagem destacada: Gilvan de Souza/ Flamengo 


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  • Após 14 anos, Júlio Cesar enverga o manto novamente

    De bagunça total a clube com o maior faturamento do Brasil, de craque da casa a goleiro multicampeão pelo mundo a fora. Os últimos 14 anos foram de transformação e amadurecimento para Flamengo e Júlio Cesar, e nesta quarta (7), às 21h45, às rotas de ambos se cruzam novamente,  em definitivo. O guarda-meta vai reestreia na partida entre Flamengo x Boavista, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. É a reedição da final do primeiro turno do Campeonato Carioca em confronto válido pela quarta rodada da Taça Rio. Após vencer o clássico contra o Botafogo na última rodada, o Flamengo soma seis pontos e divide com o Vasco a liderança do Grupo B. O Boavista também soma seis pontos em seu grupo (C) e briga por uma vaga na semifinal.

    Leia também: Júlio Cesar deve seguir para Volta Redonda

    Criticado pelas recentes atuações da equipe, Carpegiani afirma entender a pressão que existe e espera reconhecimento contra o Boavista.

    “Sabemos que o Flamengo sempre será cobrado, pois é um grande clube. Mas a campanha está dentro do esperado no Campeonato Carioca, já que ganhamos a Taça Guanabara. É importante que a gente siga com bons resultados, pois vamos em busca da Taça Rio”, diz Paulo Carpegiani.

    A provável escalação do Mais Querido deve conter todos os titulares, com retorno de Cuéllar, que cumpriu suspensão na partida de sábado, contra o Botafogo, além do já citado Júlio Cesar. O goleiro e ídolo deve entrar em campo pela primeira vez após ser contratado por três meses para se despedir do clube.

    Já a equipe do Boa Vista não conta com o volante Vitor Faíska, suspenso pelo acúmulo de cartões amarelos, sendo substituído por Thiaguinho Silva.

    Provável escalação do Flamengo: Júlio César; Rodinei, Juan, Rhodolfo e Renê; Cuéllar (Jonas); Everton Ribeiro, Diego, Lucas Paquetá, Everton e Henrique Dourado.

    Provável escalação do Boavista: Rafael; Thiaguinho, Gustavo, Elivelton e Júlio César; Vitor Faísca, Maranhão, Marquinho e Tartá; Claudio Maradona e Leandrão.T: Eduardo Allax

     

  • FlaTV quebra recordes em fevereiro, é o 4º canal de clubes com mais inscritos no mundo e se consolida no Top 5 Mundial

    A chegada de novos reforços ao elenco sempre trás bons resultados nas redes sociais dos clubes, principalmente nas janelas de início de temporada e do meio do ano, pois são os períodos onde os torcedores estão ávidos por informações do seu clube.

    Em época onde as especulações estouram a todo momento nas redes sociais, o que os torcedores mais esperam é o anúncio do novo reforço. No Flamengo isso não é diferente, aliás, é diferente. É sempre duas, três, quatro vezes mais que o normal, principalmente quando esse anúncio é feito de forma criativa como vimos com a “paquera” via emojis entre Diego e Flamengo, ou quando ouvimos um “COÉ EVERTON RIBEIRO!”.

    O #CeiFLAdor chegou

    Primeiro dia do mês e fomos alertados pelo Twitter oficial do Flamengo a se inscrever na FlaTV e ligar as notificações, pois novidades estariam chegando. Algumas horas depois, com uma narração e o grito de gol, a FlaTV anunciava que Henrique Dourado “O #CeiFLAdor” era jogador do Mengão. Um anúncio feito exclusivamente para
    assinantes da FlaTV.

    No blog: Cada vez mais próxima do topo: o crescimento da Fla TV em 2018

    Poucas horas após o anúncio foram registrados mais de 5 mil novos inscritos e mais de 100 mil visualizações no vídeo de apresentação do #CeiFLAdor. Em seis dias o clube conseguiu 35 mil novos inscritos no Youtube – valor superior ao conseguido durante todo o mês de janeiro.

    Os três primeiros dias deu a FlaTV, 28.722 novos inscritos, com a maior parte desses inscritos no dia 01 e 02 de Fevereiro, somando mais de 24 mil assinantes. Esse crescimento foi importante para aumentar a vantagem em relação à PSGTV que estava bem próxima e encostar no Liverpool que tinha aberto uma larga vantagem em Janeiro.

    No dia 06/02 com mais de 4.600 inscritos a FlaTV passou o canal do Liverpool, entrando novamente no TOP5. Nos dias seguintes a diferença para os vice-campeões mundial em 81 foi aumentando e no dia 11/02 a FlaTV ultrapassou o canal do Bayern de Munique, com 3.413 inscritos no dia e se consolidou no Top5 dos canais de clubes com mais inscritos no mundo e 4º colocado no Ranking Mundial da categoria.

    Além disso, o mais importante foi que esse crescimento gerou um grande engajamento. O Futebol Retweet que faz um excelente trabalho em soluções digitais para clubes e monitora as redes sociais dos clubes brasileiros soltou uma nota no dia 03 a respeito do engajamento da FlaTV, que é a métrica mais importante nas rede sociais, confira:

     

    (https://twitter.com/FutebolRetweet/status/959615727086030848)

     
    O vídeo do primeiro dia de Henrique Dourado na Gávea é hoje o 5º mais visto na história do canal e só perde para vídeos de desafios, que normalmente tem muitas visualizações e interações e tem mais de um ano no canal. O vídeo de “Primeiro Dia” que chega mais próximo, é o de Diego Alves que foi apresentado no meio da temporada passada

     

    https://www.youtube.com/watch?v=eLSRPWVt2pQ
     

    Balanço geral de Fevereiro

    Assim, a FlaTV fechou Fevereiro com um crescimento de 75.871 inscritos (+9,01%), o maior entre os clubes das Américas e 4 º em todo o mundo. Essa expressiva marca de inscritos em Fevereiro se tornou a 3º maior do canal desde a criação, sendo as duas primeiras conquistadas ano passado em Junho (90.742) e Julho (90.235), uma média de 2.710 inscritos por dia.

    Somado a Janeiro, em 2018 o Fla já tem 107.524 inscritos, o maior entre os clubes brasileiros e o 4º entre o resto do mundo só no YouTube.

    Em visualizações o Mais Querido também foi muito bem e chegou a 90 Milhões de Views no total, e já soma 9.608.802 parciais em 2018, em Fevereiro foi o clube com mais visualizações entre os clubes latino-americanos e o 6º colocado em todo mundo, com 5.252.543 visualizações (+123,51% em relação a Janeiro).

    Vale destacar que também a FlaTV conseguiu seu primeiro milhão em um único vídeo, o “Desafio de cobranças de falta no treino do Mengão” tem hoje 1.037.787 visualizações.

    Pra fechar com chave de ouro, em Fevereiro o Flamengo foi o primeiro clube brasileiro a chegar a marca de 20 Milhões de fãs nas Redes Sociais (Facebook – Twitter – Instagram – Youtube) e segundo o IBOPE Repucom, foi o clube que mais somou novos inscritos no mês, com 186 mil novas inscrições na sua base digital, sendo YouTube e Instagram responsáveis por 77% desses fãs.

    Confira abaixo, um pequeno infográfico que fizemos com os principais números do mês de fevereiro da FlaTV:

     


    *Os Dados aqui apresentados foram retirados do SocialBlade e compilados por Wedson Barreto e Wanderson Emerick.


     

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  • Eu olheiro: vi, apostei e venci. Eu cego: vi, apostei e… Bem, deixa pra lá!

    Saudações flamengas a todos,

    Um aspecto inerente à nossa vida de torcedor é o desenvolvimento de determinadas preferências ou antipatias por determinados jogadores. Colocando à parte certos exageros (que infelizmente têm sido cada vez mais recorrentes), não deixa de ser divertido acompanhar a trajetória de determinado atleta sobre o qual cravamos algum vaticínio. E, olhando em perspectiva, cotejar nossos acertos e erros. Exultar e massagear nosso ego quando aquele que identificamos como “craque” efetivamente ascende na carreira, ou soltarmos um muxoxo quando uma aposta pessoal submerge no lodaçal do anonimato.

    Nessa vida de quase 40 anos de torcedor, evidentemente acompanhei hordas de jogadores que lograram trajar o Manto Flamengo. Acertei inapelavelmente o que iria acontecer com alguns, errei grotescamente com outros tantos. Assim, buscando quebrar um pouco a amargura, o desassossego e o desânimo com a aparente falta de perspectivas a curto prazo do rubro-negro, convido todos a desacelerarem e a tentarem se lembrar de seus momentos “olheiro”, ou “quem nunca?”.

    Vai uma listinha aleatória. Contemplem meus acertos, e depois riam dos meus erros.

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    “EU OLHEIRO: VI, APOSTEI E VENCI”

    ZINHO

    Meu primeiro contato com Zinho provavelmente foi o de muitos, a famosa capa da Revista Placar de 1982, onde eram listados alguns candidatos a “Novo Zico”. Zinho, mirrado, não parecia a aposta mais certeira, muitos colocavam mais fé em Gilmar Popoca, Adílson Heleno e Gaúcho, por exemplo. Mas, alguns anos depois, mais especificamente em 1986, Zinho começou a frequentar mais assiduamente o time titular. E, em algumas dessas partidas, cujo VT completo era exibido na TVE, pude me impressionar com o seu futebol de formiguinha, seu drible curto e sua facilidade em chegar à frente. “Esse vai longe, não vai demorar ser titular. Joga fácil”, mandei com ar empolado, do alto dos meus 14 anos. Não deu outra. No ano seguinte, Zinho se consolidou no Flamengo, dando início a uma das mais vitoriosas trajetórias no rubro-negro, em outros clubes brasileiros, no exterior e na Seleção Brasileira. Evidentemente não se tornou um “Novo Zico”, mas, da tal reportagem da Placar, de longe foi o jogador mais bem-sucedido.

    ALDAIR

    Foi se firmar em 1988, mas antes disso já atuava esporadicamente, em função das sucessivas lesões dos titulares Leandro e Mozer. Encantava com seu desarme limpo, sua cabeça levantada, sua capacidade de antecipação e inclusive sua inusitada facilidade em marcar gols. “Esse jogaria tranquilamente no time de 1981”, lembro-me de exultar, ainda quando Aldair era não mais que um promissor reserva. Em 1989, quando estourou, já era realidade e rapidamente foi transferido para o futebol europeu, onde construiu longa e muito bem-sucedida carreira. Até hoje Aldair é um dos zagueiros que mais me impressionou vendo jogar.

    JÚLIO CÉSAR

    Quando estreou no Flamengo em 1997, era o quinto goleiro do elenco. Foi “passando na frente” dos outros por questão de lesões, falhas, convocações para seleções de base, essas coisas. Pegou um pênalti num Fla-Flu e deixou seu nome marcado. Algum tempo depois, começou a aparecer no time titular. Era daquele tipo de jogador que você já percebe a diferença a olho nu. O nível de defesas, a forma como se impunha aos atacantes, o reflexo desumano enfim, eram algo realmente fora da curva. Um dia, ainda antes de barrar Clemer, atuou na Fonte Nova e eu pude vê-lo in loco. “Esse será goleiro de Copa do Mundo”. A frase nascida no dia virou um mantra que eu passei a repetir de forma quase enjoativa. Não deu outra. Júlio César se tornou titular e referência do Flamengo, de onde partiu para se tornar o Melhor Goleiro do Mundo. E jogou três Copas. Duas como titular.

    OBINA

    Houve uma época em que eu residi em Feira de Santana, cidade a cerca de 120 km de Salvador, por motivos profissionais. Em um final de semana de 2003, em que tive que permanecer na cidade por motivos de plantão noturno, resolvi dedicar minha tarde de domingo a assistir a um portentoso cotejo entre Fluminense e Palmeiras, não os originais, mas as cópias nativas, que se digladiariam no simpático Estádio Joia da Princesa. O time tricolor venceu sem dificuldades (3-0) em um jogo que acabou sendo divertido pois não chegou ao final, em função da ocorrência de “cenas lamentáveis” no gramado (papo para uns vinte anos de STJD). Mas a pancadaria não foi o que mais me marcou naquele dia. Tinha um número 7 do Fluminense, um bicho corpulento que jogava pelo lado fechando em facão, que o bicho era o diabo. Ganhava todas na força e na técnica. Pairava nitidamente sobre os demais 21 jogadores em campo. A diferença de nível era tão desconcertante que acabei tendo que perguntar a uma das testemunhas da peleja: “Quem é esse?”, “nome dele é Obina, é garoto, tá emprestado pelo Vitória”. Nunca me esqueci da figura. No ano seguinte, voltou ao Vitorinha e começou a empilhar gols. Foi vendido ao exterior e repatriado pelo Flamengo. Onde se tornou melhor que o Eto’O.

    PETKOVIC

    Lá pelos idos de 1997 tinha uns amigos que eram fanáticos pelo Vitorinha e iam pro Barradão ver todos os jogos do time. Quando não chocava com o Flamengo eu ia na barca, tomar cerveja e curtir o clima do estádio. Num desses dias, soube que iria estrear um gringo que havia vindo do Real Madrid. Coisa chique. Eu me lembrava dele, era o iugoslavo que tinha metido dois ou três gols no próprio Vitorinha, num 5-1 em um Torneio jogado em Mallorca (o mesmo que o Flamengo enfiou 3-0 nos merengues). Mas, como tinha assistido àquele jogo meio de orelhada, o sujeito não tinha me chamado muito a atenção. Entretanto, no estádio a coisa foi diferente. O tal de Petkovic (que rapidamente foi rebatizado para Pet) gastou a bola, exibindo técnica refinada, passes cerebrais, uma assistência cinematográfica e, naturalmente, um belo gol de falta num 3-1 que o time baiano empurrou no Atlético-PR. “Esse é diferenciado”, já soltei, salivando. Pet virou sensação local, foi parar na Itália e de lá chegou ao Flamengo. E o resto é história.

    “EU CEGO: VI, APOSTEI E… BEM, DEIXA PRA LÁ”

    UÉSLEI

    Em 1995, quando o Flamengo de Kléber Leite confirmou a contratação de Uéslei, vindo do Guarani, eu me animei, pois conhecia sua trajetória no Bahia. Volante vigoroso e versátil, com excelente chegada à frente e um chute violento, era um jogador capaz de agregar competitividade ao criticado meio-campo do rubro-negro. Nunca me conformei de vê-lo fora de um time onde desfilavam “sumidades” como Pingo e Márcio Costa. De qualquer forma, o verdadeiro caos que se alastrou no extracampo do Flamengo pouco ajudou. Uéslei acabou atuando em poucas partidas (marcou um gol importante, nos 2-1 contra o Sport que afastaram a ameaça de rebaixamento) e saiu da Gávea pela porta dos fundos, com fama de caneludo. Mais tarde, algum treinador iluminado o adiantou, fazendo-o atuar como meia-atacante, e o sujeito explodiu a marcar gols. De qualquer forma, a passagem pelo Flamengo acabou se tornando mais uma esquecível, junto com as de outras dezenas de jogadores contratados à época.

    ANDREZINHO

    Foi em 2002 que prestei mais atenção a esse meia algo franzino, de passadas longas, drible fácil e alguma visão de jogo. Num time onde vicejavam sumidades como André Gomes, André Paraná, Zé do Gol e Hugo, não foi difícil “me encantar” com o futebol do rapaz. “Esse Andrezinho é um dos poucos que tem algum futebol. Se o time fosse melhor…”. E, de fato, seu início foi promissor. Mas é aquilo… Time perdia dia sim dia também, lambia a Zona do Rebaixamento, aí “não fica um, meu irmão”. Rapidamente virou “lacraia”, “baranga” e foi “eleito” um dos alvos de um torcedor irritado. Ainda durou uns dois anos e acabou saindo enxotado a tapa. Viveria momentos de brilhareco em outros clubes, mas nada que lhe fizesse merecer a alcunha de protagonista. Nessa falhei fragorosamente.

    VINÍCIUS CARIOCA

    Todo mundo prestando atenção na Copa de 1998, que iria começar dali a cerca de uma semana, e me inventam de marcar um amistoso na Fonte Nova. O Flamengo de Joel Santana contra o Bahia. E lá vou eu encarar as arquibancadas vazias e geladas do templo baiano. Num jogo sonolento e desinteressante, o Flamengo disfarçou melhor sua falta de vontade e fez 2-0. Mas voltei pra casa satisfeito, por ter conhecido o futebol de um sujeito alto, de impressionante envergadura e imposição física. Sério, parecia um daqueles africanos de Camarões, Nigéria, essas coisas. Seu nome, Vinícius, o autor de um dos gols do cotejo. Passou a Copa, começou o Brasileiro, e lá estava o Vinícius entrando no segundo tempo, fazendo gol, sendo útil. Daí o time entrou numa draga, começou a afundar na tabela, o Joel rodou, entrou o Evaristo, que não morreu de amores pela técnica não tão, digamos, refinada do rapaz e o encostou. Alguma coisa muito grave ele deve ter feito, porque o Flamengo o mandou pra Série C, quer dizer, pro Fluminense. Depois, já com a alcunha de “Carioca”, andou tendo bons momentos no futebol nordestino, especialmente no Fortaleza. Mas bem longe do que eu imaginava.

    WALTER MINHOCA

    Não consigo até hoje imaginar onde eu estava com a cabeça quando algum dia supus que um jogador que atendia pela pitoresca alcunha de “Minhoca” daria certo no Flamengo. Pô, mas o cara nos primeiros jogos, lá pelos idos de 2006, até que batia uma bola direitinha. Mudou um jogo contra o Juventude, depois meteu bola na trave contra o Inter, era um meia arisco, bom de tabela, finalizava, enfim. Meses antes o cara demoliu o Botafogo no Maracanã, atuando pelo Ipatinga na Copa do Brasil (se bem que maltratar o Botafogo não é necessariamente uma façanha inalcançável…). Enfim, o fato é que eu me agradei do futebol do moço e achei que ele agregaria algo a um time que jogava um futebol, digamos, opaco. Mas é aquilo, começou como Walter e terminou como Minhoca mesmo. Outro dia ele deu entrevista, dizendo que errou e tal. Mas, enfim, não tinha como dar certo. O problema ali começou no nome.

    ARINÉLSON

    “Pô Melo, Arinelson? Tá de brincadeira!” É, eu sei, eu sei… Arinelson surgiu como um furacão no modesto Iraty do Paraná. De lá foi pro Santos, levado por Vanderlei Luxemburgo, que definiu seu futebol como “uma mistura de Maradona com Beckenbauer”. Não era pra tanto, mas eu vi alguns jogos dele pelo clube praiano, e deu pra impressionar. O bicho rabiscava geral, entrava na área como queria, tinha bom passe, metia gol a rodo, enfim. “Craque de bola, esse é craque”. Daí em 1998 veio pro Flamengo, numa troca com os santistas. Vieram Arinelson, M.Assunção e Caio, foram Athirson e Lúcio. “Esse vai arrebentar, tem a cara do Flamengo”, decretei. Pô, o cara fez DOIS jogos no Flamengo. DOIS. De fato arrepiou e barbarizou. Fora do campo… A passagem dele foi tão medonha que o devolveram antes do final do empréstimo. Depois, foi ladeira abaixo. Rodou, rodou, depois rodou mais um pouco e definitivamente sumiu. Hoje de vez em quando aparece em alguma dessas mensagens de Whatsapp, tipo “você se lembra dos anos 90?”. Bem, apostar no Arinelson, de fato, não foi algo muito edificante para minha “carreira” de olheiro…

    Boa semana a todos,


    Adriano Melo escreve seus Alfarrábios todas as quartas-feiras aqui no Mundo Bola e também no Buteco do Flamengo. Siga-o no Twitter: @Adrianomelo72.


     

     


  • Arbitragem definida para Boavista e Flamengo

    Depois da vitória diante do Botafogo pelo Campeonato Carioca, em jogo de muitas polêmicas, com direito a pênalti não marcado, jogador não expulso após agressão, e o gol da vitória rubro-negra em posição irregular, o Flamengo encara o Boavista nesta quarta (7), às 21h45, no Estádio Raulino de Oliveira. Para o confronto, a FERJ definiu o árbitro João Ennio Sobral, auxiliado por Thiago Rosa de Oliveira e Thiago Gomes Magalhães.

    O árbitro, que possui 35 anos, já apitou três partidas do Rubro-Negro. A última partida de João Ennio comandando o apito diante do Mais Querido foi em 2016, contra o Bangu. Na ocasião, a atuação do juiz foi bastante discreta, aplicando três cartões amarelos. O Flamengo saiu com a vitória de virada por 3 a 1, atuando com os garotos da base, com destaque para o centroavante Felipe Vizeu, que marcou dois gols no duelo.

    João Ennio também apitou outras partidas do time da Gávea pelo Campeonato Carioca, como a vitória diante do Nova Iguaçu, em 2013, com um gol de Hernane no triunfo por 1 a 0.

    Scout do árbitro em partidas do Flamengo

    Vitórias: 2
    Empates: 1
    Derrotas: 0

     


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  • Flamengo vence a Liga Sorocabana em duelo disputadíssimo

    O Flamengo inicia sua excursão por São Paulo com vitória, diante do Liga Sorocabana. O Rubro-Negro, atualmente na segunda colocação, não esperava uma partida tão disputada contra o atual lanterna do Novo Basquete Brasil. O Orgulho da Nação chegou a sua sexta vitória consecutiva, dessa vez por 70 a 63. Anderson Varejão e Marquinhos foram os dois destaques do Rubro-Negro na partida. O ala foi o cestinha do jogo com 17 pontos, além de seis rebotes. Já o camisa 17, marcou 16 pontos e sete rebotes no confronto.

    A partida se iniciou mostrando como seria todo o confronto: equilibrado. Jogando diante de sua torcida, a Liga Sorocabana encarou o Mais Querido com tudo, trabalhando muito forte na defesa, mantendo a partida empatada. O time da Gávea aproveitou o bom momento de JP Batista, e explorou o pivô como sua principal peça, anotando sete pontos no período, fechando o primeiro quarto em 18 a 12.

    A equipe de Sorocaba voltou do intervalo com tudo, igualando o placar. José Neto decidiu mudar toda a equipe, entrando com Marcelinho, Pilar, Varejão e Pecos em quadra, mas o clube paulista estava imparável, acertando três bolas de três para concluir o segundo período em vantagem, com o placar de 41 a 36.

    Voltando para a segunda metade da partida, o treinador rubro-negro retornou com o quinteto que começou o confronto. A Liga Sorocabana administrava a vantagem, até a mão abençoada de Marquinhos entrar no jogo, equilibrando o placar, e passando a frente com a dupla Cubillán e Olivinha, indo para o quarto decisivo com 55 a 51 no marcador.

    No último quarto, o Flamengo se encontrava na frente e soube controlar bem sua vantagem. Varejão e Marquinhos dominaram a última etapa, anotando 11 pontos, com o pivô contribuindo com muito no garrafão, somando cinco rebotes no período. A partida foi um pouco atípica para o melhor ataque da competição, anotando apenas 70 pontos contra o atual lanterna, finalizando o confronto em 70 a 63 para o Mais Querido.

    “Isso mostra o equilíbrio do NBB. A gente tem que entender que está muito nivelado. Independentemente do time deles estar nessa situação, ele brigaram o jogo inteiro, jogaram duro e precisamos respeitar isso. Ainda bem que mantivemos a tranquilidade para fechar com vitória no final”, comentou o pivô ao final da partida.

    Com a vitória, o Flamengo segue invicto em duelos contra a Liga Sorocabana, somando 14 vitórias e nenhuma derrota. O Orgulho da Nação volta às quadras na próxima quinta (8), às 19h30, diante do Pinheiros, com transmissão ao vivo do Facebook do NBB.

     


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  • Marquinhos está presente mais uma vez na Seleção da Semana do NBB

    O Flamengo vem muito bem na atual temporada do Novo Basquete Brasil. Na última semana, entre os dias 20/02 e 04/03, o Rubro-Negro teve apenas uma partida, a vitória contra o Minas Tênis Clube. Um dos fortes candidatos a MVP da competição, Marquinhos, foi o principal nome do Mais Querido no jogo, estando presente em mais uma Seleção da Semana do NBB. O ala tem a maior média de pontos do torneio, com 18,5 por confronto, além de ser o terceiro jogador mais eficiente da liga.

    Jogando diante da torcida na Arena Carioca 1, o FlaBasquete segue na cola da liderança da competição. O principal nome da equipe, Marquinhos segue sua brilhante temporada com excelentes números. O ala foi o cestinha da partida diante do Minas com 28 pontos, acertando cinco bolas de três, e mais cinco assistências. O atleta chegou a marca de nove jogos com mais de 20 pontos na atual temporada, contribuindo muito para as 19 vitórias do Mais Querido no NBB.

    O Orgulho da Nação volta às quadras nesta terça (6), às 19h, diante da Liga Sorocabana, no Ginásio Gualberto Moreira. A partida conta com a transmissão do Sportv.

    *Imagem em destaque: Staff Images/Flamengo

     


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  • Julio Cesar dever seguir para Volta Redonda – Saiba como adquirir os ingressos para Boavista x Flamengo

    A Taça Rio chega à 4ª rodada para o Flamengo nesta quarta-feira, 07, às 21h45.

    Depois de vencer o Madureira na abertura do turno, ser goleado pelo Fluminense e sair vitorioso no estádio Nilton Santos, contra o Botafogo, sem jogar bem e diante de muitas polêmicas, o time comandado pelo técnico Paulo César Carpegiani enfrenta novamente o Boavista nesta quarta, adversário vencido na final da Taça Guanabara.

    Para chegar aos aos nove pontos e se manter na ponta da classificação, o Mais Querido precisa vencer a equipe da Região dos Lagos, que detém o mando da partida. Ao que tudo indica Julio Cesar será a grande novidade na lista de relacionados. Enquanto os jogadores que participaram do clássico no sábado faziam apenas um regenerativo, o experiente goleiro treinou com o restante da equipe, assim como o titular Diego Alves. Carpegiani concederá entrevista coletiva nesta terça-feira e deve confirmar a presença do atleta que viaja com a delegação.

    Julio Cesar também foi destaque no renomado jornal esportivo “Gazzetta Dello Sport”, onde confirmou que só jogará três meses, quando encerrará a carreira. O ídolo rubro-negro lamentou a situação da violência urbana no Rio de Janeiro e disse que realmente pretende retornar para Lisboa, cidade escolhida para viver com a família. “Lisboa é uma cidade muito parecida com o Rio: boa comida, clima agradável, sol”, explicou.

    Os europeus não escondem a ansiedade em relação a Vinicius Junior. O atleta, vendido ao Real Madrid antes mesmo de completar 18 anos, não ficou de fora da entrevista. “Um cara muito talentoso. É cedo para falar sobre ele, mas é um excelente profissional. Tem tudo para brilhar. Boa técnica e muito rápido”, elogiou o arqueiro brasileiro das Copas de 2010 e 2014.

    A partida entre Flamengo x Boavista será realizada em Volta Redonda, no Estádio Raulino de Oliveira. Os ingressos já estão à venda – confira abaixo todas as informações de como garantir o seu.

    Venda de Ingressos Boavista x Flamengo

    Arquibancadas: R$ 40 / R$ 20
    Cadeiras: R$ 60/ R$ 30

    *Vendas antecipadas:*
    Sede do Flamengo:
    Av. Borges de Medeiros, 997 – Gávea
    Dias: Terça-feira das 10h às 17h

    Rede Posto AP gás 24 horas
    Av. Desembargador Ellis Hermydio Figueiras, 500, bairro aterrado – Volta Redonda
    Bilheteria Azul do estádio Raulino de Oliveira

    Quarta-feira das 10h às 17h
    *Vendas no dia da partida:*
    Sede do Flamengo:
    Av. Borges de Medeiros, 997 – Gávea
    Dia: 07 de março de 10h às 13h30
    Bilheterias Azul e verde do estádio Raulino de Oliveira
    Dia: 07 de março de 10h ao término do primeiro tempo
    Venda pela web:
    ingressofacil.com.br

    Transmissão da TV

    21h45 – Boavista x Flamengo
    Transmissão: Premiere 1 e PFCI (com Jader Rocha e Lédio Carmona). TV Globo para RJ, MG (Juiz de Fora), ES, TO, SE, PB, RN, PI, MA, PA, AM, RO, RR, AC, AP e DF (com Luís Roberto, Junior e PC Oliveira)

     


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