Autor: diogo.almeida1979

  • Goleiros salvam, River e Santa Fé ficam no zero e Fla segue líder na Libertadores

    Nesta quinta-feira (05), River Plate e Santa Fé se enfrentaram pela segunda rodada da fase de grupos da Copa Libertadores. No Monumental de Nuñez, os goleiros foram os destaques e a partida, apesar de repleta de chances, acabou sem mexer no placar. Com o empate, o Flamengo, com 4 pontos, segue líder do Grupo 4. Argentinos e colombianos vêm logo em seguida, com 2 pontos cada.

    A partida

    O duelo foi dominado pelos donos da casa, como de praxe quando o River joga em casa. Superior também tecnicamente, Los Millonarios mandaram no jogo e deram diversos sustos no goleiro Zapata, que foi bem na maioria das oportunidades salvando o Santa Fé. Quando o goleirão vacilou, o lateral-esquerdo Tesillo salvou um chute de Lucas Pratto.

    O “Expresso vermelho” não teve as grandes chances dos donos da casa mas por pouco não marcou o tento que poderia ter sido o da vitória. Após cruzamento na área, a zaga do River dormiu e Tesillo deu um biquinho para o gol e obrigou Armani a fazer uma defesa incrível, mantendo as redes sem balançar.

    Repercussão

    Lamentação de um lado e satisfação do outro. Após a partida, os treinadores dos dois times tiveram sentimentos diferentes com o resultado.

    Marcelo Gallardo, treinador do River, considerou lamentável a perda de dois pontos em um jogo em casa, onde se tem que somar o máximo de pontos possíveis. Gallardo considera o próximo jogo – contra o Emelec em Guayaquil – crucial, pois o grupo se desenha como “duríssimo”. Ainda assim, o técnico considerou que é preciso manter a calma para os próximos duelos.

    Na contrapartida Gregorio Pérez, comandante do Santa Fé, considerou uma boa partida da sua equipe, que pra ele soube controlar o rival e conseguindo alguns contra-ataques. Para Pérez, o ponto conquistado foi muito importante, ainda mais se tratando de um adversário com a qualidade e a força do River dentro de casa.

    Pérez, no entanto, ressaltou que é importante os atletas manterem os pés no chão, por se tratar de um grupo muito desgastante e difícil.

    Próxima rodada

    O Flamengo, que é líder isolado do grupo, enfrentará o Santa Fé, no próximo dia 18 (quarta-feira), no Maracanã. Tendo empatado o primeiro jogo em casa, é crucial que o rubro-negro garanta os três pontos nos próximos dois embates no seu mando.

    O outro jogo será entre Emelec e River Plate, no dia 19 (quinta-feira), no George Capwell, casa dos equatorianos. Tendo perdido para o Flamengo na última rodada, o atual campeão do Equador precisa vencer. Pela frente o River, que tem dois empates e também necessita de uma vitória. Considerado os principais adversários no Mengão no grupo, os torcedores certamente ficarão de olho no resultado.

    A rodada pode dar folga ao Flamengo, que pode chegar a 7 pontos e abrir até 4 de vantagem.


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  • Algo que não tem preço: Zico visita FlaBasquete e motiva elenco que honra o manto

    Nesta quarta-feira (4), o Flamengo continuou a sequência de treinos na Gávea visando os playoffs do NBB. O fato que marcou o treinamento foi a visita de Zico, que conversou e tirou fotos com os jogadores e a comissão técnica. O ídolo rubro-negro prestigiou o treino e incentivou o time com palavras de apoio ao elenco, que está em busca do sexto título do campeonato.

    O Mais Querido busca o título para coroar o grande campeonato que a equipe vem fazendo. Prova disso é o aproveitamento de 89,3% nesta temporada, com 25 vitórias e apenas três derrotas, configurando a segunda melhor campanha da história do clube na competição.

    O basquete rubro-negro conta com o maior pontuador da competição para alcançar mais uma conquista, o ala Marquinhos, que tem média de 18,6 pontos por jogo, e é o destaque da equipe rubro-negra nessa temporada.

    O Orgulho da Nação se prepara para as quartas-de-final do NBB, aguardando as disputas entre Minas x Vitória para conhecer seu adversário. No entanto, a primeira partida da melhor de cinco já está prevista para o dia 17/04, na Arena Carioca. José Neto repercutiu a visita de Zico em sua conta no Instagram. “Tudo que precisamos atualmente são de bons exemplos que nos motivem a seguir em frente em busca de nossos objetivos”, afirmou o comandante.

    Marcelinho Machado, considerado por muitos o Zico do basquete rubro-negro, também exaltou nas redes a satisfação de encontrar nosso o eterno camisa 10 da Gávea: “Visita mais do que especial. Receber meu ídolo desde a infância nessa reta final de preparação para os playoffs é mais do que uma honra, é um privilégio, algo que não tem preço”.

     

    Imagem destacada no post e redes sociais: Divulgação / Flamengo
     


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  • O Flamengo nasceu do Fluminense? Saiba a resposta neste papo entre pai e filho

    – Paiê!
    – Quié?
    – É verdade que o Flamengo é o filho do Fluminense?
    – Oi?

    – Isso mesmo. Que o Flamengo é o filho do Fluminense? Essa semana eles tavam falando do aniversário de fundação deles.
    – Eu sei, e dai? Todo clube faz aniversário.

    Leia do mesmo autor: A conquista do Carioca de 27: o vilão Orlando Penaforte contra o ídolo Moderato, recém-operado de apendicite

    – Mas nisso de falar da história deles o Tavinho disse que o Flamengo é um filho, um apêndice do Fluminense. Por causa daquela história que você me contou, do time deles que fundou o nosso.
    – [expressão de enfado, de quem terá que parar de ler o jornal]. Filho, vem cá…
    – Isso não é verdade, né?

    – Você precisa parar de dar conversa pra esse pessoal. Vamos lá. Como alguém pode ser filho de outro se é mais velho que esse outro?
    – Como assim?
    – O Fluminense foi fundado em 1902. O Flamengo é de 1895. Então, se o Flamengo é mais velho que o Fluminense, como pode ser seu filho?
    – Mas o Tavinho falou…

    – Esquece essa merda de Tavinho. Você tá bolado por causa da história do futebol, não é isso?
    – Pois é, porque nosso primeiro time era o time deles…
    – Então, está muito certo. Chega aí porque vou contar uma história pra você.
    – [expressão de ansiedade, de quem vai ouvir uma revelação importante]. Opa, pode mandar.

    – Há muito tempo atrás, lá pros idos de mil oitocentos e bolinha, alguns jovens de classe média alta, que as famílias mandavam pra estudar na Europa, começaram a voltar com algumas novidades do “Velho Mundo”.

    – Até aí, nada de novo. Até hoje é assim.
    – Pois é. Mas na época a grande novidade eram alguns esportes que começavam a ser criados e a ganhar popularidade por lá. Especialmente na Inglaterra.
    – Certo.
    – Um desses esportes era o futebol.
    – Eita!

    Leia mais: Ter Everton Ribeiro é um luxo, ter Arrascaeta é um sonho, ter os dois é um privilégio

    – Então. Lá pelos idos de mil oitocentos e noventa e pouco, alguns rapazes brasileiros chegaram ao Brasil trazendo bolas e equipamentos pra jogar futebol. Você já deve ter ouvido falar do Charles Miller.
    – [apertando os olhos e enfim lembrando, após certo esforço] Aquele do bigodão?
    – Isso, ele mesmo. Ele é considerado o precursor do futebol no Brasil.
    – Tá, mas e o Flamengo com isso?

    – [suspirando] Calma, porra! Vocês jovens são muito apressados. Pois, o Charles Miller embora tenha sido o primeiro (segundo a história mais contada, mas isso não vem ao caso), ele não foi o único a desembarcar trazendo a novidade.
    – Hum.

    – Poucos meses depois, um carioca, filho de ingleses, chamado Oscar Cox, também chegou ao Brasil trazendo toda uma traquitana. Bolas, chuteiras, fardamento, livros de regras, enfim.
    – Certo. E o que o bigodudo fez em São Paulo, esse Cox aí fez no Rio.

    – Mais ou menos isso. Chamou uma turma, explicou as regras e armou uma pelada. O pessoal gostou, então as peladas se tornaram frequentes, começou a juntar gente, tudo querendo saber como era, como não era, a coisa foi crescendo, então começaram a marcar matches…

    – Matches?
    – É, jogos. Começaram a marcar jogos contra a colônia inglesa (os caras já jogavam futebol em seus clubes fechados), enfim, tomou-se uma dimensão maior. Já não era mais só uma pelada de uma galera. O jogo alastrou-se tão rápido que não demorou muito o grupo do Cox já estava viajando pra fazer amistosos em São Paulo, contra o pessoal de lá.
    – Maneiro.

    Veja também: Os 40 anos do título brasileiro de 1980, parte 1: tempo de mudanças

    – Então, chegou uma hora que a turma do Cox já não estava mais conseguindo dar conta de marcar jogos, providenciar campos, manter os uniformes limpos, comprar bolas novas, essas coisas.
    – Entendi. Aí resolveram criar uma empresa.

    – Quase isso. Lembre que estamos em mil novecentos e bolinha. Não se fundava empresa pra praticar esporte. E sim agremiações. Ou clubes.
    – Hum… Então o Cox e sua galera criaram um clube pra jogar futebol.

    – Meio isso. Foi em 1902, depois de muito tempo de discussões, convocações, reuniões canceladas, enfim. Iria se chamar Rio FC, mas tiveram um problema com o registro desse nome, então escolheram Fluminense FC.
    – O Fluminense?
    – Sim, ele mesmo.

    – Certo. Até aqui tá sussa. Só não entendo uma coisa.
    – O que?
    – Por que o Flamengo, se era mais velho, já não tinha então um time de futebol?
    – Porque na época o esporte “das massas” era o Rowing.
    – Nunca ouvi falar nesse rouin aí.

    – Foi mal. Empolguei. Rowing era Remo em inglês. Então, o esporte “popular” era o remo. Os principais clubes do Rio eram voltados para a prática de regatas. Em muitos domingos, organizavam-se regatas na Enseada de Botafogo, ou em Niterói, e juntava gente de tudo que é canto pra assistir.

    Confira: Sete grandes nordestinos que marcaram época no Flamengo

    Eram eventos que duravam a tarde toda. Os remadores tinham uma aura de super-heróis, as boas famílias estimulavam seus filhos homens a praticar o remo, as mocinhas suspiravam…

    Clubes como Flamengo, Botafogo, Vasco, Icaraí e Gragoatá, entre outros, dividiam as vitórias nas regatas. Então, o futebol, que na época estava começando a nascer, ainda não chegava perto de ter o mesmo prestígio. Isso só iria mudar algumas décadas depois.

    – Legal. Não consigo imaginar uma corrida de barcos tendo esse sucesso todo. Mas e o Flamengo com o Fluminense? Chega que horas?
    – Não adianta ter pressa. Preciso falar desses detalhes pra você entender a história toda.
    – [resignado] Tá bom, tá bom. Continua, então.

    – Então, como estava dizendo, depois de muitas idas e vindas conseguiram juntar 20 pessoas na casa de um deles. O Horácio. E, na casa do Horácio, deu-se a reunião que tratou da fundação do Fluminense FC.
    – [meio entediado] Arrã.
    – Daí que a casa do Horácio ficava na Rua Marquês de Abrantes 51, Flamengo.

    – [dando um salto, brilhando o olho] Cumequié? Você está me dizendo que o Fluminense foi fundado no Flamengo?
    – Isso mesmo. Aliás, a casa do Horácio não era muito distante da casa do Nestor, que foi a primeira sede do Flamengo.
    – Tá ficando interessante…

    – Tem mais. Como eu dizia, vinte pessoas participaram da reunião de fundação do Fluminense. Trataram da ata, do escudo, do uniforme, que seria cinza e branco, da bandeira…
    – Tá bom, tá bom. Vá pros finalmentes logo!

    – Peraí, moleque! A reunião foi presidida por um sujeito chamado Manoel Rios.
    – Arrã.
    – Daí que o Manoel Rios, que presidiu a reunião de fundação do Fluminense FC, era Sócio do Flamengo.
    – [eufórico, gritando] É O QUÊ?
    – Repetindo. O presidente da mesa da reunião de fundação do Fluminense FC se chamava Manoel Rios, associado do Flamengo.

    – Mas isso é FANTÁSTICO. Vou ligar pro Tavinho AGORA. Ele tá f…
    – Calma que não acabou. O Manoel Rios não era o único.
    – Agora desembola logo. Quero todos os detalhes. Mesmo esses mais chatos [risos].

    – É assim que você me agradece, moleque? Pois bem. Além do Manoel Rios, outros dois associados do Flamengo participaram dessa reunião. Arthur Gibbons e Virgílio Leite.
    – Esse Virgílio Leite não me é estranho…
    – Virgílio Leite era o Presidente do Flamengo na época.

    – [enlouquecido] Peraí, agora tu tá de sacanagem. O PRESIDENTE DO FLAMENGO TAMBÉM FUNDOU O FLUMINENSE?
    – Me respeite, moleque! É isso aí. Com todos os efes e erres.
    – [gritando como num gol] PORRA, AGORA NINGUÉM ME SEGURA. VOU SAIR DAQUI VOADO, E É AGORA!
    – Só mais um pouco. Estou quase concluindo.

    – [mais calmo] Foi mal. É que não esperava essa história. Nunca tinha ouvido falar disso.
    – Bem, não vai ser da boca de um tricolor que você vai ouvir, né?
    – [risos]

    Leia também: O Flamengo quer fazer um favor ao Brasil, mas terá que brigar muito para conseguir

    – Enfim, em 1902 o Presidente do Flamengo era o Virgílio Leite. A essa época, com as várias vitórias nas regatas e o aumento do prestígio, o número de associados do Flamengo já vinha aumentando progressivamente. Então, o Virgílio Leite colocou em votação e aprovou a mudança de nome da agremiação. Mudou a denominação de Grupo de Regatas para Clube de Regatas do Flamengo, nome que permanece até hoje.

    – [balbuciando] Maneiro. O Presidente do Flamengo. Fundou o Fluminense…

    – Ainda há uma história com o Virgílio Leite. Ele seria Presidente do Flamengo em outras ocasiões (na época o mandato durava um ano). Uma delas foi justamente em 1911, quando o pessoal do Fluminense brigou com o clube e veio pedir teto ao Flamengo. Aí o resto é a história que você já conhece. Pois, o Presidente do Flamengo que criou a Seção de Desportos Terrestres (Futebol) foi o Virgílio Leite.
    – Impressionante.

    – Aliás, os outros dois sócios do Flamengo de que falei, que fundaram o Fluminense, também foram Presidentes do Flamengo. O Arthur Gibbons sucedeu o Virgílio Leite em 1903 e o Manoel Rios presidiu o rubro-negro em 1905.

    – Carai, quer dizer que três Presidentes do Flamengo fundaram o Fluminense…
    – Isso mesmo. E ainda há uma história interessante. Em 1906, um dirigente chamado Francis Walter acumulou as Presidências dos dois clubes. Foi, ao mesmo tempo, Presidente do Flamengo e do Fluminense.

    – Tô achando muito misturado isso aí. Como alguém vai ser presidente do rival?
    – É que na época os dois clubes não eram rivais. Na verdade, consideravam-se extensão um do outro. Lembre-se que a prática de esportes era algo restrito a jovens de classe média alta, universitários, essas coisas.

    Então, muita gente remava pelo Flamengo e jogava futebol pelo Fluminense, frequentava as duas sedes, enfim. Como os clubes ficavam mais ou menos próximos, isso era facilitado. Mas aos poucos o Fluminense foi assumindo um caráter ainda mais elitista, enquanto o Flamengo se pautou pela irreverência, pela galhofa, pelo improviso.

    – E a rivalidade?

    – A rivalidade só começou a aparecer no futebol. Em qualquer esporte, para existir rivalidade, é necessário o duelo, o confronto. Enquanto um era do remo e o outro do futebol, tudo era amor. Depois que ambos passaram a dividir títulos no futebol, a relação passou a ser outra. Até porque o Flamengo já “chegou chegando”, foi logo ganhando dois títulos, impôs ao Fluminense, que nadava de braçada, um jejum de campeonatos… Enfim, essa era a história que eu queria lhe contar.

    – Pô pai, valeu mesmo. Espera até a galera saber disso. Nunca mais Tavinho vai se criar.
    – Pois é. Toda vez que alguém vier com esse papo de “pai, filho”, lembre-se do que eu lhe falei.
    – Não vou esquecer. Fui! [e sai apressado]
    – Esses garotos… [sorri e volta a ler seu jornal]

  • Elenco do Flamengo treina em dois períodos enquanto torcida pede para Carol Portaluppi trazer Renato Gaúcho

    Após anunciar amistoso contra o Atlético Goianiense, o Flamengo volta aos treinos no ninho nesta quarta

    Após confirmar que enfrentará o Atlético Clube Goianiense no próximo sábado (07) em um amistoso que celebrará os 81 anos do clube goiano, partida que será realizada no Estádio Olímpico, em Goiânia, cujos ingressos já estão à venda, o elenco retornou às atividades no ninho com treinos na parte da manhã e da tarde. Este último sendo aberto à imprensa. De manhã, às 9h, os jogadores realizaram exercícios de força, seguidos de treino coletivo com a participação de atletas do sub-20 do clube.

    A equipe sub-9 do rubro-negro observou os profissionais darem início ao treinamento da parte da tarde, que começou às 16h. Após o primeiro trabalho, que teve como foco exercícios de coordenação e abertura de passada, a equipe realizou treinamento tático, terminando em um breve treino em campo reduzido. As atividades serão retomadas na parte da tarde desta quinta-feira.

    Fla procura Renato Gaúcho, afirma jornal

    Os treinos seguem sendo com o interino Maurício Barbieri, que sonha com uma chance de ser efetivado. Entretanto, o nome de Renato Gaúcho, que já era forte na torcida, ganha força também nos bastidores do clube após o treinador gremista declarar que conversaria com o Flamengo sob a exigência de ter dois anos de contrato, além da parte salarial que poderia variar entre 900 mil e 1 milhão de reais. O valor incluiria também seu auxiliar, Alexandre Mendes.

    A informação foi divulgada pelo jornal “Extra”, que afirma que a negociação deu importante passo durante contato informal. O Flamengo aguarda o técnico se definir com o Grêmio. Outra curiosidade é que a Nação Rubro-Negra, como já se tornou costume nas especulações, invadiu o Instagram, desta vez da filha de Renato, Carol Portaluppi. Os torcedores pediam, em tom de brincadeira, que a gaúcha trouxesse o pai para o Rio de Janeiro.

     

    Imagem destacada no post e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo
     


     


  • A coragem do Flamengo durou menos de 24 horas

    Há cerca de vinte anos, no final da década de 1990 portanto, eu viajava periodicamente à cidade de Vassouras, no interior do Rio de Janeiro, por motivos profissionais. Durante a estadia, costumava me refestelar com uma prosaica iguaria servida no restaurante de um dos principais hotéis da simpática cidade. O acepipe consistia de uma lajota de picanha servida inteira sobre uma chapa ardente, com um garçom, facão às mãos, retalhando-a em delgadas lâminas que, após grelhadas, rapidamente migravam aos pratos dos comensais. Eu fazia questão de indicar meu ponto preferido entre “cru” e “semicru”, algo como uns dois pontos antes do malpassado. Até hoje me recordo do arrepiante ímpeto selvagem com que eu me entregava ao ritual de destroçar com os dentes aqueles tenros nacos de carne, que gotejavam um orvalho que tingia e umedecia de um rubro cintilante a pequena colina de farofa que, margeando o prato, prestava-se a escoltar a primitiva refeição. Uma sensação que emanava das entranhas e suscitava ondas de uma agressividade outrora reprimida, represada, mitigada. Pupilas dilatadas, boca salivando, uma incontrolável gana de arrebentar, espicaçar, esfacelar, numa espiral que desconhecia os limites do razoável. Ali eu me sentia, em toda a plenitude de minha existência, um animal.

    No blog: De anjinhos e diabinhos

    Sensação semelhante irrompeu na quinta-feira próxima passada, quando o CR Flamengo anunciou a demissão de alguns integrantes do Departamento de Futebol. Com efeito, a saída de Rodrigo Caetano, Carpegiani, Mozer e Jayme de Almeida, entre outros, fez rebentar um espasmo de irrefreável euforia, algo catártico, quase tribal, tendo em vista a perspectiva da inevitável e infalível imagem metafórica das cabeças sendo cortadas pela afiada lâmina dos justos. Enfim a voz da torcida, materializada nas declarações do vice-presidente Ricardo Lomba, revestiu-se em eventos de efeito prático. Parecia que, finalmente, o CR Flamengo seria sacudido por um fato novo. Parecia.

    Durou menos de vinte e quatro horas. Após danças, contradanças, declarações oficiais, notícias “vazadas” e toda uma sorte de artifícios e artimanhas políticas, resolveu-se desdizer o dito, retratar-se com os “ofendidos”, ratificar o “caminho certo”, celebrar missas pelas almas que se foram (numa arrogante e vã tentativa de romantizar a incompetência), e deixar bem claro que o Futebol do CR Flamengo segue nas mãos de quem sempre esteve, mantendo-se as mesmas prerrogativas e conceitos. E, ao torcedor, restou a amarga indigestão do jantar servido na véspera, a ilusão das mudanças dissipando-se em uma densa bruma.

    Seria repetitivo e redundante discorrer, pela noningentésima vez, acerca das evidentes limitações do Presidente do CR Flamengo, no que concerne à sua nervosa insistência em demonstrar a mais remota capacidade de liderar a condução do futebol do clube. Desprovido de preparo técnico, incapaz de exarar alguma análise minimamente lúcida sobre desempenho e resultados esportivos, eivado de conceitos de gestão de pessoal que soterram a mais tênue pretensão de espraiar um ambiente competitivo e voltado para conquistas, dado a práticas de ingerência e intervenção que mitigam a atuação de alguns subordinados, enquanto desfere ampla liberdade de ação a outros profissionais igualmente despreparados e órfão do mais caro atributo inerente a um comandante, a prerrogativa de avaliar a necessidade de correção de rumos, tudo isso envolto em uma pétrea convicção de infalibilidade que o faz refratário a críticas, nas quais enxerga invariavelmente falta de espontaneidade. Sigam o chefe, ou não são rubro-negros. E nisso estagnamos desde 2010.

    No entanto, apesar das idiossincrasias do mandatário e sua cada vez mais restrita entourage, é inegável que o passaralho de quinta abriu severas lacunas no Departamento de Futebol (outras não tão severas, é verdade). De formas que se faz necessário entender qual o tipo de rumo a ser seguido doravante. Porque sair limando Araújos e Caetanos é algo que reconforta, aquece mentes, corpos e corações, qual um linimento para almas inquietas. No entanto, saciados os angustiados instintos, resta à mesa a inescapável questão: e agora?

    Buscar reparar as deficiências do elenco recorrendo ao mercado ou à base? Enfim estimular de fato a transição de alguns jovens nitidamente talentosos? Como lidar com focos de acomodação no plantel? Eliminar maçãs podres ou procurar enquadrá-las? Como minimizar o risco de erros em contratações? Como aproveitar jogadores como Trauco, que brilha na Seleção Peruana mas simplesmente não rende no Flamengo? Buscar um trabalho de longo prazo ou perseguir resultados de imediato? Investir numa comissão técnica mais experiente ou privilegiar profissionais sintonizados com práticas mais modernas? Apostar num estrangeiro ou seguir com um treinador “da terra”? Como adequar as características dos principais jogadores do elenco dentro do escopo de uma equipe titular competitiva? Quais as estratégias de aproveitamento e rodagem do elenco diante da perspectiva de empilhamento de jogos pelo Brasileiro, Libertadores e Copa do Brasil? Qual a expectativa de aproveitamento de Vinícius Júnior e, em caso de saída imediata, como será reposta? O que fazer com nomes como Lucas Paquetá, diante do iminente assédio de clubes europeus? Esforçar-se para retê-lo ou render-se à segurança de uma robusta proposta? O que, concretamente, fazer com Guerrero?

    São questões que se multiplicam, e com as quais o clube terá que se deparar em curto prazo. Independente do caminho que se resolva seguir, o que se requer é que a Diretoria do CR Flamengo o trilhe com convicção. Certeza. Foco. E, principalmente, a energia e o discernimento tão necessários para o desenvolvimento de eventuais ações corretivas e punitivas que se apresentarem como necessárias. Sempre as haverá.

    No entanto, não há nenhum traço de elemento objetivo que nos convide a nutrir a mais remota suposição de que as escolhas, as opções e as definições de rumo do Futebol do Flamengo deixarão de se revestir intoxicadas pelo paternalismo, pelo corporativismo, pela leniência, pela promiscuidade com subordinados, pela complacência bovina diante das derrotas, pelo voluntarismo e pela pubescente necessidade de embolsar o monopólio da razão. E, agrilhoado, o Flamengo seguirá asfixiado pela corrosiva atmosfera da derrota, do subterfúgio, da teoria do acontecido, a alma estilhaçada pela mais cruel e melancólica demonstração de rejeição de sua gente: a indiferença.

    Só que, no momento certo, o Flamengo e toda sua massa, seu povo, sua Nação, saberão responder. E, diante daqueles que lhe emperraram a glória, irá se debruçar faminto, olhos injetados de sangue, a boca seca, as veias latejantes, as vestes empapadas de um esfomeado suor. E então histórias, reputações e biografias se reduzirão a meros pedaços de carne, prontos para serem dilacerados pela enfurecida horda de feras famintas pela alma que lhes foi sequestrada. Que lhes foi negada.

    E desse banquete emergirá um Flamengo que nunca mais será o mesmo.
     

    * * *

    Boa semana a todos,
     

    Imagem destacada no post e redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo
     


    Adriano Melo escreve seus Alfarrábios todas as quartas-feiras aqui no Mundo Bola e também no Buteco do Flamengo. Siga-o no Twitter: @Adrianomelo72.


     

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  • Brasileiro Feminino 2018: Flamengo/Marinha estreia contra o Santos

    Na noite dessa terça-feira (3), a CBF divulgou o regulamento e a tabela detalhada do Campeonato Brasileiro Feminino A1 2018. Nesta temporada, assim como em 2017, o Flamengo/Marinha encontra-se no grupo 2, juntamente de Vitória-PE, Foz Cataratas/Coritiba-PR, Rio Preto-SP, Santos-SP, Portuguesa-SP, Audax-SP e Ponte Preta-SP. A competição terá início no dia 25 de abril e encerramento no dia 24 de outubro.

    Tabela do Flamengo/Marinha

    Dos 14 jogos na primeira fase, dez serão contra clubes paulistas, dois no Sul e dois no Nordeste. Abaixo, temos a tabela da equipe nessa primeira etapa, onde podemos perceber que o grupo é muito parecido em relação à 2017, onde Audax, Vitória de Santo Antão e Portuguesa são as “novidades”. O Mengão estreia no dia 25, contra o Santos, na Vila Belmiro, às 15h.

     

     

    Os jogos como mandante, a princípio, serão realizados na Gávea, podendo haver alterações.

    Sistema de disputa

    Na primeira fase da competição, as equipes do mesmo grupo enfrentam-se em turno e returno. As quatro melhores, avançam às quartas de finais, após isso, mata-mata com jogos de ida e volta. O campeão, além do troféu, garante vaga na Libertadores da América Feminina 2019.


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  • Diretoria sabia que Rueda queria sair desde o fim de 2017

    Todo trabalho ruim tem seu preço. Num momento em que diante da falta de resultados positivos a diretoria do Flamengo promove uma tardia, porém necessária reformulação no departamento de futebol do clube, mais um fato surge à tona para aumentar o tamanho da falta de planejamento do futebol do clube. Em entrevista ao Sportv, na tarde dessa terça-feira (3), Paulo César Carpegiani afirmou que os dirigentes sabiam do desejo de deixar o time do até então técnico Reinaldo Rueda ao fim da temporada de 2017.

    O agora ex-jogador e mais uma vez ex-técnico do Flamengo também afirmou que não tinha certeza se desempenharia um bom trabalho como coordenador técnico, função para a qual foi inicialmente contratado por Rodrigo Caetano. “Eu não sei se me daria bem na função de coordenador técnico. Talvez eu não tivesse nem aceitado, com toda sinceridade. Acertou-se essa possibilidade (de ser técnico do Flamengo) porque, no final do ano, o Rueda já estava decidido a não ficar”, afirmou Carpegiani.

    As palavras do treinador demitido põem abaixo as afirmações que o presidente Eduardo Bandeira de Melo fez no final de 2017 em entrevista ao canal Fox Sports. Quando questionado se sabia de algo sobre a saída do técnico colombiano, o mandatário se mostrou convicto na continuidade de Rueda no Flamengo, em 2018. “Olha, eu só vi na imprensa, se for verdade é sinal que a Federação Chilena tem muito bom gosto para escolher os seus profissionais, mas eu acho que ele vai ficar conosco mesmo. O Flamengo não sabe absolutamente nada e sabe que o Rueda vai passar Natal e Ano Novo com os seus familiares e vai voltar para fazer um grande 2018 com o Flamengo”.

    O resto da história o torcedor já conhece: Rueda foi treinar a seleção do Chile. Carpegiani, que tinha sido trazido para ser coordenador, foi improvisado como técnico, e terminou por não durar nem quatro meses no cargo. Agora o Flamengo corre contra o tempo para conseguir o nome ideal e tentar salvar uma temporada em que já na largada o planejamento deu lugar ao improviso. Há alguns nomes na pauta da diretoria e, como foi apurado pelo Mundo Bola, o argentino Eduardo Berizzo é um deles.

    Foto em destaque: Luciano Belford/Frame/Folhapress


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  • Tô de bode

    Saudações, Rubro-Negros!

    Devo confessar que estou meio de saco cheio de falar do nosso Flamengo. Anda me faltando prazer para isso, e já não é de agora. Guardadas as devidas proporções, me sinto tão frustrado quanto ao falar de política, por exemplo, e tenho a impressão de que não estou fazendo mais do que perder meu tempo, que é precioso, muito embora às vezes não pareça ser.

    O assunto que mais abordei aqui nessa coluna até hoje foi o da falta de rubronegrismo que se instalou no futebol — justo no futebol — do clube nos últimos dois anos, principalmente. E aí, quando vi os acontecimentos da semana passada, as consequências da derrota para o Botafogo e a eliminação no Carioca, saiu de mim o pouco de dúvida que ainda restava sobre a total falta de rumo da nossa direção. É definitivo, camaradas: eles não têm a menor ideia do que estão fazendo. A administração do futebol do Fla é tão aleatória quanto o futebol praticado em campo.

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    Obviamente não abandonarei o time, não deixarei de assistir aos jogos e continuarei pagando meu ST. Mas daí a estar animado e tentado a me envolver mais com os jogos vai uma distância considerável. Nem mesmo os gols que o Flamengo marca, nem mesmo uma vitória como aquela sobre o Emelec são capazes de mudar esse atual estado de espírito.

    O Flamengo desses últimos tempos tem me feito ter preguiça de Flamengo. O mínimo esforço já parece muito quando comparado ao que tenho recebido de volta, e olha que eu nem faço questão de tanta coisa assim. Só não posso é ficar indiferente diante do fato que esse Flamengo de hoje não é o meu Flamengo, o Flamengo pelo qual me apaixonei, que me fazia encarar os maiores perrengues para vê-lo de perto. E não foram poucas as vezes em que saí puto, arrependido e jurando nunca mais voltar. Mas sempre voltava, porque mesmo quando as coisas não saíam como eu queria, ao menos me via representado e via que a minha indignação era compartilhada por quem estava lá dentro, também. De alguma forma estamos perdendo isso, e, pessoalmente, não sei dizer nem por onde uma mudança ou uma nova readequação deveria começar. Eu estou no escuro, mas isso não vai mudar o destino do Flamengo; muito pior é perceber que os únicos capazes de empreender essa readequação também não parecem saber muito bem como fazê-lo, e tenho sérias dúvidas sobre se de fato são capazes. Dúvida que, como era de se esperar, só tem crescido a cada nova pataquada do Bandeira e sua galera.

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    Fabiano Torres, o Tatu, é nascido e criado em Paracambi, onde deu os primeiros passos rumo ao rubronegrismo que o acompanha desde então. É professor de idiomas há mais de 25 anos e já esteve à frente de vários projetos de futebol na Internet, TV e rádio, como a série de documentários Energia das Torcidas, de 2010, o Canal dos Fominhas e o programa Torcedor Esporte Clube, na Rádio UOL. Também escreve no blog Happy Hour da Depressão

  • Diogo Linhares é o novo preparador físico do Flamengo

    O Flamengo continua correndo contra o tempo para preencher as lacunas abertas na comissão técnica após a reformulação do departamento de futebol. Após anunciar Carlos Noval como novo diretor executivo, agora fecha a contratação do preparador físico Diogo Linhares, que estava no Sport Recife.

    Linhares chegou ao time pernambucano em maio de 2017, após convite de Vanderlei Luxemburgo, que assumia o Leão naquele momento. O trabalho desenvolvido por ele foi bem visto por todo o departamento de futebol. Mesmo com a demissão do técnico, em outubro do ano passado, Diogo foi o único levado a Recife por Luxemburgo a continuar no time.

    HISTÓRICO

    Diogo de Borba Linhares é formado em educação física pela UFRJ, com pós-graduação em Treinamento Desportivo pelo Universidade Gama Filho. Começou sua carreira nas categorias de base do próprio Flamengo, onde esteve entre 2003 e 2010, e também preparou o time profissional entre os anos de 2010 e 2011. Diogo também tem passagens pelo sub-17 e sub-20 da Seleção Brasileira, entre 2008 e 2010. Saiu do Flamengo para integrar a comissão técnica da Seleção da Arábia Saudita (2011 e 2012). Logo após foi para o Al Shabab Al Arabi Club (2012 a 2014), dos Emirados Árabes. Entre 2016 e início de 2017 ele esteve no Tianjin Quanjian, da China, e retornou ao Brasil como preparador físico do Sport.


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  • Joia rubro-negra, Reinier é eleito melhor jogador em torneio na França

    Em alta! Assim podemos definir a jovem carreira do meia-atacante Reinier, de 16 anos. Considerado um dos mais promissores atletas da base rubro-negra, o jogador segue se destacando, seja no Flamengo ou com a Seleção Brasileira. O mais recente feito aconteceu em solo francês.

    Reinier recebeu o prêmio de melhor jogador do Torneio de Montaigu, após a participação da Seleção Brasileira Sub-17 na competição. A Canarinho ficou com o vice-campeonato depois de empatar 4 a 4 com Portugal no tempo normal e perder por 4 a 2 nos pênaltis.

    Durante a competição, Reinier balançou as redes em quatro oportunidades. Na goleada de 8 a 1 diante de Camarões, anotou dois gols; decretou o empate em 3 a 3 com a Inglaterra, o que colocou o Brasil na final; já na decisão, marcou o primeiro tento do empate em 4 a 4 com a Seleção Portuguesa. Na disputa de pênaltis, Reinier não desperdiçou sua cobrança.

    Além de Reinier, os rubro-negros Gabriel Noga, Daniel Cabral e Pedro Arthur participaram da campanha do Brasil no Torneio de Montaigu.

    Saiba mais sobre o jogador

    Camisa 10 clássico, com boa chegada ao ataque e ótima visão de jogo, Reinier foi um dos destaques da equipe infantil em 2017. Foi o artilheiro do Estadual Sub-15, anotando 25 gols em 25 jogos, na campanha que culminou com o vice-campeonato do Flamengo. O jogador também participou da conquista da Copa Brasil Votorantim, principal torneio da categoria. Apesar da medalha de prata na Copa da Amizade Brasil-Japão, o meia também terminou a competição como artilheiro, marcando seis gols.

    Já no final do ano, Reinier marcou sete gols em oito jogos, sendo o artilheiro e eleito craque da Cruzeiro International Cup. Na ocasião, o atleta fez um “hat-trick” e deu uma assistência na vitória por 4 a 0 sobre o Internacional, na grande decisão.

    O bom desempenho ao longo da temporada lhe rendeu diversas convocações à Seleção Brasileira. A mais importante delas foi para disputa do Sul-Americano Sub-15, na Argentina, onde ficou com o vice-campeonato, mas foi um dos destaques da competição.

    Reinier assinou recentemente o seu primeiro contrato profissional com o Flamengo. O vínculo tem validade até 2021.

    Foto: Reprodução/Twitter Mondial Montaigu


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