Autor: diogo.almeida1979

  • Principal jogador da equipe na última temporada, Marquinhos renova por dois anos

    Cestinha e melhor jogador do Orgulho da Nação na última temporada, Marquinhos teve seu contrato renovado por dois anos com o Flamengo. Após a chegada do novo comandante rubro-negro, Gustavinho, o ala está confirmado para a próxima temporada, se juntando aos pivôs, Anderson Varejão e João Vitor. O Mais Querido vive um processo de renovação da categoria após a troca de treinador e a aposentadoria do eterno ídolo, Marcelinho Machado.

    “Estou muito feliz com o contrato renovado, cheio de energia e pronto para continuar vestindo o Manto Sagrado, pela sétima temporada. Estou muito motivado, com vontade de continuar ganhando títulos, e conto muito com a força da Nação ao meu lado”, declarou o atleta ao site oficial do clube.

    Apesar de não ter conquistado nenhum título na temporada, Marquinhos demostrou seu valor, liderando as estatísticas de pontos, com uma média de quase 18 pontos por partida (17.9), além do seu espírito de liderança na quadra, com atuações decisivas e chamando sempre a responsabilidade. O atleta terminou a temporada com 118 assistências, sua segunda melhor marca com o Manto Sagrado, tendo também um excelente aproveitamento nos arremos de dois pontos com 60,8% de aproveitamento.

    “O Marquinhos é um dos melhores jogadores do Brasil, sem dúvidas. Foi um líder nas seleções que eu estive, incluindo aí a Olimpíada. É um líder no Flamengo, um cara com muitos títulos e com muita história dentro do clube, que merece ser valorizado. Apesar dos muitos títulos que ele já conquistou, ele ainda está com muita gana por mais glórias dentro do clube. Portanto, é um prazer poder contar com o Marquinhos pra próxima temporada”, comentou o novo técnico, Gustavinho.

    Marquinhos vai para a sua sétima temporada pelo time da Gávea. O ala chegou ao clube em 2012 e começou com tudo, tendo uma sequencia de 20 vitórias no Novo Basquete Brasil, culminando no título da competição, além do prêmio de MVP das finais. De lá pra cá, diversas conquistas e algumas decepções, o Flamengo conquistou a Liga das Américas, o Mundial e mais alguns torneios nacionais, mas as últimas duas temporadas resultaram em eliminações da categoria, como a queda nas quartas de final do NBB 2016/17 para o Pinheiros, por 3 a 2, de virada, e o vexame na Liga Sul-Americana, sendo derrotado jogando no Rio de Janeiro.

  • Lomba diz não ter proposta para saída de Cuéllar; uma possível chegada de Walace não tem relação

    Confirmada sua não ida para a Copa do Mundo na Rússia, o volante colombiano Gustavo Cuéllar é a grande novidade no meio-campo rubro-negro para o confronto diante do Fluminense, em Brasília, na próxima quinta-feira (07), às 20h.

    No entanto, o retorno do jogador após três jogos fora do time, não é o que movimenta os debates nos programas esportivos e entre torcedores. Vivendo seu melhor momento no clube, a possível transferência para o mundo árabe deixou boa parte da torcida em pânico.

    A especulação começou quando Cuéllar seguiu o Instagram do Al Hilal, time da Arábia Saudita. A ação, bastante incomum, não passou despercebida pelos torcedores que acompanham de perto os passos do jogador nas redes sociais. O Esporte Interativo publicou matéria com informações vindas diretas do staff do atleta confirmando o interesse dos sauditas.

    De acordo com a reportagem, o staff de Cuéllar não negou o sondagem. E que os envolvidos na gestão da carreira do jogador sempre transmitem imediatamente aos dirigentes do Flamengo qualquer interesse de outro clube. Alguns dias atrás, o mesmo Al Hilal teria demonstrado interesse no atacante Roger Guedes, do Atlético Mineiro.

    O Mundo Bola entrou em contato com o vice-presidente de Futebol Ricardo Lomba na tarde desta terça-feira. O dirigente negou qualquer tipo de negócio com o Al Hilal para a transferência do volante, que está em lua-de-mel com a Nação Rubro-Negra.

    – Não recebemos nada -, disse Lomba, afastando qualquer outro questionamento a respeito do assunto.

    Walace pode pintar como o primeiro reforço

    A ausência de uma oferta oficial ou até mesmo uma sondagem superficial por Cuéllar, não atrapalha uma possível vinda do ex-gremista e campeão olímpico Walace. É o que a nossa reportagem conseguiu apurar de uma pessoa muito próxima do Futebol do Flamengo.

    O VP não confirmou qualquer tipo de acordo com o jogador. Atualmente Walace atravessa uma espécie de fase de litígio com os alemães do Hamburgo, após seguidas demostrações de desinteresse em continuar atuando na equipe.

    Baiano de 23 anos, Walace demonstra forte desejo de fechar com o Fla desde o início desta temporada. Na ocasião, o negócio só não foi fechado por conta da chegada do novo treinador que demonstrou interesse em contar com volante.

    O Flamengo tenta convencer o Hamburgo a aceitar uma proposta de empréstimo até fim de 2019, ou pelo menos até o fim da próxima temporada europeia que começa após a Copa, para que o atleta volte a ser valorizado no mercado europeu e seja revendido. Nos últimos dias a Sampdoria entrou no circuito e sinaliza com a compra dos direitos econômicos do jogador.
     

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo e Divulgação / Hamburgo

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  • Ninho da Nação analisa chegada de novo técnico e vitória diante do Corinthians

    Brasileirão 2018: Flamengo 1 x 0 Corinthians

     
    O Flamengo conseguiu mais uma vitória importante para se manter líder do Brasileiro com 20 pontos, após nove rodadas, abrindo quatro pontos de vantagem sobre os segundos colocados: Cruzeiro, Grêmio e São Paulo.

    Diante de quase 50 mil torcedores, o Rubro Negro venceu o Corinthians no Maracanã por 1 x 0, em mais uma tarde que referendou uma equipe organizada taticamente e crescendo de forma impressionante em sua coletividade.

    Sem tempo para treinar, jogando três vezes por semana, o que Barbieri está conseguindo executar dentro de campo é surpreendente. Além do evidente conjunto, é importante destacar uma equipe mais competitiva, brigando a cada jogo, com outra mentalidade.

    Parece também que as saídas dos inoperantes Fred Luz, Rodrigo Caetano e cia fizeram diferença.

    E quem foi ao Maracanã viu um novo Diego, um dos grandes nomes da vitória. Quando estava com expectativa pela seleção, o meia encarnou o personagem que o Tite criou para ele: o ritmista. Aquele que “ameaça, mas não dá o passe”, sugerindo que sua posição ideal seria a de segundo volante.

    Só que pela idade, o jogo real do Diego é atrás dos atacantes, chegando dentro da área. Talvez explique a má fase do atleta que, sonhando com a seleção brasileira, realizava uma função para agradar o Tite, e o seu desabafo, após não se convocado para a Copa do Mundo: se sacrificou em uma posição, muitas vezes jogando mal pelo clube que paga seu salário e, por fim, nem lembrado foi para disputar o Mundial.

    Agora Diego tem que pensar no Flamengo. E jogando lá na frente. Foram 48 passes com cinco finalizações. O mapa de calor do Footstats revela:

    Já é o segundo jogo seguido, pós não convocação, que Diego volta a ser o melhor em campo. Jogando de forma rápida, sem prender a bola, e perto da área adversária, tem tudo para voltar a ser aquele jogador que encantou a torcida.

    Contra o Bahia, o Flamengo chegou a ter 75% de posse de bola. Muitos atribuíram à fraqueza do adversário. Dessa vez, contra o Corinthians, o Rubro Negro chegou a ter 80% de posse. Não que reter a bola seja o principal objetivo, mas jogando diante de sua torcida, é imperioso se impor.

    A equipe criava pelos dois lados, chegava com perigo, mas sem conseguir a finalização perfeita pro gol. Novamente Dourado não conseguiu ser o atacante decisivo que se espera. Faltava aquela última finalização certeira.

    O Corinthians só foi ameaçar aos 30 minutos, com um chute de Jadson, que passou rente à trave.

    No segundo tempo a partida seguia tensa, já com a posse de bola mais equilibrada, no entanto, era o Flamengo com Diego de cabeça e cobrando falta, que levava mais perigo. No restante, a zaga paulista impedia a bola de chegar ao gol com interceptações.

    Era a tarde do Diego, que deixou de ser o jogador que desacelera um ataque, para romper a defesa adversária. E foi pela habilidade, deixando dois corintianos para trás, que rolou a bola para Paquetá pegar de primeira e, no rebote, o inesperado Felipe Vizeu colocar a pra rede.

    Não há dúvida que os jogadores compraram a ideia do Barbieri. Em coletiva, o treinador revelou que no curto de tempo entre sexta e sábado fez um ensaio sem a bola com os jogadores em campo, depois foi todo mundo para a sala de vídeo para assimilar a forma que deveriam jogar contra um adversário de um trabalho consolidado há tempo. E o time entendeu perfeitamente.

    São apenas seis gols sofridos. A metade contra a Chapecoense, com o time reserva e César no gol. Diego Alves levou apenas um gol nas últimas 11 partidas que foi titular. Não apenas por mérito do goleiro, mas de uma equipe que se propõe a recompor, que tem jogadores mais velozes na defesa e acompanham de perto o adversário.

    Só ontem foram 29 desarmes corretos. Com Jonas conseguindo sete, além dos 32 passes certos. Importante dizer que o volante levou cartão amarelo logo cedo, e mostrou que está mais maduro, sendo novamente um dos destaques em campo e sem ser expulso.

    Vitórias contra o Internacional, Atlético Mineiro e Corinthians são evidências de que o time está no caminho certo. Se será campeão? Difícil saber, mas a torcida sabe que dentro de campo é uma equipe diferente, mais organizada, com os jogadores bem posicionados e com fibra por cada vitória. A torcida também comprou a ideia.
     

    Basquete: Gustavo de Conti é o novo treinador do Flamengo

     
    Em 7 de novembro de 2017, na vergonhosa derrota para o time amador do Olimpia do Paraguai, em pleno Tijuca, pela Liga Sul-Americana de basquete, por 78 x 76, o blog pediu a imediata demissão do José Neto e a contratação de Gustavo de Conti, então no Paulistano.

    Ao final da temporada, em entrevista aqui no blog, o vice-presidente de esportes olímpicos do Flamengo, Alexandre Póvoa, citou o Paulistano como exemplo a ser seguido:

    Enfim, chegou a hora: Gustavo de Conti, atual campeão brasileiro, assinou com o Flamengo por duas temporadas.

    Agora o mercado começa a pegar fogo pra valer.
     

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

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  • Quando verdadeiramente vamos poder dizer que “Somos uma Nação”?

    Por Daniel Pedrini
     
    Há muito tempo penso em escrever sobre a redefinição do relacionamento do Flamengo com seus torcedores, implicando em toda a remodelação do que temos hoje no nosso programa de Sócio Torcedor. Esse texto será longo, pois pretendo falar muito do que esse tema engloba. Vamos começar.

    Slogan

    Toda grande marca no mundo tem um slogan, algo que define em pouquíssimas palavras a empresa, podendo ser algo momentâneo ou algo mais permanente.

    O slogan dita a tendência da marca. Todas as ações, produtos e comportamento são direcionados através do slogan. Exemplos são HP com “Invent”, Nike com “Just Do It” e para clubes de futebol temos o Barcelona com “Mais Que Um Clube”, que o engaja também na causa Catalã, fazendo com que os seus torcedores sintam realmente que eles possuem os mesmos pensamentos.

    Somos uma Nação

    Nada mais Flamengo do que dizer que somos uma nação. Esse, sem sombra de dúvida tem que ser nosso slogan. Ele representa muito, pois causa um sentimento que extrapola o fato de apenas torcer para nosso time, mas traz o sentimento de pertencer a uma nação de apaixonados, patriota do Flamengo, onde o simples fato de ser Flamengo nos orgulha.

    Hoje nós “Somos uma Nação”?

    De forma alguma. Não há nenhuma ação vinda do clube que leve a torcida a se sentir uma nação. Todo o sentimento de pertencer a um Nação parte exclusivamente da torcida. Podemos nos comparar a Palestina, onde o povo é uma nação mas sem um Estado constituído.

    Cabe aqui uma observação: estou sendo bastante lúdico no texto, mas isso é de propósito, pois o que irei descrever mais à frente, para cada ação, facilita criar um produto tangível, mensurável e monetizável.

    Flamengo – Somos uma Nação

    Para que possamos dizer que realmente “Somos uma Nação”, temos que mudar a forma de nos relacionamos com os nossos torcedores. Temos que olhar como um todo, desde os sócios do clube, sócios torcedores on-Rio e off-Rio, Torcedores on-Rio e off-Rio. Temos que entender como podemos chegar até cada um deles, saber quem são eles e como podemos interagir com eles.

    Para que o Flamengo interaja com sua Nação (a partir desse momento tratarei a torcida como Nação), temos que disponibilizar diversos meios para que isso ocorra como: Estádio, Casa Flamengo, Fast-Food do Flamengo, site institucional, redes sociais, televisão etc.

     

    Certidão de Nascimento Rubro-Negro

    A primeira forma de chegarmos aos torcedores é darmos a ele a Certidão de Nascimento Rubro-Negro. Sim, quando um rubro-negro nascer, ele tem que dispor de um documento, dizendo que ele é um rubro-negro desde o nascimento. A Certidão de Nascimento Rubro-Negro poderia ser solicitada tanto pelo site e aplicativo (atualmente descontinuado), com um custo para o torcedor. Duvido que um pai/mãe rubro-negro não faria questão de ter essa certidão assim que seu filho(a) nasça. Este documento também pode ser gerado no estádio do Flamengo, em dia de visitação.

    A Certidão não pode ficar restrita somente aos sócios torcedores ou sócios do clube. Ela tem que ser para todos, todos têm que se sentir rubro-negro desde o nascimento. E não pode ser um documento em PDF que geramos pelo site e a nação imprima. O documento tem que ser em papel timbrado, com a assinatura de um ídolo escolhido pelo torcedor, e enviado pelo correio, para que o mesmo guarde como sua verdadeira Certidão de Nascimento.

    Identidade Nação Rubro-Negra

    A Identidade Nação Rubro-Negra é um documento mais “útil” que a Certidão. Ela tem que ir além, pois passará a existir através do cadastro dos torcedores. É onde o Flamengo irá conhecer realmente seu torcedor, pois será através da identidade que a Nação vai acessar o Aplicativo Nação Rubro-Negra, será o cartão ingresso para acesso ao estádio, será o cartão usado para desconto nas redes credenciadas e ao Fast-Food do Flamengo, acesso a Casa Flamengo, etc.

    Não necessariamente para ter a Identidade Nação Rubro Negra o torcedor deverá ser sócio torcedor, mas é óbvio que os benefícios somente serão concedidos para quem é. Será uma forma do Flamengo começar a conhecer seu torcedor, saber quem ele é, onde mora, quais são seus hábitos de consumo, frequência de consumo, etc. De quebra ajuda a resolver o problema de cadastro dos que acessam o estádio em dia de jogo.

    Casa Flamengo

    A Casa Flamengo seria uma casa criada, em estilo de bar, mantida nas cidades de grande concentração de flamenguistas, no local seriam realizadas diversas atividades, como concentração para assistir jogos do Flamengo, encontro dos Consulados/Embaixadas, mesa-redonda da torcida com seus ídolos, exposição de troféus etc. A ideia de ser em estilo de bar, algo não muito requintado, é para que se tenha utilidade também em dias sem jogos. Um local barato, agradável, para encontro de torcedores. E, quem sabe no futuro, a possibilidade de serem locais de votação fora da Gávea.

    A Casa Flamengo tem que ser bastante ativa, ter bastante atividades que atraiam os torcedores. Nesse ponto existe a importância enorme dos Consulados/Embaixadas. Eles poderão ser os grandes responsáveis por atrair os torcedores (lembrando, ST ou não, isso não importa), recepcionando ídolos e promovendo eventos variados.

    O acesso à Casa Flamengo seria para todos, mas os Sócios Torcedores teriam desconto no consumo. O modelo de negócio pode ser através de rede própria do Flamengo ou franquia. E a forma perfeita do Flamengo chegar a seus torcedores off-Rio.

    Fast Food Flamengo

    Baseado-me no que o Grêmio fez no Rio Grande do Sul, a ideia é ter uma rede de lanchonetes espalhadas pelo Brasil para que os flamenguistas possam consumir. Seria mais uma forma do Flamengo interagir com a Nação.

    Estádio

    Essa é a forma primária do Flamengo interagir com a Nação. Nada como você ir ao estádio ver seu time batalhar e sair vitorioso. Mas olhar o estádio como sendo somente onde o time joga é um desperdício gigantesco. Isso porque podemos ter até mais de 4 jogos como mandante em 30 dias e não podemos usá-lo apenas nestes dias.

    Mas então o que fazer nos demais dias? O estádio tem que ser um local onde as histórias das grandes batalhas são contadas pelos próprios heróis. O que eu quero dizer com isso? O estádio tem que abrigar o Museu do Flamengo para visitação nos dias sem jogos, se possível todos os dias, e ainda, receber os protagonistas do passado e do presente em eventos para o público. O estádio tem que ser um ponto turístico do Rio de Janeiro, a cidade que mais recebe turista no Brasil, tanto estrangeiros quanto Brasileiros. O Flamengo tem que incluir nesta rota do turismo carioca.

    Além do museu, o estádio tem que ter uma área de recreação para brincadeiras entre público e convidados especiais. Uma mega loja para o visitante virar ST se assim desejar, tirar sua Identidade e Certidão de Nascimento Rubro-Negro. Enfim, um grande palco de interação com o torcedor.

    Redes Sociais

    Bom, essa área eu pouco posso falar, pois atualmente o trabalho é muito bem feito. E parece que o o crescimento é natural e sempre que possível boas ideias serão implementadas.

    Aplicativo Nação Rubro-Negra

    Há uma proposta já em elaboração pelo Marketing do Flamengo descrita pelo repórter Rodrigo Capelo. Bom, nesse assunto não pretendo adentrar novamente.

    Televisão

    Essa é também a forma mais primária de interagir com o torcedor. Não há muito o que fazer, até porque o modelo de direitos de imagem não gera grande margem de ação, sendo que o direito é compartilhado com o clube ao qual o Flamengo joga. Nesse ponto, pouco se pode fazer a não ser negociar os contratos com os maiores valores possíveis.

    Criação de uma moeda de consumo de experiências do Flamengo

    Aqui eu acho que pode ser o diferencial em relação a tudo que vimos até hoje pelos clubes no mundo. É também um assunto de difícil previsão, pois não há experiências tão profundas no mundo, entretanto vamos tentar discorrer um pouco mais sobre isso.

    Eu sei que já existe esse tipo de dinheiro virtual para os ST’s. A ideia, no entanto, é aprofundar essa remuneração e torná-la mais viva e presente no cotidiano do torcedor. Essa moeda seria a base de troca de quase todas as experiências que a Nação possa ter com o Flamengo. E como funcionaria isso?

    A partir do momento que um torcedor se cadastre na Nação Rubro-Negra (tirar sua Identidade Rubro-Negra), ele automaticamente passa a ter uma carteira para acumular o dinheiro do Flamengo, o CRF$.

    Como o torcedor pode poupar CRF$?

    O acúmulo se dará através de todo o consumo de produtos credenciados do Flamengo, em lojas próprias ou de parceiro. Exemplo: na compra de uma camisa oficial do Flamengo, o torcedor pode acumular CRF$ XX; através da Assinatura do Sócio Torcedor: para cada categoria, por mês, o torcedor obtém CRF$ XX; participando de ações de parceiros do Flamengo no aplicativo Nação Rubro Negra. Indo aos jogos;

    E como o torcedor gastaria seu CRF$?

    O torcedor poderá usar seu CRF$ para trocar por várias experiências. Caso o torcedor queira ir visitar o estádio, museu, ao invés de pagar a entrada, poderá usar sua reserva de CRF$ para fazer a visitação; acesso a conteúdos exclusivos disponibilizados no Aplicativo; comprar prioridade na compra de ingressos (imagina um torcedor off-Rio podendo comprar a prioridade na compra de ingressos para uma semifinal ou final apenas com dinheiro virtual de consumo); desconto na compra dos ingressos; acesso à mesas-redondas com ídolos na Casa Flamengo; participar de experiência como matchdays e afins.

    Existem diversas outras formas de gastar o CRF$, mas o Flamengo tem que disponibilizar. Hoje há poucas experiencias para se gastar a moeda, principalmente para os torcedores fora do Rio.

    Mas o mais importante é: A moeda não pode ficar restrita somente aos Sócios Torcedores. Se não incluirmos todos os torcedores no consumo de experiencia do flamengo, estaremos excluindo grande parte da Nação.

    Abraços e Saudações Rubro Negra.
     

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

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  • Após curto empréstimo, Matheus Sávio retorna ao Flamengo

    O meia Matheus Sávio, de 21 anos, cria da base rubro-negra e campeão da Copinha em 2016, está de volta ao Flamengo. Ele se reapresentou ontem, após curta passagem pelo Estoril, de Portugal.

    No contrato de empréstimo com o clube português, até junho de 2019, havia uma cláusula para liberar o atleta em caso de rebaixamento no campeonato nacional – fato que acabou ocorrendo. Pelo Estoril, o meia marcou um gol em seis jogos, sendo titular em apenas uma oportunidade.

    No ano passado, Sávio foi muito criticado pela torcida após uma falha que originou no gol de empate do San Lorenzo, na Libertadores – os argentinos venceram o jogo por 2 a 1. Naquela ocisão o Flamengo acabou eliminado na primeira fase. Após o fato, o meia quase não teve mais oportunidades na equipe. O vínculo de Matheus com o Rubro-Negro vai até o fim de 2020.


    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Staff Imagens / Flamengo

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  • Gol do Vizeu e nova vitória no Maracanã consolidam mais do que só a liderança isolada

    Saudações, Rubro-Negros!

    Poucas coisas na vida são tão boas de se viver quanto um domingo de Maracanã cheio, apresentação convincente e vitória do nosso Flamengo. É dessas emoções que a gente nunca se enjoa de ter. Pela primeira vez em muito tempo o Flamengo das finanças em dia, da organização administrativa reconhecida e elogiada, e da credibilidade e do respeito resgatados dá mostras de que está aprendendo que dá para não ser um furdunço institucional e ao mesmo tempo manter sua essência e sua alma, seus bens mais preciosos. Aqui não cabe essa conversa de ovo ou de galinha; a liderança isolada no Brasileiro só nasce graças ao resgate dessa essência, da natureza de ser Flamengo, do flamenguismo puro e simples. Enquanto permanecer assim, podemos até não ganhar tudo o que disputarmos — certamente não iremos –, mas nunca mais voltaremos a sofrer uma crise de identidade como a que vivíamos há até bem pouco tempo. O Flamengo pode deixar de ser um monte de coisas; mas nunca de ser Flamengo.

    Se fora de campo percebe-se com facilidade a conexão da Nação com seu time e a importância que isso tem no seu desempenho, dentro de campo também é possível notar uma evolução significativa da performance individual de vários jogadores, o que obviamente impacta o desempenho coletivo da equipe. Diego Alves parece ter recuperado a forma que fez dele um dos melhores goleiros da Espanha e postulante a uma vaga na seleção brasileira por longo tempo; Rodinei mostra que finalmente está conseguindo dosar o consumo de oxigênio, de maneira a fazer com que não sobre nos pulmões e falte no cérebro; Renê, contestadíssimo há até bem pouco tempo e visto como um lateral que somente sabia marcar, agora se destaca também na participação ofensiva, dá passes decisivos e virou mesmo uma boa alternativa na saída de bola; pela primeira vez em sei lá quantas décadas temos quatro zagueiros que podem entrar e sair do time a qualquer momento, formar qualquer dupla, e isso não representar uma perda de qualidade no setor; Jonas, menos estabanado e afobado, se firma jogo a jogo como opção segura a Cuéllar, que é monstro; Paquetá dispensa comentários, assim como Vinícius, que ainda peca em várias tomadas de decisão, tem a ansiedade e a impaciência dos muito jovens, mas é acima da média; Éverton Ribeiro é outro que dá pinta de ter encontrado seu lugar, se sentir à vontade nele e ambientado ao clube, a sua rotina, ao Rio de Janeiro etc.; e Diego, que sem a seleção e a Copa do Mundo na cabeça parece estar mais ligado, mais aceso e mais determinado a ser o Diego do Flamengo, aquele que chegou arrebentando em 2016.

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    https://youtu.be/DbiJEH3dwPI

    Ao Henrique de Almeida Dourado dedico um parágrafo à parte. É interessante ver que o Flamengo, talvez motivado pelo ocorrido em 2013, quando nos sagramos campeões da Copa do Brasil jogando 100% das partidas com apenas 10 jogadores, uma vez que Carlos Eduardo foi titular durante toda a temporada, agora tenta vencer também o Brasileiro atuando com menos um homem em todos os jogos. No domingo, assistindo à partida no Maracanã, senti pena do rapaz. O que não lhe falta é entrega, mas se não houver um pênalti, ou uma bola que chegue para que apenas tenha que encostar o pé e mandá-la para o fundo do gol, sua presença no time muito mais atrapalha do que ajuda. O tipo de jogo que o Flamengo busca consolidar não casa de jeito nenhum com o que o Dourado pode fazer. E isso vai ficando mais claro a cada jogo, inclusive para o jogador, cujo semblante denuncia que o peso de estar onde está, na condição em que está, já se faz sentir. Esse não é um problema simples de se resolver, mas que tem que ser resolvido já, para que se aproveite a parada para a Copa para fazer com que esse novo nome e o time consigam se entender o mais rapidamente possível, e da melhor forma.

    Foram nove rodadas até aqui; e na quinta já tem Fla x Flu. Não podemos nos dar ao luxo de relaxar. Vitórias como a de domingo têm que ser celebradas, sim, mas a chave não pode demorar a ser virada, porque o momento ainda é de consolidação, portanto o melhor é aproveitá-lo para seguir acumulando pontos, abrir distância da concorrência e então ir para a Copa numa boa. Até porque, não sei quanto a vocês, mas depois do que vi da Alemanha no amistoso de sábado passado contra a Áustria e na lista definitiva divulgada agora há pouco pelo Löw, a Nationalmanschaft vai me causar mais dores de cabeça do que posso aturar a partir do dia 17. Essa folga do Brasileirão vai ser muito bem-vinda.

    SRN

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

     

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    Fabiano Torres, o Tatu, é nascido e criado em Paracambi, onde deu os primeiros passos rumo ao rubronegrismo que o acompanha desde então. É professor de idiomas há mais de 25 anos e já esteve à frente de vários projetos de futebol na Internet, TV e rádio, como a série de documentários Energia das Torcidas, de 2010, o Canal dos Fominhas e o programa Torcedor Esporte Clube, na Rádio UOL. Também escreve no blog Happy Hour da Depressão.


     

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  • Definido: Flamengo enfrenta o Cruzeiro nas oitavas da Libertadores

    Na noite desta segunda-feira (04), o Flamengo conheceu seu adversário nas oitavas de final da Taça Libertadores da América. O Rubro-Negro terá pela frente o Cruzeiro. O sorteio aconteceu na sede da Conmebol, em Luque, no Paraguai. Os confrontos das oitavas de final da Libertadores serão disputados após a Copa do Mundo, entre os dias 8 e 29 de agosto.

    O Flamengo volta ao mata-mata da Copa Libertadores após 8 anos. No grupo 4 – onde também estavam River Plate (ARG), Emelec (EQU) e Santa Fé (COL), classificou-se na segunda colocação, com duas vitórias e quatro empates. Justamente por isso, ficou no pote 2 no sorteio e decidirá a vaga para as quartas de final jogando fora de casa.

    Dentre os 6 clubes brasileiros que chegaram nesta fase, o Rubro-Negro foi o único que não passou em primeiro lugar. Por isso, era grande a probabilidade de enfrentar um rival nacional já nas oitavas – 62,5% de chances -, e acabou acontecendo. No pote 1 estavam: Grêmio, Cruzeiro, Santos, Corinthians, Palmeiras, Atlético Nacional-COL, River Plate-ARG e Libertad-PAR.

    O Mais Querido enfrentou a equipe mineira em apenas uma oportunidade em competições sul-americanas: na semifinal da Supercopa Libertadores de 1995. Nos dois jogos, duas vitórias rubro-negras (0 x 1 e 3 x 1) e classificação para a final – perdida diante do Independiente-ARG.

    O vencedor do confronto entre Flamengo x Cruzeiro enfrentará Boca Juniors ou Libertad, nas quartas.


    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Staff Imagens / Flamengo

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  • Minha seleção veste rubro-negro

    Minha seleção veste rubro-negro e disputa a Copa Libertadores da América, o Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil.

     
    Desde a Copa de 2006 para cá, meu interesse pela Seleção Brasileira a cada dia que passa diminui, a ponto de não demonstrar qualquer tipo de empolgação com a Seleção da CBF, como a chamo ultimamente.

    O interesse que tinha diminuiu ainda mais depois do tweet abaixo do Diogo Almeida:

    A primeira parte do tweet, é exatamente o que eu via e penso. Diego estava tentando ser o ritmista, termo utilizado pelo próprio Tite. Estava buscando o jogo lá atrás, entre os zagueiros, querendo ser o meia de saída que tanto o Tite queria que ele fosse.

    Com isso, o futebol do Camisa 10 da Gávea desapareceu e o Flamengo foi prejudicado, pois não contou com o futebol de um dos seus principais jogadores.

    Há alguns jogos, Diego não jogava como vem jogando nos últimos jogos. E reparem que o futebol dele cresceu justamente quando voltou a jogar próximo da área.

    O que comprova isto, são os gols de Diego desde que chegou ao Flamengo, no total são 30 e distribuídos da seguinte maneira: 18 gols dentro da área; 6 gols em cobrança de pênalti; 4 gols em cobrança de falta e 2 gols de fora da área.

    Ou seja, dos gols com bola rolando (20 gols), 90% foram feitos dentro da área.

    Voltando ao tweet do Diogo Almeida: “Não é correto brincar com um sonho imenso assim”. Depois de ler essa frase, tudo o que o Diego falou na quinta-feira após a vitória diante do Bahia fez todo o sentido.

    Se o Tite fosse esse bom moço que todos da imprensa fazem questão de falar, Diego com certeza estaria entre os 23 jogadores da seleção da CBF na Copa do Mundo 2018.

    Infelizmente não tenho o bom coração do Diego, que ontem declarou que irá torcer pela Seleção da CBF. Nesta Copa do Mundo irei assistir as partidas sem qualquer emoção, pois a minha seleção veste rubro-negro e disputa a Copa Libertadores da América, o Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil.

    E agora sim com um verdadeiro camisa 10 da Gávea. Diego continuo com o brilho nos olhos e sonhando em Rubro-Negro.

    Saudações Rubro-Negras,
     

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

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    Bruno Baesso é pai da Alice, escritor, poeta, advogado, fundador do grupo literário Los Burrachos e louco. Siga-o no Twitter: @BrunoCBB55


     

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    A barca rubro-negra
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    Mudanças no futebol rubro-negro

  • FlaBasquete busca nova era com Gustavinho, técnico campeão do NBB

    Após ser eliminado do Novo Basquete Brasil, o Flamengo iniciou um processo de reformulação em toda a equipe de basquete, a começar pela área de comando do Rubro-Negro, campeão de tudo, José Neto deixou o clube em comum acordo com a direção. Para começar a novo era do Orgulho da Nação, o técnico atual campeão do NBB, Gustavo Antonio de Conti, o Gustavinho, vem para assumir o clube por dois anos.

    O time da Gávea anunciou hoje(4) a contratação do treinador Gustavinho, de 38 anos. O técnico que comandava o Paulistano desde 2010, chega para assumir o comando rubro-negro e levar a equipe de volta às glórias. No currículo o técnico traz o título de campeão da última temporada do Novo Basquete Brasil(2017/2018), após já ter sido vice-campeão nas edições 2013/2014 e 2016/2017, além de ter participado dos playoffs em todas as edições que disputou do torneio.

    Gustavinho foi o mais jovem treinador a ganhar o troféu Ary Vidal(Melhor Técnico), o novo treinador do Orgulho da Nação também coleciona passagens pela Seleção Brasileira. Entrou em 2009 nas categorias de base e atuou no elenco principal como Assistente Técnico até 2016, na Olimpíada do Rio. Por duas ocasiões, em sul-americanos, Gustavinho foi o técnico principal da equipe verde e amarela.

    Sobre o novo clube, o técnico se mostrou muito animado em poder trabalhar com um clube gigantesco como o Flamengo.

    “Eu e minha família ficamos muito felizes pelo convite do Flamengo, por tudo que o clube representa no basquetebol brasileiro e no esporte nacional, além de toda a estrutura que ele proporciona. Não é a toa que possui tantos títulos, um clube tão importante no Brasil e no mundo. Cumpri todos os meus objetivos no Paulistano, deixo o time com um título brasileiro e um paulista na mesma temporada, algo inédito por lá, e vou para o Flamengo pensando em mais títulos. As minhas ideias vão ao encontro com as do Flamengo, que é disputar títulos e fazer um trabalho de excelência.”

    A chegada do treinador é o primeiro passo do FlaBasquete para próxima temporada, ainda é esperada uma reformulação em parte do elenco rubro-negro.

    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Divulgação / Paulistano

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  • Sócio Torcedor ou Sócio Doador? Qual o verdadeiro potencial dos programas de relacionamento com torcedores no Brasil?

    Por Fred Mourão – Da Universidade do Futebol

    Já faz alguns anos, poucos, que o assunto está em voga. Alguns clubes já o tinham implantado, na maioria dos casos de forma amadora, mas, mais recentemente, os tem profissionalizado através de empresas especializadas (ou nem tanto) que administram o programa, a carteira e, em muitos casos as ativações.

    Em quase todos os clubes que os implantaram de maneira séria, o programa já se tornou a maior fonte de receitas, ou seja, o maior patrocinador.

    Infelizmente também na grande maioria dos casos, o programa não é visto dessa forma, não é cuidado e a ele não é dado a atenção devida, sendo percebido pelos dirigentes apenas como mais uma fonte de receita, de onde se deve sugar o máximo sem se preocupar em dar um retorno maior do que alguns descontos em ingresso – ou até ingressos de graça -para algumas ou todas as partidas do período pago pelo torcedor. O mesmo comportamento que ainda existe, por parte de alguns dirigentes amadores e com visão ultrapassada em relação a patrocinadores e investidores do clube que, como citei em um dos meus recentes posts, querem apenas que a eles seja entregue o cheque a cada ano e que desapareçam.

    Muitas oportunidades de engajamento e de relacionamento com antigos torcedores e de atração de novos fãs, jovens e crianças, são perdidas ao não se envolver diretamente e ativamente o maior dos ativos do clube, os jogadores de futebol. Em quase todos os casos a desculpas são que essas ativações atrapalhariam o desenvolvimento técnico da equipe, perturbando os treinos, a tranquilidade dos jogadores em voos, no momento da chegada e saída do estádio e também seu momento de descanso.

    O ponto crucial é que, nos momentos em que os jogadores estão treinando ou concentrados, o cuidado das ativações tem que realmente ser extremos, evitando interrupções e mantendo a tranquilidade da equipe, o que não impossibilita sócios torcedores de assistirem trechos de alguns treinos; estar no mesmo ambiente que os jogadores no hotel, posto que estes quando saem de seus quartos para o café da manhã ou almoço já estão, quase que obrigatoriamente, no mesmo restaurante do hotel que os outros hóspedes; compartilharem voos, já que também nesses casos, nos voos de carreira que a CBF fornece durante o Brasileirão e Copa do Brasil, obrigatoriamente os jogadores estão na mesma cabine que vários torcedores, de seu time e adversários; na chegada e saída de uma partida no estádio, já que sempre existem fãs que, sendo amigos de familiares de jogadores e de dirigentes, ou de políticos locais ou de funcionários do estádio ou do clube ou da federação, acabam tendo acesso de qualquer forma a esse momento. Então, porque não usar esses momentos para atrair ainda mais sócios torcedores e aumentar a arrecadação do clube?

    Excluindo-se os períodos de treino, concentração ou jogo, onde o cuidado deve ser maior, mas que de alguma forma já existe algum tipo de interação amadora, como citado o parágrafo anterior, em todos os outros períodos os jogadores deveriam estar livres para fazer o que quiserem, desde participar de um evento de patrocinador até de um churrasco de amigos ou comparecer a um bate papo com sócios torcedores ou mesmo ligar ou aparecer na casa de alguns deles para desejar feliz aniversário, ações estas de custo praticamente zero para os clubes mas com alto grau de retorno de mídia e de conquista de novos assinantes e torcedores. Infelizmente para o clube, alguns executivos de futebol não pensam assim, acreditando que devem manter um controle total sobre tudo o que os jogadores fazem em suas vidas particulares e, obviamente também em suas relações com o Marketing do clube e seus patrocinadores.

    Enquanto pensarem e agirem dessa forma, e os dirigentes aceitarem essa imposição vindo de baixo para cima, os clubes continuarão deixando de aumentar a arrecadação com os projetos de Sócios Torcedores e continuarão se perguntando porque os números não crescem e, a cada derrota ou momento de revés, que é quando mais o clube precisa de receita, assistir o número de membros do programa sempre diminuir. É evidente que os resultados em campo influenciam os números de Sócios Torcedores, caso ele seja vinculado exclusivamente em acesso ao estádios e desconto no ingresso mas, a partir do momento que são criadas ações de engajamento, onde os torcedores percebam a possibilidade de estar mais próximos a seu clube, dos seus ídolos, de seus jogadores, a chance de envolver seus filhos, sua família, seus amigos e parentes no dia a dia da sua maior paixão, mesmo em momentos nos quais o clube esteja passando por dificuldades em campo, o torcedor continuará contribuindo com sua mensalidade, não apenas para ter descontos em produtos em parceiros do programa, mas também por saber que a qualquer momento ele pode estar participando de algum evento, de algum momento junto com seu time do coração.

    As possibilidades crescem ainda mais quando o clube busca aumentar sua base fora do seu mercado local. Vemos isso acontecer com clubes europeus que fazem pré-temporada na Ásia e até jogos importantes como Supercopas, torneios e até partidas do próprio campeonato, e na NBA e NFL que fazem jogos da temporada regular fora dos EUA, buscando conquistar novos fãs mas, enquanto isso, no Brasil, com vários clubes já tendo uma torcida existente fora de suas cidades, do seu estado, onde o desafio não seria de conquista de mercado, mas de aproximação e de tê-los como sócios torcedores, aumentando a arrecadação e tendo mais dinheiro pra investir em desenvolvimento da base e contratação de novos talentos, existe a continua reclamação por parte do departamento de futebol, que viagens causam extremo desgaste e que os jogadores não devem ser expostos a esse tipo de stress. Essas ações e viagens são essenciais para conquista e manutenção da base de torcedores e sócios torcedores, então o clube deveria entender que o departamento de futebol, departamento médico e de logística precisam ser estruturados para atender essa necessidade da entidade, sendo contratada já sabendo desses objetivos do clube.

    Os clubes que tem ou que querem ampliar suas bases, precisam criar uma rotina de jogos pelo país e, talvez, até fora dele. Todos sabemos os horários e dias dos principais programas de tv, do telejornal, horários nos quais são transmitidos os jogos, do Arena e do Redação SporTv, da novela, entre outros programas. Assim se fideliza o público, criando hábitos e rotinas. O mesmo deve ser feito no futebol. Uma equipe que queira desenvolver sua base de torcedores e sócios torcedores precisa se comprometer a jogar sempre uma ou duas vezes por ano em determinada cidade, estado ou região para, assim, o consumidor, o torcedor, o fã, saber que terá contato com sua paixão, que terá um evento naqueles períodos, o qual fará com que melhore ou crie uma relação mais próxima, fará com que se tornem sócios torcedores garantindo a preferência e os descontos na compra de ingressos e até, nas ações de engajamento e ativação, uma maior aproximação com seus ídolos.
    Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

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    Fred Mourão foi Gerente de Marketing e Relacionamento do Flamengo entre 2013 a 2015. Formado em Marketing pela UCSD (Universidade da Califórnia de San Diego). Fez MBA em Gestão no Ibmec. Formado em Gestão de Futebol pela CBF. Também é graduado em Administração pela UERJ. Hoje trabalha como Coordenador e Professor de MBA em Marketing Esportivo. Siga-o no Twitter: @FredMourao e conheça outros artigos em fredmourao.blogspot.com.br


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