Autor: diogo.almeida1979

  • Festa na favela! Flamengo/Marinha é tetracampeão do Carioca Feminino

    Com show da Nação Rubro-Negra e da equipe, o Flamengo/Marinha consagrou-se tetracampeão do Campeonato Carioca Feminino na tarde deste sábado (24), no Estádio Moça Bonita. Como de praxe, o Mengão goleou o Duque de Caxias na grande final por 5 a 0 e confirmou o excelente momento na competição com o caneco. As atacantes Flávia (3x), Dany Helena e Pâmela anotaram os gols da partida.

    A torcida compareceu em grande número no Estádio (lotando as sociais) e apoiou de maneira espetacular o Futebol Feminino do Flamengo, que abriu 3 a 0 nos primeiros 40 minutos de jogo, com Flávia (2x) e Dany Helena, que acabou sendo substituída. A segunda etapa foi caracterizada pela manutenção do resultado por parte do Flamengo, que ainda ampliou a vantagem para 5 a 0, com gol de Pâmela e o terceiro de Flávia, grande destaque da partida.

    A equipe encerra sua participação na competição com 100% de aproveitamento: 8 jogos, 8 vitórias (2 por W.O), 36 gols marcados e nenhum sofrido. Título merecidíssimo para a equipe detentora do melhor ataque e defesa do campeonato.

    Histórico – Flamengo x Duque de Caxias

    Com mais essa goleada, o retrospecto do confronto agora é de: 10 jogos e 10 vitórias do Mengão, além de incríveis 54 gols marcados e 6 sofridos.

    Equipes participantes

    Flamengo/Marinha – Búzios – Brasileirinho – Liga de Volta Redonda – Vasco – Jacarepaguá – Duque de Caxias – Portuguesa – Liga de Rio das Ostras – LRB/Bonitão – LDAC/ACCEL.

    Formato da competição

    O Campeonato Carioca Feminino 2018 será disputado em quatro fases: PRIMEIRA FASE: As onze equipes foram divididas em dois grupos (A e B). O grupo A possui seis times e o grupo B, cinco. Nessa fase, os times do grupo A enfrentam os do grupo B (e vice-versa), em turno único. O Rubro-Negro está presente no grupo A.

    SEGUNDA FASE: os quatro melhores colocados de cada grupo classificam-se para a segunda fase, que será em formato de mata-mata: o primeiro colocado de cada grupo enfrenta o quarto, e o segundo enfrenta o terceiro. Jogo único, em caso de empate, decisão nas penalidades máximas. O primeiro e segundo colocado de cada grupo possui a vantagem do mando de campo. Foram denominados grupo C, D, E e F.

    TERCEIRA FASE (SEMIFINAIS): os quatro classificados da segunda fase realizarão as semifinais. O mando de campo será da equipe que fez a melhor campanha na primeira fase. Novamente, em caso de empate, os finalistas serão definidos nos pênaltis.

    QUARTA FASE (FINAL): o campo será neutro, determinado pela FFERJ. Como de costume, em caso de empate, o campeão será definido nas penalidades.

    Créditos imagem destacada: Divulgação/Time Flamengo/Mariana Sá

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  • Cruzeiro x Flamengo: veja qual canal irá transmitir o jogo

    Cruzeiro e Flamengo vão se enfrentar neste domingo (25), às 17h, no Mineirão. A partida é válida pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro. A técnico Mano Menezes terá a volta de Dedé e Arrascaeta, mas ainda têm dúvidas na lateral-esquerda e no meio. Do lado rubro-negro, o técnico Dorival Júnior terá a volta de Lucas Paquetá ao time titular; a baixa fica por conta do zagueiro e capitão Réver, que está lesionado; Dourado, que estava com uma infecção no rosto ainda está se recuperando.

    Prováveis escalações:

    Cruzeiro: Fábio; Edilson, Dedé, Léo e Egídio (Patrick Brey); Henrique (Lucas Romero) e Lucas Silva; Robinho, Thiago Neves e Arrascaeta; Fred.

    Flamengo: César; Pará, Léo Duarte, Rhodolfo e Renê; Cuéllar, Arão e Paquetá (Diego); Éverton Ribeiro, Vitinho e Uribe.

    A partida terá transmissão de:

    • TV Globo para RJ, SC, MG, ES, AL, PE, PB, RN, PI, MA, PA, AM, RO, AC, RR, AP e DF (com Luis Roberto, Junior, Bob Faria e Paulo Cesar Oliveira)
    • Premiere (com Rogério Corrêa e Edinho)

     

    Créditos imagem destacada: Gilvan de Souza/Flamengo

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  • Campeões do Torneio OPG se apresentarão ao time profissional do Flamengo em janeiro

    O Flamengo bateu o Fluminense na última sexta-feira no Torneio Otávio Pinto Guimarães, competição realizada entre equipes sub-20 do estado do Rio de Janeiro. Na história, o Mais Querido foi quem mais venceu, foram 10 títulos em 33 edições disputadas. Com o resultado de 1 a 0 no jogo de ida, a taça veio após o empate em 0 a 0 na Gávea, em um jogo com algumas polêmicas – como um gol anulado e um pênalti não marcado a favor do Fluminense.

    Passadas as polêmicas e atual decacampeão do torneio, o Flamengo terá reforços no time principal do ano que vem. Isso porque quatro jogadores desse elenco vão ultrapassar a idade máxima permitida e não poderão mais atuar no time sub-20. Klebinho (lateral direito), Matheus Dantas (zagueiro), Hugo Moura (volante e capitão) e Lucas Silva (atacante) se juntarão ao restante do time profissional em janeiro – todos com contratos renovados.

    Dos quatro, Matheus Dantas, Hugo Moura e Lucas Silva foram campeões também da Copa São Paulo de Futebol Júnior desse ano – o zagueiro foi um dos destaques da competição e apareceu na seleção da Copinha. Vale lembrar também que durante a campanha do Campeonato Carioca desse ano Klebinho e Lucas Silva foram utilizados pelo técnico Paulo César Carpegiani – o atacante inclusive marcou o primeiro gol do Flamengo no ano, na vitória sob do Volta Redonda por 2 a 0.

    Geração campeã

    Com um elenco forte o Flamengo conseguiu conquistar cinco títulos pelo sub-20 em cinco finais disputadas esse ano. Foram três títulos estaduais: Taça Guanabara, Campeonato Estadual e Torneio OPG; um título nacional que foi a Copa São Paulo de Futebol Júnior; e um internacional, o Trofeo Dossena, que reune equipes sub-20 da Itália como Atalanta, Chievo, Genoa, entre outras. Na final o Rubro-Negro bateu a Atalanta por 3 a 1, com Wendel sendo eleito o melhor jogador, Hugo o melhor goleiro e Vitor Gabriel o jogador da final.

    Créditos imagem destacada: Staff Images/Flamengo

     

  • Flamengo/Marinha e Duque de Caxias decidem o Carioca Feminino neste sábado

    RUMO AO TETRA! Neste sábado, o Flamengo/Marinha disputará o seu último jogo na temporada 2018. E trata-se da final do Carioca Feminino 2018, contra o Duque de Caxias, às 15h, no Estádio Moça Bonita, em Bangu. Como determinado no regulamento, trata-se de um campo neutro. O jogo será transmitido pela TV FERJ.

    O Flamengo busca o tetracampeonato estadual. A equipe, formada em parceria com a Marinha do Brasil, venceu os Cariocas de 2015, 2016 e 2017, esta última diante do próprio Duque de Caxias. A escalação utilizada pelo técnico Ricardo Abrantes na semifinal foi: Kaká; Rayanne, Andressa, Day e Fernanda Palermo; Patrícia, Gaby e Jane; Larissa, Flávia e Dany Helena.

    Nesta temporada, o Flamengo segue 100% no Carioca Feminino: sete vitórias em sete jogos, possuindo ainda o melhor ataque e melhor defesa (nenhum gol sofrido) da competição. O Estádio foi palco dos dois primeiros títulos estaduais do Mengão (2015 e 2016).

    Histórico – Flamengo x Duque de Caxias

    O retrospecto do confronto é favorável ao Mengão: 9 jogos e 9 vitórias, com incríveis 49 gols marcados e 6 sofridos.

    Equipes participantes

    Flamengo/Marinha – Búzios – Brasileirinho – Liga de Volta Redonda – Vasco – Jacarepaguá – Duque de Caxias – Portuguesa – Liga de Rio das Ostras – LRB/Bonitão – LDAC/ACCEL.

    Formato da competição

    O Campeonato Carioca Feminino 2018 será disputado em quatro fases: PRIMEIRA FASE: As onze equipes foram divididas em dois grupos (A e B). O grupo A possui seis times e o grupo B, cinco. Nessa fase, os times do grupo A enfrentam os do grupo B (e vice-versa), em turno único. O Rubro-Negro está presente no grupo A.

    SEGUNDA FASE: os quatro melhores colocados de cada grupo classificam-se para a segunda fase, que será em formato de mata-mata: o primeiro colocado de cada grupo enfrenta o quarto, e o segundo enfrenta o terceiro. Jogo único, em caso de empate, decisão nas penalidades máximas. O primeiro e segundo colocado de cada grupo possui a vantagem do mando de campo. Foram denominados grupo C, D, E e F.

    TERCEIRA FASE (SEMIFINAIS): os quatro classificados da segunda fase realizarão as semifinais. O mando de campo será da equipe que fez a melhor campanha na primeira fase. Novamente, em caso de empate, os finalistas serão definidos nos pênaltis.

    QUARTA FASE (FINAL): o campo será neutro, determinado pela FFERJ. Como de costume, em caso de empate, o campeão será definido nas penalidades.

    Créditos imagem destacada: Caio Sertori/Mundo Bola

    Apoie o Mundo Bola e ajude o nosso projeto a melhorar cada vez mais. Com R$ 10,00 por mês você participa dos nossos grupos de discussão no Whatsapp e Telegram. Seja assinante no Picpay: picpay.me/Mundo Bola_CRF ou apoiador no Apoia.se: apoia.se/Mundo Bola. Pensa em alguma outra forma de parceria? Entre em contato pelo 21 99419-6540.

  • Choque de ordem/Hora de trocar

    Choque de ordem. Mudar tudo.

    Esse é o mote na Gávea, após a frustrante perda do Estadual, decorrente de três derrotas seguidas para o Vasco (uma delas ainda pelo Terceiro Turno). A avaliação que se faz é que o elenco precisa ser renovado, oxigenado, rejuvenescido. As principais referências já caminham para a aposentadoria. O time é muito técnico, mas lento e cadenciado em excesso. O plantel, curto, mostrou severas deficiências ao longo do primeiro semestre, quando lesões e convocações fizeram surgir a necessidade de utilizar alguns reservas sem a menor condição de trajar o Manto. Enfim, o contexto que viabilizou, um ano antes, o Tetracampeonato Brasileiro, não existe mais. Ao contrário, aprofunda-se a necessidade, já identificada anteriormente, de se promover uma profunda reformulação nas coisas flamengas.

    Hora de trocar.

    A primeira mudança parece óbvia. O treinador Carlinhos, visivelmente desgastado pelo tempo no cargo e pela derrota no Estadual (onde confrontou o vestiário ao barrar o zagueiro Leandro, tentando desesperadamente conferir competitividade à zaga), é demitido. Para seu lugar, a Diretoria faz sondagens por Renê Simões (jovem talentoso com bom trabalho na Portuguesa e atualmente com contrato no futebol português) e Valdir Espinoza (Campeão Mundial pelo Grêmio e no momento dirigindo o Cerro Porteño-PAR). A opção por esses dois nomes causa estranheza, uma vez que são treinadores de perfil notadamente liberal no trato com seus elencos. No entanto, nenhuma das duas conversas avança, por conta de seus compromissos profissionais. O que faz o Flamengo se virar, enfim, para um nome de caráter mais disciplinador.

    E se chega a Candinho.

    Treinador com cerca de dez anos de carreira, fortemente vinculado ao futebol do interior paulista (onde dirigiu, entre outros, XV de Jaú, XV de Piracicaba, São Bento de Sorocaba e América de Rio Preto), vem em ascensão, com trabalhos recentes, posto que apagados, em Grêmio e Santos. Candinho, agora à frente da Internacional de Limeira, consegue chegar à Fase Semifinal tendo realizado a segunda melhor campanha geral, o que chama a atenção de outros clubes, como o Vitória de Guimarães-POR, que lhe apresenta proposta formal.

    Mas, quando o Flamengo aparece, Candinho não pensa duas vezes. Aceita com entusiasmo o convite, desde que atendida sua principal premissa de trabalho: “Só dirijo clubes grandes se houver dinheiro disponível para contratações e liberdade total de atuação. Porque na primeira fase ruim é o treinador que sobra. Já vi vários trabalhos durarem três meses ou menos, terminando antes mesmo de começarem”.

    Candinho terá trabalho. A renovação preconizada pela Diretoria não é meramente retórica. Dois dos principais destaques da equipe, o atacante Renato Gaúcho e o volante Andrade, estão de malas prontas para a Roma-ITA. O zagueiro Edinho segue cultivando atritos com imprensa e torcida. Seu colega, o ícone Leandro, já parece não reunir condições para atuar profissionalmente, como as Finais do Estadual demonstraram amargamente. O craque maior, o ídolo Zico, aparentemente estabilizou a lesão no joelho, mas agora sofre com sucessivos problemas musculares e mesmo com botinadas de alguns adversários, mal conseguindo atuar três jogos seguidos. Alguns reservas, como os zagueiros Aldair e Zé Carlos II, que já estouraram a idade dos juniores, começam a resmungar pela falta de oportunidades no time (especialmente por, sempre que chamados, melhorarem o desempenho da zaga). Restam os nomes no auge/em alta, como Zé Carlos, Jorginho, Bebeto e Zinho, que já começam a sofrer o assédio de clubes europeus. Enfim, o Flamengo terá que se remontar para a disputa do Brasileiro de 1988.

    A cerimônia de apresentação de Candinho é opulenta, ostensiva, caudalosa. O Flamengo quer transmitir a mensagem de que o novo treinador, conhecido por sua seriedade, disciplina e exigência por competitividade, terá todo o apoio da Diretoria para desenvolver seu trabalho. Instado a expor suas primeiras impressões, Candinho ressalta que “trabalhar em Londres ou em Arapiraca é rigorosamente a mesma coisa.” E emenda:

    “É uma baita de uma honra dirigir o Flamengo” – alguns se entreolham, em silêncio.

    O primeiro trabalho de Candinho é definir a lista de dispensas, a chamada “barca”. Que sai com nomes como Leandro Silva, Flávio, Henágio, Luiz Henrique, Vandick, Paloma e Júlio César. Alguns reforços, contratados antes da confirmação de Candinho, chegam, egressos do América (numa troca que envolveu a ida de alguns jovens da Gávea para os rubros): o lateral-esquerdo Paulo César, o volante Delacir e a joia dos “diabos”, o meia-atacante Renato Carioca. No entanto, Candinho deixa clara a necessidade de reforços, especialmente em um setor específico:

    “Vi os jogos finais do Flamengo pela TV. Está bastante evidente que o problema do time está na zaga”.

    E os reforços chegam, todos indicados por Candinho: o lateral-direito Xande, do América de Rio Preto, o experiente volante Paulo Martins, com passagens por Bahia e Atlético-MG, mas atualmente na reserva no São Paulo, o atacante Cacaio, do Porto Alegre de Itaperuna, e o mais conhecido de todos, o meia Luvanor, que se destacara no Goiás, mas vindo de passagens apagadas no futebol italiano e no Santos.

    “Luvanor dará o toque de classe ao nosso meio-campo. Será nosso criador de jogadas”.

    O Flamengo tem uma série de amistosos por Brasil e Europa para entrosar seu novo time. Na estreia de Candinho, em Ponta Grossa-PR, o time goleia o Operário local por 4-1, com grande atuação de Renato Carioca, que anota três gols. No entanto, o primeiro problema já acontece na partida seguinte, em que o rubro-negro é derrotado, de virada, pelo modesto Esportivo de Passos-MG (1-2), em que a zaga (formada por Leandro e Edinho) é facilmente envolvida pelo veloz ataque dos mineiros. Algumas declarações atravessadas trocadas entre Candinho e Edinho são abafadas pelo clube. Mas já se percebe algo no ar.

    As coisas melhoram um pouco em Amsterdam, onde o Flamengo (na despedida de Andrade) derrota Ajax-HOL (1-0) e Benfica-POR (2-0), com boas atuações de Luvanor e Renato Carioca. Zico se integra ao elenco na Espanha, e o time de imediato já colhe mais uma taça, o bonito Trofeo Colombino, ao derrotar Zaragoza-ESP (2-1) e Recreativo -ESP (1-0). Tudo parece caminhar como previsto, e o próprio Candinho declara, esperançoso: “vejo evolução”.

    Mas o pano cai justamente na derradeira partida da excursão, em Atenas. Numa atuação desastrosa, o rubro-negro é inapelavelmente derrotado pelo Olympiacos-GRE, num jogo em que os velozes gregos empilham uma oportunidade atrás da outra. A goleada histórica só não se consuma por causa da brilhante atuação do goleiro Cantarele e porque Candinho, num surto de ousadia e auto-preservação, troca os dois zagueiros durante a partida, saindo Leandro e Edinho por Aldair e Zé Carlos II. No fim, o placar de 3-1 sai extremamente barato pelo que se vê em campo. Mas haverá desdobramentos.

    “O treinador está querendo arrumar um bode expiatório pra sua incapacidade de montar a equipe. Ele não sabe armar o meio-campo, aí tudo estoura na gente, lá atrás”, dispara um irritado Edinho no desembarque ao Rio. “Nada disso. O problema está é na zaga mesmo. É lá atrás. Já fiz treino especial, treino específico, e nada. Agora só vejo um jeito. É mexer nos nomes”, replica o treinador, sempre pelos jornais.

    O bate-boca público segue: “Tenho uma imagem e uma reputação a zelar. Não sou mais garoto pra ficar disputando posição com ninguém. Se alguém questionar meu lugar no time, saio do Flamengo na hora”. E, antes que se consume a esperada barração, Edinho consegue negociar sua transferência para o Fluminense (possui passe livre), a quem andara declarando amor recentemente. A Diretoria, farta dos problemas criados pelo zagueiro, não dificulta a saída (até porque o contrato já está no fim).

    Candinho vence o primeiro round. Mas logo descobrirá que sua “carta branca” vale até a página dois.

    O Flamengo estreia no Brasileiro, contra o Vasco, sem Zé Carlos e Bebeto (servindo à Seleção Brasileira nos jogos de Seul) e Jorginho (em mais um penoso processo de renovação de contrato). Em compensação, Zico está de volta. No entanto, nem a presença do Galinho é capaz de reverter uma produção apática e desinteressada de um time que se arrasta em campo. Lá pra meados do segundo tempo, o jogo parece caminhar para um gelado 0-0. É quando acontece o fato que marcará o clássico.

    “Galo! Sai você!”

    O ponta Alcindo faz questão de, ainda no aquecimento, avisar a Zico, aos gritos. Resignado, Zico sai de campo e desce rapidamente ao vestiário. A punição da bola é imediata. Momentos após a saída de Zico, o adversário marca o gol que define a derrota rubro-negra. E mais um atrito tendo Candinho como pivô.

    “Eu estava bem no jogo, sentia-me plenamente em condições de liderar o time. Se o treinador preferiu alguém mais veloz pra mudar a característica, paciência. Só acho que o Flamengo está partindo para um caminho perigoso, ao abrir mão de gente experiente e vitoriosa”. Um Zico visivelmente irritado segue em suas críticas: “O time estava apático. E piorou de vez depois do gol. Aceitou a derrota. Aqui isso não pode acontecer”.

    Candinho acusa o golpe. Alega que havia um acordo para que o Galinho fosse substituído, “esquecendo-se” que o sinal deveria ser dado pelo jogador. “Tirei porque ele precisa voltar aos poucos, ele vem de lesão. Não entendo a polêmica”. Depois, recua. “Tudo bem. Nos próximos jogos, só vou trocar caso ele peça pra sair. Vou dar essa liberdade a ele”.

    O treinador começa a perceber que Londres não é Arapiraca.

    “Darío Pereyra”? O anúncio do novo reforço para a zaga causa estupefação e incredulidade a muita gente. Nada contra a reconhecida capacidade técnica do jogador, um dos melhores zagueiros da história recente do futebol uruguaio, tendo construído sólida carreira no São Paulo. No entanto, Darío já se encontra em visível declínio físico, não encontrando mais espaço no elenco do tricolor paulista. Em suas recentes atuações, tem sido criticado pela lentidão e falta de agilidade. Justamente os atributos mais criticados nas sistemáticas avaliações de Candinho à imprensa sobre os problemas do Flamengo. A troca de um zagueiro lento por outro não é bem digerida e Leandro, que também já não “fala a mesma língua” de Candinho, aproveita para alfinetar o treinador: “é no mínimo incoerente”. Irritados, os jovens Aldair e Zé Carlos II pedem para ser negociados. Sem sucesso.

    Na sequência do Brasileiro, o Flamengo, atuando muito mal, derrota América (2-1) e Corinthians (1-0), já sem Zico, que sente nova fisgada muscular e desfalca a equipe por algumas semanas. Chama a atenção o time-base que o rubro-negro manda a campo, especialmente quando se coteja com o time do Tetra de 87: Cantarele, Ailton, Aldair, Zé Carlos II, Leonardo, Delacir, Paulo Martins, Luvanor, Alcindo, Luís Carlos, Zinho.

    Para a partida seguinte, contra o Bahia na Fonte Nova, mais problemas. Leandro volta de uma lesão e reivindica vaga no time. “Precisa treinar mais”, rechaça Candinho. “Se não sirvo para jogar, também não sirvo pro banco”, e Leandro se recusa a viajar. “Como quiser. A Diretoria que resolva”. Sem Leandro, mas com Xande, Delacir, Luvanor e Cacaio, o Flamengo perde para o Bahia na Fonte Nova, em jogo onde o terceiro goleiro Milagres (que está em campo substituindo Cantarele, suspenso) realiza atuação de gala, impedindo um placar mais elástico do que o 1-0 final. O jogo marca a estreia de Darío Pereyra, que falha no gol dos baianos.

    A derrota para o Bahia provoca os primeiros questionamentos mais sólidos ao trabalho de Candinho. A Diretoria, reconhecendo a necessidade de reforçar um ataque que ainda se ressente da saída de Renato Gaúcho, contrata o ponta Sérgio Araújo, em litígio com o Atlético-MG, por US$ 400 mil, à vista (“era muito dinheiro, não tinha como segurar”, resigna-se o Presidente atleticano). O Presidente flamengo é tão sucinto quanto claro: “agora fechamos o elenco. Que é bom e pode jogar mais do que vem jogando”.

    Na semana da partida contra o Santa Cruz, no Maracanã, Candinho obtém uma última vitória, quando a Diretoria resolve “estimular” Leandro a aprimorar a parte física em separado (mais tarde, o zagueiro tentará uma arriscada cirurgia para salvar a carreira, sem sucesso). Enquanto isso, o treinador define: “a zaga é Aldair e Darío Pereyra. Ponto”. Com a convicção dos prestigiados.

    É uma lástima. O Flamengo, realizando sua pior partida na competição, sofre para arrancar um suado 2-2 no tempo normal contra o Santa Cruz, uma das mais fracas equipes do campeonato. Um dos gols pernambucanos surge de uma falha clamorosa de Cantarele, que tenta sair driblando vários atacantes “à Domingos”, perde a bola e toma o gol. Para piorar, na decisão por pênaltis (novidade no regulamento), o rubro-negro é derrotado, enfurecendo os 6 mil torcedores presentes no Maracanã. Alguns jogadores, e principalmente Candinho, saem de campo escoltados pela PM.

    O resultado, como esperado, faz explodir uma crise na Gávea. Candinho é cobrado, principalmente, por ter escalado dois volantes para enfrentar o frágil adversário. O treinador, já irritado, rebate: “Escalo o que há de melhor. Mas não posso fazer nada se o goleiro é irresponsável, o atacante pipoca na hora do pênalti e o time não faz o que eu mando”. Incandescente, o ambiente interno faz emergir declaração do Presidente, que percebe a hora de intervir. E o faz, novamente de forma lacônica, mas contundente:

    “Não sei o que está acontecendo. Vou me informar com o pessoal do futebol. Mas uma coisa é certa: o Flamengo não pode, sob nenhuma circunstância, perder nos pênaltis, no dado ou no par ou ímpar para esse time do Santa Cruz dentro do Maracanã”.

    Candinho entende o recado. E resolve sinalizar positivamente para uma sondagem do Al Ahli, da Arábia Saudita. Entrega seu pedido de demissão à Diretoria, que o aceita de imediato. É o fim da passagem de Candinho como treinador do Flamengo.

    Durou pouco mais de dois meses.

     


     


    Imagens destacadas no post e redes sociais: Reprodução

     

     

     

  • A duas rodadas do fim e com futuro indefinido, Diego reaparece como protagonista do Flamengo

    Autor do gol que selou a vitória do Flamengo sob o Grêmio e manteve em aberto o sonho de título, Diego voltou depois de alguns longos meses a ser protagonista na equipe, mesmo que momentaneamente. Desde que se recuperou de uma lesão na coxa, Diego passou a ficar no banco enquanto Arão formava a dupla de volantes com Cuéllar e dava maior liberdade a Paquetá no setor ofensivo. Antes preterido por Dorival, o meia recebeu nova oportunidade como titular após Paquetá ter sido expulso diante do Sport, no último domingo na vitória por 1 a 0, e retribuiu bem a chance dada pelo treinador.

    Com a característica menos vertical que Paquetá, prendendo mais a bola, o camisa 10 chamou atenção pela adaptação ao estilo de jogo que se desenhou no confronto com o Grêmio. Sem tanto a bola, Diego chamou a atenção pela quantidade de combates dados, foram oito ganhos, em um total de 12 – a efeito de comparação Réver foi quem mais deu combate, 13 no total; Cuéllar teve apenas oito. Com a bola nos pés, criou pelo menos três ótimas chances de gol, desperdiçadas por Uribe, Vitinho e Marlos. Ainda no primeiro tempo acertou um belo chute para defesa de Paulo Victor, e por fim marcou aos 44 do segundo tempo.

    Com a ascensão de Arão, o bom futebol mostrado por Éverton Ribeiro e as más atuações de Paquetá, já vendido ao Milan, talvez o Flamengo precise de Diego. Caso o meia continue no time titular, o que é necessário ficar claro na relação entre Flamengo-Diego-torcida nesses dois últimos jogos é: o quanto o camisa 10 vai buscar, mais uma vez, ser o protagonista, e além disso o quanto ele de fato pode entregar como protagonista.

    Futuro indefinido

    Com contrato válido com o Flamengo até julho de 2019, Diego já poderá assinar um pré-contrato com outro clube a partir de janeiro. Após a boa atuação contra o Grêmio, o jogador voltou a responder sobre a possibilidade de transferência ou de renovação com o Rubro-Negro. O meia confirmou que há interesse de outros clubes na sua contratação.

    – Existem propostas e interesse de outras equipes. Mas é tudo com meu empresário. É bom deixar claro que o contato sempre parte das equipes, nunca de mim e do meu empresário. – esclareceu de forma cuidadosa. – Não tem nada diferente na minha cabeça que não seja o Flamengo e ajudar o time. Nada tira meu foco e minha alegria de vestir essa camisa.

    Nos últimos dias cresceu o rumor de uma volta de Diego ao Santos. O alvinegro praiano José Carlos Prestes, confirmou o interesse no atleta. Segundo o “UOL”, a proposta salarial já teria até sido definida e giraria em torno de R$ 600 mil. Há a possibilidade do clube paulista ceder algum atleta ao Flamengo para contar com o camisa 10 da Gávea.

    – Nunca mudei meu discurso. Os momentos ruins me dão propriedade para dizer que estou feliz aqui. Só tenho agradecer a todo carinho e apoio que recebo, quero retribuir isso. Não sei por mais quanto tempo estarei aqui, não sei se até o final do contrato, mas, independentemente de qualquer coisa, farei o melhor sempre pelo Flamengo -, completou o grande destaque da partida desta quarta-feira, ainda na zona mista do Maracanã.

    Diego completa 34 anos no dia 28 de fevereiro. Revelado pelo Santos em 2002, onde foi campeão brasileiro e vice-artilheiro do time com apenas 17 anos. Foi vendido para a Europa em 2004, quando rumou para o Porto. Em 2006 chegou ao Werder Bremer, time onde detém os melhores números da carreira – são 55 gols em 117 jogos. A boa passagem pelo time alemão lhe rendeu uma transferência para a gigante Juventus. Porém, apesar do bom começo na “Vecchia Signola”, não conseguiu manter o bom futebol e após uma temporada acertou sua volta ao futebol alemão, desta vez para o Wolfsburg. Diego Ribas ainda teve passagem pelo Atlético de Madrid e Fenerbahçe antes de acertar sua volta para o Brasil, onde atua desde julho de 2016.
     


    *Créditos das imagens destacadas no post e nas redes sociais: Gilvan de Souza/Flamengo

     

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  • Tarde demais? Mesmo com recuperação na reta final, chance de título é de apenas 2%

    O Flamengo venceu mais uma batalha na guerra pelo Campeonato Brasileiro, faltam apenas duas. Na noite de ontem diante do Grêmio teve de tudo: milagre de César aos 42 minutos do segundo tempo, quando a partida ainda estava 1 a 0 – o empate consagraria o Palmeiras como campeão – e gol de Diego dois minutos depois, após contra-ataque fulminante puxado por Berrío, que novamente entrou bem.

    Apesar da vitória e do clima de euforia durante a comemoração de seu camisa 10 junto aos torcedores que compareceram novamente em bom número ao Maracanã (33.932 pagantes), o Flamengo não depende só dele. Além de precisar ganhar de Cruzeiro e Atlético-PR, o Rubro-Negro terá que contar com duas derrotas da equipe palmeirense, que não perde no Brasileiro desde o dia 25 de julho, na derrota para o Fluminense – são 21 jogos de invencibilidade em solo nacional.

    Segundo o matemático Tristão Garcia, consultado pelo site GloboEsporte.com, o Palmeiras tem 98% de chances de título. O percentual cresceu três pontos após a goleada de 4×0 imposta pelos paulistas ao fraco América-MG na noite de ontem, no Allianz Parque.

    O fato é que existe um único responsável por toda essa conta e por toda essa torcida ‘anti-Palmeiras’: o próprio Flamengo. Desde que voltou da Copa do Mundo o Rubro-Negro perdeu pontos importantes dentro e fora de casa, e que hoje fazem falta. Só no Rio, ao lado de sua torcida, a equipe deixou de ganhar de São Paulo, Ceará, Palmeiras e Botafogo – este no Nilton Santos com mando alvinegro. Fora de casa, deixou pontos contra time como Santos, Internacional, América-MG, São Paulo e Atlético-PR – sem contar os empates com Vasco e Bahia.

    Por sorte do destino, incompetência de uns e estrela de outros, a taça ainda flerta com o Flamengo. Nos dois últimos jogos, à partir do momento que o time reassumiu a vice-colocação, o Rubro-Negro tem mostrado um pouco da essência característica do clube: a garra, a vibração e a vontade desenfreada de vencer. Vontade essa que faltou em jogos decisivos da competição, quando era líder e o Palmeiras via o topo da montanha de muitos pontos de distância.

    A esperança é a última que morre. De qualquer forma, time e torcida só têm mesmo o velho clichê para se agarrarem a esta altura de mais uma decepcionante temporada.
     


    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Gilvan de Souza/Flamengo

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  • Em noite para esquecer, Vitinho faz partida ruim e Diego vai bem; confira as notas dos jogadores do Flamengo

    O Flamengo venceu o Grêmio por 2 a 0 na noite desta quarta-feira (21) no Maracanã para um público de quase 34 mil pessoas. Com gols de Uribe e Diego, boas atuações de César e Berrío, o Flamengo se manteve na briga pelo título do Campeonato Brasileiro com o Palmeiras, a cinco pontos de diferença da equipe paulista. Após o jogo, o Mundo Bola decidiu dar as notas aos jogadores rubro-negros.

    Confira as notas:

    César (7.5): Seguro. Apesar de ter sido pouco exigido, defendeu uma cabeçada de Éverton e salvou o Flamengo aos 44 do segundo tempo, em uma cabeçada do Geromel.

    Pará (7.0): No primeiro tempo atacou muito bem o espaço deixado por Cortez. Conseguiu fazer algumas dobradinhas com o Éverton Ribeiro, Arão e Vitinho. No segundo tempo foi dele a finalização que originou o escanteio do gol de Uribe.

    Rhodolfo (6.5): Discreto. Sofreu um pouco com o Everton e pouco apareceu no momento ofensivo – uma de suas características.

    Réver (6.5): Apesar das recentes más atuações, Réver foi um pouco melhor do que nas outras partidas. Defensivamente errou muito nas saídas de bola, no ataque foi parado por Geromel e Marcelo Oliveira.

    Renê (6.0): Não apareceu tanto quanto em outros jogos. Quando foi solicitado no ataque, desperdiçou uma ótima chance ainda no primeiro tempo.

    Cuéllar (7.5): Além da parte defensiva, já característica, se lançou ao ataque algumas vezes e fez uma belíssima jogada individual que resultou na finalização de Renê para fora. Cometeu algumas faltas bobas, mas nada que comprometesse.

    Arão (6.5): Muito bem na etapa inicial do primeiro tempo atacando os espaços pelo lado direito, caiu de rendimento conforme o jogo foi se desenrolando. Tomou um amarelo bobo, errou alguns passes, mas nada que afete o bom momento vivido.

    Diego (8.0): O melhor em campo pelo lado do Flamengo e uma grata surpresa. Autor de um dos gols, se movimentou muito pelo lado esquerdo e demonstrou aquilo que se espera dele, um meia que crie oportunidades de gol; só no segundo tempo foram três, duas desperdiçadas bizonhamente por Vitinho e Marlos.

    Éverton Ribeiro (6.0): Apagado. Tentou uma finalização e um passe de mais efeito aqui e outro ali, mas nada de muito perigo. Fez muito pouco para o que pode oferecer e saiu já no fim para a entrada de Jean Lucas.

    Vitinho (4.0): Disparado o pior em campo pelo Flamengo. Errava quase tudo que tentava. Em dado momento, deixou até mesmo os escanteios, antes cobrados por ele, para Éverton Ribeiro. Saiu entre vaias e aplausos para a entrada de Marlos.

    Uribe (7.0): Autor do primeiro gol, tenta na medida do possível e da sua qualidade técnica, abrir espaços e finalizar. Acertou um belíssimo voleio, mas também não fez uma grande partida. Saiu para dar lugar a Berrío.

    Jean Lucas (6.0): Apesar de ter entrado no fim para segurar o ímpeto do Grêmio, foi ele quem dividiu a bola que sobrou para Berrío servir Diego no segundo gol.

    Berrío (7.0): Mais um jogo em que o colombiano entrou e mudou a forma de jogar do time, e de quebra deu uma assistência para o gol de Diego. Pode ser peça fundamental nesses dois últimos jogos.

    Marlos (5.0): Entrou para a saída de Vitinho aos 40 minutos e conseguiu perder uma chance clara de gol após uma bola enfiada de Diego.
     


    *Créditos das imagens destacadas no post e nas redes sociais: Gilvan de Souza/Flamengo

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  • Flamengo renova com destaque do ultimo CBLOL e acerta com o Topo Leonardo “Robo”

    O Flamengo eSports segue formando a line-up que irá representar o rubro-negro no cenário competitivo de League of Legends em 2019. Após divulgar o nome do técnico que irá comandar o time, e a saida do suporte eSa,  o Twitter oficial da organização informou mais dois movimentos do time: a renovação do caçador Lee “Shrimp” Byeong-hoon, destaque da campanha que culminou no vice campeonato no segundo Split de 2018, e a contratação do topo Leonardo “Robo” Souza.

    O topo, conhecido por sua agressividade e mecânica apurada, disputou o ultimo split pela CNB, e que já foi campeão brasileiro atuando pela Red Canids e campeão do Rift Rivals representando o CBLOL, usou seu twitter para saudar a torcida e dizer o por que de ter escolhido atuar no Flamengo:

    As datas do primeiro Split do CBLOL 2019 serão divulgadas em breve pela Riot Games.

  • Flamengo ainda não perdeu com jogadores expulsos no Brasileiro 2018

    Se vencer uma partida com 11 atletas em campo já é complicado, imagina com 10? E com 9? Essa é uma missão complexa para treinadores e atletas, que necessitam “desdobrar-se” para, apesar das circunstâncias, obter êxito nos confrontos ou até mesmo evitar resultados negativos, pois o Flamengo teve que enfrentar essa realidade em seis jogos do Campeonato Brasileiro 2018 e conseguiu segurar cinco empates e conquistar uma vitória.

    Um total de nove cartões vermelhos foram distribuídos para jogadores Rubro-Negros nos 35 jogos do Campeonato Brasileiro 2018. Gustavo Cuéllar lidera a lista com 3 expulsões, seguido por Jonas, Rhodolfo, Henrique Dourado, Diego Ribas, Éverton Ribeiro e Lucas Paquetá (um cartão vermelho cada).

    Percebe-se que nos seis jogos que envolveram expulsões de atletas do Flamengo, a ampla maioria (5) foi em partidas como visitante. Em dois deles (contra Palmeiras e Vasco), mesmo com expulsões, o resultado final não sofreu alterações, comparando com o resultado no momento do cartão vermelho.

    Nas outras quatro partidas, o resultado sofreu alterações: contra o Vitória, onde Éverton Ribeiro foi expulso injustamente, estávamos vencendo por 1 a 0, e o jogo acabou empatado. Contra o América-MG, a expulsão de Cuéllar quando o jogo estava favorável ao Mengão também pesou no empate em 2 a 2 entre cariocas e mineiros. Contra Vasco e Sport, a expulsão alterou “positivamente” o placar do jogo: empatamos com o cruzmaltino após estarmos perdendo e vencemos os pernambucanos com 10 jogadores em campo.

    Créditos nas imagens: Gazeta Press

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