Autor: diogo.almeida1979

  • Pará lateral-esquerdo? Relembre outras vezes em que ele atuou assim no Flamengo

    O Flamengo tem um baita problema na lateral-esquerda. Além de os nomes da posição (Renê e Trauco) não convencerem a torcida, agora o clube não poderá contar com nenhum dos dois para o duelo diante do Santos, nesta quinta-feira (15). Nesta situação, Dorival terá que improvisar. Literalmente. Pará, lateral-direito de ofício, é o escolhido da vez. Atuar do outro lado do campo, no entanto, não é novidade para ele.

    Pará chegou ao Mais Querido em janeiro de 2015. Nestes quase 4 anos de casa, o atleta foi usado como solução para problemas na lateral-esquerda em sete oportunidades. Em 2018, no entanto, ele ainda não havia atuado na função.

    O Mundo Bola relembra as sete vezes em que o camisa 21 atuou do outro lado do campo:

    Brasil de Pelotas 1 a 2 Flamengo

    Era apenas a sétima partida de Pará como jogador do Flamengo. O duelo era válido pela 1ª fase da Copa do Brasil, jogo de ida. Lá em Pelotas, o Flamengo conquistou a vitória em um jogo difícil, com o segundo gol marcado adivinha por quem… Ele mesmo! O nosso Marcos Rogério.

    Após cobrança de falta de Arthur Maia, a bola bateu na barreira e Pará, num chute improvável, ampliou a vantagem do Mengão. Confira:

    Botafogo 1 a 0 Flamengo

    Na semana seguinte ao jogo contra o Brasil de Pelotas, Pará novamente atuou como lateral-esquerdo, enquanto Leonardo Moura era o lateral-direito. Sob o comando de Luxemburgo o time perdeu o clássico com gol no finalzinho de Tomás.

    Flamengo 1 a 0 Botafogo

    Dois anos e meio depois da última vez em que havia atuado improvisado na esquerda, Pará voltou a jogar por ali. No dia 23 de agosto de 2017, o rubro-negro venceu o rival pelo jogo de volta da semifinal da Copa do Brasil, gol marcado por Diego após linda jogada de Berrío. Vale a pena lembrar:

    Arrepiei!

    Flamengo 2 a 0 Atlético-PR

    Cinco dias depois lá estava Pará novamente de lateral-esquerdo. Desta vez pela 22ª rodada do Brasileirão de 2017, o Maior do Rio venceu com gols de Diego e Willian Arão.

    Flamengo 1 a 1 Cruzeiro

    Novamente pela Copa do Brasil, Pará foi escalado pela terceira vez consecutiva como lateral-esquerdo e sob o comando de Reinaldo Rueda. Lucas Paquetá marcou o gol que abriu o placar para o Flamengo e De Arrascaeta empatou após falha do goleiro Thiago.

    Chapecoense 0 a 0 Flamengo

    Quarto jogo seguido como lateral-esquerdo. Desta vez a competição era a Copa Sul-Americana e a fase era oitavas de final, jogo de ida. Na Arena Condá o placar não se mexeu. Vale lembrar que no jogo de volta o Flamengo venceu por 4 a 0 e seguiu na competição até perder na final para o Independiente.

    Flamengo 1 a 1 Fluminense

    Ainda em 2017, última vez que Pará atuou como lateral-esquerdo com a camisa vermelha e preta. Fla-Flu válido pela 27ª rodada do Brasileirão daquele ano. O placar foi aberto com gol dele, só que contra. No lance Henrique Dourado, então atacante do tricolor, cruzou e pra evitar que a bola chegasse em Sornoza, Pará tentou tirar a bola e acabou fuzilando as próprias redes.

    Relembre:

    Mais de 1 ano depois, Pará será novamente lateral-esquerda nesta quinta-feira (15), diante do Santos, pela 34ª rodada do Brasileirão. A partida terá tempo real no twitter do Mundo Bola.


    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Gilvan de Souza/Flamengo

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  • Com Diego ainda dúvida, Dorival tem só esta quarta para definir outra opção; Marlos é cogitado

    Durante a coletiva desta manhã (14), o treinador do Flamengo falou sobre um incômodo por parte de Diego Ribas, provável substituto de Lucas Paquetá. O meia, no entanto, participou pouco dos trabalhos durante a semana. Com essa dúvida pairando, Dorival terá apenas hoje para definir uma outra opção, e em coletiva levantou a possibilidade de ser Marlos Moreno.

    Perguntado sobre qual seria o “plano B”, o treinador respondeu: “ontem nós fizemos um trabalho com o Marlos pelo lado, mas ainda não tenho a situação definida”. Caso isso aconteça, é provável que Éverton Ribeiro atue centralizado.

    O camisa 7 já atuou nessa posição diversas vezes ao longo da carreira. No Flamengo foram 18 partidas como meia-ofensivo, sendo cinco nesta temporada. A última vez foi na derrota por 2 a 1 contra o Internacional, em que acabou dando a assistência para o primeiro gol de Vitinho com a camisa rubro-negra.

    As outras quatro oportunidades foram na vitória por 1 a 2 contra o Emelec; contra o Internacional no primeiro turno (marco um gol na vitória por 2 a 0); contra o Fluminense também no primeiro turno (deu uma assistência na vitória por 2 a 0); e no empate em 1 a 1 contra o Santos pela 15ª rodada do Brasileirão.


    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Gilvan de Souza/Flamengo

     

     

     

  • Dorival confirma Rômulo titular e Pará improvisado na esquerda; Diego ainda é dúvida

    Na manhã desta quarta-feira (14), Dorival Júnior deu uma rápida coletiva de imprensa e deu destaque às mudanças em relação ao time titular que foi usado nos último 6 jogos. Com Renê, Arão e Paquetá suspensos, o treinador confirmou as entradas de Rodinei (com Pará improvisado na esquerda), Rômulo e, provavelmente, Diego.

    “Não gosto de esconder time. Caso algum não atue será apenas o Diego, que praticamente iniciou os trabalhos ontem. Do contrário vamos com Pará, Diego e Rômulo como substitutos”, disse Dorival.

    Diego

    O comandante rubro-negro também deu mais detalhes sobre a situação do camisa 10 do Flamengo:

    “O Diego é um jogador que é titular na equipe do Flamengo. Jogador de excelente nível. Teve um incômodo contra o Botafogo, saiu queixoso. Ontem iniciou processo de trabalho já no campo. Espero tê-lo em condições e preparado para um jogo fundamental para nossas pretensões”.

    Caso esteja apto, esta será a primeira oportunidade como titular do meia de 33 anos sob o comando do atual treinador do clube. Diego entre os onze iniciais é algo que não acontece desde o jogo de volta da semifinal da Copa do Brasil, jogado no final de setembro. Após o embate, o atleta perdeu três partidas por lesão (Bahia, Corinthians e Fluminense), voltando a atuar apenas contra o Paraná.

    Apesar de não ser titular, Diego tem entrado em todas as partidas desde o duelo no Durival Britto.

    Rômulo

    Em quase 2 anos de clube, Rômulo tem apenas 37 partidas com o Manto Sagrado. Dessas, 22 (12 em Cariocas) foram como titular, o que também vai acontecer no duelo contra o Santos.

    As última vezes em que o volante começou jogando foi no primeiro turno do Brasileirão, na derrota por 0 a 1 contra o São Paulo, e no último duelo contra o Internacional, no qual o rubro-negro também saiu derrotado. Na reserva praticamente todo jogo, Rômulo foi utilizado em apenas quatro oportunidades neste Campeonato Brasileiro.

    Na coletiva pré-duelo contra o Botafogo, no entanto, Dorival destacou a melhora do atleta:

    “O Rômulo tá evoluindo absurdamente, voltando a jogar dentro das suas melhores condições, dentro daquilo que ele jogava no Vasco e eu não estou tendo tempo de lhe dar uma oportunidade”.

    Flamengo e Santos se enfrentam pela 34ª rodada do Brasileirão nesta quinta (15), às 17h00 (de Brasília), no Maracanã. A transmissão ficará por conta do PFC e você pode conferir lance a lance no twitter do Mundo Bola.


    *Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Gilvan de Souza/Flamengo

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  • Chiefs, NFL, Vencer: lições para nós

    Meu amigo Gustavo Duarte escreveu aqui no Mundo Bola um texto que gostei bastante, citando o planejamento do Kansas City Chiefs como uma referência a ser seguida pelo Flamengo. Em linhas gerais, o Gustavo enfatiza o processo de reconstrução do “Chiefs”, uma equipe que conquistou seu único título de SuperBowl em 1969 e vinha fazendo campanhas muito fracas até 2013, quando a chegada de um novo Quarterback mudou o patamar do time.

    Falar de futebol americano é um problema imenso, porque a gente nunca sabe o bastante e ao mesmo tempo corre o risco de falar para leitores que não sabem nada, mas vou permitir me estender sobre duas coisas básicas, para contextualizar a tese do Gustavo: mesmo sendo um esporte coletivo, o futebol americano depende muito do desempenho do Quarterback (autor de todas as jogadas ofensivas) e o processo de contratação passa pelo draft, uma seleção anual onde as equipes profissionais escolhem os jogadores que estão saindo do esporte universitário (ou seja, a transição da “base” para o “profissional”, com a diferença de que os selecionados são estudantes universitários formados, logo, mais velhos).

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    Para acabar com a seca de títulos, o Chiefs optou por trazer um Quaterback de ponta, contratado de um time rival em 2013. Dito e feito, esse jogador mudou a cara do time, que deixou de ser uma piada para fazer boas temporadas e a passar a disputar as fases finais do campeonato (os “playoffs”). Mas o Chiefs não estava satisfeito e resolveu investir ainda mais: contratou uma das estrelas na seleção do Draft para ser seu novo Quarterback.

    Essa contratação arrojada, com razão, encheu os olhos do Gustavo, que viu nesse lance ousado uma demonstração de uma mentalidade vencedora da diretoria dos Chiefs, coroando um planejamento muito bem estruturado do time (que os americanos chamam de “franquia”). A conclusão do texto é que esse tipo de atuação é o que falta ao Flamengo para avançar mais.

    Apesar do Gustavo estar coberto de razão, o exemplo dele me levou a outro tipo de reflexão e a uma conclusão que parece ter passado despercebido: fazer tudo certo, se planejar, implantar uma mentalidade vencedora e tirar um time do estágio da chacota para o estágio competitivo não necessariamente se traduz em títulos no curto prazo.

    Na NFL, que tem 32 times, a temporada dos playoffs é composta pelos 8 campeões das suas divisões (um grupo com 4 clubes) e mais 4 que chegam lá por uma espécie de repescagem. Ou seja, mais de ⅓ das equipes chega lá, o que estatisticamente não parece algo difícil. Pois nas 15 temporadas anteriores ao processo de reconstrução em 2013 o Chiefs ficou de fora em 12. E quando chegou, foi eliminado logo no primeiro jogo.

    Desde 2013 tudo mudou. O time só ficou de fora em 2014. E chegou a vencer um de seus confrontos de “mata-mata”. Apesar disso, ainda não foi capaz de chegar a disputar sequer o título da sua conferência, que dirá o sonhado SuperBowl (a grande final, entre os dois campeões das respectivas conferências). Pelo contrário, há pelo menos uns 5 times que no mesmo período tiveram desempenhos bem superiores.

    A trajetória do Chiefs, portanto, tem mesmo lições a ensinar: guardadas as devidas proporções (a NFL não tem rebaixamento, há limites rígidos de orçamento, são apenas 16 jogos por ano antes dos playoffs, etc.), é possível concluir que

    leva tempo para sair do estágio onde só o acaso te leva mais longe para o estágio de ser um competidor forte de modo constante;

    ter mentalidade vencedora, contratar bons jogadores, se planejar e fazer tudo certo não te conduz imediatamente às conquistas, porque seus adversários provavelmente estão fazendo isso há mais tempo;

    ter evoluído não te dá o direito de ser conformista com o progresso, porque é preciso seguir investindo na melhoria contínua até triunfar.

    E aqui a minha concordância com o Gustavo Duarte é plena: nem precisamos arredondar a bola e lembrar do Flamengo. Estamos, como o Chiefs, na trilha certa. Não vamos nos afastar dela, haja o que houver.

    Em tempo: FinsUp. Dan Marino Forever!




    Walter Monteiro é advogado com MBA em Administração. Membro das Comissões de Finanças do Conselho Deliberativo e do Conselho de Administração do Clube de Regatas do Flamengo. Escreve sobre o Flamengo desde 2009, em diferentes espaços.

    Imagens destacadas no post e nas redes sociais: Kansas City Chiefs / Divulgação

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  • Os desafios do próximo presidente e as respostas que terá que dar

    Há muito deixou de ser novidade que o Flamengo da era Bandeira é um especialista em fracassos. Mas temos que admitir que neste ano especialmente ele vem apresentando um esmero ainda maior nesse sentido. É impressionante a falta de empatia com o sucesso, com o êxito, com as conquistas que esse grupo criou. É algo que, na minha modesta visão, precisa ser estudado de maneira aprofundada, pois a não compreensão dos fatos que nos trouxeram até esse ponto pode acarretar na repetição dos mesmos mais adiante mesmo sob uma nova gestão. Acho fundamental que se investigue de forma minuciosa o problema e, a partir dos resultados revelados por essa investigação, medidas sejam tomadas para que isso não volte a acontecer nunca mais.

    > O “novo” Flamengo e a saudável arte de duvidar

    Agora, não foi na partida do último sábado que abandonamos a luta pelo título. O que fazia com que vários de nós ainda acreditássemos na possibilidade do título era a fé. E fé, como sabemos, é a crença naquilo que não se pode ver nem comprovar. Não há qualquer racionalidade nela. Outros, em geral aqueles que estão envolvidos profissionalmente com o campeonato, usam o chatíssimo e em geral irrelevantíssimo discurso da matemática para justificar que a briga ainda estava aberta. Ok, eles estão cumprindo com seu papel. Precisam arrumar assunto.

    Mas a verdade é que não estava, meus amigos. A verdade é que essa porta se fechou para nós naquela derrota em casa contra o Ceará. Até por uma questão de moralidade e justiça, que existe, sim, no futebol, ao contrário do que se diz por aí, time nenhum que se apresenta como candidato a um título desse tamanho será campeão sendo derrotado em casa diante de mais de 50 mil torcedores por outro que tenta a duras penas escapar de um rebaixamento. Dali em diante, a única coisa que nos sobrou foi brigar para chegar ao fim do certame de uma forma mais digna, porém até nisso estamos falhando miseravelmente.

    Não há mais o que se falar sobre esse Flamengo que está aí. É um morto-vivo, um moribundo que irá se arrastar até o fim do ano sabe-se lá como. E vença quem vencer as eleições, o próximo presidente terá que se empenhar para descobrir quais foram os fatores que contribuíram para que ao longo de seis anos o clube alcançasse o status que alcançou em termos administrativos sem que o futebol profissional fosse capaz de traduzir isso em sucesso desportivo. Quem entrar terá a obrigação de dar essa resposta, pois trata-se de fenômeno raro, talvez até inédito, e como tal deve ser tratado, estudado e compreendido.

    Alguns erros, tais como a interferência direta no futebol de um presidente que de futebol nada entende, a insistência num modelo que privilegiava as planilhas de Excel e tirava o torcedor “comum” de perto do time, a arrogância, a prepotência do próprio presidente e de grande parte dos demais membros da gestão, a superproteção a jogadores que ajudaram a afundar o time em incontáveis ocasiões e as péssimas decisões tanto na hora de contratar quanto de demitir técnicos, são os mais claros, os mais conhecidos e foram amplamente debatidos nos mais diversos fóruns. Mas duvido que sejam os únicos. Tem mais caroço debaixo desse angu, e a construção de um Flamengo que dentro de campo consiga ter êxito na proporção do que faz e investe para isso passa necessariamente por chegar até esse caroço e arrancá-lo de lá.


    Fabiano Torres, o Tatu, é nascido e criado em Paracambi, onde deu os primeiros passos rumo ao rubronegrismo que o acompanha desde então. É professor de idiomas há mais de 25 anos e já esteve à frente de vários projetos de futebol na Internet, TV e rádio, como a série de documentários Energia das Torcidas, de 2010, o Canal dos Fominhas e o programa Torcedor Esporte Clube, na Rádio UOL. Também escreve no blog Happy Hour da Depressão.

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  • Quando o projeto é vencer acima de tudo: analisando o caso Smith-Mahomes do Chiefs

    Pelo menos nos últimos seis anos, meus domingos são divididos entre os jogos do Flamengo e a NFL, para os leigos, “o campeonato americano de futebol americano”. Não sou especialista no assunto, longe disso, mas vou me arriscar em algumas linhas. Quem for ler, me perdoe qualquer comparação tosca.

    Trata-se da liga esportiva mais rica do planeta, com arrecadação de embasbacantes 13 bilhões de dólares por temporada. Para termos uma maior noção disso, o segundo colocado do ranking divulgado pelo site howmuch.net é a NBA, a liga americana de basquete, que arrecada 9,5 bilhões de dólares(o Brasileirão consegue cerca de 1 bilhão de Trumps por ano, pelo mesmo ranking). Então, como vocês devem imaginar, o nível de profissionalismo envolvido é uma coisa absurda.

    “Rapaz, o que esse infeliz quer por aqui falando de NFL?” Calma, vou chegar lá.

    O Kansas City Chiefs são uma das mais tradicionais franquias da NFL, fundada em 1960. O time já conquistou o SuperBowl uma vez e foi campeão da antiga AFL (uma das ligas que posteriormente formou a NFL como a conhecemos hoje) outras três. É um time que teve uma época de ouro no final da década de 50 e passa por uma enorme seca de títulos. Suas campanhas em 2011 e 2012 foram medonhas.

    Em 2013, os Chiefs assinaram com o quarterback (uma espécie de camisa 10, posição mais importante) Alex Smith. Se tratava de um grande jogador, que entrou na liga em 2005 como a primeira escolha do draft – foi o universitário mais desejado pelos times da NFL – e era destaque de seu antigo time, o San Francisco 49ers. Desde então, liderados por Alex Smith até 2017, os Chiefs sempre conseguiram campanhas positivas (mais vitórias que derrotas): 11-5, 9-7, 11-5, 12-4 e 10-6, se classificando para os playoffs em quase todos esses anos. A torcida o amava, os especialistas o elogiavam. Alex Smith mudou o patamar dos Chiefs!

    Então veio o draft de 2017 e o Kansas City Chiefs contratou o novato Patrick Mahomes, 22 anos, quarterback da universidade de Texas Tech. Ok, pode ser que Alex Smith precisasse mesmo de um reserva mais barato, para abrir caixa para outras contratações. Veio a temporada de 2018, a atual. Kansas City se desfaz de Alex Smith e lança aos leões o agora segundo anista, que jamais tinha feito uma partida pela NFL, nem mesmo uma jogada sequer. Ficaram loucos? O que pensam a diretoria e a comissão técnica dos Chiefs?

    Acontece que, hoje (novembro de 2018), Mahomes já tem dez partidas como titular dos Chiefs, com uma campanha 9-1, 29 passes para touchdown (recorde na NFL) e 3185 jardas passadas (também recorde na liga). O time tem o melhor ataque da liga até o momento. A torcida nem lembra mais de Alex Smith. Seria Mahomes um fenômeno? Teriam os Chiefs dado uma sorte danada? O que explica um movimento tão arrojado ter (até aqui) dado tão certo?

    O primeiro ponto que eu noto é a mentalidade vencedora da diretoria dos Chiefs. “Ah mas os Chiefs não ganham nada desde não-sei-quando”, não se trata disso. O upgrade que Alex Smith trouxe à franquia em relação aos anos anteriores de sua chegada é inegável, mas não suficiente. Os anos vão passar e Smith terá sido um bom QB que passou por lá. Quem toma conta do clube não se deu por satisfeito e foi atrás de um quarterback ainda melhor, que pudesse liderar o time para um título, coisa que Alex Smith, por melhor que tenha atuado em Kansas, não pode fazer (por diversos motivos). Poderia ter dado errado (como ainda pode dar)? Claro. Mas não fazer nada também não traria nenhuma melhora.

    O segundo e talvez o principal ponto é o nível de profissionalismo dos scouts (olheiros) não só dos Chiefs, mas de todos os times da NFL. Vocês lembram das cifras que abriram esse post, né? Pois é, é muita grana envolvida, uma opção errada e você compromete toda uma temporada não só em termos técnicos, mas principalmente financeiramente. E aí não tem choro nem vela: você é mandado embora, fica com o nome queimado na liga e ninguém mais te contrata. Escolher jogador para um time de NFL é uma ciência muito séria, que obviamente não se limita em assistir os DVDs do garoto jogando por sua universidade.

    O scout muitas vezes começa ainda no High School (ensino médio), dependendo do atleta. Há todo um acompanhamento silencioso, até o fim da faculdade. São levados em consideração aspectos pessoais do jogador, tais como suas notas, seu empenho nos treinos, mentalidade, relacionamentos com parceiros de time, colegas de classe e professores. São entrevistados treinadores, familiares, funcionários da universidade, rivais. Quantos talentos o futebol brasileiro perde todo ano, por que apesar do garoto saber jogar bola, tem a maturidade de uma criança de 5 anos? Ou quantos são descobertos em clubes pequenos e, chegando nos times grandes, não se adaptam à cidade, ficam longe da família e todo investimento vai por água abaixo?

    As estatísticas vão além das pontuações disponíveis em sites por aí. Nisso os americanos são reis. Sabe-se como o jogador se porta em situações de pressão, em situações sem pressão, quando ele opta por um lançamento ou uma corrida, que tipo de jogada ele gosta, que tipo de defesa ele não gosta. Sabe-se se ele tem técnica para correr, técnica para lançar. Se ele muda a forma de jogar em partidas fora de casa. O garoto basicamente chega no clube e a comissão técnica já o conhece como se lá estivesse faz alguns anos. Aqui no Brasil, tem muito líder da Bola de Prata Placar que mal sabe cruzar uma bola. Não é à toa que alguns scouts americanos são considerados lendas do esporte por lá. Uma geração de ouro de um time da NFL pode começar (ou deixar de existir) por causa de uma escolha de draft.

    A CONVICÇÃO dos Chiefs em Patrick Mahomes não foi sorte ou acaso. Quando o atleta foi draftado, a diretoria já sabia que ele seria o QB titular no ano seguinte, independente da melhora que Alex Smith trouxe para o time. Sabia por que, resumidamente, (1) NÃO SE ACOMODOU com os bons resultados de seu atual QB, que apesar de muito melhores que os anteriores, não garantiram títulos nem mesmo de Conferência, e (2) se PLANEJOU para trazer outro jogador: trabalhou, estudou, foi atrás e, baseado em CRITÉRIOS TÉCNICOS E HUMANOS, vislumbrou alguém que poderia entregar o que se desejava. Os Chiefs não querem se classificar para os playoffs: querem TÍTULOS.

    Agora sim, finalmente, vamos arredondar a bola e falar de futebol, falar do Flamengo.

    Precisa?

    SRN
     


    Rubro-Negro Campeão do Mundo, engenheiro e blogueiro de viagens. No Mundo Bola, escreve no blog Flatrip. Siga-o no Twitter: @gunevesduarte.

    Crédito imagem destacada no post e redes sociais: Divulgação / Kansas City Chiefs
     

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    > O Flamengo (e eu) no Espírito Santo

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  • Em mais um W.O, Flamengo/Marinha avança às semifinais do Carioca Feminino

    Na tarde deste domingo (11), na Gávea, o Flamengo faria seu sexto jogo no Carioca Feminino 2018, mas a partida não aconteceu. Pela ausência da Liga de Volta Redonda, o duelo não teve continuidade, e, como estipula o regulamento, o Flamengo/Marinha venceu por W.O, garantindo assim uma vaga nas semifinais da competição.

    Mesmo assim, a comissão técnica optou por realizar um treino coletivo entre a equipe titular contra a reserva, apesar de um calor considerável em solos cariocas. As semifinais já estão definidas: de um lado, Flamengo/Marinha x Portuguesa. Do outro, Duque de Caxias x Vasco. As equipes vencedoras dos respectivos confrontos se enfrentam na grande decisão.

    Equipes participantes

    Flamengo/Marinha – Búzios – Brasileirinho – Liga de Volta Redonda – Vasco – Jacarepaguá – Duque de Caxias – Portuguesa – Liga de Rio das Ostras – LRB/Bonitão – LDAC/ACCEL.

    Formato da competição

    O Campeonato Carioca Feminino 2018 será disputado em quatro fases:

    PRIMEIRA FASE: As onze equipes foram divididas em dois grupos (A e B). O grupo A possui seis times e o grupo B, cinco. Nessa fase, os times do grupo A enfrentam os do grupo B (e vice-versa), em turno único. O Rubro-Negro está presente no grupo A.

    SEGUNDA FASE: os quatro melhores colocados de cada grupo classificam-se para a segunda fase, que será em formato de mata-mata: o primeiro colocado de cada grupo enfrenta o quarto, e o segundo enfrenta o terceiro. Jogo único, em caso de empate, decisão nas penalidades máximas. O primeiro e segundo colocado de cada grupo possui a vantagem do mando de campo. Foram denominados grupo C, D, E e F.

    TERCEIRA FASE (SEMIFINAIS): os quatro classificados da segunda fase realizarão as semifinais. O mando de campo será da equipe que fez a melhor campanha na primeira fase. Novamente, em caso de empate, os finalistas serão definidos nos pênaltis.

    QUARTA FASE (FINAL): o campo será neutro, determinado pela FFERJ. Como de costume, em caso de empate, o campeão será definido nas penalidades.

    Créditos imagem destacada: Fernando Jubran

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  • Mundo Bola Live Entrevista: José Rodrigo Sabino, ex-vice-presidente de marketing do Flamengo

    Vice-presidente de marketing do Flamengo entre junho de 2015 e julho de 2016, quando assumiu o cargo de CEO da Primeira Liga, José Rodrigo Sabino participou do Mundo Bola Live desta semana. Ao longo da entrevista, o ex-diretor de Marketing da Lafarge Cimento, empresa parceira do Rubro-Negro na construção do Ninho do Urubu, falou sobre o trabalho na Liga, marketing esportivo e, é claro, Flamengo.

    O programa foi apresentado por Diogo Almeida e contou com as participações de Bruno De Laurentis e Bruno Baesso, apoiadores do Mundo Bola.

    Confira alguns trechos do programa

    Trabalho na Primeira Liga

    A Primeira Liga foi um projeto espetacular. A minha motivação ao assumir esse desafio foi porque eu realmente acreditava no projeto. Tivemos uma janela para construirmos uma relação com os clubes para fazermos alguma coisa diferente. Seria o embrião da primeira liga privada do Brasil, como há nos Estados Unidos e está começando a acontecer na Europa. É um conceito diferente. A Primeira Liga veio com essa ideia. Mas existiu uma resistência muito forte por parte das das entidades estabelecidas (federações estaduais).

    Crise interna na competição

    Com as mudanças nos calendários da Libertadores, Sul-Americana e Copa do Brasil, que passaram a ser disputadas ao longo de toda a temporada, foi sufocada a chance de ter um torneio adicional. A ideia da Primeira Liga era reduzir o número de jogos em relação aos estaduais e proporcionar um torneio mais rentável e atrativo para os torcedores. Mas o calendário ficou muito complicado para o negócio evoluir.

    Quando os clubes maiores que estavam na Liga começaram a disputar essas outras competições, a motivação de deixar a Primeira Liga viável diminuiu. Se tinha uma coisa que sustentava a Primeira Liga era o desejo dos clubes de fazer o torneio acontecer. Quando isso acabou, o negócio esfriou.

    Trabalho no marketing do Flamengo

    O departamento de marketing de um clube, principalmente no caso do Flamengo, engloba não apenas as atividades de marketing, mas também a parte comercial. Quando entrei, tentei entender como a pasta estava estruturada. Foi feito um trabalho de bastidores, que muitas vezes não tem tanta visibilidade, mas que ajudou para que o clube tivesse uma estruturação e uma solidez no seu dia-a-dia, antes de evoluirmos para os números que temos hoje nos ativos do Flamengo.

    Investimento de empresas no futebol

    Há uma preocupação das empresas na hora de investir em clubes. No Brasil, principalmente, é difícil ver empresas multinacionais patrocinando times de futebol, diferente do que acontece em outros países americanos. Na minha visão, isso aconteceu por causa da imagem desgastada das pessoas que tocavam a parte comercial dos clubes.

    A maior parte das empresas que investem em futebol no Brasil são estatais, como no caso da Caixa, empresas de capital nacional de menor porte ou movidas a paixão, como no caso da Unimed e da Crefisa.

    Busca de patrocinadores para o Fla

    Você vender um clube de futebol não é uma coisa muito fácil, como parece. As empresas no Brasil são diferentes do resto no mundo. A marca Flamengo é muito forte, mas há uma dificuldade para as conversas evoluírem. O perfil é limitado: estatais, dono torcedor…

    Fizemos um trabalho de bastidores e de construção de imagem. Visitei mais de 40 empresas para mostrar o novo modelo de gestão do Flamengo. Não acredito em salvadores da pátria, o que faz a diferença é você ter um time muito bem estruturado. Foi isso que construímos no período em que estive à frente do marketing do Flamengo.

    Momento atual do Flamengo no Mercado

    O Flamengo está em outro patamar em termos de credibilidade. Mas ainda estamos inseridos no “mundo futebol brasileiro.

    Óbvio que brigar em cima ajuda muito. A TV mostra mais. As empresas gostam. É melhor. O crescimento das redes sociais foi um golaço. Um ativo valiosíssimo. Infelizmente não traduzimos em título o trabalho de estruturação.

    Eleição do Flamengo

    Em relação à eleição, não vejo a polarização atrapalhando o marketing. Acho que o processo político é mais uma autofagia rubro-negra. O melhor seria costurar uma chapa única.

    Carabao

    O Flamengo se resguardou institucionalmente. Ainda que não tenha migrado para o patrocínio master. Infelizmente eles tiveram problemas de distribuição. Mas hoje eles são reconhecidos no Brasil. Gera demanda espontânea e mostra a força do Fla.


     

    Imagem destacada no post e nas redes sociais: Divulgação

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  • Dominante, Flamengo triunfa no Clássico dos Milhões do NBB

    De volta para casa com vitória. O Flamengo voltou a atuar diante de Nação e não poderia ser melhor. O Rubro-Negro encarou seu histórico rival, o Vasco da Gama, e venceu o duelo na Arena Carioca 1, por 90 a 70. Encerrando sua maratona de jogos, o Mais Querido não tomou conhecimento do cruz-maltino, e atropelou desde o primeiro quarto, com destaque para o forte jogo defensivo da equipe, além das constantes trocas do Gustavinho.

    O inicio do confronto foi de bastante tensão, com os dois ataques errando muito e as defesas impondo um duelo físico. Com calma, o Orgulho da Nação conseguiu abrir uma excelente vantagem, indo pro intervalo com 27 pontos na frente, com o placar em 51 a 24. Marquinhos, MVP da última edição do NBB, ultrapassou a incrível marca de 6 mil pontos na competição (6006), seguindo apenas atrás de Shamell (6751 pontos) na lista dos maiores pontuadores.

    No segundo tempo, o domínio rubro-negro continuou chegando a abrir um pouco mais de 30 pontos de frente. No último quarto, com a vitória consolidada, o treinador Gustavinho aproveitou para dar tempo de quadra para os jovens, João Vitor e Matheusinho. O ala-pivô Olivinha garantiu que a diferença permanecesse no placar, acertando uma bola de três no final do jogo, fechando o placar em 90 a 70.

    Mesmo com um incrível jogo coletivo, Olivinha foi o principal destaque, o rei do duplo-duplo anotou mais um, sendo o cestinha da partida com 18 pontos, além dos 10 rebotes. Marquinho contribuiu com 15 pontos, e Davi Rossetto com 11. Apenas Matheusinho dos 12 atletas não pontuou, mas realizou duas assistências.

    Na próxima semana, o Flamengo volta a São Paulo para duas partidas. A primeira diante do São José, no dia 14, às 19h, com transmissão do Twitter do NBB. Depois encará o Paulistano, no dia 16, às 21h10, com transmissão da Fox Sports

    Imagem destacada no post e nas redes sociais: Caio Sertori/Mundo Bola

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  • Flamengo x Botafogo: todas as informações sobre o clássico deste sábado

    O Flamengo volta a campo neste sábado (10), às 19 horas, para o clássico contra o Botafogo. O duelo, válido pela 33ª rodada, acontece no Nilton Santos. Após os amargos empates com Palmeiras e São Paulo, o Rubro-Negro está em situação complicada na luta pelo título e preciso dos três pontos para seguir vivo na disputa.

    Faltando seis jogos para o fim do Campeonato Brasileiro, a distância para o Palmeiras, que lidera a competição, subiu para seis pontos. O Botafogo, por sua vez, está na parte de baixo da tabela, na 14ª colocação, e luta para se afastar de vez da zona de rebaixamento.

    Leia também: >>> Flamengo 6 x 0 Botafogo: vingança rubro-negra completa 37 anos

    Abre aspas

    Dorival Júnior: Os objetivos são diferentes, mas os dois times têm muita responsabilidade na partida. O Botafogo é uma equipe que sabe como se proteger para contra-atacar. Temos que tomar cuidado. Será um grande jogo. Espero que mantenhamos a postura que a equipe vem apresentando.

    Léo Duarte: Temos que encarar os jogos com muita seriedade. Não podemos mais errar. Os erros têm que sumir. Vamos pensar jogo a jogo. Contra o Botafogo é um clássico e temos que fazer uma boa exibição para vencer.

    Prováveis escalações

    Flamengo: César; Renê, Réver, Léo Duarte, Pará; Cuéllar, Arão (Diego), Vitinho, Paquetá, Éverton Ribeiro e Fernando Uribe.

    Botafogo: Gatito, Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson; Matheus Fernandes, Rodrigo Lindoso e Leo Valencia; Erik, Luiz Fernando e Brenner.

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    Após cumprir suspensão no empate com o São Paulo, Marlos Moreno volta a ser relacionado. Geuvânio, lesionado, está fora da partida, assim como Diego Alves, que segue afastado da equipe desde a discussão com Dorival Júnior.

    Pendurados

    O Flamengo chega para o clássico com oito atletas pendurados: São eles: os laterais Renê, Pará e Rodinei, os volantes Willian Arão e Piris da Motta, os meias Éverton Ribeiro e Lucas Paquetá e o atacante Vitinho. Diego Alves e Geuvânio também estão pendurados, mas não foram relacionados.

    Arbitragem

    O polêmico Bráulio da Silva Machado (CBF) apita o clássico. Ele auxiliado por Kleber Lúcio Gil (FIFA) e Neuza Inês Back (FIFA).

    Ingressos

    Todos os 4000 ingressos destinados aos torcedores rubro-negros estão esgotados.

    Onde assistir

    O Premiere FC transmite o duelo com exclusividade. Os assinantes do canal fechado também podem acompanhar a partida na internet através do Premiere Play.

    Semana de treinos no Ninho


     

    Imagem destacada no post e nas redes sociais: Gilvan de Souza/ Flamengo

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