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  • Flamengo, o titã Atlas da bagaça toda

    Por Gerrinson. R. de Andrade (Twitter: @GerriRodrian) - Do Blog Orra, é Mengo!

    Atlas segura a bronca, enquanto frágeis humanos fazem seu tolo mi-mi-mi.

    Hoje eu tive um sonho de sonhador, maluco que sou, eu sonhei com o dia em que Flamengo parou. Foi assim, naquele dia não tinha mais o Mengo pro flamenguista amar, nem o Mengo pro anti jogar pedra. A Globo não faturou sua grana, pois o patrocínio também não tava lá. A Adidas não abriu a loja, pois sabia que não tinha mais camisa pra vender. Na rádio, o narrador não apareceu para narrar, pois sabia que ninguém tava interessado em escutar.

    O vascaíno nem foi para o Twitter, pois não tinha quem xingar. O corintiano ficou na depressão, pois não tinha mais sua obsessão para invejar. O Maracanã foi demolido e virou estacionamento, shopping e condomínio, pois lá não tinha mais time grande pra jogar. A CBF, com tanto prejuízo, desfez o campeonato nacional, sem o Flamengo não havia o que lucrar.

    Os times da primeira divisão nem saíram pra treinar, pois sem a cota da TV que só existe pela audiência que o Flamengo dá, o salário não puderam pagar. O fulano da ESPN não apareceu para o trabalho, pois não tinha mais mentira pra contar. O estagiário da internet nem atualizou o html, pois sabia que a página de esportes só uma meia-dúzia inventaria de acessar.

    E 40 milhões de brasileiros viviam num desânimo triste, sem ter o que pensar. Alguns foram ver NBA, outros foram ver concurso de miss, pra ver mulher de desejar. E o futebol brasileiro ficou pequeno, mais sem graça que novela das seis. 90 por cento do país esqueceu que havia festa, emoção, e começaram a torcer por beisebol venezuelano e patinação.

    O Brasil, que já era uma bagunça, entrou em desordem de guerra. Sem a esperança e alegria dos flamenguistas, ficou uma bosta. Mas foi aí que a cidade em romaria, o prefeito de joelhos, o bispo de olhos vermelhos, o banqueiro com um milhão, todos tão sinceros, concordaram num grande ajuntamento de vozes:

    — Volta Flamengo, sem a sua grandeza nós não somos nada!

    Orra, é Mengo!

  • Os fatores que fizeram o Flamengo abrir 2 a 0 na semifinal do NBB

     

        Rafael Lisboa ( @rafinhalisboa )

     

     

     

     

    Quando o Flamengo derrotou o São José pelo jogo 5 das quartas de final do NBB 7, ficou definido que a equipe carioca ia enfrentar o Limeira, que tinha fechado sua série contra o tricampeão Brasília, em quatro jogos, 3 a 1. Sobre esse confronto muito se falava em mais uma série complicada para o clube carioca, pois além da equipe paulista estar descansada, o Limeira terminou a fase de classificação na segunda colocação, à frente do Flamengo que terminou na terceira colocação, ou seja, o Flamengo não teria o ‘mando’ de quadra na série.

    Mas nem os rubro-negros mais otimistas esperavam um início de série tão bom para o atual bicampeão do NBB. O Flamengo venceu os dois primeiros jogos em Limeira, no ginásio Vô Lucato, e se aproximou de mais uma final do Novo Basquete Brasil. Mas como isso foi possível? Vamos observar a “prancheta” do técnico José Neto para tentar decifrar o motivo desse alto rendimento dos seus comandados nesses dois primeiros jogos.

    Torcida rubro-negra tem motivos para comemorar (Foto: João Pires/LNB)

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Revezamento da equipe

    Um dos grandes méritos de José Neto é ‘rodar’ a equipe, descansando os jogadores e recolocando-os quando necessário, fazendo com que cada jogador, tirando os mais jovens, tenha jogado uma média de 22 minutos.

    Reservas também são importantes

    Os reservas do rubro-negro carioca entraram muito bem nos dois jogos, sendo responsáveis por 24 e 25 pontos, respectivamente, ajudando bastante a equipe carioca nas duas vitórias.

    O garrafão é ponto forte…

    O jogo na área pintada do adversário é necessário para quem quer vencer o campeonato, e José Neto sabe disso. O treinador constantemente pede para a equipe “partir para dentro” pois assim facilita o trabalho para pontuar, pois está perto da cesta, e para sofrer faltas que acarretam em lances livres, onde a equipe tem ótimo aproveitamento. Nos dois jogos foram marcados 30 pontos na área pintada de Limeira.

    … e as bolas de três também são!

    O Flamengo tem grandes números nas bolas de três pontos na série, 50% de aproveitamento contra 37,1% de Limeira, e como essa equipe é experiente, sabem escolher a hora certa de arremessar de fora do perímetro, e com isso conseguem deixar o placar com uma vantagem maior ao clube carioca.

    O melhor ataque é a defesa! 

    Neto sempre valoriza a defesa como fator primordial para as vitórias após os jogos. E tem motivos para isso. O rubro-negro cedeu na série uma média de 75,5 pontos por partida, enquanto conseguiu uma média de 88,5  pontos no ataque.

    Está difícil? Joga no Marquinhos! 

    No último quarto do jogo 1 que foi primordial para a vitória do Flamengo e durante a partida inteira de ontem, na segunda partida uma frase foi executada à perfeição pelo Flamengo: “Está difícil? Joga no Marquinhos que ele resolve!”. O ala da equipe carioca foi extremamente decisivo nos momentos mais críticos das duas partidas, fazendo por merecer a indicação ao título de MVP (Melhor jogador da temporada).

    Marquinhos está fazendo um excepcional NBB (João Pires/LNB)

     

     

     

     

     

     

     

    O Ressurgimento de Laprovittola

    O armador argentino Nicolás Laprovittola não vinha fazendo um bom NBB, mas como bom jogador que é, sabia que podia não jogar tão bem na fase de classificação, mas nos playoffs a história seria outra. E assim está sendo, desde a série contra São José, o armador vem ditando o ritmo da equipe nas partidas, dividindo o posto de melhor da equipe com Marquinhos.

    Laprovittola é um dos destaques da semifinal. (Foto: JB Anthero/ Divulgação)

     

     

     

  • Pombeba, a Ilha dos Urubus!

     

    Max Amaral é um amigo que tenho, por causa da blogosfera. Amigo, mesmo! Como mora fora do Brasil, me comporto como uma espécie de jornal, explicando algumas situações do país. Conversamos sobre os meus textos, sobre o Brasil, sobre o Flamengo, sobre estádio do Flamengo. Sou um curioso, gosto do assunto estádio, Max é arquiteto, trabalha há mais de 10 anos nos EUA. Nestes papos falamos sobre a nova diretoria do Flamengo, dos novos rumos, das ideias de revitalização do clube, de um estádio.

    Ele por si só, tem acompanhado as notícias da imprensa brasileira apresentando as negociações do Flamengo com os novos administradores do Maracanã e, embora reconheçamos que não temos todos os dados, nos parece que a essa altura o Clube já deve ter chegado à mesma conclusão que a torcida – o Flamengo precisa ter uma casa própria, sua, sem intermediários, onde possa desfrutar de todas as vantagens que sua imensa e única torcida pode oferecer. Infelizmente, diferentes administrações apostaram na máxima que a casa do Flamengo sempre seria o Maracanã, e isso foi um enorme erro estratégico.

    Começamos a pesquisar e descobrimos existir diversos projetos de estádios para o Mais Querido. Entendemos as vantagens que um bom planejamento pode gerar, ganhos reais com vendas de camarotes, direitos de nome, espaços para lojas, bares e restaurantes, ou os valores subjetivos como o orgulho dos realizadores ao ver uma construção notável ganhar forma, ou a satisfação de uma torcida gigantesca e apaixonada ao ver seu time dar um passo tão importante. Sonhando, tiramos nossos pezinhos do chão.

    Vislumbramos que para dar certo, o Flamengo teria que gerar um projeto que fosse bem além dos seus próprios interesses imediatos, com aliados na luta para conseguir o terreno e os recursos para a construção. O problema é que cada um desses terrenos teria que ser adquirido – factualmente ou através de algum acordo com o proprietário e/ou o poder público – e a construção seria alvo de pressões políticas, associações de moradores, times rivais. A construção de um estádio, simplesmente, deixaria o Flamengo sozinho na luta política pela sua conclusão.

    Muitos terrenos foram analisados, estudados, com todos os seus prós e contras. Pensados e repensados. Eis as opções: Terra EncantadaEngenhãoGáveaJockey Club (também na Gávea) Detran (Irajá, no entroncamento entre a Av. Brasil e a Via Dutra), Refinaria de ManguinhosIlha do FundãoCEFAN (terreno da Marinha na altura de Olaria, na Av. Brasil), Outro terreno da Marinha em Duque de Caxias (onde já apresentaram um projeto que ficou conhecido recentemente), Alguns terrenos na Barra da Tijuca, dentre os quais dentro do Parque Olímpico pós-jogos e Ilha de Pombeba.

    Você já ouviu falar de PombebaCom todas as dificuldades previstas de terreno, “achamos” um lugar de fácil acesso, sistema de transportes implementando (em conclusão), parece ideal. Na região do porto descobrimos” a pequena ilha, “abandonada”, sem nem um nome conhecido. Considerando um estudo ornitológico feito no local, a Ilha dos Urubus (e isso pode ser um sinal: o urubu é o símbolo/mascote do Flamengo)Para ficar claro: a ilha da qual estamos falando é uma pequena ilha artificial no centro do porto do Rio de Janeiro, próxima ao cemitério do Caju, a oeste da Ilha Santa Bárbara. É uma “formação criada artificialmente através de sucessivas dragagens realizadas no passado, cujos sedimentos foram despejados no local ao longo do tempo”.

    Com a ilha de Pombeba, as ideias nos surgiram com tal complexidade, que até o custo do terreno para o Flamengo passaria a ser irrisório, uma vez que o poder público (a Cidade do Rio, principalmente) seria beneficiada com a criação de toda a infraestrutura em volta. Assim que o projeto “fosse para a rua”, as peças começariam a se encaixar. Essa infraestrutura seria o que clube devolveria à sociedade, oferecer para a cidade, para o porto, para ter o terreno. Não conseguimos enxergar lugar melhor para a construção de um estádio, onde própria construção e seus anexos sejam incentivos suficientes. “Criamos” um monstro!

    Estrutura e construção

    A ilha em si não poderia ser usada “como ilha”. A primeira medida seria o aterro, um grande aterro, que pudesse construir uma estrutura “tipo ponte”, ligando a ilha à região da Rodoviária Novo Rio. Avançando na ideia, se tem um parque, que pode ter dentro dele um estádio, mas o estádio passa a ser um detalhe. Amplia-se a área verde e as opções de lazer da região significativamente, dois dos tópicos principais do Projeto Porto Maravilha.

    Desculpem-me pela minha total falta de habilidade e talento para desenhos de qualquer ordem…

    Organizando esse aterro como uma série de “lajes”, embaixo do parque você tem um estacionamento, que poderia servir tanto a região do porto quanto ao estádio em dias de jogo. Assim, embaixo do parque ficaria toda a infraestrutura necessária para alfândega e imigração o acesso a um píer para os transatlânticos, algo que está dando briga entre o “porto e a cidade”.

    Seriam “três retângulos, três “terraços”, começando na rodoviária. O primeiro e o segundo são o parque, o terceiro, o estádio, que ficaria no terceiro nível, com a estação de barcas no nível intermediário, “obrigando aos famintos a almoçar no estádio”, nas praças de alimentação. A construção seria “por níveis”, onde o parque seria construído subindo o nível em 10m, um segundo nível em 15m, um terceiro nível 20m acima, assim o estádio vai parecer “menor” do que é por fora, o que é interessante. Essas três plataformas são o parque.

    Um shopping center seria construído debaixo do parque, assim como o “Museu do Porto do Rio de Janeiro”, estacionamento para aproximadamente 5.000 carros estaria dividido entre o primeiro e o segundo nível, que ajudaria na logística de quem trabalha no centro da cidade, assim como a infraestrutura para o porto, para transatlânticos, barcas, e do próprio estádio. Este acesso a uma nova estação de barcas, aliviaria o tráfego que vem de Niterói, Paquetá, Ilha Grande e Ilha do Governador. opção se integraria com os modais projetados e construídos pela prefeitura para o transporte de pessoas no centro da cidade, como um terminal para os ônibus (Hub no gasômetro) e os VLTs do novo sistema viário da região do porto, integrado à Rodoviária Novo Rio, que ficaria em frente a ilha e a estrutura do estádio/parque.

    No “projeto Pombeba”, os transatlânticos não inviabilizam o porto, como nos projetos atuais, onde há briga por formato, pelo contrário, eles ficariam do outro lado, sem tapar a visão da cidade, sem o viaduto da Perimetral. Terminal em Y como queria a prefeitura ou em E como quer o MP. Deixando bastante claro, o que nos interessa são alguns dos projetos das construções – o estádio, principalmente, e alguns dos serviços paralelos como o Museu do Porto ou as instalações da área da alfândega/imigração. O “dono” do projeto negociaria os diferentes papéis.

    Áreas a se revitalizar no Porto

    Áreas a se revitalizar + novo pier para transatlânticos.

    Na ilha existiria integração com a rodoviária Novo Rio, estação de Barcas (conexão com Niterói e Ilha do Governador, desafogando um pouco o trânsito), cais para transatlânticos, um parque e uma alameda dos campeões com estátuas (Parque dos Craques Míticos). Trenzinhos elétricos para transporte de deficientes, idosos e “preguiçosos”, bicicletário comum e bicicletas para locação, e o estacionamento para 5.000 vagas. Abaixo intervenções e utilidades do complexo a ser criado:

    • Um parque, aproveitamento de sedimentos, porto com navios de grande porte para turismo, estacionamento para abastecer a região, viabilização comercial da região da rodoviária que estava esquecida, uma nova opção de transporte, lazer e um estádio de futebol lindo no centro da cidade, exatamente no porto;

    • Acesso fácil com transporte particular ou público, ficaria a menos de 2Km do metrô, de frente a rodoviária e teriam opções de transporte como os modais criados pela prefeitura para a abastecer o centro da cidade, como BRT Transbrasil, uma linha de VLT, um píer para transatlânticos e uma estação de barcas;

    • Excelente para torcedores do Rio ou de fora, que queiram apenas assistir ao um jogo com a proximidade da rodoviária principal da cidade, do aeroporto Santos Dumont, além de acesso rápido para o aeroporto do Galeão;

    • Bom para turistas “ocasionais”, que estejam apenas de passagem pela cidade, em transatlânticos ou “visitantes de negócios” que estejam a trabalho, pessoas/torcedores que não queriam ficar por muito tempo na cidade, se aproveitariam bem destas facilidades;

    • Seria criado, de presente para a cidade um ponto turístico, já que se observaria a ponte Rio-Niterói e todo o Porto Maravilha, da ilha, do estádio;

    • O projeto mais “ambicioso” da região do porto. Daria viabilidade e visibilidade imediata para todo o projeto Porto Maravilha, pela circulação e atração turística, irresistível;

    • Construção de um pequeno Museu do Porto, contando sua História. Nada tão grandioso como o recém-construído MAR ou o Museu do Amanhã, mas algo que agregaria valor à ilha e a cidade;

    • Uma nova estação de barcas, aliviando o tráfego que vem de Niterói, Paquetá e Ilha Grande;

    • Um shopping center embaixo do parque, considerando que esse parque se desenvolva dois ou três “níveis” acima do nível da água;

    • Uma escola de vela e uma marina pública, uma escola profissionalizante para jovens aprenderem a trabalhar com motores de barcos e manutenção de cascos e velas e etc.;

    • O projeto tem todas as características necessárias para servir à cidade e o novo porto, como centro turístico e facilitador de serviços;

    • Um “supertrunfo”, que não foi utilizado, nem poderia, pelo clube. Provável casa do Rugbi em 2016. A construção não seria rápida, mas em março de 2013 daria tempo;

    • Uma alameda dos campeões com estátuas (Parque dos Craques Míticos), reverenciando a história do clube;

    • Serviços novos para uma região “desabastecida”;

    Pombeba, a Ilha dos Urubus, é uma ilha de sedimentos, ou seja, pode aumentar seu tamanho, fica localizada na baía de Guanabara, Zona portuária.

    Imagem e vídeo acima das intervenções urbanísticas no Porto e a Mobilidade urbana.

    Flamengo tem a necessidade de ter um estádio próprio, importante em termos econômicos e a diretoria, que tem como principal plataforma política a recuperação econômica e da credibilidade do clube, não pode se dar ao luxo de deixar de ganhar o que a enorme e fanática torcida do Flamengo pode render. E, claro, temos também o que pode ser o grande motivo contra a construção dessa nova megaestrutura: ela obriga a um novo projeto para o Porto.

    Essa infraestrutura é o que o clube poderia oferecer para a cidade, para o porto, em troca do terreno. Correndo o risco de me repetir, não consigo ver o estádio sendo construído em outro lugar onde a própria construção do estádio e seus anexos sejam incentivos suficientes. Para viabilizar o estádio, precisaríamos da prefeitura, dos Governos, da Cia. Docas, de todos juntos, em sintonia. No fim das contas, o clube mais popular da cidade, do estado, do Brasil e do Mundo daria à sua cidade natal um projeto ambicioso, de múltiplos usos, principalmente a população com a malha de transportes e as famílias que forem empinar pipas nos domingos de manhã com os filhos. Um megaprojeto, “pequena parte do Porto Maravilha”.

    O grande motivo contrário à construção dessa nova megaestrutura, além do alto custo, seria a obrigação de um novo projeto para o Porto (estamos pensando, discutindo soluções para que o porto seja um parceiro do projeto, nunca um “inimigo”). O fluxo das embarcações, no mínimo, seria alterado.

    Se tivesse saído do campo das ideias, essa loucura poderia ter sido construída para poder sediar os jogos de Rugby das Olimpíadas 2016, modalidade que até pouco tempo estava ainda sem uma “casa oficial”. Uma bela alternativa para os 450 anos da cidade do Rio de Janeiro e os 120 anos da fundação do Flamengo. Não deveríamos, de modo algum, ter deixado passar os esforços de copa do mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016…

    Obrigado Max, pelos papos e por poder disponibilizar essa loucura, essa megalomania por um estádio do Flamengo!

  • Perto da final!

     

     

     

              Rafael Lisboa ( @rafinhalisboa )

     

     

     

     

    Flamengo e Limeira se enfrentaram pelo jogo 2 das semifinais do Novo Basquete Brasil 7, no ginásio Vô Lucatto em Limeira, interior de São Paulo. O Rubro-Negro venceu o primeiro jogo no Sábado por 85 a 78, e buscava vencer o segundo jogo, para decidir a classificação à final no Rio de Janeiro.

    No primeiro quarto, só uma equipe “entrou na quadra”. O Flamengo abriu 13 a 0 em quatro minutos, e fez parecer que ganharia com facilidade. Marquinhos e Laprovittola foram muito eficientes tanto no ataque como na defesa. O Limeira até tentou reagir mas terminou o primeiro quarto derrotado por 27 a 15.

    No segundo quarto, a equipe paulista entrou na partida, em grande quarto do armador Deryk e do pivô Teichmann, a equipe da casa até conseguiu cortar  a vantagem para dois pontos, por duas vezes, mas o técnico da equipe da Gávea, recolocou Marquinhos na partida, e aí a equipe carioca voltou a ter tranquilidade e mesmo perdendo o quarto por 21 a 16, foi para o intervalo vencendo por 43 a 36.

    Na volta do intervalo, as duas equipes erraram muito, aí entrou a estrela de Olivinha, que decidiu o terceiro quarto, com oito pontos e levou a equipe carioca à vitória no quarto por 17 a 13, e foi para  o último quarto vencendo por 60 a 49.

    O último quarto foi o mais movimentado, 32 a 24 para o  Flamengo, mas ao mesmo tempo serviu só para o Flamengo administrar e aumentar a vantagem, com destaque para Marquinhos e para a cesta de três de Danielzinho no último lance de partida, que finalizou a grande vitória do Rubro-Negro por 92 a 73.

    Com isso o Flamengo fica à uma vitória da classificação para a final do NBB7. Próximo jogo é no Tijuca Tênis Clube, na quinta-feira.

    Laprovittola foi um dos destaques da partida. (Foto: JB Anthero/ Divulgação)

     

     

     

     

     

     

     

     

    Destaques:

    Flamengo:

    Cestinha: Marquinhos com 25 pontos

    Líder em assistências: Laprovittola com 6 assistências

    Líder em rebotes: Marquinhos com 5 rebotes

    Limeira:

    Cestinha: Deryk, Guilherme Teichmann e David Jackson com 13 pontos

    Líder em assistências: Rafael Mineiro com 5 assistências

    Líder em rebotes: Guilherme Teichmann com 6 rebotes

  • Pra manter a vantagem

    Flamengo joga novamente contra o Limeira fora de casa, e uma vitória deixará o time muito perto da final do NBB7

    Por Igor Pedrazzi - Para o Mundo Bola Informação

    Ginásio Vô Lucato. Um mini caldeirão espera o Flamengo hoje. (Foto: Divulgação LNB)

    Segunda feira, dia 11 de maio de 2015. E a promessa de mais um jogo para abalar as estruturas do ginásio Vô Lucato, a casa do Limeira. O Orgulho da Nação enfrentará os donos da casa pelo segundo jogo da semifinal do NBB7, e uma vitória deixa o time em situação bastante favorável.

    Vindo de uma vitória sensacional e de um desempenho digno de Flamengo no último sábado quando venceu o Limeira dentro de seus domínios por 85 x 78, os comandados de José Neto terão mais um desafio enorme rumo às finais. O Limeira promete vir com tudo pra cima, e empurrado pela sua torcida que transforma o apertado ginásio Vô Lucato em um caldeirão, a equipe rubro negra terá que ter ainda mais disposição e atenção para superar a boa equipe paulista.

    Um resultado positivo hoje é vital para as pretensões do Flamengo no campeonato, já que os próximos dois jogos são no Tijuca Tênis Clube, na quinta às 20:30 horas e caso haja necessidade, o quarto jogo será realizado no sábado às 16 horas. Nos confrontos durante a fase normal do torneio, uma vitória pra cada lado com o mando de campo prevalecendo. No Rio vitória rubro negra por 86 x 70 e na casa do Limeira, derrota por 78 x 73.

    O Flamengo conta com o bom momento vivido pelo armador Laprovittola, que foi o cestinha da partida de sábado com 21 pontos. Olivinha, Marquinhos e Herrmann também tem crescido sua produção e ajudando bastante a equipe nessa reta final. O jogo terá início às 19:3o e terá o tempo real do @Mundo Bola_CRF no twitter.

    PROVÁVEIS ESCALAÇÕES

    Limeira: Nezinho, Ronald Ramon, David Jackson, Hayes e Bruno Fiorotto. Tec: Dedé Barbosa

    Flamengo: Laprovittola, Benite, Marquinhos, Olivinha e Meyinsse. Tec: José Neto

  • Atuações: Wallace volta a jogar bem e PV faz milagres; notas de São Paulo 2 x 1 Flamengo

    Pelo 4° ano consecutivo, Fla estreia no campeonato brasileiro sem vitória. A última foi em 2011 contra o Avaí, em Macaé, por 4×0 e com show de Ronaldinho

    Paulo Victor: 6,5 – Fez 2 milagres. Um em cada tempo, mas nada pôde fazer quando viu Luís Fabiano e Alexandre Pato cara a cara dentro da área.

    Pará: 5,5 – Sem apoiar no ataque, ainda conseguiu deixar buracos na defesa. São Paulo chegava sempre com perigo quando atacava pela esquerda.

    Bressan: 5 – Daria certo no futebol inglês nos tempos de outrora. É chutão pra frente durante 90 minutos.

    Wallace: 7 – Ainda não tinha jogado bem durante o ano todo, mas hoje foi perfeito em quase todos os lances. Desarmes precisos e roubadas de bola o salvaram de tirar uma nota ruim como o resto do time.

    Pico: 6,5 – Bom jogo do nosso lateral esquerdo hoje. Destaque para a caneta que deu em Hudson no primeiro tempo, e pra tirada de bola em cima da linha no segundo.

    Jonas: 7,5 – O melhor do Flamengo em campo. Não desiste de nenhuma bola, tem raça e ganha a maioria das disputas com o adversário. E ainda sabe sair jogando. Mais uma boa partida do Xwain.

    Canteros: 4 – Um dos piores do flamengo em campo. Péssimo na marcação, inútil no ataque. Partida pra ser esquecida pelo argentino.

    Almir: 4 – Luxemburgo lançou Almir como titular, deixou Arthur Maia no banco, e surpreendeu na escalação. Mas de nada adiantou. Almir não apareceu pro jogo, e só foi visto na hora de ser substituído.

    Everton: 5 – A nota é simbólica por conta do gol que fez. Sem o gol, teria a pior nota da partida. Errou tudo que tentou. Teve chance cara a cara com Ceni, e finalizou fraco. Foi pego em impedimento pelo menos 4 vezes. Não acertou um cruzamento.

    Gabriel: 5 – Também teve chance cara a cara com Rogério Ceni e não colocou no fundo da rede. Nossos atacantes aprenderam rápido com o Deivid.

    Cirino: 4 – Caiu de produção. A maior contratação do Flamengo do ano não estreou bem pelo principal campeonato nacional. Queria mais cavar falta, do que jogar bola.

    Mugni: 4 – Entrou no jogo no segundo tempo, e nada fez pelo Flamengo. Errou o passe que acabou no 2° gol do São Paulo.

    Arthur Maia: 5 – Entrou e tentou dar ânimo ao time do Flamengo com movimentação. Mas não adiantou. No último lance do jogo, deu um chute bisonho na bola.

    Eduardo Da Silva: Sem nota.

  • Começou mal

    Ganso e Pato saem do banco para fazer a diferença e Flamengo é derrotado pelo São Paulo na estreia do Brasileirão

    Por Igor Pedrazzi - Mundo Bola Informação

    Na estreia das equipes no Brasileirão, os dois maiores vencedores do torneio se enfrentaram no Morumbi e o tricolor levou a melhor. Mesmo poupando vários titulares visando a disputa da taça libertadores, o time da capital paulista levou a melhor sobre o Flamengo e venceu por 2 x 1.

    O JOGO

    No começo, um jogo muito truncado, preso entre as intermediárias e com alguns erros de passes entre as duas equipes. O São Paulo com 4 volantes em campo, vinha com sua marcação toda atrás da linha da bola, o que dificultava a troca de passes e consequentemente fazia o Flamengo errar.O primeiro ataque só veio aos 7 minutos com Wesley, que após receber passe chutou mascado de fora da área pelo lado direito da meta de Paulo Victor. Aos 9 o Flamengo chegou bem ao ataque. Canteros foi o ladrão da bola na intermediária, e passou para Everton que achou Cirino, e o mesmo recebeu na frente após a tabela e cara a cara com Rogério Ceni, chutou fraco e rasteiro para a defesa do goleiro adversário.

    Everton pecou na finalização e Rogério Ceni fez a defesa.

    O Flamengo pressionava a saída de bola da equipe paulista com seus homens de velocidade e forçava o erro do tricolor, tendo assim maior posse de bola durante os 15 minutos, mas sem muita objetividade. Aos 15 o Flamengo voltou a criar com cruzamento de Gabriel sem direção para Marcelo Cirino. Everton fllutuava pelos dois lados do campo, trocando de posição com Gabriel, com Cirino centralizado. 17 minutos e o São Paulo tentava chegar e Hudson finalizava muito mal após cruzamento de Boschilia. Com a bola no pé mas sem movimentação para escapar da marcação, o time por diversas vezes era obrigado a chamar o goleiro Paulo Victor para participar do jogo, sem opções para quem passar. Aos 18 Luís Fabiano teve chute bloqueado por Wallace dentro da área.

    O Flamengo recuava e buscando os contra ataques, aos 27 minutos Marcelo Cirino saiu de cara com Rogério Ceni fora da grande área, mas finalizou muito mal. Após isso, o jogo caiu bastante de produção, os times se precipitavam demais e ninguém levava perigo aos gols. Somente aos 40 minutos após cruzamento, Wallace cabeceou fraco nas mãos de Rogério. Aos 43 após falta lateral, Souza cabeceou para o primeiro milagre de Paulo Victor no Brasileirão, excelente defesa com os pés. Ao final do primeiro tempo, um 0 x 0 de poucas emoções.

    Vem o segundo tempo e Milton Cruz colocava Paulo Henrique Ganso no lugar do amarelado Hudson, e o meia formava uma trinca com Boschilia e Wesley atrás de Luís Fabiano. O São Paulo buscava o jogo e logo aos 3 minutos Luís Fabiano finalizou por cima do gol. A pressão continuava e aos 7 Wallace salvava mais uma finalização de Luis Fabiano, após passe açucarado de Ganso, que começava a aparecer no jogo.

    Canteros desperdiça sem goleiro. Flamengo teve chances e não aproveitou.

    O Flamengo aos 11 chegava com muito perigo, com uma defesa primordial de Rogério após chute de Gabriel na pequena área, no escanteio, chute de Anderson Pico foi desviado para escanteio. Até os 20 minutos da segunda etapa, só o São Paulo jogou, e obrigou Paulo Victor e Anderson Pico a intervirem e evitarem o que seria o primeiro gol do tricolor paulista. 23 minutos e uma dividida de Rogério Ceni com Marcelo fez com que a bola ficasse a feição para Canteros mandar pro gol sem goleiro, mas o volante finalizou por cima da meta, mais uma chance clara desperdiçada. Aos 29, após tabela entre Pato e Wesley, o meia levanta a bola com classe e acha Luis Fabiano na area após falha na marcação, gol do São Paulo.

    A passividade do Flamengo que foi vista no carioca começava a voltar, e aos 35, Ganso deixou Alexandre Pato que não perdoou. São Paulo 2 x 0. Muito pouca objetividade, e no abafa, após cruzamento de Arthur Maia, Ganso coloca a mão na bola dentro da área. Pênalti que Everton converteu com categoria aos 41. Debaixo de um dilúvio que caía, o Flamengo ia tentando criar jogadas sem o menor senso de organização e preparo nos minutos finais. As mexidas de Luxa com Arthur Maia, Mugni e Eduardo pouco surtiram efeito e o Flamengo não atacou mais até o final do jogo.

    Na segunda rodada, o Flamengo recebe o Sport dia 17 às 16 horas, e o São Paulo vai até Campinas enfrentar a Ponte Preta.

    FICHA TÉCNICA
    SÃO PAULO 2 X 1 FLAMENGO

    Local: Estádio Cícero Pompeu de Toledo (Morumbi), em São Paulo (SP)
    Data: 08 de maio de 2015, domingo
    Horário: 16 horas (de Brasília)
    Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (PE)
    Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Clovis Amaral da Silva (PE)

    AMARELOS

    Hudson, Ganso(SAO). Lucas Mugni(FLA)

    GOLS: Luis Fabiano, 28’/2T (1-0); Alexandre Pato, 34’/2T (2-0); Everton, 41’/2T (2-1)

    SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Lucão, Dória e Reinaldo; Rodrigo Caio, Souza, Hudson (Paulo Henrique Ganso, intervalo), Wesley e Boschilia (Alexandre Pato, 26’/2T); Luis Fabiano (Thiago Mendes, 32’/2T). Técnico: Milton Cruz.

    FLAMENGO: Paulo Victor; Pará, Bressan, Wallace e Anderson Pico; Jonas, Canteros (Eduardo da Silva, 38’/2T) e Almir (Lucas Mugni, 27’/2T); Everton, Gabriel (Arthur Maia, 27’/2T) e Marcelo Cirino. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

     

     

     

  • Enfim, o Brasileirão!

    Flamengo estreia no Brasileirão 2015 fora de casa, contra o São Paulo

    Por Mariana Sá - Para o Mundo Bola Informação

    No último coletivo, Almir foi a surpresa entre os titulares.(Foto: Gilvan de Souza – Flamengo)

    Depois de quinze dias sem disputar uma partida oficial, o Flamengo volta a campo para enfrentar o São Paulo em sua estreia no Campeonato Brasileiro. Nesse tempo, o rubro-negro conseguiu uma boa vitória por 2×0 contra o Salgueiro pela Copa do Brasil, quando eliminou o time pernambucano logo na primeira partida, fez um amistoso contra o Icasa-CE e um jogo treino contra o Bragantino.

     Ainda sem convencer seu torcedor, o Mais Querido começa o Brasileirão tentando acertar o que ainda está errado. O fraco desempenho na vitória por 1×0 sobre o Icasa e o vacilo no empate por 2×2 contra do Bragantino, quando tinha vantagem de dois gols no placar, mostraram que o time precisa mudar a postura o mais rápido possível. Na preparação para a estreia, o Flamengo foi até Atibaia-SP e Luxemburgo teve os dias que precisava para fazer testes e tentar acertar a equipe da melhor forma possível. Contra o São Paulo, Samir e Nixon continuam no departamento médico, Paulinho e Armero ainda não estão em forma e Alecsandro é dúvida graças a uma gripe que o tirou de dois treinos essa semana. E no último coletivo antes da estreia no Brasileiro, uma surpresa no time titular. Almir, que vinha sendo escalado entre os reservas e que entrou no decorrer das partidas contra Salgueiro e Icasa, tomou a vaga de Arthur Maia, e ajudou na vitória de 3 x 0 sobre os reservas. 

    Do lado paulista, Milton Cruz deve poupar alguns titulares para essa partida, já que o São Paulo enfrenta o Cruzeiro pelo jogo de volta da Libertadores na quarta-feira. Dória, Hudson e Luis Fabiano, que não estiveram em campo na última partida por suspensão, são opção para o time titular.

    As duas equipes já se enfrentaram esse ano pelo Torneiro Super Series, quando o Flamengo levou a vitória e o troféu. Já no histórico do confronto, o São Paulo leva a melhor. Das 92 partidas, os paulistas venceram 36, foram 26 empates e 30 vitórias rubro-negras.

     

    FICHA TÉCNICA
    SÃO PAULO X FLAMENGO

    Local: Estádio Cícero Pompeu de Toledo (Morumbi), em São Paulo (SP)
    Data: 08 de maio de 2015, domingo
    Horário: 16 horas (de Brasília)
    Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (PE)
    Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Clovis Amaral da Silva (PE)

    SÃO PAULO: Rogério Ceni, Paulo Miranda, Lucão, Dória e Carlinhos; Rodrigo Caio, Hudson, Thiago Mendes (Wesley) e Boschillia; Centurión (Alexandre Pato) e Luís Fabiano
    Técnico: Milton Cruz

    FLAMENGO: Paulo Victor, Pará, Bressan, Wallace e Anderson Pico; Canteros, Jonas, Almir(Arthur Maia) e Everton; Marcelo Cirino e Gabriel
    Técnico: Vanderlei Luxemburgo

     

  • Boletim Olímpico- 09/05/15

    JUDÔ

    Começou nesta sexta-feira, o Grand Slam de Baku. A competição renderá 500 pontos no ranking mundial para o campeão. Ao todo 12 brasileiros vão disputar a competição, incluindo a rubro-negra Barbara Timo. A judoca do Mengão entra no tatame amanhã. Bárbara não vem de bons resultados individuais. No Campeonato Pan-Americano de Judô (24.04),em Edmonton, no Canadá, Timo fez  uma luta dura contra a cubana Onix Aldama pelo bronze do peso médio (70kg) feminino, mas foi derrotada e terminou em quinto lugar geral. Já a equipe feminina do Brasil, que conta com Barbara fechou a competição em segundo lugar, faturando a medalha de Prata.

    Também amanhã, acontece o Circuito de Alto Rendimento do Campeonato Carioca de Judô no Centro de Treinamento de Judô da Vila Militar, em Deodoro. O rubro-negro será representado por vinte e quatro judocas, em quatro das cinco categorias da competição.

    Transmissão do Grad Slam de Baku:  O SporTV 3 e o Esporte Interativo

    VOLÊI

    Confirmando o início promissor da sua categoria de base, que conseguiu ótimos resultados nos Torneios Início de Volêi,  quatro jogadores rubro-negros, fizeram parte da equipe do Rio de Janeiro que disputou o Campeonato Brasileiro de Seleções na categoria Juvenil. O levantador Ramon Figueiredo, o oposto/ponteiro Jonas Fidélis, o central Luís Phelippe Soares e o também central Daniel Silva não perderam nenhuma partida até a decisão. Além dos garotos, o treinador Ary Cunha também integrou a equipe carioca. Os jogos aconteceram entre os dias 27.04 e 02.05 no Centro do Desenvolvimento do Voleibol (CDV), em Saquarema, Região dos Lagos do Rio de Janeiro.

    Confira abaixo os resultados dos jogos:

    Primeira Rodada: RJ 3 x 0 PR (25/22, 25/23 e 25/17)

    Segunda Rodada: RJ 3 x 0 PE (25/22, 25/22 e 25/13)

    Terceira Rodada: RJ 3 x 1 SP (32/30, 21/25, 20/25 e 28/26)

    Quarta Rodada: RJ 3 x 1 GO (27/29, 25/21, 25/18 e 25/17)

    Quinta Rodada: RJ 3 x 0 MG (25/20, 25/22 e 25/23)

    Sexta Rodada: RJ 2 x 3 SP (25/15, 25/23, 15/25, 16/25 e 15/17)

    Classificação

    1º São Paulo

    2º Rio de Janeiro

    3º Minas Gerais

    4º Santa Catarina

    5 Rio Grande do Sul

    6 Distrito Federal

    7º Paraná

    8º Goiás

    9º Ceará

    10º Espírito Santo

    11º Amazonas

    12º Pernambuco

  • Grupo de torcedores cria liga no Cartola para ajudar Flamengo

        Da Redação

     

    Confira abaixo como você pode virar um “Darfeiro”!

     

     

    Rubro-negro, temos 2 perguntas a você:

    1) Você gosta de @CartolaFC? O fantasy game do SporTV onde você escala seu próprio time com os jogadores do campeonato brasileiro e, conforme o desempenho destes, você obtém uma pontuação e pode competir com seus amigos em uma Liga.
    2) Você quer ajudar o @Flamengo a pagar suas dívidas federais, através do @Flaemdia?

    Se as respostas para ambas as perguntas foram SIM, então junte-se à turma do @FlaDarfeirosAM. Eles criaram a “Liga do DARF”, com o objetivo de contribuir ainda mais com o Fla Em Dia. E, ainda, você concorre a prêmios magníficos como uma camisa adidas originals autografada pelos monstros sagrados de 81: Zico, Júnior, Adílio, Uri Geller e Nunes. Ou uma camisa oficial autografada por nosso ídolo maior, ZICO!

    Essa é mais uma iniciativa da torcida para alavancar o projeto que já é um sucesso e é referência no apoio incondicional da massa ao Clube de Regatas do Flamengo.

    As premiações serão gerais (ao final do campeonato, os 1º, 2º e 3º colocados serão premiados) e mensais (todo mês, o cartoleiro de maior pontuação da Liga serão premiados). E ao final da Liga teremos contribuído com quase R$ 9 mil em pagamentos de DARFs e abatimento da dívida do Mengão.

    Todo o processo de arrecadação terá a habitual transparência com a publicação através do Twitter e Facebook oficiais do FlaDarfeiros-AM.

    A ideia da @LigaDoDarf deu tão certo que as primeiras 25 vagas já foram preenchidas e os organizadores estão formando uma 2ª liga.

    Sabe aquele mantra da torcida do Flamengo “Se cada rubro-negro doasse um real ao clube…”? VOCÊ pode fazer acontecer!

    Mais detalhes sobre o funcionamento da Liga estão em anexo. Qualquer dúvida, é só chamar pelos twitters dos administradores: @GeraldoBF, @devescovi_fla e @feltorres. Ou através do whatsapp +55 92 9 84434023 (whatsapp oficial dos @FlaDarfeirosAM).

    Mas se, você chegou até aqui e, por acaso, uma das suas respostas das perguntas iniciais foi NÃO ou você não pode ajudar no momento na Liga, contamos com você também. Siga: @LigaDoDarf, @FlaDarfeirosAM e @flaemdia. E divulgue as iniciativas da torcida pra fazer um Flamengo cada vez mais forte, ético e vencedor. Afinal, nós “juramos que no pior momento, vamos apoiar até o final”.

    Saudações Rubro-Negras.
    Equipe #FlaDarfeirosAM, com o #FlaemDia, pelo #Flamengo