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  • O início, os Mascotes e a Charanga

    Se você perguntar a qualquer flamenguista qual é o seu amor mais profundo, imutável; ele responderá sem pestanejar: o Flamengo.

     

    Nosso amado Flamengo fará 120 anos de incontáveis histórias, alegrias, venturas e confusões nesse domingo. Precisaríamos de mais 120 anos para contar a história do Flamengo.

    Para comemorar o aniversário do Mais Querido, alguns trechos curiosos da criação do futebol no Flamengo, as mascotes e sobre a Charanga, a primeira torcida organizada do país.

     

    O Início

    Como todos sabem, o Flamengo é um Clube de Regatas. Sua trajetória brilhante começou na água e continuou sua saga vencedora em todas as demais modalidades esportivas, no dia 17 de novembro de 1895 (na Assembleia de criação do Clube, foi acordado com os sócios que a data comemorativa seria sempre 15 de novembro, junto com o feriado nacional da Proclamação da República, para que jamais deixasse de ser celebrada).

    O Flamengo já era um Clube sólido quando o futebol começou a ficar popular no Rio de Janeiro no início do século XX. Porém, o rubro-negro carioca não possuía uma equipe que jogasse o novo esporte e seus sócios eram obrigados a torcer pela equipe do Fluminense.

    Alberto Borgerth remava pelo Flamengo de manhã e jogava futebol à tarde no Fluminense.  Os demais sócios o seguiam mas sentiam em seus corações que isso era errado. Muito errado.

    A partir desse fato, o Flamengo começou a tomar atitudes que o levariam a ter seu próprio time de futebol. Realizou seu primeiro amistoso no dia 25 de outubro de 1903. O Flamengo ficou cerca de 9 anos disputando apenas amistosos.

    Uma curiosidade sobre esse período era que o recém-criado time de futebol do Flamengo, não entrava em campo com uniforme oficial. Eles jogavam com camisas brancas e shorts pretos. Os remadores do Rubro-Negro, viam com maus olhos o novo esporte. Depois foram obrigados a usar o “Papagaio de Vintém” e a “Cobra Coral” (por algum motivo, são meus mantos favoritos ad eternum). Só em 1912, o futebol do Flamengo filiou-se à Liga Metropolitana de Futebol, já com os ex jogadores do Fluminense como Borgerth.

    Após vencerem o Carioca de 1911, o capitão do futebol tricolor, Alberto Borgerth, se desentendeu com os dirigentes do Fluminense e rompeu de vez com o Clube trazendo consigo: Othon de Figueiredo Baena, Píndaro de Carvalho Rodrigues, Emmanuel Augusto Nery, Ernesto Amarante, Armando de Almeida, Orlando Sampaio Matos, Gustavo Adolpho de Carvalho, Lawrence Andrews e Arnaldo Machado Guimarães. Dez campeões deixaram o Fluminense.

    Os remadores do Flamengo, eram sumariamente contra a criação da equipe de futebol mas, para alegria geral da Nação e de todos que apreciam o esporte bretão, Borgerth era o líder do Remo do Fla. Em Assembleia realizada no dia 24 de dezembro de 1911, estava criado oficialmente a equipe de futebol do Clube de Regatas do Flamengo.

     

    Os Mascotes

    O primeiro mascote do Flamengo foi o Popeye. Marinheiro atrapalhado, apaixonado por Olívia Palito e que ganhava uma força descomunal ao comer espinafre. Os quadrinhos de Popeye faziam um sucesso estrondoso nos Estados Unidos e chegaram ao Brasil com força total na década de 40. Em seguida, o desenho animado tomava de assalto a todo o mundo e aqui não era diferente. O marinheiro boa praça estava nos corações de adultos e crianças.

    O chargista argentino, Lorenzo Mollas, viu em Popeye a força e a persistência do Flamengo. Além de sua origem no mar, como o Clube de Regatas. Alguns torcedores ficaram apaixonados pela ideia e até os dias de hoje encontramos rubro negros com o Popeye flamenguista tatuado.

    No entanto, a maioria continuou achando que Popeye não era carioca, não tinha tanta identificação com o Clube e com o Brasil.

    Na década de 60, os rivais do Flamengo nos chamavam de urubus como uma forma de provocação. A maioria dos torcedores obviamente ficava furiosa mas, nós sabemos como ninguém que o senso de humor do flamenguista é insuperável. E foi num Flamengo e Botafogo de 69 que rubro negros levaram um urubu ao Maracanã. Tiraram a ave do lixão do Caju, a ensacaram e diante de 150 mil pessoas a soltaram mesmo antes do time entrar em campo.

    A ave, que carregava uma bandeira do Flamengo presa na patinha, sentou no gramado e a multidão de rubro negros começou a vibrar e festejar aos gritos de: “é urubu! É urubu”!.

    O Flamengo venceu o jogo por 2 a 1, quebrou o tabu de 9 jogos sem vencer o Botafogo e o urubu virou a mascote oficial para todo o sempre.

    Nos traços de Henfil, o urubu rubro-negro agigantou-se e tomou o país em jornais e revistas esportivas.

    Hoje, Uruba e Urubinha alegram crianças e adultos em jogos do Flamengo.

     

     

    A Charanga

    Por definição, Charanga é uma banda de música composta apenas por instrumentos de sopro. Podendo também ter algum instrumento de percussão. Para o Brasil, charanga significa sua primeira torcida organizada.

    Tudo começou num 11 de outubro, há 73 anos.

    Nas décadas de 40 e 50, as torcidas não xingavam ou vaiavam seus jogadores. Só valia apoiar. Era até proibido ter esse tipo de reação. A torcida suportava seu time fielmente com gritos inflamados. Nessa época, Jaime de Carvalho, acompanhado por amigos e tocando instrumentos de sopro, em 11 de outubro de 1942, roubaram a cena com suas canções durante um Fla x Flu pela decisão do título. Nos pés de Pirilo, a saga do primeiro Tri.

    Ary Barroso fez um gracejo e usou a palavra charanga para designar uma “bandinha, desafinada e barulhenta”. Jaime poderia mas não se ofendeu. Ao contrário. Jaime, resolveu adotar o nome e estava criada a primeira Torcida Organizada do pais: A Charanga.

    A Charanga ia a todos os jogos do Flamengo e também da Seleção Brasileira. A torcida ficou eternizada também na música “Samba Rubro-Negro” do sambista João Nogueira.

    Hoje, 73 anos depois, só Cunhado está vivo. Os demais membros já são falecidos. Mas a Charanga está eternizada, nos títulos, na história, nas arquibancadas, no Flamengo e em cada coração rubro-negro.

    O Flamengo possui Embaixadas em todos os Estados da Federação, com muito mais de uma por Estado. São incontáveis as torcidas do Rubro-Negro dentro e fora do país. Mas tudo começou com a animada bandinha de Jaime e cia.

     


    Patrícia Castelan escreve no blog Rubro Negro de Barriga Verde, da plataforma de blogs Mundo Bola Blogs.
  • Vencedores do Concurso Cultural Flamengo 120 Anos e A Sua Grande História

     

    Há quase 2 meses tivemos a ideia de fazer um concurso que pudesse

    aproximar a torcida, encontrar histórias fantásticas e fazer uma homenagem ao nosso Flamengo. Afinal, o que melhor representa a nossa grandiosidade senão a Nação? Somos 40 milhões vivendo o Flamengo no dia-a-dia, sendo protagonistas de nossas próprias histórias com o Mengão. Então resolvemos que a nossa homenagem deveria partir da própria Nação.

    Vários rubro-negros de todos os cantos (foram 28 cidades de 14 estados distintos das 5 regiões) contaram suas histórias. Algumas nos deixaram emocionados e outras nos fizeram rir, mas no fim só pudemos ver o quanto essa torcida é apaixonada, fazendo de tudo para pelo menos ver o time entrando em campo. Na vitória ou na derrota, na felicidade ou na tristeza, sendo fácil ou difícil, a Nação está lá ao teu lado, Flamengo. 120 anos ao teu lado! Parabéns para nós! Parabéns, Flamengo! Que venham mais 120 anos de alegrias e tanto títulos que mal dê para contar!

    Claro que não conseguiríamos fazer esse concurso sozinhos. O Mundo Bola buscou parceiros que queriam fazer parte desta homenagem, então encontramos a FutShirt, o Paschoal Ambrósio Filho (Maquinária Editora), o Arthur Muhlemberg, o Luiz Hélio Alves e a nossa própria redação. A FutShirt nos disponibilizou 3 camisas lindas que já estão garantidas aos 3 selecionados. O Paschoal nos enviou o seu “PentaTri” e o “100 anos de bola, raça e paixão”, escrito pelo Arturo Vaz, Celso Júnior e também pelo Paschoal. Já Arthur Muhlemberg e Luiz Hélio Alves nos disponibilizaram seus próprios livros, “Hexagerado” e “Mengo Meu Dengo”, respectivamente. Além desses, logo no começo, quando a ideia surgiu, convocamos a redação e pedimos ajuda para comprar um livro como primeiro prêmio, e fomos imediatamente atendidos. Compramos “Histórias do Flamengo”, de Mário Filho, um livro fantástico de um escritor histórico.

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    Distribuição dos livros:

    1º – Escolherá dois livros dos 5 disponíveis;

    2º – Escolherá dois livros dos 3 disponíveis;

    3º – Receberá o livro disponível.

    A camisa já está garantida para os 3 vencedores.

    O Mundo Bola agradece a todos que nos ajudaram a fazer essa homenagem, desde parceiros, redação e Nação. Mas vamos deixar de enrolação e conhecer logo as histórias campeãs! E se você ganhou, fique ligado, pois vamos entrar em contato para que possa escolher seus livros e receber os prêmios em casa.

     

     


    Terceiro colocado

     Guilherme Araújo

    Rio de Janeiro – RJ

     

    Indescritível! Os cientistas dizem que a humanidade surgiu

    entre 200 e 150 mil anos atrás e esse tempo todo não serviu para alguém dizer ou escrever uma palavra que tenha descrito o que eu senti em 23 de agosto de 2013, agora eu vou lhes contar.

    Em mais um dia na escola, era recreio e em um bate papo sobre futebol com os amigos eu exclamei: “Hoje o Flamengo vai se classificar heroicamente contra o Cruzeiro e vamos em busca do tricampeonato da Copa do Brasil!”

    Os torcedores adversários riram e duvidaram. Afinal de contas, eles tinham até razão pra rir, pois o Cruzeiro era líder do Brasileirão e havia nos derrotado no primeiro jogo do delicioso mata-mata. Mas o Flamengo sempre faz o impossível acontecer, e, como flamenguista doente, eu acreditava como se tivéssemos o time da década de 80… Voltando à história, eles riam e debochavam e pra apimentar a discussão eu propus uma aposta: “Se o Flamengo não se classificar eu danço o É O Tchan na frente da escola inteira, mas se o contrário acontecer vocês vão cantar o hino do Flamengo na frente da escola inteira”.

    Eles titubearam um pouco mas aceitaram. As aulas terminaram e fui pra casa. Como em todo dia de decisão rubro-negra, o relógio parecia congelar. O tempo não passava e a ansiedade só aumentava. Depois de uma sensação de 72 horas, finalmente o jogo estava prestes a começar. Eu estava trêmulo e provavelmente era a pessoa mais tensa na face da Terra. Ainda convivia com a dúvida sobre nosso principal jogador da temporada não jogar, o Elias. O jogo ia começar e pra amenizar um pouco minha tensão o Elias iria jogar!

    O primeiro tempo foi sonolento, disputado e terminou 0x0. Intervalo de jogo, eu joguei uma água no corpo, orei com toda minha fé e troquei o manto 1 pelo manto 2, em súbito ato de superstição. Talvez funcionasse, né?! Passou 25 minutos no segundo tempo e nada, coloquei uma camisa por cima da outra, outra por cima da última e quando vi já estava vestido com os 5 mantos que tenho. Estava calor mas eu não sentia, me enrolei com minha bandeira e bateu os 35 minutos do segundo tempo. O Flamengo começou a pressionar e o Cruzeiro se retrancou: virou ataque contra defesa e eu tinha um infarto a cada bola lançada na área!

    Bateu os 40 e nada…

    Finalmente, aos 43, o Paulinho driblou pela ponta direita, tocou pra trás e o Elias chutou pro fundo das redes!! Simplesmente desabei de braços abertos no chão a chorar. Foi a coisa mais linda que eu vi, foi o momento mais feliz da minha vida! Terminou o jogo, o Flamengo estava classificado e eu era a pessoa mais feliz do mundo, eu me sentia nas nuvens. Foi aquele tipo de coisa que só o Flamengo pode proporcionar, aconteceu o impossível e eu não sabia nem o que fazer, passei mais 20 minutos chorando sem conseguir falar e depois me levantei, fui ao quintal, olhei pro céu estrelado e disse: “Obrigado, não conto pra ninguém mas eu sei que o senhor aí de cima é Mengão”. Alguns vão dizer que é blasfêmia mas é o que eu sentia.

    No outro dia fui pra escola e chorei de rir vendo os torcedores rivais cantando o hino do Mengão. Por sinal, eles cantam muito mal. Essa é a minha história com o Flamengo, saudações rubro negras!

     

     


    Segundo colocado:

    Nome: Magno Cesar Moura Dias

    Cidade – Estado: Duque de Caxias – RJ

     

    Notei um som abafado que vinha de cima para baixo

    e em seguida, várias pessoas se deslocavam igualmente empurrando uma sobre as outras. Lembro que assistia ao jogo ao lado do meu irmão e me senti pressionado, depois imprensado e jogado no chão da arquibancada. Distanciei-me dele e só fui encontrá-lo algum tempo depois. Abaixo de mim, não tinha dado conta do que estava ocorrendo ainda naquela tarde inesquecível de 19/07/1992. Havia somente murmurinho, muita correria, e um jogo preliminar de master interrompido.

    Só depois, vendo as tristes imagens na TV, tive a noção exata do que acontecera.

    Naquela manhã nublada acordei mais agitado do que o normal. Enquanto bebia uma xícara de café, observava o ponteiro do relógio que lentamente caminhava durante o dia, diferente do compasso do coração e do pensamento. O Flamengo faria a sua 5ª final de campeonato brasileiro, após jejum do último título conquistado em 1987, contra um rival carioca, trazendo no time um veterano, velho conhecido da torcida e dos tempos áureos de uma geração que marcou vidas e o nome do clube na história do futebol mundial. Seu nome: Leovegildo Lins da Gama Júnior ou simplesmente Junior. Talvez fosse sua última conquista. O próprio revelaria mais tarde que sua volta ao clube foi um pedido do seu filho mais novo que não o vira jogar pelo Fla.

    A cidade vivia um clima igualmente de expectativa e de alegria, comum em sua rotina e agora com uma pitada de vermelho e preto. Passava da hora do almoço, tomei a bênção da minha avó, que pediu para tomar cuidado e assim me dirigi ao velho templo do futebol mundial, que naquela tarde abrigaria mais de 100.000 torcedores. O trem lotado era só alegria e não havia diferenças de classes, cor, religião, o Flamengo é o ópio do povo batalhador, sofrido, que levanta cedo, que pendura a conta no bar para assistir o jogo e no dia seguinte tudo de novo, como uma roda gigante adicionada que se move em meio aos problemas de falta de estrutura que o governo oferece.

    Ao desembarcar na estação, uma atmosfera de alegria e emoção tomava conta de todos. Pairava no ar a certeza que levaríamos mais aquele título pra Gávea. Tudo corria perfeitamente bem. Carros apressados, bandeiras tremulantes, cantos de incentivo e a massa a chegar exaltando as cores do pavilhão e ídolos do passado. Adentrei o estádio e me vi diante daquele cenário ao qual já me habituara desde cedo, tomei posição numa das grandes torcidas organizadas… E foi então que ocorreu a ruptura das velhas grades de proteção colocadas desde a fundação do estádio. Eu estava distante apenas uns 10 metros daquele abismo que se abriu a minha frente. Um clima sombrio, desesperador, pairou no semblante das pessoas, assim como o medo, o espanto. O céu tornara-se mais escuro.

    O jogo começou após 15 minutos do acontecido e no seu decorrer a diferença no placar já estava 2×0 para nós, com um gol de falta do Junior. O Maestro comemorou saltitando de felicidade, em contraste com o real sentimento da maioria. Entretanto, a alegria foi voltando lentamente novamente aos olhos e sorriso do torcedor que comemorava o feito, tendo um adversário em campo que não se entregava. E acontece o primeiro gol, mais pressão e no final do jogo o segundo. Empate. Apreensão e um turbilhão de sentimentos se faziam presentes até o apito final do juiz.

    Encontro meu irmão, e finalmente pude abraçá-lo, chorar junto e soltar o grito de Campeão que ecoava pelo estádio. Lágrimas, felicidade, tristeza e gratidão por ter vivido tudo aquilo, naquela final e naquele final de dia inesquecível, que entrou pra história de muitas vidas, de mais uma glória pro nosso futebol e uma grande lição para os homens que cuidam do seu povo. Voltamos felizes, orgulhosos e com essa história em nossas vidas pra contar as futuras gerações e no nosso exagero de torcedor que estávamos presentes no dia que o Maracanã caiu.

     

     


    Primeiro lugar

    Nome: Ivan Siqueira

    Cidade – Estado: São Paulo – SP

     

    O jogo só acaba quando termina…

    O ano de 2009 foi um tanto quanto complicado para mim mas, como nos contos de fada, terminou com um final feliz.

    No fim de 2008 me mudei do Rio de Janeiro para São Paulo motivado por uma proposta de trabalho. No fim desse ano ainda, descobri que seria pai. Começa 2009 e, já em São Paulo, me vejo obrigado a pedir demissão por motivos que não valem mais a pena serem relembrados.

    Meu filho já havia nascido e, com apenas um mês e meio de vida, encontrava-se internado numa condição que não permitia aos médicos nos garantirem absolutamente nada. A essa altura do campeonato eu não tinha cabeça para nada, tudo girava em torno do meu moleque. Até a chegada do nosso querido Adriano Didico não conseguiu colocar um sorriso no meu rosto.

    O tempo foi passando…

     

    … E com ele veio a reação pouco provável do meu filho.

    Assim como o Flamengo, a certa altura desse difícil campeonato que é a vida, ninguém acreditava que meu moleque pudesse sair com vida do hospital. Mas mesmo muito novinho, nas veias do garoto corriam sangue RUBRO-NEGRO: tínhamos ali um ser humano forte, batalhador e, acima de tudo, vencedor.

    Pois então foi quando meu filho recebeu alta no hospital que o Flamengo iniciou sua guinada no brasileiro. Meu filho mostrava que estava superando todos os obstáculos impostos pela grave situação que passou e, dentro de campo, o Flamengo permitia que seus torcedores enchessem a boca para gritar: Deixou chegar, fudeu!

    Sou de 1973, ou seja, pude viver todos os mais importantes títulos do Fla. Quando soube que seria pai, a única coisa que “exigia” é que meu filho partilhasse do mesmo amor que eu sinto pelo Flamengo.

    Então veio o dia 6 de dezembro. Eu estava sentando na sala de minha casa, aflito, segurando meu filho no colo quando o Angelim cabeceou aquela bola para dentro do gol gremista. O ano para mim acabou naquele momento: meu filho vivo e com saúde, comemorando seu primeiro campeonato como flamenguista em meus braços, Flamengo hexacampeão brasileiro e a certeza de que o jogo só acaba quando termina.

     

  • Dia 15, que no dia 17 eu trabalho, acordo cedo e chego tarde!


    Gerrinson R. de Andrade | Twitter: @GerriRodrian

     

     

    — O menino nasceu no domingo.

    — Então, foi que dia?

    — 17.

    — Mas registrou quando, Agostinho?

    — Dias depois. Mas na hora que nasceu foi que decidimos, eu e a mãe.

    — E por que isso de botar o aniversário do seu filho pra sexta-feira? Nasceu foi domingo, não foi sexta-feira.

    — Só pra ajustar, João, se tivesse nascido no dia 15 seria melhor, pois é feriado. Certeza de ter festa de aniversário cheia, com tio, avó, primo, no seu dia certo.

    — O dia certo é o 17, não é?

    — O menino nasceu no 17, mas o certo é o 15, que cai no feriado, vai ser bom pro menino, pra família toda. Dia 17 pode cair na terça-feira, dia útil.

    — Mas o aniversário dele tinha mesmo de ser o certo, 17. A festa pode ser antes, depois. Aniversário não é a festa, é o dia certo que o seu menino nasceu.

    —  O menino vai é gostar quando crescer. Vai ter orgulho, dia da república.

    — Olha, Agostinho, isso não é bom eu acho. Em todo dia 15 de novembro tem aquelas coisas da Proclamação, tem presidente vaiado, protesto, cavalaria.

    — Só fazer a festa aqui em casa, João. O povo até esquece das aporrinhações, bebe uma cerveja com os amigos, a criançada vai pro quintal brincar, vai ser festa boa, sempre.

    — Sempre haverá uma centelha de desconcerto, Agostinho, uma coceira de memória, um porrinha pra dizer “na verdade, foi no dia 17”. Vai por mim, o moleque vai ouvir isso a vida toda. E todo dia 17 ele vai saber que é naquele dia o dia certo. Capaz de deprimir. Olha, Agostinho, a burrada. Teve aquele vexame do 6 a 0, tragédia. Sabe quando foi? 15 de Novembro. Dia 15 é zica, Agostinho. O menino quer ter o seu dia só dele pra todo mundo lembrar. Dia 17 não é dia de ninguém, fica bom assim, quando todo mundo pensar em 17 de novembro, vai pensar logo nesse menino que nasceu.

    — Dia 15, que no dia 17 eu trabalho, acordo cedo e chego tarde, João. Deixa de frescura, deixa de crendice. Tá preocupado com o ascendente do menino?

     

    Orra, é Mengo!

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    Gerrinson R. de Andrade escreve no Blog Orra, é Mengo, da Plataforma Mundo Bola Blogs. A opinião do autor não reflete necessariamente a opinião do Mundo Bola.

     

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  • Flamengo derrota o Vasco em São Januário e conquista Taça Rio Sub-17

    Rubro-negro abriu 2 a 0 na primeira etapa e segurou a pressão no final da partida

    Esse final de semana está sendo especial para o Flamengo. O clube completa amanhã (15.11) 120 anos, e está realizando pela cidade uma série de ações comemorativas. Gávea, Lagoa, Maracanã e São Januário são alguns dos lugares que receberam ou vão receber festejos rubro-negro. São Januário? Sim, São Januário. O tradicional estádio foi palco da final da Taça Rio Sub-17, vencida pelo Mais Querido, em cima do maior rival, pelo placar de 2 a 1.  Com o resultado, Flamengo e Vasco voltam a se encontrar nas duas próximas semanas para definir quem fica com o título carioca da categoria. O Mengão, que é o maior vencedor do torneio, não leva o troféu desde 2012. O jejum do rival é bem maior, desde 2000 que não gritam “É Campeão!”

    O  JOGO

    Precisando vencer para continuar sonhando com o título carioca, o Flamengo começou o jogo numa pressão enorme  e logo aos dois minutos abriu o placar. Boa jogada de Klebinho pela direita, achou Patrick livre na área. O camisa 11 do Mengão não desperdiçou a oportunidade e marcou o primeiro do jogo. O Flamengo estava muito à vontade em campo, parecia até estar jogando em seus domínios.  Aos 15′ João Pedro (Pepê) quase marca um gol antológico na Colina. O camisa 10 do Mengão recebeu na esquerda, conseguiu ir pro meio tirando dois jogadores da marcação, viu o goleiro do Vasco adiantado, mas na hora de chutar pegou muito em baixo na bola, que passou com perigo.  

    Após a parada técnica, o Vasco parecia ter acordado, porém, quem ampliou o marcador foi o Mengão. Contra-ataque puxado por Klebinho, que achou João Pedro em condições, o meia do Fla lançou para Antônio Carlos e o camisa 9 tocou na saída do arqueiro cruzmaltino, no último lance do primeiro tempo.

    O início da etapa complementar foi equilibrado. Apesar do ímpeto maior, o Vasco não traduzia a posse de bola em chance clara de gol. A dupla de zaga do Flamengo formada por Bernardo e Matheus Thuler, fazia uma partida elogiável. Novamente após a parada técnica, o Vasco cresceu na partida.

    Empurrado pelo seu torcedor que fazia muito barulho na social do clube, os meninos comandados pelo técnico Marcus, aumentaram a intensidade de suas ações. O Fla, por sua vez, estava acomodado com tamanha facilidade que encontrava na partida. Nesse momento de relaxamento, Dudu, que acabara de entrar no lugar de Rodrigo Fernandes, marcou um belo gol. O camisa 20 da Colina recebeu na intermediária, driblou os marcadores a chutou rasteiro no cantinho esquerdo do goleiro Gabriel.

    O Fla se desorganizou na partida e parecia até que levaria o gol de empate, pois não conseguia mais passar do círculo central. A torcida e jogadores vascaínos tentaram ludibriar o árbitro, reclamando de faltas que não aconteceram e até um pênalti chegou a ser simulado. O Mengão resistiu à pressão e conquistou essa importante vitória. Além de vencer a Taça Rio, ganha a oportunidade de decidir em dois jogos, contra o Vasco, o título de Campeão Carioca Sub-17.

    FICHA TÉCNICA

    VASCO 1×2 FLAMENGO

    Local: Estádio São Januário

    Horário: 15h30

    Data: 14 Nov 2015

    Árbitro: Bruno Mota Correia

    Vasco: João Pedro, Gabriel Buriche (Victor César), Gabriel Norões, Caetano (Marrony) e Alan Cardoso (Alexandre); Rafael França, Rodrigo Fernandes (Eduardo Feitoza), Douglas Luiz e Robinho (Rodrigo Coutinho); Paulo Vitor e Hugo Borges. Treinador: Marcus Alexandre.

    Flamengo: Gabriel; Klebinho, Thuler, Bernardo e Jean Lucas; Michael, Hugo, Patrick e Pepê; Lucas e Antônio. Treinador: Gilmar Popoca.

    Bruno Vasconcellos faz parte da equipe Mundo Bola Informação. Twitter: @BruNoCellos_CRF
  • Flamengo x Orlando City | Por 120 razões para festejar

    Apesar das comemorações, o Mais Querido ainda precisa convencer seu torcedor.

    Neste domingo, o Flamengo volta ao Maracanã mesmo na Data FIFA para comemorar uma data muito especial. O dia 15 de novembro de 2015 marcará o aniversário de 120 anos do clube mais querido do mundo, e a festa não poderia ser em um lugar diferente.

    Depois da polêmica partida contra o Goiás, quando, mesmo com a vitória por 4×1, as torcidas organizadas protestaram fortemente durante os 90 minutos, o rubro-negro chega sabendo que precisa jogar sério, apesar do clima de amistoso. Oswaldo de Oliveira disse nessa sexta-feira que deve fazer as onze alterações que tem direito e pode colocar algumas peças que não tem jogado tanto, como Ederson e Armero. Além disso, ele confirmou Kayke, que ficou sem treinar dois dias essa semana. As ausências ficam por conta de Guerrero e Jorge, com suas seleções, e Marcelo Cirino, que segue se recuperando.

    A equipe inicial deve ser: Paulo Victor; Pará, César Martins, Wallace e Armero; Márcio Araújo, Jonas e Alan Patrick; Gabriel, Kayke e Emerson.

    Já do outro lado, o Orlando, que não disputa os playoffs desse ano (conheça mais sobre o time), chega ao Brasil mergulhado no clima de festa. Apesar da ausência de Kaká, que está com a seleção brasileira, os norte-americanos parecem muito empolgados com a visita, mostrando diariamente em suas mídias sociais diversos fatos sobre o Flamengo e o Maracanã. O CEO do clube, Alex Leitão, disse: “Vamos jogar com um dos maiores times do mundo e no Maracanã. Será um jogo inesquecível para quem assistir e uma excelente oportunidade para divulgar nossa marca no exterior”.

    Confira o vídeo feito pelo Flamengo e pelo Orlando para promover a partida.

     

    FICHA DO JOGO:

    FLAMENGO X ORLANDO CITY

    Data: 15/11/2015

    Local: Maracanã, Rio de Janeiro

    Horários:

    Abertura dos portões: 11h

    Início da preliminar: 12h50

    Jogo principal: 15h30

    Transmissão: SporTV e OrlandoCitySC.com. O Mundo Bola estará presente na partida, fará tempo real no twitter (@Mundo Bola_CRF) e cobertura completa.

    Saiba mais sobre a compra de ingressos aqui.

    LEIA: Domingo é dia de Maraca, sim!

  • Flamengo e Vasco decidem Taça Rio Sub-17

    O time juvenil do Mengão vai a São Januário decidir Taça Rio 

     

    O Rubro-Negro entra em campo neste sábado para fazer a final da Taça Rio, contra o Vasco, em São Januário, às 15h30. O time anfitrião conquistou a Taça Guanabara e se levar a Taça Rio, será o Campeão Carioca de forma antecipada. Por isso, o jogo ganha contornos dramáticos, já que é a última oportunidade que o Flamengo tem de voltar a conquistar o título da categoria que não vem desde 2012.

    O Vasco chega à decisão da Taça Rio com a segunda melhor campanha da fase de classificação, e eliminou o Botafogo, nos pênaltis, na semifinal, após empatar sem gols no tempo normal.

    O Mais Querido se classificou com a quarta campanha, porém, na semifinal, derrotou o bom time do Nova Iguaçu- líder da fase classificatória- por 3 a 1, jogando no Laranjão.

    FICHA TÉCNICA

    VASCO X FLAMENGO
    LOCAL: ESTÁDIO DE SÃO JANUÁRIO
    DATA: 14 NOV 2015
    HORÁRIO: 15H30

    FLAMENGO: Gabriel; Kleber, Thuler, Bernardo, Michael e Jean Lucas; Lucas, Hugo, João Pedro, Antônio Carlos e Patrick. Técnico: Gilmar Popoca

    VASCO: João Pedro; Buriche, Norões, Victor, Melão e Allan Cardoso; Douglas, Robinho, Dudu, Hugo e Paulo Victor. Técnico: Marcus

    TRANSMISSÃO

    A radioweb RPC vai transmitir a partida. Clique no ícone.

    O Twitter do Mundo Bola fará o Tempo Real. Clique no ícone.

     


    Bruno Vasconcellos faz parte da equipe Mundo Bola Informação. Twitter: @BruNoCellos_CRF

     

  • Com segundo quarto arrasador, Fla vence Rio Claro na Gávea

    No ginásio Hélio Maurício lotado, o Flamengo recebeu o Rio Claro pela 3ª rodada do Novo Basquete Brasil 8. Buscando a segunda vitória na competição, o técnico José Neto mandou a quadra o seguinte quinteto: Gegê, Marquinhos, Rafael Mineiro, JP Batista e Jason Robinson. Já pelo lado do Rio Claro, a equipe escolhida pelo técnico Marcelo Tamião foi: Tatu, Dedé, Guilherme Deodato, Guilherme Teichmann e Daniel Alemão.

    No primeiro quarto, o Rio Claro começou melhor e aproveitando os muitos erros ofensivos do rubro-negro, colocou 9 a 6 de frente com quatro minutos de jogo. Na metade do quarto inicial, a vantagem da equipe paulista já era de oito pontos, 16 a 8. Com grande participação de JP Batista, o FlaBasquete passou a frente no placar faltando dois minutos, 22 a 21. Mas na última bola do quarto, Caio acertou uma bola de três e colocou o Rio Claro na frente, 28 a 27. Destaques do quarto foram JP Batista (FLA) que anotou doze pontos, e Dedé (RCA) com sete pontos.

    O segundo quarto começou da mesma maneira que acabou o primeiro, com bola de três pontos de Caio para a equipe paulista, mas duas cestas seguidas do rubro-negro empataram o jogo em 31, e forçaram o primeiro pedido de tempo de Marcelo Tamião. Após o pedido de tempo, Rafael Mineiro fez cinco pontos consecutivos, e o FlaBasquete abriu 36 a 31. Aí começou o show de Meyinsse, que anotou sete pontos seguidos, explodindo a torcida, e fez com que a vantagem passasse aumentasse para 45 a 33, forçando mais um tempo de Tamião. Após a parada, o Flamengo continuou melhor e foi para o intervalo com a partida quase definida, 54 a 38, com arrasadores 27 a 10 no segundo quarto. Destaques do quarto foram Meyinsse (FLA) com nove pontos e cinco rebotes e Rafael Luz (FLA) com quatro assistências.

    Na volta do intervalo, o Rio Claro fez quatro pontos seguidos, mas logo depois o rubro-negro anotou cinco pontos seguidos, e aumentou a vantagem para 17, 59 a 42, e essa vantagem foi até o último minuto do quarto, quando o Rio Claro cortou em dois pontos a desvantagem, 72 a 57 (a equipe paulista venceu o quarto por 19 a 18). Destaques para Tatu (RCA) que anotou seis pontos no quarto e Jason Robinson (FLA) que anotou cinco pontos.

    No último quarto, o rubro-negro voltou melhor e pela primeira vez na partida, abriu 20 pontos de vantagem, 85 a 65, forçando o Tamião a parar o jogo. Após a parada, a vantagem foi ampliada para 24 pontos, forçando mais um tempo de Tamião, 89 a 65. Após o tempo, o Flamengo continuou arrasador até o fim da partida. Flamengo 102 x 70 Rio Claro.

    A próxima partida do Orgulho da Nação é contra a Liga Sorocabana, no ginásio Gualberto Moreira em Sorocaba, dia 18/11 às 20h.

    Destaques:

    Flamengo:

    Pontos: JP Batista com 26 pontos

    Asistências: Rafael Luz com 6 assistências

    Rebotes: Jerome Meyinsse, Marcelinho, Marquinhos e JP Batista com 5 rebotes

    Rio Claro:

    Pontos: Dedé com 15 pontos

    Assistências: Tatu com 5 assistências

    Rebotes: Teichmann com 5 rebotes

     

  • Fla Futebol 2016 – Bloco 4 – Zagueiros

    Para deixar o muro de lamentações em 2015… Naldo, Henrique e Alex foram alguns dos nomes cogitados!



     

    Naldo, do Wolfsburg. Foto Wikipedia

    A zaga do Flamengo foi uma tremenda dor de cabeça para todos nesta atual temporada. Quem não lamentou sempre que um escanteio era cedido e logo começou a fazer promessa pra São Judas Tadeu?

    Pois é, ano sofrível para este setor do time. Nossos analistas não se mostraram muito otimistas também não. Poucos zagueiros de alto nível estão à disposição no mercado e os dirigentes rubro-negros terão muito trabalho para montar uma zaga confiável. Tomara que a gente consiga dar um descanso para nosso solícito santo protetor em 2016.

    Confira a opinião de nossos convidados abaixo!

    @allanmadi (do site torcedores.com): Eu não renovaria o contrato do Marcelo e negociaria Frauches e Fernando (nem que fosse por um novo empréstimo). Tentaria contratar dois bons zagueiros. Traria com certeza um zagueiro para ser titular (Algumas opções: Henrique do Napoli, Cleber do Hamburgo, Alex do Milan, Naldo (Wolfsburg), Lisandro López (Benfica), Anderson Martins etc). Continuaria com César Martins, que está emprestado até o meio do ano de 2016 e tem apenas 22 ou 23 anos. Caso fosse possível contratar dois zagueiros, negociaria Wallace ou Samir, esse com probabilidade bem maior de ter mercado. Não apostaria em Fred do Goiás, pois é bom batedor de falta, mas não vejo segurança defendendo. Além de já ter quase seus 30 anos. Contratando 2 nomes, um até poderia ser Juan, pela experiência e conhecimento de clube, mas só faria se fosse um contrato baixo ou por produtividade. Meus zagueiros seriam: César Martins, uma ótima contratação, uma boa contratação (ou Samir) e Wallace ou Samir. Subiria o Dumas também. Fiz uma matéria em outubro com 14 nomes: http://torcedores.com/noticias/2015/10/14-opcoes-de-zagueiros-para-seu-time-se-reforcar-em-2016

    @CRFlamenguismo (do blog CRFlamenguismo, Mundo Bola Blogs): Juntos, entrosados, saudáveis e em suas posições corretas, Wallace e Samir formam uma dupla honesta. Não renovaria com o Marcelo e tentaria antecipar a volta do César Martins ao Benfica. Frauches e Fernando, que voltam de empréstimo, e Dumas poderiam ser utilizados no Ferjão, mas buscaria a contratação de dois zagueiros capazes de ser titulares. Sobre o Samir, apesar dos pesares, vejo potencial e não venderia por qualquer mixaria que seja oferecida. Caso saia, mais um zagueiro seria necessário..

    Alex pode não continuar no Milan e foi procurado pelo Santos em julho | Foto Milan

    @Homer_Fla: Posição problemática nas últimas temporadas, deveria ser reestruturada do zero. César Martins deveria ser devolvido ao Benfica e Marcelo não deveria ter o contrato renovado. Ficando apenas Wallace e Samir, a posição deveria ser reforçada com três jogadores, sendo pelo menos um canhoto e um destro — preferencialmente técnico e bom na bola aérea. É necessária a chegada de xerifão que chegue para jogar, com qualidade no desarme, na marcação, na saída de bola e no jogo aéreo. Além de um “tiro certo” em jogador diferenciado, a chegada de um zagueiro experiente e de um zagueiro de destaque de times médios da Série A ou grande destaque da B fechariam o elenco para a temporada. Enquanto os quatro primeiros disputariam a Primeira Liga, o último se uniria a Rafael Dumas e Léo Duarte na disputa do Carioca, posteriormente retornando ao elenco principal para o Brasileirão.

    @igor_pedrazziTalvez o maior problema desse ano. Jogadores limitadíssimos tecnicamente e sem perfil de liderança. Do setor, ficaria com César Martins e Samir. Pelo simples fato de serem os dois mais jovens e com alguma possibilidade de crescimento. Pra esse crescimento acontecer, traria dois zagueiros mais consagrados, auxiliariam muito esses dois jovens, na minha opinião. Dentro desse perfil temos Alex (ex Santos e hoje no Milan, mas já sinalizou vontade de voltar ao Brasil) e Naldo (Wolfsburg, contrato termina no final desse ano).

    @PabloWSC (da TozzaCam): A exemplo do goleiro, considero essa posição bastante carente e fundamental para 2016. Não confio nos zagueiros atuais e buscaria no mercado um nome forte, de personalidade, para chegar e assumir a vaga, uma espécie de xerife rubro-negro. Tentaria vender o Samir, emprestaria o Marcelo e contaria com o César Martins para a reserva. Continuaria com Wallace ano que vem e subiria o Rafael Dumas para compor.

    @TozzaFla (da TozzaCam): Emprestaria o Marcelo e venderia o Samir. Wallace e César Martins continuariam. Penso ser necessárias mais duas contratações. Com a chegada do Juan, que tá perto aí de chegar e é melhor do qualquer um que a gente tem. o que Cesar Martins e Wallace podem ficar no elenco para 2016. Em termos de contratação, não sei como está a situação do Henrique, ex-Palmeiras, que tá jogando lá fora. Seria uma boa contratação.

     

    Amanhã(14/11/2015), o Fla Futebol continua, e os volantes serão nosso tema!

     

    Fla Futebol 2016 – Goleiro

    Fla Futebol 2016 – Lateral-Direita

    Fla Futebol 2016 – Lateral-Esquerda

     

  • Bilionário, novo e famoso

    Conheça um pouco mais do Orlando City, adversário do Flamengo no amistoso de 120 anos

     

    Kaká, estrela do famoso Orlando City. (Foto: Site oficial do Orlando City)

    No próximo domingo (15/11), o Flamengo recebe o Orlando City no Maracanã. A partida será realizada para comemorar os 120 anos do clube carioca.

    O Orlando City, ou, como é chamado por seus torcedores, Disney Team, disputa a Major League Soccer (MLS), a liga de futebol dos Estados Unidos. A equipe foi fundada em 2010 e seu atual presidente e dono é o brasileiro e flamenguista Flávio da Silva.

    No dia 19 de novembro de 2013, o Orlando City foi anunciado como a vigésima primeira equipe da liga Norte-Americana. Em 2014, os americanos anunciaram a parceria com o Benfica de Portugal.

    Flávio da Silva, dono do poderoso Orlando City. (Foto: Site oficial da Major League Soccer)

    O brasileiro que comanda o Orlando City não perdeu tempo em termos de contratação. Entre todos os escolhidos, o mais famoso é o ex-melhor do mundo e ex-astro de times como Real Madrid e Milan, Ricardo Izecson dos Santos Leite, ou, como conhecemos, Kaká.

    O time americano estreou na MLS contra o New York City de David Villa, que também fazia sua estreia. A partida ocorreu no Citrus Bowl, estádio do Orlando, para 62.510 pessoas. O primeiro gol do jogo foi marcado por Mikkel Diskerud para o New York. Kaká empatou para o Orlando, deixando uma boa impressão, já que é a estrela da equipe.

    O Orlando tem 4 títulos na sua história, sendo eles: 2 United Soccer Leagues Professional Division (2011 e 2013) e Comissioner’s Cup (2011 e 2012).

    Além do brasileiro Flávio da Silva, o inglês Phil Rawlins também faz parte da diretoria do clube, sendo o vice-presidente.

    O atual momento do Orlando não é dos melhores, já que a equipe não se classificou nem para os playoffs da Major League Soccer.


    Yann Rodrigues faz parte da equipe Mundo Bola Informação. Twitter: @Yann_Rodrigues