Autor: diogo.almeida1979

  • Após vitória, Olivinha exalta Nação Rubro-Negra: “nosso sexto homem”

    Na noite desta quinta-feira (21), o Flamengo recebeu o Rio Claro no Tijuca Tênis Clube para a disputa do Jogo 2 da fase de quartas de final do NBB 8. Com uma boa vitória por 93 a 73, o Orgulho da Nação abriu 2 a 0 na série e só precisa de mais uma vitória para avançar às semifinais. Após a partida, o Mundo Bola falou com o ala/pivô Olivinha, que terminou o duelo com 20 pontos e 5 rebotes.

    Depois de garantir o primeiro lugar na fase classificatória, o Rubro-Negro apenas assistiu as oitavas e esperou o vencedor de Rio Claro x Franca. Com isso, os comandados de José Neto ganharam mais tempo para treinar, porém, ficaram muito tempo sem jogar, o que prejudicou o ritmo de jogo da equipe. “Sentimos um pouco o ritmo de jogo, principalmente na primeira partida. Mas agora a gente já voltou ao ritmo antigo, principalmente no segundo tempo, onde nossa equipe conseguiu colocar um ritmo muito forte e o Rio Claro não conseguiu acompanhar. Abrimos uma grande diferença para sair com a vitória“, disse o camisa 16.

    O FlaBasquete não atuava em casa desde o dia 27/03, quando recebeu e venceu o Minas no TTC por 76 a 65. Com uma grande festa da torcida e um ginásio lotado, o Fla demostrou raça em cada jogada e, no ritmo da Nação, teve um ótimo desempenho. “Jogar ao lado na Nação Rubro-Negra é um prazer muito grande, principalmente nessa fase do campeonato, onde a torcida costuma lotar o Tijuca“, disse Olivinha. “Hoje fizeram uma festa muito bonita, é o nosso sexto homem, a gente conta bastante com o apoio deles e hoje não foi diferente. Eles apoiaram a gente do início ao fim, nossa equipe correspondeu dentro de quadra e saiu com a vitória“, completou.

    O próximo desafio do Flamengo é já neste sábado (23), às 14h10, no Tijuca. Com o jogo que pode encerrar a série, segurar a ansiedade é uma das tarefas mais difíceis do grupo. “Vamos treinar para acertar alguns detalhes que pecamos nessa partida. Essa ansiedade a gente tem que trabalhar bastante para chegar no sábado e fazer o melhor trabalho possível para fechar a série aqui. Queremos ter um tempo de descanso também, para esperar a definição da outra semifinal“, comentou o jogador.

  • #VlogdoPoeta #14 Vasco! Dados da freguesia do Vice!

    Eles nos chamam de fregueses, mas os números e os fatos mostram ao contrário. Reuni fatos históricos que comprovam a nossa soberania, porém, o Vasco leva vantagem em um único ponto: Números de rebaixamentos. Mostre a seus amigos vascaínos!

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  • A mediocridade é a arte de não ter inimigos


    Gerrinson R. de Andrade | Twitter: @GerriRodrian

     

    Se o Batman batesse apenas em bandido inofensivo,
    seria o Batman um vigilante também mais-ou-menos.

    Vilão bom é vilão malvado, ardiloso.

    O Pinguim, charuto na boca,
    gordão, ladrão e mafioso, autoridade do crime,
    tem controle e serenidade e em perfeita sanidade mental age.

    O Coringa, flor no paletó, sorriso de idiota.
    Louco sem noção, rasga dinheiro e surta.

    O Espantalho, trapaceiro, usa da psicologia,
    quer insuflar o medo, insano, espalha suas toxinas.

    E mais o Duas-Caras, o Charada e o Gorila Grodd.
    Tudo cabra ruim, gente de grande pestilência.

    E aí me aparece flamenguista reclamando dos adversários.

    Flamengo é o herói das nossas histórias,
    é quem salva o bebê e as vovós,
    é quem dá esperança ao morador de Gotham.

    Mas este símbolo de esperança seria desnecessário
    se não houvesse crime pra combater,
    se não houvesse tanto crápula no poder.

    Vilão bom, pra se ganhar em emoção e perigo,
    deve ser canalha de muitas artimanhas, cheio de truques e safadezas.

    Vilão bom é aquele que exige superação do paladino,
    que precisa encontrar novas estratégias,
    se superar em confiança e inventar novas armas.

    Flamenguista reclama, mas não deve.

    Vasco legal é o Vasco perigoso,
    com Euricão amigo do Lex Luthor,
    com a Legião do Mal toda soltando os malucos do Asilo Arkham,
    com injustiças e mil pandemônios.

    A aventura, a gente vê, fica mais emocionante,
    quando Fluminense, Botafogo, FERJ, políticos desonestos,
    sabotadores, todos querendo derrotar o destemido,
    na covardia e na emboscada.

    Pois é quando vem o Flamengo,
    sagaz e intuitivo,
    preparado, vestindo armadura,
    driblando os perigos,
    vencendo cada um dos inimigos,
    botando no xadrez,
    botando no chão.

    Vencer, vencer, vencer – não há outra alternativa ao Batman,
    a paz na cidade depende apenas dele.

    *

    Obs.: já nos dizia o peruano Sofocleto: “A mediocridade é a arte de não ter inimigos”.

    Orra, é Mengo!

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    Gerrinson R. de Andrade escreve no Blog Orra, é Mengo, da Plataforma Mundo Bola Blogs. A opinião do autor não reflete necessariamente a opinião do Mundo Bola.

     

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  • Melhores Momentos Mundo Bola – Flamengo 3 x 0 Confiança 20/04/2016

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    Veja os melhores momentos de Flamengo 3 x 0 Confiança, jogo válido pela primeira fase da Copa do Brasil 2016. O Flamengo aguarda agora o vencedor do duelo entre Fortaleza e Imperatriz.

     

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  • Biografia Rubro-Negra: Capítulo 18 – Nova excursão à Europa e o pré-Carioca de 80

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    Antes do embarque para faturar mais um bom dinheiro no velho continente, Zico foi submetido a exame. Como era esperado, sua lesão era grave e ele ficaria em tratamento no Brasil, podendo se juntar à equipe mais para frente. Paralelamente, a diretoria anuncia que está negociando com Fumanchu e Chico Spina para reforçar o elenco.

    Fumanchu acertou sua vinda pro Mais Querido
    Fumanchu acertou sua vinda pro Mais Querido

    Sem sua maior estrela, o time vai muito mal no Troféu Teresa Herrera. Na semifinal, empate com o Sporting Gijón, por um a um, gol de Tita. Na disputa de pênaltis, derrota de quatro a dois. Nunes e Adílio desperdiçaram suas cobranças. No Brasil, chegam propostas do Barcelona e do Valencia por Zico. Novamente, Marcio Braga rechaça as investidas européias.

    Na disputa do terceiro lugar, a equipe não se encontrou e foi goleada pelo Porto, por quatro a um. Nunes marcou o gol de honra. Como não podia deixar de ser, choveram críticas a atuação dos cariocas. A imprensa espanhola ridicularizou as atuações. Pior, depois do vexame, os organizadores dos próximos compromissos ameaçaram diminuir a cota do clube se Zico não jogasse.

    Insatisfeito com o rendimento do time, Coutinho resolve barrar Júlio César e escalar Sivaldo na ponta esquerda. No Brasil, a Diretoria acerta a venda de Cláudio Adão para o Fluminense, por oito milhões de cruzeiros. E para animar a torcida, dois reforços são anunciados: Fumanchu, vem por empréstimo de um ano do América do México. E Lico, por seis milhões, vem em definitivo do Joinvile.

    Da Espanha a equipe foi para a Itália, onde enfrentou o bom time do Peruggia. Recuperando-se dos resultados ruins, o Flamengo venceu por um a zero, gol de Tita.

    A próxima parada era a Bélgica, na disputa de mais um amistoso. Empate em dois a dois (gols de Adílio) com o Royal Antwerp. Mas a grande notícia vinha do Brasil. Zico, recuperado de sua contusão, estava embarcando para a Europa. Junto vinha o recém chegado Lico.

    Scout do amistoso contra o Royal Antwerp
    Scout do amistoso contra o Royal Antwerp

    De volta a Espanha, para a disputa do Troféu Filipe das Astúrias, a equipe começou a mostrar sua verdadeira força de campeão brasileiro. Na semifinal, contra o Real Sociedad (base da Seleção Espanhola) vitória categórica de dois a zero, gols de Zico e Adílio.

    Na decisão, outra boa partida e o título do torneio. Dois a um no Levski Spartak, com dois gols do galinho. Este jogo marcou a estréia de Lico, que entrou aos 35 minutos do segundo tempo no lugar de Nunes.

    Convocados por Telê Santana para o amistoso diante do Uruguai, Tita e Júnior voltam ao Brasil para defender a Seleção. Assim que o jogo acabar, a dupla volta para a Europa, pois o Flamengo iria brigar pelo bicampeonato do Troféu Ramon de Carranza.

    Na semifinal, uma partida duríssima, contra o Dínamo Tbilisi (bom time soviético, que contava com vários jogadores na Seleção da URSS). Nunes e Adílio marcaram, no empate de dois a dois. Nos pênaltis, deu Flamengo, por quatro a três.

    Antes de tentar o bicampeonato, a diretoria se encontra com o zagueiro Luis Pereira. Dono de seu passe, o defensor negocia a ida para o rubro-negro. O acerto fica próximo.

    Na decisão, o Fla bate o Bétis, por dois a um, com mais dois gols de Zico. O prestígio do Flamengo estava recuperado. E o galinho, com mais uma série de brilhantes atuações e gols decisivos seria alvo da cobiça de vários clubes europeus.

    Na volta ao Brasil, Coutinho promete o inédito Tetracampeonato Carioca. Telê elogia o futebol de Tita. E Luis Pereira acerta o seu contrato com o clube. Quem poderia parar o Flamengo?

    No próximo texto: O Primeiro turno do Carioca de 80. Até lá!

     


    Gustavo Roman é jornalista, historiador e escritor. Autor dos livros No campo e na moral – Flamengo campeão brasileiro de 1987, Sarriá 82 – O que faltou ao futebol-arte? e 150 Curiosidades das Copas do Mundo. Conhecido como um dos maiores colecionadores de gravações de jogos de futebol, publica toda quinta-feira, aqui no Mundo Bola, a série “Biografia Rubro Negra 1978-1992”, onde conta a saga do período mais vitorioso da história do clube mais querido do mundo.

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  • Vitória no caldeirão

    No Tijuca TC lotado, Fla vence Rio Claro e fica a uma vitória da semifinal do Novo Basquete Brasil 8

    Após vencer a primeira partida em São Paulo, o FlaBasquete retornou ao Tijuca TC para enfrentar o Rio Claro no segundo jogo das quartas de final do NBB 8. Buscando deixar a classificação encaminhada, José Neto mandou o seguinte quinteto para a quadra: Rafael Luz, Marquinhos, Jason Robinson, Olivinha e Jerome Meyinsse. Já Dedé Barbosa busca dar o troco e garantir a série até, no mínimo, o quarto jogo caso a equipe paulista vença, e para isso mandou a quadra: Tatu, Dedé, Gui Deodaro, Tiechmann e Daniel Alemão.

    O rubro-negro começou a partida cometendo alguns erros, mas se aproveitando da ineficiência da equipe visitante, logo abriu 11 a 6 na metade do quarto inicial, graças a uma grande movimentação no ataque. Voltando a cometer erros bobos no ataque, a equipe carioca cedeu uma corrida de 8 a 0 para o Rio Claro e, com isso, cedeu também a liderança no placar, 14 a 13. Com uma marcação falha no perímetro, o Mais Querido viu a vantagem dos paulistas aumentar com 3 jogadas seguidas de três pontos até que JP Batista anotou sete pontos seguidos, virando a partida e dando números finais ao período, 24 a 20. Os destaques do quarto foram Tatu (RCA) com 9 pontos, JP Batista (FLA) com 7 pontos e Meyinsse (FLA) com 4 rebotes.

    Com a segunda unidade em quadra, o Mengo aumentou ainda mais o placar, 30 a 22, com ótima movimentação de bola, forçando o primeiro tempo de Dedé Barbosa. Após o tempo, o Mengão continuou dando show, principalmente com as enterradas de Rafael Mineiro e a excelente partida de JP, 38 a 22, forçando outro tempo de um enfurecido Dedé. Após o tempo, Rio Claro conseguiu anotar quatro pontos seguidos, 38 a 26, e forçou o primeiro tempo de Neto. Após o tempo, a equipe visitante cortou ainda mais a diferença, e forçou outro tempo de Neto no fim do período, 40 a 31. Após o tempo, Pastor encerrou o primeiro tempo com uma bola de três, 40 a 34 (Fla 16 a 14 no período). Os destaques do quarto foi Rafael Mineiro (FLA) com 4 rebotes.

    As duas equipes voltaram do intervalo errando muito, a exemplo do primeiro quarto, e o rubro-negro superou os erros e abriu 54 a 41 na metade do quarto, levando a torcida ao delírio e forçando o tempo de Dedé Barbosa. Após o tempo, o Orgulho da Nação abriu sua maior vantagem na partida, 59 a 41, mas Rio Claro respondeu novamente nas bolas de três e chegou a cortar a diferença para doze, mas JP Batista e Gegê aumentaram a vantagem e o Flamengo foi para o último quarto ganhando por 67 a 52 (Fla 27 a 18 no período). Os destaques do quarto foram Olivinha (FLA) com 11 pontos, Rafa Luz (FLA) com 4 assistências e Dedé (RCA) com 8 pontos.

    No período final, Marcelinho desencantou, o Orgulho da Nação administrou e abriu dezesseis pontos de vantagem, 74 a 58. Após uma corrida de 5 a 2 dos paulistas, Neto parou a partida na metade do quarto, 76 a 63. Após o tempo, a equipe paulista tentou diminuir mais a vantagem mas os comandados de José Neto souberam controlar e garantiram a segunda vitória no confronto, Flamengo 93 x 73 Rio Claro. Se o Flamengo vencer mais um jogo, estará na semifinal do NBB 8.

    O próximo compromisso do Orgulho da Nação é o jogo 3 contra Rio Claro no dia 23/04 às 14h30min no Tijuca Tênis Clube. A partida terá transmissão da RedeTV e tempo real do @Mundo Bola_CRF .

    Destaques do Flamengo:

    Pontos: Olivinha com 20 pontos

    Assistências: Rafael Luz com 6 assistências

    Rebotes: Meyinsse com 11 rebotes

  • Após classificação na Copa do Brasil, Muricy já pensa na semifinal do Carioca

    Com a classificação alcançada na Copa do Brasil, o Flamengo volta as atenções para o duelo contra o Vasco, pela semifinal do Campeonato Carioca. Ao Rubro-Negro só a vitória interessa, pois o adversário tem a vantagem do empate. O clássico acontece no próximo domingo (24/04), às 16h (Brasília), na Arena da Amazônia. O arquirrival foi assunto na coletiva do técnico Muricy Ramalho, após a vitória do Flamengo por 3 a 0 sobre o Confiança, em Volta Redonda.

    O treinador do Mais Querido ressaltou a importância do resultado da Copa do Brasil e destacou a evolução da equipe.”Primeiro era muito importante a gente passar pelo Confiança. Infelizmente no primeiro jogo a gente perdeu, fizemos um jogo realmente abaixo. Fisicamente estávamos muito mal. Hoje, mais preparados, a gente fez a diferença. A gente vai agora recuperar os jogadores, vai ser muito importante essa recuperação. O Vasco está numa grande fase, tem grande time, mas a gente vai com a proposta de passar de fase.”- afirmou Muricy.

    Muricy Ramalho exaltou o bom trabalho feito pelo rival, que segundo ele, no quesito entrosamento, está a frente do Fla. “O Vasco está jogando muito bem. É um clube que está fazendo um excelente trabalho com o Jorginho e Zinho. Então, temos que dar o mérito para eles. Nós também fomos subindo pouco a pouco. Eles têm um entrosamento maior do que o nosso, porque mexeram pouco do ano passado para agora. Estamos encontrando o time, com duas maneiras de jogar.”

    Por ter feito a melhor campanha da Taça Guanabara, o Vasco, conquistou o direito de jogar por um simples empate para ir à decisão do Estadual. Muricy, no entanto,  não acredita que isso fará com que o Cruzmaltino jogue retrancado, esperando o Fla em seu campo. “Time grande não tem só essa proposta de defender. Futebol tem duas coisas importantes: uma com a bola e outra sem a bola. Todos times sem a bola têm que marcar. Brasileiro não gosta muito disso, mas tem que marcar. O Vasco sem a bola marca muito forte, mas com a bola sai pra jogar e não é um time que fica só atrás. O último jogo em Brasília foi muito bom, de muita intensidade e foi muito bonito de ser ver. Acho que não ver ser diferente.”- salientou o treinador.

     

  • Liderados por Mancuello e Cuéllar, Flamengo subjuga o Confiança

    Analise

    O placar elástico contra o Bangu e a classificação no Carioca aliviaram a pressão existente no Flamengo e deram confiança ao time para buscar a classificação na Copa do Brasil. O Flamengo precisava ganhar por mais de um gol de diferença e a vitória mínima levaria aos pênaltis.

    A surpresa da partida ficou por conta da surpreendente escalação de Fernandinho, que havia tido participação discreta no jogo-treino dessa semana. A troca não só mudava nomes, mas o próprio esquema de jogo que deixaria de ter a cara do 4-2-3-1 para voltar ao tão criticado 4-3-3.

    Assim o time teve Paulo Victor – Rodinei, Wallace, Juan, Jorge – William Arão, Mancuello, Cuéllar – Cirino, Guerrero, Fernandinho.

    A proposta do Confiança

    Do primeiro jogo da Copa do Brasil para o segundo houve muitas mudanças em ambos os times e, no caso do Confiança, a maior foi a troca de treinador. Contudo, o time ainda tinha a proposta de usar uma boa defesa para anular o Flamengo.

    A marcação forte, encaixada, se aliava a uma linha de impedimento surpreendentemente bem treinada, que evitou uma série de lances de perigo do Flamengo. Basicamente o treinador sabia que o rubro-negro tinha linhas espaçadas e uma transição lenta entre os setores do campo, além de meias que saíam muito pro jogo, então posicionou a defesa para explorar isto, buscando cortar os passes longos e acionar o veloz e habilidoso Danilo Bala, que entrava no espaço deixado por Arão.

    Mancuello, cerebral e dinâmico

    Super-MancuQuem lembra do apelido de Mancuello no Independiente? Em sua chegada até brinquei fazendo uma montagem de boas-vindas. Porém, havia um pouco mais de desconfiança que de otimismo por parte da torcida já que jogadores estrangeiros acabam tendo problemas de adaptação no Flamengo, alguns até mesmo injustamente criticados, como Cáceres.

    Ignorando esse histórico, Mancuello chegou com humildade, determinação em se adaptar o mais rapidamente possível, inclusive se dedicando a aprender o nosso idioma. Nem mesmo a lesão que o afastou por algumas rodadas diminuiu sua determinação ou a importância conquistada no time.

    Logo em seu jogo de estreia deu 6 assistências para finalização e 1 para gol, totalizando 7. Arão, líder do fundamento até então, em 3 jogos havia dado 7 assistências para finalização e 2 para gol. Além disso, a diferença do aproveitamento das bolas paradas ofensivas foi gritante, não há um escanteio que não leve perigo, as faltas dificilmente são mal batidas e a dinâmica de jogo era exatamente o que faltava no meio, tanto atacando quanto defendendo.

    Da estreia para cá o Flamengo foi crescendo com o desempenho do argentino e amargou tempos ruins depois de sua lesão, apenas 2 vitórias, 4 empates e 2 derrotas, com direito a 4 jogos sem gols do Flamengo.

    No seu retorno, Mancuello não mostrou falta de ritmo e nem se poupou. Atuando aberto na esquerda, aparecendo pouco pela direita e às vezes pelo meio, Mancuello criou mais que Alan Patrick, que jogou centralizado, ainda fez o gol que abriu o placar em uma cobrança que nos fez lembrar de Petkovic e Zico.

    Contudo, apesar de ser um jogador rápido e tático, conseguindo trabalhar muito bem com Jorge, seu melhor posicionamento para mim sempre foi centralizado, tendo liberdade para derivar por todo o campo. E, graças a inexplicável decisão de Muricy de escalar Fernandinho, Mancuello pôde jogar onde se desenvolve melhor, dando dinâmica ao time.

    Logo no início do jogo podia ser visto encostando na esquerda ou direita, recuando para ajudar Cuéllar a fazer a saída de bola e chegando de trás para finalizar. Chegou a mandar três bolas na direção do gol, uma balançou a rede e foi anulada por impedimento – bem marcado – e na quarta abriu o placar após ótimo contra-ataque. Fernandinho fez excelente inversão para Arão escorar de cabeça pro meio da área, onde Mancuello e Cirino entravam pelo meio, cabendo ao argentino encobrir o goleiro e fazer o gol que empatava o placar agregado.

    O Super-Man ainda cobrou uma falta idêntica à do golaço de falta de sua reestreia, mas Rafael Sandes – goleiro do Confiança – fez grande defesa. Já no 2° tempo, Mancu bateu mais um escanteio venenoso na cabeça de Arão, que desviou a bola, a qual caprichosamente foi parar na segunda trave onde entrava Cirino, que só escorou para fazer o 2° gol.

    E, logo depois do 2° gol, em que teve participação fundamental além de já ter feito o seu, Mancuello apareceu sozinho pelo meio e recebeu passe açucarado de Guerrero, o goleiro saía do gol, não seria difícil fazer o 3°, mas o argentino isolou. Ao invés de rir ou bater palma, Mancuello se abaixou no gramado, olhos baixos, lamentando-se profundamente pela chance perdida, a primeiras das 2 que errou, tendo acertado 5 no jogo.

    Essa seriedade e foco com que joga, também vista nos treinos, tem contagiado o grupo, estimulado uma nova postura em campo. Mancuello se entrega, joga para o time, orienta os companheiros e, na minha opinião, já seria um capitão a ser considerado para o Campeonato Brasileiro, principalmente se vier um zagueiro para o lugar de Wallace.

    Cuéllar – O Protetor

    Se o argentino é o espírito ofensivo, o colombiano é o espírito defensivo do time. Muito se falava da velocidade de Márcio Araújo em comparação a lentidão de Cáceres, mas o paraguaio apesar de lento posicionava-se muito bem, enquanto Márcio Araújo sempre corria atrás. Cuéllar consegue aliar as duas características em prol do time, tendo ótimo posicionamento e sentido de cobertura, além de ser veloz para cobrir os espaços deixados pelos companheiros.

    Cuéllar
    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

    Na saída de bola o colombiano também destaca-se. Contra o Confiança distribuiu 103 passes certos e errou apenas 2, evitando os “chutões”, ao tentar apenas 5 lançamentos, dos quais acertou 3. Sua movimentação para se posicionar para receber a bola dos zagueiros também é um destaque de seu estilo de jogo, oferecendo sempre opção para fazer a saída de bola de forma rápida e o mais eficiente possível, o que só não dá mais dinâmica pelo problema crônico de movimentação do time.

    Como o Flamengo precisou de tempo para domar o Confiança, Cuéllar teve trabalho no primeiro tempo e início do segundo. O time de Sergipe chamava o rubro-negro pro seu campo, procurando roubar a bola na intermediária e contra-atacar rápido. Como Arão e Rodinei jogam muito adiantados, Danilo Bala se posicionava do meio para a direita e isso obrigava Cuéllar a sair da esquerda – onde originalmente deveria se posicionar – para ir combater na direita, onde volta e meia precisa cobrir os espaços deixados pelos companheiros.

    Mapa-Cuellar

    Após Arão lançar Cirino, que avançou na área e tirou do goleiro para marcar o terceiro e último gol aos 21 minutos, o Confiança se rendeu e o Flamengo dominou o jogo. Cuéllar então passou a jogar se adiantando mais, procurando auxiliar a armação e arriscando mais nos passes, mostrando sua versatilidade.

    O que falta ao time para continuar crescendo?

    Mais jogadores como Cuéllar e Mancuello. Ambos estão longe do perfil boleiro que habita os gramados brasileiros, são como soldados que dão o sangue para defender seu clube. Guerreiros focados, concentrados, dedicados e que jogam mais para o time que para si, perfil que podemos encontrar em Ederson, praticamente formado no exterior, e Guerrero.

    Inclusive o peruano tem sido criticado por, diferentemente dos centroavantes brasileiros, preocupar-se mais em deslocar os marcadores, abrindo a defesa e fazendo o pivô, que em finalizar como uma máquina para tentar o gol. Guerrero nunca foi um goleador, seu estilo de jogo é de servir ao time, permitindo que outros jogadores entrem na área livres para finalizar e marcar gols (Cirino é um dos grandes beneficiados dessa característica do jogo do peruano).

    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

    No time que vem sendo escalado por Muricy, também podemos encontrar Juan e Jorge com este espírito coletivo e visão tática. Ao todo 5 dos 10 jogadores de linha, mas podendo ampliar para 6 se Muricy der o braço a torcer e escalar Ederson aberto na esquerda, voltando ao 4-2-3-1 que tem tido melhor fluidez, mantendo Mancuello centralizado. Assim, a expectativa é que o restante do time possa ir se adequando ao espírito do jogo coletivo e abandonando os vícios da individualidade cultivados no futebol brasileiro.

    Saudações Rubro-Negras

  • Flamengo recebe Rio Claro no TTC pelo Jogo 2 das quartas

    Após vencer o primeiro jogo da série, o Flamengo recebe o Rio Claro no Tijuca Tênis Clube, nesta quinta-feira (21/04), às 19h (horário de Brasília). A partida tem transmissão ao vivo no SporTV e tempo real no twitter do Mundo Bola direto do ginásio. O time paulista vai se esforçar para devolver a derrota sofrida dentro de casa. Do lado rubro-negro, o objetivo é repetir a grande atuação coletiva e conseguir um êxito que deixa o Fla a um passo da semifinal.

    O Ginásio Felipe Karam completamente lotado não intimidou o FlaBasquete. A equipe de José Neto conseguiu segurar os comandados de Dedé Barbosa e acabou levando a melhor com o placar de 88 a 79. Marquinhos (20 pontos, 6 rebotes, 3 assistências e 3 roubos de bola) foi um dos destaques ao lado do armador Rafa Luz (16 pontos, 3 assistências e 3 rebotes).

    Pelo lado rio-clarense, os jogadores mais importantes foram o armador Eric Tatu, que terminou como cestinha da partida (23 pontos, 3 rebotes, 5 assistências e 5 bolas recuperadas) e o ala/pivô Teichmann (12 pontos e 12 rebotes). Além deles, o ala Dedé também foi bem (17 pontos). A tarefa do time visitante para empatar a série não é nada fácil. Como mandante, o rubro-negro carioca tem média superior a 16 pontos de vantagem por duelo e perdeu apenas três jogos em 14.

    Durante a fase de classificação, o Orgulho da Nação recebeu o Rio Claro na primeira partida em casa da temporada. No Ginásio Hélio Maurício, a equipe rubro-negra bateu a equipe paulista, por 102 a 70. JP Batista foi o grande destaque com 26 pontos e 5 rebores. Marquinhos também foi bem e fez 17 pontos e pegou 5 rebotes.

    Marquinhos foi um dos destaques contra o Rio Claro (Foto: Luiz Pires / LNB)
    Marquinhos foi um dos destaques contra o Rio Claro (Foto: Luiz Pires / LNB)

    FICHA TÉCNICA
    Rio Claro x Flamengo
    Data: 21/04/2016
    Local: Tijuca Tênis Clube
    Horário: 19h (horário de Brasília)
    Transmissão: SporTV e tempo real no twitter do Mundo Bola