Autor: diogo.almeida1979

  • Márcio Braga critica futebol do Flamengo e aponta solução: “Falta eu estar lá”

    Histórico personagem do Flamengo, o ex-presidente Márcio Braga não está nada satisfeito com o futebol do clube. Em entrevista á Rádio Brasil, Braga elogiou a diretoria no que diz respeito a administração financeira, mas criticou veementemente a forma como o futebol está sendo gerido. Vale lembrar que o ex-mandatário é considerado por muitos o maior presidente da história do Fla, uma vez que esteve a frente do clube em seis mandatos e conquistou quatro campeonatos brasileiro, fora inúmeros outros títulos.

    Em meio a um momento conturbado no clube, Márcio Braga destacou a recuperação financeira e administrativa, mas frisou que isso não está refletindo em um bom futebol: ” Essa nossa gente que está na diretoria são bons de administração, estão recuperando o clube financeiramente, mas no futebol deixam a desejar. Há quatro anos estamos sofrendo com o nosso futebol. Antes não tinham jogadores, agora contrataram jogadores caros e o time não rende. Tem algum erro aí, na minha opinião é no comando do futebol”.

    Gilvan de Souza/Flamengo
    Gilvan de Souza/Flamengo

    Ao ser perguntado sobre o que falta para o Flamengo voltar a triunfar, o ex-presidente foi direto: “Falta eu estar lá. A forma de comandar, de se integrar com tudo. Há quarenta anos ganhamos tudo, nunca passei pelo Flamengo sem ganhar Carioca e Brasileiro, e nunca o salário estava em ordem, as dificuldades sempre foram enormes e uma coisa não tem nada a ver com a outra. O problema é no comando”.

    Claramente incomodado com os recorrentes erros do sistema defensivo, Márcio cobrou o que a Nação quer: “Eu acho que eles precisam contratar uma zaga nova, não falo diretamente de um jogador porque jogador tem fases, eu acho que tem que contratar pelo menos mais um zagueiro”.

    Márcio Braga foi presidente do Fla nas conquistas do Campeonato Brasileiro de 1980, 1987, 1992 e 2009. Embora seja considerado de forma unânime um grande personagem rubro-negro, parte da torcida critica a sua forma de trabalhar, alegando que, apesar dos títulos, suas gestões não primaram pela saúde financeira do clube.

  • Antes de semifinal, Neto garante: “vamos colocar nosso máximo”

    Nesta quinta-feira (28), o FlaBasquete fez seu último treino aberto à imprensa antes da viagem para Mogi das Cruzes, onde disputará a semifinal do Novo Basquete Brasil 8 contra a equipe de Mogi. Após bater Rio Claro com 3 a 0 na série, o Fla segue com força total em busca do pentacampeonato. Após a atividade, o Mundo Bola conversou com José Neto, comandante rubro-negro.

    O confronto contra o Rio Claro foi muito positivo para a equipe rubro-negra, que conseguiu impor seu ritmo durante toda série e venceu as três partidas. Apesar do resultado, Neto dá o mérito à equipe e reforça o feito do Orgulho da Nação: “No playoff é muito difícil você começar pensando que vai ser 3 a 0, muitos desejam, assim como a gente também desejou fechar a série o mais rápido possível. Vamos entrar sempre querendo vencer, em casa ou fora. Não esperávamos o 3 a 0, até porque é um adversário que jogou bem o campeonato, foi tomando corpo pela maneira como jogou. Vimos que ninguém fez 3 a 0, é difícil demais, é um campeonato equilibrado. Então acho que é um mérito muito grande da equipe ter conseguido fazer isso.”

    Durante a temporada, Mogi e Flamengo se enfrentaram em três oportunidades. Pelo NBB, o Fla levou a melhor nos dois jogos. O primeiro, dentro de casa, vencido por 79 a 77 e o segundo, fora, terminou 85 a 88 para o Mais Querido. Na Liga das Américas a história foi diferente. Na disputa de terceiro lugar, o time do interior de São Paulo se deu melhor e fechou em 73 a 71.

    Neto reúne seus jogadores no centro da quadra durante o treino (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)
    Neto reúne seus jogadores no centro da quadra durante o treino (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

    Acho que as duas equipes estão em igualdade. Agora a gente tem que construir nossa passagem para mais uma final, mas é pensando jogo a jogo. O mais importante é esse jogo lá em Mogi, nós sabemos da qualidade do time deles. É um time muito aguerrido, que não se abate com as dificuldades e tem qualidade para superar esses momentos. Eles sabem jogar uma série, mostraram agora nessa que tiveram pela frente. É um time que tem muita capacidade, assim como a gente. Vamos colocar nosso máximo pra buscar essa vitória“, comentou o treinador.

    A Nação Rubro-Negra marcou presença nos últimos dois jogos no TTC e para os duelos contra Mogi não será diferente. Do outro lado, a torcida mogiense promete fazer também uma grande festa, já que os ingressos para o Jogo 1 já estão esgotados.

    A torcida é um fator que ajuda sempre, independente do momento. Eu sempre falo, é uma ferramenta que a gente tem até durante a fase de classificação pra buscar a melhor posição possível pra que a gente possa jogar o máximo de jogos decisivos perto deles. Sabemos a resposta que eles dão. É uma coisa que motiva demais nossa equipe. Então, é um elemento muito importante pra nossa classificação“, completou.

    No próximo sábado (30), o Flamengo inicia a fase semifinal contra Mogi, fora de casa. A partida acontece às 14h10, no Ginásio Professor Hugo Ramos e tem transmissão ao vivo da RedeTV. Os duelos em casa (jogos 2 e 3) são nos dias 6 e 9, às 21h, no Tijuca Tênis Clube.

  • Matinta Perera, as Criancinhas de Manaus e o Mapinguari Rubro-Negro

    [et_pb_section admin_label=”section”][et_pb_row admin_label=”row”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_image admin_label=”Imagem” src=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/01/cultura.jpg” show_in_lightbox=”off” url_new_window=”off” use_overlay=”off” animation=”off” sticky=”off” align=”center” force_fullwidth=”off” always_center_on_mobile=”on” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

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    O folclore da Amazônia é rico em personagens. Uma delas é a Matinta Perera, um ser voador que ronda a noite a espreita de uma casa para atormentar. Seu sibilo estrilante é tão assustador que faz com que o morador da casa, desesperado, pergunte o que ele precisa fazer para que o trevoso ser desapareça da sua janela ou do telhado de sua casa.

    E é aí que a Matinta Perera propõe um pacto para o berreiro parar. O assombrado precisa pagar uma prenda, que lhe será cobrada nos próximos dias. Um naco de fumo, um belo peixe fresco dos riachos da mata próxima, uma pinga braba, café, farinha ou um mocó com um pouco disso tudo deve ser reservado.Um dia, uma velhinha irá bater na porta rogando inocentemente ajuda para  suas necessidades. É a Matinta cobrando seu pagamento. E é bom que o morador lembre-se da terrível noite e do acordo que fez com o pássaro-monstro.

    Se o pagamento não for concedido, sua vida vira um inferno.

    ***

    Tudo foi muito estranho. O estádio na selva, ou melhor, na cidade grande ao redor da selva, estava lotado e aconteceu o fato: o Fla abandonou as criancinhas na sua entrada ao gramado. Você já conhece a história. O capitão fincou uma bandeira pirata no centro do campo da Arena Amazônia. O problema foi que eles saíram do túnel iguais uns malucos e “esqueceram” as crianças. O clube disse que as crianças foram avisadas, todavia a imprensa se recusa a acreditar e continua no telhado a gritar.

    Apenas depois as criancinhas perfilaram com os briosos jogadores do Flamengo e juntinhos cantaram o amado hino brasileiro.

    Esse ato horrível fez com que o Brasil inteiro derramasse um Rio Amazonas de lágrimas. Defensor da moral, Juninho Pernambucano, vociferava palavras de ordem pediátricas para seu público geriátrico durante a narração de Luiz Roberto, voltada para a família vascaína.
    Portanto, se a transmissão da Globo não gostou, a ação de marketing foi um fiasco.

    A ideia era que o Flamengo entrasse em campo como os astros da NFL costumam fazer no reacionário modelo americano de show business, contudo esqueceram que o Brasil é um país de vanguarda e, mais do que qualquer outro no mundo, preza pelo cuidado com suas criancinhas. Desde que Pelé deu o recado, diga-se de passagem.

    Preocupados com os traumas das criancinhas abandonadas, portais de notícias esportivos freudianos consultaram ex-jogadores, líderes comunitários, agentes da lei, funcionários do Procon, professores de sociologia e pregadores religiosos em suas matérias investigativas. O jornalismo, essa camada prateada de nossa sociedade cada vez mais intelectualizada, se uniu em torno do tema, de total interesse sócio-econômico.

    Finalmente, o que se deu foi um país comovido pelo abandono de suas criancinhas pelos jogadores do Mengo. No Facebook houve protestos pela omissão do Ministério Público no caso.

    Tal alarde também foi visto, obviamente em menor escala, quando surgiram boatos de crianças vistas trabalhando em carvoarias, pedindo lanches em pastelarias chinesas, fumando crack no copo de Guaravita nas ruas da Lapa, prostituindo-se nas rodovias e até roubando transeuntes na Praça da Sé. Esta notícia esfriou dias depois, quando o governo disse que não eram crianças e sim pivetes.

    Mergulhado neste cenário preocupante, entrei em contato com um primo que fez marketing por correspondência no Instituto Universal Brasileiro para me ajudar a ajudar o Flamengão.
    Depois de algumas horas em meditação criativa, meu primo responde:

    – EBM deve voar pra Manaus e visitar a casa de todos os sócios-torcedores mirins que estiveram envolvidos na malfadada ação. Com a FlaTV no encalço, gravando tudo. Não será uma visita comum. Além do papo fiado, aquela confraternização rubro-negra de praxe, EBM precisa interrogar a criancinha para saber se ela está traumatizada, irritada ou magoada, de fato. Também vai trocar ideia com os pais sobre o assunto, sempre com interesse psicossomático autêntico. Quando o encontro se encaminhar para seu fim o Caminhão do Zicão [outra ideia pro marketing que o meu primo me passou – depois falo mais disso] estaciona na porta da casa, com toda pompa, circunstância e emoção trazendo milhares de produtos licenciados para a família flamenguista: camisas, toalha de banho, canga, short, meia, óculos, relógio, caderno, caneta, agenda, cooler, cerveja, cachaça, vinho, champanhe, coleira, flâmula, caneca, mouse pad, capinha de celular, headphone, miniaturas de jogadores, miniatura da Gávea, quebra-cabeça, boneco, kit banheiro, shampoo, condicionador, pulseirinha, perfume, tênis, colar, unha postiça, super trunfo, ursinho de pelúcia, jogos de vídeo-game, bicicleta e tudo o mais que puder ser presenteado pelo próprio Zicão em pessoa.

    E assim garantiremos o crescimento de mais uma geração de criancinhas felizes por serem rubro-negras, segundo meu primo, que como todo marqueteiro também é versado em ciências humanas.

    ***

    Mapinguari é uma criatura que vive na fronteira com a Bolívia. Tem pelo vermelho, cerca de dois metros de altura, grandes garras, cheiro ruim que tonteia a presa, odeia água e pele de jacaré. Sua bocarra quando se abre chega até a barriga. É uma espécie de pé-grande tupiniquim.
    Assim como a cobrança do nosso Conselho Diretor por futebol vistoso, vontade de superação e gana por vitórias o Mapinguari também é folclore.

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  • Flamengo abre 3 a 0, mas cede o empate ao Sport na Copa do Brasil Sub-17

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    Uma partida eletrizante! Assim podemos definir o primeiro duelo entre Flamengo e Sport pelas quartas de final da Copa do Brasil Sub-17.

     
    Nesta quarta-feira (27/04), as equipes se enfrentaram na Gávea e fizeram um jogo pra lá de emocionante. Jogando em casa, o rubro-negro carioca abriu 3 a 0. Vinicius Souza, Lincoln – artilheiro do time com 5 gols – e o capitão Matheus Thuler, de pênalti, deixaram o Fla com uma enorme vantagem até os 31′ da segunda etapa. O clube pernambucano recuperou-se na partida e diminuiu com Juninho, marcando duas vezes, e Ailton, que balançou a rede nos acréscimos.
     

    O JOGO

    O Mais querido iniciou o jogo com a mesma formação que vem atuando nos jogos da Copa do Brasil: Hugo; Wesley, Matheus Thuler, Ruan e Gabriel; Pablo, Vinicius Souza e Rafael Carvalheira; Alisson, Luiz Henrique e Lincoln

    Como sempre acontece quando atua na Gávea, o Flamengo não deu chances para o Sport respirar. Começou procurando o gol desde o início e utilizando principalmente das jogadas pelas laterias para chegar até à área adversária. O lateral-esquerdo Gabriel tirou tinta do travessão numa das chegadas do Mengão ao ataque. Diante de tanta pressão flamenguista, o Sport não conseguiu se segurar por muito tempo. Aos 24′, Vinicius Souza subiu mais alto que a zaga pernambucana e abriu o placar na Gávea. Fla 1×0.

    Uma das características do time comandado por Gilmar Popoca é de continuar agredindo o adversário mesmo após ter chegado ao gol. A superioridade do time carioca era notável. Lincoln, artilheiro do time – o camisa 9 tem média de 1 gol por partida – chegou ao seu quinto gol já no finalzinho do primeiro tempo. O atacante do Fla, aos 44′, pegou uma sobra na entrada da área e bateu de primeira. O goleiro pulou, mas não chegou. Fla 2×0.

    A soberania flamenguista continuou na etapa complementar. Rafael Carvalheira arriscou de fora da área, levando perigo à meta pernambucana. O terceiro gol do Mengão saiu dos pés do zagueiro Matheus Thuler. O capitão do Mais Querido cobrou o pênalti sofrido por Alisson, aos 15′ da segunda etapa.

    A reação do Sport começou aos 31′. O atacante Juninho, integrante do elenco profissional, marcou duas vezes para o time visitante. O Flamengo que sempre sofre uma brusca queda de rendimento após o técnico fazer as seis substituições a que tem direito, cedeu campo ao adversário e não conseguia mais criar jogadas. O goleiro Hugo foi muito exigido pelos pernambucanos, que chegaram ao empate nos acréscimos através do meia Aílton.

    O empate por 3 a 3 deixa o Sport numa condição muito favorável para próxima partida, precisando empatar em até 2 a 2 para se classificar. O jogo da volta acontece na próxima terça-feira, às 15h, na Ilha do Retiro.
     

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    Flamengo 3×3 Sport – Copa do Brasil – Quartas de final – Jogo de ida

    Data: 27 de Abr de 2016

    Horário: 15h (Brasília)

    Local: Estádio da Gávea – RJ

    Árbitro: Leandro Newley Ferreira Belota

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  • Fla recebe o Sport pelas quartas da Copa do Brasil Sub-17

    A Copa do Brasil Sub-17 entrou na sua fase de quartas de final. Os oitos clubes que ainda estão na disputa sonham com o título inédito da competição e não medirão esforços para conquistá-lo. O invicto Flamengo recebe o Sport, nesta quarta-feira (27/04), às 15h, na Gávea. O Rubro-Negro fará da Gávea sua arma para avançar à semifinal. Jogando em seus domínios, o time comandado por Gilmar Popoca acumula 2 jogos e 2 vitórias, tendo marcado seis gols. Em questões defensivas, o Mengão está muito bem, sofreu apenas um gol em toda a competição, consolidando-se como a defesa menos vazada. O Mais Querido juntamente com o Santos, ainda possui 100% de aproveitamento da Copa do Brasil juvenil.

    Nas oitavas de final, o Flamengo passou fácil pelo Goiás. Vitória por 1 a 0 em Goiânia e 3 a 0 na Gávea. O Leão pernambucano eliminou o São Paulo nas oitavas, com vitória por 5 a 4 na ida, na Ilha do Retiro, e empate em 1 a 1 na volta, em Cotia (SP).

    Fazer o primeiro jogo em casa numa competição eliminatória é sempre um desafio. Além da preocupação natural de ter que marcar gols, o time mandante não pode se esquecer que haverá um segundo jogo e que ele jogará fora de seus domínios. O gol marcado fora de casa é o segundo critério para desempate caso haja igualdade em pontos ganhos ao final das duas partidas, o primeiro é saldo de gols. Portanto, embora tenha que atacar,  o Flamengo não pode desguarnecer sua defesa, dando campo ao adversário.

     

    Provável escalação:

    Flamengo: Hugo; Wesley David, Matheus Thuler, Ruan e Gabriel; Pablo, Vinicius, Alisson e Rafael; Lincoln e Luiz Henrique. Técnico: Gilmar Popoca

     

    FICHA TÉCNICA

    Flamengo x Sport – Copa do Brasil – Quartas de final – Jogo de ida

    Data: 27 de Abr de 2016

    Horário: 15h (Brasília)

    Local: Estádio da Gávea – RJ

    Árbitro: Leandro Newley Ferreira Belota

    Assistentes: Silbert Faria Sisquim e Daniel de Oliveira Alves Pereira

     

    O Jogo será transmitido pela Interplay.

  • Para fechar segunda fase como líder, Fla/Marinha pega São José no CFZ

    Pela última rodada da segunda fase do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, o Flamengo/Marinha entra em campo nesta quarta-feira (27), às 17h, para enfrentar o São José no CFZ. Com as duas equipes já classificadas, a decisão da partida será a liderança, já que quem vencer leva o topo do Grupo 6. A partida não terá transmissão.

    Após boa vitória por 2×1 sobre o Iranduba-AM, o Flamengo volta a campo para tentar seguir na liderança. Disputando o último jogo em casa, as meninas do Mais Querido já estão classificadas e têm um desafio grande pela frente, já que o São José é um dos times mais fortes da competição. Com dez pontos, o Mengo só precisa de um empate para se manter na primeira colocação e deve ir com força total para o confronto. A equipe conta com Larissa, a artilheira do Fla, para fazer muitos gols.

    As adversárias ainda estão invictas nessa fase e tentarão seguir dessa forma para as semifinais. Apesar de não ter derrotas, o São José tropeçou três vezes, sendo uma contra o Flamengo, e acabou somando menos pontos graças aos empates. Com isso, o time acabou perdendo a liderança para o Mais Querido após a última rodada, quando ficou no 1×1 com o Corinthians em casa. Elas também chegam classificadas a essa rodada. Millene e Ludmila são a esperança de gols do time, já que são as grandes artilheiras das paulistas.

    Se por um lado o Grupo 6 já está definido e com duelo de semifinalistas na última rodada, o Grupo 5 ainda está bem embolado. Até agora, apenas o Rio Preto-SP se classificou, deixando Ferroviária-SP, Foz Cataratas-PR e São Francisco-BA brigando até o fim.

    Foto: MICHAEL DANTAS/ ALLSPORTS
    Foto: MICHAEL DANTAS/ ALLSPORTS

    FICHA TÉCNICA

    Iranduba x Flamengo

    6ª rodada da segunda fase do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino

    Data: 27/04/2016

    Horário: 17h

    Local: Estádio Antunes, CFZ (RJ)

    Transmissão: Sem transmissão

    Ingressos: Entrada gratuita no CFZ

    Árbitro: Rejane Caetano da Silva (RJ/ASP-FIFA)

    Assistentes: Michael Correia (RJ/CBF-1) e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (RJ/CBF-2)

  • Marcelinho valoriza classificação: “O time está de parabéns por mais uma semifinal”

    No último sábado (23), o Flamengo assegurou a classificação para as semifinais do NBB no Tijuca Tênis Clube. Após a grande vitória sobre Rio Claro por 93 a 73, que fechou a série em 3 a 0 para o Mais Querido, o Mundo Bola conversou com o capitão Marcelinho Machado, que foi o cestinha da equipe com 22 pontos.

    O ala/armador rubro-negro comentou sobre a partida, destacando a força do Orgulho da Nação: “Acho que fizemos um grande jogo, não é fácil fechar a série em 3 a 0. Sabíamos que eles vinham para o ‘tudo ou nada’ e realmente não começamos muito bem mas, a partir do segundo quarto, acho que o time conseguiu encontrar, principalmente ofensivamente, os melhores espaços”, disse.

    Além da vitória, o capitão do Mais Querido destacou a qualidade de todo o elenco, o que acaba auxiliando José Neto na hora de montar e rodar o elenco: “O time tem essa atitude e facilita a vida dele (Neto), que sabe lidar muito bem com isso. Nosso time tem jogadores de nível da seleção brasileira, no banco e na quadra. O (Ronald) Ramon é da seleção dominicana e acho que todos entendem que tem uma importância, que podem ajudar a qualquer momento do jogo”.

    Com a vaga garantida nas semifinais, o pentacampeão brasileiro pelo Flamengo quer mais: “O time está de parabéns por mais uma semifinal. É a única equipe na história do NBB que participou de todas as semifinais e não estamos satisfeitos com isso. Ficamos felizes em ganhar do Rio Claro, por 3 a 0, que é uma equipe forte, mas queremos mais que isso”, comentou.

    Com a classificação, o Fla enfrenta Mogi nas semifinais. O primeiro compromisso do FlaBasquete será sábado (30), às 14h10, em Mogi das Cruzes. A partida terá transmissão da RedeTV.

  • Rodrigo Caetano esclarece polêmica e elogia o trabalho de Muricy

    O diretor executivo Rodrigo Caetano concedeu entrevista na manhã desta terça-feira no Ninho do Urubu para esclarecer vários assuntos relacionados ao futebol do Flamengo. Em meio a um momento conturbado do clube após a eliminação no Campeonato Carioca, o dirigente respondeu várias perguntas da imprensa em uma sessão que durou cerca de 36 minutos. Contratado no fim de 2014, Caetano vem sendo bastante criticado por parte da torcida do Flamengo, principalmente após a renovação do seu vínculo com o clube, que vai até o final de 2018.

    Em relação à polêmica da entrada do time em campo no último domingo e as posteriores críticas, o diretor destacou que a intenção era agradar a torcida (principalmente a de Manaus) e afirmou que o fato teve uma repercussão desproporcional por conta da derrota: ” Foi uma iniciativa que vocês podem ter certeza que foi feita com intenção de agradecimento à torcida. Atletas e nenhum de nós se furtaram da aproximação com os torcedores, desde a nossa chegada a Manaus. Tivemos contato muito grande com o torcedor, exceto no aeroporto por questão de segurança. Falaram de falta de respeito com as crianças, mas muito pelo contrário. Os atletas foram receber as crianças, deram carinho. Foi para ter um carinho a mais do torcedor e por eles terem lotado quase que todas as dependências destinadas ao Flamengo. Mas quando não se ganha esses fatos ganham reflexão maior ainda.”

    Ao ser perguntado sobre o trabalho de Muricy Ramalho, Rodrigo Caetano compactuou com o discurso feito pelo presidente Eduardo Bandeira de Mello e afirmou que, apesar dos maus resultados, o Flamengo está no caminho certo: ” É consenso de que há alguns acertos a serem feitos, mas o trabalho liderado pelo Muricy está no caminho certo. Ele enfatizou hoje que dos inícios de trabalhos que fez é um dos em que mais esteve confiante. Em nível de elenco, trabalho e estrutura. Mas temos que lamber nossas feridas e lembrar das cicatrizes para o Brasileiro. As primeiras rodadas às vezes valem mais que as últimas.”

    Gilvan de Souza/Flamengo
    Gilvan de Souza/Flamengo

    Sobre a principal crítica da torcida perante seu trabalho – a passividade e a falta de cobrança – Caetano desconversou a tese de uma reunião em “tom mais alto” e garantiu que a cobrança no Mais Querido é diária: “A cobrança é todo dia. É claro que quando você sai de uma competição, acontece. Quando fomos eliminados na Primeira Liga, aconteceu também. Nosso tom sempre foi o mesmo, estamos no clube de maior torcida do país. Não dá para em determinado momento do ano fazer uma cobrança ou discutir assuntos internos em tons diferentes. É um trabalho que a gente faz semanalmente.”

    Rodrigo Caetano iniciou sua carreira como dirigente esportivo no RS Futebol e passou por Grêmio, Vasco da Gama (duas vezes) e Fluminense até chegar ao Flamengo. O gaúcho de 46 anos já se sagrou campeão da Copa do Brasil pela equipe cruz-maltina e dos Campeonatos Brasileiro e Carioca pelo tricolor, mas desde 2012 não consegue um título de expressão.

  • O culpado do culpado da má fase non stop

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    Apenas entre eles

    Responda-me aí, quantos pequenos detalhes da nossa rotina de trabalho ficam ali, apenas entre você e seu chefe ou entre você e seus colegas? Não levamos para casa todos os problemas da lida, não é verdade? Simplesmente porque algumas coisas não devem ser comentadas e discutidas publicamente, por mais que nosso trabalho seja de interesse… público.

    Meu leitor não é bobo e sabe o motivo deste preâmbulo. Estou querendo dizer que centenas de coisas podem acontecer na rotina de treinos e preparação do time do Flamengo antes de cada jogo, que justificam determinadas escolhas.

    Eu preciso falar do começo de ano pífio, patético e pesaroso para a torcida rubro-negra. É meu compromisso, tendo um Blog. Não posso simplesmente me ausentar de um espaço doado pelas mãos de quem constrói esse portal, para quem assumi um compromisso de gerar conteúdo e não fugir intelectualmente como um covarde, escrevendo pseudo-comentários em redes sociais.

    Então, voltando pra você novamente, leitor; eu tenho, tive e terei (pelo visto) tantas críticas ao departamento de futebol do Flamengo que tenho medo de cruzar a linha da racionalidade, berrando bobagens raivosas dirigidas a um jogador, um técnico, a um dirigente. Mas vamos lá!

    A fase ruim non stop

    O fato é que o Flamengo amarga uma longa fase muito ruim dentro de campo. A cada ano monta times melhores, contrata bons treinadores, melhora sua estrutura de Centro de Treinamento, não atrasa os salários de seus profissionais e tenta resolver seus problemas internos: pagamentos de dívidas e soluções desportivas dentro de um cenário contrário aos seus maiores interesses enquanto instituição de caráter público.

    Com todos esses desafios eu entendo — não gosto, muito menos aprovo — o fato de existir uma terceirização do setor que o Conselho Diretor menos conhece. A área que eles julgam ser território de profissionais que “vivem” do futebol. É uma escolha errada, pois, assim que se ganha uma eleição para presidente do Flamengo, você está vivendo do futebol.

    Saia do trono e comece a mandar

    Com relação ao futebol do Flamengo, Bandeira se posiciona como uma rainha da Inglaterra. Fato. Não se intromete. Não dá esporro, não julga necessário se mostrar altivo. Não suporta a ideia de ser uma espécie de dono de padaria, rude, que fica atrás do balcão apontando aos subalternos o que é preciso fazer. Bandeira, parafraseando o poeta, acredita nos seus ideais.

    E acreditando nos seus ideais, de 2015 pra cá trouxe Rodrigo Caetano, renomado no mundo de contos de fada dos diretores-executivos. Fechou com Muricy Ramalho, que dispensa apresentações. Contratou Sheik, Guerrero, Cirino, Rodinei, Arão, Mancuello, Cuéllar, Éderson etc. Contratou a Exos. Comprou equipamentos caros para a comissão técnica tirar mais dos atletas. Contratou empreiteiras para reformarem o Ninho do Urubu.

    Mesmo com tudo isso, o time não engrenou nesse primeiro período de competições em 2016. Derrotas para times minúsculos, aumento da recente freguesia para o Vasco, desempenho negativo em clássicos, time mostrando os velhos problemas do ano passado, tais como falta de confiança, desorganização, confusão entre raça e esforço desbaratinado, má pontaria, falta de intensidade, movimentação de tartaruga, sistema defensivo inexistente, capitão contestado e por aí vai. Nenhum desses problemas foi resolvido com a chegada de Muricy.

    Entretanto, o técnico tinha um escudo perfeito. Uma falha dentro do planejamento do Flamengo, que poderia ser usada se as coisas dessem errado.

    Não tardou para o técnico reclamar das viagens constantes.

    E aí entra o papo do início do texto. Não sei se prometeram a Muricy um estádio no Rio, na ausência do Maracanã e do Nilton Santos. Não sei se o presidente explicou ao cara que ia ser complicado, íamos viajar muito. O ruído entre técnico e diretoria foi tão bizarro quanto perder para o Confiança com um a mais desde os primeiros minutos da partida.

    O culpado do culpado

    Vou me ater apenas aos dois personagens que carregam as maiores parcelas de culpa no futebol do Flamengo neste delicado momento.

    Muricy é sim o grande culpado pela eliminação da Primeira Liga e do Campeonato Carioca.

    Muricy é o culpado pela manutenção de um esquema tático falido.

    Muricy  é culpado por dar o recado do cansaço e não motivar a superação aos seus jogadores.

    Muricy só não é culpado pelo patrão confiar tanto nele, cegamente.

    Bandeira é culpado por acreditar que o futebol funciona como um organograma bonito de repartição burocrática. Não funciona. Funciona com os funcionários do futebol, todos eles, do massagista aos jogadores, respeitando, admirando e até adulando seu presidente.

    Bandeira é culpado por acreditar que Rodrigo Caetano é uma sensação. Um diretor disputado no Mercado. Como se o Mercado brasileiro fosse parâmetro para plena certeza, em plena certeza de que somos o país do 7 a 1, falidos futebolisticamente.

    Bandeira é culpado por tapar o sol com a peneira três vezes depois que Wallim Vasconcellos saiu do futebol. Primeiro com Wrobel, depois com Biscotto e agora com Godinho.

    Bandeira é culpado por nunca dizer nada com nada. Entrevistas vazias, péssima comunicação com a torcida. Bandeira precisa mesmo dar mais as caras. Bandeira tinha o afago da galera no primeiro triênio por ter sido uma alternativa viável, um salvador da pátria. Nesse mandato ele precisa ser o estadista de uma Nação.

    Minhas soluções

    Bem, manter Muricy é mister. Não dá pra trocar de treinador agora no meio da temporada, de novo.

    Aviso Rodrigo Caetano que se a classificação para a Libertadores não for conquistada ele será demitido. Não cumpriu meta nenhuma até agora, não foi campeão de nada, não se classificou pra nada.

    Contrato dois zagueiros, um deles titular absoluto. Também trago um reserva para o Guerrero.

    Mando tirar a faixa de capitão de Wallace, ou melhor, empresto Wallace, e resolvo dois problemas com uma canetada só.

    Exijo dois períodos de treinamentos diários até o início do Brasileiro.

    Mostro para o Muricy o quanto seu discurso das viagens foi prejudicial politicamente e desportivamente.

    Finalmente, me reúno com os jogadores e ordeno que o Brasileiro é obrigação.

    Com essas medidas encerro o ciclo onde o futebol do Flamengo está nas mãos de quem entende de futebol. Pois se é para Rodrigo Caetano, Muricy e demais amiguinhos que mandam no Ninho, errarem e o presidente levar a culpa por omissão, que o presidente que decida e, se errar, que leve a bronca certa para o julgamento.

    Tá na hora de botar a cara e apontar o dedo, tipo aquele dono ríspido de padaria que manda nos subalternos.

    O mundo do futebol é assim, presidente.

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  • #VlogdoPoeta #15 Um minuto de silêncio pelo futebol do Flamengo

    Não me resta falar nada nesse momento! Só torcer por dias melhores no Departamento de Futebol do Flamengo que se mostra equivocado. No vídeo, um minuto de silêncio por ele!

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