Autor: diogo.almeida1979

  • O Flamengo tem bons jogadores, mas o Vasco tem um time

    [et_pb_section admin_label=”section”][et_pb_row admin_label=”row”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_image admin_label=”Imagem” src=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/01/Flamengo-em-foco.jpg” title_text=”Blog Flamengo em Foco” show_in_lightbox=”off” url=”https://fla.mundobola.com/category/flamengo/Mundo Bola-blogs/flamengo-em-foco” url_new_window=”on” use_overlay=”off” animation=”off” sticky=”off” align=”center” force_fullwidth=”off” always_center_on_mobile=”on” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”] [/et_pb_image][et_pb_image admin_label=”análise” src=”https://fla-media.mundobola.com/media/2016/03/Analise.png” show_in_lightbox=”off” url_new_window=”off” use_overlay=”off” animation=”off” sticky=”off” align=”center” force_fullwidth=”off” always_center_on_mobile=”on” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”] [/et_pb_image][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row admin_label=”Linha”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    A semifinal do Carioca protagonizada por Flamengo e Vasco trazia uma série de contrastes extracampo e dentro de campo. No contexto que nos interessa, a comparação óbvia residia no Flamengo de bons jogadores que vem se destacando individualmente, contra um Vasco de folha salarial mais modesta, jogadores medianos, porém de forte coletivo e longo tempo de invencibilidade: 21 jogos.

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    Qual o esquema tático do Flamengo?

    Quando divulgada a escalação, começou a gritaria da torcida nas redes sociais sobre o abandono do 4-4-2 para “voltar” ao 4-3-3. O problema desse grito do povo rubro-negro é que não é justo. O Flamengo nunca jogou no 4-4-2 com Muricy, pois nunca houve um atacante ao lado de Guerrero atuando pela faixa central, já que Cirino sempre atua aberto na direita e às vezes aparece na área por conta de eventuais triangulações, aproveitando o espaço aberto pelo centroavante ao deslocar a marcação.

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    Cirino em Flamengo x Boavista

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    Cirino em Flamengo x Bangu

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    Cirino em Flamengo x Confiança

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    Assim, a escalação de Gabriel aberto na esquerda é para ter um jogador rápido que ajuda na marcação, acompanhando o lateral, enquanto desloca-se Mancuello para o meio, onde rende mais. Podemos até discutir se Gabriel seria o melhor nome, eu mesma acredito que Ederson seria melhor, mas nunca dizer que o esquema foi alterado, por que não foi.

    Apesar das características distintas dos jogadores numa mesma posição e aí sim cabem críticas, o esquema tem sido um 4-2-3-1 ou um torto 4-4-1, no qual os meias abertos ou pontas teriam que fazer a diagonal, conectando o jogo pelos lados com o jogo central, além de aparecer na área para finalizar.

    Assim, a escalação contra o Vasco foi: Paulo Victor – Rodinei, César Martins, Wallace, Jorge – William Arão, Cuéllar – Cirino, Guerrero, Gabriel.

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    Como Jorginho se preparou para o jogo?

    O Vasco se posicionou fechado, deixando a bola com o Flamengo e marcando a saída de bola do adversário, dificultando ainda mais a transição já deficitária. Além disto, posicionou Riascos e Jorge Henrique –alternadamente é claro – para explorar o imenso buraco deixado por Rodinei e Arão na direita. Não à toa as jogadas de maior perigo do Vasco nasceram pela direita, em jogadas de velocidade, com César Martins ficando no mano-a-mano com o adversário.

    “Minha vaidade é ver o Flamengo vencer”

     

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    A frase, que já entrou para a história rubro-negra, foi proferida por um dos mais humildes e carismáticos ídolos do Flamengo: Ronaldo Angelim. E, apesar da simplicidade, abrange uma série de preciosos valores que deveriam nortear qualquer jogador que vestisse o manto rubro-negro.

    Obviamente que jogadas individuais chamam a atenção, aparecer toda hora perto da área chama a atenção e de tanto estar presente perto do gol, uma hora se marca ou dá assistência para um gol. Que jogador não quer aparecer para a torcida e virar ídolo? Chamar a atenção do treinador ou talvez garantir uma renovação de contrato com a diretoria pela sua “eficiência”?

    O problema é que quem joga para si, não joga para o time. Jogar coletivamente por vezes significa “não aparecer”, executar bem a sua função para o companheiro brilhar. E, como um sistema onde cada engrenagem precisa funcionar perfeitamente, um time não pode admitir jogadores que não cumpram com suas funções.

    Arão e Rodinei se encaixam no problema acima exposto. Ambos são queridinhos da torcida, vivem aparecendo no ataque e raramente estão no frame dos gols sofridos. Os treinadores adversários já sabem do espaço que deixam e não se eximem em explorá-lo, mas quem fica na “roubada” são os zagueiros do setor.

    Como 2° volante, Arão tem que alinhar com Cuéllar na saída de bola e não estar posicionado perto de Guerrero – sim, por várias vezes ele esteva até à frente de Mancuello e Cirino-. Essa ausência na saída de bola fazia com que o colombiano trocasse passes com a zaga e não conseguisse penetração central, forçando a saída de bola pelos lados, onde é mais facilmente marcada.

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    Jogada do primeiro gol

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    Jogada do primeiro gol

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    Além disto, não dá para um setor inteiro subir ao mesmo tempo. Arão, Rodinei e Cirino eventualmente poderiam estar no ataque ao mesmo tempo, mas não constantemente. Quando Rodinei subir para a triangulação, Arão precisa ficar para trás e, do mesmo modo quando o volante subir, o lateral tem que segurar, sendo o terceiro vértice do triângulo o meia armador.

    Vejam que a diferença entre o que funciona e o que não funciona é a frequência. O que faz o volante que chega de trás como elemento surpresa funcionar, justamente é o fato de haver uma surpresa, uma raridade, e não uma constante presença.

    Do mesmo jeito que as falhas de Arão são um problema tático grave, os de Rodinei também o são. Do outro lado, Jorge segura na intermediária para não expor o lado esquerdo, já que Cuéllar tem que cobrir uma parte do buraco na direita, assim evita que Juan fique no mano-a-mano o tempo todo. Basta ver como Wallace foi melhor no clássico que o César Martins, sendo por vezes até elogiado pela partida correta, apesar do gol contra no 2° tempo ter prejudicado a avaliação final.

    Um time que não sai da marcação

    Se no contra-ataque basta lançar um dos pontas velozes e esperar que ele resolva sozinho ou com um companheiro, quando há uma construção de ataque o time como um todo precisa se mover. A bola precisa passar com velocidade pelo campo para que o time evolua junto, mantendo a compactação e não ver a primeira linha no campo de defesa e o resto próximo à área adversária.

    Cuéllar por várias vezes estava no círculo central, de posse da bola, vendo dois jogadores do Vasco em sua diagonal, mantendo a marcação a saída de bola e não aos jogadores especificamente. E nem Arão ou Mancuello voltavam com a frequência que deveriam, principalmente o volante fora de posição.

    Interessante notar que Jorginho tinha jogadores próximos aos laterais e mais dois jogadores em diagonal a Cuéllar, assim, se o passe não fosse cortado, haveria dois marcadores em cima de Rodinei ou Jorge. Essa situação forçava a ligação direta da defesa para o ataque, o que acabava resultando em perdas de bola ou então a subidas dos zagueiros até a intermediária no típico “David Luiz mode”.

    As mexidas de Muricy

    Trocar Gabriel por Alan Patrick no intervalo não teve lógica. Ao contrário de Cirino, Gabriel jogava bem e tentava cumprir sua função, era inclusive o jogador que mais se movimentava tentando dar opções de passe. Colocar Alan Patrick que não marca e não é tão incisivo, tão pouco fazia sentido.

    Aliás, ainda no primeiro tempo, logo após o vergonhoso gol de Andrezinho, Muricy inverteu o lado de Cirino e Gabriel para ver se melhorava a marcação na direita e aumentava o volume de jogo. Deu certo, já que nos quinze minutos finais o Flamengo ameaçou mais e criou algumas chances, principalmente em cruzamentos para área.

    O ideal no intervalo era corrigir o posicionamento dos jogadores, dizendo para Arão segurar mais e para Mancuello não ficar tão adiantado, se movimentando mais para armar. Se fosse para tirar alguém, que tirasse Cirino para colocar Ederson, invertendo o lado com Gabriel.

    A mexida de Muricy não alterou o jogo. As jogadas de ataque logo no início do 2° tempo foram no abafa e pelas laterais com cruzamentos de Rodinei e Mancuello. Alan Patrick até melhorou levemente a saída de bola, mas nada criava, inclusive posicionava-se geralmente muito recuado. Após tomar o 2° gol e ver Alan Patrick ser expulso, o Flamengo se perdeu de vez. A entrada de Ederson no lugar de Arão ou a de Vizeu no lugar de Cirino não surtiram efeito, visto que o time já estava preso no jogo do Vasco e muito abatido.

    Lições do vexame

    Após mais um “nó tático” este ano, o que não foi feito apenas de Jorginho, Muricy precisa tomar uma decisão muito séria: insistir em jogar ofensivamente ou voltar ao Muricybol. E, caso insista em ser ofensivo, precisa se debruçar sobre lições de tática, seja em livros ou vídeos de jogos de outros times, para aprender a fazer o que nunca fez em todos os anos de carreira.

    Não sei se ele vai amarrar uma corda ligando Arão e Cuéllar ou ainda colocar uma daquelas plaquinhas de automobilismo indicando sinal verde ou vermelho pra Rodinei aprender quando subir, mas precisa ensinar os dois a jogar coletivamente.

    Outra opção, mais radical, é sacar Arão do time e recuar Mancuello para sua posição de origem, deixando Alan Patrick como armador. Ainda pode adiantar Cuéllar para 2° volante e usar Canteros como 1° volante (tem treinado nessa posição mesmo).

    Na posição mais aberta a esquerda, Muricy precisa definir se quer um atacante – o que acho péssimo – ou se abraça o 4-4-1 de uma vez, usando o esquema que os juniores usaram na Copinha. Ederson joga bem aberto, tem velocidade e já atuou assim no seu período de maior destaque na Europa.

    Serão três semanas só treinando, o mínimo que se espera é que Muricy acerte o time taticamente, transforme o bando de jogadores talentosos e voluntariosos em um time. No Campeonato Brasileiro não haverá Bangus para golear e segurar o treinador no cargo (não sou a favor da demissão a menos que venha o Sampaoli, ainda sem clube) e essa diretoria adora demitir treinador após as rodadas iniciais do Brasileiro.

    Saudações Rubro-Negras

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  • E mais uma vez a história se repete

    Com todos todos os méritos e desméritos, o Vasco está em mais uma final de Campeonato Carioca, após bater o Flamengo na semifinal do famigerado Estadual. Não quero falar do jogo em si e, muito menos, da atual freguesia rubro-negra para o Cruzmaltino. O que aconteceu na Arena Amazônia não tem muito o que se dizer, vitória incontestável do Vasco. Podemos tentar explicar o ANTES. Por que o 2016 do Flamengo está com a cara de 2015?

    O início foi errado. Ainda na campanha eleitoral, Flávio Godinho, que viria a ser confirmado vice de Futebol, deu ao site GloboEsporte.com, a seguinte declaração, após a derrota do Flamengo para o Atlético-PR por 3 a 0, na Arena da Baixada:

    “Assim como o torcedor, a minha reação é a seguinte: tem que passar o rodo. Então eu poderia dizer o seguinte: se você considerar o time titular do Flamengo, não estou nem dizendo o de domingo, porque estava muito desfalcado, mas em relação ao time titular posso te garantir que vamos ter pelo menos seis novos jogadores para o ano que vem”.

    Prometeram uma faxina no elenco. Entretanto, além de não fazer o prometido, ainda renovaram contratos de jogadores que “brincaram” com o Manto Sagrado. As contratações não chegaram a ser ruins. Juan, William Arão, Mancuello, Rodinei e Cuéllar se mostraram-se como gratas surpresas. O problema foi que simplesmente ignoraram nossas maiores deficiências, expressas ao longo do ano passado.

    O Flamengo terminou o Campeonato Brasileiro com 19 derrotas (equivalente a um turno) e, tendo sofrido CINQUENTA E TRÊS GOLS. O sistema defensivo só não foi pior apenas do que os dos rebaixados Avaí e Vasco. Fato este que notabilizava a necessidade de uma enorme mudança, não só de nomes, mas de personalidade. O próprio Flávio Godinho, assumiu isso, na supracitada entrevista:

     

    “Você vê que, pela quantidade de jogos que o time conseguiu virar, é um time apático. E, na maioria das vezes, composto por jogadores coadjuvantes”.

     

    Apesar das mudanças na equipe titular, uma coisa não se alterou: o Flamengo é um time com pouca vontade de vencer e quando tenta alguma coisa, o faz desorganizadamente. Quando sofre um golpe então, baixa a guarda e entrega os pontos. Algo inadmissível para um time que se caracterizou justamente por sobrepujar seus adversários através da RAÇA.

    Muito se falou em jogar o Campeonato Carioca com um time reserva, mas recuaram dias antes do início da competição, cedendo à pressão da emissora detentora dos direitos de transmissão. Se o Fla mantivesse o discurso (jogar o Carioca com reservas) que o presidente fez durante sua campanha eleitoral, a torcida, talvez, nem se importaria com o Estadual.

    A Copa da Primeira Liga, competição que seria prioridade, foi subestimada quando Muricy Ramalho escalou um time alternativo em plena semifinal. Todas as atenções se voltaram ao Carioca que, em nenhum momento, o Flamengo conseguiu convencer. O técnico apresentado às pompas na Gávea mais uma vez errou em um jogo decisivo, e assumiu esse erro quando ainda no intervalo fez a mexida na formação tática da equipe. Nada adiantou. Vasco 2 x 0 Flamengo.

    Como vimos, muitos são os fatores que nos fizeram iniciar 2016 com o mesmo espírito de 2015. E os culpados são diversos. Do Presidente aos jogadores, passando pelo Conselho Diretor, com Godinho à frente do departamento, Rodrigo Caetano e Comissão Técnica.

    O que ficou de bom até aqui foi o show da Nação pelo Brasil. Milhares de torcedores que não pouparam esforços para apoiar o time.

    O ano não está perdido. O Campeonato Brasileiro vem aí e o Flamengo entra novamente com a obrigação de fazer uma campanha que honre suas tradições.

  • Carioca 2016 – Números da campanha Rubro-Negra

     

    Na tarde de hoje (24), o Flamengo foi eliminado do Campeonato Carioca pelo Vasco, pelo 2º ano seguido e nas semifinais, desta vez, diante de mais de 40 mil torcedores, na Arena da Amazônia. Numa edição onde não pudemos jogar no Maracanã e nem no Engenhão, jogamos em diversos estádios, inclusive em outros estados, sempre com grandes públicos, como no Pacaembu, em Juiz de Fora (MG), na própria Arena da Amazônia e no Mané Garrincha. Nesta edição, o Flamengo teve o seguinte desempenho:

     

    16 Jogos

    9 Vitórias

    4 Empates

    3 Derrotas

    29 Gols Marcados

    10 Gols Sofridos

    JOGOS

    27 atletas entraram em campo pelo Flamengo nesse estadual. 17 deles foram novidades, em relação ao ano anterior. Paulo Victor, Willian Arão e Marcelo Cirino foram os que mais atuaram, com 15 partidas cada. Outro detalhe é referente a atletas formados na base (destacados em vermelho): assim como em 2015, 9 atletas foram formados no próprio Flamengo, sendo 4 deles campeões da Copinha 2016.

     

    Jogos

    ARTILHARIA

    12 atletas marcaram os 29 gols do Flamengo nesse Campeonato Carioca 2016. Marcelo Cirino, assim como 2015, foi o artilheiro do Mengão no estadual, dessa vez com 7 gols. Thiago Santos tem a melhor média de gol (1 gol em 2 jogos).

    Gols

     

    ASSISTÊNCIAS E CARTÕES

     “Garçom”: Mancuello, com 4 assistências.

    + Amarelos: Paolo Guerrero, com 5 Cartões

    Expulsões: Alan Patrick, Cuéllar e Wallace, 1 Vermelho cada

    AssCart

    DETALHES – GOLS MARCADOS E SOFRIDOS

    GolsMeS

    TORCIDA

    Sem o Maracanã, tivemos uma queda significativa na média e totalidade de públicos pagante e presente. Em 2015, tivemos mais de 200 mil presentes e pagantes e média superior a 20 mil por partida. Neste ano, nem chegamos a ultrapassar os 100 mil e obtivemos médias de pouco mais de 10 mil espectadores por partida, nos jogos como mandante.

    Torcida

    COMPARAÇÃO – 2015 e 2016

    Comparacao

     

     


    Adriano Skrzypa escreve no Blog Flamengo em Números, da Plataforma Mundo Bola Blogs. Twitter: @FlamengoNumeros
  • Após eliminação, Muricy lamenta as oportunidades perdidas pelo Flamengo

    [et_pb_section admin_label=”section”][et_pb_row admin_label=”row”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

    O Flamengo perdeu para o Vasco neste domingo por 2×0 e está eliminado do Campeonato Carioca. Apesar da Nação ter feito a sua parte (mais de 44 mil torcedores presentes), o Mais Querido não conseguiu aproveitar as chances de gol e acabou vendo o rival ser mais eficiente, mesmo com um elenco muito mais limitado e um investimento menor. Após a partida, o técnico Muricy Ramalho tentou explicar o que aconteceu nesta tarde que marcou o nono jogo do Fla sem vitória sobre o Vasco – a última foi no dia 22 de março de 2015, por 2×1.

    O treinador rubro-negro elogiou a equipe cruz-maltina, destacou que o Mengão conseguiu criar, mas que isso não foi o suficiente para marcar: ” A diferença foi que as chances que tivemos não fizemos, e o Vasco aproveitou. O segundo tempo também começou com a gente bem. Depois do segundo gol, a superioridade do Vasco foi incontestável. Nós criamos oportunidades, e o Vasco, claro, foi muito melhor depois dos 2 a 0″. Além disso, falou sobre a eficiência do ataque pelo lado direito do Flamengo, mas novamente frisou que a equipe não conseguiu aproveitar as chances de gol: ” Mostramos força pelos lados, principalmente o direito. Mas a bola passou demais na área sem a conclusão. Essa foi a diferença. É você quem faz o jogo, e o Vasco fez.”

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    Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

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    ” A diferença foi que as chances que tivemos não fizemos, e o Vasco aproveitou. O segundo tempo também começou com a gente bem. Depois do segundo gol, a superioridade do Vasco foi incontestável. Nós criamos oportunidades, e o Vasco, claro, foi muito melhor depois dos 2 a 0″

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    Ao ser perguntado sobre o Brasileirão e a necessidade de mais jogadores no elenco, Muricy enalteceu a dificuldade da competição e assumiu que a zaga do Fla, setor mais criticado do time, precisa de reforços: “O nível é muito mais alto e temos que melhorar muito. Vamos fazer uma análise e ver o que precisamos. Nosso setor de defesa tem pouca gente e está difícil encontrar, mas nos outros setores estamos bem servidos.”

    Sobre as duas eliminações em menos de dois meses ( Campeonato Carioca e Primeira Liga para Vasco e Atlético-PR, respectivamente), o técnico deixou de lado o imediatismo, afirmou que confia no trabalho e lamentou a ausência do Maracanã: ” A gente não fica feliz, mas é um novo trabalho, um novo time. Demora um pouco a encaixar. O trabalho está sendo bem feito. Nossa insatisfação é não termos o Maracanã até quase o fim do ano. Essa é a diferença.”

    O Flamengo estreia no Campeonato Brasileiro contra o Sport, provavelmente em Volta Redonda. A data ainda não foi definida, mas é certeza que o elenco terá muito tempo para trabalhar e corrigir os erros. Na Copa do Brasil, o Mais Querido enfrenta o vencedor de Imperatriz-MA x Fortaleza, que decidem a vaga na próxima quarta-feira.

    [/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][/et_pb_section]

  • Atuações: César Martins sai torto do jogo e Wallace faz contra; Mancuello apagado

    Pela semifinal do Campeonato Carioca, o Flamengo entrou em campo contra o Vasco na Arena Amazônia e perdeu por 2×0. Vejam as notas dos jogadores.

    novaquebraatuações

    Paulo Victor: Não teve culpa no primeiro gol, mas junto a Wallace falhou de forma bizarra no segundo. Segue fazendo uso do chutão e pouco tenta trabalhar com a saída por baixo tão treinada. NOTA 5

    Rodinei: Um leão no ataque. Muito fraco na defesa. Deixou espaços no setor defensivo que comprometeram o time. No lance do primeiro gol não voltou e deixou César Martins em situação complicada. NOTA 5

    César Martins: Começou muito nervoso, mas até que não foi tão ruim. Após sofrer com a falta de apoio da dupla que complementa seu lado da defesa, se adiantou mais e fez cortes importantes. De qualquer forma, no conjunto da obra não foi tão bem quanto já foi em outras partidas. NOTA 5

    Wallace: Começou impondo respeito no seu lado e até esteve seguro durante boa parte do jogo, mas no segundo tempo cometeu falha bisonha e fez gol contra. Sua disposição não foi párea para o ímpeto do adversário. NOTA 5,5

    Jorge: Teve uma parcela de culpa nos dois gols vascaínos. No primeiro, não dividiu com Andrezinho com a firmeza necessária. No segundo, deixou Riascos sozinho na área pra dominar e finalizar. NOTA 4

    Cuéllar: Brigou o jogo inteiro, mas cometeu faltas bobas, numa delas Rodrigo acertou um forte chute de longe. Ainda precisa tentar contribuir mais no ataque, já que demonstra que tem capacidade para isso. NOTA 5,5

    William Arão: Mais uma vez aparecendo no ataque e deixando espaços na defesa. O volante às vezes parece se comportar como um peladeiro se mandando para o campo ofensivo e esquecendo suas atribuições defensivas. NOTA 4,5

    Mancuello: Sumido no jogo. Mal tocou na bola no primeiro tempo e isso não mudou muito no segundo, piorando com a expulsão de um jogador do Flamengo. Péssimo nas bolas paradas, só chegou com perigo em uma oportunidade num chute rasteiro defendido por Martín Silva. NOTA 4,5

    Gabriel: Entrou com a sua disposição característica e teve movimentação acima do time inteiro. Talvez fosse melhor não ter começado a partida, mas observando a forma como a equipe inteira se apresentou, fez jus à sua escalação. NOTA 5

    Marcelo Cirino: O lado direito do Flamengo foi bem marcado no primeiro tempo e o camisa 7 não produziu. O panorama não foi muito diferente na etapa final. NOTA 4,5

    Guerrero: A bola chegou quadrada na maioria das oportunidades, mas o camisa 9 ficou devendo mais uma vez em um clássico. Exigiu defesa importante do goleiro adversário num chute de fora da área e foi só isso. Fez bom papel de pivô em alguns lances, porém nenhum aproveitado. NOTA 5,5

    Alan Patrick: Mudou a maneira do time jogar nos primeiros 15 minutos do segundo tempo, mas foi infantil ao dar uma tesoura por trás no adversário. NOTA 4

    Ederson: Como nos últimos jogos, entrou no decorrer do segundo tempo e nada mudou na partida. NOTA 5

    Vizeu: Mal tocou na bola. SEM NOTA.

  • Flamengo não joga bem e é eliminado no Carioca

    Após a vitória e classificação contra o Confiança na última quarta-feira, o Flamengo entrou em campo neste domingo (24), na Arena da Amazônia, para enfrentar o Vasco, confronto válido pela semifinal do Campeonato Carioca. Entretanto, não foi isso que se viu em campo e o Mais Querido saiu derrotado de Manaus.

    O Flamengo entrou em campo com uma responsabilidade grande nas costas: vencer seu maior rival para se classificar no Carioca. Sem poder empatar graças a vantagem do Vasco, o Mais Querido tinha que sair com o resultado positivo. Para isso, Muricy Ramalho mudou o que havia dito na última partida e escalou o time no 4-3-3, colocando Gabriel no ataque. Sem Juan, suspenso, o treinador optou por César Martins ao lado de Wallace.

    PRIMEIRO TEMPO

    No primeiro tempo, o Flamengo tentou começar a partida atento e indo direto para o ataque. Logo aos quatro minutos houve uma falta mais dura do Vasco no campo do Flamengo, o que gerou um princípio de confusão em que Wallace e Nenê levaram cartões amarelos.

    Após os minutos iniciais, o Vasco começou a se achar em campo enquanto o Flamengo tinha muita dificuldade para criar jogadas e finalizar as poucas chances que teve.  Apesar de achar espaços no ataque, o Mais Querido deixava muitos espaços na defesa e o adversário se aproveitou deles, chegando cada vez mais perto do gol de Paulo Victor.

    Aos 22 minutos, o Vasco fez jogada pela lateral, Riascos passou com enorme facilidade por César Martins, a bola sobrou sozinha na área, Nenê finalizou, Wallace tirou em cima da linha e, na confusão, conseguiu mandar para longe. Porém, o chute caiu nos pés de Andrezinho que, sem marcação, abriu o placar para o adversário.

    Enquanto o Vasco se acomodava com o resultado, o Flamengo controlava mais a bola e tentava mudar a estratégia, mas o time teve muita dificuldade para criar chances e, quando criava, errava todas as finalizações. Com isso, o primeiro tempo terminou com 1×0 para o adversário no placar.

    SEGUNDO TEMPO

    Para a segunda etapa, Muricy Ramalho desistiu do 4-3-3 e voltou com o 4-4-2, tirando Gabriel para colocar Alan Patrick. O Flamengo começou bem e achou diversos espaços no campo adversário nos primeiros dez minutos, entretanto, o maior problema rubro-negro foram as finalizações, que foram muito erradas.

    O time até tentou empatar o placar, porém, aos 12 minutos, o Vasco chegou na área, Riascos fez a finalização sozinho, Paulo Victor defendeu e mandou a bola em Wallace, que estava muito mal posicionado e bateu na bola, empurrando para dentro e fazendo 2×0 para o adversário.

    Sem reação, o Flamengo não soube o que fazer e viu o Vasco administrar totalmente o resto da partida. O Mais Querido até tentou finalizar, mas nada deu certo. Para piorar a situação, aos 35 minutos Alan Patrick fez falta dura por trás e foi expulso.

    PRÓXIMO JOGO

    Eliminado do Campeonato Carioca, o Flamengo só entra em campo no dia 14/05, quando estreia no Campeonato Brasileiro contra o Sport. A partida ainda não tem local nem horário definido.

    FICHA TÉCNICA
    Vasco 2×0 Flamengo
    Data: 24/04/2016
    Local: Arena da Amazônia, Manaus (AM)
    Horário: 16h
    Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro
    Assistentes: Wagner de Almeida Santos e Daniel do Espírito Santo Parro
    Cartões amarelos: Rodinei, Wallace, César Martins e Cuéllar (FLA); Luan, Julio Cesar, Julio dos Santos e Nenê (VAS)
    Cartões vermelhos: Alan Patrick (FLA)

    FLAMENGO: Paulo Victor; Rodinei, Wallace, César Martins e Jorge; Cuéllar, Willian Arão (Ederson) e Mancuello; Marcelo Cirino (Felipe Vizeu), Guerrero e Gabriel (Alan Patrick). Técnico: Muricy Ramalho

    VASCO: Martin Silva, Madson, Luan e Rodrigo, Júlio César (Rafael Vaz); Diguinho (Yago Pikachu), Júlio dos Santos, Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique e Riasco (Eder Luis). Técnico: Jorginho

  • Flamengo e Vasco duelam em Manaus por uma vaga na final

    Com a classificação garantida para a próxima fase da Copa do Brasil, após golear o Confiança no meio de semana, o Flamengo volta a campo neste domingo para tentar garantir seu lugar na final do Carioca 2016. O adversário é o Vasco, equipe com a qual o Flamengo sofre um tabu recente de 8 partidas sem vencer, histórico esse que tentará mudar amanhã (24) na partida válida pela semifinal do estadual.

    Por ter sido campeão da Taça Guanabara, o Vasco joga pelo direito de empate na partida, o que significa que para o Flamengo é vencer ou vencer. A boa notícia é que não há necessidade de vitória por um placar amplo: qualquer vitória simples no confronto dá a vaga na final ao vencedor da partida.

    A semifinal entre Vasco e Flamengo será disputada na Arena da Amazônia. O clássico terá início às 16h e a transmissão será feita pela Globo, Band, Premiere e Tempo Real no @Mundo Bola_CRF.

     

    O adversário

    A exemplo da primeira fase da competição, quando terminou líder do grupo A com 20 pontos, o Vasco também terminou em primeiro lugar na Taça Guanabara. Com 17 pontos somados nas 7 partidas disputadas, a equipe cruzmaltina foi campeão da Taça Guanabara, ao vencer o Fluminense, vice-líder na tabela, na última rodada da segunda fase do carioca.

    Pelo desempenho na competição até aqui, o Vasco joga pelo empate na semifinal. Além da vantagem do placar, a equipe de São Januário tem a seu favor o desempenho recente na história do clássico dos milhões: não sabe o que é perder para o Flamengo nas últimas 8 partidas disputadas pelas equipes.

     

    Vantagem rubro-negra em partidas decisivas

    Se o histórico recente favorece ao Vasco, a história é diferente quando se observam os números das partidas válidas por semifinais de turno ou decisão do campeonato estadual. Em 8 confrontos de semifinal entre as equipes, o Flamengo levou a melhor em 5 delas e chegou a final da competição.

    Além disso, o Flamengo não sabe o que é perder para o Vasco há quase 28 anos. A última vez que o cruzmaltino levou a melhor sobre o rubro-negro em decisão foi no Campeonato Carioca de 1988. Desde então, em todas as oportunidades que disputaram um título, o Flamengo saiu vitorioso do confronto.

     

    Apoio da torcida em Manaus

    No que depender do apoio dos torcedores de Manaus, onde a partida deste domingo (24) será realizada, o Flamengo pode ficar despreocupado. Um grande grupo de torcedores recepcionou a equipe no aeroporto local e fez festa com a presença do time rubro-negro na cidade.

    O fato se repetiu durante o treinamento do Flamengo na tarde deste sábado (23) na Arena da Amazônia, palco da partida. Embora a polícia militar tenha proibido inicialmente a presença de torcedores durante o período de treinamento, o presidente rubro-negro, Eduardo Bandeira de Mello, negociou com os responsáveis pela segurança local e liberou a presença de torcedores nas arquibancadas do estádio. Os presentes na Arena apoiaram a equipe e cantaram o tempo todo, demonstrando que o 12º jogador é presença garantida na semifinal deste domingo (24).

    Garantia de casa cheia

    Se os torcedores compareceram no aeroporto e no treino deste sábado (23), não será diferente na hora decisiva. Todos os 44 mil ingressos colocados previamente a venda estão esgotados. No final da tarde, a empresa responsável pela organização da partida na Arena da Amazônia informou que 3.600 ingressos serão colocados a venda, por conta de vendas por cartão de crédito que não foram concretizadas inicialmente.

    Jorge – 50 partidas como profissional

    O jogo deste domingo (24) terá um gostinho ainda mais especial para o lateral Jorge. Isso porque o camisa 6 rubro-negro atingirá a marca de 50 jogos como profissional do Flamengo e entrará, assim, para o Top 10 dos jogadores mais jovens que atingiram essa mesma marca com a camisa rubro-negra. Ao lado do lateral estão jogadores como Athirson, Renato Augusto e o atual companheiro de time, Juan.

     

    FICHA TÉCNICA

    Vasco x Flamengo

    Data: 24/04/2016

    Local: Arena da Amazônia

    Hora: 16h

    Flamengo (provável escalação): Paulo Victor; Rodinei, Wallace, César Martins e Jorge; Cuéllar, Willian Arão, Mancuello e Allan Patrick; Marcelo Cirino e Guerrero. Técnico: Muricy Ramalho

    Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro

    Assistentes: Wagner de Almeida Santos e Daniel do Espírito Santo Parro

    Transmissão: Globo (RJ, ES, DF, BA, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO), Band (RJ, MG, ES, DF, PE, BA, AL, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO), Premiere e Tempo Real no @Mundo Bola_CRF

  • Classificado! Flamengo bate Rio Claro e encerra a série

    Fla sofre no início, vira de maneira arrasadora e garante a vaga na semifinal do NBB 8

    Buscando a vitória que falta para garantir a vaga na semifinal do NBB 8, o FlaBasquete recebeu o Rio Claro pelo jogo 3 das quartas de final. Para essa partida José Neto mandou a quadra o seguinte quinteto: Rafa Luz, Marquinhos, Jason Robinson, Olivinha e Jerome Meyinsse. Já Dedé Barbosa, técnico de Rio Claro, mandou o seguinte time para a quadra: Tatu, Dedé, Gui Deodato, Teichmann e Daniel Alemão.

    A partida começou disputada e os paulistas logo abriram 4 a 0 em dois contra-ataques rápidos, o rubro-negro até chegou a empatar, mas novamente permitiu que a equipe visitante abrisse quatro pontos de vantagem, 8 a 4 na metade do período. Cometendo um número acima do normal de erros no ataque, o FlaBasquete viu a equipe paulista abrir 14 a 9, faltando um minuto para o término do quarto, e essa vantagem se manteve até o fim do período, Rio Claro 16 a 11. Os destaques do quarto foram Teichmann (RCA) com 6 pontos e Meyinsse (FLA) com 3 rebotes.

    Defendendo bem, Rio Claro começou o segundo período muito bem e com uma corrida de 6 a 2, abriu 22 a 13 e forçou o primeiro tempo de José Neto no jogo. Após o tempo, Marcelinho e JP Batista imprimiram uma corrida de 5 a 0 para o Mais Querido e forçaram o primeiro tempo de Dedé Barbosa, 22 a 18. Após o tempo, o rubro-negro continuou no seu melhor momento na partida, principalmente defensivo, e com uma corrida de 12 a 2 (17 a 2 no total), virou o placar, 30 a 24, forçando mais um tempo de Dedé.

    Após o tempo, o Mengão seguiu melhor na partida e foi abrindo cada vez mais sobre um atônito Rio Claro, 37 a 24. A equipe paulista até tentou reagir mas o Mengo teve sangue frio e foi para o intervalo ganhando por 40 a 30 (Fla 29 a 14 no período). Os destaques do quarto foram Ronald Ramon e JP Batista (FLA) ambos com 8 pontos, JP Batista (FLA) com 7 rebotes e Daniel Alemão (RCA) com 3 rebotes.

    No terceiro quarto, com três jogadas para três pontos, o Orgulho da Nação abriu os trabalhos colocando a maior vantagem na partida, 49 a 34. A equipe paulista até chegou a esboçar uma reação, trazendo a diferença para nove pontos, mas o rubro-negro logo recolocou a diferença em dois dígitos, 61 a 47. Sem dar chance ao adversário, os comandados de José Neto chegaram a colocar dezenove pontos de vantagem e foram para o período final ganhando por 74 a 57 (Fla 34 a 27 no período). Os destaques do quarto foram Marcelinho (FLA) com 11 pontos, Marquinhos (FLA) com 10 pontos, 3 assistências e 3 rebotes, Ronald Ramon (FLA) com 8 pontos e 4 assistências e Teichmann (RCA) com 8 pontos.

    No quarto decisivo, as duas equipes começaram errando bastante, mas logo passaram a trocar cestas, o que manteve um placar confortável para o Mais Querido na metade do quarto, 67 a 52. Com Marcelinho inspirado nas bolas de três, o Mais Querido abriu novamente dezessete pontos, viu Rio Claro anotar sete pontos seguidos mas nada que estragasse a festa da Nação e dos jogadores no Tijuca TC. Flamengo classificado. Flamengo 93 x 82 Rio Claro.

    O próximo compromisso do Orgulho da Nação é contra Basquete Cearense ou Mogi das Cruzes, em duelo sem data e horário definidos.

    Destaques do Flamengo:

    Pontos: Marcelinho com 22 pontos

    Assistências: Ronald Ramon com 6 assistências

    Rebotes: JP Batista com 12 rebotes

  • Podendo fechar a série, Flamengo encara Rio Claro

    O Flamengo pode definir a série das quartas de final já neste sábado (23). Caso vença o Rio Claro, o Orgulho da Nação já encerra os confrontos, já que venceu as outras duas partidas. A bola sobe às 14h10 (horário de Brasília), no Tijuca Tênis Clube. O jogo tem transmissão ao vivo da RedeTV! e tempo real do Mundo Bola direto do ginásio. Em caso de derrota rubro-negra, os times voltam para a casa dos rio-clarenses para continuar a disputa.

    Caso consiga se classificar, o FlaBasquete manterá a escrita de ser o único time na história do NBB a participar de todas as semifinais. O Fla perdeu apenas dois dos 15 jogos que disputou dentro de casa e utilizará a força da torcida para levar mais essa vitória.

    Do outro lado, o Rio Claro vai para o tudo ou nada na tentativa de tirar o atual tricampeão da competição. Após vencer Franca na fase anterior, o time do interior paulista ainda não conseguiu parar o ritmo do Rubro-Negro carioca e acabou saindo derrotado nos últimos confrontos.

    Caso vença, Rio Claro forçará a realização do quarto jogo em seus domínios. O duelo acontecerá na próxima terça-feira (26), às 20h, no Ginásio Felipe Karam. Com o fator casa, a equipe paulista foi forte contra Franca e acabou decidindo o confronto com três vitórias na série anterior.

    Flamengo x Rio Claro
    Data: 23/04/2016
    Local: Tijuca Tênis Clube
    Horário: 14h (horário de Brasília)
    Transmissão: RedeTV! e tempo real no twitter do Mundo Bola
  • BASTIDORES – Flamengo 3 x 0 Confiança – Copa do Brasil (20/04/16)

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    Tudo que rolou no vestiário do Mengão na vitória pela Copa do Brasil.
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