Autor: diogo.almeida1979

  • O Flamengo pulsa

    Chego terça-feira em Curitiba a trabalho. No quarto do hotel, rodo os canais na esperança de que algum deles venha a transmitir o jogo do Flamengo. Descubro que não. Penso comigo mesmo: vou ter que assistir a Flamengo e Bangu pelo celular mesmo, não vai ter jeito.

    De maneira despretensiosa, na manhã da quarta-feira, lanço a pergunta no Twitter, mais para interagir do que esperando qualquer resposta: “Alguém conhece um bar que passe o jogo do Mengão em Curitiba?” Lancei e fui tomar banho. Ao voltar do banho, muitas respostas à minha pergunta, mas todas com o mesmo endereço: FlaChurrasco.

    A FlaChurrasco é um grupo de amigos que decidiu viver nossa paixão, o Flamengo, da maneira que as paixões devem ser vividas: intensa e incondicionalmente. Se tem jogo do Flamengo, eles se encontram. Não importa se o jogo é amistoso ou Libertadores. Eles estarão lá. Obviamente, o bar fica mais cheio quando trata-se de jogos importantes ou de clássicos. Mas para o integrante-raiz, o que não perde um jogo, a pergunta a ser feita é: que jogo não é importante se o Flamengo está em campo?

    O local é um bar perto do Jardim Botânico em Curitiba, completamente decorado com faixas, camisas e as cores do mais querido. Mas o mais legal é o propósito: Os integrantes fazem questão de estar perto do Flamengo, mesmo que os quilômetros separem essa turma de estar presente nos estádios.

    A FlaChurrasco não é só churrasco, cerveja e Flamengo. Inúmeras são as ações sociais que o grupo realiza, unindo a paixão e a caridade. Pra quem chega ao bar da FlaChurrasco, fica fácil enxergar o lado humano do negócio. Afinal, qual bar coloca, logo na entrada, um espaço para que os rubro-negros depositem alimentos, casacos e outros itens a serem doados? É o algo a mais que faz diferença.

    O jogo era contra o Bangu, pelo falido estadual, mas eu juro: parecia final de campeonato. O gol demorou a sair e os integrantes da FlaChurrasco se preocupavam, apelavam para superstições, xingavam jogadas erradas. Sai o gol. Abraços, gritos, comemorações. Músicas do clube são cantadas a plenos pulmões, com todos em pé. Sai o segundo gol, lá vem nosso hino. Sai o terceiro gol e a festa é completa. Acaba o jogo, como em oração, mais uma vez o nosso hino é entoado. Como uma missão cumprida.

    Hoje acordei um pouco mais rubro-negro, se isso é possível. Sempre ouvimos que somos uma Nação, que estamos em toda parte. Viver isso é diferente. Faz pensar. Esses caras da FlaChurrasco dariam o mundo para ter o Flamengo jogando ao lado de casa. Como não podem, eles trazem o Flamengo para perto de seus corações. Terão meu eterno respeito e admiração. Que possamos, todos, nos mirar nesse exemplo de entrega incondicional e carregar o nosso time para as glórias que desejamos. Afinal, se o nosso time é a gente em campo, eu garanto: a FlaChurrasco pode vestir a 10 do nosso Manto Sagrado.

    Felipe Foureaux escreve todas as quintas-feiras. Siga-o no Twitter: @FoureauxFla

     


    Este texto faz parte da plataforma de opinião Mundo Bola Blogs, portanto o conteúdo acima é de responsabilidade expressa de seu autor, assim como o uso de fontes e imagens de terceiros. O Mundo Bola respeita todas as opiniões contrárias. Nossa ideia é sempre promover o fórum sadio de ideias. Email: contato@fla.mundobola.com.

    Vire Apoiador do Mundo Bola: entenda melhor clicando nesse nesse link: bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Outra forma de ajudar este projeto:
    – Nosso site faz parte do plano de afiliados do Nação, o programa de sócio-torcedor do Flamengo. Se você clicar em bit.ly/STdoMundo Bola e aderir ao programa, ou até mesmo renovar seu atual plano, o Mundo Bola ganha 50% da sua primeira mensalidade.

  • Fla é primeiro a garantir vantagem de empate na semi do Carioca

    Com a vitória por 3×0 contra o Bangu, o Flamengo carimbou a vaga para a semifinal do Campeonato Carioca e também garantiu a vantagem do empate no confronto — concedida pelo regulamento aos dois times com melhores campanhas na soma das fases classificatórias da Taça Guanabara e da Taça Rio. Como campeão da Taça Guanabara, o Fluminense já tinha garantido sua vaga na semifinal, mas ainda não tem a vantagem do empate, embora atualmente tenha a segunda melhor campanha. O Flamengo ainda pode perder a melhor campanha pro Fluminense, mas o regulamento não diferencia entre os dois melhores colocados — na final, não há vantagem do empate.

    O restante da Taça Rio, que inclui ainda dois clássicos nas próximas três rodadas, passou a não ter nenhum valor em termos de campeonato para o Flamengo. O time pode perder os três jogos e manterá a vantagem, como pode ganhar a Taça Rio e não obterá nenhuma vantagem adicional — ainda corre o risco de ter jogadores suspensos por cartões amarelos na semifinal e final do turno e perderem os jogos decisivos do Carioca.

    A Taça Rio só vale, além do troféu, uma premiação extra de 1 milhão, além da possibilidade do Flamengo manter a sua invencibilidade no Campeonato Carioca. O Flamengo ainda tem, também, a possibilidade de eliminar um rival da disputa do título caso Vasco ou Botafogo não fiquem entre as quatro melhores campanhas. Nesse caso, precisarão ganhar a Taça Rio para ir às semifinais.

    Veja a atual classificação geral do Campeonato Carioca:

    1- Flamengo – 24
    2- Fluminense – 18
    3- Vasco – 14
    4- Nova Iguaçu – 13
    5- Botafogo -11
    6- Madureira -11
    7- Volta Redonda – 9
    8- Boavista – 8
    9- Portuguesa – 6
    10- Bangu – 6
    11 – Resende – 5
    12 – Macaé – 1

     
     
    O que você pensa sobre isso?


    Vire Apoiador do Mundo Bola: entenda melhor clicando nesse nesse link: bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Outras formas de ajudar este projeto:
    – Nosso site faz parte do plano de afiliados do Nação, o programa de sócio-torcedor do Flamengo. Se você clicar em bit.ly/STdoMundo Bola e aderir ao programa, ou até mesmo renovar seu atual plano, o Mundo Bola ganha 50% da sua primeira mensalidade.


  • O Stadium Olímpico que o Flamengo não conseguiu construir na Urca

    Os Estados Unidos do Brasil vão completar cem anos.

    O Centenário da Independência precisa ser abrilhantado por uma série de festejos e eventos de grande porte, ratificando a grande expressão e força da jovem nação e de sua numerosa gente. Nesse escopo, haverá a monumental Exposição Internacional do Centenário (com a participação de vários países, que exibirão aspectos diversificados de sua cultura, indústria e comércio), dentre uma miríade de solenidades, desfiles militares, visitas de Chefes de Estado. E, no campo esportivo, a ideia é ambiciosa. Realizar, na Capital Federal, os Jogos Olímpicos do Centenário.

    O detalhamento do projeto se dá durante as Olimpíadas de 1920, na Antuérpia-BEL. O COI abraça com entusiasmo a iniciativa de se promover mais um evento de celebração do esporte e do congraçamento entre os povos, ainda mais em uma data de importância tão cara ao Brasil. No entanto, entende-se que, pela magnitude da estrutura necessária para a realização de um acontecimento desse porte, o escopo deverá ser restrito ao âmbito continental. Serão Jogos Latino-Americanos e terão caráter extraoficial, amistoso.

    Assim, lançam-se as bases para a realização dos Jogos Atléticos Latino-Americanos de 1922, no Rio de Janeiro, envolvendo todas as modalidades olímpicas.

    Entre os inúmeros requisitos para que leve adiante a coisa, há o principal deles. O local. A Praça de Esportes.

    O Stadium.

    A cidade dispõe de apenas um equipamento desse porte, o Stadium das Laranjeiras, recentemente inaugurado (1919), com capacidade para 18 mil espectadores. No entanto, a sede do Fluminense não dispõe de estrutura suficiente para abrigar todas as modalidades que serão disputadas no evento. Ademais, parece pequeno diante da demanda referente à dimensão dos Jogos (basta constatar os registros de superlotação em jogos de futebol de maior apelo, notadamente os clássicos locais e partidas da Seleção Brasileira). Dessa forma, urge a construção de um local maior e mais adequado às necessidades dos Jogos.

    É a oportunidade que o Flamengo esperava.

    O Flamengo busca, há algum tempo, sanar de forma definitiva a questão envolvendo um local próprio para sediar suas partidas. Com efeito, é o único clube da Primeira Divisão que não dispõe de um campo de sua propriedade. É bem verdade que utiliza, desde 1915, o campo da Rua Paysandu, mas o terreno não é seu, o contrato de uso é temporário e o clube não parece reunir condições para adquirir, junto aos Guinle, o caríssimo terreno localizado em uma área nobre da cidade. Internamente, sabe-se que, ao final do contrato de utilização, dificilmente o rubro-negro permanecerá no local.

    Ademais, a ideia flamenga é unificar todas as suas sedes, seus braços náuticos e terrestres, em um só teatro. Um local onde se possa praticar todo o vasto arco de modalidades esportivas colocados pelo clube à disposição dos seus associados. Uma praça ampla, à altura da grandeza do clube.
    Um Stadium de Terra e Mar.

    O início dos preparativos para os Jogos Latino-Americanos se dá em um momento em que o Flamengo pleiteia, junto ao Governo Federal, a cessão de um terreno na Praia Vermelha, área julgada adequada para erguer o Stadium nos moldes desejados pelo clube. Uma outra alternativa é o derredor da Lagoa Rodrigo de Freitas, mas a região é considerada distante e demandaria custos excessivos para o transporte de embarcações para as regatas na Baía de Guanabara.

    A demanda do Flamengo converge de forma perfeita com a necessidade de construção do Stadium dos Jogos. Conversas são intensificadas, reuniões com o próprio Presidente da República são levadas adiante e, após algumas articulações, o Flamengo consegue que o Congresso Nacional autorize o Poder Executivo a ceder-lhe o tão cobiçado terreno na Praia Vermelha.

    O projeto do Stadium já está pronto. E é estonteante. Um dirigente flamengo refere-se ao Stadium como “a maior, mais ampla, mais completa e mais moderna arena esportiva do mundo”. Exageros à parte, trata-se de uma obra realmente monumental. Seu colossal projeto inclui, além do campo de futebol, um pavilhão para montagem e guarda de barcos de remos, velas e motor, uma piscina de dimensões olímpicas para a prática de natação e water-polo, uma quadra para basquete, uma quadra para vôlei, seis quadras de tênis, um campo de golfe, um rink de patinação, uma quadra de pelota basca, pista de atletismo com área para competições de saltos e lançamentos, stand de tiro e campo de equitação e hipismo, entre outras instalações, além de um restaurante panorâmico, um restaurante subterrâneo, um terraço e um belíssimo mirante. Inspirado no Stadium multiuso da Antuérpia, será totalmente construído em madeira de lei.

    Ademais, o Flamengo parece o ator adequado para liderar esse processo. Com 25 anos de existência, é o clube que mais cresce no Rio de Janeiro, já reúne em carteira o total de 3.000 sócios, recebendo mensalmente cerca de 100 novos pedidos de adesão, em média. É o atual Campeão de Terra (Campeão Carioca de Futebol e Atletismo) e Mar (Campeão Carioca de Remo), além de ser a instituição esportiva da Capital que oferece o maior número de modalidades esportivas, sempre competindo em alto nível e padrão de excelência.

    Tudo parece caminhar bem. Em maio de 1921, é celebrado o Termo de Cessão por Aforamento de uma área na região da Praia Vermelha, entre a Urca e a Praia da Saudade, um terreno que fora utilizado para abrigar, em 1908, uma exposição alusiva à abertura dos portos e, desmontados os pavilhões provisórios, encontra-se abandonado, sem uso. Um vasto matagal baldio a beira-mar, próximo à sede do recém-criado Fluminense Yacht Club (sede náutica do Fluminense FC). Segundo o termo, o Flamengo assume o direito de tomar posse do terreno, desde que construa as instalações que entender necessárias para a realização dos Jogos Atléticos Latino-Americanos, a serem realizados em setembro de 1922.

    A solenidade de posse do terreno é suntuosa. O CR Flamengo monta uma flotilha de 14 embarcações, que saem de sua garagem, na Praia do Flamengo e, comandadas por seu Presidente Faustino Esposel, navegam pela Baía de Guanabara em direção à Urca. Ao longo do trajeto, alguns barcos pertencentes a outros clubes vão se somando ao cortejo, numa demonstração de apoio e solidariedade. Após desembarcar, vários associados, dirigentes flamengos, convidados (como o Presidente da LMDT, a Federação Carioca de Esportes Terrestres, como o futebol), torcedores e curiosos em geral compõem uma multidão, que acompanha, sob o hino do clube, o desfraldamento do pavilhão rubro-negro no mastro especialmente instalado para a ocasião. Ao final da solenidade, que ainda conta com um concorrido coquetel, a flotilha retorna à sede, por mar, e os presentes em terra formam um ruidoso corso, que percorre as ruas da Capital, exalando seu orgulho flamengo.

    No entanto, uma questão pragmática ainda precisa ser dirimida. O financiamento da obra. Embora goze de invejável saúde econômica, com dinheiro em caixa e as contas em dia, o Flamengo reconhece não ser capaz de alavancar, por si, os recursos suficientes para uma construção de tamanho porte. Será necessário o auxílio de um investidor. O caminho natural é recorrer aos cofres públicos, na forma de um empréstimo que se dará à guisa de um incentivo governamental capaz de viabilizar a realização dos Jogos. Afinal, se é o Governo Federal o idealizador da coisa, que o Governo forneça subsídios para que aconteça.

    Aí começam os problemas. Após inúmeras e exaustivas idas e vindas, enfim o Flamengo consegue arrancar da Comissão de Finanças da Câmara um parecer positivo à concessão de um empréstimo de 1.000 contos de réis, destinado ao custeio das obras relacionadas à construção do Stadium da Praia Vermelha. No entanto, ao descer ao Plenário, o projeto se perde em infindáveis e inúmeras discussões, envolvendo tecnicismos (impossibilidade de custear obras em terrenos aforados), discussões filosóficas (várias correntes se põem contrárias à ideia do Governo emprestar dinheiro a uma construção de interesse público que beneficiará uma instituição privada) ou mesmo políticas (parlamentares influentes, ligados a outros clubes, contestam a obra). Além disso, o país não vive um bom momento econômico. O cenário é de recessão e profunda contenção nos gastos públicos. Um empréstimo desse vulto poderia receber péssima repercussão junto aos formadores de opinião.

    Como se não bastasse, os vizinhos do terreno alegam terem sido negligenciados no processo de cessão. A Faculdade de Medicina, por exemplo, deseja ampliar suas instalações. O Jóquei Club, detentor de um terreno ao lado, entende que o Stadium, na forma projetada, inviabiliza a sua própria existência no local. Um investidor estrangeiro se queixa que já obtivera autorização para instalar uma espécie de viveiro de peixes ornamentais no local. As discussões e queixas são amplas e cansativas, e, principalmente, vão consumindo tempo. Um tempo precioso.

    Os meses se arrastam, e o terreno segue intocado. Os jornais, antes entusiastas do projeto do Stadium, passam a se dedicar a notas irônicas (“as obras evoluíram. Um cavalo ajudou a desmatar o terreno, servindo-se de suas pastagens”). Preocupado, o Comitê Olímpico começa a exigir explicações e prazos à CBD e ao Flamengo. Entra-se no ano de 1922 e a situação não se resolve. Mais algumas semanas são consumidas com um questionamento jurídico acerca da legalidade de cessão da área da praia, onde serão construídas a piscina e a garagem dos barcos.

    O fator tempo, antes delicado, torna-se crítico. Está-se a poucos meses dos Jogos. O Flamengo desiste do projeto original e, para conseguir ao menos manter o terreno, apresenta um desenho bem mais simples, para abrigar apenas os esportes terrestres (futebol, atletismo e quadras). Mas é tarde. Sem vislumbrar perspectivas de liberação, por parte do Governo, do capital inicial para a obra, o Comitê começa a estudar outros terrenos, de execução mais barata. Pensa-se na Lagoa Rodrigo de Freitas, ou em São Cristóvão. As dificuldades ecoam fora do país. O COI, que tem prestado consultoria e apoio técnico, cogita seriamente recomendar que os Jogos sejam transferidos para o Uruguai.

    Diante da proximidade de um vexame de proporções imprevisíveis, enfim o Governo Federal se sensibiliza. E, após vários encontros, reuniões, conversas, estudos e ensaios, nem sempre de caráter técnico, opta-se pela solução mais “racional”. Uma vez que não há mais tempo para a construção de um Stadium totalmente novo, a escolha é pela ampliação das Laranjeiras, que passará a dispor de capacidade para 25 mil espectadores, além de ser provido de novos equipamentos para a prática de mais modalidades. Os melhoramentos no campo custarão algo em torno de 800 contos de réis.

    Assim, na Sala do Presidente da República (sócio benemérito do Fluminense) e na presença de personalidades ilustres (vários, entre eles, conselheiros e membros da diretoria do clube das Laranjeiras), é assinado o contrato para a realização das obras de reforma e ampliação do Stadium das Laranjeiras, que se torna, assim, a sede dos Jogos Atléticos Latino-Americanos de 1922.

    E assim, em setembro, os Jogos são levados a termo. A parte terrestre se dá nas Laranjeiras, a parte aquática em um piscinão improvisado no próprio terreno da Praia Vermelha, onde seria construído o Stadium do Flamengo. O evento é recebido com frieza pela crítica (que aponta várias falhas de organização), mas é um sucesso absoluto de público.

    O rubro-negro, sem terreno e sem Stadium, retorna ao estágio inicial de sua demanda pelo local próprio. No entanto, ao menos conseguirá, não sem estridente barulho de sua diretoria, nova cessão, por parte da Prefeitura, de um terreno às franjas da Lagoa Rodrigo de Freitas. “Um brejo, um barrão”, segundo alguns detratores.

    Mal sabem que o tal brejo, mais do que simples sede, irá se mesclar de forma indelével às coisas rubro-negras.

    Será a Gávea do Flamengo.
    Adriano Melo escreve seus Alfarrábios todas as quartas-feiras aqui no Mundo Bola e também no Buteco do Flamengo.
    Siga-o no Twitter: @Adrianomelo72

    Deixe seu comentário!


    Este texto faz parte da plataforma de opinião Mundo Bola Blogs, portanto o conteúdo acima é de responsabilidade expressa de seu autor, assim como o uso de fontes e imagens de terceiros. O Mundo Bola respeita todas as opiniões contrárias. Nossa ideia é sempre promover o fórum sadio de ideias. Email: contato@fla.mundobola.com.

    Vire Apoiador do Mundo Bola: entenda melhor clicando nesse nesse link: bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Outra forma de ajudar este projeto:
    – Nosso site faz parte do plano de afiliados do Nação, o programa de sócio-torcedor do Flamengo. Se você clicar em bit.ly/STdoMundo Bola e aderir ao programa, ou até mesmo renovar seu atual plano, o Mundo Bola ganha 50% da sua primeira mensalidade.

  • Fágner não mostra arrependimento por entrada em Ederson

    Em entrevista ao programa “Bola da Vez”, da ESPN Brasil, o lateral-direito Fágner negou que seja um jogador violento e disse que joga duro por conta do porte físico para tentar justificar o lance em que lesionou gravemente o rubro-negro Ederson – atualmente em fase final de recuperação após mais de oito meses afastado dos gramados por conta de um edema ósseo. Fágner, que cotidianamente se envolve em lances violentos, disse que “um episódio não pode manchar toda uma carreira”.

    Fágner ainda demonstrou não estar convencido de que tenha causado a lesão de Ederson afirmando que se desculpou “se de fato foi naquele lance que aconteceu alguma coisa” e mostrou pouca preocupação com a integridade física dos colegas de profissão ao afirmar que está tentando evitar carrinhos como aquele primeiramente para não prejudicar seu time (com uma expulsão).

    Enquanto Ederson enfim parece perto de voltar a jogar (ontem participou normalmente da atividade com bola com os companheiros, mas não foi relacionado para o jogo de hoje contra o Bangu), Fágner, que sequer levou cartão amarelo no lance – que ainda causou a expulsão do técnico Zé Ricardo por reclamação – chegou à seleção brasileira e continua colecionando lances violentos. E, pelo visto, sem se arrepender.

    O que você pensa sobre isso?


    Vire Apoiador do Mundo Bola: entenda melhor clicando nesse nesse link: bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Outras formas de ajudar este projeto:
    – Nosso site faz parte do plano de afiliados do Nação, o programa de sócio-torcedor do Flamengo. Se você clicar em bit.ly/STdoMundo Bola e aderir ao programa, ou até mesmo renovar seu atual plano, o Mundo Bola ganha 50% da sua primeira mensalidade.


  • Árbitro inexperiente é escalado para Flamengo x Bangu

    Na tarde de ontem, em audiência pública, a FERJ divulgou a escala da arbitragem para a 3° rodada da Taça Rio. O árbitro Elton Azevedo (FERJ) ficará responsável pelo jogo Flamengo x Bangu e será auxiliado por Luiz Antônio Muniz de Oliveira e Marcio Moreira de Queijoz. A partida acontece amanhã, às 21h45, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.

    Acostumado a ocupar a função de quarto-árbitro, Elton Azevedo é inexperiente no comando do apito. Para se ter uma ideia, esta é apenas a segunda vez que ele arbitra o jogo de um dos quatro grandes – esteve vitória do Fluminense sobre o Bangu (1 a 0), no ano passado. Mesmo em jogos de clubes menores, sua experiência não é vasta: desde 2012, apitou apenas 10 partidas na séria A do Carioca.

    Sua média de cartões em jogos da primeira divisão do Campeonato Carioca é de 5,7 por partida.

    Vale classificação

    Com 21 pontos, o Flamengo lidera a classificação geral Campeonato Carioca e precisa de apenas mais uma vitória para garantir vaga nas semifinais da competição.

    Contra o Bangu, o Rubro-negro terá os desfalques de Diego, convocado para a seleção brasileira, Trauco e Guerrero, a serviço da seleção peruana.

    O que você pensa sobre isso?


    Vire Apoiador do Mundo Bola: entenda melhor clicando nesse nesse link: bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Outras formas de ajudar este projeto:
    – Nosso site faz parte do plano de afiliados do Nação, o programa de sócio-torcedor do Flamengo. Se você clicar em bit.ly/STdoMundo Bola e aderir ao programa, ou até mesmo renovar seu atual plano, o Mundo Bola ganha 50% da sua primeira mensalidade.


     

  • Completando 37 anos hoje, o Ronaldinho que jogou no Fla foi a síntese de sua própria carreira

    Ronaldo de Assis Moreira, mundialmente conhecido como Ronaldinho Gaúcho, completa 37 anos neste dia 21 de março de 2017. Hoje aposentado, o eterno “R10” coleciona prêmios importantes e títulos por onde passou. A sua carreira foi marcada por alegrias, muito pagode e festas, e momentos inesquecíveis.

    Um destes momentos, principalmente para o torcedor do Flamengo, foi a vinda dele para o clube. Impossível esquecer o “Flamengo é Flamengo” dito por ele e a sua apresentação diante de uma multidão vermelha e preta na Gávea.

    O flamenguista é empolgado, cria expectativas e com Ronaldinho não foi diferente. “O melhor no maior do mundo”. Se lembram disso? Vindo de uma reserva no Milan, o duas vezes melhor do mundo já não era “o melhor” há algum tempo. A genialidade, a técnica e a habilidade em campo, ainda que parecesse a mesma que o consagrou, na verdade estava se perdendo.

    Talvez o que ele ainda tinha de melhor era a habilidade como promoter, fazia festas como poucos. Frequentava outras como vários. Ninguém ligava pra isso enquanto em campo ele dava três balões no mesmo marcador, distribuía canetas, ganhava jogos sozinho.

    Ronaldinho virava cada dia mais baladeiro do que jogador. Se tornava alguém preguiçoso, com pouca vontade em campo e pensava que por ter um bom passe, e apenas isso, continuaria ganhando jogos.

    Mas a Nação rubro-negra é, como falei anteriormente, extremamente empolgada. É papel de torcedor. Assim como a cobrança também é, e convenhamos, R10 sentiu isso na pele.

    Título de Guanabara com gol de falta dele, Taça Rio em cima do Vasco e o primeiro título com a camisa do Fla. Eliminação precoce na Copa do Brasil diante do Ceará. Meses de invencibilidade, goleada na estreia sobre o Avaí e derrota vexatória pro Atlético-GO no Brasileirão, em momento algum ficando abaixo do sétimo lugar na tabela, e vaga na Libertadores conquistada.

    Seu momento principal veio no duelo considerado o mais genial dos último 10 anos pelo menos. Santos x Flamengo, Vila Belmiro com todo mundo curioso para assistir o grande duelo entre Neymar, ainda futura estrela, e Ronaldinho Gaúcho, ídolo de uma geração. Além do placar de 4×5 a favor do Mengão, foi nessa partida em que saiu o gol Puskas do “menino Ney” e que toda a “nova geração” viu de perto, com enorme semelhança aos anos de 2004/2005, o craque que R10 foi e/ou era. Foram 3 gols marcados e um com “a grife do gaúchinho”, como na narração de Luis Roberto, após uma cobrança de falta magistral por baixo da barreira.

    O primeiro ano de Ronaldinho no Flamengo teve a alegria do “Bonde do Mengão sem freio”, de um título carioca e de uma vaga na Libertadores. R10 foi, ao lado de Thiago Neves (pra mim o melhor do ano) e de Deivid, o artilheiro do rubro-negro com 21 gols no ano.

    Engana-se quem acha tudo foram só flores. Falei da estreia empolgante no Brasileirão diante do Avaí, mas dali em diante o Fla empatou nas 4 rodadas seguintes e, na última delas, no clássico contra o Botafogo, Luxemburgo resolveu substituir R10 no finalzinho do jogo. Sob vaias, o craque deixou o gramado. Contudo, foi a partir desse episódio que ele viveu o momento considerado “o melhor dele pós-Europa” e até voltou a ser convocado para a seleção brasileira.

    Queria a Nação (ou não) que esse fosse o único episódio ruim da passagem de Ronaldinho pelo Flamengo. No ano seguinte, situações contratuais atrapalharam o que poderia ser mais um ano no mínimo regular. A Traffic, quem deveria pagar o salário de mais de R$ 1 milhão por mês, devia o atleta, rompeu o acordo com o clube e o Fla teve que arcar com esse pesado fardo. Não arcou e o torcedor passou a sentir os problemas de uma gestão irresponsável.

    R10 quase não viajou com a equipe para enfrentar o Real Potosí, pela fase de playoffs da Libertadores. Luxa, que logo depois da classificação para a fase de grupos da competição, foi demitido – “fritado”, para muitos – chegou a acusar o jogador de levar uma mulher para a concentração durante a pré-temporada. O velho Ronaldinho de volta.

    Vexame na Libertadores, com eliminação na fase de grupos, eliminado contra o Vasco na Taça Rio e desempenho ridículo do camisa 10 e de todo o time foram pesando e deixando a torcida envergonhada, impaciente. O momento auge, pra mim o mais vergonhoso de todos, foi quando Assis, irmão e agente de Ronaldinho, entrou na loja oficial do clube e pegou 40 itens lá dentro. Não queria pagar e alegou que “se não pagam meu irmão, eu também não vou pagar”. Que vergonha, Flamengo!

    As públicas cobranças de Joel Santana ao jogador e a também pública crítica de Ronaldinho ao esquema tático do treinador, ditavam que tudo corria de mal a pior.

    Pra finalizar, numa manhã vaza um vídeo vindo do Piauí, onde o Fla tinha feito um amistoso, com o diretor Paulo Cézar Coutinho afirmando que R10 “não joga p* nenhuma” e que ele já estaria afastado do elenco. Zinho teve que apaziguar a situação. Não adiantou.

    Mais tarde, ainda no mesmo dia, saiu a notícia de que Ronaldinho havia acionado o Flamengo na justiça e rescindido o seu contrato judicialmente, ou seja, de uma das maneiras mais esdrúxulas possíveis, cobrando 5 meses de salário e de bonificações atrasadas.

    E foi assim, sem despedida e pela porta dos fundos, que a passagem do (ex) melhor no maior do mundo acabou. Totalmente ao contrário da forma como chegou. Sua última partida, contra o Inter, no dia 26 de maio de 2012, teve um gol e mais vaias, antes mesmo de tudo isso acontecer.

    Foram 74 jogos com a camisa do Fla e 28 gols. Uma passagem decepcionante também pro marketing do Flamengo, que, esperava a diretoria, era pra ser o principal impulsionado pela contratação. No rubro-negro, ele viveu tudo, ou até mais, do que viveu em toda a sua carreira.

    Hoje os R$ 40 milhões que foram cobrados pelo jogador viraram R$ 17 milhões. A passagem dele serviu pra escancarar que o Flamengo precisava de uma revolução administrativa.

    E a única coisa boa que Ronaldinho trouxe ao Mais Querido do Brasil foi fazer do clube ainda maior do que ele sempre foi.


    Lucas Tinôco é baiano, cursa jornalismo e escreve no Blog Vivendo o Flamengo. Siga-o no Twitter: @lucastinocof

     


    Este texto faz parte da plataforma de opinião Mundo Bola Blogs, portanto o conteúdo acima é de responsabilidade expressa de seu autor, assim como o uso de fontes e imagens de terceiros. O Mundo Bola respeita todas as opiniões contrárias. Nossa ideia é sempre promover o fórum sadio de ideias. Email: contato@fla.mundobola.com.

     

  • Vinicius Jr: “Só penso no Flamengo o tempo todo”

    Cada dia especulado por um grande clube europeu diferente depois de ser o artilheiro e melhor jogador do Sul-Americano sub-17, o atacante Vinicius Júnior, da base do Flamengo, disse que só pensa no clube. A declaração foi dada à Fox Sports no desembarque no Rio de Janeiro após a conquista do título no Chile.

    — Não sei de nada, hoje eu sou do Flamengo e represento o Flamengo. Só penso no Flamengo o tempo todo — afirmou o jogador ao ser questionado se poderia ter o mesmo destino de Neymar, sendo disputado por Barcelona e Real Madrid.

    Com 16 anos, Vinicius Júnior só pode deixar o Flamengo depois de completar 18, em julho do ano que vem. Sua multa contratual é de 30 milhões de euros e o contrato vai até 2019. Segundo o Globoesporte.com, o Flamengo já negocia para ampliar o vínculo e aumentar a multa diante do assédio dos clubes europeus.

    O que você pensa sobre isso?


    Vire Apoiador do Mundo Bola: entenda melhor clicando nesse nesse link: bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Outras formas de ajudar este projeto:
    – Nosso site faz parte do plano de afiliados do Nação, o programa de sócio-torcedor do Flamengo. Se você clicar em bit.ly/STdoMundo Bola e aderir ao programa, ou até mesmo renovar seu atual plano, o Mundo Bola ganha 50% da sua primeira mensalidade.


  • A hora e a vez de Vinícius Júnior?

    Uma das melhores e piores coisas em relação ao Flamengo é que tudo é sempre 100x mais intenso do que seria em qualquer outro clube. Toda derrota é uma crise na Gávea, toda vitória é uma visita ao Decolar.com pra ver as passagens pra Dubai, toda falha de zagueiro é passível de crucificação em praça pública e todo garoto promissor da base que joga no meio de campo é o novo Zico.

    E não seria diferente com Vinícius Jr, claro. Após chamar atenção da mídia esportiva na campanha do Flamengo na Copa São Paulo de Juniores desse ano com belos gols, grandes atuações e jogadas de efeito, o garoto de 16 anos foi convocado para o Mundial Sub-17 e lá com ainda mais gols, ainda mais grandes atuações e jogadas de tanto efeito que poderiam ser indicadas a alguma categoria técnica do Oscar, entrou de vez no radar não apenas dos grandes jornais como também dos grandes europeus.

    Se a imprensa estiver correta o menino da Gávea do qual muitos de nós só ouviram falar esse ano já estaria sendo disputado por clubes como Barcelona, Real Madrid, Manchester e Chelsea, além de vários outros desses times que você costuma escolher quando joga Fifa com seu irmão. Com multa rescisória fixada em 30 milhões de euros, Vinícius chegou até a receber um vídeo de Neymar, o tipo de tática que se funcionou para seduzir Bruna Marquezine possivelmente também deve funcionar com jovens jogadores de futebol.

    Foto: Gregório Fernandes/CBF

    Mas diante desse cenário de destaque internacional e assédio de grandes clubes, fica a questão: o que o Flamengo deve fazer com Vinícius Jr? E a minha resposta, ainda que possa soar um pouco precipitada, é das mais simples: botar o moleque pra jogar.

    Claro, não estou falando que é hora de colocar Everton no banco e dar a ponta-esquerda pra nossa jovem revelação, mas parece relativamente claro que apesar da pouca idade Vinícius já é um jogador diferenciado e, sendo assim, precisaria de desafios diferenciados. Ele deve ainda ganhar maturidade e experiência? Claro, com certeza. Mas não seria talvez mais interessante que ele fizesse isso treinando com o grupo profissional, onde seria constantemente desafiado, do que em competições de sua categoria, onde já ficou claro que ele, como diria um sábio borracheiro em minha cidade de origem, “passa o esmeril”?

    Num cenário ideal Vinícius talvez pudesse até mesmo disputar algumas partidas do estadual, já que o Flamengo tem alguns jogos praticamente protocolares pela frente, mas não estando inscrito na competição, talvez a melhor solução fosse integrar o jogador aos profissionais no Campeonato Brasileiro, ao menos para que ele já treinasse contra defensores de qualidade mais alta, como Réver e Juan, e começasse a surgir no banco quando titulares tivessem que ser poupados para a Copa do Brasil ou a Libertadores, por exemplo.

    Vinícius Jr. é um talento daqueles raros, que não aparecem todo dia, e parece ter uma maturidade acima da média da sua idade. Diante do destino inevitável de toda revelação do futebol brasileiro, que é sair para brilhar na Europa, cabem ao Flamengo dois papéis: o de aproveitar o atleta da melhor maneira possível e fazer com que sua venda aconteça no prazo mais longo e com o retorno mais alto. A segunda parte eu espero que a diretoria seja capaz de fazer, sabendo a hora certa de negociar e não aceitando propostas abaixo do valor da multa. A primeira depende exclusivamente da comissão técnica e confio que Zé vá saber usar o menino da melhor maneira possível. Melhor do que muitos jogadores da mesma posição que já passaram pelo Flamengo com certeza o garoto já é.


    João Luis Jr. é blogueiro do Mundo Bola e também escreve no blog Isso Aqui É Flamengo, do ESPN FC.

     


    Este texto faz parte da plataforma de opinião Mundo Bola Blogs, portanto o conteúdo acima é de responsabilidade expressa de seu autor, assim como o uso de fontes e imagens de terceiros. O Mundo Bola respeita todas as opiniões contrárias. Nossa ideia é sempre promover o fórum sadio de ideias. Email: contato@fla.mundobola.com.

    Vire Apoiador do Mundo Bola: entenda melhor clicando nesse nesse link: bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Outra forma de ajudar nosso projeto:
    – Nosso site faz parte do plano de afiliados do Nação, o programa de sócio-torcedor do Flamengo. Se você clicar em bit.ly/STdoMundo Bola e aderir ao programa, ou até mesmo renovar seu atual plano, o Mundo Bola ganha 50% da sua primeira mensalidade.

  • Os jogadores que o Flamengo emprestou: como estão se saindo por aí?

    Recentemente, o Flamengo solicitou o retorno do goleiro César, que estava emprestado à Ferroviária, para reforçar o plantel na posição – após o empréstimo de Paulo Victor para o futebol turco. Desde o momento que Rodrigo Caetano assumiu o cargo de diretor executivo de futebol, o Flamengo tem recorrido cada vez mais para este tipo de negociação. Além de uma forma de dar mais oportunidades para os jogadores do grupo, o empréstimo de atletas é interessante para aliviar os cofres do clube – o Fla estima que vá economizar certa de R$ 12 milhões ao longo de 2017 com o realocamento de jogadores.

    Hoje, o Rubro-negro tem 16 atletas emprestados para clubes de todos os cantos do mundo. Confira quem são estes atletas e como estão em suas respectivas equipes:

    Paulo Victor:

    Com 173 jogos, o goleiro revelado na Gávea é o jogador emprestado com mais jogos pelo Flamengo. Após insatisfação com a reserva na temporada passada, Paulo Victor foi emprestado, no início deste ano, para o Gaziantepspor, da Turquia. Atualmente, é titular e seu clube está na ultima colocação do campeonato turco – P.V levou 9 gols em 6 jogos.  Com o empréstimo, o atleta teve seu vinculo com o Fla prorrogado até Julho de 2019.

    Empréstimo até: 31/05/2018

    Daniel:

     

    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

     

    Revelado pelo Flamengo, o jovem goleiro de 21 anos foi emprestado ao Maccabi Tel Aviv, de Israel, até Junho deste ano. No clube israelense, Daniel ainda não teve oportunidades e só esteve no banco de reservas em 4 jogos.

    Empréstimo até: 01 /06/2017

    Léo:

     

    Foto: Atlético Paranaense / Divulgação

     

    Contratado pelo Flamengo em 2014, o lateral-direito nunca conseguiu se firmar no Mais Querido. Desde então, foi emprestado ao Internacional (2015) e posteriormente ao Atlético-PR (2016). No Furacão, teve seu empréstimo renovado até o final desta temporada – por consequência, seu vínculo com o Fla foi prorrogado por mais um ano. Léo, atualmente, é reserva no clube paranaense – próximo adversário do Flamengo na taça Libertadores.

    Empréstimo até: 31/12/2017

    Thiago Ennes:

    Sem espaço no atual elenco, o lateral-direito foi emprestado por um ano e meio ao União da Madeira. Com o empréstimo, Thiago Ennes, campeão da copinha em 2016, renovou seu vínculo com o Fla até fevereiro de 2019. Até o momento, o lateral não recebeu nenhuma oportunidade no clube português.

    Empréstimo até: 30/06/2018

    Rafael Dumas:

     

    Foto: Gilvan de Souza/ Flamengo

     

    Em Janeiro, o zagueiro acertou seu empréstimo para o Global (Filipinas) por um ano. Na temporada passada, Rafael Dumas jogou no FC Goa, da Índia, onde foi comandado por Zico. Em 11 partidas pelo clube indiano, Dumas atuou dez vezes como titular.

    Empréstimo até: 31/12/2017

    Jonas

    Sem conseguir se destacar no Fla, o ‘Schweinsteiger do Nordeste’ passou por Ponte Preta e Dinamo Zagreb (Croácia), antes de ser emprestado ao Coritiba. No clube paranaense, Jonas já disputou quatro jogos e é titular.

    Em sua apresentação ao Coxa, o volante explicou que o excesso de vontade o atrapalhou em sua passagem pelo Fla e destacou o aprendizado na Europa.

    – No Flamengo cheguei com uma vontade além do que era para chegar, acabei fazendo faltas. Mas passou, é ano novo, vida nova, vamos viver um grande ano agora com vitórias no Coritiba. Quero poder mostrar um grande futebol e esquecer aquilo que passou, que serve de aprendizado. É colocar em prática o que aprendi na Europa e fazer um grande ano – disse em entrevista coletiva.

    Empréstimo até: 31/12/2017

    Luiz Antônio

    Campeão da Copa do Brasil em 2013, o meia é o jogador que vive melhor momento dentre os atletas emprestados. Após uma discreta passagem pelo Sport, Luiz Antônio teve um bom desempenho no retorno do Bahia à série A, no ano passado.

    Com a tragédia envolvendo a Chapecoense, o Flamengo apresentou uma lista de jogadores que poderiam ser emprestados para auxiliar na reconstrução do clube de Chapecó, Luiz Antônio foi o atleta escolhido. No clube catarinense, o meia é titular e já fez dois gols nesta temporada. Apesar da boa fase, o jogador não retornará ao Mais Querido, seu contrato com o Fla se encerra ao fim do empréstimo à Chapecoense.

    – Foram 12 anos, desde o mirim. É difícil. Fui criado, sempre fui Flamengo, e é um fim por opção minha. Eles me ofereceram mais um ano, mas não foi significante. Pelo que fiz fora, acho que poderia ser um pouquinho mais valorizado, mesmo que tenha mágoa do passado, porque acho que ficou um pouco. Tive história no Flamengo, é difícil, complicado, mas pretendo um dia voltar e terminar a carreira. É minha casa. Sou Flamengo de coração. Agradeço por tudo que fez, ao torcedor, que é sensacional. Tive erros, ficou a mágoa, mas passa. Um dia termina o ciclo no clube. É uma página virada. Vida que segue – afirmou o atleta ao GE.

    Empréstimo até: 31/12/2017

     

     

     

    Trindade:

    Após a passagem pelo Goa, no ano passado, o volante campeão da Copa São Paulo foi  para o Ceará. No vovô, Trindade esteve em campo em apenas três oportunidades.

    Empréstimo até: 31/12/2017

    Canteros:

    Emprestado ao Vélez Sarsfield (Argentina) desde a temporada passada, o meia argentino segue com a mesma inconsistência dos tempos de Flamengo. Desde que retornou ao clube de Buenos Aires, Canteros disputou doze jogos pelo Vélez. Após um razoável começo, que lhe rendeu a titularidade, perdeu espaço no clube.

    Empréstimo até: 30/06/2017

    Luiz Philipe Muralha:

    Muralha é um dos poucos remanescentes da geração campeã da Copinha 2011 que ainda pertencem ao Flamengo. Após passagens por Portuguesa, Bragantino e Luverdense, o volante de 24 anos foi emprestado ao Pohang Steelers (Coréia do Sul). Pelo clube asiático, disputou 22 partidas e fez um gol. Assim como no caso do Luiz Antônio, seu contrato com o Fla se encerra ao fim do empréstimo.

    Empréstimo até: 31/12/2017

    Gabriel Ramos:

    O meia-direita foi contratado pelo Flamengo, em 2016, para jogar no sub-20. Sem espaço no elenco principal em 2017, Gabriel Ramos foi emprestado recentemente ao Cuiabá, para adquirir experiência. Após duas semanas treinando, encontra-se a disposição para atuar no campeonato Mato-Grossense.

    Empréstimo até: 16/10/2017

    Paulinho:

    Campeão da Copa do Brasil em 2013, Paulinho segue tentando reencontrar seu melhor futebol. Após discreta passagem pelo Santos, o atacante foi emprestado ao Vitória em 2017. No rubro-negro baiano, tem participado efetivamente das partidas –  esteve presente em 14 jogos e marcou um gol.

    Empréstimo até: 31/12/2017

    http://https://www.youtube.com/watch?v=TFEZfUb2U_8

     

    Nixon:

     

    Foto: Divulgação/Red Bull

     

    Tentando retomar a carreira após sofrer com muitas lesões, Nixon está atualmente no Red Bull-SP. Na equipe paulista, esteve presente em 7 jogos – começando como titular em 3 – e marcou um gol.

    Empréstimo até: 30/11/2017

    Rafinha:

    Sem conseguir corresponder às expectativas após seu bom início no Flamengo, Rafinha foi emprestado seguidas vezes pelo clube. Atualmente está no Thai Honda FC (Tailândia), onde é titular – em 5 jogos, não marcou nenhum gol.

    Empréstimo até: 31/12/2017

    Douglas Baggio:

     

    Foto: Christian Alekson/CearaSC.com

     

    Baggio é mais um atleta promissor revelado na base que está tentando buscar seu espaço. Após passar pelo Luverdense, o atacante foi emprestado ao Ceará. No vovô, é titular e esteve presente em 7 jogos – marcou um gol.

    Empréstimo até: 30/11/2017

    Daniel dos Anjos:

    Uma das grandes promessas da base rubro-negra e artilheiro do sub-20 na temporada passada, Daniel foi emprestado ao Atlético-GO até o fim do campeonato goiano – com opção de renovação até dezembro de 2017. Pelo Dragão, esteve em quatro jogos e ainda não marcou.

    Empréstimo até: 31/05/2017

     


  • Flamengo perde última chance de inscrever Vinicius Jr. no Carioca

    Na quarta-feira passada, quando Vinicius Jr. já havia marcado cinco dos seus sete gols no Sul-Americano sub-17, o Flamengo gastou a última oportunidade que teria para inscrever o atacante de 16 anos no Campeonato Carioca, possibilidade desejada por boa parte da torcida.

    Isso porque naquele dia 15 o Flamengo substituiu na lista de 33 inscritos o lateral-esquerdo Jorge, vendido ao Monaco, por Moraes, do sub-20, como precaução para o caso de algo acontecer a Renê enquanto Trauco está a serviço da seleção peruana.

    Com o prazo para inscrições encerrado, a substituição de um atleta negociado era a única possibilidade restante do Flamengo inscrever Vinicius Júnior ainda nesta competição. Como o Flamengo está a uma vitória de carimbar a vaga na semifinal com vantagem do empate, Vinicius poderia ser aproveitado em jogos praticamente amistosos até o fim da Taça Rio.

    Com a não inscrição, Vinicius só terá oportunidade de disputar uma partida pelo profissional — se for o desejo de Zé Ricardo e dos dirigentes — em maio, quando começam o Brasileiro e a Copa do Brasil (para o Flamengo), já que também não foi inscrito na primeira fase da Libertadores e o próximo jogo da Primeira Liga só acontece em agosto.

    Assim, Vinicius deve ser reintegrado ao sub-20 quando se reapresentar ao Flamengo daqui a uma semana — o Flamengo concedeu este período de descanso ao atacante e aos outros três rubro-negros que participaram da conquista do título sul-americano sub-17.

    Além de artilheiro, Vinicius foi eleito o melhor jogador da competição no Chile e despertou ainda mais a atenção de grandes clubes europeus. Ele afirmou, porém, que pretende cumprir seu contrato com o Flamengo, que vai até 2019.

    O que você pensa sobre isso?


    Vire Apoiador do Mundo Bola: entenda melhor clicando nesse nesse link: bit.ly/ApoiadorMundo Bola

    Outras formas de ajudar este projeto:
    – Nosso site faz parte do plano de afiliados do Nação, o programa de sócio-torcedor do Flamengo. Se você clicar em bit.ly/STdoMundo Bola e aderir ao programa, ou até mesmo renovar seu atual plano, o Mundo Bola ganha 50% da sua primeira mensalidade.