Autor: diogo.almeida1979

  • Flamengo planeja ações para Embaixadas e Consulados

    A maior torcida do mundo faz a diferença. Longe de ser apenas uma frase, esta máxima reflete o poder do torcedor rubro-negro. Sabendo disso, o Flamengo tem buscado utilizar esta representatividade para fortalecer o seu programa de sócios-torcedores. Lançado em 2008, o projeto das Embaixadas foi reformulado no início deste ano e ganhou um novo norte: a expansão do Nação Rubro-Negra. Além das já tradicionais Embaixadas, foram criados os Consulados e estes tem trabalhado de forma ativa no desenvolvimento de ações, eventos e na captação de novos sócios.

    Atualmente, entre Consulados e Embaixadas, o Flamengo possui mais de 160 representantes oficiais espalhados pelo Brasil e o Mundo. Para falar um pouco mais sobre o tema, conversamos com Eduardo David Barbosa, funcionário do departamento de marketing do Flamengo e coordenador do projeto.

    – A real importância do projeto é aumentar o número de sócios-torcedores. A totalidade da verba arrecadada vai para o futebol (centro de treinamento, base, contratações de novos jogadores, etc.). Por isso a importância de cada grupo. Eles são os representantes do Flamengo na região. – destacou.

    Eduardo, de cinza,  junto de Mauricio Gomes de Mattos, VP geral do Fla, na diplomação do Consulado Fla Campos

    Busca por novos jogadores para a base

    Além do crescimento do Nação, o clube tem outros planos para o projeto. Um deles é a utilização dos Consulados e Embaixadas na busca de novos talentos para a base do Fla.

    – Temos algumas ações de marketing em mente. Uma delas é a captação de novos talentos nas localidades onde existem Consulados e Embaixadas. Tentaremos buscar novos talentos nessas regiões. O Flamengo quer buscar novos craques – afirmou Eduardo.

    A ideia é que os cônsul’s e embaixadores indiquem jovens talentos da região para que estes garotos tenham oportunidades em peneiras do Flamengo.

    Ações Conjuntas

    Para crescer cada vez mais, os representantes de algumas Embaixadas e Consulados criaram canais de comunicação por onde trocam ideias sobre eventos e ações. Nos Estados Unidos, foi até criada uma associação de todos os Consulados e Embaixadas em território norte-americano. Sabendo da importância desta união, o clube pretende desenvolver ações coletivas entre todas as sedes.

    – A união das Embaixadas e Consulado é fundamental para o crescimento. Pretendemos fazer campanhas sociais e institucionais em conjunto. Também queremos lançar um site apenas de Consulados e Embaixadas. Isso é um pouco mais complexo, mas estamos com esse projeto em mente – concluiu.

    Uma das primeiras ações coletivas será uma campanha nacional de doação de sangue

    Para saber se existe algum Consulado ou Embaixada em sua região, clique aqui.

     

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  • Flamengo, futebol português e Vinicius Jr: Thiago Ennes fala com exclusividade ao Mundo Bola

    “Meu sonho é fazer história no Flamengo”. Assim relata Thiago Ennes, lateral-direito revelado nas categorias de base do Fla. Campeão da Copa São Paulo em 2016 e sem oportunidades no time profissional, o jovem jogador foi emprestado ao União da Madeira (Portugal), no início do ano, para adquirir mais experiência.

    O clube, que atualmente disputa segunda divisão do Campeonato Português, terminou a temporada 2016/2017 em 3° lugar – quase conseguindo o acesso à primeira divisão. Mesmo chegando no meio da temporada, Ennes avalia os primeiros seis meses na Europa de forma positiva.

    – Foi uma temporada boa, tive uma adaptação rápida. Todos me receberam bem (comissão técnica e jogadores).

     

    Thiago Ennes em sua chegada ao União da Madeira

     

    Sem fazer questão de esconder o lado rubro-negro, Thiago segue acompanhando o clube do coração. Mesmo após a eliminação na fase de grupos da Libertadores, o lateral acredita que o Fla terá uma temporada vitoriosa.

    – Com o elenco que montou, o Flamengo tem tudo para conquistar todos os títulos neste ano.

    https://twitter.com/Thiago_Ennes/status/861579291271852032

    O contrato do jogador com o clube português vai até junho de 2018. Após o empréstimo, Thiago teve seu vinculo com o Fla prorrogado até fevereiro de 2019.

    Confira a entrevista exclusiva que fizemos com Thiago Ennes:

    O Vinicius Jr foi promovido ao profissional e, logo em seguida, vendido ao Real Madrid. Você é cria da base rubro-negra e conhece bem as dificuldades ao subir para o profissional. Acredita que ele irá se adaptar bem? 

    O Vinicius é um excelente jogador, vai dar muitas alegrias ao torcedor rubro-negro. Ele é um garoto que tem tudo para ser um dos grandes jogadores. Com foco, tenho certeza que vai se adaptar muito rápido.

    Seu contrato com o União da Madeira vai até o meio do ano que vem, você cumprirá até o fim? Existe alguma possibilidade de ser negociado ou mesmo aproveitado no Fla?

    Ainda não sei. Estou trabalhando firme para ter minhas oportunidades e mostrar meu futebol.

    Você não teve muitas oportunidades no time profissional do Flamengo. Tem como meta voltar e fazer história? 

    Tenho sim. Meu sonho é fazer história no Flamengo…é o meu time do coração.

    Mesmo distante, você acompanha os jogos do Flamengo?

    Estou sempre acompanhando. Sou flamenguista doente. Com a diretoria que tem e o elenco que montou, o Flamengo tem tudo para conquistar todos os títulos neste ano.

    Como avalia esta primeira temporada no futebol português?

    Foi uma temporada boa, tive uma adaptação rápida. Todos me receberam bem (comissão técnica e jogadores).

     

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  • Brasileiro Feminino: com 6 desfalques, Flamengo/Marinha receberá o Vitória nessa quarta

    Nesta quarta-feira, dia 31, às 15h, o Flamengo/Marinha enfrentará as meninas do Vitória, em jogo válido pela 14ª rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro Feminino A1 2017. Será a última rodada da primeira fase. O duelo será realizado na Gávea, com entrada franca de ambas as torcidas. Segundo a assessoria do Flamengo, a transmissão do jogo será aberta na FlaTV (YouTube e Facebook).

    O Flamengo/Marinha vem de empate sem gols com o São José. Em 13 jogos, o rubro-negro soma sete vitórias, um empate e cinco derrotas, anotando 23 gols e sofrendo 14. Já o Vitória, lanterna do grupo 2 e que não venceu uma partida sequer na competição, vem de 2 derrotas seguidas, para Rio Preto e Ponte Preta, contabilizando na competição: 2 empates e 11 derrotas, 7 gols marcados e 38 sofridos. No primeiro turno, as equipes se enfrentaram na Bahia, e a equipe carioca saiu vencedora, por 3 a 0.

     

    Classificação

    Arbitragem e escalação

    O duelo será conduzido pelo árbitro Carlos Eduardo Nunes Braga, auxiliado por Katiuscia M. Berger Mendonça e Solange Maria Correa. O time titular para esse jogo já foi definido pelo técnico Ricardo Abrantes: Maike; Day, Raiza, Renata Diniz e Michele; Patricia, Fernanda Palermo e Ana Carla; Gaby, Larissa e Nathane. Um total de seis atletas estarão de fora da partida, por terem recebido 3º cartão amarelo no último jogo: as zagueiras Ana Carol, Tânia Maranhão e Karen, a lateral Roberta Emilião e as meias Rayanne e Diany.

     

     

    O Flamengo/Marinha está no grupo 2, com Ferroviária-SP, Foz Cataratas-PR, Ponte Preta-SP, Rio Preto-SP, Santos-SP, São José-SP e Vitória-BA. Os times de cada grupo se enfrentam em turno e returno, totalizando 14 partidas. Os quatro melhores se classificam às quartas de final, os vencedores dos confrontos avançam às semifinais e estes, à grande final. A partir das quartas de final, sempre jogos de ida e volta.

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  • A marcação começa lá na frente, mas o que isso quer dizer?

    Já virou lugar-comum: uma boa marcação começa lá na frente, com os atacantes. Mas, de fato, o que isso quer dizer? Será que isso é um comentário sobre o nível de raça necessário para o futebol profissional extremamente competitivo ou há alguma ideia tática por trás?

    O futebol é cheio de chavões que acabam se esvaziando de significado ao longo do tempo. Vamos então analisar essa ideia, entender o que ela significa para o futebol contemporâneo e, particularmente, para o atual time do Flamengo.

    Futebol: conquista de território

    O futebol faz parte de um conjunto de esportes que se baseiam na ideia de dominação de espaço. Rugby, futebol americano e… xadrez! Em todos esses esportes, o objetivo é avançar por um terreno, conquistando cada vez mais espaço até o objetivo final. Os esportes de quadra, como tênis, vôlei, basquete e até mesmo o futsal apresentam uma dinâmica bastante diferente. Eles emulam pequenos confrontos, nos quais o objetivo é quebrar um inimigo (quase) sempre posicionado para se defender.

    Mas o primeiro grupo de esportes guarda uma contradição: quanto mais perto você está do objetivo, mais difícil é avançar. Os últimos metros são infinitamente mais difíceis do que os primeiros e é isso que os torna interessantes. No futebol americano, por exemplo, quando o time começa uma jogada lá atrás, o quarter back tem infinitas variações de jogada – pode tocar curto, abrir a jogada ou buscar o lançamento longo -, pois tem muito terreno a sua frente, coberto por uma quantidade limitada de adversários. Por outro lado, quando a jogada começa na linha de gol, as possibilidades evaporam, pois o jogo fica todo comprimido em poucos metros. No nosso futebol, a mesma coisa acontece.

    Portanto, há várias estratégias para se defender. O time pode optar por começar a marcação lá na frente, aquilo que chamamos de pressão, mas corre o risco de abrir espaços para a bola longa por trás da defesa. Um outro time pode se fechar completamente dentro da própria área, “estacionar o ônibus”, mas perderá o controle da bola, deixando boa parte do território para o adversário. O futebol é sempre um jogo de cobertor curto: quando você puxa aqui, deixa descoberto ali. E essa é a sua maior beleza.

    A marcação pressão

    A seleção da Holanda em 1974, a Laranja Mecânica, revolucionou o conceito. Em vez de tentar explicar a ideia, deixo aqui uma entrevista de Pedro Rocha, lendário atacante uruguaio que estava em campo na derrota da Celeste para os holandeses por 2 a 0 naquela Copa.

    “Por duas vezes, em campo, quis chamar a minha mãe: a primeira, com 17 anos, na minha estreia no clássico Peñarol e Nacional, em pleno Centenário. Na segunda, com 32 anos, quando enfrentei a Holanda na Copa de 1974. Quando peguei a bola pela primeira vez, quatro jogadores vieram para cima de mim e me tiraram a bola. Não entendi nada, mas na segunda vez, a cena se repetiu, e foi assim o jogo todo. Ali, eu quis a minha mãe”.

    Todo time se defende em linhas. Podemos imaginar essas linhas como camadas de defesa que vão sendo sobrepostas, cada uma ajudando a cobrir a outra. O objetivo do time que tem a bola é ir vencendo essas linhas uma a uma. A marcação pressão visa criar instabilidade já na primeira linha, tentando evitar que o adversário saia jogando com tranquilidade. Essencialmente, tenta fazer com que o adversário não tenha o domínio confortável sobre nenhuma parte do campo. Na maioria das vezes, o objetivo não é roubar a bola lá na frente, mas forçar o erro de passe. O papel da linha primeira linha de defesa (os atacantes) passa a ser quebrar o ritmo do jogo adversário.

    O que importa daí em diante – e essa é a parte difícil da coisa – é que todas as linhas atuem em conjunto. De nada adianta um ou dois atacantes pressionando os zagueiros se as outras linhas estão muito recuadas, pois haverá muito espaço para que a primeira linha seja vencida com tranquilidade. Daí vem a ideia de compactação. O time que marca lá na frente precisa adiantar todas as linhas.

    Marcar na frente, portanto, é estruturar o sistema defensivo de uma maneira muito específica, não é apenas ter um atacante que dá carrinho.

    As características da linha de defesa

    É muito comum perguntarmos se dois atacantes com características parecidas podem jogar juntos. Ronaldo e Adriano na seleção? Guerrero e Damião no Flamengo? Todos entendem que não importa apenas a qualidade dos atacantes, mas a sua complementaridade.

    Estranhamente, a mesma percepção não acontece na defesa. Todo mundo quer que os melhores zagueiros joguem, independente da combinação de suas características. O mesmo vale, em menor escala, para laterais e cabeças de área.

    Me lembro de quando fui ver o Barcelona bater o Levante no Camp Nou. Era extremamente normal ver os onze jogadores barcelonistas no campo de ataque e, quando o time perdia a bola, a cartilha Guardiola demandava que o time corresse para frente, não para trás, fazendo pressão no homem da bola para recuperá-la rapidamente. Todos os jogadores participavam da pressão, menos um. Abidal ficava na linha de meio campo, virado de lado, preparado para correr para trás no caso de uma bola longa.

    O lateral francês nunca foi muito valorizado, mas a verdade é que ele era um monstro fisicamente e tinha uma grande noção de posicionamento. Quando eventualmente o Levante conseguia um bom passe longo, sempre estava lá Abidal fazendo a cobertura, apostando corrida com o adversário, normalmente ganhando a disputa ou no mínimo atrasando a jogada para que o time pudesse recompor.

    A característica dos zagueiros importa tanto quanto a dos atacantes para um time que marca pressão.

    E no Flamengo?

    O time campeão da Copa do Brasil com Jayme em 2013 optava por não fazer nenhuma pressão no campo do adversário. Pelo contrário, se fechava com uma linha de 4 bastante estreita (quase sem espaço entre os zagueiros e os laterais), uma outra linha de 4 logo à frente com os pontas tendo a missão clara de acompanhar o adversário até o fundo, muitas vezes fazendo essencialmente a função de cobertura de um lateral e Carlos Eduardo e Hernane apenas cobrindo espaço, incomodando os volantes adversários.

    Aquele time deixava o adversário jogar até dentro do seu próprio campo, abrindo mão do espaço em troca de um congestionamento na sua própria área. Deu certo.

    O time de Zé Ricardo em 2016 tem basicamente duas variações. Quando joga no 4-4-1-1, os dois homens de frente costumam fazer pressão nos zagueiros, cortando a linha de passe. A defesa e o meio-campo jogam bem adiantados. A bola normalmente sai longa e Rever e Vaz são bons na antecipação pelo alto. Apenas se a primeira linha é vencida, o time todo recua e guarda a área.

    Quando o Flamengo muda para o 4-1-4-1, a pressão é abandonada. Os pontas perseguem os laterais adversários, os volantes começam a disputa dentro do próprio campo e o atacante apenas finge que atrapalha lá na frente.

    Zé Ricardo claramente articula entre essas duas opções com a marcação pressão em mente. Contra o Galo, por exemplo, dominou o primeiro tempo travando o primeiro passe do time mineiro, mas tomou um baile quando Roger mudou sua saída. Contra o Fluminense nas finais do Carioca, marcava recuado, pois sabia que o grande perigo do Flu era o lançamento em velocidade. Já na Libertadores , o espaço que ele deu fora de casa acabou sendo decisivo.

    Ah, isso tudo também ajuda a explicar a importância de Márcio Araújo nesse time. Ele é um jogador absolutamente comum, mas é o único volante rápido, com bom posicionamento e que faz poucas faltas. O time não joga de forma tão compacta, então é razoavelmente comum um adversário encontrar espaço entre as linhas. É aí que ele entra: consegue correr atrás, rapidamente criando uma nova camada de defesa entre a zaga e o meio-campo. É uma função dupla que nenhum outro volante rubro-negro consegue exercer.

    Téo Ferraz Benjamin escreve as análises táticas do Mundo Bola. Siga-o no Twitter: @teofb


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  • Peraltadas #5 – Mas se for ver o futebol…

    Sufoco

    Se você olhar os resultados dessa semana, está tudo ótimo. Venceu e se classificou na quarta e, mesmo cheio de desfalques, arrancou um empate na grama sintética ontem. Mas se for ver o futebol… Fez o pior jogo do ano contra o futuro rebaixado Atlético-GO e tomou uma baita pressão do Atlético-PR.

    Trem pagador

    Falando em Atlético-GO, o jogo de quarta marcou 34 pontos, maior número da Copa do Brasil. No mesmo horário, Palmeiras x Inter deu 24 pontos na Globo-SP. Até então, a maior audiência no torneio tinha sido 28 pontos em Corinthians x Internacional (SP) e 26 em Fluminense x Goiás (RJ).

    Tapume

    E o Muralha, hein… Fez um 2016 muito bom, calou críticos (me incluo nessa), chegou à seleção, mas agora não passa mais nenhuma confiança. Ontem, apesar de grande defesa após mais uma trapalhada do volante imprestável, falhou no gol de empate do CAP e não foi bem mais uma vez. Para piorar, o gol ainda saiu um minuto depois de uma defesa sensacional de Weverton em cabeçada de Guerrero. Um bom goleiro faz a diferença, ne?! É hora de entrar com o Thiago? Não sabemos, quase não foi testado no Ferjão. ¯\_(ツ)_/¯

    O gerente tá maluco

    Beira o ridículo essa história de emprestar o Cuéllar para o Vitória. O colombiano fez uma boa partida ontem e mostrou novamente o óbvio ululante: é melhor que o inominável! É verdade que vale a pena aliviar a folha liberando quem quase nunca joga, mas ainda tenho a esperança (minúscula, é verdade) que o Zé alivie minha paciência desistindo daquele que joga sempre.

    Flopinho

    Falei em Vitória e lembrei do Marinho, que só não parou aqui porque os baianos fizeram um leilão e os chineses pagaram mais. Enfim… Tem 7 jogos e nenhum gol pelo Changchun Yatai, antepenúltimo colocado da China Super League. O atacante, inclusive, nem foi relacionado para as últimas partidas. “Que merda, hein!”

    Caldeirão

    Tudo indica que Flamengo x Botafogo será na Ilha. Finalmente! Espero que os outros dezessete jogos que o Flamengo tem mando também sejam lá. Até eu, membro da FlaBorderô, penso que é hora de priorizar o ganho técnico. E dizem que a arquibancada fica tão perto do campo que seria possível, com ajuda de um cabo de guarda-chuva, fisgar um volante ruim e forçar sua substituição. Brincadeiras à parte, todos devem estar conscientes para que o clube não perca mandos. Se algum torcedor arremessar algo em campo, dê-lhe um pescotapa e chame o policiamento. #paz

    Mande sua peraltada nos comentários!
     
    José Peralta é craque em cornetagem mas é um cara maneiro pacas. Toda segunda-feira ele manda suas peraltadas aqui no Blog CRFlamenguismo.

     


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  • Nada mais do que sua obrigação, Flamengo – Nº 03

    “O mundo muda, mesmo que você continue o mesmo”

     
    A frase é de Begbie, um psicopata interpretado pelo ator Robert Carlyle no filme escocês Trainspotting. Tem sido assim ultimamente após os jogos do Flamengo. Imediatamente depois do apito final coloco um filme, escolhido com antecedência.

    As atuações medíocres do time nas vitórias desvalorizam os três pontos, os empates são desgastantes, e as derrotas no mínimo traumáticas. As redes sociais se tornam um esgoto de amargura, rol de ideias extravagantes e arquibancada de ira juvenil.

    A sétima arte faz dissipar a raiva. O clássico de Danny Boyle é um dos meus filmes favoritos. A história fragmentada, a filmografia revolucionária pré YouTube, o surrealismo de algumas cenas e o drama dos amigos drogados e fãs de George Best serão sempre revisitados por este que vos fala. O domingo acabou e no tédio de outra segunda-feira sem alegrias em campo, vamos falar da terceira rodada do Brasileiro-2017.

    Sobre o jogo de ontem, variações sobre o mesmo tema. Na Arena da Baixada o Flamengo não muda, mesmo que o mundo inteiro mude.

    Na toada da mesmice, lá estão os atores canastrões Márcio Araújo, Rafael Vaz e Alex Muralha representando para quarenta milhões de telespectadores. O diretor Zé Ricardo parece ser adepto do gênero trash movie em campo.

    O nosso velho hábito de saber que uma hora vai dar ruim

    Fez gol, furou a rede. Você aí pensou que ia vencer o jogo? Na boa? Não acredito. Para de fazer ceninha de torcedor fuderoso. Eu, você, o Brasil todo sabia que ou o Atlético ia empatar ou, até mais provável, iria virar o jogo e vencer.

    E foi isso que aconteceu, pelo alto novamente, o décimo-primeiro gol de vinte e dois tomados, com falha de Rafael Vaz, com falha de Alex Muralha. Não dá mais para continuar escalando este dois jogadores. Depois do jogo da classificação sem-vergonha na Copa do Brasil, Zé Ricardo teve o momento de promover mudanças. Pelo menos uma.

    O primeiro problema do time hoje se chama Alex Muralha. Ontem salvou algumas vezes, entretanto não consegue mais sair de campo sem fazer uma trapalhada.

    Rafael Vaz é o segundo problema, e ontem fez com o nosso Muralha a mais famosa dupla de comediantes da temporada, que já nos rendeu o prêmio a Copa Sul-americana como prêmio de consolação.

    O terceiro problema é Márcio Araújo, que ontem jogou ao lado de um Cuéllar esbanjando maior autoridade e categoria, principalmente quando o time deixou de ser o covarde do primeiro tempo e jogou a bola que tem medo de jogar, na etapa final.

    Hoje o Fla seria líder não fosse a falha na marcação ao Thiago Heleno. Algumas semanas se passaram daquele jogo que o mesmo Thiago Heleno, na mesma Arena da Baixada, também após um escanteio e cabeceando novamente, fez um gol no Flamengo. Tudo igual.

    Está na hora de trocar peças, Zé. Coloca o menino Thiago no gol. Juan ou Léo Duarte na zaga. No aguardo de Donatti. Nossa intermediária é o epicentro, o pêndulo do nosso relógio tático que não está trabalhando com eficiência: saca logo o Márcio Araújo. Não venceremos nada de importante — jogo ou competição — com ele à frente da zaga. Precisamos de boa saída. Precisamos de Cuéllar como titular no lugar de Márcio Araújo. E se Arão não melhorar com a companhia do colombiano, é chegada a hora de Ronaldo. Quanto a Rômulo, é jogador para entrar no decorrer dos jogos, nítido está que 2017 é uma temporada de reafirmação, após tantos problemas físicos nos últimos anos.

    Um planejamento para a meta rubro-negra ainda dar certo este ano

    Thiago no gol contra o Botafogo sim! Ou teremos frango, falhas ou gols de bolas defensáveis (sim, há diferenças nos termos) de Alex Muralha. É pelo bem dele. Está se queimando com a torcida após cada jogo. O negócio é testar Thiago. Se não der certo ou apenas razoavelmente certo (sim, há diferenças nos termos), que se traga outro.

    Tantos são os nomes especulados. Começo a achar uma boa a vinda de Júlio César e sua personalidade. Errado será se a Comissão Técnica estiver no aguardo da chegada de um novo goleiro para sentar Muralha. Thiago é o reserva que precisa, por questão de justiça, ser testado de forma consistente, leia-se mais de três jogos.

     

    O comentário do leitor (post anterior: Atlético-GO 1 x 2 Flamengo)
    Bruno Tozzi Dutra

    Próximo personagem? Mozer. Qual é o papel dele na comissão técnica? Se é transmitir o significado de jogar no Flamengo, também não está conseguindo.

     


    Participe da próxima coluna

    Você é mais um torcedor atormentado? Claro que sempre alguns outros pontos ficarão de fora do post. E é aí que eu conto com você também. O que você mais te incomodou no jogo entre Flamengo e Atlético-PR, mesmo com os três pontos na conta? Escreva no campo de comentários abaixo. Vou escolher a melhor resenha, que será publicada no próximo post!

    SRN

    Imagem destacada nas redes sociais: Staff Images / Flamengo

     
    Diogo Almeida é um boleiro que aprendeu a falar difícil. Escreve no Cultura RN quando consegue colocar as ideias no lugar. Siga-o no Twitter: @DidaZico.
    Deixe seu comentário!


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  • Catarinense apita Atlético-PR x Flamengo

    No jogo da terceira rodada do Campeonato Brasileiro de 2017, o Flamengo irá enfrentar o Atlético-PR, no próximo domingo (28), às 16h, na Arena da Baixada, no Paraná. Para apitar a partida, a CBF escalou o árbitro Braulio da Silva Machado (SC/CBF) e os auxiliares Kleber Lucio Gil (SC/FIFA) e Neuza Ines Back (SC/FIFA).

    Em 2017, o árbitro catarinense já esteve envolvido em polêmicas, no jogo entre Grêmio e Botafogo, que terminou em 2 a 0 para a equipe gaúcha na primeira rodada do Brasileirão, naquela ocasião, o Botafogo reclamou muito da arbitragem, que validou um gol com claro desvio de mão do jogador gremista, a própria CBF assumiu o erro de arbitragem.

    Histórico em jogos do Flamengo

    Braulio da Silva Machado atuou em apenas cinco jogos do Rubro Negro nos últimos dois anos, sendo dois como quarto árbitro e outros três como árbitro principal. Nos seus últimos jogos, o arbitro tem uma média de 5,6 cartões por jogo, sendo 27 amarelos, e 1 único vermelho, apitando jogos da Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro.

    O último encontro do árbitro com o Flamengo foi durante o Campeonato Brasileiro de 2016, no duelo contra o Atlético-MG, pela trigésima terceira rodada. No duelo o Mais Querido ficou com o empate do Mineirão, com gols de Diego e Guerrero, que empatou aos 44 minutos da etapa final, após tomar a virada da equipe mineira. Antes disso no mesmo ano, o árbitro havia atuado como quarto árbitro em uma vitória do Mengão, diante do Coritiba no Couto Pereira, por 2 a 0.

    Scout do árbitro em jogos do Flamengo

    Vitórias:2

    Empates:1

    Derrotas:2

     

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  • Fla volta a Arena da Baixada buscando o fim de um tabu

    Na sequência de duelos contra atléticos, o Fla volta a Arena da Baixada um mês após a derrota por 2 a 1 na Libertadores para enfrentar o Atlético-PR. A partida será neste domingo (28), às 16h00 e é válida pela 3ª rodada do Campeonato Brasileiro 2017.

    Semana do Flamengo

    No meio de semana o Fla foi até Goiânia para duelar contra o Atlético-GO pela partida de volta da Copa do Brasil. Com gols de Guerrero e Matheus Sávio, os comandados de Zé Ricardo saíram classificados para as quartas de final com algumas ressalvas após uma atuação muito ruim. “Jogando bem ou mal, a classificação eleva a autoestima do grupo e faz com que os atletas tenham mais confiança”, disse o capitão Réver no desembarque em Curitiba.

    Notícia que deixou a Nação animada durante a semana foram as presenças de Conca e Diego treinando junto com o grupo. O argentino está bem perto da volta, que deve acontecer na próxima rodada em clássico contra o Botafogo. Já o camisa 35 ainda precisará de um pouco mais de tempo até estar 100% fisicamente.

    Outra informação importante, dada pelo GloboEsporte.com, foi relacionada às obras do CT da base, que deve começar até o final do próximo mês.

    Em relação à equipe que enfrenta o Furacão, algumas possíveis mudanças em relação ao duelo da última quarta. Matheus Sávio deve ser titular. No entanto, a ponta em que ele jogará é uma incógnita. Isso por Zé Ricardo ter testado Cuéllar e Mancuello no time. O colombiano pode fechar a trinca de volante com Arão e Márcio Araújo, mas pode também ser preterido por Rômulo ou, talvez, o próprio Mancu. O argentino, porém, pode jogar aberto na esquerda. Renê também pode tomar a vaga de Trauco, que vem de uma sequência de exibições ruins. Rodinei também é opção.

    Semana do CAP

    O Atlético-PR é o vice-lanterna do Brasileirão após duas derrotas pesadas para Bahia e Grêmio. No início desta semana, Eduardo Baptista assumiu o comando técnico do time no lugar de Paulo Autuori e teve toda a semana pra trabalhar. Outra novidade foi a volta do atacante Éderson, que foi artilheiro do campeonato em 2013 defendendo o CAP. O jogador não estreia contra o Fla por não ter sido inscrito no BID.

    Ao longo da semana, o novo treinador trabalhou com a mesma base do time comandado por Autuori. Nas palavras dele “a ideia é mexer o menos possível. É a sequência, repetição, isso gera uma confiança na equipe como um todo e no atleta”.

    Desfalques

    Zé Ricardo seguirá sem contar com Donatti, Berrío, Gabriel e Éverton. No entanto, mais uma ausência foi confirmada: a de Ederson. O camisa 10, que foi titular nas duas últimas partidas, será poupado por conta do gramado sintético da Arena da Baixada. Esse tipo de grama exige ainda mais das articulações, e por ter operado o joelho e ter ficado 10 meses sem jogar, o atleta nem viajou para Curitiba e ficou no Ninho do Urubu trabalhando para o duelo do próximo final de semana.

    Para estreia de Baptista, apenas Felipe Gedoz é desfalque confirmado. Carlos Alberto sente dores na panturrilha e foi até poupado do treino de sexta. Caso fique de fora, Guilherme, que veio do Corinthians, pode ganhar mais uma chance.

    Histórico dos confrontos

    Em 2017 as duas equipes se enfrentaram duas vezes, ambas pela Libertadores, e cada um saiu vencedor uma vez pelo placar de 2 a 1.

    Em 52 embates, o Furacão levou a melhor em 21, enquanto o Urubu venceu outros 19. Como visitante, o Fla não vence há 20 jogos o rubro-negro paranaense e tentará quebrar esse tabu mais uma vez.

    Ficha técnica

    Atlético-PR x Flamengo

    Data: 28/05/2017

    Horário: 16h00

    Local: Arena da Baixada

    Flamengo (provável escalação): Muralha; Pará, Réver, Vaz e Renê (Trauco); Márcio Araújo, Arão e Cuéllar (Rômulo/Macuello/Rodinei); Mancuello, Matheus Sávio e Guerrero. Técnico: Zé Ricardo

    Atlético-PR (provável escalação): Weverton; Jonathan, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio e Matheus Rossetto; Nikão, Carlos Alberto (Guilherme) e Pablo; Eduardo da Silva. Técnico: Eduardo Baptista

    Árbitro: Braulio da Silva Machado

    Assistentes: Kleber Lúcio Gil e Neuza Inês Back

    Transmissão: GLOBO (RJ, RS, MG – Juiz de Fora, ES, GO, TO, MS, MT, BA, SE, AL, PE, PB, RN, CE, PI, MA, PA, AM, RO, AC, RR, AP, DF), PREMIERE e Tempo Real no @Mundo Bola_CRF

    *Créditos da imagem destacada: Gilvan de Souza/Flamengo

     


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  • Flamengo empata com Avaí e vai à decisão da Copa do Brasil Sub-20

    Na noite desta quinta-feira (25), no estádio da Ressacada, Flamengo e Avaí empataram 2 a 2, pelo jogo de volta da semifinal da Copa do Brasil Sub-20. Como venceram a primeira partida por 2 a 0, no Rio de Janeiro, os Garotos do Ninho conquistaram a inédita vaga para a decisão do torneio. O adversário na final sairá do duelo entre Atlético-MG e Vasco.

    Os dois tempos do jogo tiveram enredos semelhantes. A equipe da casa por duas vezes esteve na frente do placar com gols nascidos em jogadas de bola parada. Mesmo não fazendo uma boa partida, o Flamengo buscou o empate com Loran, no primeiro tempo, e Fabrício, na etapa final. Até então, a melhor participação do Mais Querido na Copa do Brasil Sub-20 havia ocorrido em 2015, quando o time comandado por Zé Ricardo chegou às quartas de final da competição.

    Enquanto ainda aguarda o adversário para a decisão, o Flamengo volta as atenções para o Campeonato Carioca. Os Garotos do Ninho voltam a campo no próximo domingo, às 10h, diante do Madureira, na Gávea. Com mais uma vitória e um empate nas quatro rodadas restantes da Taça Rio, o  Mais Querido garantirá matematicamente sua vaga na semifinal do Estadual, mesmo que não vença o segundo turno.

     

    O jogo

    Precisando de no mínimo três gols para conseguir a vaga no tempo regulamentar, o Avaí se lançou ao ataque desde os primeiros minutos da partida. O time da casa ainda contou com a desatenção do setor defensivo do Flamengo para levar perigo ao goleiro Gabriel Batista. Aos sete minutos, o atacante Getúlio recebeu o passe entre três marcadores e fez o chute para uma excelente defesa do arqueiro rubro-negro.

    Jogando todo para o ataque, o Leão não demorou para chegar ao seu primeiro gol. Aos 11′, Guga cobrou falta, Gabriel Batista fez a defesa parcial, mas a bola bateu na trave e sobrou para o atacante Léo abrir o placar. Avaí 1 a 0. Com mais confiança, os anfitriões continuaram pressionando o Flamengo, que dominado, não esboçava reação. Em outra bola parada, desta vez aos 15′, Getúlio por pouco não aproveitou.

    Jogo bastante disputado na Ressacada Foto: Jamira Furlani/ Avaí FC

    Em um de seus raros momentos no campo ofensivo, o Mais Querido teve nos pés de João Pedro a oportunidade para empatar a partida. Após bom cruzamento de Kleber, o camisa 10 do Flamengo recebeu na entrada da área, dominou no peito e chutou no canto do goleiro Léo Lopes, que deu um tapa na bola para impedir que ela entrasse.

    Após a pressão inicial do Avaí, o Flamengo se encontrou no jogo. Surpresa na escalação do técnico Gilmar Popoca, Loran empatou a partida aos 31 minutos. Em boa jogada pelo lado direito, Gabriel Silva levou a bola à linha de fundo, fez o cruzamento, e João Pedro, dentro da área, só escorou para o artilheiro Loran estufar a rede do Leão. Avaí 1 x 1 Flamengo.

    Um torcedor passou mal e a ambulância teve que deixar o estádio. Por conta disto, a partida ficou paralisada durante cinco minutos. O técnico Gilmar Popoca aproveitou o tempo para orientar sua equipe, que ainda  estava cedendo espaços para o adversário. Após a chegada de uma nova ambulância, a partida foi reiniciada, mas o placar da primeira etapa manteve-se como antes.

     


    O enredo da etapa inicial repetiu-se no segundo tempo. Com a necessidade de fazer quatro gols, o Avaí não teve outra alternativa e saiu ainda mais para o jogo, deixando espaços para o Flamengo contra-atacar. Novamente através de uma bola parada, o Avaí voltou a ficar à frente do placar. O zagueiro Gustavo subiu mais alto que todo mundo e cabeceou com categoria após cobrança de escanteio. Avaí 2 x 1 Flamengo.

    Enquanto o goleiro Gabriel Batista fechava o gol rubro-negro, o técnico Gilmar Popoca fez as seis substituições na equipe. O empate saiu aos 40 minutos e teve a participação de dois jogadores que entraram no decorrer da partida. Dentro da área, Lincoln deu o passe para Fabrício, que com muita categoria driblou o goleiro e empatou para o Flamengo. Avaí 2 x 2 Flamengo.

    Copa do Brasil Sub-20 – Semifinal – Jogo de volta

    Avaí 2  x 2 Flamengo 

    Data: 25 de maio de 2017

    Local: Estádio da Ressacada, em Florianópolis (SC).

    Arbitragem: Willian Machado Steffen, Eli Alves Eviderski e Clair Dapper.

    Avaí: Léo Lopes; Guga, Gustavo, Fabian e Mauricio; Menezes, Wesley e Lineker; Getúlio, João Paulo e Vitor.

    Flamengo: Gabriel Batista; Kleber, Bernardo, Rafael e Moraes (Wesley); Théo, Jean Lucas (Gabriel Magalhães) e João Pedro (Patrick); Lucas Silva (Bill), Loran (Lincoln) e Gabriel Silva (Luiz Henrique). Treinador: Gilmar Popoca.

    Crédito imagem destacada: Reprodução/Twitter

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  • Classificamos, sei lá como!

    Esse time do Flamengo só pode estar de sacanagem.

    Levar sufoco do Atlético Goianiense?

    Ainda bem que vencemos, por 2 x 1, sei lá como, já que os goianos perderam muitos gols.

    Nosso trio Muralha-Réver-Rafael Vaz está declinando a cada jogo. Por que?

    E por que insistir com o Márcio Caramujo?

    E ainda vencemos com mais um gol sem querer do Matheus Sávio (fez um assim contra o Atlético Mineiro), um garoto que tem bom futebol pra mostrar, mas com seus companheiros atrapalhando, fica difícil.

    De que adianta ter o que todos chamam de “um dos melhores elencos” do Brasil, se ninguém tem garra, sangue nas veias, vontade de vencer e parecem se arrastar em campo?

    Ah… Os rubro-negros têm vontade de vencer?

    Mas não parece…

    Os salários são altos e estão em dia, mas nossos atletas já deram um preju de quase 20 milhões ao Flamengo, com a eliminação idiota da Libertadores.

    E o presidente não cobra isso?

    Na partida contra o Atlético Goianiense, que nos classificou para as quartas-de-final da Copa do Brasil, só vi dois jogadores em campo se dedicando de verdade: Guerrero e Renê. Mesmo assim, muita vontade deles, mas pouco futebol, já que seus companheiros não colaboram.

    Até quando teremos um time bom, porém apático em campo?

    Se o time é bom, tem a obrigação de jogar bem.

    Se vai perder ou ganhar, isso faz parte do futebol.

    Estão querendo o que?

    Derrubar o técnico Zé Ricardo?

    Não acredito nesta hipótese, pois tenho informações de que a relação dele com os jogadores é muito boa.

    Outra hipótese: será que o time do Flamengo só é bom quando joga no Maracanã?

    O que eu sei é que a Nação já deve estar de saco cheio!

    Eu estou cansado de ver o Flamengo jogar essa bolinha murcha!

    Apatia, seu nome é Flamengo!

    Mudem de atitude em campo!

     
    Paschoal Ambrósio Filho é jornalista e autor dos livros 6x Mengão, 100 Anos de Bola, Raça e Paixão e PentaTri


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