Autor: diogo.almeida1979

  • Melhor árbitro de 2015 apita Sport x Flamengo

    No jogo da quinta rodada do Campeonato Brasileiro de 2017, o Flamengo irá enfrentar o Sport, na próxima quarta (7), às 21:45, na Ilha do Retiro, em Pernambuco. Para apitar a partida, a CBF escalou o árbitro Anderson Daronco (RS/FIFA) e os auxiliares Rafael da Silva Alves (RS/CBF) e Elio Nepomuceno de Andrade Junior (RS/CBF).

    Eleito o melhor árbitro brasileiro em 2015, o árbitro gaúcho esteve envolvido em polêmica no último ano no jogo entre Flamengo e Ponte Preta, que terminou em 2 a 1 para o Rubro-Negro, na estreia do técnico Zé Ricardo, naquela ocasião, o Flamengo se sentiu prejudicado pela marcação do gol irregular da equipe paulista. Na última rodada, o trio gaúcho esteve presente no clássico paulista entre Corinthians e Santos, anulando um gol legal do Corinthians por impedimento.

    Histórico em jogos do Flamengo

    Anderson Daronco atuou em sete jogos do Mais Querido nos últimos dois anos, sendo quatro vitórias, dois empates e apenas uma derrota. Nos seus últimos jogos, o arbitro tem uma média de 3 cartões por jogo, sendo 14 amarelos, e 1 único vermelho, apitando jogos da Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro.

    O último encontro do árbitro com o Flamengo foi durante o Campeonato Brasileiro de 2016, no duelo contra o Corinthians, no Maracanã, pela trigésima segunda rodada. No duelo o Mengão ficou com o empate casa, com dois gols de Guerrero, que fez um impedido validado pela arbitragem. Antes disso no mesmo ano, o árbitro havia atuado apenas em um jogo do time da Gávea, contra a Ponte Preta.

    Scout do árbitro em jogos do Flamengo

    Vitórias:4

    Empates:2

    Derrotas:1

     

  • Ingressos – Avaí x Flamengo

    Duelo: Avaí x Flamengo

    Local: Estádio da Ressacada, em Florianópolis

    Data e hora: 11 de junho de 2017, 16h

    Motivo: Campeonato Brasileiro 2017 – 6ª rodada

    Portões abertos: 14h

     

    Ingressos

     

    Valor: R$ 60 Inteira / R$ 30 Meia / R$ 10 Crianças até 12 anos (venda apenas na Ressacada)

    Setores disponibilizados: F, G e H (Visitante)

    Ingressos disponibilizados: 3320

    Pontos de venda: site Futebol Card e Bilheteria Visitante da Ressacada (Setor F – Portão 9, apenas em dinheiro), a partir dessa quarta-feira (07)

    Data e horários de venda: 

    Quarta-feira (07/06): das 9h às 18h / Quinta-feira (08/06): das 9h às 18h / Sexta-feira (09/06): das 9h às 18h
    Sábado (10/06): das 9h às 13h /Domingo (11/06): Das 9h até o início da partida. Conforme disponibilidade.

    Outras dúvidas: 
através do telefone: (48) 3216-7300

    Créditos imagem destacada: Gazeta Press

     

    O que você pensa sobre isso?


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  • Nada mais do que sua obrigação, Flamengo – Nº 04

    Não estou aqui pra falar o que está certo e sim o que está errado. Esta coluna não comemora vitórias, apenas títulos. A visão será sempre crítica. Alguns, empolgados pela vitória efêmera, vão me acusar de pessimista e corneta. Não importa. Apenas títulos importam. O resto é fracasso.

    Diogo Almeida

    Flamengo 0 x 0 Botafogo- 4ª Rodada do Brasileiro-2017

    A parte sobre o jogo será breve. Depois abro espaço para o Rodrigo da Cunha, que me mandou um texto sobre coaching e o trabalho desenvolvido pelo Fernando Gonçalves, coach rubro-negro que atua no Ninho do Urubu. Rodrigo da Cunha é da área e critica o trabalho desenvolvido na Comissão Técnica do Flamengo.

    Aproveito para convidá-los para uma entrevista que fiz, ainda pelos idos de 2015, com Marcos Baridó, coach especialista em esporte, respeitado professor da UFRJ, onde coordenou o centro de pesquisa da faculdade neste campo: /audio-entrevista-com-marcus-barido-coaching-esportivo-como-ferramenta-de-performance

    Um Flamengo menos pior do que o Botafogo

    Sim, talvez essa tenha sido a conclusão mais óbvia da partida. O Flamengo de Zé Ricardo começou o jogo com três volantes, enquanto o Botafogo de Jair Ventura conseguiu a proeza de comparecer com quatro especialistas na marcação formando seu meio de campo.

    As duas formações não foram presentes para o pequeno (como sempre) público de Volta Redonda, claro. Medo de perder é um mal que assola quase cem por cento dos clássicos neste futebol brasileiro de exportação, desde há muito. Futebol-arte mesmo só com a entrada de Vinícius Júnior e Diego, no segundo tempo, mas nada que conseguisse tirar o zero do placar.

    Os destaques negativos foram Réver, Márcio Araújo e William Arão. O primeiro precisa, ainda, percorrer grande distância em direção à ruindade para que possamos homenageá-lo neste coluna, mas que ontem assustou perdendo umas bolas ali na intermediária defensiva, com certeza assustou.

    Márcio Araújo foi o mais do mesmo, e que bom que não foi menos do mesmo. Antes do jogo eu li um tuíte muito perspicaz, uma pena que não guardei para anexá-lo aqui… Dizia assim: “ Espero que Zé Ricardo não esteja escalando Cuéllar para ser apenas a ‘rodinha’ de Márcio Araújo”. Pois é, seria mais fácil apenas tirar o 8 do time. De fato, parece que Zé Ricardo não consegue simplesmente barrar por barrar Márcio Araújo, então a entrada de Cuéllar é uma espécie de gambiarra tática.

    Pensando bem, Cuéllar também é a gambiarra para não barrar Arão, o pior em campo. No clássico, posicionado na direita como ponta, liberado por Cuéllar. Zé Ricardo novamente cria uma engenhoca tática com o intuito de não magoar ou não causar impacto, atitude contraproducente, anunciando que um jogador-símbolo desse Flamengo vai bancar. Há um padrão que pode ser percebido nessa dificuldade de ZR mandar sentar. É mais coisa de técnico inexperiente, menos de técnico ruim. Uma contusão quase sempre é o fator modificador do time. Ele insiste, insiste demais… e só muda quando alguém se machuca e surge um álibi. É uma impressão. Posso estar errado, não pesquisei. O fato é que Arão, assim como Márcio Araújo, não merece hoje a titularidade.

    Psicologicamente falando

    Após o jogo contra o San Lorenzo afirmei que alguém precisava ser demitido. Pedir a demissão de alguém é algo muito forte. Não é bonito e não pode ser dito apenas por se dizer.

    Criticar é preciso. Achincalhar é desprezível, e com raiva acontece de entrarmos nessa espiral, uns mais, outros menos, uns dissipam rapidamente, outros ficam bem amargurados mesmo. E ainda temos os psicopatas, que trabalham em prol de destruir a carreira de quem ele escolheu como o inimigo de sua felicidade.

    No futebol, e como co-responsável por um site (humilde mas talvez até relevante), com redes sociais movimentadas, tento não ultrapassar a linha tênue entre a paixão e insanidade. Não é fácil, seria melhor com um nick e a verdadeira identidade preservada.

    Eu sei que o Flamengo é nosso tão certo quanto sei que o Flamengo não é meu. Mas vamos lá, não tenho sangue de barata.

    No meu perfil do Twitter (@DidaZico) expliquei que dentro de um ambiente corporativo, após alguns anos de preparo e planejamento, se algo dá errado, uma cabeça precisa ser cortada. Pelo menos uma, para mostrar a todos que houve fracasso. Que o fracasso não é uma opção naquela empresa.

    No Flamengo isso não aconteceu após o mais duro golpe. O treinador não foi demitido. O diretor-executivo não foi demitido. Entendo perfeitamente. Há alguns postos tão estratégicos na hierarquia que demitir é aprofundar o buraco. Ruim com ele, pior sem ele. Deve ser o caso de Zé Ricardo e Rodrigo Caetano.

    Entretanto, algum processo em curso precisa ser escolhido para ruptura.

    Vendo como o Flamengo precisa de mais espírito, alma e atitude em campo nestes últimos anos, entendo que o profissional umbilicalmente ligado ao desenvolvimento anímico deva ser responsabilizado e escolhido para pegar seu chapéu e sair bem de mansinho.

    Então chegamos ao coaching Fernando Gonçalves.

    Pesquisando algo sobre sua carreira, não encontrei nada demais que o torne imprescindível no Flamengo.

    Confiar na imprensa esportiva é arriscado, porém salta aos olhos uma reportagem que diz que Fernando Gonçalves só está no Flamengo por causa da sua relação de amizade com o CEO Fred Luz.

    O leitor Rodrigo da Cunha estuda e trabalha com coaching. Ele nos enviou um texto muito interessante a respeito do assunto, sem deixar de tocar na ferida — o trabalho desenvolvido no Flamengo — de maneira bem objetiva.

    Também aproveito para te convidar a comentar sobre os problemas apresentados no Flamengo x Botafogo, aqui mesmo neste post, ali embaixo, no campo dos comentários. Os melhores comentários serão publicados na próxima coluna. Carlos Rabelo da Cunha é o nosso leitor da semana, seu comentário segue após o texto do coach Rodrigo da Cunha. Té mais, amigos! Obrigado por sua leitura.


    Por total falta de conhecimento da mídia esportiva, formadora de opinião e de alguns “profissionais” do futebol, o trabalho do psicólogo esportivo sempre foi visto como o de um palestrante motivacional. Não chamaria isso nem de miopia. Mas sim de cegueira.

    Por conta disso, quantas vezes não ouvimos e lemos “o cara joga no Flamengo, ganha uma fortuna, vai jogar uma final com o Maracanã cheio e ainda precisa de motivação?!?”.

    Na copa do mundo de 2014, ficou evidente a falta de preparo emocional de nossos atletas da Seleção Brasileira. Ali, nossos jogadores estavam mais focados em não serem um novo Barbosa do que serem campeões mundiais.

    É comum pegarmos jornalistas e profissionais do futebol dizendo que o trabalho do psicólogo na seleção brasileira não seria útil porque so se teria contato com os atletas no período de convocação. Muitos psicólogos dão apoio a seus pacientes via Telefone e vídeo conferência. Fecha Parenteses.

    Se a imprensa não sabe como atua um psicólogo esportivo, quem dirá saber o que faz um Coach, que é uma atividade muito recente no Brasil. Se eles que opinam não se informam, então o torcedor fica a mercê de informações imprecisas.

    O Coach é o profissional que conduz um processo de Coaching com seu cliente, denominado de coachee.

    O foco do projeto está no alcance de metas. Quem devem ser específicas, mensuráveis, realistas, atingíveis e tem que ter um prazo.

    O Coach usa técnicas de diversas áreas do conhecimento, entre elas da PNL (programação neuro-linguística), para mudar o estado mental dos atletas.

    Com isso o atleta passa a ter recursos internos para aumentar sua confiança, ficar focado etc.

    Uma das técnicas mais poderosas da PNL é a de visualização. No livro o Herói Revelado, há relatos de mecânicos da Honda dizendo que Senna ficava dentro do carro, imaginando sua volta mais rápida, fazendo os movimentos como se estivesse pilotando e mentalizando o tempo. Diversas vezes ele cravou o tempo mentalizado nos boxes. Inclusive os décimos de segundo!!

    Michael Phelps relata que faz visualização desde os 13 anos de idade. Em seu livro diz que numa final olímpica todos os atletas estão bem física é tecnicamente e que vencerá o que estiver melhor mentalmente.

    Recentemente, o trabalho do Coaching Esportivo (aliás o termo Coaching surgiu no esporte, os primeiros Coaches eram esportivos, no Brasil somente nos últimos anos alguns Coaches de fato resolveram trabalhar no esporte) ganhou notoriedade por conta da medalha de ouro da Rafaela Silva nas olimpíadas de 2016. A própria deu méritos ao trabalho de sua Coach Nell Salgado.

    E aí chegamos enfim ao Flamengo!

    Fernando Gonçalves, ex executivo da Traffic, se tornou Coach do Flamengo, sem que a imprensa (que se pergunta de onde vem o dinheiro do Flamengo, porque Cuéllar não joga etc) não saiba responder uma pergunta simples: o que ele fez para ser Coach do maior time do Brasil?

    Fez um formação de Coaching? Legal, eu tenho duas. Não quer dizer muito.

    Qual case de sucesso ele Tem para estar ali? Como uma administração profissional contrata um profissional para trabalhar emoções, estado mental do time principal sem um único case de sucesso?!

    Algumas coisas são evidentes:

    1- O Flamengo disputou a primeira fase da Libertadores como quem joga um campeonato de pontos corridos. Foi bem na maioria dos jogos, regularidade alta. Dos brasileiros foi o que ficou menos tempo atrás no placar. Mas foi L único eliminado (a Chapecoense só foi eliminada por problemas extra campo).
    2- Olhem a forma como Fla jogou as finais do estadual e comparem com atuação diante do San Lorenzo. A diferença é gritante.
    3- O time entrou em campo com medo de perder e não com vontade de ganhar. Usam essa frase quando o treinador arma o time na retranca. Mas o uso correto dela não está no esquema do treinador mas nas emoções dos atletas, e as emoções influenciam diretamente no comportamento,
    4- O perfil comportamental dos atletas é sereno. Uma boa equipe, que funciona, precisa de atletas com diferentes perfis. Ai está o erro ao não contratar o Felipe Mello, que fatalmente tem perfil energético. Acharam que o perfil dele seria ruim para o elenco, mas era o oposto: falta um energético no Fla. Atenção: perfil energético não tem nada a ver com ser desagregador.
    5- O perfil comportamental do grupo não condiz com o DNA do rubro negro. Preferimos Nélio a Mancuello, por exemplo. Nós somos vibrante e nosso time é sereno, nossos atletas são serenos.


    Eu aposto no Flamengo campeão Brasileiro, pela regularidade, mas terá problemas em jogos decisivos contra concorrentes diretos caso as coisas não mudem.

    Rodrigo da Cunha



    O comentário do leitor (post anterior: Atlético-PR 1 x 1 Flamengo)
    Carlos Rabelo da Cunha

    O que mais incomoda atualmente é a passividade desse time. Eles disfarçam com o mesmo discursinho ensaiado após os jogos mas a verdadeira impressão que fica é que esses “jogadores”não estão nem aí pra perderem pontos ou partidas de modo bisonho após falhas ridículas. Ou seja, não sabem o que significa vestir o MANTO RUBRO NEGRO!


    Participe da próxima coluna

    Você é mais um torcedor atormentado? Claro que sempre alguns outros pontos ficarão de fora do post. E é aí que eu conto com você também. O que você mais te incomodou no jogo entre Flamengo e Atlético-PR, mesmo com os três pontos na conta? Escreva no campo de comentários abaixo. Vou escolher a melhor resenha, que será publicada no próximo post!

    SRN

    Imagem destacada nas redes sociais: Gilvan de Souza/Flamengo

     
    Diogo Almeida é um boleiro que aprendeu a falar difícil. Escreve no Cultura RN quando consegue colocar as ideias no lugar. Siga-o no Twitter: @DidaZico.
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  • Santos é o próximo adversário pela Copa do Brasil

    Após passar pelo Atlético-GO nas oitavas de final da Copa do Brasil de 2017, o Flamengo irá enfrentar o Santos, adversário definido pelo sorteio da CBF  que ocorreu na manhã desta segunda-feira (5). O sorteio também definiu o mando de campo, o Rubro-Negro joga primeiro em seus domínios, podendo ocorrer no dia 28 de junho ou 5 de julho, sendo o jogo da decisão em território santista, sendo provavelmente no dia 26 de julho ou 9 de agosto, as datas dependem do sorteio da Libertadores da América que será realizado no dia 14 de junho.

    Momento Atual

    A equipe paulista vive momento extremamente conturbado em seus bastidores, com a demissão do seu treinador, Dorival Jr., após quase dois anos no cargo, levando a equipe a classificação da Libertadores no último ano. Neste ano o time santista foi eliminado nas quartas de final do Campeonato Paulista para a Ponte Preta, mas se classificou para as oitavas de final da Libertadores da América, passando em primeiro no seu grupo de forma invicta, com três vitórias e três empates.

    Após quatro rodadas de Campeonato Brasileiro, o Santos soma apenas 3 pontos, se encontrando na décima sexta colocação, tendo perdido seu último jogo para o rival Corinthians. Pela Copa do Brasil, o clube jogou apenas a fase de oitavas de final, passando de forma tranquila pelo Paysandu, ganhando o jogo de ida em casa por 2×0, e na volta por 3×1 no Pará. Na última edição a equipe também chegou as quartas de final, sendo eliminado pelo Internacional naquela ocasião.

    Confrontos Históricos

    Os times já se enfrentaram algumas vezes em duelos decisivos, o Santos tem um histórico favorável, tendo eliminado o Flamengo em quatro ocasiões de seis encontros.
    O primeiro deles foi na final da Taça Brasil de 1964, o time de Pele e companhia não deram chances ao Rubro-Negro, ganhando por 4×1 no Pacaembu e empatando sem gols na volta, saindo consagrado como campeão.

    Quase 20 anos depois as equipes voltaram a se encontrar em mata-mata, em 1982, naquela ocasião o Mengão saiu vencedor, pelas quartas de final do Campeonato Brasileiro, abrindo vantagem ganhando o jogo em casa por 2×1, Zico e companhia só precisaram empatar na volta para avançar na competição, nesse mesmo torneio o Mais Querido foi bicampeão brasileiro.

    Um ano depois do bicampeonato do Flamengo, o confronto com o Santos voltou a acontecer, dessa vez pela final do Brasileirão. No jogo de ida, o time santista saiu vitorioso por 2×1, mas no jogo de volta o Rubro-Negro comandado por Carlos Alberto Torres, não deu a menor chance para os paulistas, vencendo por 3×0 no Maracanã, e conquistando o seu terceiro Campeonato Brasileiro.

    Pouco menos de 15 anos depois, outro encontro numa final, dessa vez pelo Torneio Rio-São Paulo de 1997, diferente da última decisão, o Santos saiu vitorioso, após vencer o primeiro jogo no Morumbi, a equipe praiana só precisou empatar no jogo de volta pra se tornar o campeão.

    Pela Copa do Brasil, Flamengo e Santos se enfrentaram apenas uma vez, com a equipe santista levando a melhor, ganhando por 4×0 no Maracanã, e 4×2 em território paulista pelas quartas de final da Copa do Brasil de 2000. O último encontro foi pela fase classificatória da Sul-Americana de 2004, com o Santos passando de fase. Após 13 anos os times voltam a se encontraram, e o Flamengo busca a melhor seu retrospecto com a classificação.

     

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  • Peraltadas #6 – Zé Good Cop, Zé Bad Cop

    Good Cop/Bad Cop

    Eu gosto do Zé Ricardo, mas ele é como um grande fotógrafo que domina a técnica, sabe editar, tem uma boa câmera, usa bem a luz… mas na hora do ensaio chama a Regina Casé para ser sua modelo. Talvez por ter subido há pouco tempo, essa seja sua estratégia para ganhar o vestiário – e isso é até compreensível. Se for esse o caso, cabe ao Diretor exercer o papel de vilão e afastar os jogadores com deficiência técnica.

    Faísca

    Foi duro olhar a escalação do Botafogo ontem e pensar que aquilo está nas oitavas da Libertadores e a gente não. No papel, é um time de nível de Série B, não deve nada ao Figueirense ou Goiás, mas não adianta ter mais dinheiro e colocar jogadores de baixíssimo nível em campo.

    Ladrão de esperança

    Falando em baixo nível, terminamos o jogo de ontem com apenas 01 volante. Ronaldo não foi relacionado, Rômulo ficou no banco, Cuéllar e Arão saíram durante a partida e no fim sobrou apenas aquele que não devemos falar o nome. Foi pela circunstância da partida, ok, mas é sintomático. E quem tem o inominável não pode sonhar com nada. Nosso 8 vale menos do que prova documental produzida pelo Inter.

    Não vou me iludir, não vou me iludir…

    Por outro lado, as entradas de Diego e Vinícius deram um sopro de esperança. Sopro não, um vendaval. Com eles, o ataque vs defesa de ontem ganhou intensidade e foi completamente diferente da insossa e enfadonha primeira hora de jogo.

    Vale o destaque

    Que partida do Juan! Foi extremamente seguro e sobrou nos duelos um contra um. Se vai aguentar jogar sempre assim é outra história, mas nos deixou com a impressão de que as coisas poderiam ter sido diferentes se tivesse entrado em jogos mais importantes. O veterano tem 552 minutos jogados em 2017, contra 2.154 de Vaz.

    Contra tudo e contra todos

    É verdade que a Ilha deveria ter sido finalizada há mais tempo, mas para o jogo de ontem já estava pronta. Perdemos um mando por conta da má vontade/burocracia do CBMERJ e da CBF. Deixamos de ganhar dois pontos muito por conta da má vontade/burocracia do CBMERJ e da CBF. O jogo teria sido diferente em um estádio lotado (aliás, com todo respeito, mas Volta Redonda já deu, chega) e com um gramado decente. Bem, agora não adianta reclamar, mas bem que o MP poderia investigar como foram dados os laudos do Luso-Brasileiro em 2016 e como ele recebeu jogos sem o devido alvará.

     
    José Peralta é craque em cornetagem, mas é maneiro pacas. Toda segunda-feira suas peraltadas estão aqui, no Blog CRFlamenguismo.

     


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  • Empate injusto

    Antigamente, no jornal O Globo, o cartunista Otelo tinha uma página de humor esportivo e sempre colocava o “placar moral” das partidas, dentro do que ele acreditava que seria mais justo para os jogos que havia assistido ou ouvido pelo rádio.

    Nunca o Flamengo perdeu. Mesmo derrotado, o gozador rubro-negro Otelo, colocava o placar moral com vitória do Mengão.

    O empate sem gols, entre Flamengo e Botafogo, neste domingo, em Volta Redonda, foi injusto.

    Otelo, falecido em 2006

    Se formos levar em consideração as chances reais de gols perdidos pelas duas equipes, o placar moral seria 5 x 2 Flamengo. E não estou fazendo piada, dando uma de Otelo. Nem tenho competência para isso.

    De cara, gostei do Zé Ricardo ter barrado o Rafael Vaz e colocado o velho Juan, que acabou dando mais segurança à nossa defesa, que ainda considero fraca.

    Os primeiros sessenta minutos de jogo foram bem disputados, apesar do calor, mas houve um certo equilíbrio entre Fla e Bota.

    Cada um dos times perdeu uma chance de gol.

    Porém, caro compatriota da Nação, as coisas começaram a mudar (e muito) a partir dos 15 minutos do segundo tempo.

    O Flamengo vinha jogando com um homem a menos, desde o início do jogo, já que o Ederson, que até hoje, não disse o que veio fazer por aqui, nada fazia.

    Parece até coisa de empresário amigo de diretor, que conseguiu colocar o cara em um time, só na camaradagem e com um bom salário, é claro. E nem estou levando em consideração o tempão que esse Ederson ficou machucado. Nunca o vi jogando nadinha. Se estou errado, me avisem, por favor.

    Parece até o caso daquele inesquecível “craque” Carlos Eduardo. Lembra deste traste? Se não lembrava mais, me desculpe por fazer essa maldade.

    É o tal negócio, a gente já atura o Caramujo, que desarma daqui, desarma dali e falha de montão na hora do passe, entregando a bola no pé adversário. E ainda tem que aturar o Ederson?

    Pois bem, voltando ao que é bom, o mala do Ederson saiu e entrou o Diego, quase dois meses sem pisar em campo. Mesmo assim, fora de ritmo, não é que o cara já mudou a forma do Flamengo jogar?

    Cinco minutos depois do Diego, entrou o menino Vinícius Júnior, que colocou fogo no jogo.

    Vinícius Júnior lamentou a bola que acertou o travessão. Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

    Com Diego na armação e Vinícius Júnior partindo pra cima da apavorada defesa botafoguense, não é que o Mengão ainda perdeu quatro gols?

    Dois com o Guerrero, um com o Éverton e outro do próprio Vinícius, que deu um belo chute colocado e a bola caprichosamente bateu no travessão.

    O Flamengo e o Vinícius mereciam melhor sorte. Essa vitória era necessária, pois só vencemos um jogo e empatamos três, neste Brasileirão.

    Continuamos perdendo muitos gols este ano. Tá difícil resolver esse problema…

    Estamos mal na tabela, mas vamos melhorar, com toda a certeza.

    Mas nossa torcida precisa ter calma. Não adianta querer que um menino de 16 anos seja logo transformado em titular. Vai deixando ele no banco e colocando aos poucos.

    Já perdemos uma infinidade de futuros craques (ou grandes jogadores) por causa disso. Ou alguém esquece de Marcelinho, Paulo Nunes, Djalminha, Marquinhos, Andrezinho, Negueba, Rafinha, Thomaz etc e tal? Se puxar um pouco mais pela memória, vamos lembrar de outros.

    Muitos deles fizeram sucesso e viraram ídolos vestindo outras camisas. Outros não.

    Se bem que o Vinícius Júnior já está vendido mesmo para o Real Madrid. Ainda assim, devemos ter calma com ele.

    Antes de terminar, voltando ao Otelo, queria deixar registrado que foi ele quem criou a expressão Manto Sagrado, para a camisa do Flamengo.

     
    Paschoal Ambrósio Filho é jornalista e autor dos livros 6x Mengão, 100 Anos de Bola, Raça e Paixão e PentaTri


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  • O que a final da Champions League pode ensinar ao Flamengo

    Menos de vinte e quatro horas separaram a final da UEFA Champions League entre Juventus e Real Madrid do clássico carioca disputado em Volta Redonda entre Flamengo e Botafogo. 

    A tentação pela comparação é inevitável, ainda que ela seja absurda por todos os pontos de vista. É óbvio o abismo técnico que separa as equipes. Lá, os times mais ricos do mundo esbanjam seus milhões para comprar os melhores jogadores do planeta (o time reserva do Real Madrid provavelmente chegaria nas quartas ou semifinais da Copa do Mundo), enquanto aqui perdemos cedo os nossos talentos e vamos se virando.

    Mais importante que isso, não acredito que no futebol só é importante a qualidade técnica apresentada no “espetáculo”. Para o torcedor, futebol não é apenas entretenimento. Se fosse, a gente não seguiria o mesmo time por uma vida inteira, não é mesmo? Acho que um bom jogo não precisa necessariamente de craques. Portanto, qualquer reclamação comparando as duas partidas é injusta e indevida.

    Apesar de tudo isso, vou falar sobre os dois. O objetivo não é comparar os times ou os jogadores, mas entender as lições que podemos aprender com dois dos melhores times do mundo.

    Lição 1: a flexibilidade da Juventus

    A lição do time de Massimiliano Allegri é clara e pode ser definida com duas palavras: fluidez tática.

    A Juventus jogou quase toda a temporada no 4-4-1-1, com Daniel Alves e Alex Sandro nas laterais e Juan Cuadrado e Mandzukic abertos na linha de meio-campo.

    Quando saiu a escalação com Barzagli, Bonucci e Chiellini, colocando Cuadrado no banco, todos anunciaram um esquema com três zagueiros. Os comentaristas da Globo previam alvoroçados as subidas mortais de Alex Sandro e Daniel Alves como alas (afinal, todo jogo na Globo tem que ser sobre o jogador brasileiro) e o Maestro Junior chegou a desenhar na mesa tática a formação no 3-5-2.

    De fato, foi assim que a Velha Senhora venceu o Monaco na semifinal. Mas desta vez não foi o caso. Allegri optou por voltar ao 4-4-1-1, com Barzagli (e às vezes Bonucci) deslocado na lateral direita e Daniel Alves jogando na segunda linha.

    Toda vez que o Real começava a jogada, os italianos formavam duas linhas de quatro bem compactas, com Dybala e Higuaín também recuando para congestionar o meio-campo. Era claro e cristalino. Mas só até o gol.

    Quando Cristiano Ronaldo abriu o placar aos 20 minutos, Allegri mudou sem substituir. Mandzukic se aproximou da área, abrindo espaço para Alex Sandro pular para o meio-campo e a defesa se tornar, de fato, uma linha de três.

    Seis minutos depois, praticamente no primeiro ataque construído pela Juventus, o gol sai justamente assim: Mandzukic se aproximada de Higuain arrastando Carvajal, Alex Sandro dispara no corredor aberto, cruza para trás e o croata marca, como centroavante, num chute improvável.

    Imediatamente após o gol, a Juve voltou à formação inicial. Uma decisão que parece estranha, já que tomou 1 a 0 no 4-4-1-1 e empatou logo que mudou para o 3-4-1-2. Mas eles sabiam que o time do Real era melhor queriam se precaver com uma formação mais compacta.

    Repare que Allegri mudou completamente a forma do seu time sem fazer uma única substituição. Barrar Cuadrado cumpriu o objetivo: tornar o time mais flexível taticamente.

    No meu último texto aqui no Mundo Bola, falei um pouco sobre as variações táticas de Zé Ricardo, que não têm nada perto desse nível de sutileza e sofisticação. O Flamengo tem jogadores versáteis, mas sempre precisa de uma substituição para mudar o padrão de jogo. Além disso, as variações são muito poucas. Aliás, a única variação tática do Flamengo-2016 simplesmente desapareceu nesse ano: a inversão dos pontas.

    Lição 2: o meio-campo do Real

    Cristiano Ronaldo se tornou o jogador mais decisivo do mundo. Toca pouco na bola, mas tem uma capacidade impressionante de antever as jogadas. Quando ela chega, ele faz. Mas a característica mais interessante desse time do Real está, sem dúvidas, no meio-campo.

    Vamos começar por Isco. Zidane deu liberdade total ao camisa 22 pelo seu dinamismo. Ele se movimentava por todo o gramado quando o Real tinha a bola para formar triangulações e garantir a supremacia na posse de bola. Quando o time perdia a bola, ele recuava pelo flanco para formar uma linha de quatro no meio-campo e bloquear um dos alas da Juventus.

    O Real é um dos únicos times do momento que joga com dois atacantes de área (ainda que tenham muita mobilidade, são dois atacantes de área) e Isco flutua por trás deles para confundir a defesa. É ele quem abre espaços, enquanto Cristiano e Benzema se preocupam em atacar a área.

    Diego tem características parecidas com Isco e até cumpre uma função parecida, mais por ser o “dono do time” do que por ser a formiguinha. Mas com apenas um atacante à sua frente e dois pontas ao seu lado, não consegue flutuar como o espanhol e muitas vezes fica encaixotado entre Guerrero e um amontoado de zagueiros e volantes adversários.

    A função de Isco é interessante, mas o jogo dos três volantes é que é fascinante. Modric, Casemiro e Kross são jogadores completamente diferentes entre si, mas usam seus características de maneira impressionantemente complementar. Modric é dinâmico, Casemiro é potente e Kross é preciso. Combinados, são praticamente um único super-jogador.

    Eles formam um bloco sólido no meio-campo. Parece que os três volantes jogam com uma corda ligando-os pela cintura. Veja os melhores momentos do jogo e procure algum lance em que eles um está distante do outro mais de 15 metros. Procure algum lance em que Modric está à esquerda de Kross ou Casemiro à frente dos outros dois. Não há. Os três têm perfeita noção do posicionamento desse bloco de meio-campo. Jogam como um só e, juntos, formam uma incrível máquina de jogar futebol.

    O Flamengo entrou contra o Botafogo em uma formação muito parecida com a do Real Madrid. Arão, Márcio Araújo e Cuellar formavam essa linha de volantes. De novo, é bom lembrar, não pretendo comparar a qualidade técnica deles, pois essa comparação é absurda, mas quero sim olhar para como jogam juntos.

    É claro que facilita ter jogadores do calibre dos madrilenhos, mas estou mais interessado na ideia de movimentação deles do que na qualidade em si. Até porque, convenhamos, apesar do uniforme parecido, o Botafogo não é a Juventus.

    Faça o mesmo exercício nos melhores momentos. Pare o vídeo em cada lance e procure os três volantes. Não há padrão nenhum.

    Houve muita reclamação por parte dos torcedores do Flamengo pela opção de entrar com três volantes contra um time que joga na retranca. Há certa razão nisso, mas o Real é prova de que jogar com três volantes não é ser defensivo. Depende de como jogam esses volantes.

    Cuellar e Márcio Araújo nunca atacam a área. Arão só tem duas funções específicas: errar a tabela com Pará e pedir o cruzamento no segundo pau. Os três não parecem conhecer o companheiro. Em vez de amarrados, parece que jogam vendados.

    Conclusões

    O Flamengo tem que se virar com o elenco que tem. Para os padrões do futebol brasileiro, todos sabemos, não é ruim. Eu até respeito as convicções de Zé Ricardo, mas como seria bom ver ideias mais sofisticadas com as apresentadas por Allegri e Zidane.

    Não há porque imaginar que não possamos ter um time taticamente mais robusto e imprevisível.

    E você? Viu outros conceitos interessantes que poderiam inspirar Zé Ricardo? Deixa aí nos comentários.
    Téo Ferraz Benjamin escreve as análises táticas do Mundo Bola. Siga-o no Twitter: @teofb


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  • Gilmar Popoca comemora classificação antecipada, fala de desafios e projeta encontro com Atlético-MG

    Enquanto vive a expectativa pela decisão da Copa do Brasil, o time sub-20 do Flamengo conquistou um importante resultado na manhã deste sábado (03). De virada, o Mais Querido venceu o Volta Redonda por 3 a 1, no Estádio da Gávea, e garantiu a vaga na semifinal do Estadual. Os Garotos do Ninho também estão a um empate da semifinal da Taça Rio. Após a partida, o técnico Gilmar Popoca conversou exclusivamente com o Mundo Bola. Dentre outros assuntos, o técnico comentou sobre a boa campanha no Carioca e projetou a decisão da Copa do Brasil.

    O treinador primeiramente analisou a vitória sobre o Volta Redonda.“Sabíamos que teríamos essa dificuldade para motivar os atletas em virtude de estarmos a quatro dias de disputar uma decisão de Copa do Brasil. O fator mais importante  foi incentivar esses meninos e colocar a cabeça deles em ordem. Sofremos o gol apesar de termos o domínio do jogo. Tivemos muitas possibilidades para sair na frente, mas a bola não entrava. No segundo tempo conseguimos colocar a bola no chão, pensar mais, e os resultado veio a nosso favor”, avaliou.

    Os gols da vitória de virada sobre o Volta Redonda saíram dos pés de dois jogadores que que saíram do banco de reservas.Patrick entrou na vaga de João Pedro, enquanto Lincoln substituiu o centroavante Loran. Apesar dos destaques individuais, Popoca ressaltou a importância do conjunto.“Eu digo sempre que a nossa vitória é do grupo. Não importa quem faça os gols. Não importa quem começa jogando e ou quem termina. O que vale é o empenho demonstrado e que a equipe tire proveitos disso”, afirmou.

    Como aconteceu no Campeonato Carioca disputado entre os profissionais, o regulamento “diminui” a importância do título do segundo turno para a equipe que conquistou vaga na semifinal do campeonato. O Flamengo está a um empate da semifinal da Taça Rio, mas já garantiu vaga na semifinal do Estadual. Gilmar Popoca garante que o time vai brigar em todas as frentes.

    “A Taça Rio importa muito. O Flamengo é um clube vencedor. Temos que conquistar seja qual for o campeonato. A gente cumpre as metas que o clube pede, mas é importante que a equipe chegue às finais e busque o título. É mais um troféu, mais uma taça para o Flamengo. Vamos em busca da Taça Rio também além da Copa do Brasil.”

     

    Popoca completou recentemente um ano a frente do time juniores. O treinador falou sobre o período com o sub-20 e destacou as conquistas no período.“O último ano foi de transição para mim. Saí do sub-17 e comecei um novo trabalho no sub-20. O início foi complicado, mas a maioria já conhecia o meu conceito de jogo, a minha maneira de trabalhar. Desde a minha chegada conquistamos muitas coisas bacanas como a Taça Rio, o Torneio OPG e o Troféu de Clássicos. Agora queremos abrilhantar todo esse trabalho com a Copa do Brasil”, disse sorridente.

    Em um jogo eletrizante disputado em São Januário, o Atlético-MG derrotou o Vasco por 3 a 2, com direito a dois gols nos acréscimos, e se classificou para enfrentar o Flamengo na decisão da Copa do Brasil. Popoca assistiu a partida e projetou o encontro com o Galo.

    “Foi um jogo bem atípico, né. O Vasco começou mal, dando oportunidade para o Atlético até sair na frente, mas na segunda etapa equilibrou as ações marcando até um golaço com o Hugo Borges. Mas acho que pela emoção de ter a casa cheia eles esqueceram que o futebol é surpreendente. No meu ponto de vista eles perderam um pouco a noção da fase final do jogo e acabaram sofrendo dois gols que deve ter mexido com a cabeça de todos. Isso só mostra o quão difícil será nossa missão nessa final. O Atlético tem bons valores. Serão dois grandes jogos”, finalizou. 

     Foto: Gilvan de Souza 
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  • Lincoln marca duas vezes e Flamengo vence o Volta Redonda de virada

    Na manhã deste sábado (03), na Gávea, os Garotos do Ninho venceram o Volta Redonda por 3 a 1, de virada. Lincoln, duas vezes e Patrick, marcaram os gols do Flamengo, enquanto Caio descontou para o Voltaço. Com o resultado, o Flamengo se classificou matematicamente para a semifinal do Estadual, que é o mais importante. O Rubro-Negro também está muito perto de garantir a vaga para a semifinal da Taça Rio. Se conquistar mais um ponto nos seis restantes, o Flamengo além de garantir presença na final do turno, vai obter a vantagem do empate nas duas semifinais (Taça Rio e Estadual).

    Com a situação bem encaminhada no Campeonato Carioca, o Sub-20 volta as atenções para a final da Copa do Brasil. Na próxima quinta-feira (08), os Garotos do Ninho enfrentam o Atlético-MG no primeiro jogo da decisão. O clássico está agendado para a Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, mas a diretoria do Galo irá expedir uma solicitação formal à CBF para alterar o mando de campo para o Estádio Independência. Pela Taça Rio, o Flamengo volta a campo no dia 11 de junho, contra o Tigres do Brasil, em Duque de Caxias.

    Flamengo domina, mas vai para o intervalo perdendo

    Como faz toda vez em que atua em casa, o Flamengo procurou o ataque desde os primeiros minutos da partida. Com bastante liberdade pelo lado direito, os  comandados de Gilmar Popoca criaram suas melhores jogadas por este setor do campo. Aos sete minutos, após boa jogada de Kleber, Gabriel Silva ficou de frente para o gol, mas perdeu uma chance incrível de abrir o placar.

    O Volta Redonda pressionava através de bolas paradas.  Em uma falta cobrada da intermediária, aos 14 minutos, o goleiro Yago fez uma excelente defesa salvando a equipe rubro-negra. Com o adversário recuado, Jean Lucas abusou dos chutes de longa distância. Aos 15′, o camisa 8 do Flamengo acertou o travessão do goleiro Felipe Gomes.

    Aproveitando um vacilo do sistema defensivo do Flamengo, o Volta Redonda abriu o placar aos 36 minutos. O atacante Caio pegou o rebote do goleiro Yago, após uma bola chutada do “meio da rua” e estufou a rede rubro-negra.  Flamengo 0 x 1 Volta Redonda.

    Popoca mexe no time e Flamengo vira no fim

    Para a etapa complementar o técnico Gilmar Popoca mexeu no time, substituindo João Pedro por Patrick. O meio-campo rubro-negro ganhou mais dinamismo, mas o time continuava pecando nas finalizações. Popoca, então, promoveu mais duas mudanças na equipe. Loran e Gabriel Silva saíram para as entradas de Lincoln e Fabrício, respectivamente.

    Com os velozes atacantes a pressão do Flamengo aumentou. Lincoln carimbou o travessão do Volta Redonda aos 15 minutos. No lance seguinte, Patrick também levou perigo em uma finalização dentro da área. O empate veio logo depois. Aos 19′, Kleber chutou cruzado, a zaga tirou em cima da linha, mas a bola sobrou para Lincoln que bateu firme, empatando o jogo. Flamengo 1 x 1 Volta Redonda. 

    Após o empate rubro-negro a partida caiu em intensidade. Com muitos erros de passe de ambos os lados, os times pouco ameaçavam. Na parte final do jogo, porém, a virada veio através dos pés de dois jogadores que entraram no segundo tempo. Aos 40′, o canhoto Patrick bateu de direita. A bola pegou efeito e surpreendeu o goleiro Felipe Gomes. Flamengo 2 x 1 Volta Redonda.  Lincoln se beneficiou do bom momento e fechou o placar, aproveitando a cobrança de lateral dentro da área feita por Moraes. Flamengo 3 x 1 Volta Redonda.

    Flamengo: Yago; Kleber, Bernardo, Thuler e Moraes; Theo, Jean Lucas e João Pedro (Patrick); Lucas Silva, Gabriel Silva (Fabrício) e Loran (Lincoln). Treinador: Gilmar Popoca.

    Foto: Gilvan de Souza /Flamengo
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  • Árbitro paraense apita primeiro clássico do Rubro-Negro no Brasileirão

    Na partida da quarta rodada do Campeonato Brasileiro de 2017, o Flamengo irá enfrentar o Botafogo, no próximo domingo (4), às 11h, no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. Para apitar a partida, a CBF escalou o árbitro Dewson Fernando Freitas da Silva (PA/FIFA) e os auxiliares Hélcio Araújo Neves (PA/CBF) e José Ricardo Guimarães Coimbra (PA/CBF).

    Em 2016, o árbitro paraense esteve envolvido em polêmicas, no jogo entre Flamengo e Santos, que terminou em 0 a 0 na Arena Pantanal. Naquela ocasião, o presidente Eduardo Bandeira de Mello reclamou publicamente da arbitragem, que não marcou um pênalti claro pelo toque de mão do jogador santista.

    Histórico em jogos do Flamengo

    Dewson Freitas atuou em apenas quatro jogos do Rubro Negro nos últimos dois anos, sendo três empates e uma derrota. Nos seus últimos jogos, o arbitro tem uma média de 6,2 cartões por jogo, sendo todos amarelos, apitando apenas jogos da Copa do Brasil, sendo essa a sua estreia no Brasileirão.

    O último encontro do árbitro com o Flamengo foi durante o Campeonato Brasileiro de 2016, no jogo polêmico contra o Santos. Antes disso no mesmo ano, o árbitro havia atuado uma derrota do Mais Querido, diante do Palmeiras no Mané Garrincha, por 2 a 1.

    Scout do árbitro em jogos do Flamengo

    Vitórias:0

    Empates:3

    Derrotas:1

     

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