Autor: diogo.almeida1979

  • Copa do Brasil Sub-20: Flamengo e Atlético-MG empatam no primeiro jogo da decisão

     

    Em um jogo marcado pelo equilíbrio, Flamengo e Atlético-MG empataram em 1 a 1, no primeiro confronto da decisão da Copa do Brasil Sub-20. O clássico aconteceu na noite desta quinta-feira (08), no estádio Independência, que recebeu 10.327 expectadores. As esquipes voltam a campo na próxima sexta-feira (16), às 16h, para o segundo e decisivo duelo.

    Mesmo sem ter uma grande atuação, os Garotos do Ninho saíram na frente com um gol de cabeça marcado pelo zagueiro Bernardo. O Atlético-MG pressionou e empatou da mesma forma com o volante Cícero. Gol fora de casa não é critério de desempate na decisão. Sendo assim, caso a igualdade persista na partida de volta, o vencedor da Copa do Brasil Sub-20 será conhecido através de cobranças de pênaltis.

    O jogo

    Com o apoio de sua torcida que compareceu em bom número ao estádio Independência, o Atlético-MG comandou as ações na primeira etapa do jogo. Enquanto o Flamengo aguardava uma chance para contra-atacar, o Galo trabalhava melhor a bola, tentando achar espaços na zaga rubro-negra. Marco Túlio foi bastante acionado pelo lado atleticano. Devido ao bom posicionamento defensivo dos Garotos do Ninho, o atacante passou a arriscar de fora da área e levou perigo.

    Bem postado defensivamente, o Flamengo encontrava muita dificuldade para trabalhar a bola no meio-campo. Os jogadores rubro-negros apostavam na ligação direita, o que não se mostrou a melhor estratégia. Aos 32 minutos, João Pedro arriscou de fora da área, dando o primeiro chute do Flamengo em direção ao gol do Atlético.

    A investida ao ataque animou o Rubro-Negro que passou a rondar mais a área atleticana. Em resposta, o Galo carimbou o travessão defendido por Gabriel Batista.  Aos 43 minutos o ponta Gabriel Silva fez uma linda jogada, com direito a chapéu no marcador e passe para Jean Lucas chegar batendo. O camisa 8, porém, chutou mal, mas conseguiu o escanteio. Kleber cobrou o córner e Bernardo, de cabeça, abriu o placar no Horto. Atlético 0 x 1 Flamengo. No lance seguinte ao gol rubro-negro, o Atlético foi ao ataque e teve um pênalti marcado a seu favor. Depois de muita reclamação, o árbitro Jeferson Antônio da Costa consultou o auxiliar e voltou atrás da decisão.

    GOL DO FLAMENGO! BERNARDO!

     

    A vantagem no placar não acomodou o Mais Querido. Diferente do que aconteceu na etapa inicial, o Flamengo começou o segundo tempo no campo ofensivo criando oportunidades de gol. Aos três minutos, Lucas Silva tirou dois jogadores da marcação e bateu de curva. A bola passou muito perto da meta atleticana. Organizado defensivamente, o Flamengo não sofria pressão do Atlético, que tinha mais posse de bola, mas pouco arriscava.

    Como sempre acontece, Patrick e Lincoln entraram nos lugares de João Pedro e Loran, respectivamente. Desta vez as substituições não tiveram o efeito esperado. Gilmar Popoca promoveu outras mudanças para oxigenar o time. O Flamengo tinha o controle do jogo, apesar da pressão do Atlético. Mas aos 36 minutos do segundo tempo, o volante Cícero igualou o marcador no Independência, deixando tudo igual no primeiro jogo da decisão. Atlético-MG 1 x 1 Flamengo. 

    Flamengo: Gabriel Batista; Kleber, Bernardo, Rafael e Moraes (Wesley); Theo (Gabriel Magalhães), Jean Lucas, João Pedro (Patrick); Lucas Silva, Gabriel Silva (Bill) e Loran (Lincoln). Treinador: Gilmar Popoca.

    Foto: Bruno Cantini / Atlético Mineiro

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  • O mito do grande elenco

    O passado guarda uma característica curiosa quando olhamos para ele. Já sabemos o que aconteceu depois, e isso muda tudo. Parece que a música de antigamente era muito melhor que a de hoje, mas talvez seja porque só lembramos dos Caetanos, Gils, Miltons, seus sons e seus dons geniais. As milhares de composições de gosto duvidável que habitaram aquela época se esvaíram com o passar do tempo.

    No passado, tudo é óbvio. Qualquer decisão de um treinador vista depois de definido o resultado é claramente genial ou idiota. Viver no passado é fácil.O futuro tem a característica oposta. Apesar das infinitas possibilidades que se abrem à nossa frente, muitas vezes escolhemos ver apenas aquelas que mais nos agradam. Não é a toa que a torcida do Flamengo passou os dois primeiros meses do ano discutindo se preferia Marinho e Tardelli ou Vitinho e Calleri. Viver no futuro é reconfortante.

    Já o presente… Ah, o presente! Esse tempo maluco que não vive do que foi nem do que será, mas do que é. Todas as decisões da nossa história são tomadas no presente – e ele muitas vezes nos prega peças.

     

    Dez anos atrás…

    Quando o Flamengo entrou em campo na Libertadores de 2007 com Bruno, Leonardo Moura, Irineu, Moisés, Juan, Paulinho, Claiton, Renato Abreu, Renato Augusto, Roni e Souza, todo rubro-negro vivo ou morto sonhou com o título.A dupla de zaga, trazida direto do Ipatinga por Ney Franco, foi considerada firme nos primeiros testes; Paulinho, também trazido do Ipatinga, era um cão-de-guarda respeitado, com uma disposição impressionante; Claiton vinha de uma boa temporada pelo Botafogo; Roni fazia gols pelo Atlético Mineiro; Renato Augusto, recém revelado da base, dava esperanças para a torcida. Era um time competitivo.

    O Boca, campeão naquele ano, tinha Caranta, Daniel Díaz, Ibarra, Morel Rodríguez, Clemente Rodríguez, Ledesma, Éver Banega, Dátolo, Riquelme, Rodrigo Palacio e Martín Palermo. Mesmo que você não acompanhe muito o futebol fora do Flamengo, com certeza já ouviu o nome de meia dúzia desses jogadores, que se destacaram ao longo de suas carreiras. O Flamengo não fazia frente. De jeito nenhum. Hoje isso é claro e cristalino.

    Em 2010, depois do desmonte do time campeão brasileiro, o Flamengo sofria no fim da tabela. O treinador Rogério Lourenço foi demitido em agosto e saiu reclamando. Segundo suas palavras, ele “roeu o osso”, mas foi mandado embora quando “chegou o filé mignon”. Ele se referia à nova dupla de ataque contratada pelo Fla: Diogo e Deivid, que chegaram para elevar o nível técnico do time, custavam 50% a mais que Adriano e Vagner Love e…

    Vou pausar aqui por um minuto para que você, nobre torcedor rubro-negro, possa rir um pouco. Ah, o presente, essa época incerta que nos dá essa infinita capacidade de falar “merda”.

    Um exercício

    Meu ponto é que olhar as coisas no presente é muito diferente. Exige um distanciamento que é difícil. Mas vamos fazer um exercício completamente maluco. Tente imaginar um encontro na arquibancada daqui a dez anos, em 2027. Você e seus amigos olhando para trás, discutindo esse time de 2017. Qualquer análise vai depender decisivamente do onde esse time foi capaz de chegar. Se tiver uma grande arrancada e ganhar o Brasileiro, talvez lembremos desses jogadores com enorme carinho – assim como lembramos de Maldonado, Álvaro, Juan, Zé Roberto, Toró, Willians e outros jogadores que poderíamos nem lembrar o nome se não fosse aquele brasileiro.

    Há jogadores, por outro lado, que foram muito mal no Flamengo, mas que nenhum rubro-negro ousa dizer que eram ruins. Alex e Denilson talvez sejam os maiores exemplos.Mas seja sincero. O que você vai estar falando de Muralha, Vaz, Márcio Araújo e Damião? E de Pará, Trauco, Rodinei, Renê, Berrío, Cuellar e Mancuello? Será que lembraremos deles como lembramos de Claiton, Irineu, Paulinho e Roni? Será que Ederson será lembrado como grande meia ou como homem-de-vidro?

    Você deve estar se perguntando onde está Gabriel na lista acima. O décimo-segundo jogador do elenco não é, na minha opinião, uma incógnita. É um jogador que fez mais de 200 partidas pelo Flamengo sem ter completado cinco boas jogadas. Eu já sei o que direi dele em dez anos.

    O elenco do Flamengo é, sim, acima da média no futebol brasileiro. Poucos jogadores do Botafogo, do Vasco ou do Fluminense brigariam pela titularidade na Gávea. Mas não parece ser essa brastemp toda, a não ser que seja muito bem montado.

    O treinador

    Zé Ricardo tem suas convicções. Eu respeito isso. Prefiro discordar do técnico do que voltar ao tempo de Mano Menezes ou Cristóvão Borges, quando nem havia uma ideia pra gente discordar. Porém, está claro que ele não tira o máximo do elenco. O Flamengo jogou bem em poucas partidas no ano. Em algumas delas (as mais importantes), até jogou bem, mas perdeu de maneira infantil.

    Pior que isso, ele insiste de maneira catastrófica em alguns nomes. Barrou Vaz por uma “queda de rendimento”, segundo ele próprio. A decisão foi acertada, mas porque não se aplica a Muralha, Márcio Araújo e Arão? Ou até mesmo a Pará, Réver e Everton? Gabriel estaria jogando se não estivesse machucado? Zé parece querer provar um ponto. Não é possível ser tão cabeça dura. Ele parece estar por um fio. E não foi por falta de aviso.

    Só o futuro dirá, mas esse elenco do Flamengo está caminhando para se tornar uma piada. Uma piada de mal gosto.

    Téo Ferraz Benjamin escreve as análises táticas do Mundo Bola. Siga-o no Twitter: @teofb

    Foto: Reprodução

     


    Este texto faz parte da plataforma de opinião Mundo Bola Blogs, portanto o conteúdo acima é de responsabilidade expressa de seu autor, assim como o uso de fontes e imagens de terceiros. O Mundo Bola respeita todas as opiniões contrárias. Nossa ideia é sempre promover o fórum sadio de ideias. Email:contato@fla.mundobola.com.

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  • Patch do Brasileiro Feminino 2016 está presente no uniforme do Flamengo/Marinha

    Desde o duelo contra o Santos, no dia 9 de maio, as meninas do Flamengo/Marinha vem jogando com uma “novidade” no Manto Sagrado. A partir dessa data, o patch alusivo à conquista do Campeonato Brasileiro Feminino de 2016 esteve presente no uniforme do Mengão.

    O logotipo está presente na manga direita. Normalmente, seria estampado entre o escudo do Flamengo e o da Adidas, fornecedora de material esportivo. Porém, o local já está ocupado, com o bordado da Marinha do Brasil, ou seja, acabou sendo transferido para a manga.

    Para os supersticiosos, uma curiosidade: já foram realizados 4 jogos com o patch: um empate com o São José, uma derrota para o Santos e duas vitórias, diante Ferroviária e Vitória.

    Crédito na foto: All Sports Photo Agency

     

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  • Onde estão os colhões do Flamengo?

    Nada mudou.

    É muito difícil, e nada recomendado, fazer qualquer coisa de cabeça quente, mas é necessário falar sobre o Flamengo.

    Após mais uma derrota vergonhosa no ano, me lembrei da também vergonhosa entrevista do EBM pós-eliminação na Libertadores para o Mauro Cezar Pereira, ainda na Argentina. Naquela entrevista o presidente/VP de futebol disse com todas as palavras pra quem quisesse ouvir: “Se alguém está pensando em caça às bruxas, pode tirar o cavalinho da chuva”.

    Uma clara declaração de que nada ia mudar. E nada mudou.

    Essa eliminação era pra doer na alma e no corpo, era pra entrar no vestiário e comer no esculacho esse elenco frouxo, eram pra sair de lá sentindo falta do colo da mãe de tanto esporro que tomaram. Mas nada mudou, todos aqueles que contribuíram para mais um vexame internacional continuam no time, no corpo técnico e na diretoria.

    Nada muda desde 2013, o ano 1 da diretoria azul. Todos os que assumiram o cargo de VP de futebol na diretoria azul eram pessoas inexperientes no cargo, nenhum veio do “mercado”, todos formados e competentes em outras áreas. Sem falar de outros nomes do DP de futebol, como Fernando Gonçalves, o tal “coach psicológico”. É só olhar para esse time em frangalhos para ver que seu trabalho não está funcionando.

    O técnico Zé Ricardo é apenas a ponta mais fraca, mas não menos importante, desse DP de futebol inútil que acumula vexames.

    A eliminação da Libertadores era pra ser um momento de reflexão, de análise dos erros e mudanças no time. Não foi o que aconteceu. Zé preferiu morrer abraçado aos seus perebas de estimação, continuou insistindo em Vaz/MA/Arão/Muralha/Gabriel/Damião e agora se vê perdido em meio a um mar de cobranças e resultados pífios.

    Mas Zé Ricardo não pode ser o único a pagar o pato, tem mais gente aí pra ser cobrada e ter seu trabalho reavaliado. Rodrigo Caetano montou o time com 19 derrotas no BR de 2015, montou o time eliminado de tudo em 2016 e eliminado da Libertadores 2017, mas segue firme e forte em seu cargo, garantido por uma renovação de contrato até o fim de 2018. Vergonha de quem foi no aeroporto gritar “Caetano é nosso rei”.

    É muito fácil ser funcionário do Flamengo. Mauro Cezar Pereira fez uma ótima comparação entre o Flamengo azul e o funcionalismo público: o funcionário chega, faz o serviço e vai embora. Sem cobranças porque não importam os resultados, são intocáveis em seus cargos.

    Mas quem vai cobrar esses e outros nomes do DP de futebol? O presidente/VP de futebol é um senhor mimado, egocêntrico e prepotente. Já bateu boca com torcedores enquanto o Flamengo era eliminado da Copa do Brasil pelo Fortaleza. Manteve no cargo uma pessoa investigada na Lava Jato, chegando a chama-lo de “01 do grupo azul”. Vai pra televisão defender os perebas do elenco, como foi com o zagueiro Wallace e com Márcio Araújo.

    Sinceramente, eu não tenho mais ilusão alguma com esse Flamengo azul, um clube sem alma de Flamengo e com um time frouxo igual seus gestores. 6 pontos em 15 disputados, eliminado da Libertadores na primeira fase e classificado no sufoco na Copa do Brasil. Colecionadores de vexames.

    Ou mudam o DP de futebol ou nunca vão conseguir alcançar grandes resultados. Mas já vimos que o presidente/VP de futebol não tem colhões para fazer tais mudanças.

    SRN.

     
    George Castro é colaborador do Mundo Bola desde os primeiros dias. Já escreveu matérias no Mundo Bola Informação e agora desfila suas opiniões aqui no blog Resenha Rubro-Negra
    Siga-o no Twitter: @George_CRF e @RESENHA_Mundo Bola

     


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  • Precisamos caçar as bruxas e não escolher um bode expiatório

    Após uma noite mal dormida por conta da derrota de ontem, resolvi fazer uma análise sobre o futebol do Flamengo, não só o desempenho. Entendo que agora é a hora de se fazer a “caça às bruxas” e mudar o que tem ser mudado.

    Vamos começar pelo time. Apesar de ser vergonhoso ser eliminado na fase de grupos da Libertadores, se analisarmos friamente, o time só apresentou um mau futebol no último jogo, merecendo ganhar os jogos contra Atlético-PR e Universidade Católica fora. Só que futebol nem sempre quem joga melhor ganha. O fato é que o time se perdeu após a eliminação na Libertadores, mas já está na hora de levantar a cabeça e voltar a apresentar um bom futebol.

    Depois da eliminação na Libertadores, o time vem alternando boas e más atuações. Destacando as péssimas atuações no jogo de volta da Copa do Brasil contra o Atlético-GO e Sport ontem pelo Campeonato Brasileiro. Ontem, em especial o 2º tempo foi muito abaixo. O time não tem atuado com fibra, com aquela gana de quem quer ganhar. A torcida perdoa até time ruim, mas não sem raça. Faltou isso ontem, quando o time foi acordar já eram 45 minutos do 2º tempo.

    Agora vamos a análise do elenco, o Flamengo não é essa maravilha que vinha sendo dito, mas também não é horrível. Na minha visão, precisamos de um goleiro para ser titular indiscutível, pelo menos mais um zagueiro e um atacante que faça os lados do campo e saiba fazer gols.

    Alguns jogadores podem até fazer parte do elenco, mas nunca serem titulares do time. Muralha atualmente não tem condições de ser titular, futebol é momento e o dele é ruim, a derrota de ontem pode cair na conta dele. O time num todo tem culpa por não ter reagido a tempo, mas se ele não tivessem falhado, a probabilidade de o resultado ter sido outro era grande. As falhas do Muralha vem se repetindo com frequência.

    Muralha não é o único, outro é Rafael Vaz, mas esse parece que o Zé Ricardo já viu que não pode ser titular. Acho que pode compor o elenco, agora ser titular jamais. Não pense que me esqueci do Márcio Araújo, que é um jogador que todo elenco tem que ter para ser utilizado em determinados momentos do jogo ou em uma partida específica, não para ser titular. O elenco tem opções que além de marcar agregam valor no conjunto como bom passe vertical e virada de jogo, como Rômulo, Cuéllar e Ronaldo. Por fim, acho que o Gabriel não pode ser a primeira opção em caso de contusão ou suspensão, mas acredito que mesmo depois de recuperado não será.

    O caso do Willian Arão é outro história, não pode ser um jogador insubstituível como vem sendo tratado. Na verdade, acho que deveria ficar dois jogos no banco para acordar. A meu ver, não pode haver jogador insubstituível. O futebol moderno não nos permite isso. Há jogadores, como o Diego, que podem ter mais oportunidades se vier jogando mal, mas nunca serem tratados como insubstituíveis.

    De tudo o que falei, indiretamente já estava analisando o Zé Ricardo. Hoje, mais calmo, não acho que a troca de técnico seja a melhor opção. Primeiro, porque não acho que o Zé Ricardo seja o único culpado pela situação, e segundo por não haver opções que sejam indiscutivelmente muito melhor do que ele.

    O Zé Ricardo tem um defeito grave que é a teimosia em insistir em determinados jogadores. Não é inteligente da parte dele, mas garanto que o julgamento de parte da torcida em relação a ele seria outro, caso não insistisse em nomes como Vaz, Márcio Araújo e Gabriel. O técnico não deve fazer tudo o que a torcida quer, mas precisa saber que precisa dela para se manter no cargo nos momentos difíceis.

    Também entendo que precisava chegar alguém da direção e tentar abrir os olhos dele nesse sentido. Parece que o Zé Ricardo entendeu isso e deve fazer mudanças no time, espero que sejam as corretas.

    O Zé Ricardo é um técnico que protege o grupo, acho isso uma grande qualidade. O técnico não deve ficar jogando seus jogadores na fogueira. Pegou um time que não vinha jogando bem com o Muricy e fez jogar, se fosse um mau técnico não faria isso. Concordo com o argumento que ele teve o Diego e o Muricy não, mas o time vinha bem antes do Diego. Agora temos que ser justos e vermos que o Diego voltou faz 2 jogos e mesmo assim não está na sua plenitude, não consegue jogar 90 minutos de um jogo.

    O Flamengo precisa ter um vice-presidente de Futebol urgente, mas alguém com experiência para segurar o rojão, blindar o time e o técnico. Alguém para chegar nos líderes do elenco e saber se eles estão com o Zé Ricardo. Caso não, troca de uma vez. Caso sim, tem que sacudir os jogadores, dizer que a torcida quer um time com raça, com sangue nas veias, que luta pela vitória.

    Alguém para chegar no Zé Ricardo e dizer para não insistir em determinado jogador, que não vai segurá-lo no cargo se os resultados não vierem.

    Do jeito que está, podem contratar Messi e Cristiano Ronaldo que o time não vai chegar a lugar nenhum. Não há um único culpado, trocar o técnico é a opção mais fácil e nem sempre a correta. Precisamos caçar as bruxas e não escolher um bode expiatório.

    Saudações Rubro-Negras!

     
    Bruno Baesso é apoiador do site Mundo Bola.


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  • Livre arbítrio

    Não se pode dizer que foi surpresa. Não se pode dizer que não houve aviso. Zé Ricardo apostou. Apostou alto e perdeu. Zé Ricardo acreditou que, mantendo os que compraram a sua briga em 2016, iria manter o padrão de jogo, a segurança defensiva e o volume ofensivo. Mas o futebol é dinâmico. No Flamengo, o dinamismo é ainda maior.

    Alguns nomes do elenco, pior ainda, do time titular, se tornaram ícones da fase conturbada e perdedora que vive o Flamengo. E, assim como o futebol se mantém pobre frente as possibilidades do grupo, tais ícones se mantém intactos na formação do Flamengo. Toda impaciência da torcida é direcionada a eles, exatamente porque em todo dissabor rubro-negro, eles estão envolvidos. Nesse caso, como na maioria dos outros, a voz do povo é certeira, exata e implacável.

    Muralha é um remendo do que imaginamos que ele seria. Eu mesmo imaginei que tínhamos resolvido o problema do gol. A maioria dos rubro-negros imaginou. A diferença entre a Nação Rubro-Negra e Zé Ricardo, nesse caso, é que quando percebemos que Muralha não passava de um goleiro mediano, pedimos a contratação de outro goleiro ou a promoção do jovem Thiago. Zé Ricardo também percebeu, mas insistiu. E insiste até hoje. Incontáveis são os jogos que perdemos ou empatamos por culpa do nosso goleiro. Não há sobrevida para Zé Ricardo com Muralha no gol.

    Marcio Araújo, diferentemente do Muralha, nunca caiu nas graças da torcida. Fica fácil perceber isso se lembrarmos que nem o gol contra o nosso rival Vasco no último minuto da final do Carioca de 2014 que decidiu o campeonato e manteve a sina vascaína de vice do Mengão, elevou o patamar do jogador. Atleta mediano, medíocre, que nunca obteve resultados de excelência e joga com a displicência que nem os maiores craques mundiais do meio-campo apresentam. Pode ser gente boa, pode ser legal, pode ter muita fé. Mas não é jogador para o Flamengo. Se não era para times menores, frequentadores de divisões subalternas do futebol brasileiro, nunca pode ser para o Flamengo. Mas Zé o mantém. E o mantendo consegue acabar com um ponto fundamental no futebol moderno: a saída da defesa para o ataque. Incrivelmente, a mídia não costuma partilhar do desgosto da torcida com esse jogador. Mas isso não diminui a pressão que sofre o técnico ao teimar com o volante no time titular. Não há sobrevida para Zé Ricardo com Marcio Araújo no meio-campo.

    Outros nomes, como Rafael Vaz, Gabriel, Leandro Damião e Arão são mais exemplos da teimosia do treinador. Perder o grupo é substituir os jogadores que não mostram evolução e que não justificam suas titularidades ou perder o grupo é manter na reserva os que demonstram, no campo e nos treinos, que deveriam ter oportunidades frente a jogadores em péssima fase? No futebol, como na vida, a meritocracia é o modelo validado para a promoção e desenvolvimento dos jogadores. E o desestímulo ao perceber que a meritocracia não é aplicada acaba por promover o descontrole do comandante, no caso, do treinador. Não há sobrevida para Zé Ricardo sem adotar imediatamente a meritocracia.

    Zé Ricardo é, hoje, o treinador mais longínquo da série A do futebol brasileiro. Completou um ano de comando no Flamengo. Nesse período, teve as suas convicções. Arrumou o time em 2016, mas não evoluiu no decorrer do tempo. Se os últimos três parágrafos terminaram com um afirmação, o texto termina com uma pergunta: Há sobrevida para o Flamengo com a manutenção do Zé Ricardo?

    Obs.: Em enquete realizada no Twitter, os leitores pediram que fosse analisada a configuração tática do time com a chegada dos reforços rubro-negros. Por conta da triste noite de ontem, foi preciso tratar da permanência do treinador à frente do Flamengo. Prometo uma análise detalhada do novo time que deve ser montado, por setores, em um texto exclusivo nos próximos dias.
    Saudações Rubro-Negras

     
    Felipe Foureaux escreve todas as quintas-feiras. Siga-o no Twitter: @FoureauxFla


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  • No Independência, Atlético e Flamengo disputam final da Copa do Brasil Sub-20

    A maior rivalidade interestadual do futebol brasileiro ganha um novo capítulo nesta quinta-feira (08). No estádio Independência, Atlético-MG e Flamengo disputam o primeiro jogo da decisão da Copa do Brasil Sub-20. A partida acontece às 18h30 e terá transmissão do SporTV e ESPN, além de Tempo Real no Mundo Bola.

    Os Garotos do Ninho estão invictos na Copa do Brasil. Em sete jogos disputados, a equipe comandada pelo técnico Gilmar Popoca conquistou cinco vitórias, dois empates, marcou 13 gols e sofreu seis. O Flamengo teve uma campanha bem tranquila até a decisão. CRB, Figueirense , Bahia  e Avaí foram os adversários enfrentados pelo Rubro-Negro.

    Já o Atlético teve seis vitórias e duas derrotas em sua campanha. Um dos reveses do Galo aconteceu na semifinal diante do Vasco. Mas jogando em São Januário, o time mineiro marcou dois gols em São Januário e venceu por 3 a 2, garantindo a vaga na decisão.

    O Flamengo terá os desfalques de Dener (zagueiro) e Hugo Moura (volante), por lesão; Hugo (goleiro), Michael (lateral-esquerdo) e Vinicius Souza (volante) estão com a Seleção Brasileira na França. Machucado, o volante Renan Gomes é a única baixa no Atlético.

    Provável escalação: Gabriel Batista; Kleber, Bernardo, Rafael e Moraes; Théo, Jean Lucas e João Pedro (Patrick); Lucas Silva, Gabriel Silva e Loran (Lincoln).

    “Eles terão a vantagem de jogar em casa, com o apoio da torcida, que sabemos que irá comparecer em grande número. Mas nossa equipe já deu ótimas respostas em situações adversas como essas, são garotos que têm uma personalidade muito positiva e que não sentem esse tipo de pressão. Isso nos passa uma confiança muito grande para entrarmos em campo com a tranquilidade suficiente para levarmos um bom resultado para o jogo de volta no Rio de Janeiro, aonde contamos com o apoio da Nação para nos ajudar a fazer a diferença” disse o técnico Gilmar Popoca  ao site do clube.

    Confira como foi o último treino dos Garotos do Ninho antes da decisão.

     

    Foto: Bruna Basílio  
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  • Nada mais do que sua obrigação, Flamengo – Nº 05

    Não estou aqui pra falar do que está certo. Esta coluna não comemora vitórias, apenas títulos. A visão será sempre crítica. Alguns, empolgados pela vitória efêmera, vão me acusar de pessimista e corneta. Não importa. Apenas títulos importam. O resto é fracasso.

    Diogo Almeida
     

    Sport 2 x 0 Flamengo- 5ª Rodada do Brasileiro-2017

    Departamento de futebol ou área de compadrio?

    Caso o time tivesse perdido jogando bola, construindo inúmeras jogadas trabalhadas e demonstrado disciplina tática, já seria ruim. Visto que perder jogando bola e mostrando plena capacidade para o resultado positivo também é demonstrativo de que alguma coisa não está funcionando, geralmente, nesse caso, poder de fogo ou a calma do sniper (algo que abordei em uma coluna de maio de 2016: Falta ao Flamengo o poder paciente de um sniper).

    Mas este Flamengo atual não tem mais nada. Não falta a ele apenas um ou dois ou três detalhes. O futebol apresentado pelo Flamengo de Zé Ricardo parou de evoluir no Flamengo e Figueirense disputado no Pacaembu, no dia 18 de setembro de 2016. E nenhum dirigente do clube, amador ou remunerado, detectou ou ao menos pareceu preocupado com a nítida e progressiva decadência técnica, tática e comportamental do time em campo. Já se vão nesse ínterim quase 8 meses. Adicionem a este descenso novos jogadores contratados, não os esquecemos.

    Então vamos ao caderno de perguntas. Quem sabe a diretoria não nos responde? Diferente do vampiresco presidente da república, já passou da hora do nosso meritoso presidente Eduardo Bandeira de Mello responder algumas perguntas mesmo sem uma ordem judicial. A torcida moralmente merece saber mais a respeito da caixa-preta que é (há tempos) o departamento de futebol do Flamengo.

    Quem cobra Rodrigo Caetano?

    Após a eliminação na Libertadores, Rodrigo Caetano deixou implícito que a meta no Brasileiro é a classificação para a próxima Libertadores. Ganhar títulos importantes ficou em segundo plano, mera consequência de uma boa temporada? O Flamengo atual busca títulos ou boa temporada e quem sabe títulos?

    O preparador de goleiros atual veio com Muricy — um erro recorrente, técnicos vão e membros de sua comissão vão ficando, vão ficando… Muricy se foi e quem avaliou que Victor Hugo deveria ter ficado? As boas atuações de Paulo Victor?

    Novamente pergunto o que faz o Fernando Gonçalves no Flamengo. Coordenador de psicologia? Coach? Qual o objetivo deste profissional? Preparar os jogadores para a frieza, concentração? Gonçalves tem a missão de construir um espírito o mais indestrutível possível? Ou seu trabalho é manter os jogadores na linha, conscientes de que não podem ir para a noite e devem parecer que são disciplinados, bom-mocismo é a meta? A psicologia do Flamengo está preocupada com o quê, afinal?

    Gonçalves era diretor-executivo da Traffic. E do nada apareceu de coach do Flamengo. O coaching esportivo alavanca resultados, não é coisa para se brincar. Eu pergunto qual a grande case de sucesso que alçou o psicólogo (mestrado? doutorado?) Fernando Gonçalves de uma função de diretor de uma agência de marketing esportivo, focada em gestão de carreira e compra e venda de direitos econômicos de jogadores e eventos, ao cargo de coordenador de psicologia do Flamengo?

    Quem avaliou que Jayme de Almeida ainda é necessário? Jayme, pela sua história, não merece um cargo decorativo apenas porque a imprensa não engoliu lá atrás a forma como foi demitido.

    Quem avaliou que um técnico inexperiente, em seu primeiro desafio em um time profissional, e logo no maior deles, pudesse chamar outro amigo, no caso Cléber dos Santos, também inexperiente, para ser seu principal auxiliar?

    E Mozer? Afinal, o que faz nosso ídolo nessa Comissão Técnica?

    E os recentes entreveros na órbita do departamento médico? Discussões públicas, demissões acompanhadas de textinhos nas redes sociais…

    Bandeira é VP. Não tem problema ser VP, acumular. Por mim tudo bem, desde que trabalhe, se comporte e tenha postura como tal. Ontem deveria falar, não falou. Na Argentina falou e só disse besteiras, sem posturas de liderança e fortaleza adequadas àquele momento, bateu boca com jornalista que está com a chavinha no modo campanha política, chamou rubro-negros insones entupidos de calmantes de falsos rubro-negros e a cereja no bolo: ainda declarou que a derrota foi apenas uma derrota. Sem condições, presidente. Seu xodó Márcio Araújo estava andando em campo mais uma vez, reflexo do clima de compadrio que vive o futebol do Flamengo. Quando teremos um VP adequado ao momento? Quando Bandeira e este novo VP vão instalar a meritocracia e competitividade dentro do reluzente Ninho do Urubu?

    Estas são as minhas perguntas. Vou nem falar do jogo. Dos jogadores. Do resultado. Se Zé tem que sair ou ficar. Peço ao amigos que comentem e mandem outras interrogações para este caderno de perguntas.

    Participe da próxima coluna

    Você é mais um torcedor atormentado? Claro que sempre alguns outros pontos ficarão de fora do post. E é aí que eu conto com você também. O que você mais te incomodou no jogo entre Flamengo e Sport? Escreva no campo de comentários abaixo. Vou escolher a melhor resenha, que será publicada no próximo post!

     
    Diogo Almeida é um boleiro que aprendeu a falar difícil. Escreve no Cultura RN quando consegue colocar as ideias no lugar. Siga-o no Twitter: @DidaZico.
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  • Flamengo aguarda apenas papelada para anunciar Rhodolfo

    Nesta manhã o site do Besiktas publicou nota informando que o zagueiro Rhodolfo está realmente em negociações com o Flamengo, como há dias já adiantavam os meio de comunicação no Brasil e na Turquia.

    O fato é que Flamengo, Besiktas e Rhodolfo já estão acertados e não existe mais a possibilidade dos papéis não serem assinados pelas partes, que apenas aguardam protocolos burocráticos. Como é de praxe, o Flamengo só anuncia contratações quando tudo está assinado.

    Nas últimas horas desta quarta-feira, a imprensa turca noticiou que o Flamengo pagará cerca de 1,4 milhões de euros (cerca de 5 milhões de reais) no defensor. O repórter Vinicius Castro, do UOL, havia informado na segunda-feira (05/6) um valor menor, que chegaria a 4 milhões de reais.

    Com 30 anos de idade, o zagueiro começou sua carreira no atlético-PR, posteriormente obteve destaque no São Paulo e no Grêmio. Em Istambul não vem sendo muito aproveitado pelos “Águias” depois que passou por uma cirurgia ano passado. Na atual temporada Rhodolfo disputou apenas dois jogos em janeiro, pela Copa da Turquia.

    O jogador tem 1,93 e chega como solução para a zaga rubro-negra, que depois de um BR-2016 muito seguro, deu mostras de fragilidade este ano com a mesma dupla Réver e Rafael Vaz do ano passado. Além desses dois, o técnico Zé Ricardo conta com o experiente Juan, que teve boa atuação no último clássico contra o Botafogo; a promessa Léo Duarte, que ainda parece ser a última opção; e o celebrado Alejandro Donatti, argentino que sofre com repetidas contusões. Há rumores na imprensa mexicana e argentina de que Donatti estaria negociando com o Tijuana, do México, clube que acaba de contratar seu ex-técnico Eduardo Coudet no Rosário Central.

    Nota no site oficial do Besiktas informa: Luiz Rhodolfo está em negociações com o Flamengo

    *Créditos da imagem destacada: Site oficial Besiktas

     


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  • Após alguns anos, Fla volta a Ilha do Retiro para enfrentar o Sport

    Após mais um empate no Brasileirão, o Flamengo viajou para Recife, onde enfrentará o Sport pela 5ª rodada do campeonato. O duelo será nesta quarta-feira (07), às 21h45, na Ilha do Retiro, estádio em que o time carioca não pisa desde maio de 2012, no empate em 1 a 1 pela primeira rodada daquela edição do Campeonato Brasileiro.

    A partida marca o reencontro do time com o técnico Vanderlei Luxemburgo, recém chegado à capital pernambucana, que treinou o Fla em 2015, mesmo ano em que enfrentou o Mais Querido do Brasil pela última vez.

    Semana no Ninho do Urubu

    A semana do Flamengo estava calma até a noite desta segunda (05), quando por meio do seu Twitter oficial, a equipe enfim anunciou a contratação de Éverton Ribeiro, que estava no Al-Ahli (EAU), e foi campeão brasileiro com o Cruzeiro em 2013 e 2014. Ele estava nos Emirados Árabes desde 2015 e chega para assumir a camisa nº 7 do Mengão.

    Fora isso, o time participou de um jogo-treino contra o Mesquita e venceu por 4 a 1, gols de Mancuello, Vizeu e dois de Adryan. Conca participou de quase 50 minutos da atividade, se movimentou bem e deu bons passes, nada que o garantisse na relação dos atletas que vão enfrentar o Sport. Contudo, o argentino deve ter a oportunidade de estrear contra o Avaí no próximo final de semana. Conca ainda foi advertido pelo clube após faltar em treino no último sábado por ter ficado de fora do clássico contra o Botafogo.

    O Maior do Rio esteve envolvido nos sorteios da Copa do Brasil e da Primeira Liga. No primeiro enfrentará o Santos com o primeiro jogo em seu mando de campo, enquanto no segundo receberá o Paraná, em jogo único em casa.

    A equipe não contará com Guerrero e Trauco, ambos com a seleção peruana. Atacante e lateral-esquerdo ficarão de fora dos duelos contra Sport, Avaí e Ponte Preta, este último que será o primeira na – escolhida pela torcida em enquete – “Ilha do Urubu”.

    Semana do Sport

    No Leão o tom é mais preocupante após a segunda derrota em 4 jogos no Brasileirão. Isso se deve ao fato de Diego Souza, seu principal jogador, estar na Austrália junto com a seleção brasileira. Luxemburgo, que ainda não venceu em seus dois jogos como comandante da equipe pernambucana, pôde apresentar dois reforços: o lateral Sander e o volante Patrick.

    Quanta ao substituto de Diego Souza, Everton Felipe é favorito a fazer a função de “10”. Thomás, formado no Flamengo, pode ganhar a chance de ser titular após ter agradado nos treinos. Samuel Xavier e Raul Prata são dois atletas que se recuperaram de lesões e viraram opções pro duelo contra o Fla.

    Além do meia que está com a seleção brasileira, o lateral-esquerdo chileno Mena também será desfalque por estar junto a sua seleção.

    Histórico do confronto

    Flamengo e Sport já se enfrentaram 36 vezes, com 17 vitórias do rubro-negro carioca, 10 dos pernambucanos e 9 empates. Em 2016, cada equipe venceu um jogo por 1 a 0. Nos últimos dez encontros entre ambos, o Fla venceu 4, empatou outros 4 e perdeu apenas 2 vezes.

    Vanderlei Luxemburgo já enfrentou o Flamengo 27 vezes, com 12 vitórias, 7 empates e 8 derrotas. Nos últimos 5 duelos, foram duas vitórias, duas derrotas e um empate.

    Ficha técnica

    Sport x Flamengo

    Data: 07/06/2017

    Horário: 21h45

    Local: Ilha do Retiro

    Flamengo (provável escalação): Muralha; Pará, Réver, Juan e Renê; Márcio Araújo, Arão e Diego (Cuéllar); Ederson; Everton e Leandro Damião. Técnico: Zé Ricardo

    Sport (provável escalação): Magrão; Samuel Xavier, Ronaldo Alves, Durval e Patrick; Anselmo, Rithely e Everton Felipe; Thomás, Osvaldo e André. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

    Árbitro: Anderson Daronco

    Assistentes: Rafael da Silva Alves e Élio Nepomuceno de Andrade Júnior

    Transmissão: GLOBO (RJ, ES, BA, SE, AL, PE – menos Recife -, PB, RN, PI, PA- Santarém -, AM, RO, AC, RR e DF), PREMIERE e Tempo Real no @Mundo Bola_CRF

    *Créditos da imagem destacada: Gilvan de Souza/Flamengo

     


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