Autor: diogo.almeida1979

  • Ingressos – Iranduba x Flamengo/Marinha – Brasileiro Feminino 2017

    Duelo: Iranduba x Flamengo/Marinha

    Local: Arena da Amazônia

    Data e hora: 21 de junho de 2017, 20h (Horário de Manaus)

    Motivo: Quartas de final – Brasileiro Feminino 2017 (Volta)

    Setores disponibilizados: não definido. O Iranduba informa que não haverá separação de torcidas no momento da venda, mas no jogo em si, há divisão.

    Valores: R$ 20 Inteira – R$ 10 Meia

     

    Pontos de venda

    As vendas iniciam-se na segunda-feira (19) nos seguintes locais:

    Loja TC (Av. Mário Ypiranga, Manauara Shopping, piso I);

    Loja Dumont (Av. Mandii, 3, Distrito Industrial – em frente ao Novotel);

    Loja Technos (Rua Mogno, 600, Distrito Industrial).

    Arena Amadeu Teixeira – segunda e terça, das 9h às 17h; quarta-feira, das 9h às 16h;

    E na própria Arena da Amazônia – APENAS no dia do jogo, a partir das 16h.

     

    Obs.: Crianças de até cinco anos pagam meia, assim como estudantes e idosos;

     

    Vale lembrar que o jogo de ida, realizado no CEFAN, acabou empatado, em 2 a 2. O Mengão se classifica com empate de 3 ou mais gols, ou com vitória simples.

     

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  • Balanço da Copa do Brasil Sub-20: Jean Lucas sobe, Loran desce

    Apesar dos 70% de aproveitamento, o Flamengo ficou apenas com o vice-campeonato da Copa do Brasil Sub-20, ao ser superado pelo Atlético-MG nos pênaltis. Os Garotos do Ninho fizeram uma boa campanha, passando com muita tranquilidade por seus adversários até a decisão. Nem mesmo as lesões de Dener e Hugo Moura, e a promoção de Vinicius Junior ao time profissional, fizeram com que o rendimento da equipe caísse. Assim como aconteceu na Copinha, o Mundo Bola faz um balanço individual dos principais jogadores que entraram em campo ao longo da competição.

    Vinicius Junior (atacante, 16 anos) – Já na equipe profissional, Vinicius participou de quatro jogos e marcou duas vezes. Comandou o time nas vitórias diante do Figueirense, em Florianópolis, e Bahia, na Gávea. Mesmo com 16 anos, está acima dos demais jogadores da categoria.

    SOBEM

    Gabriel Batista (goleiro, 19 anos) – Terceira opção de Zé Ricardo no início da temporada, o arqueiro demonstrou porque recebeu tamanha confiança. Disputou oito dos nove jogos do Flamengo na Copa do Brasil, e teve excelentes atuações principalmente diante do Figueirense, onde defendeu um pênalti no início jogo,  Avaí e Atlético-MG. Em relação à Copa São Paulo, melhorou na saída do gol. Gabriel ainda revelou-se um bom líder na ausência do zagueiro Dener, incentivando e orientando os seus companheiros.

    Kleber (lateral-direito, 18 anos) – Embora tenha tido atuações discretas no jogos finais, Kleber foi uma importante peça no sistema rubro-negro. Titular em todos os jogos, o camisa 2 foi o líder em assistências da equipe, com quatro no total.

    Dener (zagueiro, 19 anos) – Zagueiro de uma técnica invejável, Dener repetiu as atuações que teve na Copinha. Desta vez o jogador não apareceu muito no ataque, mas soube como se portar na defesa e controlar os ânimos da equipe nos momentos de maior tensão. Rompeu o ligamento cruzado do joelho esquerdo e ficou de fora dos três últimos jogos.

    Rafael Santos (zagueiro, 19 anos)  – Participou de todos os jogos como titular e mostrou muita segurança. Bom no jogo aéreo tanto no ataque quanto na defesa.

    Michael (lateral-esquerdo, 18 anos) – Um dos bons nomes do time sub-20, acompanhado com muito entusiamo pelos torcedores. Michael participou de seis partidas na Copa do Brasil. O lateral destaca-se pela velocidade com que percorre o campo. Apóia e defende com muita eficiência.

    Lincoln (atacante, 16 anos) – Dois gols e duas assistências. Lincoln sentiu a diferença física da categoria e sub-20 e foi sacado da equipe, passando a entrar no segundo tempo. Com a subida de Vinicius Junior para o time profissional, é o principal nome da base. Mas não há dúvidas de que seu lugar, por enquanto, é entre os garotos.

    Jean Lucas (volante, 18 anos) – O jogador mais regular do Flamengo na Copa do Brasil Sub-20. Jean Lucas participou de sete jogos e foi o principal nome do meio-campo rubro-negro. Na ausência de um camisa 10 de ofício, organizou as jogadas pelo meio, aparecendo com certa liberdade pelo lado direito. O camisa 8 da Gávea tem muita personalidade e um potente chute de longa distância.

     

    Jean Lucas: destaque do Fla na Copa do Brasil (Foto: Gilvan de Souza)

     

     

    NA MESMA

    Lucas Silva (atacante, 19 anos) – Artilheiro da equipe com três gols, Lucas foi titular em todos os jogos. O atacante é um exemplo de garra, mas tem pouca inspiração. Joga como ponta nos dois lados do campo e acumula mais erros do que acertos.

    Patrick (meia, 19 anos)  – É o meia mais habilidoso do elenco, porém preterido por João Pedro e Gabriel Silva. Quando entrou no decorrer dos jogos, tornou o time mais dinâmico. Foi titular apenas na última partida e não teve uma boa atuação. Ainda não explodiu na base como se imaginava que iria acontecer.

    Wesley (lateral-direito, 17 anos) – Jogador promissor, atua muito bem apoiando e, assim como Michael, defende com a mesma eficiência. Ainda não teve um momento de grande destaque no time juniores, pois o titular da posição é incontestável.

    Bernardo (zagueiro, 19 anos) – Marcou um importante gol de cabeça no Independência no primeiro jogo da decisão. De modo geral, não comprometeu nas cinco oportunidades que teve, sendo como três como titular.

    Vinícius Souza (volante, 17 anos) – Participou de quatro jogos, sendo dois como titular. Teve atuações discretas, sem comprometer, mas sem muito ajudar.

    DESCEM

    Loran (atacante, 18 anos) – Jogador de muita força física e pouca habilidade. Ganhou a posição de Lincoln nos três últimos jogos, mas pouco acrescentou. Marcou dois gols na competição.

    Theo (volante, 19 anos) – Irregular, alternou bons e maus momentos. Substituiu Hugo Moura, que fraturou um osso no dedo do pé. Jogador com dificuldades na marcação, quando não é envolvido, apela para faltas desnecessárias. Mas tem um bom passe.

    João Pedro (meia, 19 anos) – Não conseguiu uma sequência de boas atuações. Apesar da técnica, é pouco efetivo. Todas as vezes em que foi substituído o time cresceu de rendimento.

    Gabriel Silva (atacante, 20 anos) – Atuou como meia centralizado e ponta pelo lado esquerdo, depois da saída de Vinicius Junior. É um jogador “pouco cerebral”,  e teve raros bons momentos. Com 20 anos, parece ter pouco a evoluir.

    Fabricio, “Bill” (atacante, 18 anos) – Entrou em sete jogos no segundo tempo, aprontando uma correria pelos lados do campo. Por enquanto, não mostrou mais que velocidade, mas tem uma boa margem para progressão.

    **Foram analisados somente os jogadores com mais de três jogos na competição.

     


  • Análise estatística – Flamengo na Copa do Brasil Sub-20 2017

    Na tarde de hoje (16), o Flamengo empatou sem gols com o Atlético-MG, na Ilha do Urubu. Era o jogo da volta, da final da Copa do Brasil Sub-20 2017 (o jogo de ida acabou 1-1). A decisão foi para as penalidades máximas, onde a equipe mineira sagrou-se campeã.

     

    Números da campanha

    9 Jogos – 5 Vitórias – 4 Empates – 14 Gols Marcados – 7 Gols Sofridos

     

    Gráfico – Idades dos atletas

     

    Jogos

     

     

    23 atletas utilizados;

    5 deles disputaram os 9 jogos na competição: Gabriel Silva, Kleber, Lucas Silva, Rafael Santos e Lincoln;

    Atletas mais novos: Lincoln e Vinicius Jr (16 anos);

    Atleta mais velho: Gabriel Silva (20 anos).

     

    Gols, Assistências e Cartões

    9 atletas anotaram os 14 gols do Mengão na competição;

    Lucas Silva foi o artilheiro, com 3 gols;

    Kleber foi o líder no quesito assistências: 4 passes para gol.

     

    Outros números

     

     

    Adriano Skrzypa é estudante de educação física e adora números.
    Siga-o no Twitter: @FlamengoNumeros

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  • Nos pênaltis, Flamengo é superado pelo Atlético-MG na decisão da Copa do Brasil Sub-20

     

     

    Em mais um jogo muito equilibrado do início ao fim, Flamengo e Atlético-MG empataram sem gols na segunda partida da decisão da Copa do Brasil Sub-20, na tarde desta sexta-feira (16), no Estádio Ilha do Urubu. Com o novo empate, o título foi decidido na marca da cal. Nas penalidades, o time mineiro venceu por 3 a 1, com três defesas do goleiro Cleiton.  No tempo normal, o árbitro carioca Pathrice Wallace Corrêa Maia ignorou um pênalti para o Flamengo aos 39 minutos do segundo tempo.

    Os Garotos do Ninho terminaram a Copa do Brasil invictos, com cinco vitórias e quatro empates em nove jogos disputados. O próximo desafio é a fase final do Campeonato Carioca. Classificado com a melhor campanha para a semifinal do Estadual, o Flamengo volta a campo na próxima quarta-feira (21), às 15h, na Gávea, contra o Nova Iguaçu, pela última rodada da Taça Rio Sub-20. O Mais Querido também está garantido na semifinal do segundo turno.

    Ainda este mês, o Flamengo estreia no Campeonato Brasileiro da categoria. O primeiro jogo do Mais Querido na competição será diante do Coritiba, no Estádio Couto Pereira, no dia 28 de junho, às 15h. Além de Flamengo e Coritiba, Corinthians, Goiás e Grêmio integram o Grupo C do certame nacional. Apenas duas equipes do grupo avançam de fase.

    Equilíbrio marca o primeiro tempo na Ilha do Urubu

    Dominados pela tensão, Flamengo e Atlético-MG fizeram um primeiro tempo de partida bastante equilibrado na Ilha do Urubu. O Rubro-Negro começou melhor, buscando o ataque. Pelo lado direito, Lucas Silva, aos cinco minutos, roubou a bola de Daniel, entrou na área, mas chutou para fora. Enquanto o Flamengo chegava com frequência pelo lado esquerdo, aproveitando a velocidade de Michael e Gabriel Silva, compactado, o time mineiro esperava uma oportunidade para contra-atacar.

    Foto: Gilvan de Souza

    Percebendo a dificuldade do Mais Querido de articular jogadas pelo meio-campo, o Atlético passou a sair com mais perigo. Bem postado, o goleiro Gabriel Batista defendeu sem grandes dificuldades as investidas do Galo pelo alto. Aproveitando uma bola levantada por Kleber após cobrança de escanteio, aos 19 minutos, o zagueiro Rafael cabeceou bonito para uma boa defesa do goleiro Cleiton.

    A resposta do time atleticano veio aos 34 minutos. O atacante Marco Túlio recebeu de Flavio, ajeitou e bateu de fora da área. O goleiro Gabriel Batista desviou e a bola carimbou o travessão. No lance seguinte, Gabriel Silva dominou pelo meio, entregou para Loran que mandou pra fora, desperdiçando a última chance do primeiro tempo.

    Flamengo cresce na partida, mas não consegue o gol

    Cientes de que o empate levaria a decisão para os pênaltis, os Garotos do Ninho, embora com a mesmo formação, voltaram do intervalo com uma postura mais ofensiva. Aos dois minutos, Jean Lucas recebeu de Gabriel Silva no lado direito e cruzou, mas a bola não encontrou ninguém do Flamengo na área. Aos seis, Kleber cobrou falta tentando encobrir o goleiro Cleiton, mas, atento no jogo, o camisa 1 do Galo fez a defesa.

    Com mais espaço no meio-campo, o Flamengo continuava criando chances de gol. Em mais uma tentativa no ataque, Jean Lucas fez boa jogada pelo lado direito, chegou com a bola na linha de fundo e fez o cruzamento. A bola desviou na marcação e, Lucas Silva, por pouco não chegou para completar para a rede.

    Pouco produtivos na partida, Patrick e Loran foram substituídos por Bill e Lincoln, respectivamente. Com o time ainda mais ofensivo, o Flamengo contou com o apoio da torcida que compareceu em bom número na Ilha do Urubu. No total, 6.730 presentes para uma renda de R$ 113.225,00. O Atlético, por sua vez, não dava tranquilidade ao goleiro Gabriel Batista. O arqueiro rubro-negro foi bastante exigido e salvou o Flamengo em diversas oportunidades na etapa complementar.

    O Flamengo teve ainda um pênalti ignorado pelo árbitro carioca. Aos 39′, Lincoln foi calçado dentro da área e a arbitragem nada marcou. Com os Garotos do Ninho demonstrando bastante cansaço, o jogo foi encerrado aos 49 minutos, e o título decidido nos pênaltis.

    Pênaltis

    A série foi aberta pelo zagueiro Bremer, que não deu chances para o goleiro Gabriel Batista. Lucas Silva empatou para o Flamengo. Batendo no canto, César colocou novamente o Atlético na frente. Na sequência, o goleiro Cleiton defendeu as cobranças de Rafael, Luiz Henrique e Jean Lucas. Gabriel Batista chegou pegar a bola batida por Daniel, mas Flávio converteu para o Atlético, dando o título ao clube mineiro.

    Flamengo: Gabriel Batista; Kleber (Wesley), Bernardo, Rafael e Michael; Theo, Jean Lucas (Vinicius Souza) e Patrick (Bill); Lucas Silva, Gabriel Silva (Luiz Henrique) e Loran (Lincoln). Treinador: Gilmar Popoca.

    Foto: Gilvan de Souza
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  • Consulado Fla-Itaboraí prepara festa para diplomação

    Ações, eventos e muita solidariedade. Mesmo com poucos meses de fundação, o Fla-Itaboraí tem trabalho de forma ativa na cidade metropolitana. Para coroar este bom início, o Consulado está preparando uma grande festa no dia 25 de junho –  data na qual receberá o diploma oficial do Flamengo.

    O evento, no Sítio BR Contry, contará com a presença do Vice-Presidente Geral do Fla, Maurício Gomes de Mattos e também da tradicional Charanga Rubro-Negra. Além da diplomação, haverá  transmissão do duelo entre Flamengo x Bahia, roda de samba e uma deliciosa feijoada.

    – Os preparativos estão a todo vapor! Faremos os ajustes finais no decorrer da próxima semana. Expectativa de fazer uma bela diplomação – relatou o presidente do Fla-Itaboraí, Jhonnathan Martins.

    O ingresso para participar do evento custa 20 reais (R$15 para sócios-torcedores). Os interessados podem entrar em contato diretamente com  Consulado clicando aqui.

    O Fla-Itaboraí

    Um dos mais jovens Consulados do Projeto das Embaixadas, o Fla-Itaboraí cresceu de forma rápida. Atualmente, conta com aproximadamente 100 membros (destes, 40 são sócios-torcedores). Seus encontros acontecem no Hastag Resenha Bar e Petiscaria (localizado na Rua João Feliciano da costa 42, centro-Itaboraí).

    Neste mês, duas belas ações estão acontecendo no Consulado. Além da campanha Meu Sangue Rubro-Negro, que está sendo desenvolvidas de forma conjunta pelo Projeto das Embaixadas, o Fla-Itaboraí também está recolhendo agasalhos para doar aos que mais necessitam.

    Contato

    Fla Itaboraí
    Itaboraí / RJ
    Presidente: Jhonnathan Martins
    E-mail: jhonnathan_falcao@hotmail.com

     

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  • Flamengo decide título da Copa do Brasil Sub-20 na Ilha do Urubu

    A Copa do Brasil Sub-20 chega ao fim nesta sexta-feira (16). O capítulo final da edição 2017 será escrito no recém-inaugurado Estádio Ilha do Urubu, no Rio de Janeiro. Pela primeira vez na história da competição, criada em 2012, um clube carioca pode levantar a tão cobiçada taça. Após o empate em 1 a 1 no Estádio IndependênciaFlamengo e Atlético-MG disputam o segundo e decisivo duelo da grande final, às 16h. O clássico terá transmissão do SporTV e Espn Brasil, e Tempo Real nas redes sociais do Mundo Bola.

    Na decisão da Copa do Brasil Sub-20 não há o critério de gol qualificado fora de casa. A tendência, então, é de que os times joguem ofensivamente, buscando a vitória no tempo normal. Caso um novo empate aconteça, o vencedor da competição será conhecido através de cobranças de pênaltis. Até aqui, Flamengo e Atlético-MG não precisaram das penalidades.

    Como prevê o regulamento da competição, o clube vencedor da Copa do Brasil Sub-20 de 2017, irá disputar um torneio de fase única com o clube que conquistar o Campeonato Brasileiro Sub- 20 de 2017, onde o campeão  terá vaga assegurada na Copa Libertadores da América Sub- 20 de 2018, caso esta competição venha a ocorrer.

    Em uma campanha bastante tranquila, o Flamengo passou ileso pelo CRB, Figueirense, Bahia e Avaí, podendo repetir o feito do São Paulo nas duas últimas edições do torneio e conquistar a Copa do Brasil de forma invicta. Veja os números da trajetória do Mais Querido.

     

    Os Garotos do Ninho realizaram na tarde desta quinta-feira (15), véspera do jogo, um treinamento no campo da partida. Foi o primeiro contato dos jogadores com a nova casa. O treinador Gilmar Popoca aproveitou o momento para conscientizar os meninos sobre a importância da partida.

    “Finalmente chegamos no momento em que tanto almejamos estar. Todo o trabalho já foi realizado, a equipe está mais do que pronta, e hoje foi um dia importante para conversarmos com todo o grupo, que tem muita qualidade, e mais uma vez conscientizarmos esses atletas da importância da conquista que um título como o da Copa do Brasil terá para todos nós e também para o clube. Além disso, foi muito bacana essa oportunidade de estarmos aqui e conhecermos esse belo estádio, que será nossa nova casa a partir de agora”, disse Gilmar Popoca ao site do clube.

    Saiba como garantir o ingresso para a decisão.

    Ficha Técnica

    Copa do Brasil Sub-20 – Final – Jogo de volta 

    Data: 16 de junho de 2017

    Local: Estádio Ilha do Urubu – Ilha do Governador (RJ)

    Horário: 16h de Brasília

    Arbitragem: Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ), auxiliado por Thiago Rosa de Oliveira (RJ) e Diego Luiz Couto Barcelos (RJ).

    Transmissão: SporTV, Espn Brasil e Mundo Bola

    Provável Flamengo: Gabriel Batista; Kleber, Bernardo, Rafael e Michael; Theo, Jean Lucas e Patrick; Lucas Silva, Gabriel Silva e Loran (Lincoln). Técnico: Gilmar Popoca.

    Foto principal: Bruno Cantini/Atlético

    Artes: Adriano Skrzypa

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  • Flamengo/Marinha sai atrás do placar, luta e arranca empate com o Iranduba

    Na tarde dessa quinta, o Flamengo/Marinha fez seu décimo quinto jogo no Campeonato Brasileiro Feminino 2017. Jogando contra o Iranduba, no CEFAN, as meninas do Mengão empataram com o Iranduba, pelo placar de 2 a 2. Com o resultado, o Flamengo terá que vencer o jogo em Manaus, na semana que vem, ou empatar em mais de 3 gols, para classificar-se às semifinais da competição.

    Os gols da partida foram anotados por Ingrid e Drielly, ambos no primeiro tempo., pelo Iranduba. O Mengão foi superior na etapa final, criando várias oportunidades, e empatando nos acréscimos: Raquelzinha, aos 46 e Bárbara, aos 47, igualaram o marcador. O jogo de volta será no dia 21 de junho, às 21h, na Arena da Amazônia, em Manaus.

     

    Escalação: Kaka; Raquelzinha, Ana Carol (Renata Diniz), Tânia Maranhão e Roberta Emilião; Diany, Rayanne (Patrícia), Ju e Bárbara; Jane e Flávia (Pâmela).

    Gols: Raquelzinha e Bárbara

    Estatísticas

    Brasileiro Feminino 2017: 15 jogos, 8 vitórias, 2 empates e 5 derrotas. 28 gols marcados e 16 sofridos;

    Bárbara: 45 Jogos –  19 Gols – 3 Cartões Amarelos. Em 2017: 14 Jogos – 6 Gols;

    Raquelzinha: 14 Jogos – 2 Gols

     

    Créditos imagem destacada: Flamengo

     

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  • A grana venceu a gana

    Fui ontem na estreia da Ilha do Urubu. O estádio é lindo, aconchegante, e organizado. O acesso é fácil, o campo é perfeito e a iluminação é incrível. De improviso aquilo ali não tem nada. É um estádio que não deve nada a vários outros da primeira divisão. Um dinheiro bem gasto. Ontem, porém, não estava lotado. E a diretoria terá que explicar o porquê.

    Ontem foi um estádio frio, sem pulmão. Pode ser apenas a torcida se acostumando com a nova casa. Pode ser também que a sonolência do time não inflame a arquibancada. A gente sabe que a magnética é capaz de puxar o time, mas o contrário também é verdadeiro. Ontem, a Ilha foi um estádio sem alma.

    Cito aqui Eduardo Galeano, em seu magistral livro “Futebol ao sol e à sombra”:

    “Você já entrou, alguma vez, num estádio vazio? Experimente. Pare no meio do campo, e escute. Não há nada menos vazio que um estádio vazio. Não há nada menos mudo que as arquibancadas sem ninguém.

    Em Wembley ainda soa a gritaria do Mundial de 66, que a Inglaterra ganhou, mas aguçando o ouvido você pode escutar gemidos que vêm de 53, quando os húngaros golearam a seleção inglesa. O Estádio Centenário, de Montevidéu, suspira de nostalgia pelas glórias do futebol uruguaio. O Maracanã continua chorando a derrota brasileira no Mundial de 50. Na Bombonera de Buenos Aires, trepidam tambores de há meio século. (…) O estádio do rei Fahd, na Arábia Saudita, tem palco de mármore e ouro e tribunas atapetadas, mas não tem memória nem grande coisa que dizer.”

    Precisamos decidir que tipo de estádio queremos ter. O que o nosso templo vai ter a dizer.

    A lei do mercado

    Todo mundo lembra de 2013 como o ano do título da Copa do Brasil. Ano de Brocador, Elias e Paulinho. Mas a verdade é que passamos por péssimos momentos naquela temporada. Tivemos quatro treinadores no ano. Dorival fez jus ao apelido: Do Rival. Jorginho não deixou nenhuma saudade. Mano Menezes montou um time que parecia mais um bando em campo, não trouxe nenhuma boa ideia (na verdade, nenhuma ideia, boa ou ruim), ganhou uma baba por isso e ainda saiu choramingando. Jayme só chegou para arrumar um pouquinho a casa no fim de setembro.

    Eu e boa parte da torcida roemos um belo osso naquele ano. Cansamos de ir para o Maracanã ver o Flamengo jogar muito, muito mal. Mesmo assim, em todo jogo, debaixo de chuva ou de sol, o torcedor estava lá. Chegamos na final da Copa do Brasil! E o ingresso mais barato custava duzentos e cinquenta reais. O mais caro, oi-to-cen-tos. Roemos o osso, mas na hora do filé mignon… “É a lei da oferta e da procura”, nos disseram.

    Palhaçada! Imagina que você está na fila por um transplante de fígado há anos e o médico te diz que vários órgãos compatíveis já foram encontrados, mas foram para pessoas que puderam pagar mais que você. Imagina você viajar no fim de semana com os amigos, mas aqueles que pagam mais podem se servir primeiro no jantar e nunca sobra nenhuma batata frita para você. Imagina se o seu candidato a presidência recebe mais votos, mas é derrotado porque o peso do voto de cada pessoa é proporcional a quanto ela tem no banco.

    O mercado é uma ferramenta muito útil para facilitar relações de troca. Mas só isso. Se deixarmos esses mecanismos mediarem todas as relações humanas, o nosso tecido social se corrói.

    Com um programa de sócio torcedor, é possível saber quem foi a qual jogo. Seria possível usar esse critério para dar prioridade na compra para a final. Seria muito mais justo do que o critério econômico. Ninguém é mais Flamengo que ninguém. Cada um tem seu jeito de torcer e tem torcedor que prefere ficar em casa. Respeito totalmente, mas a arquibancada deve dar prioridade para quem a frequenta na saúde e na doença. Quem rói o osso deveria ter prioridade no filé.

    Febre de bola

    Poderia falar muito sobre a relação do torcedor com o clube, mas vou citar Nick Hornby, que é preciso em seu ótimo livro “Febre de bola”. O trecho abaixo foi escrito na Inglaterra em 1992, mas poderia ter sido escrito no Brasil atual.

    “Os grandes clubes parecem ter se cansado das suas torcidas, e sob certo aspecto quem pode culpá-los? Jovens trabalhadores e homens de classe média baixa trazem consigo problemas complicados e ocasionalmente perturbadores; os diretores e presidentes podem argumentar que eles tiveram sua chance e a desperdiçaram, e que as famílias de classe média – o novo público-alvo – não só irão se comportar bem, como pagar muito mais para fazê-lo.

    Esse argumento ignora questões básicas que envolvem responsabilidade, justiça e o papel que os clubes têm ou não a representar nas suas comunidades. Mas mesmo sem essas questões, parece-me haver uma falha fatal nesse raciocínio.

    O prazer que um estádio de futebol pode proporcionar é, em parte, uma mistura do vicário com o parasítico, porque a não ser que a pessoa poste-se no Lado Norte, no Kop ou na Ponta Stretford, fica dependendo dos outros para que a atmosfera seja criada; e a atmosfera é um dos ingredientes cruciais da experiência futebolística. Essas torcidas imensas são tão vitais para os clubes quanto os jogadores (…) porque sem as torcidas ninguém se daria ao trabalho de ir ao jogo.

    Muita gente – o pessoal das cadeiras que custam vinte libras, e os caras dos camarotes executivos – também paga para ver a torcida que foi lá ver Paul Merson. Quem iria comprar um camarote-executivo se o estádio estivesse cheio de executivos? O clube vendia os camarotes incluindo a atmosfera de graça, de modo que o Lado Norte gerava tanta renda quanto qualquer um dos jogadores. Mas quem irá fazer o barulho agora? Será que a garotada suburbana de classe média ainda virá com suas mamães e papais se o barulho tiver de ser feito por eles mesmos? Ou será que se sentirão tapeados? Porque a realidade é que os clubes estão lhes vendendo ingressos para um espetáculo no qual a atração principal foi afastada para dar lugar a eles”

    É bom deixar muito claro: não é só o preço do ingresso. Esse é apenas um fator. Conta também a forma como se construiu a relação dos clubes com suas torcidas e seus ídolos nos últimos anos. Conta o posicionamento da mídia nisso tudo, já que o resumo do jornalismo esportivo se tornou “veja aqui os memes de zoação com o rival”.

    É um programa de sócio torcedor que não dá prioridade a quem comparece. É a venda casada de ingresso, que não permite que o cara vá a um único jogo com a grana que sobrou no fim do mês. É o fato de não poder levar bandeira, não poder pintar a cara, não poder acender sinalizador. É fazerem um estádio lindo e maravilhoso, mas que não tem espaço pra faixa nenhuma. É o cerco se fechando não só contra as organizadas, mas contra todas formas tradicionais de se torcer por aqui.

    Às vezes me parece que a diretoria do Flamengo preferiria embolsar R$ 1 milhão para jogar com o estádio vazio do que R$ 900 mil para jogar com o estádio lotado. Não gosto de acreditar nisso, mas é o que parece. Isso tudo é o torcedor sendo tratado como gado. Ou, muito pior, como mero consumidor.

    Se fôssemos apenas consumidores, não pagaríamos para ver o Flamengo. Não esse time do Flamengo, pode apostar. A Ilha precisa de alma. Para isso, precisa de torcida, não plateia. Precisa de gana, não de grana. De raça, não de pedigree.

    Respeitem o torcedor. Ele é o próprio futebol.

    Foto: Reprodução

    Téo Ferraz Benjamin escreve as análises táticas do Mundo Bola. Siga-o no Twitter: @teofb


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  • Ingressos – Flamengo x Atlético-MG – Final da Copa do Brasil Sub-20

    Duelo: Flamengo x Atlético-MG

    Local: Ilha do Urubu

    Data e hora: 16 de junho de 2017, 16h

    Motivo: Copa do Brasil Sub-20 – Final (Volta)

    Setores disponibilizados: Norte, Oeste e Leste

     

    Valores: entre R$ 10 e R$ 80

     

    Setor Norte

    ST Raça e superiores: R$ 20 (R$ 10 meia)
    ST Tradição: R$ 30 (R$ 15 meia)
    ST Nação Jr e Público geral: R$ 40 (R$ 20 meia)

    Setor Leste

    ST Raça e superiores: R$ 20 (R$ 10 meia)
    ST Tradição: R$ 30 (R$ 15 meia)
    ST Nação Jr e Público geral: R$ 40 (R$ 20 meia)

    Setor Oeste

    ST Raça e superiores: R$ 40 (R$ 20 meia)
    ST Tradição: R$ 60 (R$ 30 meia)
    ST Nação Jr e Público geral: R$ 80 (R$ 40 meia)

     

    Pontos de venda:

    Gávea
    15/06 – das 10h às 17h
    16/06 – das 10h às 14h

    Lojas oficiais do Flamengo 

    Loja Nação Rubro-Negra (Boulevard Rio Shopping) / Espaço Rubro-Negro (Centro, Downtown, Méier e Shopping Nova América)

    15/06 – das 10h às 17h
    16/06 – das 10h às 14h

     

    Online

    Clique aqui

    Bilheterias do Estádio Ilha do Urubu

    16/06 – das 10h às 16h45

     

    Abertura
    14/06, 10h – +Paixão
    14/06, 14h – Paixão
    14/06, 16h – +Amor
    14/06, 20h – Amor
    14/06, 22h – +Raça
    14/06, 23h – Raça
    15/06, 0h – Tradição
    15/06, 10h – Nação Jr. e Público Geral
    15/06, 10h – Pontos físicos

     

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  • CEFAN receberá o duelo entre Flamengo/Marinha e Iranduba nessa quinta

    Nesta quinta-feira, dia 15, às 15h, o Flamengo/Marinha enfrentará as meninas do Iranduba, em jogo válido pelo jogo de ida das quartas de finais do Campeonato Brasileiro Feminino A1 2017. O duelo será realizado no CEFANcom entrada franca de ambas as torcidas. Segundo a assessoria do Flamengo, a transmissão do jogo, a princípio, será aberta na FlaTV.

    Na primeira fase, o Flamengo/Marinha disputou 14 jogos, vencendo 8, empatando 1 e sendo derrotado em 5 ocasiões. Marcando 26 gols e sofrendo 14. Será o primeiro jogo da equipe no CEFAN neste ano. O CEFAN (Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes) está localizado na Avenida Brasil, 10590 – Penha, Rio de Janeiro – RJ.

     

    O Iranduba

    O Esporte Clube Iranduba da Amazônia foi fundado no dia 18 de janeiro de 2011, e, nesses 7 anos de vida, conquistou 6 títulos do Campeonato Amazonense de Futebol Feminino. Está participando pela 2ª vez do Campeonato Brasileiro Feminino. Ano passado, a equipe amazonense foi eliminada na segunda fase. Nesta edição do Brasileirão, o Iranduba disputou 14 jogos, venceu 12 e perdeu apenas 2, anotando 31 gols e sofrendo 10 (segunda melhor defesa da competição). Algumas destaques do time: a goleira Rubi, a meio-campista Djeni (convocada nessa semana para a Seleção Brasileira) e a atacante Kamilla.

     

    Retrospecto

    Flamengo e Iranduba já se enfrentaram 2 vezes, ambas pelo Brasileiro 2016. O Mengão venceu as duas: 3-1 no Rio de Janeiro e 2-1 em Manaus. Será também o reencontro da atacante Nathane e da goleira Maike com o Iranduba, que foram destaques da equipe na ótima campanha em 2016.

     

    Arbitragem e escalação

    O duelo será conduzido pela árbitra Rejane Caetano da Silva, auxiliado por Lilian da Silva Fernandes Bruno e Carlos Henrique Cardoso de Souza. O time titular para esse jogo ainda não foi definido pelo técnico Ricardo Abrantes.

     

    Siga-nos no Twitter: @FlamengoMarinha.

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