Autor: diogo.almeida1979

  • Flamengo vence na Gávea e conquista todas as vantagens na fase decisiva do Estadual Sub-20

    Fechando a fase classificatória da Taça Rio Sub-20, Flamengo e Nova Iguaçu se enfrentaram na tarde desta quarta-feira (21), no Estádio da Gávea. Com as equipes já classificadas para as semifinais do segundo turno, o jogo serviu para definir qual time avançaria como líder do Grupo A, e por consequência, teria o mando de campo e vantagem do empate na próxima fase.

    O Flamengo entrou em campo com um time misto, mas conseguiu a vitória por 2 a 1 sobre o time da Baixada Fluminense. Patrick e Rafael Carvalheira balançaram as redes para o Flamengo, enquanto Capixaba descontou  para os visitantes.

    Com os resultados da última rodada, os confrontos das semifinais da Taça Rio serão os seguintes:

    Flamengo x Fluminense, no sábado (24), às 10h, na Gávea.

    Vasco x Nova Iguaçu, no domingo (25), às 15h15, em São Januário.

    *Os clubes mandantes têm a vantagem do empate. Na decisão não haverá qualquer vantagem e o mando de campo será sorteado.

    Reprodução FERJ

    Os Garotos do Ninho já haviam garantido vaga nas semifinais do Estadual. Por ora, o adversário será o Madureira, que ficou com a quarta melhor campanha na classificação geral. Caso o Fluminense ou Nova Iguaçu conquistem a Taça Rio, o oponente do Rubro-Negro poderá ser alterado. E se avançar à decisão do Carioca, por ter feito a melhor campanha, o Flamengo poderá escolher o mando de campo da primeira ou da segunda partida da final.

    Reprodução/FERJ

    As equipes Sub-15 e Sub-17 também realizam no próximo fim de semana jogos importantes pelo Campeonato Carioca. No sábado, o time juvenil enfrentará o Fluminense, na Gávea, às 15h, pela semifinal da Taça Guanabara. Já no domingo, às 10h, é a vez do time infantil entrar em campo contra o Vasco, também na Gávea, em partida válida pela semifinal da Taça Guanabara.

     

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  • Com nome no BID, Rhodolfo está liberado para estrear

    A agonia dos torcedores do Flamengo em relação ao registro dos novos reforços no Boletim Informativo Diário (BID) acabou, mas somente quanto ao Rhodolfo. O zagueiro já teve seu nome publicado no BID e está liberado para estrear já nesta quinta (22), contra a Chapecoense. Tudo indica que ele deve ser titular no lugar de Juan.

    Já o nome de Éverton Ribeiro está demorando um pouco mais devido à parte que cabe ao Al Ahli, ex-clube do jogador. De Istambul, a diretoria do Besiktas contribuiu com a assinatura de todos os documentos necessários para o registro de Rhodolfo em tempo hábil. Já de Dubai, as coisas não vão como deveriam e o pessimismo por parte dos flamenguistas é grande.

    O clube árabe tem até antes das 19hrs (de Brasília) – às 2hrs da manhã de Dubai – para assinar todos os documentos. Caso não aconteça, o novo camisa 7 do Flamengo não irá estrear no próximo jogo. A expectativa da torcida é tão grande que fez o sistema da CBF travar.

    Outro nome que apareceu no BID foi o de Réver, que prolongou seu contrato com o Flamengo até o fim de 2019.

    *Crédito das imagens usadas: Reprodução Twitter/Rede do Futebol

  • 1, 2, 3, e… vestiu o Manto é nosso! Geuvânio enfim é anunciado pelo Flamengo

    Após vários dias no aguardo, o torcedor rubro-negro enfim pôde comemorar a chegada de Geuvânio como novo reforço do Flamengo. O contrato do jogador com o clube será por empréstimo de 18 meses com o time carioca bancando metade do seu salário (cerca de R$ 500 mil).

    O jogador ex-Santos foi anunciado pela conta oficial do Flamengo no Twitter. Como de praxe, brincadeiras foram postadas minutos antes ao anúncio:

    O jogador agradeceu o carinho da torcida e mandou um recado para a Nação:

    O atleta de 25 anos volta ao Brasil após boa temporada no clube chinês, sendo um dos principais jogadores na conquista da segunda divisão do país. Ele surgiu jogando como ponta-direita no Santos mas tem um bom número de partidas como ponta-esquerdo, ou seja, pode brigar por posição tanto com Éverton Ribeiro quanto com Éverton.

    A estreia, no entanto, não deverá ser no duelo desta quinta (22) contra a Chapecoense. O jogador precisa ser inscrito no BID e ser avaliado pela comissão técnica. Tudo indica que estará apto para o duelo de domingo, contra o Bahia.

    Este foi o 8º reforço do Fla na temporada. Com um elenco tão numeroso, há grandes possibilidades de saídas agora com a janela de transferências aberta. Donatti está próximo do Tijuana, Gabriel e Mancuello são nomes fortes para deixarem o clube. Com tantos bons jogadores, a cobrança por um título grande que já era forte antes dos últimos três reforços, se torna ainda maior.

    *Créditos da imagem destacada: Site oficial do Flamengo


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  • Fla Basquete retorna à Liga Sul-Americana após fim de suspensão

    Após ficar de fora da última edição da Liga das Américas, o Flamengo, enfim, poderá voltar a disputar competições internacionais. Na manhã de hoje (21), a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) anunciou o fim da suspensão aplicada pela a FIBA (Federação Internacional de Basquete) que impedia que times e seleções brasileiras participassem de partidas oficiais.

     

    Flamengo e Bauru ficaram de fora da edição passada da Liga das Américas

     

    Em 14 de novembro do ano passado a entidade anunciou a punição à CBB após vários ultimatos. O motivo alegado é o não cumprimento de obrigações que cabem a uma federação nacional. Entre outras falhas estão as dívidas da entidade, a ausência em competições internacionais e a desistência de organizar a etapa brasileira do 3×3 Mundial. Na época, Flamengo, Bauru e a LNB tentaram recorrer da decisão, mas não obtiveram sucesso e ficaram de fora da Liga das Américas.

    Com o fim da suspensão, Flamengo, Mogi, Pinheiros e Vitória estão confirmados na próxima edição da Sul-Americana, que acontece em meados de Setembro. O Fla Basquete entrará na competição em busca do bi-campeonato.

     

     


     


  • A grande roda do Flamengo a girar na mesma direção

    Assume numa crise.

    No instável futebol brasileiro e sua conhecida precariedade na gestão dos seus respectivos clubes, essa é a mais costumeira forma de iniciar um trabalho de treinador. Numa crise.

    E essa não é apenas mais uma crise. É daquelas caudalosas, bombásticas, que reverberam do Porteiro ao Presidente. A sensação é a do mais completo e absoluto caos. O Flamengo parece viver um inferno astral sem a mais remota perspectiva de desfecho a curto prazo.

    Com efeito. Zico é repatriado, com festa. Faz um punhado de jogos e é abatido a patadas. Está fora da temporada. Dessa e da próxima. Sócrates, titular da Seleção e um dos principais jogadores brasileiros, é contratado sob as bênçãos de uma torcida eufórica. No seu segundo treino, pisa num buraco e fratura o tornozelo. Vai ficar meses fora. O time, abatido, faz péssimo Primeiro Turno, que culmina numa goleada histórica e humilhante sofrida para o Vasco.

    Que faz rebentar a crise.

    O ambiente político incandesce. O Presidente, pressionado, afasta o VP de Futebol. Vai acumular a Pasta. Mas o bombardeio vem de todos os lados. A Oposição clama por seu impeachment, alegando irregularidades diversas. Um aliado importante vai aos jornais reclamar da “falta de comando” do Dirigente (“institucionalmente o clube vai bem, mas o futebol está imerso em um marasmo. Não ganhamos nada há dois anos.”). As divergências quanto ao tratamento da lesão de Zico derrubam o responsável pelo Departamento Médico. É uma fase tão nefasta que mesmo um avanço importante, como o início da construção da nova sede na Gávea, enfrenta dificuldades inusitadas, como a constatação de que as fundações da obra foram instaladas ao contrário, o que faria com que a sede fosse posicionada com os fundos para a Lagoa Rodrigo de Freitas.

    E é assim que o interino assume.

    No Rio, a Diretoria busca um novo nome. Pensa-se em Carpegiani, mas o nome ainda enfrenta forte rejeição interna no clube. Parreira é outra opção, mas logo descartada, por estar sob contrato no Qatar. A preferência real do Presidente e de boa parte da Diretoria recai sobre Telê Santana, que, além de desfrutar de prestígio na Gávea, possui bom relacionamento com a maioria dos principais jogadores do elenco, com quem trabalhou na Seleção. Mas Telê está vinculado ao Al-Hilal e ainda precisa cumprir mais seis meses de contrato, do qual os árabes não abrem mão. Ademais, o treinador já está apalavrado para dirigir a Seleção no Mundial, o que provocaria certa divisão de foco. Descartado Telê, outros nomes vão surgindo à mesa e sendo automaticamente abandonados (Castilho, Nelsinho), até que a Diretoria fecha um acordo preliminar com Carlos Alberto Torres, o treinador do Tri Brasileiro de 1983.

    Enquanto isso, o interino vai dirigindo o time.

    O interino já havia sido requisitado quando da queda de Zagalo. Rodara o Norte-Nordeste com a equipe e chamado a atenção por ter conseguido fazer o time jogar de forma competitiva todos os amistosos (venceu as quatro partidas sob seu comando), o que lhe conferiu vários elogios em seu retorno. Agora, vence de maneira inapelável os dois amistosos do Flamengo na Califórnia (2-0 Chivas-MEX e 3-0 San Jose Earthquakes-EUA), jogando um futebol aplicado e vistoso. O ambiente, antes pesado com Joubert, agora parece mais tranquilo, pleno de piadas e brincadeiras. O interino, antigo preparador físico, depois auxiliar, parece inteiramente à vontade no meio do grupo de jogadores.

    Na volta ao Brasil, o interino é avisado. Ainda dirigirá o Flamengo na estreia da Taça Rio, contra o Bangu, vice-campeão brasileiro e que vem completo. O rubro-negro, devastado por desfalques, contará com vários garotos. Após a partida, provavelmente entregará o comando a Carlos Alberto.

    Mas o interino surpreende. Faz o Flamengo jogar a partida mais combativa do ano. O time morde grama. Imprensa o Bangu em seu campo. Desperdiça pilhas de gols perdidos. E sai de campo com um empate (2-2), arrancado nos minutos finais, que deixa um estranho gosto de vitória/derrota, por ter superado amplamente o oponente. Enfim, o Flamengo joga como Flamengo. A atuação é tão vibrante que o Presidente desiste do Capita Torres e efetiva, ainda no vestiário, o interino.

    E assim o interino se torna o treinador.

    Empolgada, a Diretoria entende ter encontrado um profissional capaz de “entender o clube” e, com isso, seguir os passos de Coutinho, Carpegiani e, de certa forma, do próprio Carlos Alberto Torres, treinadores com pouca ou nenhuma experiência prévia que conseguiram “assimilar a cultura do clube”, e com isso auferiram resultados expressivos.

    Dura um ano e meio.

    Nesse período, o treinador convive com a escassez. Os jogadores da “Era de Ouro” andam lesionados e, em muitos casos, longe da melhor forma física. Alguns, ao retornar de lesões, começam a viver o momento de declínio. Sem, em muitos momentos, dispor de Mozer, Andrade, Adílio e Leandro (sem falar em Zico e Sócrates), o jeito é recorrer aos jovens. E o treinador o faz. Lança ou efetiva Zé Carlos (goleiro), Zé Carlos zagueiro, Nem, Aldair, Valtinho, Ailton, Wallace, Vinícius, Paulo Henrique e Zinho, entre outros nomes. Alguns prosperam e se projetam, outros vão ficando pelo caminho. Mas todos eles se integram a uma filosofia de jogo que prioriza a ocupação alucinante de espaços, a transição em alta velocidade ao campo de ataque, a priorização do aspecto físico em detrimento da condição técnica. Transforma a cara do Flamengo, outrora um grupo capaz de praticar um futebol plástico e com ênfase nos talentos individuais, agora uma equipe veloz, entrincheirada em suas linhas, capaz de exercer uma marcação sufocante e executar contragolpes mortíferos. A inspiração dá lugar à árdua transpiração.

    “Nós, treinadores, que estudamos, que fomos a uma faculdade, sabemos o quanto é importante que um jogador também se torne um atleta”. “Sou um estudioso. No início podia não ter tanta familiaridade com as situações práticas de campo, mas compensei isso com muita bagagem teórica. Duvido que haja algum treinador que conheça mais sobre metodologia aplicada de treinamentos e táticas do que eu”. “Só o talento não resolve mais. É preciso encaixar o talento numa filosofia coletiva”. “O drible faz perder tempo. É preciso jogar com velocidade, passes verticais, de primeira”. “Eu estudo e assisto a um adversário dezenas de vezes, até entender como neutralizá-lo”.

    Seu ápice se dá nas Finais do Estadual de 1986, em que, cautelosamente, rejeita a ideia de se aproveitar um Zico em precárias condições físicas e, fazendo sua equipe atuar com uma disciplina tática beirando uma perfeição quase militar, faz engessar o prolífico Vasco de Romário, Geovani e Roberto. Com efeito, o Flamengo do treinador emperra um ataque de 50 gols em 22 jogos, impondo-lhe o cruel jejum de 270 minutos sem marcar. E levanta a taça.

    “É evidente que treinador ganha jogo. A Comissão Técnica e eu que vencemos as Finais contra o Vasco. Em campo transformamos os jogadores em peças que neutralizaram as jogadas inimigas. Fizemos uma análise profunda do adversário, em seus aspectos físicos, técnicos, táticos e até emocionais. E o resultado refletiu.”

    Mas o treinador se torna vítima de suas convicções. Não demonstra lidar bem com a presença de “medalhões”. No Brasileiro de 1986, arranca muito bem na Fase Inicial, conquistando o primeiro lugar em um grupo forte. Mas começa a se perder ao não conseguir encaixar o atacante Kita, centroavante contratado a peso de ouro, no time titular. Com Kita o rendimento de Bebeto (goleador e principal jogador da equipe) cai de rendimento. Além do pesado atacante, o treinador encontra dificuldades para encaixar o talento de Sócrates, cujas nítidas limitações físicas sacrificam o funcionamento do conjunto concebido pelo treinador. O Flamengo não faz boa Segunda Fase e chega a correr sério risco de eliminação. Pela primeira vez, o treinador enfrenta séria resistência da imprensa e da torcida. Ironicamente, é salvo por três grandes atuações de Sócrates e se classifica à Fase seguinte.

    E é justamente nas Oitavas de Final do Brasileiro que o treinador começa a cair.

    O Flamengo vai vencendo o Atlético-MG no Maracanã. Pela condição de favorito do adversário, é uma vitória tida como fundamental, que garante uma vantagem importante para o jogo de volta. E o Flamengo, aplicado, vai fazendo bom jogo. Mas o treinador, talvez pensando em ampliar a vantagem, resolve ousar. Troca o volante Júlio César, cansado, pelo jovem atacante Paloma. O time perde o meio-campo. Passa a ser pressionado. Cede o empate. E por pouco não sai de campo derrotado.
    Sob pesadas críticas, o treinador, para o jogo de volta, novamente inova. Agora quer reforçar o meio, formando um cinturão para estancar o leve ataque adversário. Adianta Sócrates para a posição de centroavante, usando Gilmar Popoca e Adílio na armação. No restante do meio-campo, volantes e falsos pontas para “fechar o corredor”. A formação, nunca antes utilizada, revela-se um desastre. Sócrates, sem qualquer explosão para atuar como homem de área, tem atuação apagada. E o time é sufocado durante os 90 minutos. Perde o jogo (1-0) e a vaga, e somente não sai de campo goleado em função da excepcional atuação do goleiro Zé Carlos.

    Ali é o fim de linha para o treinador, bombardeado por virulentas críticas, sem conseguir explicar como escalara uma equipe sem atacantes de ofício num jogo em que precisava da vitória.

    Mas a nova Diretoria insiste em mantê-lo. O treinador permanece para o Estadual. Chegam reforços, o principal deles Renato Gaúcho, um dos melhores atacantes do país. O treinador tenta remontar a equipe com base em suas convicções. Na busca por uma equipe competitiva, barra Adílio e Sócrates, o que faz o Doutor rescindir o contrato. Também afasta o meia Gilmar Popoca. Tenta montar um time fechado, de contragolpes. Mas a equipe não funciona. Falta a poesia. Falta “fantasia”. Imerge na mesmice. Com as barrações e a controvérsia gerada, passa a defender seu ponto de vista de forma agressiva, quase arrogante. Torna-se arredio. O relacionamento com o elenco, outrora um ponto forte, azeda. Compra briga com as Torcidas Organizadas (que começam a impor uma agenda de violência como forma de participação da política interna do clube). E o efeito logo se faz sentir dentro de campo. O rubro-negro engata uma terrível sequência de resultados ruins contra adversários do porte de Americano, Porto Alegre e Mesquita. E, após intensa pressão, a Diretoria, que tentara de todas as formas segurar o treinador, rende-se às evidências.

    E o treinador é demitido.

    Assumirá um profissional conhecido, que tentará implantar uma filosofia de disciplina e linha-dura. Durará pouco. O Flamengo tentará contratar um treinador consagrado, mas acabará encontrando um caminho com um antigo auxiliar. Nome pouco ou nada experiente no comando de equipes profissionais, mas com bons trabalhos na base e profundamente identificado com o clube.

    Será mais um interino. Que virará treinador. “Entenderá o clube” e vencerá. Até o encanto acabar.

    E assim a roda seguirá girando.

     
    Adriano Melo escreve seus Alfarrábios todas as quartas-feiras aqui no Mundo Bola e também no Buteco do Flamengo. Siga-o no Twitter: @Adrianomelo72
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  • Flamengo cria espaço para cadastro de integrantes de Consulados e Embaixadas

    Buscando facilitar o cadastro de associados nos Consulados e Embaixadas, o Flamengo criou um espaço no site oficial onde os integrantes poderão registrar novos membros. O controle e a frequente atualização dos cadastros é importante, principalmente para aqueles Consulados que tem pretensão de virar uma Embaixada (são necessários, no mínimo, 30 membros). Também é interessante para o Fla que vê no projeto a chance de expandir seu programa de sócios-torcedores.

    Para se cadastrar, basta acessar o link (clique aqui).

    Para aqueles que residem em localidades onde não existem sedes oficiais, foi disponibilizado um espaço no site onde será possível solicitar a criação de um Consulado. O interessado precisará passar por um processo de aprovação.

    Atualmente, o clube possui mais de 160 representantes oficiais espalhados pelo Brasil e o Mundo trabalhando de forma intensa para fortalecer o Flamengo.

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  • Com Vinicius Júnior, jornal inglês divulga lista dos 50 melhores jovens jogadores do mundo

    Vinicius Júnior é o brasileiro da vez no cenário mundial. Seja por quem o admira, seja por quem diz que ele joga muito mas não vale o que o Real Madrid pagou. Para especialistas, o jogador é um dos melhores sub-17 do mundo. Agora, figura na lista do Telegraph, de Londres, que conta com outros 49 nomes considerados os melhores jogadores jovens do mundo.

    Com apenas 16 anos o jogador, que é formado pelo Flamengo, ficou na 39ª colocação, a frente de atletas como Maximillian Meyer (21), do Schalke 04; Niklas Sule (21), do Bayern de Munique; Dominic Solanke (19, recém-eleito bola de ouro do mundial sub-20), do Liverpool; e Andrija Zivkovic (20), do Benfica.

    Além de Vinicius Jr., outros dois brasileiros apareceram na lista: Gabriel Barbosa (20), que ficou na 11ª colocação e Gabriel Jesus (20), que ficou em 2º. O primeiro colocado foi Kylian Mbappé (18), do Mônaco. O Top 5 foi completo por Ousmane Dembele (20), do Borussia Dortmund; Delle Alli (21), do Tottenham e Leroy Sané (21), do Manchester City.

  • Após apenas 11 jogos, Donatti não treina e indica iminente saída

    Após apenas 934 minutos em campo com o Manto Sagrado, o zagueiro Alejandro Donatti parece estar de saída do Flamengo. Após ter ganhado a titularidade em 2017, o jogador passou por uma lesão que o afastou dos gramados por um bom tempo. Na fase final da sua recuperação, o rubro-negro anunciou Rhodolfo como novo reforço do setor e a tendência era que o argentino poderia perder espaço novamente. Nesta terça (20), após muitos rumores sobre o interesse do Tijuana por ele, o ex-Rosário Central não treinou e deu a entender que está mesmo de saída.

    Donatti chegou ao Flamengo em 2016 após se destacar pelo Rosário Central principalmente na Libertadores, competição pela qual ele foi eleito um dos melhores da posição. Por R$ 5 milhões, o Fla o contratou em sua melhor fase na carreira. Contudo, desde sua chegada, nunca se firmou. Nos últimos dias o Tijuana, do México, demonstrou interesse pelo zagueiro. O clube é comandado por Eduardo Coudet, que comandou o jogador no clube argentino.

    O Flamengo não pretende ter prejuízos com o jogador, e que receber, pelo menos, os mesmos cinco milhões investidos no ano passado.

    *Crédito da imagem destacada: Gilvan de Souza/Flamengo


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  • Preferido pela maioria da torcida, Cuéllar falou sobre o bom momento em coletiva

    O escolhido para dar coletiva nesta terça (20) foi o colombiano Cuéllar. De quase emprestado ao Vitória, o jogador ganhou chance no time titular e agarrou a oportunidade. Desde então já foram dois jogos seguidos como titular (contra Ponte Preta e Fluminense) e duas exibições que aumentaram ainda mais a convicção que o torcedor flamenguista tinha de que ele é a opção certa para o meio-campo. Durante a entrevista falou, entre outros assuntos, sobre o seu momento e sobre o sonho de jogar uma Copa do Mundo.

    Sobre quase ter saído por empréstimo e agora ser titular, Cuéllar afirmou achar normal: “Isso é normal no futebol. As coisas mudam no dia a dia. Estou tratando agora de dar o máximo. Ajudar o grupo e o Flamengo”. O jogador ainda falou sobre precisar melhorar: “ainda acho que posso melhorar muito mais do que tenho feito nos jogos anteriores. Me cobro muito para jogar cada jogo melhor do que o passado”, disse.

    Afirmou ainda que continuar em um clube com a grandeza do Flamengo pode ajudá-lo a ir para a Copa do Mundo:  “Em um curto prazo, desejo cumprir meu sonho, que é jogar a Copa do Mundo. Jogando no Flamengo, qualquer um pode ser convocado para a seleção de seu país”.

    O jogador já havia sido titular duas vezes seguidas neste Brasileirão (contra Atlético-PR e Botafogo), mas não foi tão bem. Naquela ocasião, substituía Diego e formava uma trinca com Arão e Márcio Araújo. Desta vez, ganhou a vaga do camisa 5 e vem jogando ao lado do tão criticado camisa 8. No segundo tempo do jogo do último final de semana contra o Fluminense, atuou ao lado de Arão e foi nítida a melhora no setor, levando a crer que a dupla pode ser mantida para o duelo contra a Chapecoense.

    *Créditos da imagem destacada: Gilvan de Souza/Flamengo


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  • Geuvânio vai a CT e anúncio se aproxima

    No Rio de Janeiro já há algum tempo e “confinado” no hotel, Geuvânio hoje foi ao CT do Flamengo para fazer os últimos exames antes de ser anunciado pelo rubro-negro. A negociação com o Tianjin Quanjin já foi acertada há algum tempo e a espera pelo reforço deve acabar em breve. O ex-Santos chegará por empréstimo de 18 meses e o Fla arcará com 50% do seu salário de R$ 1 milhão.

    Geuvânio foi revelado pelo Santos e subiu para o elenco profissional em 2012. Foi bem em 2014 e 2015 e se destacou no elenco. Em janeiro de 2016 foi vendido ao clube chinês a pedido de Vanderlei Luxemburgo por 46 milhões de reais.  Lá foi campeão da segunda divisão chinesa, sendo um dos principais jogadores da equipe.

    É um jogador que prefere atuar pelo lados (deve disputar posição com Éverton), tem bom físico e a finalização como característica mais forte. Fez alguns golaços na carreira. Quase rescindiu com o Peixe ainda em 2012, e hoje o clube diz ter uma cláusula de exclusividade sobre ele e que vai até a FIFA se preciso para impedir a sua ida ao Flamengo.

    A expectativa é que Geuvânio seja anunciado nas próximas horas (informações do EXTRA) e possa estrear, a depender da comissão técnica, já no final de semana contra o Bahia.


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