Autor: diogo.almeida1979

  • Fla espera por multa da Conmebol nesta quarta mas não descarta perda de um mando

    O Flamengo será julgado nesta quarta-feira (10), pelos incidentes ocorridos antes, durante e depois da final da Sul-Americana, contra o Independiente no dia 13 de dezembro. O clube foi denunciado em alguns itens do artigo 11.2 do Regulamento Disciplinar da Conmebol e pena poderia ser a perda de campos, transferência dos jogos para outro país ou até a exclusão da competição. Internamente, no entanto, a expectativa é de uma advertência com uma multa estipulada.

    O otimismo dentro do clube se trata pelas especificidades da denúncia, que é mais focada na questão dos sinalizadores e barulho de bombas no interior do Maracanã – uma delas próxima a Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol –, não entrando em muitos detalhes sobre as lamentáveis cenas de violência no entorno do palco da final. A multa pode ser de R$ 400 mil e, mesmo confiante apenas na advertência, o Flamengo se prepara para possibilidade da perna de até um mando de campo.

    Poucos dias após a partida, o rubro-negro entregou um dossiê para o Procurador Geral da Justiça, mostrando todas as ações preventivas tomadas para evitar as ocorrências. Baseado nisso Flávio Willeman, vice-presidente jurídico do Flamengo, já havia mostrado confiança em penas brandas:

    “Quanto ao processo disciplinar instaurado pela CONMEBOL em face dos episódios ocorridos na final da Copa Sul-americana, no interior do estádio do Maracanã, a defesa escrita foi apresentada no dia 22 de dezembro de 2017 e solicitamos a realização de audiência na sede da referida entidade, o que deve ocorrer já no próximo dia 10 de janeiro de 2018. Estamos confiantes na absolvição do Flamengo ou, alternativamente, em decisão da comissão disciplinar que aplique a penalidade mínima de advertência, considerando que o Flamengo tomou todas as providências e precauções possíveis e tendo agido de forma proativa e com a devida antecedência junto ao Poder Público”.

    Os itens do regulamento em que o Flamengo foi denunciado foram:

    11.2 b) – Lançamento de objetos
    11.2 c) – Acendimento de sinalizador
    11.2 e) – Causar danos
    11.2 f) – Falta de disciplina cometida no estádio ou em suas proximidades antes, durante e depois do jogo.
    11.2 g) – Quando, em casos de agressão coletiva, não seja possível identificar os autores das infrações, o órgão disciplinar sancionará o clube.

    *Créditos imagem destacada: Marcio Alves

     

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  • Atuações: confira os destaques de Oeste 0 x 2 Flamengo, pela Copinha 2018

    Na noite desta terça-feira (9), os Garotos do Ninho derrotaram o anfitrião Oeste, por 2 a 0, com gols de Lucas Silva e Pepê, ambos de pênalti. Com o resultado o Mais Querido encerrou a fase de grupos da Copa São Paulo de Futebol Júnior como líder de sua chave, com sete pontos conquistados (duas vitórias e um empate). Na próxima etapa a equipe rubro-negra enfrentará o Elosport (SP), novamente na Arena Barueri, local onde mandou seus jogos na fase inicial. A data e horário da partida serão divulgados oportunamente pela Federação Paulista de Futebol (FPF).

    Ambos os times entraram em campo pressionados, mas a obrigação da vitória era do Oeste. Na partida preliminar o Aimoré (RS) superou o Ji-Paraná (RO), por 3 a 1, garantindo a primeira vaga do grupo na próxima fase. O Flamengo iniciou o jogo classificado, precisando apenas manter a igualdade no placar para confirmar a segunda vaga. Apesar da maior necessidade pelo resultado positivo, a equipe paulista em nenhum momento ofereceu perigo aos Garotos do Ninho. Pelo contrário. Os dois gols da partida foram marcados através de cobranças de pênalti, ambos cometidos pelo goleiro Tiago Falcão.

    O Flamengo foi escalado com uma alteração em relação ao time que apenas empatou com o Aimoré no sábado. Recuperado, o volante Vinicius Souza retomou sua vaga no meio-campo. O técnico Maurício Souza optou por manter o esquema utilizado no jogo passado, com dois meias de armação ao invés dos três volantes de estreia. Com isso, Théo, que não faz uma boa Copinha até aqui, foi sacado da equipe.

    Hugo Souza
    Wesley – Dantas – Patrick – Michael –
    Hugo Moura – Vinicius Souza
    Pepê
    Lucas Silva – Wendel – Luiz Henrique

    Confira o pós-jogo: Com dois gols de pênalti, Flamengo vence Oeste e avança de fase na Copinha

    Atuações dos jogadores

    Hugo Souza (goleiro) – Como no jogo de estreia, foi um mero espectador da partida. O arqueiro praticamente não foi exigido. Pela segunda vez nesta Copinha, Neneca, através de um lançamento do campo de defesa, deixou um atacante em boas condições para ampliar o marcador. Desta vez a bola chutada por Wendel explodiu na marcação em um lance impressionante.

    Wesley (lateral-esquerdo) – Sem o mesmo brilho de jogos anteriores, quando apareceu mas muito eficiente na marcação. Acabou substituído por Ramon no segundo tempo.

    Dantas (zagueiro) – Fez uma partida bastante correta. O adversário não ofereceu nenhum perigo, o que de certa forma facilitou o seu trabalho.

    Patrick (zagueiro) – Assim como seu companheiro de zaga, não teve grandes problemas, apesar de ter cometido uma falta perigosa que resultou em cartão amarelo. Arriscou menos nas saídas de bolas, procurando não enfeitar os lances.

    Michael (lateral-esquerdo) – Nome do Flamengo no jogo. Há algum tempo os laterais rubro-negros proporcionam ao time as melhores jogadas. Com Michael não é diferente. Apesar das poucas brechas oferecidas pelo adversário, foi à linha de fundo com muita velocidade, sempre causando dificuldade para os seus marcadores. Quase marcou um golaço de falta no início da partida. Depois da saída de Wesley passou a jogar pelo lado direito, mostrando mais uma de suas virtudes: a versatilidade de jogar nas duas laterais.

    Hugo Moura (volante) – Um dos melhores passadores do time, hoje encontrou muitas dificuldades para encaixar o passe, e com isso acabou errando mais do que o normal. Mas é um volante com uma movimentação bastante interessante, responsável pela dinâmica no meio-campo do time.

    Vinicius Souza (volante) – Foi pouquíssimo acionado no jogo. Uma atuação muito discreta. Assim como os demais meio-campistas, apostou em jogadas de profundidade, mas os atacantes não acompanharam.

    Pepê (meio-campo) – Oscilou bons e maus momentos na partida. Com o placar ainda fechado forçou muitos passes em profundidade e não teve sucesso. No início da segunda etapa perdeu uma bola na lateral que gerou um contra-ataque muito perigoso, que não resultou em gol por conta da péssima pontaria do atacante do Oeste.

    Luiz Henrique (meio-campo) – Teve uma atuação bastante apagada, diferente do último jogo. Ficou preso na marcação e pouco se movimentou para criar ou gerar opção de passe. No segundo tempo foi o primeiro a sair do time.

    Lucas Silva (atacante) – Sempre muito esforçado, o atacante rubro-negro se movimentou bastante, ajudando a quebrar a defesa adversária no segundo tempo. Participou dos dois tentos rubro-negros. No primeiro bateu com categoria o pênalti sofrido por Wendel. Já no segundo recebeu falta do goleiro Tiago Falcão dentro da área, gerando uma nova penalidade, que foi convertida por Pepê. É o artilheiro do time com três gols marcados em três jogos. Na Copinha 2017 marcou apenas um tento em cinco jogos.

    Wendel (atacante) – Melhorou em relação ao jogo passado, mas ainda está abaixo do seu potencial. A jogada do pênalti que sofreu é uma mostra de onde o jogador rende melhor, pelos lados.

    O técnico Maurício Souza realizou quatro alterações na equipe durante o segundo tempo. Novamente o atacante Vitor Gabriel foi um dos suplentes com maior destaque. O centroavante entrou aos 20 minutos da etapa final e quase marcou de cabeça aproveitando cobrança de escanteio. No final da partida ainda deu uma linda caneta em cima de Napy, mesmo tendo pouco espaço para conseguir passar pelo seu marcador.

    Substituições 

    Luiz Henrique – Vitor Gabriel
    Hugo Moura – Patrick Valverde
    Wesley – Ramon
    Wendel – Yuri

    Foto: Staff Images / Flamengo 


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  • FlaBasquete é o novo líder do NBB

    O Flamengo assume a liderança do Novo Basquete Brasil. Em duelo entre líder e vice-líder da competição, o Rubro-Negro levou a melhor diante do Mogi das Cruzes nesta terça (9), diante da Nação na Arena Carioca. Um jogo digno de disputa de liderança, onde a equipe paulista começou a partida com bastante superioridade diante do time da Gávea, que soube reagir e conquistar a vitória ponto a ponto, mantendo a sua invencibilidade jogando em casa.

    O primeiro quarto começou de maneira assustadora para o Mais Querido, sem funcionar tanto no ataque quanto na defesa, a equipe carioca assistiu o Mogi abrir 13 a 0 no marcador. Com um tempo técnico para ajustar as falhas, o Orgulho da Nação conseguiu diminuir a vantagem dos paulistas, com duas bolas de três de Ronald Ramon, fechando o placar em 25 a 17 para o time mogiano.

    No segundo quarto, o Flamengo continuou sua recuperação, com a marcação impecável e o ataque envolvendo o Mogi, o FlaBasquete não deu chances para a equipe paulista, virando o duelo e fazendo ferver a Arena Carioca, pelo placar 37 a 36.

    O terceiro quarto começou extremamente disputado com diversos duelos no garrafão até a metade do quarto, onde o Rubro-Negro se encontrou de vez e dominou a partida por completo com ótimas jogadas de JP Batista e Marquinhos, deixando o marcador em 61 a 52 para o Mengão.

    No último quarto, o Flamengo soube manter o controle da partida, chegando a ter 14 pontos de vantagem, contando com os diversos turnovers do Mogi das Cruzes. Com a vitória por 77 a 71, o Orgulho da Nação é o novo líder do NBB, com 8 vitórias em 10 jogos, além de uma invencibilidade de cinco jogos no Rio de Janeiro.

    O principal destaque Rubro-Negro mais uma vez foi o pivô, JP Batista, sendo o cestinha da partida com 22 pontos, e mais 8 rebotes. Ronald Ramon (21 pontos, 4 assistências e 3 rebotes) foi o homem das bolas de três, acertando cinco em nove tentativas, já Marquinhos (20 pontos, 3 assistências e 3 rebotes) fez um primeiro tempo bem abaixo de seu padrão, mas retomou a sua forma após ao intervalo, forçando ótimas jogadas.

    O Orgulho da Nação volta às quadras na próxima quinta (11), às 20h, diante da Liga Sorocabana, na Arena Carioca 1. O jogo terá transmissão do Facebook do NBB.

    Imagem em destaque: Staff Images/Flamengo

  • Com dois gols de pênalti, Flamengo vence Oeste e avança de fase na Copinha

    Em partida válida pela terceira rodada da Copinha, o Flamengo conquistou uma vitória tranquila diante do Oeste, por 2 a 0, na noite desta terça-feira (9),  na Arena Barueri. Os tentos do Mais Querido foram anotados por Lucas Silva e Pepê, ambos de pênalti. Na próxima fase da competição os Garotos do Ninho terão o Elosport, de Capão Redondo (SP),  como próximo adversário. Data e horário da partida serão divulgados oportunamente.

    A história deste jogo teve início antes mesmo dos times entrarem em campo. Com o Aimoré (RS) enfrentando o Ji-Paraná (RO) na partida preliminar, um resultado a favor dos gaúchos poderia colocar pressão em cima do Oeste que, para avançar de fase, precisaria derrotar o Flamengo. Já o rubro-negro carioca, por sua vez, precisava apenas de um simples empate para confirmar a vaga.

    Na primeira partida, o Aimoré  fez a sua parte e derrotou o time rondoniense por 3 a 1, garantindo a primeira vaga do grupo para a fase seguinte. Com este resultado, o Flamengo continuava só dependendo de um empate para avançar. Já o Oeste precisava sair de campo com três pontos somados, mas não o fez.

    O jogo

    O Oeste entrou em campo com um verdadeiro ferrolho em setor defensivo. O rubro-negro paulista preferiu dar espaço para o adversário atacar, enquanto aguardava uma oportunidade para roubar a bola na intermediária. Desta forma, o Flamengo só conseguiu ameaçar o goleiro Tiago Falcão em uma cobrança de falta de Michael, aos sete minutos.

    A situação estava tão complicada que, nem mesmo os laterais rubro-negros, que são sempre a válvula de escape do time, conseguiam jogar pelos flancos. O passe por infiltração foi a jogada mais tentada pelo meia Pepê, mas sem sucesso. O sistema defensivo do Oeste com três zagueiros parecia surpreender o time da Gávea.

    No entanto, um erro grosseiro do Oeste pôs tudo a perder. Aos 34 minutos, o zagueiro Renan Brainer tentou um recuo desnecessário e acabou perdendo a bola para Wendel, que escapou em velocidade e foi derrubado dentro da área pelo goleiro Tiago Falcão. A infração foi assinalada e convertida por Lucas Silva.

    Segundo Tempo

    Mesmo em desvantagem, os anfitriões pouco arriscavam. O Flamengo, por sua vez, já conseguia achar espaços na zaga paulista através de tabelas pelo lado esquerdo. Todavia quem sofreu o primeiro susto da segundo etapa foi o time carioca. Aos quatro minutos, Kaíke roubou a bola de Pepê e saiu em velocidade pelo lado direito, armando o primeiro contra-ataque do Oeste. Mas na sequência do lance Matheus Guedes chutou errado na saída do goleiro Hugo Souza e desperdiçou a oportunidade. 

    O Flamengo não perdeu tempo e respondeu logo no minuto seguinte. Também em jogada de velocidade, Lucas Silva recebeu na esquerda, puxou para o meio e tentou um chute que gerou dificuldades para Tiago Falcão. Mesmo sem a qualidade mostrada nos jogos anteriores, o Mais Querido era quem mais chegava próximo ao gol, com bastante movimentação dos atacantes e do lateral Michael, que nesta altura do jogo conseguia chegar ao fundo e cruzar. 

    Aos 28 minutos, após ótima jogada de Pepê no meio-campo, Lucas Silva fintou o goleiro Tiago Falcão, que o derrubou na área,  cometendo o seu segundo pênalti na partida. Desta vez foi Pepê quem pegou a bola e estufou a rede. Precisando virar o placar, o Oeste não esboçou nenhuma reação. O técnico Maurício Souza fez algumas mexidas no time, que manteve a tranquilidade para administrar o resultado e confirmar a vitória.

    Ficha Técnica – Copa São Paulo de Futebol Júnior – Fase de grupos

    Oeste 0 x 2 Flamengo

    Data: 9 de janeiro de 2018
    Local: Arena Barueri, em São Paulo
    Horário: 19h15 (de Brasília)
    Arbitragem: Vinicius Gonçalves Dias Araujo, auxiliado por Cosme Tavares dos Santos e Anderson Lucas de Lima.
    Cartões amarelos: Erivan e Adilson (OES); Patrick (FLA).
    Gols: 0-1, Lucas Silva, Min. 35/1T || 0-2, Pepê, Min. 29/2T.

    Oeste: Tiago Falcão; Renan Brainer, Maurício, Napy e Pedro Alves; Erivan (Caio Henrique), Léo Santos e Éverton; Nathan (Adilson), Kaíque (Heitor Aleixo) e Matheus Guedes (Tite).

    Flamengo: Hugo Souza; Wesley (Ramon), Matheus Dantas, Patrick Souza e Michael; Vinícius Souza e Hugo Moura (Patrick Valverde); Pepê, Luiz Henrique (Vitor Gabriel) e Lucas Silva; Wendel (Yuri).

    Imagem destacada: Staff Images/ Flamengo 

  • FlaBasquete encara o Mogi valendo a liderança

    O Flamengo volta às quadras nesta terça (9) para um dos principais jogos da temporada. O Orgulho da Nação enfrenta o Mogi, às 21h, na Arena Carioca 1, e o vencedor do duelo assume a liderança de forma isolada do Novo Basquete Brasil. O Rubro-Negr ainda joga para manter a invencibilidade diante da Nação.

    O confronto entre líder e vice-líder da competição, também envolve o melhor ataque e a melhor defesa do torneio. Com um média de 82,7 pontos por partida, o time da Gávea lidera o quesito ofensivo, além de ser a equipe mais eficiente, de acordo com as estatísticas do liga. A equipe paulista além da liderança do torneio, conta com a melhor defesa da competição sofrendo uma média de 69 pontos sofridos por jogo.

    O Flamengo chega para o confronto embalado após suas duas últimas vitórias no Rio. No último domingo (7), o Rubro-Negro bateu o Pinheiros por 72 a 68, assumindo a segunda posição na tabela. JP Batista é o grande destaque do Mengão na temporada com médias de 15,4 pontos, 7,4 rebotes, e 3,3 assistências por partida, sendo o segundo jogador mais eficiente do NBB. Marcelinho será reavaliado antes da partida, após sentir uma lesão antes do último confronto.

    O Mogi das Cruzes também vem de vitória no torneio, tendo a melhor campanha da atual edição e a liderança da competição. Com dez vitórias em doze partidas, o clube paulista vem de grande vitória fora de casa contra o Minas, pelo placar de 82 a 65. Shamell é o grande trunfo de Mogi com a média de 16,5 pontos por jogo, sendo o quarto atleta com a maior média da competição.

    “A sequência é realmente muito difícil. O Mogi também está lutando com a gente pelo topo. Não será fácil, eles vêm com confiança, mas acredito que com o apoio da torcida temos tudo para sair com a vitória”, comentou Olivinha.

    Olhando para a retrospectiva do duelo, o Flamengo é amplamente superior. Em 19 partidas, o Orgulho da Nação saiu vitorioso em 15 ocasiões, tendo um aproveitamento de aproximadamente 79%. Na última temporada do NBB, o Mais Querido venceu o Mogi das Cruzes em duas oportunidades, no Tijuca Tênis Clube, a vitoria veio em um jogo bastante disputado, vencido pelo placar de 96 a 87. Em São Paulo, a vitória foi tranquila , com quase 30 pontos de vantagem, em um placar de 83 a 57.

    Os ingressos já estão à venda pelo site do Guichê Web e custam R$20 (inteira) e R$10 (meia entrada). Também haverá venda de ingressos no local para a Nação, além de ter o estacionamento gratuito. A partida terá transmissão do canal SporTV, às 21h.

  • Diretor do Milan aponta Flamengo como possível destino de Gustavo Gómez

    O zagueiro Gustavo Gómez pode ser um dos pontuais reforços prometidos pela diretoria do Flamengo para a temporada de 2018. Como de costume, os cartolas do rubro-negros negociavam em sigilo total a transferência do defensor paraguaio, hoje no Milan, mas não contavam que o próprio diretor do clube italiano revelaria o Mais Querido como um dos possíveis destinos do jogador.

    “A situação do Gustavo Gomez com o Boca Juniors é difícil de acontecer. Eles querem o jogador em empréstimo, o que é inviável para nós. Provavelmente nós vamos vendê-lo ou para a Udinese ou para o Flamengo, clubes no qual ainda precisamos chegar a um acordo”, afirmou o dirigente rossonero ao jornal Olé, da Argentina.

    O zagueiro foi um pedido do técnico do Boca Juniors, Barros Schelotto, porém o valor de U$ 10 milhões para libera-lo e a exigência dos italianos em apenas vendê-lo, sem a possibilidade de empréstimo, tirou qualquer possibilidade em realizar a transferência do jogador paraguaio ao clube argentino.

    Gustavo Gómez, de 24 anos, tem as características que o Flamengo busca num zagueiro: jovem e com velocidade, já que hoje tem como as três primeiras opções para o setor Juan, Rever e Rodholfo, todos acima dos 30 anos e longe de serem velozes. O paraguaio também pode atuar como defensor pelas laterais. O jogador foi revelado pelo Libertad (PAR) e vendido ao Lanús (ARG), em 2012, por 2,25 milhões de euros. Os italianos pagaram 8,5 milhões de euros para contar com os serviços do atleta, em agosto de 2016, e agora querem reaver parte do que gastaram.

    Foto em destaque: TalkSport

  • Conselho Deliberativo do Flamengo votará renovação de patrocínio com Carabao

    O Flamengo dará o último passo para a renovação do contrato de patrocínio com a Carabao. Será no dia 16 de janeiro, às 19h30, quando o Conselho Deliberativo realizará uma reunião extraordinário para votar a renovação do contrato com a empresa, no salão nobre do clube. O acordo foi firmado no dia 11 de dezembro de 2017, mas pelo estatuto do Mais Querido, precisa ter a concordância do Conselho para ser totalmente aprovado e validado. O valor do patrocínio é mantido em sigilo e o logo da empresa continuará na manga do uniforme.

    Se antes o contrato era o Flamengo e a sede da Carabao, na Tailândia, agora o patrocinador legal será a representação da holding no Brasil, sediada no Rio de Janeiro, desde o dia 19 de janeiro de 2017. A empresa asiática usa o Flamengo como a principal plataforma de divulgação de sua marca no Brasil, mercado em que a produtora de energéticos pretende tirar a hegemonia da austríaca Red Bull.

    A chegada da Carabao aos mercados nacionais passa por dificuldades logísticas. A empresa ainda não conseguiu espalhar sua distribuição em todo território nacional, o que dificulta o alcance da meta de 37 milhões de latinhas vendidas até setembro de 2018, estipulada no primeiro acordo com o Flamengo. Não atingir o objetivo dará ao patrocinador o direito de rescindir o acordo. Durante 2017 algumas parcelas do pagamento foram atrasadas, porém em novembro foram depositados cerca de R$ 9 milhões nas contas do Flamengo, quitando as dívidas e possibilitando a renovação do contrato.

  • Pensando no futuro, Mengão revisita seu passado

    Saudações, Rubro-Negros!

    Não, não vou falar de quem não mais está entre nós. Tampouco quero usar este espaço para tecer julgamentos de caráter, avaliar a ética ou a falta da mesma na conduta de quem quer que seja, mas que o profe colombiano foi moleque, lá isso foi.

    Que se danem ele e toda sua comitiva. Não os desejo mal algum, apenas que não classifiquem sua seleção ao Mundial das areias nem mesmo se a Fifa aumentar para 250 o número de participantes no torneio.

    E vida que segue, pois rei morto, rei posto, como ainda se dizia lá no distante 1981, ano em que o então há pouco aposentado jogador Paulo Cesar Carpegiani se tornou o técnico Paulo Cesar Carpegiani, e do banco ajudou o Flamengo a ter o maior ano de toda sua História.

    Leia: O presidente e o pecado preferido do Diabo

    É bem verdade que aquele time não precisava de um técnico. Não precisava e por isso mesmo recorreram a Carpegiani, que àquela altura assumiria o cargo muito mais pelo respeito, pela admiração e pela liderança que conquistara como atleta junto aos demais jogadores e grande parte dos dirigentes da época do que pelo seu currículo como treinador, que até ali era virgem. É claro que ele entendia – e ainda entende, espero – de futebol e contribuiu para que as coisas terminassem como terminaram, porém quase todo mundo ali entendia bastante do assunto. Creio que ele próprio concorda que sua maior contribuição foi dada ao topar fazer o papel do homem responsável por manter cada macaco no seu galho, principalmente no que dizia respeito às coisas de campo e bola, porque não é novidade para ninguém que até na hora de negociar bichos, premiações, folgas e outras questões do tipo, mais gente graúda tinha voz e sabia se fazer escutar muitíssimo bem ali dentro.

    De lá para cá já se passaram praticamente 37 anos. Pode-se dizer que é esse o tempo de carreira que o Carpa tem como treinador. Carreira essa que tem como seu momento maior a classificação do Paraguai à Copa do Mundo de 1994 e, claro, o bom futebol demonstrado por aquela seleção nas quatro partidas que fez na competição. O bravo escrete guarany caiu diante da dona da casa, a França, apenas quando aos nove minutos do segundo tempo da prorrogação Laurent Blanc marcou o gol que decretou o triunfo francês e também o final da partida, uma vez que naquele ano estava valendo a regra do “Gol de Ouro”, termo que inventaram para substituir o bom e velho “quem fizer primeiro, ganha”.

    Aquela Copa certamente consagrou a monstruosidade de Gamarra. Até hoje há quem garanta que Blanc jamais teria marcado aquele gol se o melhor jogador em campo – para muitos, inclusive para mim, o melhor zagueiro daquele Mundial – não tivesse lesionado o ombro um pouco antes do lance fatal e viesse jogando no sacrifício desde então. Já a carreira de Carpegiani, em quem também foram depositadas expectativas grandes, tendo em conta o excelente trabalho feito à frente do Paraguai, convenhamos, não correu como se esperava.

    Leia também: Ofensivo e com toques rápidos: como seria um Flamengo baseado no Bahia de Carpegiani

    Não dá para dizer que Carpegiani não vingou como técnico. São mais de 35 anos vivendo de fazer esse trabalho, portanto seria insano tratar sua trajetória como um fracasso. Também não dá para dizer que é uma carreira de sucesso absoluto. São poucos os títulos, dentre os quais os mais relevantes continuam sendo os conquistados enquanto dirigia o Fla no início dos anos de 1980.
    Tendo isso na cabeça, de que forma podemos encarar a chegada de um velho conhecido, alguém íntimo do clube, com identidade rubro-negra, mas que, como treinador, possui uma carreira longa, porém de poucas taças? Da maneira como cada um quiser, é claro. Contudo, se for da sua vontade expressar seu sentimento, seja ele de satisfação ou desgosto, otimismo ou pessimismo, não deixe de levar em consideração dois pontos fundamentais

    1- não importa o que digam dirigentes, comentaristas ou qualquer outro que se meta a falar; fato é que todo planejamento que poderia existir está comprometido, o que aumenta significativamente a nossa dependência de um departamento de futebol forte, criativo e alinhado, além, é claro, da sorte;

    2- no futebol, assim como na vida, quase sempre aquilo que começa mal termina mal, mas não chega a ser uma regra. Lembre-se: grande parte da graça de ter um time do coração é acreditar que tudo vai dar certo mesmo quando o cenário indica o oposto. E é isso que nos faz amar tanto esse negócio, porque o futebol nos permite ter frustrações que não necessariamente alterarão o curso das nossas vidas, enquanto os sucessos nos causam um bem-estar tão maravilhoso, o qual, no fim das contas, é o que acaba prevalecendo, é o que levamos para o resto das nossas vidas. É um risco que vale muito a pena correr.

    Não deixe de ler: O que 2017 nos ensina sobre ser gente

    Do fundo do meu coração rubro-negro, desejo que o melhor do técnico Paulo Cesar Carpegiani apareça agora. Se acontecer, muitos dirão que foi um sucesso tardio, até mesmo um renascimento. A mim não importa nada o que vão dizer; só me importa é que o Flamengo se agigante e seja novamente voraz, assustador para os adversários, faminto e campeão. E para isso acontecer, agora é com ele que vamos, é dele que dependemos e é nas mãos dele que estamos. Motivos mais do que suficientes para entendermos que é ao lado dele que devemos ficar.
    SRN

    Imagem destacada no post e redes sociais: Twitter / Flamengo
     


    Fabiano Torres, o Tatu, é nascido e criado em Paracambi, onde deu os primeiros passos rumo ao rubronegrismo que o acompanha desde então. É professor de idiomas há mais de 25 anos e já esteve à frente de vários projetos de futebol na Internet, TV e rádio, como a série de documentários Energia das Torcidas, de 2010, o Canal dos Fominhas e o programa Torcedor Esporte Clube, na Rádio UOL.
     
     
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  • Análise estatística – Desempenho de Carpegiani em 2016 e 17

    Na noite de segunda-feira (08), o Flamengo anunciou oficialmente a contratação de Paulo César Carpegiani para o cargo de técnico da equipe profissional do futebol. O fato ocorreu após o pedido de demissão do colombiano Reinaldo Rueda, que assumirá a Seleção Chilena.

    Rueda deixou o Flamengo com pouco mais de 50% de aproveitamento. Foram duas finais disputadas, mas sem títulos.

    Será a terceira passagem do treinador pelo Rubro-Negro. Vale lembrar que Carpegiani era o técnico nas conquistas dos dois títulos de maior expressão na história do Flamengo: a Libertadores e o Mundial Interclubes, ambos em 1981.

    Analisamos o desempenho do treinador em seus dois últimos trabalhos aqui no Brasil, quando comandou Coritiba e Bahia, entre os anos de 2016 e 2017.

    Coritiba FC – agosto de 2016 à fevereiro de 2017

    Com chances reais de rebaixamento no Campeonato Brasileiro 2016, em agosto, o clube paranaense recorreu ao treinador para evitar a queda para a segunda divisão. Deu certo. O técnico teve todo o segundo turno para trabalhar (20 jogos), e deixou a equipe na mesma posição onde assumiu-a: na 15ª colocação. Além disso, comandou a equipe na melhor participação internacional da sua história: foi eliminado nas quartas da Sul Americana 2016, para o Atlético Nacional.

    Em 2017, não obteve muito sucesso. Comandou a equipe em apenas seis jogos, e foi eliminado para o ASA de Arapiraca, na segunda fase da Copa do Brasil.

    EC Bahia – outubro à dezembro de 2017

    Assumiu o clube baiano na 13ª colocação no Campeonato Brasileiro, com 31 pontos. Comandou o time em 12 partidas,  venceu cinco delas, empatou quatro, e perdeu apenas três jogos (um deles para o próprio Flamengo, por 4 a 1). Venceu partidas contra alguns dos primeiros colocados, como Corinthians e Santos. O técnico conseguiu em 12 jogos ter um aproveitamento de 52,77%. O número é maior do que o do Flamengo, que com 15 vitórias, 11 empates e 12 derrotas, alcançou apenas 49,12% dos pontos disputados em todo o Campeonato Brasileiro.

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  • Ofensivo e com toques rápidos: como seria um Flamengo baseado no Bahia de Carpegiani

    No apagar das luzes desta segunda-feira (08), o Clube de Regatas do Flamengo fez dois grandes anúncios via mídias digitais: o primeiro deles a saída do técnico Reinaldo Rueda, que causou indignação ao torcedor pela forma como conduziu a sua mudança para a seleção chilena; o segundo e mais importante foi o rápido anúncio do seu novo treinador Paulo César Carpegiani, campeão da América e do Mundo em 1981 e que retorna para a sua terceira passagem no rubro-negro.

    Carpegiani comandou o time que venceu o Cobreloa, na final da Libertadores, o Liverpool, na final do Mundial Interclubes, e o Brasileirão de 1982. Desde então, treinou clubes do Brasil e do exterior, jamais obtendo o mesmo sucesso que obteve com aquele Flamengo.

    Leia: Flamengo anuncia novos auxiliares e preparador de goleiros

    Em 2017, o “Carpa” trabalhou em dois clubes. Começou o ano no Coritiba, clube que vinha comandando desde o final do primeiro turno de 2016 quando o Coxa se encontrava na 19ª colocação. Salvou o time do rebaixamento mas com um início fraco no Paranaense de 2017 e a péssima participação na Copa do Brasil (1 a 1 contra o Vitória da Conquista na primeira fase e eliminação para o ASA dentro de casa) foi demitido.

    Carpegiani assumiu o Bahia em outubro e rapidamente mudou o status do “Tricolor de Aço”. De um ponto a mais que o primeiro na zona de rebaixamento, o clube baiano chegou a brigar pela vaga na Libertadores. Na estreia, buscou um empate dentro do Allianz Parque, após estar perdendo por 2 a 0 para o Palmeiras, e por muito pouco não conseguiu uma virada histórica. Quase imbatível dentro de casa, o Bahia de Carpegiani venceu 4 dos 5 duelos na Fonte Nova (Corinthians, Vitória, Ponte Preta e Santos). Nos primeiros oito jogos, só havia perdido para o próprio Flamengo, que goleou por 4 a 1 com dois gols de Réver e Diego dentro da Ilha do Urubu.

    Nos últimos três jogos, porém, o clube baiano perdeu o fôlego e foi derrotado duas vezes, para Sport e Chapecoense, e acabou empatando com o São Paulo. Ainda assim, os comandados de Carpegiani terminaram o Brasileirão a 7 pontos do Z4 e a apenas 4 do G8, e os méritos da melhora passa muito pelo experiente treinador que agora comandará o Flamengo.

    Forma de jogo

    Para muitos torcedores do Bahia e até especialistas, Carpegiani foi o responsável por dar continuidade ao que Guto Ferreira vinha fazendo desde a temporada 2016 até a saída para o Internacional, que marcou uma queda brusca de desempenho do clube em 2017. Passaram por lá Jorginho e Preto Casagrande, que trabalhou com o “Gordiola”. Nenhum dos dois conseguiram o mesmo sucesso que o então treinador Colorado.

    Carpegiani, aos 68 anos, fez o tricolor explorar os pontos fontes dos tempos de Guto usando o mesmo 4-1-4-1. Fora de campo, o “Carpa” também revitalizou os ânimos e a confiança dos atletas. Foram poucos os jogos ruins do Bahia em 2017, mas o fator psicológico pesou algumas vezes na obtenção de um resultado positivo.

    O novo treinador do clube baiano então, apostou no que o time tinha de melhor: um volante marcador e com boa saída de jogo (Renê Júnior), um meia que ajudava em todos os setores com muita qualidade (Zé Rafael), um ponta de muita velocidade (Mendoza) e outro com maior qualidade na criação (Allione), além de um atacante bastante móvel (Edigar Junio).

    Leia também: O novo treinador é o senhor…

    Variações, troca de posições, muita triangulação e apoio pelas pontas foram fatores chave para o crescimento do Bahia.

    E se fosse o Flamengo?

    Existe a possibilidade de Carpegiani adotar o mesmo esquema e estilo de jogo no Flamengo. O 4-1-4-1 tem sido a tática da moda e devemos assisti-la em boa parte dos jogos da Copa do Mundo deste ano.

    O Bahia não tinha a mesma qualidade que o Flamengo possui em nenhuma das posições e, ao se expor tanto, deixava muitos espaços para contra-ataques e ainda costumava se recompor lentamente. O rubro-negro, no entanto, é mais organizado e sofreu a maioria dos gols por falhas individuais.

    Façamos um comparativo pegando as principais peças do Bahia no último Brasileirão:

    • Jean foi um dos principais goleiros do ano, mas o Flamengo tem Diego Alves, que é ótimo goleiro;
    • Juninho Capixaba, lateral-esquerdo, foi mais efetivo do que Trauco mas com qualidades e defeitos bem parecidos, como a deficiência nos momentos defensivos;
    • Renê Júnior foi um dos grandes ladrões de bola e roubou mais do que Cuéllar. No entanto, o colombiano jogou menos e teve média maior do que o agora jogador do Corinthians. Outra semelhança é na qualidade para sair jogando;
    • Zé Rafael tem uma mistura de Arão com Diego. Mais parecido com o camisa 35, com bom passe e boa leitura de jogo, sabe recompor e desarma bastante, assim como o Willian Arão de 2016 tão abaixo em 2017;
    • Vinicius tem boa técnica e bom passe, mas é um jogador que oscila bastante. Para a posição o Flamengo pode usar tanto Diego quanto Paquetá, que voou e terminou o ano como um dos, ou até o melhor, meio-campista do Brasil;
    • Allione é um ponta com características de armador. Assim como ele o Flamengo tem Éverton Ribeiro, que tem muito mais técnica e habilidade;
    • Mendoza foi chutado por onde passou mas não deixou de ser importante para o Bahia. Sua velocidade, principalmente, foi uma grande arma. Com características parecidas, o Flamengo tem Éverton;
    • Na frente Carpegiani optou por Edigar Junio, que mesmo em má fase, teve a confiança do treinador e marcou 10 gols dos seus 12 gols no campeonato durante as 12 partidas comandadas por Carpa. Atacante móvel, era usado bastante para fazer o pivô e abrir espaços para as entradas em diagonal dos pontas. Te lembra as características de alguém? Sim, Guerrero deve continuar no Flamengo, o que não afasta a chance de chegada de mais um atacante. Sua qualidade, que o coloca como um dos principais nomes para a posição, sobrepõe as de Edigar em todos os aspectos.

    São grandes as semelhanças quando se analisa as características de jogo dos atletas de Bahia e Flamengo. Não há garantias de que Carpegiani optará por este esquema de jogo. Caso use, a torcida poderá ver Diego e Paquetá juntos no meio, desejo de boa parte dos flamenguistas.

    Não deixe de ler: Pensando no futuro, Mengão revisita seu passado

     

    Possível escalação (considerando as semelhanças entre Flamengo e Bahia):

    Diego Alves; Pará (Rodinei); Réver, Juan, Trauco; Cuéllar; Éverton Ribeiro, Paquetá (Arão), Diego e Éverton; Guerrero.

     
     
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