Autor: diogo.almeida1979

  • Sub-20 faz bela partida coletiva e chega a final da Taça Guanabara

    Os Garotos do Ninho superaram o Botafogo pelo placar de 2 a 0 e aguardam o vencedor do duelo entre Vasco e Fluminense

    Ian Sena (Site do Flamengo)

    Em partida muito segura do sistema defensivo, a equipe Sub-20 do Flamengo, comandada pelo treinador Mauricio Souza, derrotou o Botafogo por 2 a 0 (Luiz Henrique e Lucas Freitas) na partida única da semifinal da Taça Guanabara disputada na manhã deste sábado (25), no CEFAT. 

    Com bela atuação coletiva e sem passar sustos, os Garotos do Ninho reverteram com êxito a vantagem botafoguense de jogar em casa e pelo empate, garantindo com muita moral a vaga na final do primeiro turno do Campeonato Estadual da categoria. O adversário, em partidas de ida e volta, sairá do confronto de hoje à tarde entre Vasco e Fluminense.

    O clássico era decisivo, e começou tenso e com poucas chances de gol. Aos 13 minutos, o Flamengo teve o primeiro lance de perigo, em chute de fora da área de Vitor Gabriel. O goleiro Lucas Silva fez a defesa sem dar rebote. Aos 19, Vitor Gabriel foi derrubado na entrada da área. Luiz Henrique cobrou a falta em cima de Lucas Silva, que defendeu mais uma. 

    Aos 38 minutos, os Garotos do Ninho abriram o placar, e em grande estilo. Luiz Henrique teve mais uma oportunidade para cobrar uma falta na entrada da área, e dessa vez ele não desperdiçou. A batida na bola foi bonita, e ela entrou no ângulo de Lucas Silva. Ainda antes do intervalo, o Mais Querido passava a ter vantagem no jogo.

    A vitória era necessária, e o Flamengo queria mais. No minuto seguinte, Vitor Gabriel bateu forte. Após desvio na zaga, a bola saiu próxima à meta botafoguense para escanteio. A equipe alvinegra teve sua única chance de gol na primeira etapa aos 42 minutos, quando Lucas Barros chegou bem à linha de fundo e bateu cruzado, à esquerda da baliza de Hugo Souza. No último lance antes da parada para o intervalo, Luis Henrique bateu de fora da área e Hugo Souza, bem colocado, fez a defesa com segurança.

    O clássico ficou ainda mais tenso na segunda etapa. As chances de gol eram escassas, e as discussões e lances mais ríspidos aumentavam a cada minuto. Até a metade do segundo tempo, nenhuma chance clara de gol foi criada. Aos 33 minutos, Ítalo cruzou e Vitor Ricardo bateu por cima do gol. Aos 34, foi Vinicius Souza quem soltou uma bomba. Após desvio na zaga, a bola saiu em escanteio. 

    O Flamengo tinha crescido na partida, e o segundo gol veio na hora certa. Após a cobrança do escanteio, Lucas Freitas surgiu bem posicionado dentro da área e tocou de cabeça para o fundo das redes, dando muita moral para o Mais Querido chegar forte à final da Taça Guanabara.

    Flamengo: Hugo Souza, Matheus França, Natan (Habraão), Lucas Freitas, Pablo (Ítalo); Vinicius Souza, Gomes (Vitor Ricardo), Luiz Henrique; Bill (Yuri), Wendel e Vitor Gabriel. Treinador: Mauricio Souza.

    Créditos da imagem destacada: Marcelo Cortes/Flamengo

  • Lázaro brilha novamente e Fla assume a liderança

    Com um gol e uma assistência do camisa 10, o Mais Querido venceu o Vasco por 2 a 0 e chegou aos 17 pontos na Taça Guanabara

    Bruno Vicente

    A equipe sub-17 do Flamengo conquistou neste sábado (25) seu quinto triunfo em sete jogos, na Taça Guanabara do Campeonato Carioca da categoria. No clássico contra o Vasco da Gama, ocorrido na Gávea, os Garotos do Ninho não deram chances ao adversário e venceram pelo placar de 2 a 0. O destaque ficou para o atacante Lázaro, com um gol e uma assistência na partida. 

    Além do camisa 10, também brilharam Weverton, autor do segundo gol, e o goleiro Bruno Souza, que defendeu um pênalti, já na etapa final do confronto. O resultado, deixa o Mengo na liderança do Grupo B, com 17 pontos e empatado com o próprio time cruzmaltino.

    Vale destacar que o Flamengo ainda tem um partida a menos, prevista para ser realizada no dia 2 de junho, contra o Boavista. Neste momento, o Fla possui sete jogos, sendo cinco vitórias, um empate e uma derrota. A tabela aponta ainda que foram 13 gols marcados e apenas dois sofridos.

    Com o tento anotado neste sábado, o camisa 10 chegou aos três gols e é o artilheiro do Mais Querido na competição. O jovem também é destaque no Campeonato Brasileiro Sub-17, onde já balançou as redes em sete oportunidades, se estabelecendo na artilharia isolada. 

    Constantemente convocado para também compor a Seleção Brasileira de base, Lázaro teve o primeiro contrato profissional com o Mengo assinado em 2018. Na ocasião, o vínculo estabelecido foi de três anos, que é o prazo máximo permitido para atletas menores de 18 anos.

    O Flamengo jogou com Bruno, Marcos Felipe, Gabriel Noga, Otávio, Caio; Dhouglas, Daniel Cabral; Carlos Daniel (Richard), Lázaro, Pedro Arthur (Jean Carlor); Wenerton (Mayquinho); Técnico Phelipe Leal. 

    Sub-15

    Pela Taça Guanabara Sub-15, o Mais Querido ficou no empate em 1 a 1 com o Vasco. Nos pênaltis, vitória vascaína por 8 a 7. O adversário levou um ponto a mais. O gol do Mengão no tempo normal foi marcado por João Vitor.

    Créditos da imagem destacada: Valdir Santiago

  • Sub-16 faz campanha impecável no Torneio Guilherme Embry

    Nesta sexta-feira (24), os Garotos do Ninho venceram a terceira partida consecutiva na competição

    Site do Flamengo

    Em partida realizada na manhã
    desta sexta-feira (24) na Gávea, a equipe Sub-16 do Flamengo derrotou o
    Boavista por 3×1 (Wiverson [2] e João Pedro), em partida válida pela terceira
    rodada do primeiro turno do Torneio Guilherme Embry, o Campeonato Estadual da
    categoria. A boa vitória mantém o Mais Querido com 100% de aproveitamento na
    competição. Na próxima rodada, o Flamengo visita o Barra da Tijuca, na Arena
    Interfut.

    O Rubro-Negro abriu o placar aos 12 minutos.
    Richard chegou bem à linha de fundo e cruzou na medida para Wiverson, que teve
    qualidade e frieza para tocar para o fundo das redes e fazer o primeiro gol
    rubro-negro na Gávea. O empate do Boavista veio aos 22 minutos, em chute de
    esquerda de Sidnei.

    Os Garotos do Ninho mantiveram a concentração e
    voltaram a ficar na frente do marcador aos 34 minutos, em gol de muito
    oportunismo de Wiverson. Aos 36, João Pedro chutou da entrada da área e o
    goleiro Felipe fez a defesa com segurança.

    Após a conversa no vestiário com o treinador Ramon
    Lima, a equipe voltou mais objetiva para a segunda etapa, e ampliou antes do
    primeiro minuto. Daniel Campos pegou a bola no meio de campo e fez grande
    jogada, a conduziu até a entrada da área e deu belo passe para João Pedro. O
    camisa 11 driblou o goleiro e tocou para fazer o terceiro do Mais Querido.

    A goleada quase veio aos 18 minutos, quando João
    Pedro apareceu livre de marcação e bateu cruzado para grande defesa de Felipe.
    Aos 25 minutos, na última chance de gol dos Garotos do Ninho na partida, Pablo
    arriscou de fora da área e a bola tirou tinta da trave direita da equipe de
    Bacaxá. 

    Flamengo: Hugo Moraes, Kayque, Nicollas, Kaiky, Richard; Arthur Lessa (Thiago), Daniel Campos (Leoni), Felipe (Pablo); Werton (Ryan Luka), João Pedro e Wiverson (Jean Sales). Treinador: Ramon Lima.

    Créditos da imagem destacada: Valdir Santiago

  • Fla joga mal os dois primeiros quartos e Franca empata a final do NBB

    O terceiro jogo também será disputado no Ginásio Pedrocão, no próximo sábado (26)

    O Flamengo não apresentou o mesmo desempenho da primeira partida e saiu derrotado no segundo confronto das finais do NBB, que aconteceu nesta quinta-feira (23). Apesar do início da partida ter sido uma disputa de bolas de três, o time do Franca aproveitou o apoio de mais de 5 mil torcedores presentes no Ginásio Pedrocão e saiu na frente nos dois primeiros quartos da partida.

    O bom começo dos paulistas foi crucial para o decorrer do
    duelo que, mesmo com um final de quarto inspirado do Mais Querido, venceram o
    jogo por 88 a 79.

    Com ótimas atuações de Olivinha, que foi eleito melhor
    jogador do primeiro jogo da série e não desapontou na segunda partida, e Balbi,
    que acertou diversas bolas de três, o Flamengo fez um primeiro quarto acirrado,
    mas os donos da casa levaram vantagem de 29 a 21.

    No segundo período, com várias bolas de três, o time
    paulista aumentou a vantagem sobre o Rubro-Negro. Sem tanta expressividade, o
    segundo quarto terminou 51 a 36, com a diferença praticamente dobrada em
    relação à primeira fase.

    Após dois tempos tensos, a volta do intervalo foi melhor
    para o time carioca. Com bond desempenhos de Olivinha e Anderson Varejão, o
    placar chegou a quatro pontos de diferença, mas terminando com 67 a 56.

    No quarto e ultimo tempo, o mais querido ameaçou um empate nos
    minutos finais, mas não foi suficiente. Jogo foi finalizado no placar de 88 a
    79 para Franca e série empatada por 1 a 1.

    Destaques

    Principal jogador da primeira partida da série, Olivinha foi
    o cestinha do time no jogo com 19 pontos e teve 18 rebotes. Balbi, predominante
    nas bolas de três, marcou 18 pontos e foi líder de assistências, com quatro.
    Seguido de Marquinhos e Davi, ambos com três.

    Anderson Varejão foi perseguido pela torcida do Franca o
    jogo inteiro. Sempre que relava na bola, gritos de “mercenário” e “traíra”
    ecoavam no Ginásio Pedrocão. Mesmo com a perseguição, o camisa 17 fez 16 pontos
    e teve cinco rebotes.

    “Acho que a nossa equipe no primeiro tempo não conseguiu fazer uma defesa muito boa e a equipe de Franca abriu uma vantagem. Depois para correr atrás, em uma final de campeonato, jogando fora de casa, é complicado”, analisou Olivinha.

  • Quando está claro que não vai dar certo

    Quando tantas boas intenções se transformam em erros absurdos, é sinal de que as pessoas estão se colocando acima da Instituição.

    Felipe Foureaux, do Blog Felipe Foureax em Campo

    Algum dia as pessoas entenderão que o Flamengo realmente é maior do que qualquer pessoa. Maior do que eu, maior do que o presidente, maior até do que Zico. Nesse dia, entenderão que o respeito à Instituição é fundamental.

    O Flamengo não esculpiu sua história hoje. São 123 anos de um sentimento que eu tento, tento e tento, mas não consigo descrever. O tamanho do clube é imensurável. E alguns de nós, reles mortais rubro-negros, teimamos em falhar miseravelmente quando tratamos de nossa maior paixão.

    Não posso acreditar que quem colocou e mantém Abel Braga no comando do nosso time não queira o bem do Flamengo. Obviamente que, como rubro-negros, esses caras querem todos os títulos do mundo. Mas está claro que não vai dar certo.

    Não posso acreditar que os responsáveis pela Comunicação do Flamengo não queiram acertar. Não querem confundir Adílio com Andrade. Queriam acertar quando emitiram aquela Nota Oficial. Mas está claro que não vai dar certo.

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    Chapa Roxa comemora vitória nas urnas em 2018. Foto: Reprodução / Autor Desconhecido

    Não posso acreditar que o diretor que veio a público falar das pichações da Gávea não queria apenas amenizar o caso. Mas fez tudo errado. Está claro que não vai dar certo. Nesse caso há bastante tempo.

    Quando tantas boas intenções se transformam em erros absurdos, é sinal de que as pessoas estão se colocando acima da Instituição, sendo teimosas, insistindo para terem razão, quando a razão não lhes pertencem mais.

    E, gigantes que somos, aqui se maximiza cada erro, cada falha. Junto à imprensa, aos torcedores rivais (que no caso são todos os que não são agraciados com a magia de ser rubro-negro) e ao Mundo. Graças a Deus é assim. E graças a Deus estamos do lado certo.

    Cacau Cotta
    Cacau Cotta tentou amenizar as pichações e piorou a história. Foto: Arquivo pessoal

    Ainda dá tempo. Justamente porque algumas dessas pessoas que estão no clube, somadas a outras que passaram recentemente pelo Mais Querido, foram capazes de trazer austeridade e gestão ao Flamengo. Que as nossas melhores lideranças identifiquem rapidamente as nossas inúmeras falhas porque quem quer ser do tamanho que merecemos ser não pode falhar tanto e tão seguidamente.


  • A Comunicação

    O panorama atual pode degradar ainda mais com a chacota da imprensa, dos torcedores em geral; diminuindo a percepção de ajuste profissional.

    Não é segredo para ninguém que o Flamengo vive um início de gestão completamente desastroso na Comunicação. Seja na pasta de Comunicação ou mesmo através do pronunciamento de seus dirigentes, invariavelmente mal-preparados.

    Erros em série provocam a revolta da torcida nas mídias sociais, pichações e tentativas de “dialogar” no CT. Os torcedores já foram chamados de simpatizantes, “rubro-índios”, “rubro-brancos” e agora de semi-analfabetos pelo dirigente amador de Relações Externas ao explicar que haveria pretexto político na recente pichação no muro da Gávea, pois a mesma teria sido escrita com grafia correta, diferente do que um “verdadeiro torcedor” faria (pano rápido!).

    Uma pasta de Comunicação (e de Marketing!) entregue a um dos piores VP’s que esta gestão tem em seus quadros, o Gustavo Oliveira. O que significa que este panorama pode degredar ainda mais, virando chacota da imprensa, dos torcedores em geral; diminuindo a percepção de ajuste profissional que a gestão anterior, depois de longas décadas, conseguiu dar ao Flamengo. E agora está sendo jogada no ralo.

    gustavo de oliveira
    Foto: Paulo de Deus / Blog Lu Lacerda / IG

    O futebol com a manutenção do dinossauro Abel, incapaz de montar uma segunda linha defensiva, usada em 10 entre 10 dos times de fato competitivos no futebol moderno, segue no comando, com o time apresentando diversos problemas defensivos tomando gol a cada jogo. E todo time vencedor começa com uma defesa consistente. E este repúdio ao Abel é visto como político pela gestão atual, que, em um episódio vergonhoso, quis punir o presidente anterior por motivos espúrios em algo que eles mesmos causaram quando tinham como aliados a presidência do COAD, impedindo que a chapa que foi fazer seu registro primeiro não escolhesse a cor que queria (azul), causando então, talvez propositalmente, a confusão posterior. 

    É hora de colocar a bola no chão e pensar menos no amiguismo empoderado que impera na conduta “administrativa” desta gestão. Trabalhar para o Flamengo, para que saiam em 2021 encontrando o clube melhor que encontraram. E não destruído.


  • Além de Jemerson e Bruno Viana, nomes de Zapata e Lichnovsky ganham força no Flamengo

    O Flamengo segue em busca de um zagueiro no mercado internacional para fazer dupla com Rodrigo Caio. O vice de futebol Marcos Braz segue no exterior, negociando com alguns atletas, e os nomes de Cristian Zapata e Igor Lichnovsky interessaram o dirigente. Jemerson e Bruno Viana seguem na pauta.

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    Zapata tem 32 anos e atua no Milan. O equatoriano termina seu contrato com o clube da Itália no final de junho, e ficará livre no mercado. O defensor foi oferecido ao Flamengo, mas os valores assustaram. Porém, o interesse segue. Zapata entrará em campo neste domingo, pelo rubro-negro de Milão.

    Igor Lichnovsky, chileno do Cruz Azul, do México, também entrou no radar de Marcos Braz. O atleta de 25 anos tem um valor de mercado avaliado em 2 milhões de euros e teve uma passagem pelo Porto na temporada de 2014-2015. Lichnovsky teve destaque na Universidad de Chile, clube onde foi revelado. Antes do Porto finalizar o negócio, a Inter de Milão chegou a ter interesse em tirá-lo da LAU, mas Portugal foi o destino do atleta. A Universidad chegou a recusar uma proposta de 5 milhões de euros pelo defensor, em 2012.

    Planos A e B

    Os planos iniciais do Flamengo continuam sendo Jemerson e Bruno Viana. O primeiro, que atua no Mônaco, da França, tem mais um ano de contrato com seu atual clube e só aceita negociar o jogador em definitivo. O interesse do Rubro-Negro inicialmente seria o empréstimo. A negociação está difícil, mas segue.

    Bruno Viana é outra opção que o clube da Gávea tem interesse, mas a negociação está estagnada pelos valores. O Braga-POR (seu atual clube) pretende arrecadar com a venda do defensor cerca de 10 milhões de euros, e os dirigentes rubro-negros seguem conversando, porém um empecilho entrou no caminho. A Lázio da Itália é um dos concorrentes. Bruno tem contrato com os portugueses até 2023.

    Marcos Braz deve voltar ao Brasil no início da próxima semana. O lateral-direito Rafinha já está próximo, porém os outros nomes seguem em negociação. O ”mochilão” do Flamengo ainda está em construção.


    Foto: Reprodução/Montagem

  • Procurando problema

    Landim, a chave da casa é tua, tranca a porta, dá uns gritos. Bate na mesa, quebra a cadeira, joga o prato na parede.Faz alguma coisa, homem

    O Flamengo consegue polemizar até em semana vazia.

    Essa diretoria está de brincadeira.

    Primeiro rola a folga prolongada.

    Dois dias em casa e pronto. O debate foi gigante.

    Panos quentes colocados nos devidos lugares e…

    Um sujeito vai em um programete de televisão e manda o papo reto de que torcedor não sabe escrever Mickey (acertei?). Meteu a marra pra falar que somos burros.

    Meu irmão, meu querido dirigente.

    O bicho tá pegando.

    O time não engrena.

    Abel não se ajuda.

    Arão e Pará causando mais azia que o salgado da Dona Tereza.

    E tu me aparece pra falar uma besteira dessas?

    Vai catar coquinho.

    Outra coisa…

    Quem permite essas barbaridades?

    Não tem uma pessoa lúcida capaz de acompanhar essa gente em entrevistas?

    landim flamengo

    Até quando vamos ouvir o treinador falar que o estádio do adversário é mais bonito e que perder é normal?

    Qual será a próxima pérola da gestão?

    Vamos esperar esse senhor, o Pasquale da direção, o intelectual de boteco, falar que 87 é do Sport?

    Até quando seremos reféns de pessoas despreparadas em nosso Flamengo?

    Landim, a chave da casa é tua, tranca a porta e dá uns grito. Bate na mesa, quebra a cadeira, joga o prato na parede. Faz alguma coisa, homem.

    landim flamengo

    Rafinha – É tanta fonte, mas tanta fonte, que, ou o Rafinha tem 5 mil amigos próximos, ou o estamos no meio de centenas de mentirosos.

    Luxemburgo – Gastamos cem milhões em jogadores e a nossa maior alegria será dada pelo bom e velho Luxa. Aguardem…

    Brasil – Vergonha do País que fecha os olhos para a educação e foca em debater se libera ou não o fuzil.

  • Sete perguntas e uma constatação

    Adriano Melo anda relembrando a frase “Uma das piores coisas é o burro com iniciativa. Burro com iniciativa. Ele quebra você”.

    1 – Classificado em primeiro lugar em seu grupo na Taça Libertadores, com a melhor campanha da Primeira Fase, e agraciado com um adversário teoricamente fraco (comemorado no sorteio) para o confronto na fase seguinte. Garantido nas Quartas-de-Final da Copa do Brasil. Vice-campeão Estadual e, decorridas quinze rodadas do Brasileiro, ocupando a sétima colocação, com 51% de aproveitamento, a 8 pontos do líder. Destaque negativo para o sistema defensivo, que sofreu 15 gols, média de 1,00 por jogo. Apesar do bom posicionamento nos torneios eliminatórios, o desempenho da equipe tem sofrido críticas, notadamente em função da falta de regularidade. As principais reclamações chamam a atenção para o nível do elenco, que não está conseguindo entregar aquilo de que se espera. Diante desse contexto, e com a proximidade de jogos que poderão definir a temporada, o que fazer? Manter a comissão técnica, buscando evolução? Ou partir em busca de alterações? Os mais argutos terão percebido que o quadro descreve a realidade do Palmeiras em julho de 2018.

    Desnecessário expor os desdobramentos. Ainda assim, tendo em vista a evidente analogia com o momento atual do Flamengo, repete-se a pergunta: diante de um cenário como o exposto, o que fazer? Aguardar a evolução que nunca chega? Ou fazer acontecer?

    2 – Referindo-se ao fiasco de sábado passado, quando o Flamengo, com um time e elenco muito superior, deixou-se impor por um adversário de nível mediano, coalhado de jovens e veteranos decadentes, que atuou com um a menos por um tempo inteiro: chamou a atenção o time ter demorado a “voltar pro jogo” após sofrer o segundo gol e a sensível superioridade de intensidade da equipe mineira. Pode-se explicar o acontecido pelo cansaço (ou seja, preparo físico/mental inadequado)? Ou será que a temida postura “banana” arrisca estar de volta?

    Imagem: Reprodução

    3 – “As pessoas reclamam dos jogadores, mas não reclamam de quem está lá trabalhando ao lado dos jogadores quando o desempenho está ruim. Quem está avaliando? Quais as metas que essas pessoas têm? Quais resultados? Esse processo foi bem feito?” (LANDIM, Rodolfo, entrevista ao GloboEsporte.com, 23/11/2018).

    Aproveitando um gancho deixado na pergunta anterior: em janeiro de 2018, o Flamengo trouxe o preparador de goleiros Rogério Maia, em substituição ao controverso Victor Hugo. A contratação, ainda assim, foi duramente criticada nas redes sociais, em função do novo profissional ser procedente da Chapecoense, cartão de visitas teoricamente inadequado para um clube do nível do Flamengo. “Contratar profissional de Chapecoense, Audax, com todo o respeito…” etc. Com a reformulação no futebol levada a cabo no início de 2019, chegaram para a nova comissão técnica o auxiliar Marcelo Salles, o “Fera”, com trabalhos recentes no Volta Redonda e no Nova Iguaçu, e o preparador físico Alexandre Sanz que, segundo apurado por reportagens da época, estava se dedicando a “treinamentos funcionais na praia”. Ambos fizeram parte da comissão técnica de 2009, dez anos atrás. Rogério Maia foi demitido, e em seu lugar chegou o preparador Wagner Miranda, vindo justamente da… Chapecoense. Pergunta-se: considera-se realmente adequado o currículo dos profissionais que compõem esta nova comissão técnica do Flamengo?

    Imagem: Reprodução

    4 – “O processo de liderança começa por quem comanda. O que vemos hoje é uma mediocridade, no sentido mais puro da palavra: mediano. Um conformismo com as derrotas, aquele sentimento de que tudo está bom, que é assim mesmo.” (LANDIM, Rodolfo, entrevista ao site FutRio, 07/12/2018).

    Uma das críticas mais pertinentes à administração que se encerrou em 2018 se debruçava sobre a crônica incapacidade de conquistar títulos expressivos. Em uma entrevista concedida ao Portal UOL em outubro de 2017, o Gerente de Futebol Mozer declarou, em tom de exaltação: “Alcançamos três finais, a Taça Guanabara, o Campeonato Carioca e a Copa do Brasil”. Naturalmente, a declaração foi massacrada nas redes sociais e objeto de chacota, muito por conta da postura de enaltecimento de resultados inexpressivos. Pergunta-se: em que diferem, em essência, a declaração do Mozer e a recente nota oficial expelida pela Diretoria em 03 de maio, onde se celebram as “relevantes” conquistas da Copa Mickey e do Campeonato Estadual?

    Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

    5 – Em uma guinada digna de elogios, o Flamengo, em 2019, tem buscado no mercado a contratação de jogadores de nível mais elevado, procurando minimizar o risco de erros nesse aspecto, algo recorrente nas “janelas” passadas. Nesse contexto, chegaram Arrascaeta, Rodrigo Caio, Gabigol e Bruno Henrique, sem a incidência, até aqui, de baixas relevantes no plantel. Com isso, pode-se afirmar categoricamente que o Flamengo de 2019 possui jogadores melhores que o do final do ano passado. No entanto, há uma percepção nítida e generalizada de que o time piorou. Temos jogadores melhores, mas o time é pior. A que se pode atribuir este inusitado fenômeno?

    Imagem: Reprodução

    6 – Tem uma coisa que eu não suporto. Eu não suporto perder, eu acho que o Flamengo tem que ganhar tudo. O Flamengo pode perder, isso é da vida, mas tem que estar sempre querendo ganhar. E tem de estar sempre indignado com a derrota.” (LANDIM, Rodolfo, entrevista à ESPN, 09/08/2018).

    Essa história de relativizar derrotas, em partes, como times medíocres, essa falta de indignação com o mau resultado, é uma coisa que leva o clube a não ganhar. Ninguém com esse tipo de discurso ganha nada” (LANDIM, Rodolfo, entrevista à Fox Sports, 07/12/2018).

    Tornaram-se célebres as entrevistas pós-jogo do treinador Zé Ricardo (2016-17), elogiando e congratulando a equipe mesmo diante de resultados negativos: “Fizemos bom jogo”, “parabenizo a equipe pela luta”, “jogar aqui é sempre difícil”, entre outras pérolas de resignação que levavam à loucura os torcedores e ajudaram a impingir a pecha de “banana” ao Flamengo do triênio 2016-18.

    Eis que, em pleno 2019, com o Flamengo sob o comando de um grupo que tomou como “carro-chefe” de sua gestão “eliminar o conformismo”, o treinador Abel Braga, após derrotas fora de casa para Internacional e Atlético-MG (esta última, pelas circunstâncias, absolutamente inaceitável), crava, nos dois casos, à guisa de repetição para que não reste dúvidas, que “perder aqui é normal”, aludindo ao ocorrido no Beira-Rio e no Independência. E essa conversa de “tem que ganhar tudo”? De “indignação com o mau resultado”? Vamos ver isso na prática? Ou era só papo pra ganhar eleição?

    Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

    7 – Em outubro de 2018, o Flamengo sacramentou a venda de um dos seus principais jogadores, Lucas Paquetá, por um valor equivalente a 70% da multa rescisória. A divulgação do preço de venda (entre outros fatores, como o momento esportivo ostensivamente inadequado e a inusitada pressa do clube em fechar o negócio) fez cadeira voar, subir dedo na cara, enfim. Quase saiu tiro. Abriram processo, inquérito, no melhor estilo “prendo e arrebento”. Uma gritaria generalizada, evidentemente bastante explorada em um momento político conturbado. Pois. Passam-se alguns meses, e o GloboEsporte.com divulga, agora em 21 de maio, reportagem em que “Flamengo e responsáveis pela carreira” do volante Gustavo Cuéllar, seguramente o principal ídolo atual da torcida, “admitem” que a multa rescisória do jogador encontra-se “fora da realidade” e acenam com “discussão, sem interesse em conflito que possa gerar litígio por cobrança irredutível de multa”, caso chegue ao clube uma proposta que se aproxime do correspondente a 1/7, ou cerca de 14%, da multa contratual.

    Cada caso é um caso? Ou depende de quem está com a caneta? “Eles não podem mas nós podemos”? Como é isso?

    …E uma constatação

    Uma das piores coisas que temos na vida é o burro com iniciativa. Burro com iniciativa. Ele quebra você” (BAPTISTA, Luiz Eduardo, declaração ao GloboEsporte.com, 27/10/2015)

    Ultimamente tenho me lembrado dessa declaração do Luiz Eduardo Baptista, o Bap, atual VP de Relações Externas do Flamengo, e tido como responsável por, entre outras intervenções, indicar a contratação do treinador Ney Franco em 2014 e avalizar a permanência de Abel Braga no comando atual do elenco rubro-negro.

    Pois é… Essa frase… Acho que ele tem razão…


  • Léo Duarte é dúvida e Rodrigo Caio pode formar dupla com Thuler ou Rhodolfo no domingo

    O técnico Abel Braga terá uma ”dor de cabeça” para montar sua dupla de zaga para a próxima partida, contra o Athletico-PR no Maracanã. Léo Duarte com quadro viral não foi a campo no treino desta quinta-feira (23), e segue como dúvida. Thuler ou Rhodolfo surgem como opções.

    Thuler está atuando com frequência na temporada. Com o rodízio feito pelo Abel, o jovem defensor teve muitas oportunidades no Carioca e já atuou em duas partidas pelo Campeonato Brasileiro. O atleta formou dupla de zaga com Rodrigo Caio na vitória por 2 a 1 do Flamengo contra a Chapecoense, pela quarta rodada do Brasileiro.

    Já Rhodolfo voltou a treinar com o grupo na última terça-feira. O experiente defensor está em fase final de recuperação para ser relacionado novamente. Existe a expectativa de que o atleta vá para o jogo no domingo.

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    Foto: Flamengo/Divulgação