Autor: diogo.almeida1979

  • Palmeiras 4×0 Santos – e onde está o Flamengo?

    Sim, você está no site Mundo Bola e está lendo a análise de um jogo que não envolve o Flamengo, pelo menos não diretamente.

    Sim, você está no Mundo Bola e está lendo a análise de um jogo que não envolve o Flamengo. Dessa vez, escrito em primeira pessoa mesmo.

    Depois de dois anos escrevendo análises táticas para o site, peço licença para falar de Palmeiras 4×0 Santos. Afinal, não assisti a derrota para o Atlético-MG. Estava em São Paulo e aproveitei a chance para ir ao Pacaembu, infiltrado no meio da torcida verde, ver os nossos adversários paulistas se enfrentando.

    Foi um massacre. O resultado diz, sim, o que foi o jogo. Sampaoli tem razão quando diz que o terceiro gol palmeirense saiu quando o Santos estava melhor, no início do segundo tempo, mas o próprio treinador argentino admite que se o Palmeiras não tivesse aberto o placar com Gustavo Gomes de cabeça, teria feito em outro lance por ali. Os primeiros vinte minutos foram alucinantes e até a torcida palmeirense se mostrava surpresa. Parecia que veríamos uma goleada histórica.

    Deyverson comemora gol na goleada do Palmeiras.
    Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação

    Há várias maneiras de jogar futebol. Várias propostas de jogo. Várias formas de jogar bem. Pessoalmente, o estilo do time de Felipão não me agrada tanto. Muita bola longa, muito jogo físico e muitas faltas para o meu gosto. Mas é apenas uma questão de gosto pessoal mesmo. Ninguém pode dizer que esse é um time pobre, sem ideias.

    É impressionante como as jogadas se repetem, como os padrões são bem definidos e – talvez o mais importante – como o time consegue variar entre várias estratégias no mesmo jogo para manter o adversário sempre desconfortável: vinte minutos de pressão absurda, depois dez minutos parando o jogo com faltas e cozinhando, depois quinze minutos de time recuado esperando para espetar no contra-ataque e assim por diante.

    Resumindo em uma palavra, o Palmeiras é um time coerente.

    O oposto do Flamengo, que parece ser completamente aleatório.

    Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

    No time de Abel Braga – e, sejamos justos, no Flamengo de vários treinadores nos últimos anos -, o gol sai quando aparece o brilho individual dos seus melhores jogadores. Quando não aparece, nada acontece. Só isso, nada mais. É um time inconsistente, que não pressiona e não deixa o adversário desconfortável.

    Pelo que parece, mesmo com um a mais no Independência e com controle total da bola, o Flamengo não deixou o Atlético desconfortável. Só cruzou bolas na área contra uma defesa alta e bem postada. A bola quase entrou, é verdade, mas é pouco. Bem pouco mesmo.

    Eu não queria ver o Flamengo jogando como o Palmeiras. Quero mais bola no chão, mais toque, drible e dinamismo. Mais características que ressaltem nossos melhores jogadores. Quero ver o Flamengo jogando o seu jogo, mas jogando bem.

    O Palmeiras fez uma grande partida. O Santos, com uma escalação bastante questionável, praticamente não jogou. Sampaoli chamou a responsabilidade e disse que seu plano de jogo fracassou. Não será possível julgar a equipe de Felipão apenas por esse jogo acima da média, mas o que fica claro, mais uma vez, é o poder de uma ideia.

    Mesmo quando a ideia não agrada o seu gosto, é preciso reconhecer que ela está lá. O time de Scolari tem ideias. E o de Abel?


  • Crônica Atlético-MG 2×1 Flamengo: Mesmos erros

    Derrota salgada para o time rubro-negro e sofrida para a torcida do Mais Querido. Eram reais as chances de vitória no Independência.

    Quinta rodada do Brasileirão, hora de ganhar mais 3 pontos e confirmar a boa fase do time. Antes, um Atlético Mineiro em seus domínios.

    O jogo começa pegado, algumas faltas duras logo de início, porém, com o passar do tempo o Flamengo, mesmo jogando fora de casa, fez o que vem fazendo a temporada inteira: teve maior posse de bola e buscou o gol. Infelizmente nossos defeitos também vêm se repetindo, como os erros no último passe. Faltam, portanto, reais chances de gol.

    Em uma dessas possíveis chances que poderiam ter sido criadas, um escanteio curto foi cobrado para em seguida um lateral longo ser feito. Não acredito que alguém possa ver lógica em tal atitude.

    O time atleticano aceitou ser dominado e ficava apenas esperando uma chance para armar um contra-ataque. O seu gol veio não em jogada de contra-ataque mas sim em uma falha na saída de bola. Pergunto se Diego Alves assistiu ao jogo do Manchester City pela tarde e tenha se inspirado neles para sair de forma arriscada daquele jeito. Bom, não funcionou, e o erro na sua saída de bola derivou para um erro de Rodrigo e um golaço de Cazares.

    Para nossa sorte Bruno Henrique é especialista em fazer gol de empate depois que os times mineiros abrem o placar contra o Flamengo. Com o 1 a 1 o time mineiro ficou mais solto em campo. E com mais espaços o Flamengo conseguiu criar boas chances. Até que no final do primeiro tempo, em um forte carrinho sofrido por Renê, Elias leva cartão vermelho direto (após uma interminável conversa do árbitro com seus amigos do VAR). A torcida rubro-negra se empolgou com a possibilidade de jogar todo o segundo tempo com um a mais. A vitória parecia uma questão de tempo.

    bruno henrique flamengo atletico
    Bruno Henrique foi feliz em jogada individual. Foto: Alexandre Vidal / Flamengo.

    Ledo engano. O segundo tempo começou com outra bobeada da defesa, dessa vez de Léo Duarte. É incrível como nossa defesa segue levando muitos gols e algo urgente precisa ser feito para corrigir isso, principalmente visando nossa campanha em mata-mata de Libertadores. Com o revés no placar Após o segundo gol entra o dedo de Abel na partida, tirou Leo Duarte de campo, recuou Cuellar e encheu o time de atacantes. A esmo fomos para o ataque, até que criamos algumas chances de gols, merecíamos o empate, mas nem sempre o futebol é justo.

    O Atlético, mesmo com um a menos, mostrou bastante raça dentro de campo para segurar o ataque rubro-negro e também contou com a sorte. Gabigol e Arrascaeta estavam em mais uma noite pouco inspirada. E os atacantes que entraram, Lincoln, Berrío e Vitinho, apenas tentavam chegar a meta adversária sem nenhuma tática preestabelecida.

    rene flamengo atletico
    Renê mais uma vez não foi feliz nos cruzamentos. Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

    E o jogo foi se arrastando até terminar em uma derrota salgada para o time rubro-negro e sofrida para a torcida do Mais Querido. Eram reais as chances de vitória no Independência.

    Saudações Rubro-Negras


  • O mesmo setlist

    Se escorando na Florida Cup, no Estadual e em ideias que já deveriam ter sido abolidas há tempo, Abel mantém o repertório na vitória e, principalmente, na derrota.

    Sabe aquela banda que teve história, tem um acervo enorme,
    já fez grandes shows, mas hoje vive do passado, repete as músicas a cada noite
    e só vive por pura insistência dos fãs? A venda de discos se mantém, os shows
    tão sempre cheios. Só que no final, o pessoal sempre sai falando que foi igual
    ao anterior, não mudou nada.

    É o Flamengo do Abel Braga. Se escorando na Florida Cup, no Estadual e em ideias que já deveriam ter sido abolidas há tempo, Abel mantém o repertório na vitória e, principalmente, na derrota. Quando vence é basicamente porque seus jogadores encontraram a solução em campo. Quando perde, tentou mexer no show, só que alternou apenas a ordem das músicas, não sacou nenhum hit especial escondido para surpreender o público. As mesmas notas, o mesmo repertório, as mesmas jogadas. Manjado.

    Diego Alves, Pará, Rodrigo Caio,
    Cuéllar, Renê, Arão, Everton Ribeiro, Berrío, Vitinho, Bruno Henrique e
    Lincoln. Foi com esse time que o Flamengo terminou o jogo contra o Atlético
    desesperado para empatar com um time com um a menos desde o primeiro tempo.

    E foram apenas bolas na área. Fosse lateral, escanteio, chute de longe, só uma fórmula – cruzar na área na esperança de uma cabeça acertar. Nem Vitinho, nem Berrío, nem Lincoln são bons no jogo aéreo. Nem Pará nem Renê são bons em providenciar o jogo aéreo. Mas foi assim que o pragmático e previsível time de Abel Braga tentou furar a retranca mineira. Não conseguiu, óbvio. Por quê?

    bruno henrique flamengo atletico
    Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

    Não é novidade que Abel não sabe mais surpreender ninguém e que seu time joga na base do “vamos lá, porra”. Quando os jogadores embalam, vai. Quando não embalam, fica. No fraquíssimo Estadual, as trocas de passes, as triangulações e envolvimento do adversário rolavam. Mas era a Cabofriense, o Bangu, o Volta Redonda, o Boavista… Quando pegaram times mais fortes, isso não apareceu. Contra os fracos LDU e San José, em casa, o time sobrou. Mas quando subiu o morro, ganhou pela diferença mínima contra o San José (sem desmerecer a grande vitória, que foi GRANDE mesmo!) e perdeu, de forma triste, para a LDU. Em casa, não furou a retranca do Peñarol, perdeu. Fora, perdeu um caminhão de gols, mas segurou o 0x0 e se classificou.

    Quando vence é basicamente porque seus jogadores encontraram a solução em campo.

    Pelo Brasileiro, em quatro jogos contra postulantes ao título, uma vitória, duas derrotas. Perdeu fora para Inter e São Paulo. Ganhou do Cruzeiro, antes favorito, hoje ladeira abaixo. Como comparação, o Palmeiras, também candidato e principal rival na caminhada, ganhou de Inter e Atlético (fora) e trucidou o Santos. A famosa diferença que no final ganha um título nos pontos corridos.

    Tem muito campeonato pela frente? Sim, claro. Mas o Flamengo, ao longo do ano, viveu de lampejos de seus jogadores e não fez nenhuma atuação tática capaz de mostrar alguma esperança de mudança durante uma partida. Pelo contrário. Quando se vê com problemas, Abel joga o que tem de atacante no banco e torce para algo sair. Não saiu. Parece que os jogadores que entram em campo com a ordem “decide lá, faz alguma coisa” na cabeça e só. Estamos em maio e não vimos nada, absolutamente nada, de criativo no time. Quase sempre 90 minutos de nada. Contra o Atlético foram trinta e quatro cruzamentos para nada. Posse de bola absurdamente maior para nada.

    E Abel ainda fala que perder em Minas é normal. Amigo, para ganhar o Campeonato Brasileiro de pontos corridos, não existe isso de normal. Time campeão ganha lá e cá. Como o Palmeiras, atual campeão, ganhou do Atlético. Lá. Estamos perdendo tempo.


  • Saindo atrás do marcador, Flamengo/Marinha arranca empate na Gávea

    Quem vê o placar final do jogo, às vezes não faz ideia de como a partida desenvolveu-se. Na tarde deste sábado, o Flamengo/Marinha empatou com o Vitória pelo placar de 2 a 2. Os gols do Mengão foram marcados pelas atacantes Dany Helena e Lu Meireles. Foi o segundo empate do Rubro-Negro em nove jogos no Campeonato Brasileiro Feminino A1 2019.

    Foi o jogo de um time só. O Flamengo foi absoluto no jogo. Mas o Vitória foi cirúrgico nos dois contra-ataques que criou. Abriu o placar no primeiro tempo e ampliou no início do segundo, ambos marcados por Verena. Mas o Flamengo não desistiu, e chegou ao empate: aos 12, Dany Helena recebeu de Rayanne, fez bela jogada e mandou para o fundo do gol. Ainda mais tarde, aos 30, em seu segundo jogo pela equipe, Lu Meireles empatou a partida, após confusão na área adversária. Apesar de várias chances criadas pela equipe mandante, o placar não foi mais alterado: Flamengo/Marinha 2 x 2 Vitória.

    O Flamengo/Marinha no Brasileirão Feminino 2019: 9 jogos – 6 vitórias – 2 empates – 1 derrota – 28 gols marcados e 4 sofridos. A equipe manteve a invencibilidade jogando na Gávea neste ano, com 3 vitórias e 2 empates.

    O técnico Ricardo Abrantes escalou o Flamengo/Marinha da seguinte maneira: Kaká; Rayanne, Bia Menezes, Ana Carol e Fernanda Palermo; Ju e Gaby; Raiza (Lu Meireles), Dany Helena, Flávia (Karen) e Larissa (Rafa Barros).

    Créditos na imagem destacada: Divulgação/Flamengo


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  • “Eu gosto de assistir o Franca jogar”, diz Gustavinho, na véspera do jogo 1 da finais do NBB 11

    Destaques da coletiva de imprensa oficial organizada pela Liga Nacional de Basquete, com a presença de Gustavinho e Marquinhos

    Na tarde deste sábado (18), foi realizada a coletiva de imprensa pré-jogo Flamengo x Franca no Maracanãzinho, organizada pela LNB no mesmo local. O jogo terá início às 10h45 deste domingo. O FlaBasquete busca o sexto título da competição que ocorrer desde a temporada 2008/2009, depois de três temporadas de jejum, enquanto o adversário paulista sonha com sua primeira taça.

    Divulgação / NBB

    Palavra do presidente

    O presidente da Liga Nacional de Basquete, Kouros Monadjemi, abriu a coletiva com muito entusiasmo para a série que, para ele, conta com dois dos melhores do Brasil. A esperança foi também para o futuro da Liga, que ele diz ter novidades já na próxima temporada: “A Liga já não é mais uma criança que está crescendo, já se tornou um adulto. Teremos muitas novidades esse ano, no 12° campeonato”, disse.

    “A Liga já não é mais uma criança que está crescendo, já se tornou um adulto. Teremos muitas novidades esse ano, no 12° campeonato.”

    Kouros Monadjemi

    Gustavinho e Helinho

    Se o assunto é título, os dois lados têm campeões da temporada passada. Gustavinho foi trazido ao Mais Querido após conquistar o título do NBB, assim como Helinho, do Franca. O armador, perguntado sobre ter uma carta na manga por conhecer o ex-chefe dos tempos de Paulistano, inverteu a situação: “O Gustavinho me conhece mais do que eu conheço ele. Eu apenas fui treinado por ele, mas ele conhece mais o meu estilo de jogo. Ele tem mais essa carta na manga do que eu”.

    O ponto forte das duas equipes

    Os técnicos falaram sobre o estilo de jogo, e não pouparam elogios ao adversário. Principalmente Gustavo De Conti, que alegou gostar de assistir a equipe do técnico Helinho jogar: “Chegaram as duas melhores equipes. É diferente das outras temporadas, que nem sempre chegavam os mais cotados do início da temporada. Chegaram as equipes mais sólidas, eu gosto de ver o Franca jogar”.

    O treinador do Orgulho da Nação frisou a importância do crescimento da defesa: “O Flamengo tem a melhor defesa disparada do NBB. Contra o Botafogo foi mais físico, é importante que nossa defesa sobressaia nessa final”. E alertou para os rebotes adversários: “Franca tem um rebote grande dos caras que vem de fora (do garrafão). Precisamos focar no rebote defensivo”.

    Fator torcida

    Marquinhos, assim como o técnico adversário, falou sobre a importância dos torcedores. Helinho, que conta com a força da torcida no caldeirão do Pedrocão, ressaltou a importância da cidade que respira basquete: “Sabemos que a razão de ser do esporte é o público. Quando você tem um público como o da cidade de Franca, é a razão de ser para nosso esforço”.

    As duas melhores equipes chegaram. Diferente de outras temporadas, que nem sempre chegavam os mais cotados do início da temporada.

    Gustavinho

    Já o ala Marquinhos falou da força da Nação Rubro-Negra relembrando a conquista da Liga das Américas, também no Maracanãzinho. Ele destacou a alegria dos torcedores e a invasão da Maior do Mundo em quadra: “Voltar ao Maracanãzinho é um misto de sensações. Ganhei a Liga das Américas aqui, os torcedores estavam muito felizes, espero repetir o feito dando alegria à eles de novo”.

    “Voltar ao Maracanãzinho é um misto de sensações. Ganhei a Liga das Américas aqui, os torcedores estavam muito felizes, espero repetir o feito dando alegria à eles de novo.”

    Veja nossa cobertura em tempo real do evento


  • Abel reafirma que Beira-Rio é mais bonito que Maracanã e diz: ”Podem espernear, podem ter ciúmes”

    O técnico do Flamengo, Abel Braga, entrou em mais uma polêmica na noite da última quinta-feira (16), em entrevista ao Show dos Esportes, da Rádio Gaúcha. Após a derrota do Rubro-Negro para o Inter no Brasileiro, o treinador afirmou que o Beira-Rio era mais bonito que o Maracanã e ressaltou o carinho que tem pelo clube gaúcho. A declaração não deixou a torcida e nem a diretoria do Flamengo satisfeita, mas ”Abelão” reafirmou o que disse.

    ‘Pra mim é absolutamente tudo muito normal. Eu acho o Beira-Rio lindo, eu participei da reinauguração, é o mais bonito, eu não sei se ele é mais bonito de dia ou noite, quando acendem as luzes, isso ninguém vai mudar na minha cabeça. Podem ficar p***, podem ficar chateados, podem falar, podem espernear, podem ter ciúmes, é o que eu acho e ninguém vai me fazer mudar de opinião. O que eu falo, eu assumo. Eu não faço média com ninguém”, disse o treinador em entrevista a Rádio Gaúcha.

    Com Abel Braga no comando, o Fla enfrenta neste sábado o Atlético-MG, no Independência pela quinta rodada do Brasileirão. O jogo será às 19h.

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    *Créditos de imagem destacada e nas redes sociais: Flamengo/Divulgação

  • “Se o Flamengo fosse mais ousado teria sido 7 a 0”, diz ídolo do Corinthians

    João Pedro Ladeira

    Após a vitória do Flamengo sobre o Corinthians em São Paulo, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, o apresentador do programa “Os Donos da Bola” paulista e ex-jogador e ídolo do Corinthians, Neto, não poupou o time alvinegro: “Se o Flamengo tivesse mais tesão teria feito 7 a 0”. 

    Neto também mostrou descontentamento em ver Willian Arão e Everton Ribeiro com a camisa rubro-negra, ambos são formados na categoria de base do Corinthians. “Arão e Everton Ribeiro, dois craques do time do Flamengo saíram de graça do Corinthians”, disse. 

    O Flamengo venceu em Itaquera nas duas últimas visitas que fez ao alvinegro. O Rubro-Negro detém a vitória com a maior diferença de gols sobre o clube paulista dentro de seus domínios, em outubro do ano passado, o Mais Querido venceu o Corinthians por 3 a 0, pelo Campeonato Brasileiro. Lucas Paquetá (2) e Renê marcaram.

    A volta das oitavas de final da Copa do Brasil será no dia 4 de junho, no Maracanã, às 21h30. 

    Veja o vídeo


  • Vitor Gabriel volta a balançar as redes em retorno ao Sub-20

    Vestindo a camisa 9, o atleta foi peça importante na classificação para a semifinal da Taça Guanabara

    Bruno Vicente

    Após chamar a atenção do técnico Abel Braga e compor o
    elenco profissional durante a Flórida Cup, o Campeonato Carioca e a primeira
    fase da Copa Libertadores, o centroavante Vitor Gabriel retornou ao Sub-20 do
    Flamengo em grande estilo. Vestindo a camisa 9, o atleta voltou ao time de base
    já como titular no comando de ataque e foi peça importante na classificação para
    a semifinal da Taça Guanabara da categoria.

    O avanço para a próxima fase veio em um empate por 1×1 com o
    Volta Redonda, em partida disputada nesta sexta-feira (17), na Gávea. Agora, o
    Rubro-negro aguarda do vencedor do confronto entre Botafogo x Nova Iguaçu, que
    duelam na manhã deste sábado, no Centro de Formação de Atletas TROPS (Cefat).

    O gol da classificação do Flamengo foi marcado justamente por Vitor Gabriel, logo aos seis minutos do primeiro tempo. Na oportunidade, o camisa 9 aproveitou a cobrança de escanteio, gerado por um chute travado de Marx Lenin, ganhou a disputa com a defesa do time do Sul Fluminense e balançou as redes.

    Ainda na etapa inicial, o atacante teve outra chance, em
    novo escanteio, mas desta vez a bola passou por cima do travessão. “Feliz em
    poder voltar a atuar pelo Sub-20, marcar mais um gol e ajudar a equipe a se
    classificar para a semifinal”, disse o Garoto do Ninho.

    Passagem pelo
    profissional

    Vitor Gabriel retorna para compor a categoria de base do Mengo, depois de uma breve passagem pela equipe principal nos primeiros meses de 2019. Após jogar neste ano a primeira partida pela Copa São Paulo, na vitória por 4×0 sobre o River-PI, o jovem foi convocado por Abel Braga para iniciar a temporada com o time profissional, no torneio da Flórida.

    Durante esse período, o centroavante enfrentou a concorrência de Henrique Dourado (negociado), Uribe e Gabigol, contratado como a grande esperança de gols para o Fla. Sob o comando de Abel Braga, chegou a disputar algumas partidas, tanto como titular quanto entrando no decorrer do jogo. Porém, jogando a maioria das vezes fora de sua posição de origem, Vitor não marcou nenhum gol e não conseguiu engrenar.

    Na sequência, teve ainda que disputar espaço com Lincoln que, servia a Seleção Brasileira no Sul-Americano Sub-20, no Chile e, posteriormente, sofreu uma lesão na coxa. Recuperado, Lincoln passou ganhar mais oportunidade com Abelão. No embate da última rodada do Brasileirão, contra a Chapecoense, foi, inclusive, o autor de um dos gols do Flamengo.

    Chegada ao Fla

    Vitor Gabriel passou a vestir o Manto Sagrado depois de marcar dois gols sobre o próprio Flamengo, na semifinal do Campeonato Carioca Sub-15 de 2015. Na competição completa, ele balançou as redes em 11 oportunidades, duas a menos que o Lincoln. Já pelo Fla, Vitor fez uma excelente Copa São Paulo em 2018, sendo o artilheiro da equipe, com quatro gols, e eleito o craque do torneio.

    Créditos da imagem destacada: Marcelo Cortes / Flamengo

  • Emelec mantém maioria dos atletas que foram derrotados pelo Flamengo em 2018

    O Flamengo enfrentará o Emelec nas oitavas de finais da Libertadores, e o clube equatoriano não é novidade para o Rubro-Negro na maior competição de clubes da América do Sul. Na temporada passada, ambos estavam no mesmo grupo e se enfrentaram duas vezes, com dois triunfos dos brasileiros. E um ponto que pode ser favorável ao Fla (ou não) é que a equipe do Equador, mantém nove atletas que atuaram e perderam para o Mengo em 2018.

    Jogadores como o goleiro Dreer, lateral Paredes, os zagueiros Mejía, Jaime e Baguí, os meias Matamoros, Rojas e Arroyo, e o atacante Brayan Angulo, continuam atuando no Emelec. Nos confrontos de 2018, o Fla venceu no Equador por 2 a 1 e no Maracanã por 2 a 0, e o único gol dos equatorianos foi de Bryan Angulo, no Estádio George Capwell.

    Em Libertadores, as equipes se enfrentaram seis vezes, com cinco vitórias do Flamengo e uma derrota. Os próximos duelos serão no dia 24/07 e 31/07.

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    *Créditos de imagem destacada e nas redes sociais: Flamengo/Divulgação

  • Com expectativa de mais de dez mil torcedores, Flamengo de Marquinhos volta ao “Maracanãzinho de Oscar”

    O confronto será neste domingo, às 10h45, no Maracanãzinho.

    Vivaldo Lopes, da equipe Mundo Bola Informação


    Após três anos longe das finais do Novo Basquete Brasil, o Flamengo garantiu a vaga ao eliminar o Botafogo por 95 a 70 nesta última terça-feira, no Ginásio Oscar Zelaya. O Mais querido vai em busca da sexta estrela na competição contra o Franca, que eliminou o Mogi na outra semifinal.

    A primeira partida será neste domingo, às 10h45, no Maracanãzinho. Vamos lotar e apoiar o Mengão nessa conquista, Nação!

    A série final pode contar com até cinco jogos mas o time paulista tem o direito a três deles, além de contar também com o último jogo em seus domínios. Por isso a importância de ter um bom público na manhã desde domingo. Ao vencer este primeiro desafio, o Orgulho da Nação garante o quarto jogo em casa.

    São 8.541 ingressos à venda e carga total de 10.831. Três mil torcedores já garantiram presença no maior palco do esporte olímpico da América do Sul.

    Marquinhos empolgado com Maracanã

    O ala-armador e atual MVP da competição – também venceu nas edições 2012/2012 e 2015/2016 – está bastante contente com a escolha do Maracanãzinho para estas finais.

    Após quatro anos afastado do histórico ginásio carioca, Marquinho se mostrou empolgado com a volta:

    – Quando recebi a notícia que iríamos jogar a final no Maracanãzinho, eu fiquei muito feliz porque tenho uma história muito bonita lá dentro, cresci vendo o basquete do Flamengo sendo campeão lá, do Campeonato Carioca e Brasileiro, na época em que o Oscar jogava no time. Então, ali tem uma atmosfera muito boa, é um ginásio muito bom para jogar, a verdadeira casa do Flamengo – afirmou ao site oficial do Flamengo.

    Luiz Pires/LNB

    Ao lado do argentino Franco Balbi, do super-pivô Varejão e do Deus da Raça Olivinha, Marquinhos é a esperança para o clube superar o forte time de Franca e chegar ao sexto título do NBB, a liga que é disputada deste 2008/2009.

    12º caneco nacional

    O Flamengo tem a oportunidade de erguer pela 12ª vez um troféu representante de campeonato nacional. Os quatro primeiros foram conquistados nos anos 1934, 1949, 1951 e 1953, quando a extinta Confederação Brasileira de Desportos (CBD) organizava a competição nacional.

    Em 2008, já sob a batuta da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), que organizava desde 1990 o “Campeonato Nacional de Basquete Masculino”, o Rubro-Negro voltaria a marcar sua presença no topo do esporte da bola laranja.

    No mesmo ano começa o Novo Basquete Brasil. E começa também a hegemonia da Gávea. Das dez edições organizadas pela LNB (Liga Nacional de Basquete), o Flamengo venceu metade ( 2008-09, 2012-13, 2013-14, 2014-15 e 2015-16) e nunca deixou de ficar entre os quatro primeiros.

    Troféu do NBB. Foto: LNB / Divulgação

    Serviço

    Os ingressos para o primeiro jogo da final já estão à venda.

    Informações sobre preços e setores:
    Arquibancada – R$ 20 (meia) / R$ 40 (inteira)
    Cadeira Especial – R$ 35 (meia) / R$ 70 (inteira)
    Cadeira de Quadra – R$ 150 (meia) / R$ 300 (inteira)
    Cadeira Inferior Par – R$ 35 (meia) / R$ 70 (inteira)
    Cadeira Inferior Ímpar – R$ 35 (meia) / R$ 70 (inteira)

    Com participação de Diogo Almeida