Cântico revoltou torcedores de modo geral no Brasil
Logo após o apito final do clássico entre Flamengo e Vasco que acabou 4 a 4, a torcida adversária fez um cântico lamentável que gerou revoltas nas redes sociais.
Em alusão ao incêndio no Ninho do Urubu, que acabou vitimando 10 atletas da base rubro-negra em fevereiro deste ano, os cruz-maltinos cantaram: “Time assassino”. Clique no link e assista o vídeo.
O Flamengo segue líder do Campeonato Brasileiro com 78 pontos, e precisa de 7 para confirmar o título sem precisar espiar o desempenho do Palmeiras.
Flamengo e Vasco protagonizaram nessa quarta-feira (13) um dos melhores jogos de 2019. No Maracanã, as equipes se enfrentaram em clássico antecipado da 34ª rodada do Brasileirão e fizeram uma partida disputada do início ao fim e recheada de gols. O empate em 4 a 4, porém, também ficou marcado por muita confusão após o apito final.
Apesar do bate-boca entre Pablo Marí e Ribamar, a maior polêmica foi protagonizada pelo gerente de futebol do Vasco, André Souza. O funcionário do cruzmaltino deu uma joelhada em Gabigol e o fato gerou confusão na saída dos times de campo e entrada do vestiário.
Assista ao momento da agressão de André Souza a Gabigol:
Um funcionário do Vasco deu uma joelhada na coxa do Gabigol depois da partida. Fato gerou a confusão na entrada do vestiário. pic.twitter.com/VrGz4YO4lA
Na coletiva pós-jogo, o técnico Jorge Jesus comentou o fato e fez duras críticas ao funcionário cruzmaltino. De acordo com o português, André faltou respeito não só com Gabigol, mas também com o próprio Vasco.
“Entre os jogadores é normal esse bate-boca. Mas quando um dirigente faz o que o do Vasco fez, aí é grave. Falta de respeito com os jogadores e, principalmente, com o Gabigol. E mais: é falta de respeito com o clube que ele está. Ele não tem capacidade de trabalhar num clube com a história do Vasco”, disparou Jorge Jesus.
O Flamengo volta a campo no próximo domingo, às 16h (horário de Brasília), contra o Grêmio. A partida será realizada na Arena do tricolor e será o último jogo do rubro-negro antes da decisão da Libertadores. Ao ser perguntado como escalaria o time, Jesus despistou.
“Como é óbvio, a equipe contra o Grêmio não será a mesma. Temos que trabalhar de forma com que a equipe não fique desequilibrada seja no Brasileirão, seja na Libertadores. Hoje, qualquer ponto é muito importante. Vamos pensar que time vai no domingo… O Arrascaeta não estava em condições de jogar 90 minutos, mas temos que olhar pro futuro. Temos uma final da Libertadores e ele é um jogador importante. Contra o Grêmio devemos fazer a mesma coisa para ele estar 100% em Lima”, concluiu.
Saiba dos pendurados, histórico e possíveis escalações das equipes
Nesta quarta-feira (13), às 21h30 no Maracanã, o Flamengo enfrenta o Vasco no jogo antecipado da 34ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O rubro-negro é líder disparado com 77 pontos, dez a mais do que o segundo colocado Palmeiras, com 67.
Ausente nas últimas rodadas por uma entorse no joelho, o meia uruguaio Arrascaeta foi relacionado pelo técnico Jorge Jesus, mas deve iniciar a partida no banco de reservas.
(Foto: Flamengo/Divulgação)
Suspensos na partida contra o Bahia, Rafinha e o Mister também estão de volta.
(Foto: Flamengo/Divulgação)
Com isso, a provável escalação para o “clássico dos milhões” é:
Diego Alves; Rafinha, Pablo Marí, Rodrigo Caio e Filipe Luís; Arão, Gerson, Vitinho (Reinier) e Everton Ribeiro; Bruno Henrique e Gabigol.
Pendurados:
Diego, Gerson, Thuler, Renê, Arão e Bruno Henrique.
Provável escalação do Vasco:
(Foto: Reprodução)
Fernando Miguel; Pikachu, Oswaldo Henríquez, Ricardo (Werley) e Danilo Barcelos; Richard, Raul, Marcos Jr. e Felipe Ferreira; Rossi e Marrony.
Suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o zagueiro Leandro Castan está fora do duelo.
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio.
Transmissão: Premiere
ÚLTIMOS CONFRONTOS
No primeiro turno, Flamengo goleou por 4 a 1 em Brasília. (Foto: Flamengo/Divulgação)
Valor da apreensão, porém, não foi suficiente para manter chinês preso no Brasil
Na última quinta-feira (7/11), a Receita Federal apreendeu cerca de 200 camisas falsas do Flamengo no aeroporto internacional do Galeão, no Rio de Janeiro.
De acordo com o órgão, o material estava em posse de um passageiro chinês e iriam ser encaminhadas para comércio ilegal.
Além de camisas do Flamengo, ele ainda transportava camisas de times europeus, como algumas do Napoli, da Itália, por exemplo. O asiático, porém, já foi liberado pelas autoridades brasileiras. Pelo valor da apreensão, não há necessidade de prisão.
Como a grande maioria dos materiais ilegais apreendidos, as camisas serão encaminhadas para destruição.
A reportagem do Mundo Bola entrou em contato com o Flamengo para saber se o clube estava ciente da operação, mas, até o fechamento desta matéria, não obteve resposta.
Morador de Brasília, João Felipe descarta “zica” de tradição e pede que a torcida compareça ao aeroporto em 20 de novembro
Uma simples publicação no Twitter deu início a um dos dias mais marcantes da torcida do Flamengo nos últimos anos. O “AeroFla” antes do jogo diante do Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro de 2016, começou assim e virou quase que uma tradição rubro-negra.
Relembre:
O autor da publicação é João Felipe Cabral, 27 anos, morador de Brasília e conhecido entre os flamenguistas do Twitter pela semelhança com Everton Ribeiro.
Em entrevista ao Mundo Bola, João relembrou o “AeroFla” de 2016. “Não teríamos torcida no Allianz Parque e eu tive a ideia. Quando vi que a nação abraçou, foi uma alegria muito grande. Senti que participei um pouco da história do clube, foi uma emoção gigante”, conta.
Publicação que deu origem ao “AeroFla” de 2016
De acordo com a Polícia Militar, à época, mais de duas mil pessoas estiveram presentes no embarque do Santos Dumont. Na Internet, o carioca, morador de Brasília, recebeu dezenas de agradecimentos pela ideia.
“AeroFla” na Libertadores?
O Flamengo embarca para Lima em 20 de novembro, onde enfrenta o River Plate pela final da Libertadores três dias depois. Nas redes sociais, os movimentos por um novo “AeroFla” já começam a ganhar força.
Em enquete no Twitter do Mundo Bola, maioria esmagadora da torcida se diz a favor de um novo evento deste tipo, só que ainda maior. “Tem que acontecer. É o jogo mais importante dos últimos 37 anos, várias gerações esperavam por este momento. Tenho certeza que a cidade vai parar e mandar boas energias no embarque do time”, projeta.
Superstição da torcida
A maioria das manifestações sobre o evento é de apoio. Porém, alguns torcedores afirmam que o “AeroFla” sempre antecede fracassos do time.
Vale lembrar que, no caso de 2016, o Flamengo voltou de São Paulo com um empate, resultado que acabou favorecendo ao Palmeiras, que seguiu na liderança do torneio.
João acredita que a superstição faz parte da formação do torcedor, mas não esconde que, de vez em quando, as críticas incomodam. “Me doía um pouco ler mensagens neste sentido, confesso. Mas torcedor é assim mesmo, se apega ao sobrenatural. Agora, acredito que vivemos um momento diferente”, conta.
A comissão técnica de Jorge Jesus é diferente. Toda mudança carrega um propósito e não se muda por mudar
Nas peladas de fim de semana, o “rei da mesa” é aquele time que vai ganhando de todo mundo e se mantém no campo, enquanto os perdedores saem. O rei “roda a mesa” quando vence todos os adversários.
O Flamengo venceu o Bahia para rodar a mesa.
Antes de mais nada, é preciso dizer que Flamengo x Bahia foi um jogo agradável. Corrido, jogado, ousado, fluido, cheio de variações táticas e alternativas de jogadas.
Um carinho no estômago de quem gosta do futebol bem jogado! Diferentemente dos últimos jogos, o Flamengo foi a campo no 4-2-3-1 com Vitinho pela direita, Bruno Henrique pela esquerda e Everton centralizado. Gabriel era o centroavante isolado na frente.
Já o Bahia veio no esquema mais tradicional dos adversários rubro-negros: o 4-3-3/4-1-4-1.
A ideia era “defender em bloco baixo”, ou seja, marcar bastante recuado, atrair o Fla e puxar o contra-ataque na velocidade de Élber e Artur.
Os comandados de Roger conseguiam empurrar o Flamengo para um lado e deslocar três jogadores para o setor da bola, fechando o espaço e encaixotando os meias rubro-negros. Mais ou menos o mecanismo usado pelo Botafogo (mas com menos pontapés).
O Bahia mantém sempre sua linha de quatro defensiva formada. Os entendidos diriam que é uma “linha sustentada”.
Quando o Fla atacava pela direita, por exemplo, o lateral, o ponta e o volante daquele lado pressionavam a bola enquanto Gregore baixava para formar a linha de quatro.
Com o Fla encaixotado, João de Deus conversou com o Rodinei, que passou um recado a Gerson, repassado a Everton. O capitão foi até Vitinho e lhe disse algo ao pé do ouvido. O camisa 11 seguiu à esquerda e sinalizou para Bruno Henrique. Em 20 segundos o Flamengo era um 4-4-2.
João de Deus disse na coletiva pós-jogo que o time “desmontou o adversário” quando conseguiu “entrar com o terceiro homem no corredor lateral”.
Essa foi a busca desde o início, mas a dinâmica de jogo do Bahia dificultou bastante a missão mesmo com a mudança de formação do Fla. O “terceiro homem” é o jogador que se movimenta sem a bola, mas em função dela.
Em vez de progredir com uma simples tabela (um-dois), o time faz uma aproximação entre dois jogadores e libera um terceiro que aparece livre por trás, no espaço vazio.
De fato, no primeiro tempo, esse tipo de jogada quase não aconteceu. Pelo lado direito, Gerson não dava tanto apoio. Pelo lado esquerdo, a busca era sempre pela jogada individual de Vitinho.
A chave para destrancar o cadeado era, mais uma vez, Gabigol. Assim como foi contra o Botafogo. O atacante se movimentava e encontrava espaços como ponta ou meia mas, ao fazer isso, desocupava a área e o Flamengo perdia força na zona de finalização.
A solução na quinta foi Lincoln. No domingo, Reinier. O garoto entrou como dupla de ataque – e BH foi para o lado esquerdo -, mas o esquema às vezes parecia mais um 4-2-3-1 que um 4-4-2 com Gabigol atacando o espaço na direita, não como ponta que carrega a bola para o drible.
Deu certo e o volume de jogo do Fla cresceu monstruosamente. Os gols saíram de maneira natural.
No entanto, o próprio Reinier ainda precisa entender melhor os movimentos de ataque à zona de finalização. Às vezes ainda chega atrasado.
O próprio disse ao @globoesportecom: “Quando subi para o profissional, não sabia alguns movimentos, o que é natural. JJ me abriu uma forma de jogar que eu não sabia. Na base era completamente diferente”.
Houve melhora, mas vale o ponto de atenção (Análise Tática: Flamengo 3×1 Atlético-MG):
Essa é a grande virtude de Gabigol. Ele tem uma excelente leitura de espaços, mas também tem uma excelente leitura do momento certo para atacar esses espaços. Sabe quando deve acelerar ou não.
Reinier não conseguiu encontrar esses cruzamentos. Nesse quesito, tem muito a melhorar
— Téo Benjamin (@teofb) October 11, 2019
Enquanto tudo isso acontecia pelo lado do Fla, o Bahia dava aula de transição. Forçava a disputa física pelo meio em cima de Gerson ou Arão e, quando vencia, acelerava e levava perigo.
Foi para isso que Piris da Motta entrou. Para fechar a porta do Bahia.
Controlar o meio-campo para ganhar ainda mais volume. Mais um exemplo de substituição “defensiva” que torna o time mais ofensivo.
Alguns questionaram a saída de Gerson em vez de Arão, já que o segundo é “mais defensivo”.
Para ser mto ofensivo e impor uma pressão total, Fla precisava recuperar todos os chutões do Bota. Ser absoluto lá atrás e ficar com a bola. Eram 7 no ataque e 3 para dar suporte ao ataque pic.twitter.com/usvfqOgUKv
— Téo Benjamin (@teofb) November 9, 2019
Arão se adiantou e pôde ocupar o meio-campo pressionando a saída do Bahia com mais eficiência e atrasando a saída.
Onze dos 21 desarmes do Fla (mais da metade) foram feitos nos 30 minutos após a entrada de Piris no lugar de Gerson. O Fla ganhou volume de jogo. Sem conseguir vencer a disputa física no meio, o próprio Bahia se viu obrigado a mudar de estratégia, diminuindo o ritmo e tentando sair na base do toque.
Ainda no Blog do Téo: Desfrutem um Flamengo que dá prazer
O time trocou 118 passes nos primeiros 75 minutos de jogo (1,6 passe certo por minuto) e deu 72 nos 15 minutos finais (4,8 por min). No fim, vitória merecida e uma lição.
O Fla chegou a jogar muito bem com Zé Ricardo em 2016, por exemplo, mas a única variação tática era inverter os pontas de lado. O da direita ia para a esquerda e vice-versa.
Esse tipo de repertório ainda é muito visto nos gramados por aí. A comissão técnica de JJ é diferente. Toda mudança carrega um propósito. Não se muda por mudar. Não tem seis por meia dúzia. Não se “tenta alguma coisa”.
João de Deus disse que foi fácil dirigir o time porque “o dever de casa estava feito”. Campeonato se ganha no dever de casa.
Por nós, pelos que amamos e já se foram, pelos que virão, é preciso ver o Flamengo jogar e alegrar a cidade
E agora que o sétimo título de campeão brasileiro é questão
de dias, e enquanto nos consome a ansiedade pelo jogo do dia 23 em Lima, eu
venho até que você me lê para fazer um alerta: é preciso ver o Flamengo jogar.
Não estou me referindo aos jogos pela televisão, embora este meio também tenha
valor. Estou falando em ir ao estádio neste ano da graça de 2019 para ver o
Flamengo jogar. O Flamengo de Diego Alves, Rafinha, Rodrigo Caio, Marí e Filipe
Luís; Arão, Gérson, Arrascaeta e Éverton Ribeiro; Bruno Henrique e Gabigol e,
por Deus que é nosso Senhor e pelas bênçãos do padroeiro São Judas Tadeu, o
Flamengo de Jorge Jesus, olê-olê-olê-olê, Mister-Mister.
Assim como, mesmo tendo todos os discos e com milhares de
horas de audição, eu só pude perceber a plenitude dos Rolling Stones quando
estive frente a frente com a maior banda do mundo, eu digo que este Flamengo só
pode ser vivido em toda a sua grandeza de modo presencial, nos estádios, em
transe coletivo. Me ocorre que o grande terreno na velha Tijuca, onde se realizavam
corridas de cavalos antes de se erguer o estádio, deve ser uma espécie de campo
santo, porque foi ali que eu vi o Flamengo dos anos 1980, os Rolling Stones e o
Flamengo de 2019.
Não estou dizendo que aqueles que não podem ver o Flamengo jogar são menos Flamengo. Longe disso. Um dos motivos compreensíveis para o Flamengo ser uma Nação é que ele se deixa amar sem distância e sem pudor, tanto por quem está nas arquibancadas como pelo torcedor que nunca foi ao Rio e assiste aos jogos lá onde o vento faz a curva nos cânions de São José dos Ausentes, ou em uma casinha sob palafitas nos confins da Amazônia. Mas, pelo amor dos Jesus (o Nazareno e o Jorge), se você pode ver o Flamengo jogar ao vivo, faça isso por você mesmo.
Eu ainda não havia aceitado o Novo Maracanã. Me recusava até
mesmo a chamar pelo mesmo nome do estádio inaugurado em 1950. Mas, num espaço
de 20 dias, saí de Santa Catarina para testemunhar quatro jogos: os 2×0 no
Fluminense, os 5×0 no Grêmio, o 1×0 no CSA e os 3×1 no Bahia. E este Flamengo
era o que faltava para que o estádio pudesse, de novo, pulsar, vibrar e voar
como exige o nome Maracanã. Este Flamengo uniu velhos guardiões, gente que viu
o tricampeonato de 1955, ou rubro-negros da estirpe de um Moraes ou de um
Eduardo Vinícius de Souza, a gente tão jovem que não só não viu Zico e Junior
como não viu Pet e Imperador, e sequer conheceu o velho Maracanã a não ser por
fotos. Há um novo povo Flamengo, que pede o mundo de novo, irmanado pelo time
arrebatador, hipnótico e envolvente regido por um português que deu um novo
sentido ao Ai-Jesus.
2019 vai acabar e não sabemos quanto tempo este Flamengo,
tal como o estamos vivendo, irá durar. Não é possível embarcar em um DeLorean
DMC-12 para ir até o velho Maracanã ver aquele Flamengo de 1981 ou 1982, mas dá
para ir em 2019 ao novo Maracanã ou a outro estádio ver este Flamengo jogar. Há
muito tempo eu não seguia tão feliz para encontrar o meu time, e é uma
felicidade tão flamenga, tão dilacerada, tão vibrante, que eu lembro de
Vinicius de Moraes dizendo que mais que nunca é preciso cantar e parafraseio,
mais que nunca é preciso ver o Flamengo jogar.
Por nós, pelos que amamos e já se foram, pelos que virão, por quem está longe e não pode vir, pelos Garotos do Ninho e pelos motivos incompreensíveis de ser Flamengo, porque estamos vivos e porque é o nosso maior prazer vê-lo brilhar, é preciso ver o Flamengo jogar e alegrar a cidade.
Os 12.500 ingressos destinados ao setor exclusivo da torcida do Flamengo para a Final da Libertadores estão esgotados.
A disputa entre o time rubro-negro e o River Plate, acontece no dia 23 de novembro, no Estádio Monumental de Lima, no Peru, que tem capacidade para 80 mil pessoas.
Ainda estão a venda ingressos para setores mistos e reservados para a torcida do River Plate.
O Flamengo caminha para conquistar seu sétimo título brasileiro. Com apenas seis partidas a serem realizadas, o rubro-negro tem que somar apenas oito pontos para sagrar-se campeão. Apesar de ter um elenco todo estrelado, o sucesso do time comandado por Jorge Jesus passa pelo trio ofensivo. Gabigol, Arrascaeta e Bruno Henrique são os jogadores com mais participações em gols no Brasileirão 2019.
Artilheiro do Campeonato Brasileiro, Gabigol já marcou 21 gols e vem seguido de Bruno Henrique com 16 e Arrascaeta com 11. O trio lidera o ranking de participações em gols no Campeonato Brasileiro 2019 após a 32ª rodada. Dudu, destaque do Palmeiras, é quem mais ameaça a hegemonia rubro-negra com 16 participações. O palmeirense é o maior assistente da competição até o momento.
Quem também se destaca no elenco do Flamengo são os meias Willian Arão e Everton Ribeiro. O camisa 5, apesar de atuar como primeiro volante, chega forte ao ataque e já soma sete participações, sendo dois gols e cinco assistências. Everton Ribeiro, por sua vez, também tem sete participações, sendo seis participações e um gol.
Veja os jogadores com mais participações em gols no Brasileirão 2019 após a 32ª rodada:
27 – Gabigol (21 gols e 6 assistências) 20 – Arrascaeta (11 gols e 9 assistências) 19 – Bruno Henrique (16 gols e 3 assistências) 16 – Dudu (6 gols e 10 assistências) 15 – Carlos Sánchez (8 gols e 7 assistências) 15 – Wellington Paulista (13 gols e 2 assistências) 15 – Everton (10 gols e 5 assistências) 15 – Eduardo Sasha (12 gols e 3 assistências) 14 – Gilberto (11 gols e 3 assistências)
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Votação durou cerca de três horas no perfil oficial do site no Twitter
Na tarde desta terça-feira (12), o Mundo Bola promoveu uma enquete em seu Twitter em que perguntava se um possível “AeroFla” no embarque para Lima, no Peru, teria o apoio dos torcedores.
82% respondeu que “Sim”, e 18% ficaram com a opção “Não”.
Um movimento está sendo criado nas redes sociais para que no dia 20, no aeroporto do Galeão, aconteça mais uma vez o famoso “AeroFla”, antes da viagem para a final da Libertadores, contra o River Plate, do dia 23.
O evento nos aeroportos do Rio começou a ser criticado por muitos em 2016. O Flamengo não tinha o Maracanã e jogava fora do estado. A torcida transformava os embarques em vermelho e preto, em forma de apoio a equipe. Porém, sempre que o “AeroFla” acontecia, a vitória não vinha.
Desta vez, a confiança no trabalho de Jorge Jesus e seus comandados é tão grande, que mesmo com a festa no aeroporto antes da decisão, os rubro-negros demonstram a certeza de que sua equipe voltará de Lima com a taça da Libertadores na bagagem.