Autor: diogo.almeida1979

  • De 1999 a 2019: a minha vida como torcedor e uma paixão chamada Flamengo

    Parece que estamos em um bom caminho. Que bom, pois está provado que quando as coisas são bem feitas é tudo nosso

    Mundo Bola Informação | Adriano Leite – Twitter: @adrianoleite

    Neste, que é o meu primeiro texto para o Mundo Bola, gostaria de dividir com o leitor um pouco da minha história como torcedor (de 1999 a 2019), com intuito de provocar a mesma reflexão em cada um – não importa a idade – e também para analisarmos o Flamengo, que, segundo alguns, depois dos anos 80, só passou a ganhar em 2019. Outro ponto que vale lembrar aqui são os três anos especiais terminados em 9 (99, 2009 e 2019). Cada um com o seu significado. Todos mostrando a força do Mengão.

    Nasci em 1987 (que ano! Haha), mas demorei um pouco para ter interesse por futebol. Posso dizer que só em 99 passei a acompanhar com assiduidade, mas eu já sabia o que estava acontecendo ao ver o Vasco ganhar o Brasileiro de 97 e a Libertadores de 98. Mesmo sem ser grande entendedor, fui feliz no Mundial de 98, no qual o bacalhau foi vice também. Mas começo pelo ano de 1999, pois foi o primeiro ano em que eu tive condição de ver todos os jogos do Fla e dali para frente foi sempre assim. Serei, então, bastante detalhista ao falar desse ano porque foi especial. O Flamengo de 1999 tinha um treinador com muita história no clube, como sabem, o grande Violino, alguns pratas da casa promissores e um time muito raçudo. Tinha uma fera também: Romário. E o time, que era bem limitado, dependia muito dele. Chegou a final do Estadual e tínhamos pela frente aquele Vasco, que, em títulos, era o melhor time da história deles. Afinal, tinha ganhado a Libertadores de 98, como falei anteriormente.

    Veja também: Lei do ex e carrascos: Flamengo x Atlético-MG

    Por ter a melhor campanha o rival jogava por dois empates. No primeiro jogo jogamos muito desfalcados para dificultar ainda mais nossa missão, mas fomos buscar o 1 x 1. Eu estava morando em Macapá nesta época e, para quem não sabe, a capital do Amapá é como se fosse um Rio de Janeiro menor. Flamengo e Vasco são as maiores torcidas da cidade que realmente vive o clima de qualquer decisão de campeonato envolvendo os dois clubes. Após o jogo, eu não entendia muito o motivo da nossa torcida estar mais animada que a do rival, e meu padrasto me explicou: “somos muito inferiores tecnicamente, estávamos sem muitos jogadores, se a gente perdesse (estávamos perdendo), seria muito difícil de buscar no segundo jogo”. Fomos então para grande final, o segundo jogo. Logo no começo perdemos Romário, o time sentiu bastante juntamente com a torcida e o primeiro tempo terminou 0 x 0, sem grandes chances. No intervalo, nossa torcida cantava muito e empurrou absurdamente o time para o segundo tempo. Aquilo me emocionou e me impressionou de tal forma que lembro como se fosse hoje. As chances vieram, até gol mal anulado do Beto teve e aos 30, na falta do Rodrigo Mendes, saiu o gol do título. Eu posso dizer, amigos, que nesse dia eu soube, de cara, o que é Flamengo. Eu contava para as pessoas o roteiro dessa história como se fosse um filme, como se o roteiro tivesse sido sobrenatural. Eu estava encantado. Quem for mais novo, entenda, estadual ainda significava muito. E vejam: ano passado o Vasco perdeu os dois jogos da final do Carioca contra um dos melhores times da nossa história, depois tomou 4 x 1 no brasileiro. Em seguida, empatou em 4 x 4 e comemorou MUITO um resultado que não mudou nada na sua vida. Imagina ser campeão em cima de um rival com todo esse roteiro que citei e sendo tão mais fraco? Mas não acabava por aí: fizemos uma campanha histórica na Mercosul e no fim do ano batemos o Palmeiras que era… o campeão da Libertadores de 99. Ganhamos essa Mercosul de novo sem Romário. Os dois jogos da final foram pra lá de emocionantes, um 4 x 3 no Maraca e um 3 x 3 no campo deles. Ficava evidente para mim o peso do manto.

    O Vasco foi um dos melhores times do Brasil ainda por um tempo, mas foi vice de novo no Carioca de 2000 (tomando um passeio do Fla) e em 2001, em mais uma final histórica. Ali precisávamos vencer por dois gols no jogo final, mas pelo menos tínhamos um time para brigar de igual para igual. Se 99 teve um roteiro de cinema, imaginem em 2001, aos 43, da forma que aquela bola entrou para chegarmos ao 3 x 1 que, no fim das contas, foi conquistado em 45 minutos, já que o primeiro tempo terminou 1 x 1. A diferença é que naquele ano eu já sabia bem do que o Flamengo era capaz e é mais fácil de ver a mágica acontecer quando seu time é do mesmo nível do rival. Na hora da falta, lembro que acreditei muito e lembrei do Rodrigo Mendes, lembrei do Zico em todos os vídeos que já tinha visto e.. fomos felizes. Flamengo tricampeão! Aliás, quando se trata de Estaduais não sabemos o que é perder final desde 1995 (sempre lembrando que em 95 era um octogonal, mas ambos poderiam ser campeões naquele dia, então considero final). O Flamengo chegou e levou em 99, 2000, 2001, 2004, 2014 e 2019 (contra o Vasco), 2007, 2008 e 2009 (contra o Botafogo) e 2017 e 2020 (contra o Fluminense). Ainda foi campeão invicto sem necessidade de final em 2011. Mas, voltando ao ano de 2001, eu já tinha visto o Flamengo conquistar um título internacional, faltava um nacional. E ele veio. Vencemos ainda naquele ano a Copa dos Campeões. Éramos campeões em cima de um São Paulo que tinha Rogério Ceni, Beletti, Kaká, Júlio Baptista, França e Luís Fabiano. Quer mais?

    Os anos passaram, títulos vinham (vários citados acima), mas havia uma grande frustração por ver um Flamengo tão mal administrado (e isso acontecia desde os anos 90). O torcedor rubro-negro sabia do peso da camisa, da torcida, do clube, mas cada vez ficava mais claro que para voos mais altos era necessário o clube se profissionalizar. E vimos cada time sofrido, não foi? No meio disso tudo, em 2009, veio um título brasileiro conquistado na base do “deixou chegar, f…” como em 92, último ano que tínhamos ganhado o Brasilerão até então. Já eram 17 anos de jejum. Naquele ano, foram várias decisões dentro de um campeonato de pontos corridos, sendo duas fora de casa contra rivais diretos na briga, e fomos campeões ganhando uma a uma até o título no jogo final contra o Grêmio. Foi a maior arrancada da história, foi a cara do Flamengo. Foi épico. Mas ali nós tínhamos um bom time, nada mais do que isso. A pontuação final mostrou. Não ganhamos por termos “arrumado a casa”. Ela não estava arrumada. E só ficava evidente, novamente, uma coisa: o Flamengo minimamente encaixado é muito difícil de bater, e quando há a famosa conexão entre torcida e o time então… nem se fale. Isso só me fez sonhar ainda mais com o dia em que o Fla se organizasse. O fato é que, com toda a dificuldade, vencíamos novamente um brasileiro. Era o primeiro que eu via. Ufa! Choro no gol do Angelim.

    Veja também: O Fla de Domènec – Parte 1: O tal jogo de posição

    De 99 a 2019, ganhamos duas Copas do Brasil, sendo a última, em 2013, uma conquista na base da superação também. Um título na base do “deixou chegar, f…” de novo. É uma marca nossa, sem dúvida alguma. 2013 marcou, pois era o começo da nossa estruturação, de quando o clube começou a pagar as dívidas e, portanto, não tínhamos mesmo como ter um time do nível do Cruzeiro, por exemplo, que eliminamos nas oitavas. Parece que só aconteceu de sermos campeões pelo fato do Flamengo não poder ficar muito tempo sem títulos importantes. Foram muitos anos duros, muitos anos brigando para não cair, vexames na Libertadores, decisões de Copa do Brasil batendo na trave, porém, a sensação que eu tinha é que chegávamos em lugares que não tínhamos a mínima condição de estar com a estrutura que tínhamos, sem pagar salário em dia, priorizando ainda um carioca em vez de a Libertadores em alguns momentos e com treinadores e times muito medíocres, especialmente para a Libertadores e para um campeonato como o Brasileiro. Em alguns anos o Flamengo tinha time para disputar a Série B mesmo, então, tanto ele se classificar para participar da Libertadores como em todas às vezes que escapou de cair pra série B nesse período, a nossa única certeza era: essa camisa pesa. E como o Flamengo ainda ganhava títulos? Essa camisa…

    Após, uma sequência de participações ruins e péssimas na Libertadores, ouvi muita gente dizer que o Fla e a Libertadores não combinam, que o clube não tinha tradição internacional. Mas eu tinha convicção de que quando tivéssemos profissionalismo no futebol iríamos voltar a vencer a competição. Com Abel no comando com certeza não iríamos triunfar, mas com a vinda de Jesus tudo mudou! E quando passamos pelo Emelec já ficou uma cara de deixou chegar…

    Em 2019 foi lindo o 5 x 0 em cima do Grêmio na Libertadores (dizem também que eles são copeiros e nós não somos, mas há décadas o Grêmio só perde em mata-mata contra o Fla) e a nossa final foi a mais emocionante da história, contra um clube poderoso como o River (que mandava na América do Sul nos últimos anos) para ficar bem clara a nossa força e acabar com todos os mitos (aliás, há quem invente que não tinham clubes argentinos em 81 e é uma grande mentira, mas tudo bem, fomos campeões de novo e contra um dos maiores deles). Posso dizer seguramente que essa final foi o melhor momento da minha vida e acho que de muitos que estão lendo. O que ganhamos, de quem ganhamos, como ganhamos e depois de tanto tempo! Mas essa epopeia nem vou descrever, está tudo bem claro nas nossas mentes. No Brasileiro, esquece o Flamengo que ganhava apenas na camisa: o Flamengo atual disse: “Eu tenho profissionalismo, eu tenho qualidade, eu tenho técnico”, e o Universo disse: “Como você tem torcida presente e camisa também, 90 pontos, recordes e tabus quebrados para você. Chegou a hora de ganhar na boa, você merece”.

    Eu moro em Curitiba e foi bem inesquecível aproveitar a vinda do meu padrasto e ir até a Arena da Baixada para ver a nossa primeira vitória em Curitiba contra o Athletico no seu estádio em Brasileiros. E primeira vitória sobre eles aqui depois de 45 anos em Brasileiros. Atuamos sem Gabigol, Arrascaeta, além de 45 minutos sem Rafinha. Foi sofrível aguentar o Rony em cima do João Lucas (risos). Mas deu tudo certo, foi mais um ano terminado em 9 com mais de um título, sendo que dessa vez foram três títulos (dois deles dos mais importantes). 99, 2009 e 2019, anos de “Flamengos” muito diferentes, mas todos orgulharam e representaram. Para mim, ainda teve a experiência do laço familiar com meu padrasto (que é meu pai no final das contas), que me mostrou o que era Flamengo e viveu muitos desses títulos comigo, a começar por 99. Melhor ainda é que ele nunca me impôs o rubro-negrismo: ele mostrou, ensinou, mas foi o amor à primeira vista que prevaleceu, além da minha identificação com a camisa, torcida e a superação desse clube nos momentos difíceis. Agora vamos em busca de mais títulos, muita gente ainda não viu o Mundial. No ano passado, enfrentamos uma máquina, era muito difícil, mas o Flamengo me orgulhou perdendo só na prorrogação, sendo que tinha feito muito mais jogos no ano e era bem inferior tecnicamente. Não sou de romantizar derrotas, nós não somos, nossa história não permite isso, mas os fatos precisam ser ditos. Que possamos voltar mais fortes para mais um mundial em breve!

    Não vamos ignorar 2020, ano terrível por conta da pandemia, mas que nos consolidamos como um grande time ganhando 3 títulos num ano em que pouco tivemos futebol. Já temos um título estadual, nacional (Supercopa do Brasil) e internacional (Recopa). O primeiro vencendo os dois jogos da decisão, o segundo ganhando de 3 x 0 e por último: o título internacional indo pra Gávea com o Fla vencendo por 3 x 0 com um jogador a menos em boa parte do segundo jogo da decisão. Ficou evidente, assim, como o Flamengo está sobrando. O dia em que o Flamengo estaria com a casa arrumada realmente chegou, mas o desafio agora é manter tudo isso. No futebol não há tempo para cochilo, então fazer as escolhas certas e depender cada vez menos de determinados profissionais como Jesus (que já foi), Marcos Braz, entre outros, é fundamental. Temos estrutura, pagamos bem, em dia, temos um trabalho que foi bem feito pelo Jesus, temos contratações que deram certo, mas agora precisamos ter um projeto para que as pessoas passem e a filosofia continue. Para que não seja jogado tudo fora. Parece que estamos em um bom caminho para que isso aconteça. Que bom, pois está provado que quando as coisas são bem feitas é tudo nosso. SRN!

  • Flamengo espera ter nome de Domènec no BID em 24 horas

    A confirmação da estreia de Domènec Torrent no comando técnico do Flamengo está próximo de se oficializar. O rubro-negro adquiriu os documentos que faltavam para concluir a inscrição do catalão no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF. O próximo passo é aguardar os trâmites burocráticos e a publicação do nome do técnico. A expectativa do Mais Querido é que tudo se oficialize em 24 horas, prazo final para que Torrent esteja a frente da equipe contra o Atlético-MG.

    Geralmente, todo o processo de regularização com profissionais estrangeiros costumam ser mais demorado, já que envolve obtenção de uma série de documentos: carteira de trabalho, identidade e CPF.

    Focando no campo, Domènec teve uma semana para preparar a equipe rubro-negra, e já em sua coletiva revelou que tem a equipe em mente que colocará titular neste domingo. No treino treino desta quinta, a comissão pela primeira vez esteve completa. O preparador físico Julián Jiménez desembarcou em solo brasileiro e se juntou ao auxiliar Jordi Guerrero e ao analista Jordi Gris.

    Jordi Guerrero – auxiliar técnico

    O catalão de 52 anos é o auxiliar de Dome no Flamengo. O profissional chegou a desempenhar a função de técnico principal do Palamós FC, no entanto voltou para o ofício de assistente, passando pelo ele Girona, Sevilla, Espanyol e Qingdao Huanghai-CHI.

    Jordi Gris – analista de desempenho

    Gris esteve ao lado de Domènec Torrent em sua passagem pelo New York FC. Atualmente com 46 anos, antes foi auxiliar e diretor da base do Chennai City FC, da Índia. O analista também leva em seu currículo a participação na comissão técnica de Pep Guardiola no Manchester City.

    Em seu país, Jordi trabalhou como scout do Barcelona na busca de jovens talentos. Uma de suas maiores descobertas foi pelo atacante argentino Mauro Icardi, quando o mesmo atuava ainda nas Ilhas Canárias.

    Créditos de imagem destacada: Divulgação/Flamengo

  • Lateral do Atlético se anima para enfrentar o Flamengo: ‘Sem medo’

    Em entrevista coletiva na Cidade do Galo, na manhã desta quinta-feira (06), o lateral-esquerdo Guilherme Arana comentou sobre a expectativa de enfrentar o Flamengo na estreia do Campeonato Brasileiro. Segundo o jogador, o clube mineiro irá atuar sem medo, atacando o rubro-negro no Maracanã.

    Acho que temos que jogar igual, manter nosso estilo de jogo. A comissão vai passar como o time do Flamengo joga e vamos tentar tirar coisas para que no jogo podemos ter grandes atuações nas partes do campo. Então, como eu falei, temos que jogar assim como jogamos, sem medo e atacando e quando perder a bola defender como a gente tá fazendo”.

    Arana voltou a elogiar o Flamengo em outro momento da coletiva, mas voltou a afirmar que o objetivo é atuar da maneira que Jorge Sampaoli impõe na equipe.

    A gente já tá trabalhando há um bom tempo, a gente já sabe há um bom tempo que a estreia seria contra o Flamengo. A gente tem que jogar da forma que a gente vem jogando, a gente tá treinando, a gente sabe a forma que o nosso professor quer que a gente jogue e temos que ir lá e fazer nosso papel, dar nosso máximo e sair com a vitória. Claro que a equipe do Flamengo é uma grande equipe, porém nosso time chegou bastante gente, gente de qualidade, estamos nos sentindo cada vez melhor e é isso. Ir lá, fazer um bom jogo e se Deus quiser sair com um resultado bom”.

    A transmissão de Flamengo e Galo, que também deve marcar o primeiro jogo de Domènec Torrent no comando técnico do rubro-negro, será transmitida pela Rede Globo para o Rio de Janeiro e parte do país. A segunda parte do Brasil deve ficar com a transmissão de Goiás e São Paulo.

    Créditos de imagem destacada: Divulgação/Flamengo

  • Empresário de Vigo sobre consulta do Flamengo: ‘É verdade’

    O Flamengo segue mapeando o mercado em busca de um lateral-direito para compor elenco. Vários nomes surgem na mesa do vice presidente de futebol Marcos Braz, e do diretor executivo Bruno Spindel, e um deles foi de Alex Vigo, do Colón-ARG.

    Quem confirma é o próprio empresário do atleta. Segundo o agente, o rubro-negro buscou informações sobre Vigo, mas ainda não houve nenhuma proposta.

    É verdade a consulta do Flamengo. Não há negociação, eles apenas pediram uma referência do garoto e informações de quanto custaria”, disse Leandro Varino, em entrevista ao Portal Rubro Negro.

    Em entrevista ao Fox Sports, o vice-presidente do clube argentino, Horácio Darras, revelou que outros clubes também demonstraram interesse na promessa argentina.

    Sempre existem oportunidades. Nós sempre fomos muito bem tratados quando precisamos utilizar as instalações do Palmeiras no Brasil. No momento não há saída, somente negociação de clube para clube. O River Plate fez uma consulta ao atleta, mas nada importante no momento. Temos que ver os números. Estamos falando de um atleta com muito potencial e que joga como Cafu”.

    No início da semana, o Mundo Bola fez uma matéria já informando o interesse do Mais Querido no atleta. Com uma grave crise financeira causada pelo novo coronavírus, o Colón enxerga em Vigo a oportunidade de aliviar o seu caixa. O jogador de 21 anos tem vínculo contratual com o Colón até junho de 2023, e seu clube pede 2.5 milhões de dólares (13.3 milhões de reais na cotação da moeda atual) por 80% do jogador.

    Alex tem 33 partidas oficiais com a camisa do Colón, ainda não marcou nenhum gol e já deu duas assistências. Ele fez sua estreia em 28 de janeiro de 2019, na vitória do seu time contra o Argentino Juniors por 2 a 0.

    Créditos de imagem destacada: Divulgação/Colon

  • Matheus volta ao sub-20 e J. Lucas será o reserva na lateral do Flamengo

    Após a chegada de Domènec Torrent, o lateral-direito Matheus França (apelidado de Matheusinho) retornou para o sub-20 do Flamengo. Sendo assim, João Lucas, que veio do Bangu na temporada passada, será o reserva imediato de Rafinha na posição do elenco rubro-negro. A informação é do jornalista Venê Casagrande, do jornal O Dia.

    Outros atletas que treinavam no elenco profissional, irão trilhar o mesmo caminho de Matheus. O zagueiro Natan, volante Gomes e os atacantes Lázaro e Rodrigo Muniz, também irão voltar para a base do Mais Querido.

    Busca por um lateral

    Mesmo com o vice de futebol Marcos Braz negando que o clube esteja atrás de um lateral-direito, a imprensa internacional noticia com frequência jogadores para esta posição na mira do Flamengo. Nos últimos dias, o Mundo Bola noticiou que Alex Vigo, que atua no Colón-ARG e Fabrício Bustos, do Independiente-ARG, estariam na ”linha de tiro” de Braz e Spindel.

    Alex tem 21 anos e pertence ao Colón até junho de 2023. O clube estaria pedindo cerca de 2.5 milhões de dólares (13.3 milhões de reais na cotação da moeda atual) por 80% do jogador.

    Já Bustos é um sonho antigo da diretoria, e tem seu nome ligado ao Fla desde o início da temporada. De forma inicial, o Independiente deseja cerca de 5 milhões de dólares (28 milhões de reais na cotação da moeda atual) pelo atleta.

    Fabricio Bustos já foi convocado diversas vezes para a Seleção Argentina, e tem contrato com o Independiente até junho de 2022. Segundo o site Transfermarkt, seu valor de mercado é de cerca de 4,80 milhões de euros. Além de lateral, Bustos é versátil e pode atuar também como meia direita.

    Sem nenhum argentino, e com Rafinha e João Lucas, o Flamengo entra em campo neste domingo, às 16h, para enfrentar o Atlético-MG no Maracanã. A partida é válida pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

    Crédito de imagem destacada: Divulgação/Flamengo

  • Benfica quer pagar menos da metade da multa por atacante do Flamengo

    Muito próximo de anunciar as chegadas de Everton ‘Cebolinha’ e do lateral-direito Gilberto, o Benfica de Jorge Jesus segue no mercado brasileiro em busca de reforços para a próxima temporada, e o nome de Bruno Henrique, do Flamengo, segue na lista dos Encarnados.

    De acordo com o jornal português A Bola, os benfiquistas analisam enviar uma proposta de 12 milhões de euros ao rubro-negro (quase R$ 75 milhões na cotação atual), pelo camisa 27 da Gávea. A multa rescisória do atacante do Fla é de 35 milhões de euros, cerca de R$ 214 milhões. Em recente entrevista coletiva no Ninho do Urubu, o vice de futebol Marcos Braz, indicou que atletas titulares da equipe só devem sair pela multa rescisória. Neste caso, os 12 milhões de euros por BH seria equivalente a menos da metade de sua multa.

    Ainda de acordo com a publicação, o responsável por tentar seduzir Bruno Henrique e convencer o Flamengo a aceitar uma proposta menor, é o empresário Bruno Macedo.

    Mesmo querendo levar um jogador do Mais Querido para Portugal, Jesus se emocionou ao falar do Fla em sua apresentação pelo Benfica.

    Não sou o salvador. Salvador seremos todos os benfiquistas. É importante pensarmos… Perdoem se vou falar de onde cheguei. Cheguei de um grande clube, também, de um grande clube que se uniu em volta de seu treinador, de seu time, e por isso que ganhamos grandes títulos internacionais.  E falo do Flamengo para agradecer do fundo do meu coração a forma como me trataram, a amizade e o amor que tiveram por mim. E agora pensem: o Flamengo tem 50 milhões de torcedores. Para vir para o Benfica, teve que ter haver uma causa muito grande. E eu vim, estou aqui para voltar a ganhar, com este presidente e todos os benfiquistas unidos”.

    Créditos de imagem destacada: Divulgação/Flamengo

  • Flamengo x Atlético Mineiro: duelo não será adiado

    Assessoria de imprensa da Federação Mineira de Futebol desmentiu boatos de que o duelo entre Flamengo e Atlético poderia ser adiado

    Mundo Bola Informação| Adriano Skrzypa – Twitter: @FlamengoNumeros e @FlaFeminino

    Nos últimos dias, surgiu um boato de que o duelo entre Flamengo e Atlético Mineiro, válido pela 1ª rodada do Campeonato Brasileiro 2020, poderia ser adiado devido a uma possível classificação do clube alvinegro para a final do Campeonato Mineiro. Mas o boato foi prontamente desmentido pela assessoria de imprensa da Federação Mineira de Futebol, após consulta do site Mundo Bola.

    Leia também: Lei do Ex e carrascos: Flamengo x Atlético-MG

    Entenda a situação

    O Campeonato Mineiro ainda não acabou. Atualmente, América e Atlético disputam uma das vagas para a final da competição: no jogo de ida, o Galo venceu por 2 a 1. Na noite desta quarta-feira (5), às 21h30, os clubes voltam a se enfrentar, no Independência.

    Assim, surgiu o pensamento de que a Federação Mineira seguiria os moldes da Federação Paulista (Palmeiras e Corinthians farão o jogo da volta da final do Estadual no final de semana, tendo seus jogos adiados no Campeonato Brasileiro). Mas a história é diferente.

    De acordo com o Ofício FMF/DCO/004/2020, do dia 22 de julho, os clubes finalistas participarão de uma reunião, no dia 06/08/2020, para deliberarem sobre as datas de realização dos jogos da Fase Final. Mas não se cogita realizar a final no próximo fim de semana, ou seja, o duelo entre Flamengo e Atlético Mineiro está confirmado.

    O América também estreia neste final de semana na Série B, então independente qual dos times chegue à decisão do Campeonato Mineiro, o Campeonato Brasileiro não sofrerá alterações envolvendo as equipes.

    Ofício deixa claro que no dia 6 haverá reunião para definir datas para a final
  • Lei do ex e carrascos: Flamengo x Atlético-MG

    Flamengo recebe o clube mineiro no Maracanã neste domingo; confira quais atletas já vestiram a camisa do adversário e quais os atuais “carrascos”

    Mundo Bola Informação| Adriano Skrzypa – Twitter: @FlamengoNumeros e @FlaFeminino

    Neste domingo (9), o Flamengo faz sua estreia no Campeonato Brasileiro 2020. O adversário do atual campeão será o Atlético Mineiro, em partida que será realizada no Maracanã. O Mundo Bola explana quais os jogadores dos clubes que já vestiram a camisa do rival e quais os artilheiros do atual elenco Rubro-negro que já marcaram contra o Galo.

    “Lei do Ex” – Flamengo x Atlético Mineiro

    No elenco do Flamengo, apenas um atleta já vestiu a camisa do Clube Atlético Mineiro: Diego Alves. O goleiro atuou no Atlético entre os anos de 2005 e 2007, disputando 61 jogos e sofrendo 65 gols, de acordo com o site Galo Digital. Pelo clube mineiro, conquistou o Campeonato Brasileiro Série B em 2006 e o Estadual em 2007, quando foi vendido para o Almería-ESP.

    Diego Alves já vestiu a camisa do Galo entre 2005 e 2007.

    Do outro lado, dois jogadores do atual plantel do Atlético Mineiro já atuaram pelo Flamengo: o zagueiro Réver (entre 2016 e 2018), que conquistou o Campeonato Carioca em 2017 e a Taça Guanabara em 2018, e Diego Tardelli, que passou rapidamente pelo Rubro-Negro em 2008, ano onde conquistou o Campeonato Carioca. O atacante só deve voltar a jogar em 2021, já que sofreu entorse grave no tornozelo direito, com ruptura dos ligamentos, fratura no tornozelo e lesão na cartilagem do osso.

    Além de titular, Réver é capitão no Atlético-MG

    Os “carrascos”

    Em duelos entre Flamengo e Atlético, quatro jogadores que estão atualmente no clube carioca já anotaram gols diante do clube mineiro:

    Willian Arão – 2 gols (2 x 1 no Brasileirão e 3 x 1 no Brasileirão 2019)
    Diego Ribas – 1 gol (2 x 2 no Brasileirão 2016)
    Bruno Henrique – 1 gol (1 x 2, Brasileirão 2019)
    Vitinho – 1 gol (3 x 1, Brasileirão 2019)

  • Torcedor cogita suicídio no Twitter e Diego responde: ‘O que está acontecendo? Vamos conversar?’

    Na noite desta terça-feira (04), uma publicação no Twitter chamou a atenção do meia Diego Ribas, do Flamengo. Um torcedor do clube postou em sua conta uma mensagem cogitando cometer um suicídio. Logo, o camisa 10 rubro-negro respondeu com o seguinte comentário. Confira.

    Após a resposta do meia, as redes sociais de Alex foram invadidas por torcedores do Flamengo, e muitas mensagens de apoio e solidariedade foram transmitidas.

    Muitos elogios a Diego foram feitos nos comentários do post. Inclusive, até torcedores de outras equipes aprovaram a atitude do capitão do Flamengo.

    https://twitter.com/bogea13/status/1290758326918230017

    O Mundo Bola também presta solidariedade e força, ao nosso querido amigo Alex.

    O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional e prevenção do suicídio. O serviço é prestado gratuitamente pelo telefone 188. No Twitter, você pode denunciar a publicação de Alex, relatando que o post manifesta intenções de suicídio. Abaixo explicamos.

    Créditos de imagem destacada: Divulgação

  • Flamengo confirma saída de técnico e preparador físico da base para o Guangzhou Evergrande

    Mundo Bola Informação | Bernardo Medeiros – Twitter: @be_medeiros_

    Nesta terça-feira (4), o Flamengo confirmou mudanças na comissão técnica da base. Phelipe Leal, técnico do Sub-17, e Arthur Peixoto, preparador físico do Sub-20, deixaram o clube e farão parte de um projeto de base do Guangzhou Evergrande, da China. O destino de ambos é o mesmo de Guilherme Dalla Déa, treinador da Seleção Brasileira Sub-17. O trio fez parte da conquista do Mundial Sub-17 pelo Brasil no ano passado, junto com o zagueiro Gabriel Noga, o volante Daniel Cabral, o atacante Lázaro e o analista de desempenho Sandro Gomes, todos do Flamengo.

    Phelipe estava no clube desde janeiro de 2018, após passagem pelo Botafogo. No comando do Sub-17, conquistou a Copa do Brasil, a Generation Adidas Cup (nos Estados Unidos), a Evergrande Cup (na China) e a Taça Guanabara em 2018, além do Campeonato Brasileiro, do Manchester United Summer Tournament (na Inglaterra) e da Taça Rio em 2019. Neste ano, foi o técnico Rubro-Negro na Libertadores Sub-20, tendo terminado em terceiro lugar. Sua última partida foi contra o Cruzeiro, na vitória por 2 a 1, pela estreia do Brasileiro Sub-17, em março.

    Ramon Lima, que era o treinador do Sub-16 no ano passado, será o técnico do Sub-17. Enquanto Lúdyo Santos, coordenador técnico do Sub-20, será o treinador do Sub-16.

    Arthur Peixoto esteve no Flamengo durante 13 temporadas, passando por diversas categorias e também fazendo parte de inúmeras conquistas. Fabiano Médici será o substituto na preparação física dos juniores.

    O Flamengo, em março, já tinha acertado com Leonardo Ramos, ex-Fluminense, para o comando da equipe Sub-15. No ano passado, Leonardo Ramos conquistou a Copa Nike e a Copa da Amizade, duas das principais competições nacionais Sub-15 do país, além do vice do Carioca pelo Tricolor.

    Com isso, os técnicos da base serão os seguintes:

    Sub-20: Maurício Souza, auxiliado por Márcio Torres

    Sub-18: Mário Jorge (técnico do Sub-15 na temporada passada)

    Sub-17: Ramon Lima

    Sub-16: Lúdyo Santos

    Sub-15: Leonardo Ramos

    Sub-14: Leonardo Cherede

    Sub-13: Leonam Kasali

    Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Marcelo Cortes/Flamengo